SlideShare uma empresa Scribd logo
Autoridade da Doutrina Espírita
Na parte II da introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec nos
fala da autoridade da Doutrina Espírita, já que muitos opositores e
difamadores dessa doutrina questionam essa autoridade, porque não veem
nela tal condição para falar de situações que Jesus não havia abordado. Mas
nós sabemos que Ele abordou, sim. Só que de uma forma indireta, através de
parábolas, numa linguagem simbólica.
O Espiritismo é uma revelação. Ou seja, um conjunto de informações e
diretrizes de conduta transmitidas ao homem por iniciativa dos Espíritos
superiores, tendo à frente o Espírito de Verdade, confirmando a promessa do
próprio Jesus, quando se refere a um outro “Consolador” (João, XIV:15 a 17).
Conforme lemos em A Gênese, essa revelação tem um duplo caráter: divino,
porque foi de iniciativa dos Espíritos superiores, como já disse, e humano,
porque é fruto do trabalho da elaboração do homem.
Ao efetivar-se, assim, em pleno século XIX, chamado século das luzes,
principalmente na França, que era a nação mais poderosa da época, mais uma
revelação, teve ela que apresentar-se com características inteiramente novas
de racionalidade e exame das informações, impessoalidade de intermediação.
Pois, estava surgindo na Terra o materialismo, o positivismo, o racionalismo.
A Ciência se levantava se opondo aos ditames religiosos. Por isso, os
Espíritos aproveitaram o momento para trazer novos ensinamentos,
começando com a filosofia, O Livro dos Espíritos;
Depois com a ciência e a observação, O Livro dos Médiuns e, sete anos
depois, falando de Jesus, no Evangelho Segundo o Espiritismo. Se, de início,
tivesse sido trazido o aspecto religioso da Doutrina Espírita, muitas daquelas
pessoas que estavam deslumbradas pelo aspecto da ciência, talvez não dessem
mais ouvidos, achando que seria mais uma religião.
A pedra de toque do Espiritismo é a obra de Allan Kardec, O Livro dos
Espíritos. Mas, por que essa obra e não outra? É bom deixar bem esclarecido
esse porquê, pois há muitas pessoas que não entendem a razão disso e acham
que se dá preferência a Kardec por motivos emocionais e até mesmo
fanatismo.
Kardec representa um padrão, porque os estudos introduzidos por ele são
frutos de uma observação, de uma conferência rigorosa de fontes mediúnicas
múltiplas. Se a Doutrina Espírita fosse uma criação humana, não teria como
garantia senão as luzes daquele que a tivesse concebido. Essa obra não é
pessoal. Ele não criou uma doutrina particular. Essa obra é dos Espíritos
superiores, da falange do Consolador ou Espírito de Verdade, que Jesus
prometeu enviar à Terra, quando os homens estivessem aptos para
compreender a Sua doutrina em essência. Por esta razão, o Codificador deu ao
livro básico da doutrina o título de O Livro dos Espíritos, e à própria doutrina
o nome de Espiritismo.
A doutrina, portanto, não é de Kardec, não obstante ele ter feito a sua parte,
através da elaboração das perguntas que fazia aos Espíritos, quer, também,
através dos comentários explicativos que escreveu.
O Codificador foi o intermediário entre o mundo espiritual e o mundo
corporal, recolhendo as informações e as coordenando metodicamente. Ou
seja, seguindo uma metodologia, uma forma de proceder com rigores, com
cautela, com aferições, as inúmeras mensagens vindas de fontes diversas,
desconhecidas umas das outras, obtidas em várias partes do mundo, porque
não bastava o Espírito ensinar. Espírito ensinando sempre houve. Era preciso
se certificar de sua autenticidade.
Kardec trabalhou assessorado por uma plêiade espiritual extraordinária.
Espíritos como São Luís, São Vicente de Paulo, Platão, Sócrates, Fénelon,
Pascal, e muitos outros que, quando viveram aqui na Terra, deram
demonstrações de grande elevação espiritual e, que, efetivamente, se
adiantaram no progresso moral e intelectual, e que contribuíram para essa
grandiosa obra.
Esse grupo de Espíritos trouxe ensinamentos por vários médiuns,
desconhecidos uns dos outros, e em localidades também distantes umas das
outras, e que falavam, basicamente, a mesma coisa. Não foi apenas um único
médium a colaborar. Na Revista Espírita de 1858, Kardec afirma ter obtido
respostas concordantes de mais de cinquenta médiuns.
Como sabemos, um homem pode ser enganado e enganar-se a si mesmo: mas
quando dezenas de pessoas, em lugares distintos, ouvem e veem a mesma
coisa, torna-se impossível de todos estarem sendo enganados. Kardec teve o
cuidado de afastar as opiniões isoladas (daquele médium que trabalha
sozinho; a opinião pode ser dele ou do Espírito); adotou as do maior número
de concordâncias (ele aproveitava as que os Espíritos diziam igualmente, por
diversos médiuns); afastou todas as ideias sistemática (aquelas em que o
Espírito se torna repetitivo em várias situações); rejeitou ideias individuais (só
aquele Espírito fala do assunto); recusou os testemunhos duvidosos; descartou
as ideias excêntricas (que fogem da realidade, coisas bizarras, coisas com tom
místico); ou em contradição com os dados positivos da Ciência. Foi assim que
Kardec trabalhou
Kardec só aceitou algo como verdadeiro depois de ter passado pelo crivo da
razão. Aí, sim, foi dado como verdade. O Espiritismo passou a existir a partir
desse ensino coordenado pelo mestre lionês, a chamada codificação. A
história do Espiritismo é esse procedimento do codificador da doutrina.
Desde quando foi publicado O Livro dos Espíritos até hoje, nenhum dos
princípios do Espiritismo foi desmentido pela Ciência. Pelo contrário, todos
eles têm sido sistematicamente confirmados por ela.
Allan Kardec fundamentou a autoridade da doutrina sobre esse aspecto. Com
o estabelecimento das bases do Espiritismo, definiu-se que o trabalho
doutrinário futuro não ficaria restrito a um médium, um grupo ou instituição.
Tudo o que no futuro fosse feito, deveria ser submetido a um sistema de
controle que Kardec denominou Controle Universal dos Espíritos. Portanto, a
partir do momento em que nos considerarmos espíritas, temos que buscar essa
coerência com as fontes originais do Espiritismo, porque só elas representam
a segurança oriunda da metodologia empregada pelo Codificador,
principalmente na situação atual do movimento espírita. Não será um homem,
tampouco será um Espírito que se venha impor a quem quer que seja. Será a
universalidade dos Espíritos, que se comunicam em toda a Terra, por ordem
de Deus.
Esse o caráter da Doutrina Espírita; essa a sua força, a sua autoridade.
A essência do Espiritismo ainda não está representada na quantidade dos seus
profitentes, mas sim, na manutenção de uma mensagem que não pode ser
deturpada ao sabor dos traiçoeiros ventos da história; cumpre, pois, que a cada
um de nós, caiba uma profunda reflexão sobre o que queremos e esperamos de
nossa doutrina.
Muita Paz!
Meu Blog: http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br
Com estudos comentados de O Livro dos Espíritos e de O Evangelho Segundo
o Espiritismo.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Imortalidade da alma
Imortalidade da almaImortalidade da alma
Imortalidade da alma
home
 
