Sustentabilidade e
desenvolvimento urbano:
integração das políticas habitacional
e ambiental
Dra. Alejandra Maria Devecchi
• Os principais desafios das metrópoles
brasileiras são:
– Dissociação espacial da localização dos empregos
e da moradia;
– Concentração dos empregos nas áreas centrais
com densidades da ordem de 1.000 emp/ha;
– Dispersão da população com baixas densidades
demográficas inferiores a 100 Hab/ha;
– Deslocamentos diários longos e graves
congestionamentos de veículos;
1. Dissociação espacial da localização dos empregos
e da moradia.
2. Concentração dos empregos nas áreas centrais com
densidades da ordem de 1.000 emp/ha.
3. Dispersão da população com baixas densidades
demográficas inferiores a 100 Hab/há.
1980
Expansão urbana indiscriminada, invadindo as
áreas prestadoras de serviços ambientais.
1990
Expansão urbana indiscriminada, invadindo as áreas
prestadoras de serviços ambientais.
2.000
Expansão urbana indiscriminada, invadindo as
áreas prestadoras de serviços ambientais.
2.010
Expansão urbana indiscriminada, invadindo as
áreas prestadoras de serviços ambientais.
2.015
• Maior crescimento ocorreu no período de 1990 – 2000 (Taxa de 4,71% a.a.)
• Incremento da mancha urbana 1990- 2010 de 724 km2 ( mancha urbana da PMSP)
• Crescimento populacional na RMSP (1990 – 2010): 19%;
• Crescimento da mancha urbana na área do projeto: 68%
 Indicativo de dispersão populacional e desadensamento
Considerações
Entre 1990 e 2010, 13,79% do incremento da mancha urbana ocorreu
sobre Áreas de Proteção aos Mananciais, o equivalente a 100 km², e
1,63% (11,79 km²) ocorreu sobre áreas de alta declividade (> 30%).
• Como planejar uma metrópole sustentável?
• Como controlar o constante processo de
expansão urbana sobre as áreas de preservação
ambiental?
• Como reduzir os constantes deslocamentos casa-
trabalho que são responsáveis por 70% dos gases
de efeito estufa?
• Quais seriam as densidades demográficas
mínimas adequadas para compactação da
cidade?
Política ambiental
• Implementada em dois eixos:
• 1.Macrozona de Proteção Ambiental: reconhecimento
do valor dos serviços ambientais presentes no
território do município através da viabilização de
instrumentos de compensação financeira;
• 2. Macrozona de Estruturação Urbana: reconhecimento
dos recursos hídricos como elementos de estruturação
urbana com indicação de usos adequados para sua
recuperação e conservação através da implementação
dos parques lineares como base de uma política de
provisão de áreas verdes.
•
Estoque de Terras Públicas
• Não existe frente de expansão territorial para
abertura de novos loteamentos;
• Não há reserva de área pública para o
desenvolvimento de novos parques;
• Nos anos 60, o trabalho da prof. Magnoli e prof.
Kliass identificaram 3.260 espaços livres com 2.670
ha dos quais apenas 210 tratados;
• Há uma necessidade de provisão de áreas verdes
públicas para a criação de novos parques.
• o Plano Diretor
apresenta um plano
de obras com um
universo de 400
parques, a maior
parte deles em área
privada
Particularidades do
ecossistema urbano
• áreas prestadoras de serviços ambientais
principalmente concentradas
na Macrozona de Proteção Ambiental no extremo
norte, no extremo sul e no extremo leste.
• profusão de áreas de fundo de vale associadas a
corpos d´água e que prestam um serviço de
regulação da drenagem urbana
Hidrografia_A3.pdf
O DESAFIO
• Em janeiro de 2008, a Prefeitura do Município
de São Paulo, por meio de sua Secretaria
Municipal do Verde e do Meio Ambiente,
lançou o Programa 100 Parques para São
Paulo, no qual se insere o Programa de
Parques Lineares.
Calcado nas diretrizes do Plano Diretor Estratégico,
o Programa 100 Parques para São Paulo trata da
expansão de áreas verdes com os seguintes
objetivos:
a) garantir a existência de um parque por sub-
prefeitura;
b) construir um banco de terras públicas prestadoras
de serviços ambientais;
c) iniciar um plano de adaptação ao novo cenário de
mudanças climáticas.
