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<ul><li>A partir de então, o </li></ul><ul><li>contraste se acentuou e generalizou por todo o país. </li></ul>
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Bem, mas afinal o que são riscos ambientais urbanos?
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O mau uso do solo e o impacto ambiental como respectivo resultado
<ul><li>Ocupação desordenada; </li></ul><ul><li>Riscos industriais;  </li></ul><ul><li>Contaminação química e orgânica.  <...
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IMPACTO AMBIENTAL
IMPACTO AMBIENTAL
Figura 1.2 -  Distribuição dos tipos de desastres naturais no mundo, período 1900-2006 (Marcelino, 2007). Legenda: IN – in...
O Brasil encontra-se entre os países do mundo mais atingidos por inundações e enchentes, tendo registrado 94 desastres cad...
Figura 1.3 -  Distribuição por região dos desastres atendidos pela Defesa Civil Nacional (SEDEC, 2009).
OCUPAÇÃO DO SOLO E DEGRADAÇÃO DE TIBAU-RN
LOCALIZAÇÃO TIBAU-RN
CRESCIMENTO DA CIDADE SEM O DEVIDO PLANEJAMENTO <ul><li>DESRESPEITO A LEGISLAÇÃO </li></ul><ul><li>AMPLIAÇÃO DA DEGRADAÇÃO...
AGRESSÕES AO MEIO AMBIENTE Destruição Vegetação
AGRESSÕES AO MEIO AMBIENTE Descarga de efluentes na faixa de praia
Edificações  nos topos de Falésias Perspectiva Área de Estudo Falésias Vivas e Mortas
Remoção de Aterros A remoção irregular de aterros pode acarretar problemas sérios unindo-se a erosão natural dos solos
Normatização <ul><li>Plano Diretor </li></ul><ul><li>Leis municipais </li></ul>
<ul><li>Ter uma postura mais voltada para a prevenção do que para a correção.  </li></ul><ul><li>É bem mais fácil, econômi...
<ul><li>A Prefeitura deve identificar as encostas instáveis e os imóveis em área de riscos, além de cadastrar os moradores...
<ul><li>Quanto aos riscos industriais , os procedimentos são um pouco diferentes, mas a lógica é a mesma. As Prefeituras, ...
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REFERÊNCIAS <ul><li>Desastres naturais: conhecer para prevenir / Lídia Keiko Tominaga, Jair Santoro, Rosangela do Amaral (...
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Slides sobre a ocupação dos solos e os riscos ambientais causados por essas ocupações. Formas corretas de agir nessas situações e projeções para a população futura da terra.

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Ocupação dos solos e riscos ambientais

  1. 1. OCUPAÇÃO DOS SOLOS E RISCOS AMBIENTAIS <ul><li>INTEGRANTES: </li></ul><ul><li>SILVIO SOBRAL </li></ul><ul><li>PAULO AUGUSTO </li></ul><ul><li>IURI ABREU </li></ul><ul><li>CLEITON ANDRÉ </li></ul><ul><li>ROBSON DAYLOR </li></ul><ul><li>RODRIGO DUARTE </li></ul>
  2. 2. <ul><li>O Brasil sofreu um acelerado processo de ocupação do solo. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Em apenas 40 anos </li></ul><ul><li>passou de rural para </li></ul><ul><li>urbano. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>A partir de então, o </li></ul><ul><li>contraste se acentuou e generalizou por todo o país. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Quais foram as conseqüências? </li></ul><ul><li>Desequilíbrio demográfico; </li></ul><ul><li>Inchaço das cidades sem </li></ul><ul><li>acompanhamento da infra-estrutura necessária; </li></ul><ul><li>Desempregos; </li></ul><ul><li>Falta de moradias; </li></ul><ul><li>Violência urbana; </li></ul><ul><li>Impactos ambientais. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Ao longo de nossa existência, nenhum período presenciou, nas cidades brasileiras, modificações tão abrangentes e rápidas, com conseqüências tão catastróficas quanto o último século. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>As alterações introduzidas pelo homem no ambiente foram procedidas de forma rápida e variada, não permitindo que houvesse a recuperação normal da natureza. </li></ul><ul><li>Nas cidades, muitas vezes as alterações são irreversíveis. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>O relevo tem grande influência no processo de urbanização. </li></ul><ul><li>Terrenos com grandes declividades são considerados não apropriados para a ocupação urbana. </li></ul><ul><li>As áreas mais baixas estão mais sujeitas à inundações. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Erosão </li></ul><ul><li>Destruição do solo feito pela água da chuva e pelo vento. </li></ul><ul><li>Conseqüências: </li></ul><ul><li>Perda do solo; </li></ul><ul><li>Deslizamentos; </li></ul><ul><li>Acúmulo de sedimentos; </li></ul><ul><li>Danos à fauna; </li></ul><ul><li>Prejuízos sociais e econômicos. </li></ul>
  10. 13. Bem, mas afinal o que são riscos ambientais urbanos?
  11. 14. Podemos resumir em riscos decorrentes do uso e ocupação do solo urbano, com destaque para a ocupação desordenada, riscos industriais, contaminação química e orgânica.