O compromisso com a tarefa
O compromisso com a tarefaO compromisso com a tarefa
O compromisso com a tarefa
umecamaqua
 
Reconciliação com os adversarios
Reconciliação com os adversariosReconciliação com os adversarios
Reconciliação com os adversarios
Rivaldo Guedes Corrêa. Jr
 
Meu Reino não é deste mundo (Palestra Espírita)
Meu Reino não é deste mundo (Palestra Espírita)Meu Reino não é deste mundo (Palestra Espírita)
Meu Reino não é deste mundo (Palestra Espírita)
Marcos Antônio Alves
 
Evangelho Segundo o Espiritismo capitulo 2 itens 1 a 8
Evangelho Segundo o Espiritismo capitulo 2 itens 1 a 8Evangelho Segundo o Espiritismo capitulo 2 itens 1 a 8
Evangelho Segundo o Espiritismo capitulo 2 itens 1 a 8
Fernando Pinto
 
Suicídio - Dor dos dois lados da vida
Suicídio - Dor dos dois lados da vidaSuicídio - Dor dos dois lados da vida
Suicídio - Dor dos dois lados da vida
Ricardo Azevedo
 
Esde módulo 05 - roteiro 02 - mediunidade e médium
Esde    módulo 05 - roteiro 02 - mediunidade e médiumEsde    módulo 05 - roteiro 02 - mediunidade e médium
Esde módulo 05 - roteiro 02 - mediunidade e médium
Elysio Laroide Lugarinho
 
Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo).
Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo). Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo).
Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo).
Leonardo Pereira
 
Palestra 29 o homem de bem
Palestra 29 o homem de bemPalestra 29 o homem de bem
Palestra 29 o homem de bem
Jose Ferreira Almeida Almeida
 
SEDE PERFEITOS
SEDE PERFEITOSSEDE PERFEITOS
SEDE PERFEITOS
Isnande Mota Barros
 
O Livre Arbitrio
O Livre ArbitrioO Livre Arbitrio
O Livre Arbitrio
Rivaldo Guedes Corrêa. Jr
 
Muitos os chamados, poucos os escolhidos
Muitos os chamados, poucos os escolhidosMuitos os chamados, poucos os escolhidos
Muitos os chamados, poucos os escolhidos
Graça Maciel
 
Evangeliza - Chico Xavier
Evangeliza - Chico XavierEvangeliza - Chico Xavier
Evangeliza - Chico Xavier
Antonino Silva
 
O cristo consolador
O cristo consoladorO cristo consolador
O cristo consolador
KATIA MARIA FARAH V DA SILVA
 
Livro dos Espiritos questao 215
Livro dos Espiritos questao 215 Livro dos Espiritos questao 215
Livro dos Espiritos questao 215
Patricia Farias
 
