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Um dos temas mais complexos sobre a evolução do espírito é a questão da
individualização do princípio espiritual, que se traduz na possibilidade deste
princípio, por si só (sem o auxílio de outros princípios espirituais), gerir um
corpo físico através da reencarnação. Registre-se que os princípios
espirituais são os “espíritos” em seus estágios primitivos, iniciais,
abrangendo o processo evolutivo nos denominados reinos inferiores da
criação (mineral, vegetal e animal). Dessa forma, Deus, que não cessa de
trabalhar, cria incessantemente os princípios espirituais, que iniciam seus
processos evolutivos no reino mineral, submetidos à lei de atração e coesão,
que lhes auxiliará na formação energética inicial; na sequência, dão
continuidade ao processo de evolução no reino dos seres vivos, começando
pelos vírus, bactérias etc.,
... até ingressarem no reino vegetal, onde desenvolverão as sensações e
algumas funções básicas da vida (respiração, alimentação, sexualidade
rudimentar etc.); quando estiverem habilitados, adentrarão o reino animal,
onde estarão em contato com o instinto, que será a base da inteligência.
Espiritismo e evolução. Aristóteles (384-322 a.C.) classificava os animais
em duas categorias: inferiores e superiores. Os animais superiores (aves,
peixes, mamíferos) nascem de seus semelhantes, os inferiores (insetos,
crustáceos, moluscos) surgem por geração espontânea. Mosquitos e sapos
brotariam nos pântanos. De matérias em putrefação apareceriam as larvas.
Na Idade Média, a Bíblia era misturada a teorias fantasiosas que diziam que
da carcaça de um cavalo morto nasciam vespas, de uma mula geravam
vespões e os ratos nasciam do queijo.
Havia uma receita que dizia: Tome um vitelo. Mate o animal e enterre-o,
deixando somente os chifres fora da terra. Deixo-o assim durante um mês.
Serre depois os chifres e sairão centenas de abelhas. O naturalista inglês,
Rose, anunciava eruditamente: “Duvidar que as vespas e abelhas nascem do
estrume das vacas, é duvidar da experiência, da razão e do bom-senso.
Mesmo animais complicados, como ratos, não precisam de pai e mãe. Se
alguém tiver dúvidas, vá ao Egito, e lá verá as quantidades de camundongos
que infestam os campos – nascidos da lama do rio Nilo – para grande
calamidade dos habitantes!” Em 1668, o italiano Francesco Redi com dois
frascos de vidro, um pedaço de gaze e alguns pedaços de carne provou o
engano da teoria da geração espontânea, mas, infelizmente foi esquecido.
Na questão 46 de “O Livro dos Espíritos” a chamada geração espontânea é
explicada com a existência do gérmen primitivo que, em estado latente,
espera o momento próprio para desabrochar, o que convenhamos, reforça as
experiências científicas realizadas pelo embriologista alemão Caspar
Friedrich Wolff em 1759, que mostrou que embriões em ovos de galinha não
havia nenhuma estrutura pré-formada, mas sim, massa de matéria viva, o
que foi um golpe fatal na teoria da pré-formação, que dizia que a anatomia
estava pré-formada dentro do óvulo (ou do espermatozoide). Diziam alguns
teólogos da douta Igreja que no ovário de Eva havia 200.000.000 gerações
pré-formadas para posteridade. Deus criou todos os Espíritos simples e
ignorantes, isto é, sem nada saber.
A cada um deu determinada missão, com o fim de esclarecê-los e de fazê-los
chegar progressivamente à perfeição, pelo conhecimento da verdade para
aproximá-los de si. (LE 115). Através de inúmeras reencarnações nos mais
variados orbes do Universo, os Espíritos caminham para a própria perfeição.
Há duas espécies de progresso; o intelectual e o moral. Percebemos o
progresso físico, no meio em que vivemos, e o progresso espiritual, no
íntimo de cada um. À medida que a criatura vai adquirindo conhecimento,
necessita usar todos os seus recursos na realização do Bem e na construção
de um futuro melhor. Para essa evolução, é preciso abraçar o serviço de
renovação interior, nos alicerces da disciplina, empreendendo assim sua
evolução consciente.
Pela evolução externa o homem domina o ambiente que o cerca, mas é pela
evolução interna que adquire as virtudes, tais como a bondade, a paciência, a
humildade, a tolerância, a sinceridade, a honestidade, etc., sem as quais não
encontraríamos os caminhos de paz e entendimento que nos garantem a
alegria e nos ajudam na ascensão espiritual. A volta do Espírito ao mundo
corpóreo, ou seja, a reencarnação é conhecida desde tempos remotos. Os
Hindus, os Egípcios e os Gregos sabiam que a alma poderia voltar à Terra,
usando um novo corpo. Esses povos acreditavam que, por efeito de
determinada punição, essa volta à vida física poderia dar-se até num corpo
animal. Também os Judeus sabiam da volta do Espírito ao mundo corpóreo,
mas não há referências que pudesse esse retorno dar-se num corpo que não
fosse humano.