  12. 15. São incontáveis os casos de disposição irregular de lixo tóxico industrial, contaminando o solo e os mananciais. É necessário exigir, permanentemente, que as empresas destinem seu lixo tóxico para os aterros industriais, ao mesmo tempo em que a disposição irregular e ilegal deve ser severamente reprimida.
  13. 18. O mau uso do solo e o impacto ambiental como respectivo resultado
  14. 19. <ul><li>Ocupação desordenada; </li></ul><ul><li>Riscos industriais; </li></ul><ul><li>Contaminação química e orgânica. </li></ul>
  15. 20. <ul><li>Lamentáveis exemplos: </li></ul><ul><li>Refinaria de Manguinhos no centro do Rio de Janeiro; </li></ul><ul><li>A contaminação química de origem industrial como ocorreu em Cataguases e em Paulínia; </li></ul><ul><li>A contaminação orgânica por falta de saneamento básico. </li></ul>
  16. 22. IMPACTO AMBIENTAL
  17. 23. IMPACTO AMBIENTAL
  18. 24. Figura 1.2 - Distribuição dos tipos de desastres naturais no mundo, período 1900-2006 (Marcelino, 2007). Legenda: IN – inundação, ES – escorregamento, TE – tempestades (furacões, tornados e vendavais), SE – secas, TX – temperatura extrema, IF – incêndios florestais; TR – terremoto; VU - vulcanismo; RE - ressaca. 
  19. 25. O Brasil encontra-se entre os países do mundo mais atingidos por inundações e enchentes, tendo registrado 94 desastres cadastrados (segundo os critérios já comentados) no período de 1960 a 2008, com 5.720 mortes e mais de 15 milhões de pessoas afetadas (desabrigados/desalojados). Considerando somente os desastres hidrológicos que englobam inundações, enchentes e movimentos de massa, em 2008 o Brasil esteve em 10º lugar entre os países do mundo em número de vítimas de desastres naturais, com 1,8 milhões de pessoas afetadas (OFDA/CRED, 2009).
  20. 26. Figura 1.3 - Distribuição por região dos desastres atendidos pela Defesa Civil Nacional (SEDEC, 2009).
  21. 27. OCUPAÇÃO DO SOLO E DEGRADAÇÃO DE TIBAU-RN
  22. 28. LOCALIZAÇÃO TIBAU-RN
  23. 29. CRESCIMENTO DA CIDADE SEM O DEVIDO PLANEJAMENTO <ul><li>DESRESPEITO A LEGISLAÇÃO </li></ul><ul><li>AMPLIAÇÃO DA DEGRADAÇÃO </li></ul>
  24. 30. AGRESSÕES AO MEIO AMBIENTE Destruição Vegetação
  25. 31. AGRESSÕES AO MEIO AMBIENTE Descarga de efluentes na faixa de praia
  26. 32. Edificações nos topos de Falésias Perspectiva Área de Estudo Falésias Vivas e Mortas
  27. 33. Remoção de Aterros A remoção irregular de aterros pode acarretar problemas sérios unindo-se a erosão natural dos solos
  28. 34. Normatização <ul><li>Plano Diretor </li></ul><ul><li>Leis municipais </li></ul>
  29. 35. <ul><li>Ter uma postura mais voltada para a prevenção do que para a correção. </li></ul><ul><li>É bem mais fácil, econômico e menos doloroso, prevenir que remediar. </li></ul><ul><li>A Prefeitura deve construir uma integração eficaz com a Defesa Civil e com o Órgão Ambiental Estadual , para que, diante de qualquer acidente, a reação à emergência seja eficaz. Não importa se estamos falando de ocupação desordenada, de riscos industriais ou de contaminação química e orgânica. Em qualquer caso a coordenação com Município com a Defesa Civil e o Órgão Ambiental Estadual é fundamental e deve ser efetivada, precisando apenas de boa vontade. </li></ul><ul><li>A Prefeitura deve organizar o mapeamento dos riscos urbanos, quaisquer que sejam. Conhecer a localização exata dos riscos e seu impacto na região de entorno é importante para planejar a medidas de controle e de resposta às emergências. </li></ul>
  30. 36. <ul><li>A Prefeitura deve identificar as encostas instáveis e os imóveis em área de riscos, além de cadastrar os moradores. Isto feito, em conjunto com a Defesa Civil, deve orientar os moradores sobre os cuidados para reconhecer os sinais de deslizamento ou escorregamento da encosta, para que possam abandonar os imóveis em segurança. </li></ul><ul><li>Com o monitoramento das características da encosta e do índice pluviométrico, com o auxilio da Defesa Civil, a Prefeitura deve decidir o momento em que os imóveis serão interditados e os moradores evacuados, se preciso com auxilio de força policial. É claro que deve existir um plano municipal de emergência, no qual seja previsto como e para onde o morador evacuado será temporariamente alojado, com as melhores condições possíveis. </li></ul>