QUAL O TAMANHO DE VOSSA FÉ?
QUAL O TAMANHO DE VOSSA FÉ?QUAL O TAMANHO DE VOSSA FÉ?
QUAL O TAMANHO DE VOSSA FÉ?
Jorge Luiz dos Santos
 
O argueiro e a trave no olho
O argueiro e a trave no olhoO argueiro e a trave no olho
O argueiro e a trave no olho
home
 
A afabilidade e a Doçura
A afabilidade e a DoçuraA afabilidade e a Doçura
A afabilidade e a Doçura
igmateus
 
providência divina
providência divinaprovidência divina
providência divina
Denise Aguiar
 
ReconciliaçãO Com Os AdversáRios
ReconciliaçãO Com Os AdversáRiosReconciliaçãO Com Os AdversáRios
ReconciliaçãO Com Os AdversáRios
Grupo Espírita Cristão
 

Mais procurados (20)

Imortalidade da alma
Imortalidade da almaImortalidade da alma
Imortalidade da alma
 
O compromisso com a tarefa
O compromisso com a tarefaO compromisso com a tarefa
O compromisso com a tarefa
 
Reconciliação com os adversarios
Reconciliação com os adversariosReconciliação com os adversarios
Reconciliação com os adversarios
 
Meu Reino não é deste mundo (Palestra Espírita)
Meu Reino não é deste mundo (Palestra Espírita)Meu Reino não é deste mundo (Palestra Espírita)
Meu Reino não é deste mundo (Palestra Espírita)
 
Evangelho Segundo o Espiritismo capitulo 2 itens 1 a 8
Evangelho Segundo o Espiritismo capitulo 2 itens 1 a 8Evangelho Segundo o Espiritismo capitulo 2 itens 1 a 8
Evangelho Segundo o Espiritismo capitulo 2 itens 1 a 8
 
Suicídio - Dor dos dois lados da vida
Suicídio - Dor dos dois lados da vidaSuicídio - Dor dos dois lados da vida
Suicídio - Dor dos dois lados da vida
 
Esde módulo 05 - roteiro 02 - mediunidade e médium
Esde    módulo 05 - roteiro 02 - mediunidade e médiumEsde    módulo 05 - roteiro 02 - mediunidade e médium
Esde módulo 05 - roteiro 02 - mediunidade e médium
 
Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo).
Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo). Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo).
Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo).
 
Palestra 29 o homem de bem
Palestra 29 o homem de bemPalestra 29 o homem de bem
Palestra 29 o homem de bem
 
SEDE PERFEITOS
SEDE PERFEITOSSEDE PERFEITOS
SEDE PERFEITOS
 
O Livre Arbitrio
O Livre ArbitrioO Livre Arbitrio
O Livre Arbitrio
 
Muitos os chamados, poucos os escolhidos
Muitos os chamados, poucos os escolhidosMuitos os chamados, poucos os escolhidos
Muitos os chamados, poucos os escolhidos
 
Evangeliza - Chico Xavier
Evangeliza - Chico XavierEvangeliza - Chico Xavier
Evangeliza - Chico Xavier
 
O cristo consolador
O cristo consoladorO cristo consolador
O cristo consolador
 
Livro dos Espiritos questao 215
Livro dos Espiritos questao 215 Livro dos Espiritos questao 215
Livro dos Espiritos questao 215
 
QUAL O TAMANHO DE VOSSA FÉ?
QUAL O TAMANHO DE VOSSA FÉ?QUAL O TAMANHO DE VOSSA FÉ?
QUAL O TAMANHO DE VOSSA FÉ?
 
O argueiro e a trave no olho
O argueiro e a trave no olhoO argueiro e a trave no olho
O argueiro e a trave no olho
 
A afabilidade e a Doçura
A afabilidade e a DoçuraA afabilidade e a Doçura
A afabilidade e a Doçura
 
providência divina
providência divinaprovidência divina
providência divina
 
ReconciliaçãO Com Os AdversáRios
ReconciliaçãO Com Os AdversáRiosReconciliaçãO Com Os AdversáRios
ReconciliaçãO Com Os AdversáRios
 

Destaque

Autoridade moral da doutrina espírita!
Autoridade moral da doutrina espírita!Autoridade moral da doutrina espírita!
Autoridade moral da doutrina espírita!
Leonardo Pereira
 
Introducao ao Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo
Introducao ao Estudo do Evangelho Segundo o EspiritismoIntroducao ao Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo
Introducao ao Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo
CEVP - Divulgação
 
A importância do livro espírita na atualidade wilma bada cg 0- 26.4.13 - am...
A importância do livro espírita na atualidade   wilma bada cg 0- 26.4.13 - am...A importância do livro espírita na atualidade   wilma bada cg 0- 26.4.13 - am...
A importância do livro espírita na atualidade wilma bada cg 0- 26.4.13 - am...
Wilma Badan C.G.
 