A reencarnação, para eles, ocorria em algumas situações um tanto especiais:
ou para concluir o que não tivessem conseguido terminar numa vida, ou para
serem punidos, face a males praticados. Coube ao Espiritismo trazer o
conhecimento da reencarnação ao mundo ocidental, e o fez dando uma visão
muito mais ampla e profunda, demonstrando que todos os Espíritos
reencarnam, não apenas para a solução de equívocos de uma vida passada,
ou para o cumprimento de determinada missão, mas pela necessidade
inerente a toda a Criação: o imperativo do progresso, da evolução. Em
verdade, ainda que não houvesse nenhuma afirmação a respeito da
pluralidade das existências, ela seria depreendida como necessidade
absoluta, face à amplitude do programa de aperfeiçoamento da alma
apresentado por Jesus, através do Evangelho.
De quantos milênios vamos necessitar para pormos em prática,
integralmente, um ensinamento como esse: Eu, porém, vos digo: Amai os
vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos
perseguem e caluniam? De quantos milênios vamos necessitar, Espíritos
ainda vacilantes entre o bem e o mal, que não sabemos amar plenamente
nem os amigos? A respeito do assunto, Kardec inquire os Espíritos: Como
pode a alma, que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea, acabar
de depurar-se? A reencarnação – opondo-se frontalmente à salvação gratuita
pela fé – dignifica o Espírito imortal, que vai galgando os degraus do
aperfeiçoamento, ao longo dos milênios sucessivos, crescendo em
sentimento e intelectualidade, num trabalhoso processo de exteriorização da
herança Divina, concedida igualmente a todos os Espíritos.
No nascedouro, todos são absolutamente iguais. As diferenças individuais,
portanto, não decorrem de capricho Divino, mas sim do empenho de cada
Espírito, no sentido de promover o seu próprio progresso. Nesse caminhar,
vai recebendo, por justiça, os frutos de todo o bem semeado e, em função
dessa mesma justiça, é compelido a reparar os males praticados, mas não em
igual medida, graças à misericórdia Divina que, invariavelmente, defere
amparo ao Espírito faltoso, ajudando-o a remover de sua consciência o peso
da culpa. Aquilo que algumas religiões veem como castigo, o Espiritismo
ensina-nos a ver como a simples consequência de equívocos do passado. Em
O Livro dos Espíritos, na questão 132, Allan Kardec pergunta: “Qual o
objetivo da encarnação dos Espíritos?”.
A resposta, pronta e objetiva: “Deus lhes impõe a encarnação com o fim de
fazê-los chegar à perfeição...”, a qual corresponde ao estado dos Espíritos
puros, passível de ser alcançado por todas as criaturas que trilham vitoriosas
os caminhos das provas e expiações na dimensão da matéria, adquirindo o
progresso moral e intelectual. É ressaltada a importância de todos os seres
espirituais passarem por todas as vicissitudes da existência física, enquanto
no item seguinte, questão 133, os instrutores do além corroboram que “todos
os Espíritos são criados simples e ignorantes e se instruem nas lutas e
tribulações da vida corporal”. Reencarnar é, como o nome diz, voltar à
dimensão física – A repelente tese é reforçada com a informação malsinada
de que, além de ser compulsória a encarnação para todos os Espíritos que
não conseguiram evoluir na dimensão extrafísica,
A vida do Espírito, considerada do ponto de vista do progresso, apresenta
três períodos principais, a saber: 1º - O período material: Onde a influência
da matéria domina a do Espírito; é o estado dos homens dados às paixões
brutais e carnais, à sensualidade; cujas aspirações são exclusivamente
terrestres, que são apegados aos bens temporais, ou refratários às ideias
espiritualistas. 2º - O período de equilíbrio: Aquele em que as influências da
matéria e do Espírito se exercem simultaneamente; onde o homem, embora
submetido às necessidades materiais, pressente e compreende o estado
espiritual; onde ele trabalha para sair do estado corpóreo. Nesses dois
períodos o Espírito está submetido à reencarnação, que se cumpre nos
mundos inferiores e medianos. 3º - O período espiritual:
Aquele em que o Espírito, tendo dominado completamente a matéria, não
tem mais necessidade da encarnação nem do trabalho material, seu trabalho
é todo espiritual; é o estado dos Espíritos nos mundos superiores. A
facilidade com a qual certas pessoas aceitam as ideias espíritas, das quais
parecem ter a intuição, indica que pertencem ao segundo período; mas entre
estas e as outras há uma multidão de graus que o Espírito atravessa tanto
mais rapidamente quanto mais próximo estiver do período espiritual; é assim
que, de um mundo material como a Terra, ele pode ir habitar um mundo
superior. A escola espírita tem a evolução espiritual não somente como
provada, mas também como necessidade lógica. O princípio espiritual,
criado por Deus, desenvolve-se ao longo do tempo, aprimorando-se
paulatinamente.