  31. 37. <ul><li>Quanto aos riscos industriais , os procedimentos são um pouco diferentes, mas a lógica é a mesma. As Prefeituras, a Defesa Civil, os Bombeiros e a Polícia devem conhecer detalhadamente os planos de contingência das industrias em área urbana. As empresas devem ter a consciência e a responsabilidade de manter estes órgãos informados sobre os riscos e seus controles, bem como os procedimentos de resposta aos eventuais acidentes. </li></ul><ul><li>No caso da contaminação química e orgânica, estamos diante de um grande drama nacional. São incontáveis os casos de disposição irregular de lixo tóxico industrial, contaminando o solo e os mananciais. É necessário exigir, permanentemente, que as empresas destinem seu lixo tóxico para os aterros industriais, ao mesmo tempo em que a disposição irregular e ilegal deve ser severamente reprimida. </li></ul>
  32. 38. <ul><li>A contaminação orgânica só pode ser minimizada com saneamento básico e com a adequada coleta e tratamento de lixo domiciliar. Não há outra alternativa. </li></ul><ul><li>De qualquer forma, a Prefeitura deve, novamente, fazer o mapeamento das áreas potencialmente, química e/ou organicamente, contaminadas e avaliar as medicas de controle e descontaminação. Mais uma vez, isto exige integração e coordenação com Órgãos Estaduais e Federais, com destaque para a Defesa Civil, a Saúde Pública e a Autoridade Ambiental. </li></ul><ul><li>Este drama nacional só terminará quando as Prefeituras agirem efetivamente no controle e minimização dos riscos ambientais urbanos. </li></ul>
  33. 39. “ O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é inevitavelmente uma guerra contra si mesmo... Temos pela frente um desafio como nunca a humanidade teve, de provar nossa maturidade e nosso domínio, não da natureza, mas de nós mesmos” (Rachel Carson – Prima – Vera Silenciosa)
  34. 40. Crescimento populacional mundial entre os anos de 1800 a 2054 <ul><li>Os índices de mortalidade após a Segunda Guerra Mundial. </li></ul><ul><li>Campanhas de saúde pública e de vacinação. </li></ul><ul><li>Países desenvolvidos, mais urbanizada e menos dependente de grandes famílias. O declínio da mortalidade demorou mais, pois a sociedade foi gradualmente se transformando e se adaptando. </li></ul>
  35. 41. Crescimento populacional mundial entre os anos de 1800 a 2054 <ul><li>Taxas de natalidade estão a diminuir em geral. </li></ul><ul><li>Países desenvolvidos e países em desenvolvimento. </li></ul><ul><li>taxas de mortalidade. doenças, guerras e catástrofes, ou avanços na medicina. </li></ul><ul><li>A ONU publicou várias projeções da população mundial futura, baseadas nos diferentes pressupostos. </li></ul>
  36. 42. Crescimento populacional mundial entre os anos de 1800 a 2054 <ul><li>Escassez de alimentos. Má distribuição mundial. (obesidade e problemas cardiovasculares). </li></ul><ul><li>Aumento da poluição produzida. Degradação de muitos ecossistemas naturais. </li></ul><ul><li>Propagação de epidemias. Avanços dos meios de transporte. </li></ul><ul><li>Mais gente, para menos área habitável. Habitar áreas perigosas susceptíveis a catástrofes. </li></ul><ul><li>Problemas associados à criação de empregos, meios de habitação, transportes, educação e saúde. </li></ul>
  37. 43. Crescimento populacional mundial entre os anos de 1800 a 2054 <ul><li>A expansão de serviços de alta qualidade de planejamento familiar e saúde reprodutiva. Evitar gestações indesejadas. </li></ul><ul><li>Prioridades de vários governos de países em desenvolvimento oferecer aos casais e a pessoas individuais serviços e métodos anticoncepcionais apropriados para evitar tais gravidezes. </li></ul><ul><li>Aumentar a escolaridade, especialmente entre as adolescentes. Melhorias na situação econômica, social e jurídica das jovens e das mulheres. </li></ul><ul><li>Melhorar e utilizar recursos alternativos, evitando degradar ainda mais os recursos naturais. </li></ul>
  38. 44. REFERÊNCIAS <ul><li>Desastres naturais: conhecer para prevenir / Lídia Keiko Tominaga, Jair Santoro, Rosangela do Amaral (orgs.) –. São Paulo : Instituto Geológico, 2009. </li></ul><ul><li>Artigo: Riscos Ambientais Urbanos / Henrique Cortez, ambientalista. Publicado na Revista Mais Brasil, novembro/2003 . </li></ul><ul><li>Avaliação e análise de riscos ambientais, Planejamento e Gestão Ambiental / Engº Antonio Fernando Navarro, M.Sc. Universidade da Região de Joinville – UNIVILLE , 2004. </li></ul><ul><li>Site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Crescimento_populacional , acesso em 22/11/2011 </li></ul><ul><li>Site: http://ongmeam.blogspot.com/2010/11/conta-gota-pode-novo-vazamento-atinge-o.html ,acesso em 20/11/2011 </li></ul><ul><li>Site: http://casoshell.blogspot.com/2010/07/enc-caso-shell-paulinia-cetesb-ja.html , acesso em 20/11/2011 </li></ul>

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