O MSP APRESENTAVA HOJE
APROXIMADAMENTE 15% DO SEU
TERRITÓRIO GRAFADO COMO ÁREAS
DE UTILIDADE PÚBLICA (
212.000.000 M2).
O VALOR MÉDIO DAS ÁREAS MAIS
PERIFÉRICAS GIRA EM TORNO
DOS R$ 5/ m2, EXIGINDO UM
INVESTIMENTO GLOBAL DE R$
300.000.000.
Onde?
Onde?
a) Borda da Cantareira
NORTE – LANDSAT
Onde?
a) Borda da Cantareira
b) Billings e Guarapiranga
SUL1 – LANDSAT
Onde?
a) Borda da Cantareira
b) Billings e Guarapiranga
c) Nascentes do Aricanduva
LESTE – LANDSAT
Como?
1) Identificação de projetos estratégicos de
Parques Lineares;
2) Identificação de áreas produtoras de água
através de assinatura de convênio com a
Sabesp;
3) Identificação de oportunidades de
implementação conjunta com outras
secretarias, especialmente a secretaria de
habitação.
PARQUE LINEAR CANIVETE
1ª FASE-
EMBRIÃO
PARQUE
BRASILÂNDI
A(PROPOSTA
)
PERÍMETRO DO
PARQUE LINEAR
CANIVETE
PARQUE
ESTADUAL
DA
CANTAREIR
A
2ª FASE
CDHU
BRASILÂND
IA
(ÁREAS
VERDES)
PARQUE LINEAR
BANANAL
PARQUE
LINEAR DO
BISPO
PISCINÃO
Parque Várzea do Tietê
PARQUE LINEAR DO FOGO
PARQUE LINEAR DO IPIRANGUINHA
PARQUE LINEAR ÁGUA VERMELHA
Limit of the Park - 1º stage‘
Stream‘
Foreseen limit of the Park - 2º stage‘
Av.MarechalTito
Av. Euc. Fonseca
R. Osório Franco Vilhena
PARQUE LINEAR ÁGUA VERMELHA
PARQUE LINEAR PARELHEIROS
PARQUE LINEAR PARELHEIROS
PARQUE LINEAR DO BISPO
Campo do Peixinho
Fazendinha
Loteamento
IMOBEL
Área
Particular
Invadida
Área
Municipal
Invadida
PARQUE LINEAR DO BISPO
PARQUE LINEAR DO BISPO
PARQUE LINEAR DO BISPO
FAZENDINHA´S PICTURES- CHURCH
FAZENDINHA´S PICTURES- LAKE
PARQUE LINEAR PERUS
PARQUE LINEAR RIBEIRÃO COCAIA
LIMIT OF THE PARK
STREAM / LAKE
PERIMETER OF THE OF PUBLIC
UTILITY DECREE
EMAE LIMIT
PARQUE LINEAR RIBEIRÃO COCAIA
Núcleo E
Núcleo D
Núcleo B
Núcleo A
Núcleo C
Núcleo F
LIMIT OF THE PARK
PERIMETER OF THE OF PUBLIC UTILITY DECREE
EMAE LIMIT
Implantação Geral
C.E.U.