O Livro Espírita - Carlos Ferreira
O Livro Espírita - Carlos FerreiraO Livro Espírita - Carlos Ferreira
O Livro Espírita - Carlos Ferreira
ADEP Portugal
 
Ag 110209-caracteres da revelação espírita
Ag 110209-caracteres da revelação espíritaAg 110209-caracteres da revelação espírita
Ag 110209-caracteres da revelação espírita
Carlos Alberto Freire De Souza
 
Revelação Espírita
Revelação EspíritaRevelação Espírita
Revelação Espírita
Alessandru2
 
Carater revelacao espirita
Carater revelacao espiritaCarater revelacao espirita
Carater revelacao espirita
Ana Cláudia Leal Felgueiras
 
Curso Básico de Espiritismo - Capítulo 10
Curso Básico de Espiritismo - Capítulo 10Curso Básico de Espiritismo - Capítulo 10
Curso Básico de Espiritismo - Capítulo 10
ADEP Portugal
 
Os superiores e os inferiores
Os superiores e os inferioresOs superiores e os inferiores
Os superiores e os inferiores
Izabel Cristina Fonseca
 
Allan kardec (1867) viagem espírita em 1862
Allan kardec   (1867) viagem espírita em 1862Allan kardec   (1867) viagem espírita em 1862
Allan kardec (1867) viagem espírita em 1862
frenjr
 
A virtude e os superiores e os inferiores
A virtude e os superiores e os inferioresA virtude e os superiores e os inferiores
A virtude e os superiores e os inferiores
Helio Cruz
 
O Homem No Mundo
O Homem No MundoO Homem No Mundo
O Homem No Mundo
Angelo Baptista
 
O homem no mundo
O homem no mundoO homem no mundo
O homem no mundo
Denise Tofoli
 
Estudando o espiritismo
Estudando o espiritismoEstudando o espiritismo
Estudando o espiritismo
anaccc2013
 
Reconhece se o cristãos pelas suas obras
Reconhece se o cristãos pelas suas obrasReconhece se o cristãos pelas suas obras
Reconhece se o cristãos pelas suas obras
Izabel Cristina Fonseca
 
Lei divina ou natural e lei de adoração
Lei divina ou natural e lei de adoraçãoLei divina ou natural e lei de adoração
Lei divina ou natural e lei de adoração
NILTON CARVALHO
 
O KARDEC E O TRABALHO DE CODIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO
O KARDEC E O TRABALHO DE CODIFICAÇÃO DO ESPIRITISMOO KARDEC E O TRABALHO DE CODIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO
O KARDEC E O TRABALHO DE CODIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO
Jorge Luiz dos Santos
 
Aula- Lei divina ou lei natural
Aula- Lei divina ou lei naturalAula- Lei divina ou lei natural
Aula- Lei divina ou lei natural
Harleyde Santos
 
ESE CAP XVII - Sede Perfeitos
ESE CAP XVII - Sede PerfeitosESE CAP XVII - Sede Perfeitos
ESE CAP XVII - Sede Perfeitos
grupodepaisceb
 
O mito da caverna
O mito da cavernaO mito da caverna
O mito da caverna
pascoalnaib
 

Destaque (20)

Autoridade moral da doutrina espírita!
Autoridade moral da doutrina espírita!Autoridade moral da doutrina espírita!
Autoridade moral da doutrina espírita!
 
Introducao ao Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo
Introducao ao Estudo do Evangelho Segundo o EspiritismoIntroducao ao Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo
Introducao ao Estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo
 
A importância do livro espírita na atualidade wilma bada cg 0- 26.4.13 - am...
A importância do livro espírita na atualidade   wilma bada cg 0- 26.4.13 - am...A importância do livro espírita na atualidade   wilma bada cg 0- 26.4.13 - am...
A importância do livro espírita na atualidade wilma bada cg 0- 26.4.13 - am...
 
O Livro Espírita - Carlos Ferreira
O Livro Espírita - Carlos FerreiraO Livro Espírita - Carlos Ferreira
O Livro Espírita - Carlos Ferreira
 
Ag 110209-caracteres da revelação espírita
Ag 110209-caracteres da revelação espíritaAg 110209-caracteres da revelação espírita
Ag 110209-caracteres da revelação espírita
 
Revelação Espírita
Revelação EspíritaRevelação Espírita
Revelação Espírita
 
Carater revelacao espirita
Carater revelacao espiritaCarater revelacao espirita
Carater revelacao espirita
 
Curso Básico de Espiritismo - Capítulo 10
Curso Básico de Espiritismo - Capítulo 10Curso Básico de Espiritismo - Capítulo 10
Curso Básico de Espiritismo - Capítulo 10
 
Os superiores e os inferiores
Os superiores e os inferioresOs superiores e os inferiores
Os superiores e os inferiores
 
Allan kardec (1867) viagem espírita em 1862
Allan kardec   (1867) viagem espírita em 1862Allan kardec   (1867) viagem espírita em 1862
Allan kardec (1867) viagem espírita em 1862
 
A virtude e os superiores e os inferiores
A virtude e os superiores e os inferioresA virtude e os superiores e os inferiores
A virtude e os superiores e os inferiores
 