Por isso são desiguais as idades dos espíritos e o curso da evolução (pelo
respeito ao livre-arbítrio quando surge), há homens em todos os níveis de
adiantamento, desde o selvagem até Einstein e Gandhi. Por hora, o estado
moral do nosso planeta admite a heterogeneidade, que‚ é útil às lutas
evolutivas. O progresso do espírito processa-se pela assimilação de
experiências vividas e conhecimentos adquiridos. Esse material, em cada
existência, é absorvido e manipulado pela mente consciente; mas, a sua
integração no acervo acumulado no espírito dá-se pela transferência para o
inconsciente (subconsciente), onde fica armazenado. Contudo, isso não o
anula, porquanto, sempre que preciso, renasce como aptidão e vocação. A
evolução espiritual consiste na transferência dos novos elementos de
progresso do consciente para o inconsciente e,
nesta passagem, na transformação deles (conhecimentos e experiências) em
faculdades – donde as aptidões e vocações, não raro bem manifestas em
crianças. A reencarnação atende à evolução, pois, sendo múltiplas as
experiências e variados os conhecimentos, uma só vida material pouco
representa na eternidade do espírito imortal! E os erros, os crimes, os vícios,
a ignorância? Como repará-los, se o faltoso morre em falta? Vê-se logo que
a reencarnação ‚ noção que se impõe tão pronto a mente se desembarace de
certos entraves íntimos. A assimilação de experiências vividas, acima
explicada exige ampla cota de tempo e, daí, a volta à carne muitas vezes.
Em inúmeras de suas vidas terrenas, o espírito comete erros naturais e
violações intencionais, adquirindo dívidas perante a Lei de Deus, cuja
justiça ‚ infalível e minuciosamente exata.
Numa vida subsequente, terá de viver de modo a reparar ou diminuir tais
débitos. E isto‚ feito por meio da expiação (resgate) e da reparação. O
princípio que assegura a continuidade das vidas de um Espírito unindo
logicamente os fatos de uma aos da seguinte, é a chamada “Lei de Causa e
Efeito”, que declara o homem livre para agir, mas sujeito às consequências
da ação: ele pode lançar causas, mas terá de reabsorver os efeitos danosos.
Se numa vida espoliei outro e aproveitei o produto do furto, noutra passarei
privações; se fiz alguém perder um braço, perderei um braço mais tarde em
circunstâncias equivalentes. Estas experiências, assimiladas, darão ao
Espírito esclarecimento para libertá-lo mais cedo ou mais tarde, do mau
impulso levando-o a ser correto, e afastar-se do mal como meio de obter
vantagem agora (e dores depois).
A reencarnação fornece a única explicação lógica e natural acerca das
desigualdades sociais, que as pessoas consideram como injustiças, donde as
lutas pela decantada “justiça social”. Afirmar ao contrario seria dizer que
Deus é injusto. Dentro de cada um de nós existe um ser que precisamos
conhecer. Esse conhecimento é elemento essencial para a ascensão
espiritual, e é conquistado através do reconhecimento e pleno domínio de
nossas qualidades e, principalmente, de nossos defeitos. Todos nós, seres
humanos encarnados aqui na Terra, nos encontramos em constante
aprendizado. Todos nós nascemos com nossa parcela de ignorância,
ganância, futilidade, intolerância, ira, ambição e tantos outros adjetivos que
definem tão bem nosso lado sombrio.