FEITIÇODA VILA
AV1
AV3
AV2
EMEF
FAIXA PARA
ALARGAMENTO DA
ESTRADA
CANALIZADO
Characterization
PARQUE LINEAR FEITIÇO DA VILA
PARQUE LINEAR FEITIÇO DA VILA
Preliminary Study
1
2
2
3
3
2
3
2
4
4
1 - Mirante
2 – Área de Estar
3 – Playground
4 – Passarela de
Madeira
5 – Interligação
com CEU
5
Rua Feitiço da Vila
CEUEME
F
PARQUE LINEAR PARELHEIROS
PARQUE LINEAR PARELHEIROS
BEFORE
AFTER
CEU Jambeiro
Rua Benedito L. D´Avila
Parque Linear Ribeirão
GuaratibaEstrada Itaquera
Guaianases
Rua Salvador Gianetti
Parque Linear Ribeirão
Guaratiba
Córrego Itaquera
Córrego Itaquera-Mirim
Córrego
Ribeirão
Guaratiba
Divisa de Itaquera /
Guaianases
PARQUE LINEAR RIBEIRÃO GUARATIBA
Implantação Geral
Núcleo 2
Núcleo 3
Núcleo 5
Núcleo 6
Núcleo 7
Núcleo 8
Núcleo 1
Núcleo 9
PARQUE LINEAR RIBEIRÃO CAULIM
Características
PARQUE LINEAR MONGAGUÁ
PARQUE LINEAR RIO VERDE
Sub-bacia do Rio
Verde
Fase 1
Proposta p/ Fase 2
• Nascente: Pq. do Carmo
• Foz: córrego Jacú
Etapa 1 - Obra de Gabion
Concluded
Before After
AREA 5 – Rua José Cerqueira Bastos
PARQUE LINEAR DO SAPÉ
PARQUE LINEAR DO SAPÉ
BEFORE AFTER
AREA 5 – Area of pluvial retention / storage
Etapa 2 – A5
in progress
BEFORE AFTER
Rua José Cerqueira Bastos
PARQUE LINEAR DO SAPÉ
PARQUE LINEAR JABOTICABAL
Remaining area next to the right
side of the marginal da via anchieta
Jaboticabal Stream - Embocadura da Travessia
sob a Via Anchieta / Rua Góes Raposo a
esquerda
Córrego Jaboticabal / Rua Góes Raposo a
direita
Córrego Jaboticabal / Rua Cachoeira
Dourada aos fundos
PARQUE LINEAR JABOTICABAL
Rua Góes Raposo aos fundos Rua Cachoeira Dourada a direita
PARQUE LINEAR JABOTICABAL
Vista da Rua Manuel Salgado a
jusante
Rua Manuel Salgado a jusante
PARQUE LINEAR JABOTICABAL
Parque Linear do Canivete
OCUPAÇÕES IRREGULARES REMOVIDAS
PARQUE LINEAR PROPOSTO
• Desafios
• A implementação de um programa de
provisão de áreas verdes exige uma
articulação intersecretarial;
• Novos arranjos institucionais para a gestão do
sistema de áreas verdes;
• Participação da comunidade na sua concepção
para garantir a sua implementação.
• Sem dúvida trata-se de um desafio que exige
uma reflexão coletiva sobre o projeto de
município que a sociedade paulistana do
começo do século XXI deseja consolidar.

Aula 2 - Alejandra Devecchi

  • 1.
    Sustentabilidade e desenvolvimento urbano: integraçãodas políticas habitacional e ambiental Dra. Alejandra Maria Devecchi
  • 2.
    • Os principaisdesafios das metrópoles brasileiras são: – Dissociação espacial da localização dos empregos e da moradia; – Concentração dos empregos nas áreas centrais com densidades da ordem de 1.000 emp/ha; – Dispersão da população com baixas densidades demográficas inferiores a 100 Hab/ha; – Deslocamentos diários longos e graves congestionamentos de veículos;
  • 3.
    1. Dissociação espacialda localização dos empregos e da moradia.
  • 4.
    2. Concentração dosempregos nas áreas centrais com densidades da ordem de 1.000 emp/ha.
  • 5.
    3. Dispersão dapopulação com baixas densidades demográficas inferiores a 100 Hab/há.
  • 6.
  • 7.
    Expansão urbana indiscriminada,invadindo as áreas prestadoras de serviços ambientais. 1990
  • 8.
    Expansão urbana indiscriminada,invadindo as áreas prestadoras de serviços ambientais. 2.000
  • 9.
    Expansão urbana indiscriminada,invadindo as áreas prestadoras de serviços ambientais. 2.010
  • 10.
    Expansão urbana indiscriminada,invadindo as áreas prestadoras de serviços ambientais. 2.015
  • 12.
    • Maior crescimentoocorreu no período de 1990 – 2000 (Taxa de 4,71% a.a.) • Incremento da mancha urbana 1990- 2010 de 724 km2 ( mancha urbana da PMSP) • Crescimento populacional na RMSP (1990 – 2010): 19%; • Crescimento da mancha urbana na área do projeto: 68%  Indicativo de dispersão populacional e desadensamento Considerações Entre 1990 e 2010, 13,79% do incremento da mancha urbana ocorreu sobre Áreas de Proteção aos Mananciais, o equivalente a 100 km², e 1,63% (11,79 km²) ocorreu sobre áreas de alta declividade (> 30%).