O Homem No Mundo
O Homem No MundoO Homem No Mundo
O Homem No Mundo
 
O homem no mundo
O homem no mundoO homem no mundo
O homem no mundo
 
Estudando o espiritismo
Estudando o espiritismoEstudando o espiritismo
Estudando o espiritismo
 
Reconhece se o cristãos pelas suas obras
Reconhece se o cristãos pelas suas obrasReconhece se o cristãos pelas suas obras
Reconhece se o cristãos pelas suas obras
 
Lei divina ou natural e lei de adoração
Lei divina ou natural e lei de adoraçãoLei divina ou natural e lei de adoração
Lei divina ou natural e lei de adoração
 
O KARDEC E O TRABALHO DE CODIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO
O KARDEC E O TRABALHO DE CODIFICAÇÃO DO ESPIRITISMOO KARDEC E O TRABALHO DE CODIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO
O KARDEC E O TRABALHO DE CODIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO
 
Aula- Lei divina ou lei natural
Aula- Lei divina ou lei naturalAula- Lei divina ou lei natural
Aula- Lei divina ou lei natural
 
ESE CAP XVII - Sede Perfeitos
ESE CAP XVII - Sede PerfeitosESE CAP XVII - Sede Perfeitos
ESE CAP XVII - Sede Perfeitos
 
O mito da caverna
O mito da cavernaO mito da caverna
O mito da caverna
 

Semelhante a Autoridade da Doutrina Espírita

Introdução a doutrina espirita-Palestra do Curso Espiritismo E Evangelho-GECM...
Introdução a doutrina espirita-Palestra do Curso Espiritismo E Evangelho-GECM...Introdução a doutrina espirita-Palestra do Curso Espiritismo E Evangelho-GECM...
Introdução a doutrina espirita-Palestra do Curso Espiritismo E Evangelho-GECM...
Marcelo do Nascimento Rodrigues
 
O perispirito
O perispiritoO perispirito
O perispirito
Francisco Baptista
 
Lançamento de o livro dos espíritos
Lançamento de o livro dos espíritosLançamento de o livro dos espíritos
Lançamento de o livro dos espíritos
Helio Cruz
 
Obrigado kardec
Obrigado kardecObrigado kardec
Obrigado kardec
Helio Cruz
 
Ciência e espiritismo
Ciência e espiritismoCiência e espiritismo
Ciência e espiritismo
Marcos Accioly
 
O Duplo Etérico - atualidades da ciência espírita
O Duplo Etérico - atualidades da ciência espíritaO Duplo Etérico - atualidades da ciência espírita
O Duplo Etérico - atualidades da ciência espírita
Anderson Santos
 
Espiritismo x evangelho
Espiritismo x evangelhoEspiritismo x evangelho
Espiritismo x evangelho
João Eduardo
 
Obrigado kardec
Obrigado kardecObrigado kardec
Obrigado kardec
Helio Cruz
 
Tríplice Aspecto da Doutrina Espírita
Tríplice Aspecto da Doutrina EspíritaTríplice Aspecto da Doutrina Espírita
Tríplice Aspecto da Doutrina Espírita
Antonino Silva
 
Allan kardec
Allan kardecAllan kardec
José herculano pires a pedra e o joio
José herculano pires   a pedra e o joioJosé herculano pires   a pedra e o joio
José herculano pires a pedra e o joio
Claudia Ruzicki Kremer
 
O consolador prometido
O consolador prometidoO consolador prometido
O consolador prometido
Claudio Macedo
 
Espiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelhoEspiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelho
paiaia
 
Espiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelhoEspiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelho
paiaia
 
Espiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelhoEspiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelho
paiaia
 
Espiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelhoEspiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelho
paiaia
 
Espiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelhoEspiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelho
paiaia
 
Aula espiritismo Historico
Aula espiritismo HistoricoAula espiritismo Historico
Aula espiritismo Historico
Mocidade Bezzerra de Menezes
 
Obras básicas
Obras básicasObras básicas
Obras básicas
Levi Antonio Amancio
 
Espiritismo Kardecista
Espiritismo KardecistaEspiritismo Kardecista
Espiritismo Kardecista
Lilian Mascarenhas
 

Semelhante a Autoridade da Doutrina Espírita (20)

Introdução a doutrina espirita-Palestra do Curso Espiritismo E Evangelho-GECM...
Introdução a doutrina espirita-Palestra do Curso Espiritismo E Evangelho-GECM...Introdução a doutrina espirita-Palestra do Curso Espiritismo E Evangelho-GECM...
Introdução a doutrina espirita-Palestra do Curso Espiritismo E Evangelho-GECM...
 