Porém, o estado de “perfeição” pessoal ao qual aspiramos não deve incluir
apenas os aspectos “bons” ou “luminosos” da natureza humana, descartando
de nossa personalidade os aspectos “maus” ou “sombrios”, fazendo de conta
que eles não existem. Pelo contrário, muitas vezes as características
negativas que deixamos de reconhecer em nós, são aquelas que
inconscientemente irão controlar nossos atos e pensamentos. Por isso é tão
importante reconhecer e aceitar o nosso lado sombrio, trabalhando na
reformulação de nossos autoconceitos e atitudes. O estado de perfeição
humana deve integrar o ser “total”, através do equilíbrio de forças, onde
cada qualidade, positiva ou negativa, tem seu lugar e está harmonicamente
contida dentro de um todo. A natureza do conceito “Luz” e “Trevas” não é
boa nem má;
... é necessária ao desenvolvimento, pois é através dela que conseguimos,
eventualmente, ampliar e integrar nosso “eu” total. A dualidade humana é
muito perturbadora no sentido de que aparentamos não perceber que tudo
aquilo que se encontra na luz, projeta uma sombra escura. O Bem e o Mal,
quer ou não existam objetivamente, são impulsos exteriores do pensamento
humano consciente e inconsciente, ambos vivem dentro do indivíduo e não
no mundo fora dele; e antes de serem dois inimigos eternos, devem ser
encarados e definidos como duas faces de um único indivíduo. Na verdade,
aquilo que consideramos ser o “Mal” não é senão a nossa ignorância acerca
dos valores do nosso “ser total “, e de nossa frequente tendência em nos
retalharmos em pedacinhos, a maioria dos quais jogamos fora ...
... e acreditamos que estamos livres deles porque não os aprovamos. Por isso
é tão necessário o autodescobrimento, para que possamos aprender a
enquadrar construtivamente nossas qualidades negativas dentro de nós
mesmos. Boa parte deste aprendizado é obtida através dos diversos
relacionamentos pelos quais passamos, sejam eles amorosos, familiares,
profissionais ou amigáveis; desde o nosso nascimento, e mesmo antes dele,
em nossas inúmeras vidas pregressas. Através dos relacionamentos,
aprendemos a compartilhar nossas diferenças e nossas amenidades. Cada um
de nós é um ser único e especial, crescemos de maneira diferente, em
culturas e padrões sociais diferentes, embora possamos compartilhar e
dividir o mesmo espaço. Fazemos parte de um delicado equilíbrio universal,
que poderia ser afetado pelo simples fato de nossa não existência.
Por isso, o primeiro passo para o autoconhecimento é compreender que
somos responsáveis por nossas ações. Tudo aquilo que acontece em nossas
vidas, de bom ou de ruim, somos nós mesmos que criamos. Nada acontece
sem que tenha sido idealizado e posto em movimento pelo pensamento.
Durante toda a nossa vida criamos o nosso mundo de acordo com nossos
padrões de pensamento, que por sua vez produzem uma realidade exterior.
Misteriosamente, as experiências que enfrentamos são atraídas para nós pelo
poder de nosso próprio pensamento e, embora não saibamos ao certo de que
forma o interior e o exterior podem se refletir mutuamente, sabemos que
isso acontece na vida de todas as pessoas. Essa é a primeira grande lição:
aprender a nos tornarmos responsáveis por nossos próprios atos e por aquilo
que eles criam.
Precisamos acabar com essa tendência de tirarmos de nossos próprios
ombros a responsabilidade de nos encararmos, e de ter que condenar e
corrigir nossas próprias falhas. Por isso, a melhor forma de iniciar o
autoconhecimento é refletir sobre as nossas dificuldades em nos relacionar.
Quando as outras pessoas se tornarem negativas em contraposição à você,
pergunte-se: Porque isso acontece? Porque você necessitou estar com essa
determinada pessoa naquele exato momento da sua vida? E esta pessoa, ela
pode crescer através de você? Será que você não poderia ensinar a essa
pessoa um caminho melhor? Encare as circunstâncias da vida como um
desafio. O que pode ser aprendido através desse processo de espelho após
espelho? Isso é necessário para que possamos aprender a “ver” ao invés de
apenas “olhar”, para que enxerguemos a nós mesmos.
Pode ser muito cômodo, mas não é nada honesto responsabilizarmos e
criticarmos os outros por aquilo que nós mesmos criamos e nos negamos a
enxergar. Tudo o que é externo é sombra. Toda a verdadeira vida e realidade
são internas. Por isto é imprescindível se conhecer e reconhecer, deixando
de lado a necessidade de projetar nosso lado sombrio através da busca de
alguém ou algo que nos complete. O autoconhecimento nos torna senhores
de nossas próprias ações. Somos transformados em seres inteiros, completos
em nós mesmos, e vamos aos poucos nos distanciando da ilusão do Ego para
a verdade do Eu. A cada passo mais próximos da perfeição
Muita Paz!
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A serviço da Doutrina Espírita; com estudos comentados, cujo objetivo é
levar as pessoas a uma reflexão sobre a vida, buscando pela compreensão
das leis divinas o equilíbrio necessário para uma vida feliz.
