Bloqueios
Infiltrações
Daniel Bonotto
Bloqueio
anestésico no diagnóstico diferencial em dor orofacial
Dor
Experiência sensorial e
emocional desagradável
decorrente de um dano
tecidual real ou descrita em
termo deste dano
IASP
Regiões frequentemente
associadas à dor por DTM
Disfunção Temporomandibular
Termo que agrupa as desordens
das ATM e/ou dos músculos da
mastigação
DTM articulares
DTM musculares
Oliveira, 2002
Dor Orofacial
Nas desordens em que a dor é o
principal sintoma, é imperativo que a
fonte da dor seja identificada
Local da dor: onde o paciente aponta
sentir dor
Origem da dor: estrutura relacionada
a causa da dor
ex: teste térmico
Dor Orofacial
O estímulo da origem da dor
exacerba a queixa do paciente
Quando a provocação local não
aumenta a dor, deve-se
suspeitar de dor heterotópica
Fisiologia da Nocicepção
Condução da DOR ao SNC
Fisiologia da Nocicepção
Dor Heterotópica
“Você não pode diagnosticar
aquilo que não conhece” (JPO)
Diagnóstico
O diagnóstico é obtido
através de uma avaliação
cuidadosa das informações
obtidas na anamnese e
exame clínico
Fatores para diagnóstico diferencial
1. Conhecer as dores orofaciais
2. Histórico do paciente
3. Exame físico - estímulo do local da dor exacerba a queixa
4. Bloqueio anestésico da origem leva à depleção da dor
5. Exames complementares
Bloqueio Diagnóstico
Importante para diferenciar dor primária da dor secundária
Identificar as vias que medeiam a dor periférica
Localizar a origem da dor
Bloqueios musculares podem ter valor terapêutico (dor miofascial)
Educação do paciente sobre a origem da dor
Indicações Gerais
Bloqueio Diagnóstico
- seringa carpule com aspiração
- agulhas curta e longa
- algodão com álcool ou solução de iodo tópico
- gazes esterilizadas
- solução anestésica sem vaso constritor (lidocaína 2% ou mepivacaína 3%)
Instrumentais e materiais
Bloqueio Diagnóstico
- Conhecimento sólido da anatomia da região
- Conhecimento profundo da técnica de punção da estrutura
- Conhecimento da farmacologia da solução anestésica
- Evitar infiltrar tecidos inflamados
- Manter assepsia rigorosa
- Sempre aspirar antes de injetar a solução anestésica
Regras Gerais
Anestésicos Locais
São	
  substâncias	
  capazes	
  de	
  bloquear,	
  de	
  forma	
  totalmente	
  
reversível,	
  a	
  geração	
  e	
  a	
  propagação	
  do	
  potencial	
  de	
  ação	
  em	
  
tecidos	
  eletricamente	
  excitáveis
AMINOAMIDAS AMINOÉSTERES
Etidocaína
Lidocaína
Bupivacaína
Levobupivacaína
Ropivacaína
Prilocaína
Mepivacaína
Cocaína
Procaína
Cloroprocaína
Tetracaína
Anestésicos Locais
Potencial de Ação (Impulso nervoso): é uma
dramática redistribuição da carga elétrica
através da membrana do neurônio
Potencial de Ação
A despolarização da célula durante o potencial
de ação é causada pela entrada de íons sódio
e a repolarização é ocasionada pela saída de
potássio através da membrana
Anestésicos Locais
Diminuição
da permeabilidade
ao íon sódio
Diminuição na
velocidade e grau de
despolarização
Bloqueio
da condução
neuronal
Bloqueio
dos canais de
sódio
Mecanismo de Ação
Bloqueios Anestésicos
Tipos de Bloqueios
Injeções Musculares
Injeções Articulares
Injeções de Bloqueio de Nervo
Bloqueios Anestésicos
Injeções Musculares
Principal indicação na identificação da origem da dor
O bloqueio de trigger points miofasciais pode resultar em alívio significativo da
dor por longa duração
Bloqueios Anestésicos
Injeções Musculares
Temporal
Bloqueios Anestésicos
Injeções Musculares
Masséter
Bloqueios Anestésicos
Injeções Musculares
E.C.M
Bloqueios Anestésicos
Injeções Musculares
Trapézio
Bloqueios Anestésicos
Injeções Articulares
Indicações terapêuticas e não diagnósticas
Aplicação de medicação intracapsular (corticosteróide, hialuronato de sódio, AL)
1. Localização Anatômica
Técnica Operatória
1. Localização Anatômica
1. Localização Anatômica
1. Localização Anatômica
2. Assepsia da pele com PVPI tópico a 10%
3. Anestesia Tópica com Ice Spray
4. Anestesia local com infiltração intracapsular de 0,5 a 1ml de lidocaína 2% ou mepivacaína 3%
sem vaso constritor. Introdução da agulha no ponto marcado, de posterior para anterior,
atingindo o espaço supradiscal [???]
5. Infiltração de 1ml de hialuronato de sódio com seringa de 3ml e agulha 0,45 x 13mm ou agulha
0,7 x 25mm (22G)
Bloqueios Anestésicos
Injeções de Bloqueio de Nervo
Diagnóstico diferencial
Anestésico de curta duração (sem vaso constritor)
Bloqueios dentários
Bloqueio do nervo auriculotemporal
Bloqueios Anestésicos
Contra-indicações e reações adversas
- Alergia ao AL
- Dor pós-operatória
- Hematoma / acidentes vasculares
- Paralisia motora transitória (VII par)