O perispirito
O perispiritoO perispirito
O perispirito
 
Lançamento de o livro dos espíritos
Lançamento de o livro dos espíritosLançamento de o livro dos espíritos
Lançamento de o livro dos espíritos
 
Obrigado kardec
Obrigado kardecObrigado kardec
Obrigado kardec
 
Ciência e espiritismo
Ciência e espiritismoCiência e espiritismo
Ciência e espiritismo
 
O Duplo Etérico - atualidades da ciência espírita
O Duplo Etérico - atualidades da ciência espíritaO Duplo Etérico - atualidades da ciência espírita
O Duplo Etérico - atualidades da ciência espírita
 
Espiritismo x evangelho
Espiritismo x evangelhoEspiritismo x evangelho
Espiritismo x evangelho
 
Obrigado kardec
Obrigado kardecObrigado kardec
Obrigado kardec
 
Tríplice Aspecto da Doutrina Espírita
Tríplice Aspecto da Doutrina EspíritaTríplice Aspecto da Doutrina Espírita
Tríplice Aspecto da Doutrina Espírita
 
Allan kardec
Allan kardecAllan kardec
Allan kardec
 
José herculano pires a pedra e o joio
José herculano pires   a pedra e o joioJosé herculano pires   a pedra e o joio
José herculano pires a pedra e o joio
 
O consolador prometido
O consolador prometidoO consolador prometido
O consolador prometido
 
Espiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelhoEspiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelho
 
Espiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelhoEspiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelho
 
Espiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelhoEspiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelho
 
Espiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelhoEspiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelho
 
Espiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelhoEspiritismo segundo o_evangelho
Espiritismo segundo o_evangelho
 
Aula espiritismo Historico
Aula espiritismo HistoricoAula espiritismo Historico
Aula espiritismo Historico
 
Obras básicas
Obras básicasObras básicas
Obras básicas
 
Espiritismo Kardecista
Espiritismo KardecistaEspiritismo Kardecista
Espiritismo Kardecista
 

Mais de Helio Cruz

O pior inimigo
O pior inimigoO pior inimigo
O pior inimigo
Helio Cruz
 
Entusiasmo e responsabilidade
Entusiasmo e responsabilidadeEntusiasmo e responsabilidade
Entusiasmo e responsabilidade
Helio Cruz
 
A candeia debaixo do alqueire
A candeia debaixo do alqueireA candeia debaixo do alqueire
A candeia debaixo do alqueire
Helio Cruz
 
O credor incompassivo
O credor incompassivoO credor incompassivo
O credor incompassivo
Helio Cruz
 
O poder das palavras
O poder das palavrasO poder das palavras
O poder das palavras
Helio Cruz
 
Pedir e obter
Pedir e obterPedir e obter
Pedir e obter
Helio Cruz
 
A virtude os superiores e os inferiores
A virtude   os superiores e os inferioresA virtude   os superiores e os inferiores
A virtude os superiores e os inferiores
Helio Cruz
 
O peso da luz
O peso da luzO peso da luz
O peso da luz
Helio Cruz
 
Universidade de amor
Universidade de amorUniversidade de amor
Universidade de amor
Helio Cruz
 
A parentela corporal e espiritual
A parentela corporal e espiritualA parentela corporal e espiritual
A parentela corporal e espiritual
Helio Cruz
 
O homem e a vida espiritual
O homem e a vida espiritualO homem e a vida espiritual
O homem e a vida espiritual
Helio Cruz
 
O dom esquecido
O dom esquecidoO dom esquecido
O dom esquecido
Helio Cruz
 
Dia nacional da caridade
Dia nacional da caridadeDia nacional da caridade
Dia nacional da caridade
Helio Cruz
 
Marta e maria
Marta e mariaMarta e maria
Marta e maria
Helio Cruz
 
O progresso espiritual
O progresso espiritualO progresso espiritual
O progresso espiritual
Helio Cruz
 
Viver para deus
Viver para deusViver para deus
Viver para deus
Helio Cruz
 
O Marco inicial do Espiritismo
O Marco inicial do EspiritismoO Marco inicial do Espiritismo
O Marco inicial do Espiritismo
Helio Cruz
 
A quaresma e o espiritismo
A quaresma e o espiritismoA quaresma e o espiritismo
A quaresma e o espiritismo
Helio Cruz
 
Os nossos julgamentos
Os nossos julgamentosOs nossos julgamentos
Os nossos julgamentos
Helio Cruz
 
Sal da terra e luz do mundo
Sal da terra e luz do mundoSal da terra e luz do mundo
Sal da terra e luz do mundo
Helio Cruz
 

Mais de Helio Cruz (20)

O pior inimigo
O pior inimigoO pior inimigo
O pior inimigo
 
Entusiasmo e responsabilidade
Entusiasmo e responsabilidadeEntusiasmo e responsabilidade
Entusiasmo e responsabilidade
 
A candeia debaixo do alqueire
A candeia debaixo do alqueireA candeia debaixo do alqueire
A candeia debaixo do alqueire
 
O credor incompassivo
O credor incompassivoO credor incompassivo
O credor incompassivo
 
O poder das palavras
O poder das palavrasO poder das palavras
O poder das palavras
 
Pedir e obter
Pedir e obterPedir e obter
Pedir e obter
 
A virtude os superiores e os inferiores
A virtude   os superiores e os inferioresA virtude   os superiores e os inferiores
A virtude os superiores e os inferiores
 
O peso da luz
O peso da luzO peso da luz
O peso da luz
 
Universidade de amor
Universidade de amorUniversidade de amor
Universidade de amor
 
A parentela corporal e espiritual
A parentela corporal e espiritualA parentela corporal e espiritual
A parentela corporal e espiritual
 