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O progresso espiritual

  • 1. Hoje é domingo, 7 de junho de 2020 Agora mesmo são 15:30 h.
  • 2. Um dos temas mais complexos sobre a evolução do espírito é a questão da individualização do princípio espiritual, que se traduz na possibilidade deste princípio, por si só (sem o auxílio de outros princípios espirituais), gerir um corpo físico através da reencarnação. Registre-se que os princípios espirituais são os “espíritos” em seus estágios primitivos, iniciais, abrangendo o processo evolutivo nos denominados reinos inferiores da criação (mineral, vegetal e animal). Dessa forma, Deus, que não cessa de trabalhar, cria incessantemente os princípios espirituais, que iniciam seus processos evolutivos no reino mineral, submetidos à lei de atração e coesão, que lhes auxiliará na formação energética inicial; na sequência, dão continuidade ao processo de evolução no reino dos seres vivos, começando pelos vírus, bactérias etc.,
  • 3. ... até ingressarem no reino vegetal, onde desenvolverão as sensações e algumas funções básicas da vida (respiração, alimentação, sexualidade rudimentar etc.); quando estiverem habilitados, adentrarão o reino animal, onde estarão em contato com o instinto, que será a base da inteligência. Espiritismo e evolução. Aristóteles (384-322 a.C.) classificava os animais em duas categorias: inferiores e superiores. Os animais superiores (aves, peixes, mamíferos) nascem de seus semelhantes, os inferiores (insetos, crustáceos, moluscos) surgem por geração espontânea. Mosquitos e sapos brotariam nos pântanos. De matérias em putrefação apareceriam as larvas. Na Idade Média, a Bíblia era misturada a teorias fantasiosas que diziam que da carcaça de um cavalo morto nasciam vespas, de uma mula geravam vespões e os ratos nasciam do queijo.
  • 4. Havia uma receita que dizia: Tome um vitelo. Mate o animal e enterre-o, deixando somente os chifres fora da terra. Deixo-o assim durante um mês. Serre depois os chifres e sairão centenas de abelhas. O naturalista inglês, Rose, anunciava eruditamente: “Duvidar que as vespas e abelhas nascem do estrume das vacas, é duvidar da experiência, da razão e do bom-senso. Mesmo animais complicados, como ratos, não precisam de pai e mãe. Se alguém tiver dúvidas, vá ao Egito, e lá verá as quantidades de camundongos que infestam os campos – nascidos da lama do rio Nilo – para grande calamidade dos habitantes!” Em 1668, o italiano Francesco Redi com dois frascos de vidro, um pedaço de gaze e alguns pedaços de carne provou o engano da teoria da geração espontânea, mas, infelizmente foi esquecido.
  • 5. Na questão 46 de “O Livro dos Espíritos” a chamada geração espontânea é explicada com a existência do gérmen primitivo que, em estado latente, espera o momento próprio para desabrochar, o que convenhamos, reforça as experiências científicas realizadas pelo embriologista alemão Caspar Friedrich Wolff em 1759, que mostrou que embriões em ovos de galinha não havia nenhuma estrutura pré-formada, mas sim, massa de matéria viva, o que foi um golpe fatal na teoria da pré-formação, que dizia que a anatomia estava pré-formada dentro do óvulo (ou do espermatozoide). Diziam alguns teólogos da douta Igreja que no ovário de Eva havia 200.000.000 gerações pré-formadas para posteridade. Deus criou todos os Espíritos simples e ignorantes, isto é, sem nada saber.
  • 6. A cada um deu determinada missão, com o fim de esclarecê-los e de fazê-los chegar progressivamente à perfeição, pelo conhecimento da verdade para aproximá-los de si. (LE 115). Através de inúmeras reencarnações nos mais variados orbes do Universo, os Espíritos caminham para a própria perfeição. Há duas espécies de progresso; o intelectual e o moral. Percebemos o progresso físico, no meio em que vivemos, e o progresso espiritual, no íntimo de cada um. À medida que a criatura vai adquirindo conhecimento, necessita usar todos os seus recursos na realização do Bem e na construção de um futuro melhor. Para essa evolução, é preciso abraçar o serviço de renovação interior, nos alicerces da disciplina, empreendendo assim sua evolução consciente.