  • 15.
    • Como planejaruma metrópole sustentável? • Como controlar o constante processo de expansão urbana sobre as áreas de preservação ambiental? • Como reduzir os constantes deslocamentos casa- trabalho que são responsáveis por 70% dos gases de efeito estufa? • Quais seriam as densidades demográficas mínimas adequadas para compactação da cidade?
  • 16.
    Política ambiental • Implementadaem dois eixos: • 1.Macrozona de Proteção Ambiental: reconhecimento do valor dos serviços ambientais presentes no território do município através da viabilização de instrumentos de compensação financeira; • 2. Macrozona de Estruturação Urbana: reconhecimento dos recursos hídricos como elementos de estruturação urbana com indicação de usos adequados para sua recuperação e conservação através da implementação dos parques lineares como base de uma política de provisão de áreas verdes. •
  • 17.
    Estoque de TerrasPúblicas • Não existe frente de expansão territorial para abertura de novos loteamentos; • Não há reserva de área pública para o desenvolvimento de novos parques; • Nos anos 60, o trabalho da prof. Magnoli e prof. Kliass identificaram 3.260 espaços livres com 2.670 ha dos quais apenas 210 tratados; • Há uma necessidade de provisão de áreas verdes públicas para a criação de novos parques.
  • 19.
    • o PlanoDiretor apresenta um plano de obras com um universo de 400 parques, a maior parte deles em área privada
  • 20.
    Particularidades do ecossistema urbano •áreas prestadoras de serviços ambientais principalmente concentradas na Macrozona de Proteção Ambiental no extremo norte, no extremo sul e no extremo leste. • profusão de áreas de fundo de vale associadas a corpos d´água e que prestam um serviço de regulação da drenagem urbana
  • 21.
  • 22.
    • Em janeirode 2008, a Prefeitura do Município de São Paulo, por meio de sua Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, lançou o Programa 100 Parques para São Paulo, no qual se insere o Programa de Parques Lineares.
  • 23.
    Calcado nas diretrizesdo Plano Diretor Estratégico, o Programa 100 Parques para São Paulo trata da expansão de áreas verdes com os seguintes objetivos: a) garantir a existência de um parque por sub- prefeitura; b) construir um banco de terras públicas prestadoras de serviços ambientais; c) iniciar um plano de adaptação ao novo cenário de mudanças climáticas.
  • 24.
    O MSP APRESENTAVAHOJE APROXIMADAMENTE 15% DO SEU TERRITÓRIO GRAFADO COMO ÁREAS DE UTILIDADE PÚBLICA ( 212.000.000 M2). O VALOR MÉDIO DAS ÁREAS MAIS PERIFÉRICAS GIRA EM TORNO DOS R$ 5/ m2, EXIGINDO UM INVESTIMENTO GLOBAL DE R$ 300.000.000.
  • 25.
  • 26.
  • 28.
  • 32.
    Onde? a) Borda daCantareira b) Billings e Guarapiranga
  • 33.
  • 40.
    Onde? a) Borda daCantareira b) Billings e Guarapiranga c) Nascentes do Aricanduva
  • 42.
  • 46.
    Como? 1) Identificação deprojetos estratégicos de Parques Lineares; 2) Identificação de áreas produtoras de água através de assinatura de convênio com a Sabesp; 3) Identificação de oportunidades de implementação conjunta com outras secretarias, especialmente a secretaria de habitação.
  • 47.
    PARQUE LINEAR CANIVETE 1ªFASE- EMBRIÃO PARQUE BRASILÂNDI A(PROPOSTA ) PERÍMETRO DO PARQUE LINEAR CANIVETE PARQUE ESTADUAL DA CANTAREIR A 2ª FASE CDHU BRASILÂND IA (ÁREAS VERDES) PARQUE LINEAR BANANAL PARQUE LINEAR DO BISPO PISCINÃO
  • 56.
  • 59.
  • 60.
    PARQUE LINEAR DOIPIRANGUINHA
  • 61.