O homem e a vida espiritual
O homem e a vida espiritualO homem e a vida espiritual
O homem e a vida espiritual
 
O dom esquecido
O dom esquecidoO dom esquecido
O dom esquecido
 
Dia nacional da caridade
Dia nacional da caridadeDia nacional da caridade
Dia nacional da caridade
 
Marta e maria
Marta e mariaMarta e maria
Marta e maria
 
O progresso espiritual
O progresso espiritualO progresso espiritual
O progresso espiritual
 
Viver para deus
Viver para deusViver para deus
Viver para deus
 
O Marco inicial do Espiritismo
O Marco inicial do EspiritismoO Marco inicial do Espiritismo
O Marco inicial do Espiritismo
 
A quaresma e o espiritismo
A quaresma e o espiritismoA quaresma e o espiritismo
A quaresma e o espiritismo
 
Os nossos julgamentos
Os nossos julgamentosOs nossos julgamentos
Os nossos julgamentos
 
Sal da terra e luz do mundo
Sal da terra e luz do mundoSal da terra e luz do mundo
Sal da terra e luz do mundo
 

Último

quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
Rogério Augusto Ayres de Araujo
 
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
DavidBertelli3
 
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Celso Napoleon
 
6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.
6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.
6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.
PIB Penha
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
Marta Gomes
 
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyugcontrole-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
AntonioMugiba
 
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.128 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
PIB Penha
 
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
PIB Penha
 
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.pptEncontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
SanturioTacararu
 
3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)
3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)
3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)
PIB Penha
 
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
PIB Penha
 
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptxLição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Celso Napoleon
 
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
PIB Penha
 
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf radedgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
carla983678
 
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptxO MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
valneirocha
 
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
EdimarEdigesso
 
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdfBiblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
AndreyCamarini
 
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
Nilson Almeida
 
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
AlailzaSoares1
 
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
PIB Penha
 

Último (20)

quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
 
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
 
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
 
6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.
6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.
6 - O ato de Reconciliação do cristão Versículo-Chave: Mateus 5.22.
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
 
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyugcontrole-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
 
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.128 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
8 - A Palavra de Honra do Cristão.Versículo-Chave: Tiago 5.12
 
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
4 - A Influência do Cristão. Mateus 5.16 Da mesma forma, brilhe a luz de você...
 
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.pptEncontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
 
3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)
3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)
3 - O Caráter do Cristão 2. Lição 3: O CARÁTER DO CRISTÃO (2)
 
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
7 - O Casamento Cristão. Mateus 19.6 Assim, eles já não são dois, mas sim uma...
 
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptxLição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
 
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf radedgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
edgard-armond-passes-e-radiacoes.pdf rad
 
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptxO MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
 
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
 
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdfBiblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
Biblia em ordem cronologica-Edward Reese e Frank Klassen-NVI-pdf.pdf
 
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
 
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
21 Dias - Jejum de Daniel Copyright ©️ de Joel Engel.pdf
 