Bloqueios pet

  • 1.
    Bloqueios Infiltrações Daniel Bonotto Bloqueio anestésico nodiagnóstico diferencial em dor orofacial Dor Experiência sensorial e emocional desagradável decorrente de um dano tecidual real ou descrita em termo deste dano IASP Regiões frequentemente associadas à dor por DTM Disfunção Temporomandibular Termo que agrupa as desordens das ATM e/ou dos músculos da mastigação DTM articulares DTM musculares Oliveira, 2002 Dor Orofacial Nas desordens em que a dor é o principal sintoma, é imperativo que a fonte da dor seja identificada Local da dor: onde o paciente aponta sentir dor Origem da dor: estrutura relacionada a causa da dor ex: teste térmico Dor Orofacial O estímulo da origem da dor exacerba a queixa do paciente Quando a provocação local não aumenta a dor, deve-se suspeitar de dor heterotópica Fisiologia da Nocicepção Condução da DOR ao SNC
  • 2.
    Fisiologia da Nocicepção DorHeterotópica “Você não pode diagnosticar aquilo que não conhece” (JPO) Diagnóstico O diagnóstico é obtido através de uma avaliação cuidadosa das informações obtidas na anamnese e exame clínico Fatores para diagnóstico diferencial 1. Conhecer as dores orofaciais 2. Histórico do paciente 3. Exame físico - estímulo do local da dor exacerba a queixa 4. Bloqueio anestésico da origem leva à depleção da dor 5. Exames complementares Bloqueio Diagnóstico Importante para diferenciar dor primária da dor secundária Identificar as vias que medeiam a dor periférica Localizar a origem da dor Bloqueios musculares podem ter valor terapêutico (dor miofascial) Educação do paciente sobre a origem da dor Indicações Gerais Bloqueio Diagnóstico - seringa carpule com aspiração - agulhas curta e longa - algodão com álcool ou solução de iodo tópico - gazes esterilizadas - solução anestésica sem vaso constritor (lidocaína 2% ou mepivacaína 3%) Instrumentais e materiais Bloqueio Diagnóstico - Conhecimento sólido da anatomia da região - Conhecimento profundo da técnica de punção da estrutura - Conhecimento da farmacologia da solução anestésica - Evitar infiltrar tecidos inflamados - Manter assepsia rigorosa - Sempre aspirar antes de injetar a solução anestésica Regras Gerais
  • 3.
    Anestésicos Locais São  substâncias  capazes  de  bloquear,  de  forma  totalmente   reversível,  a  geração  e  a  propagação  do  potencial  de  ação  em   tecidos  eletricamente  excitáveis AMINOAMIDAS AMINOÉSTERES Etidocaína Lidocaína Bupivacaína Levobupivacaína Ropivacaína Prilocaína Mepivacaína Cocaína Procaína Cloroprocaína Tetracaína Anestésicos Locais Potencial de Ação (Impulso nervoso): é uma dramática redistribuição da carga elétrica através da membrana do neurônio Potencial de Ação A despolarização da célula durante o potencial de ação é causada pela entrada de íons sódio e a repolarização é ocasionada pela saída de potássio através da membrana Anestésicos Locais Diminuição da permeabilidade ao íon sódio Diminuição na velocidade e grau de despolarização Bloqueio da condução neuronal Bloqueio dos canais de sódio Mecanismo de Ação Bloqueios Anestésicos Tipos de Bloqueios Injeções Musculares Injeções Articulares Injeções de Bloqueio de Nervo Bloqueios Anestésicos Injeções Musculares Principal indicação na identificação da origem da dor O bloqueio de trigger points miofasciais pode resultar em alívio significativo da dor por longa duração Bloqueios Anestésicos Injeções Musculares Temporal
  • 4.
    Bloqueios Anestésicos Injeções Musculares Masséter BloqueiosAnestésicos Injeções Musculares E.C.M Bloqueios Anestésicos Injeções Musculares Trapézio Bloqueios Anestésicos Injeções Articulares Indicações terapêuticas e não diagnósticas Aplicação de medicação intracapsular (corticosteróide, hialuronato de sódio, AL) 1. Localização Anatômica Técnica Operatória 1. Localização Anatômica
  • 5.
    1. Localização Anatômica 1.Localização Anatômica 2. Assepsia da pele com PVPI tópico a 10% 3. Anestesia Tópica com Ice Spray 4. Anestesia local com infiltração intracapsular de 0,5 a 1ml de lidocaína 2% ou mepivacaína 3% sem vaso constritor. Introdução da agulha no ponto marcado, de posterior para anterior, atingindo o espaço supradiscal [???] 5. Infiltração de 1ml de hialuronato de sódio com seringa de 3ml e agulha 0,45 x 13mm ou agulha 0,7 x 25mm (22G)
  • 6.
    Bloqueios Anestésicos Injeções deBloqueio de Nervo Diagnóstico diferencial Anestésico de curta duração (sem vaso constritor) Bloqueios dentários Bloqueio do nervo auriculotemporal Bloqueios Anestésicos Contra-indicações e reações adversas - Alergia ao AL - Dor pós-operatória - Hematoma / acidentes vasculares - Paralisia motora transitória (VII par)