    PARQUE LINEAR ÁGUAVERMELHA Limit of the Park - 1º stage‘ Stream‘ Foreseen limit of the Park - 2º stage‘ Av.MarechalTito Av. Euc. Fonseca R. Osório Franco Vilhena
  • 62.
  • 63.
  • 64.
  • 65.
    PARQUE LINEAR DOBISPO Campo do Peixinho Fazendinha Loteamento IMOBEL Área Particular Invadida Área Municipal Invadida
  • 66.
  • 67.
  • 68.
  • 69.
  • 70.
  • 71.
  • 72.
    PARQUE LINEAR RIBEIRÃOCOCAIA LIMIT OF THE PARK STREAM / LAKE PERIMETER OF THE OF PUBLIC UTILITY DECREE EMAE LIMIT
  • 74.
    PARQUE LINEAR RIBEIRÃOCOCAIA Núcleo E Núcleo D Núcleo B Núcleo A Núcleo C Núcleo F LIMIT OF THE PARK PERIMETER OF THE OF PUBLIC UTILITY DECREE EMAE LIMIT Implantação Geral
  • 75.
    C.E.U. FEITIÇODA VILA AV1 AV3 AV2 EMEF FAIXA PARA ALARGAMENTODA ESTRADA CANALIZADO Characterization PARQUE LINEAR FEITIÇO DA VILA
  • 76.
    PARQUE LINEAR FEITIÇODA VILA Preliminary Study 1 2 2 3 3 2 3 2 4 4 1 - Mirante 2 – Área de Estar 3 – Playground 4 – Passarela de Madeira 5 – Interligação com CEU 5 Rua Feitiço da Vila CEUEME F
  • 77.
  • 78.
  • 79.
    CEU Jambeiro Rua BeneditoL. D´Avila Parque Linear Ribeirão GuaratibaEstrada Itaquera Guaianases Rua Salvador Gianetti Parque Linear Ribeirão Guaratiba Córrego Itaquera Córrego Itaquera-Mirim Córrego Ribeirão Guaratiba Divisa de Itaquera / Guaianases PARQUE LINEAR RIBEIRÃO GUARATIBA
  • 80.
    Implantação Geral Núcleo 2 Núcleo3 Núcleo 5 Núcleo 6 Núcleo 7 Núcleo 8 Núcleo 1 Núcleo 9 PARQUE LINEAR RIBEIRÃO CAULIM
  • 82.
  • 83.
    PARQUE LINEAR RIOVERDE Sub-bacia do Rio Verde Fase 1 Proposta p/ Fase 2 • Nascente: Pq. do Carmo • Foz: córrego Jacú
  • 84.
    Etapa 1 -Obra de Gabion Concluded Before After AREA 5 – Rua José Cerqueira Bastos PARQUE LINEAR DO SAPÉ
  • 85.
    PARQUE LINEAR DOSAPÉ BEFORE AFTER AREA 5 – Area of pluvial retention / storage
  • 86.
    Etapa 2 –A5 in progress BEFORE AFTER Rua José Cerqueira Bastos PARQUE LINEAR DO SAPÉ
  • 87.
    PARQUE LINEAR JABOTICABAL Remainingarea next to the right side of the marginal da via anchieta Jaboticabal Stream - Embocadura da Travessia sob a Via Anchieta / Rua Góes Raposo a esquerda
  • 88.
    Córrego Jaboticabal /Rua Góes Raposo a direita Córrego Jaboticabal / Rua Cachoeira Dourada aos fundos PARQUE LINEAR JABOTICABAL
  • 89.
    Rua Góes Raposoaos fundos Rua Cachoeira Dourada a direita PARQUE LINEAR JABOTICABAL
  • 90.
    Vista da RuaManuel Salgado a jusante Rua Manuel Salgado a jusante PARQUE LINEAR JABOTICABAL
  • 91.
  • 97.
  • 98.
  • 125.
    • Desafios • Aimplementação de um programa de provisão de áreas verdes exige uma articulação intersecretarial; • Novos arranjos institucionais para a gestão do sistema de áreas verdes; • Participação da comunidade na sua concepção para garantir a sua implementação.
  • 126.
    • Sem dúvidatrata-se de um desafio que exige uma reflexão coletiva sobre o projeto de município que a sociedade paulistana do começo do século XXI deseja consolidar.