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
 

Autoridade da Doutrina Espírita

  • 2. Na parte II da introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec nos fala da autoridade da Doutrina Espírita, já que muitos opositores e difamadores dessa doutrina questionam essa autoridade, porque não veem nela tal condição para falar de situações que Jesus não havia abordado. Mas nós sabemos que Ele abordou, sim. Só que de uma forma indireta, através de parábolas, numa linguagem simbólica. O Espiritismo é uma revelação. Ou seja, um conjunto de informações e diretrizes de conduta transmitidas ao homem por iniciativa dos Espíritos superiores, tendo à frente o Espírito de Verdade, confirmando a promessa do próprio Jesus, quando se refere a um outro “Consolador” (João, XIV:15 a 17).
  • 3. Conforme lemos em A Gênese, essa revelação tem um duplo caráter: divino, porque foi de iniciativa dos Espíritos superiores, como já disse, e humano, porque é fruto do trabalho da elaboração do homem. Ao efetivar-se, assim, em pleno século XIX, chamado século das luzes, principalmente na França, que era a nação mais poderosa da época, mais uma revelação, teve ela que apresentar-se com características inteiramente novas de racionalidade e exame das informações, impessoalidade de intermediação. Pois, estava surgindo na Terra o materialismo, o positivismo, o racionalismo. A Ciência se levantava se opondo aos ditames religiosos. Por isso, os Espíritos aproveitaram o momento para trazer novos ensinamentos, começando com a filosofia, O Livro dos Espíritos;
  • 4. Depois com a ciência e a observação, O Livro dos Médiuns e, sete anos depois, falando de Jesus, no Evangelho Segundo o Espiritismo. Se, de início, tivesse sido trazido o aspecto religioso da Doutrina Espírita, muitas daquelas pessoas que estavam deslumbradas pelo aspecto da ciência, talvez não dessem mais ouvidos, achando que seria mais uma religião. A pedra de toque do Espiritismo é a obra de Allan Kardec, O Livro dos Espíritos. Mas, por que essa obra e não outra? É bom deixar bem esclarecido esse porquê, pois há muitas pessoas que não entendem a razão disso e acham que se dá preferência a Kardec por motivos emocionais e até mesmo fanatismo.
  • 5. Kardec representa um padrão, porque os estudos introduzidos por ele são frutos de uma observação, de uma conferência rigorosa de fontes mediúnicas múltiplas. Se a Doutrina Espírita fosse uma criação humana, não teria como garantia senão as luzes daquele que a tivesse concebido. Essa obra não é pessoal. Ele não criou uma doutrina particular. Essa obra é dos Espíritos superiores, da falange do Consolador ou Espírito de Verdade, que Jesus prometeu enviar à Terra, quando os homens estivessem aptos para compreender a Sua doutrina em essência. Por esta razão, o Codificador deu ao livro básico da doutrina o título de O Livro dos Espíritos, e à própria doutrina o nome de Espiritismo.
  • 6. A doutrina, portanto, não é de Kardec, não obstante ele ter feito a sua parte, através da elaboração das perguntas que fazia aos Espíritos, quer, também, através dos comentários explicativos que escreveu. O Codificador foi o intermediário entre o mundo espiritual e o mundo corporal, recolhendo as informações e as coordenando metodicamente. Ou seja, seguindo uma metodologia, uma forma de proceder com rigores, com cautela, com aferições, as inúmeras mensagens vindas de fontes diversas, desconhecidas umas das outras, obtidas em várias partes do mundo, porque não bastava o Espírito ensinar. Espírito ensinando sempre houve. Era preciso se certificar de sua autenticidade.
  • 7. Kardec trabalhou assessorado por uma plêiade espiritual extraordinária. Espíritos como São Luís, São Vicente de Paulo, Platão, Sócrates, Fénelon, Pascal, e muitos outros que, quando viveram aqui na Terra, deram demonstrações de grande elevação espiritual e, que, efetivamente, se adiantaram no progresso moral e intelectual, e que contribuíram para essa grandiosa obra. Esse grupo de Espíritos trouxe ensinamentos por vários médiuns, desconhecidos uns dos outros, e em localidades também distantes umas das outras, e que falavam, basicamente, a mesma coisa. Não foi apenas um único médium a colaborar. Na Revista Espírita de 1858, Kardec afirma ter obtido respostas concordantes de mais de cinquenta médiuns.
  • 8. Como sabemos, um homem pode ser enganado e enganar-se a si mesmo: mas quando dezenas de pessoas, em lugares distintos, ouvem e veem a mesma coisa, torna-se impossível de todos estarem sendo enganados. Kardec teve o cuidado de afastar as opiniões isoladas (daquele médium que trabalha sozinho; a opinião pode ser dele ou do Espírito); adotou as do maior número de concordâncias (ele aproveitava as que os Espíritos diziam igualmente, por diversos médiuns); afastou todas as ideias sistemática (aquelas em que o Espírito se torna repetitivo em várias situações); rejeitou ideias individuais (só aquele Espírito fala do assunto); recusou os testemunhos duvidosos; descartou as ideias excêntricas (que fogem da realidade, coisas bizarras, coisas com tom místico); ou em contradição com os dados positivos da Ciência. Foi assim que Kardec trabalhou
  • 9. Kardec só aceitou algo como verdadeiro depois de ter passado pelo crivo da razão. Aí, sim, foi dado como verdade. O Espiritismo passou a existir a partir desse ensino coordenado pelo mestre lionês, a chamada codificação. A história do Espiritismo é esse procedimento do codificador da doutrina. Desde quando foi publicado O Livro dos Espíritos até hoje, nenhum dos princípios do Espiritismo foi desmentido pela Ciência. Pelo contrário, todos eles têm sido sistematicamente confirmados por ela. Allan Kardec fundamentou a autoridade da doutrina sobre esse aspecto. Com o estabelecimento das bases do Espiritismo, definiu-se que o trabalho doutrinário futuro não ficaria restrito a um médium, um grupo ou instituição.
  • 10. Tudo o que no futuro fosse feito, deveria ser submetido a um sistema de controle que Kardec denominou Controle Universal dos Espíritos. Portanto, a partir do momento em que nos considerarmos espíritas, temos que buscar essa coerência com as fontes originais do Espiritismo, porque só elas representam a segurança oriunda da metodologia empregada pelo Codificador, principalmente na situação atual do movimento espírita. Não será um homem, tampouco será um Espírito que se venha impor a quem quer que seja. Será a universalidade dos Espíritos, que se comunicam em toda a Terra, por ordem de Deus. Esse o caráter da Doutrina Espírita; essa a sua força, a sua autoridade.
  • 11. A essência do Espiritismo ainda não está representada na quantidade dos seus profitentes, mas sim, na manutenção de uma mensagem que não pode ser deturpada ao sabor dos traiçoeiros ventos da história; cumpre, pois, que a cada um de nós, caiba uma profunda reflexão sobre o que queremos e esperamos de nossa doutrina. Muita Paz! Meu Blog: http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br Com estudos comentados de O Livro dos Espíritos e de O Evangelho Segundo o Espiritismo.