  • 7. Pela evolução externa o homem domina o ambiente que o cerca, mas é pela evolução interna que adquire as virtudes, tais como a bondade, a paciência, a humildade, a tolerância, a sinceridade, a honestidade, etc., sem as quais não encontraríamos os caminhos de paz e entendimento que nos garantem a alegria e nos ajudam na ascensão espiritual. A volta do Espírito ao mundo corpóreo, ou seja, a reencarnação é conhecida desde tempos remotos. Os Hindus, os Egípcios e os Gregos sabiam que a alma poderia voltar à Terra, usando um novo corpo. Esses povos acreditavam que, por efeito de determinada punição, essa volta à vida física poderia dar-se até num corpo animal. Também os Judeus sabiam da volta do Espírito ao mundo corpóreo, mas não há referências que pudesse esse retorno dar-se num corpo que não fosse humano.
  • 8. A reencarnação, para eles, ocorria em algumas situações um tanto especiais: ou para concluir o que não tivessem conseguido terminar numa vida, ou para serem punidos, face a males praticados. Coube ao Espiritismo trazer o conhecimento da reencarnação ao mundo ocidental, e o fez dando uma visão muito mais ampla e profunda, demonstrando que todos os Espíritos reencarnam, não apenas para a solução de equívocos de uma vida passada, ou para o cumprimento de determinada missão, mas pela necessidade inerente a toda a Criação: o imperativo do progresso, da evolução. Em verdade, ainda que não houvesse nenhuma afirmação a respeito da pluralidade das existências, ela seria depreendida como necessidade absoluta, face à amplitude do programa de aperfeiçoamento da alma apresentado por Jesus, através do Evangelho.
  • 9. De quantos milênios vamos necessitar para pormos em prática, integralmente, um ensinamento como esse: Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos perseguem e caluniam? De quantos milênios vamos necessitar, Espíritos ainda vacilantes entre o bem e o mal, que não sabemos amar plenamente nem os amigos? A respeito do assunto, Kardec inquire os Espíritos: Como pode a alma, que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea, acabar de depurar-se? A reencarnação – opondo-se frontalmente à salvação gratuita pela fé – dignifica o Espírito imortal, que vai galgando os degraus do aperfeiçoamento, ao longo dos milênios sucessivos, crescendo em sentimento e intelectualidade, num trabalhoso processo de exteriorização da herança Divina, concedida igualmente a todos os Espíritos.
  • 10. No nascedouro, todos são absolutamente iguais. As diferenças individuais, portanto, não decorrem de capricho Divino, mas sim do empenho de cada Espírito, no sentido de promover o seu próprio progresso. Nesse caminhar, vai recebendo, por justiça, os frutos de todo o bem semeado e, em função dessa mesma justiça, é compelido a reparar os males praticados, mas não em igual medida, graças à misericórdia Divina que, invariavelmente, defere amparo ao Espírito faltoso, ajudando-o a remover de sua consciência o peso da culpa. Aquilo que algumas religiões veem como castigo, o Espiritismo ensina-nos a ver como a simples consequência de equívocos do passado. Em O Livro dos Espíritos, na questão 132, Allan Kardec pergunta: “Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos?”.
  • 11. A resposta, pronta e objetiva: “Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição...”, a qual corresponde ao estado dos Espíritos puros, passível de ser alcançado por todas as criaturas que trilham vitoriosas os caminhos das provas e expiações na dimensão da matéria, adquirindo o progresso moral e intelectual. É ressaltada a importância de todos os seres espirituais passarem por todas as vicissitudes da existência física, enquanto no item seguinte, questão 133, os instrutores do além corroboram que “todos os Espíritos são criados simples e ignorantes e se instruem nas lutas e tribulações da vida corporal”. Reencarnar é, como o nome diz, voltar à dimensão física – A repelente tese é reforçada com a informação malsinada de que, além de ser compulsória a encarnação para todos os Espíritos que não conseguiram evoluir na dimensão extrafísica,
  • 12. A vida do Espírito, considerada do ponto de vista do progresso, apresenta três períodos principais, a saber: 1º - O período material: Onde a influência da matéria domina a do Espírito; é o estado dos homens dados às paixões brutais e carnais, à sensualidade; cujas aspirações são exclusivamente terrestres, que são apegados aos bens temporais, ou refratários às ideias espiritualistas. 2º - O período de equilíbrio: Aquele em que as influências da matéria e do Espírito se exercem simultaneamente; onde o homem, embora submetido às necessidades materiais, pressente e compreende o estado espiritual; onde ele trabalha para sair do estado corpóreo. Nesses dois períodos o Espírito está submetido à reencarnação, que se cumpre nos mundos inferiores e medianos. 3º - O período espiritual:
  • 13. Aquele em que o Espírito, tendo dominado completamente a matéria, não tem mais necessidade da encarnação nem do trabalho material, seu trabalho é todo espiritual; é o estado dos Espíritos nos mundos superiores. A facilidade com a qual certas pessoas aceitam as ideias espíritas, das quais parecem ter a intuição, indica que pertencem ao segundo período; mas entre estas e as outras há uma multidão de graus que o Espírito atravessa tanto mais rapidamente quanto mais próximo estiver do período espiritual; é assim que, de um mundo material como a Terra, ele pode ir habitar um mundo superior. A escola espírita tem a evolução espiritual não somente como provada, mas também como necessidade lógica. O princípio espiritual, criado por Deus, desenvolve-se ao longo do tempo, aprimorando-se paulatinamente.
