O documento discute a autogestão na habitação e a luta por moradia digna no Brasil, abordando a colaboração entre comunidades, movimentos sociais e profissionais para promover práticas habitacionais participativas. Destaca a importância de políticas urbanas que respeitem as funções sociais da cidade e a regularização fundiária, além de apresentar exemplos históricos e a evolução de movimentos sociais em defesa do acesso à terra e moradia. A autogestão é apresentada como um meio de empoderamento comunitário, envolvendo a participação dos moradores na construção e na gestão dos espaços urbanos.