  • 14. Por isso são desiguais as idades dos espíritos e o curso da evolução (pelo respeito ao livre-arbítrio quando surge), há homens em todos os níveis de adiantamento, desde o selvagem até Einstein e Gandhi. Por hora, o estado moral do nosso planeta admite a heterogeneidade, que‚ é útil às lutas evolutivas. O progresso do espírito processa-se pela assimilação de experiências vividas e conhecimentos adquiridos. Esse material, em cada existência, é absorvido e manipulado pela mente consciente; mas, a sua integração no acervo acumulado no espírito dá-se pela transferência para o inconsciente (subconsciente), onde fica armazenado. Contudo, isso não o anula, porquanto, sempre que preciso, renasce como aptidão e vocação. A evolução espiritual consiste na transferência dos novos elementos de progresso do consciente para o inconsciente e,
  • 15. nesta passagem, na transformação deles (conhecimentos e experiências) em faculdades – donde as aptidões e vocações, não raro bem manifestas em crianças. A reencarnação atende à evolução, pois, sendo múltiplas as experiências e variados os conhecimentos, uma só vida material pouco representa na eternidade do espírito imortal! E os erros, os crimes, os vícios, a ignorância? Como repará-los, se o faltoso morre em falta? Vê-se logo que a reencarnação ‚ noção que se impõe tão pronto a mente se desembarace de certos entraves íntimos. A assimilação de experiências vividas, acima explicada exige ampla cota de tempo e, daí, a volta à carne muitas vezes. Em inúmeras de suas vidas terrenas, o espírito comete erros naturais e violações intencionais, adquirindo dívidas perante a Lei de Deus, cuja justiça ‚ infalível e minuciosamente exata.
  • 16. Numa vida subsequente, terá de viver de modo a reparar ou diminuir tais débitos. E isto‚ feito por meio da expiação (resgate) e da reparação. O princípio que assegura a continuidade das vidas de um Espírito unindo logicamente os fatos de uma aos da seguinte, é a chamada “Lei de Causa e Efeito”, que declara o homem livre para agir, mas sujeito às consequências da ação: ele pode lançar causas, mas terá de reabsorver os efeitos danosos. Se numa vida espoliei outro e aproveitei o produto do furto, noutra passarei privações; se fiz alguém perder um braço, perderei um braço mais tarde em circunstâncias equivalentes. Estas experiências, assimiladas, darão ao Espírito esclarecimento para libertá-lo mais cedo ou mais tarde, do mau impulso levando-o a ser correto, e afastar-se do mal como meio de obter vantagem agora (e dores depois).
  • 17. A reencarnação fornece a única explicação lógica e natural acerca das desigualdades sociais, que as pessoas consideram como injustiças, donde as lutas pela decantada “justiça social”. Afirmar ao contrario seria dizer que Deus é injusto. Dentro de cada um de nós existe um ser que precisamos conhecer. Esse conhecimento é elemento essencial para a ascensão espiritual, e é conquistado através do reconhecimento e pleno domínio de nossas qualidades e, principalmente, de nossos defeitos. Todos nós, seres humanos encarnados aqui na Terra, nos encontramos em constante aprendizado. Todos nós nascemos com nossa parcela de ignorância, ganância, futilidade, intolerância, ira, ambição e tantos outros adjetivos que definem tão bem nosso lado sombrio.
  • 18. Porém, o estado de “perfeição” pessoal ao qual aspiramos não deve incluir apenas os aspectos “bons” ou “luminosos” da natureza humana, descartando de nossa personalidade os aspectos “maus” ou “sombrios”, fazendo de conta que eles não existem. Pelo contrário, muitas vezes as características negativas que deixamos de reconhecer em nós, são aquelas que inconscientemente irão controlar nossos atos e pensamentos. Por isso é tão importante reconhecer e aceitar o nosso lado sombrio, trabalhando na reformulação de nossos autoconceitos e atitudes. O estado de perfeição humana deve integrar o ser “total”, através do equilíbrio de forças, onde cada qualidade, positiva ou negativa, tem seu lugar e está harmonicamente contida dentro de um todo. A natureza do conceito “Luz” e “Trevas” não é boa nem má;
  • 19. ... é necessária ao desenvolvimento, pois é através dela que conseguimos, eventualmente, ampliar e integrar nosso “eu” total. A dualidade humana é muito perturbadora no sentido de que aparentamos não perceber que tudo aquilo que se encontra na luz, projeta uma sombra escura. O Bem e o Mal, quer ou não existam objetivamente, são impulsos exteriores do pensamento humano consciente e inconsciente, ambos vivem dentro do indivíduo e não no mundo fora dele; e antes de serem dois inimigos eternos, devem ser encarados e definidos como duas faces de um único indivíduo. Na verdade, aquilo que consideramos ser o “Mal” não é senão a nossa ignorância acerca dos valores do nosso “ser total “, e de nossa frequente tendência em nos retalharmos em pedacinhos, a maioria dos quais jogamos fora ...
  • 20. ... e acreditamos que estamos livres deles porque não os aprovamos. Por isso é tão necessário o autodescobrimento, para que possamos aprender a enquadrar construtivamente nossas qualidades negativas dentro de nós mesmos. Boa parte deste aprendizado é obtida através dos diversos relacionamentos pelos quais passamos, sejam eles amorosos, familiares, profissionais ou amigáveis; desde o nosso nascimento, e mesmo antes dele, em nossas inúmeras vidas pregressas. Através dos relacionamentos, aprendemos a compartilhar nossas diferenças e nossas amenidades. Cada um de nós é um ser único e especial, crescemos de maneira diferente, em culturas e padrões sociais diferentes, embora possamos compartilhar e dividir o mesmo espaço. Fazemos parte de um delicado equilíbrio universal, que poderia ser afetado pelo simples fato de nossa não existência.
  • 21. Por isso, o primeiro passo para o autoconhecimento é compreender que somos responsáveis por nossas ações. Tudo aquilo que acontece em nossas vidas, de bom ou de ruim, somos nós mesmos que criamos. Nada acontece sem que tenha sido idealizado e posto em movimento pelo pensamento. Durante toda a nossa vida criamos o nosso mundo de acordo com nossos padrões de pensamento, que por sua vez produzem uma realidade exterior. Misteriosamente, as experiências que enfrentamos são atraídas para nós pelo poder de nosso próprio pensamento e, embora não saibamos ao certo de que forma o interior e o exterior podem se refletir mutuamente, sabemos que isso acontece na vida de todas as pessoas. Essa é a primeira grande lição: aprender a nos tornarmos responsáveis por nossos próprios atos e por aquilo que eles criam.
  • 22. Precisamos acabar com essa tendência de tirarmos de nossos próprios ombros a responsabilidade de nos encararmos, e de ter que condenar e corrigir nossas próprias falhas. Por isso, a melhor forma de iniciar o autoconhecimento é refletir sobre as nossas dificuldades em nos relacionar. Quando as outras pessoas se tornarem negativas em contraposição à você, pergunte-se: Porque isso acontece? Porque você necessitou estar com essa determinada pessoa naquele exato momento da sua vida? E esta pessoa, ela pode crescer através de você? Será que você não poderia ensinar a essa pessoa um caminho melhor? Encare as circunstâncias da vida como um desafio. O que pode ser aprendido através desse processo de espelho após espelho? Isso é necessário para que possamos aprender a “ver” ao invés de apenas “olhar”, para que enxerguemos a nós mesmos.
  • 23. Pode ser muito cômodo, mas não é nada honesto responsabilizarmos e criticarmos os outros por aquilo que nós mesmos criamos e nos negamos a enxergar. Tudo o que é externo é sombra. Toda a verdadeira vida e realidade são internas. Por isto é imprescindível se conhecer e reconhecer, deixando de lado a necessidade de projetar nosso lado sombrio através da busca de alguém ou algo que nos complete. O autoconhecimento nos torna senhores de nossas próprias ações. Somos transformados em seres inteiros, completos em nós mesmos, e vamos aos poucos nos distanciando da ilusão do Ego para a verdade do Eu. A cada passo mais próximos da perfeição
  • 24. Muita Paz! Visite o meu Blog: http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br A serviço da Doutrina Espírita; com estudos comentados, cujo objetivo é levar as pessoas a uma reflexão sobre a vida, buscando pela compreensão das leis divinas o equilíbrio necessário para uma vida feliz. Leia Kardec! Estude Kardec! Pratique Kardec! Divulgue Kardec! O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso! Visite também o meu Site: compartilhando-espiritualidade.webnode.com Agora, Compartilhando Espiritualidade formou um Grupo para troca de mensagens. Compartilhando-espiritualidade@googlegroups.com