SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 7
Baixar para ler offline
Exercício de compensação de ausência
Escolher 30 exercícios e responder
Enviar por e-mail até 14/12
Professora Giovanna Ortiz - RESÍDUOS SÓLIDOS

1. Você é contratado para implantar um aterro sanitário em um município onde a disposição final de
resíduos sólidos urbanos é realizada em um lixão. Sistematize as etapas que você considera necessárias
para a viabilização desse empreendimento. Justifique cada uma dessas etapas.
2. Todos os tipos de resíduos gerados em uma cidade devem ser encaminhados ao aterro sanitário? Por
quê? Responda à pergunta, levando em consideração aspectos ambientais, sociais, sanitários, econômicos
e de sustentabilidade.
3. Aponte soluções viáveis para a disposição final de resíduos, principalmente em grandes centros urbanos.
Tenha em mente a minimização dos impactos sociais, ambientais e de uso e ocupação do solo.
4. Quais os impactos negativos que um aterro sanitário, quando mal projetado, operado e monitorado, traz
para:
A Bacia Hidrográfica? as demais áreas do saneamento – abastecimento de água, esgotamento sanitário,
gerenciamento de resíduos sólidos e drenagem pluvial? a sociedade? a saúde coletiva?
5. Tendo por base a política dos 3Rs (redução, reutilização e reciclagem), quais ações poderiam ser
adotadas para se aumentar a vida útil dos aterros? Discuta essas ações.
6. Quais os requisitos legais para projetar, implantar e operar um aterro sanitário?
7. Qual(is) material(is) pode(m) ser usado(s) na impermeabilização da base de um aterro? Por quê? Qual(is)
são os critérios de escolha do material a ser utilizado na impermeabilização de base?
8. Considere um aterro sanitário ainda em operação, com área útil de 6 ha, recebendo cerca de 400 t/d de
RSU. Suponha que o aterro esteja localizado em um município onde a chuva média anual é de
1.500mm/ano. Calcule (adote os parâmetros adequados e justifique os valores adotados): a vazão média
de lixiviado gerado; a seção transversal do dreno de lixiviados (área e dimensões); o espaçamento entre
drenos de lixiviado (em planta) para que a altura máxima de lixiviado no corpo do aterro seja de 30 cm.
9. Quais são os aspectos mais relevantes para se atestar à viabilidade de implantação de sistema de
compostagem?
10. Qual sistema de compostagem seria viável economicamente para ser adotado nos municípios
brasileiros? Quais são os benefícios e dificuldades do sistema?
11. Dimensionamento de pátios de compostagem.
Dados:
Município de 22.000 habitantes:
Unidade de compostagem de baixo custo, ou seja, sistemas windrow;
Reviramento não é mecanizado;
Q = Geração de resíduos orgânicos: 12.000kg;
D = Densidade da mistura: 600 kg/m3; Leiras de dimensão triangular – B = 2,0 m e H = 1,5m;
d = Período de compostagem: 120 dias;
f = Fator de segurança: 10%.
12. A origem da poluição difusa é bastante diversificada, vai desde o desgaste causado pelos veículos, passa
pelo lixo acumulado nas ruas e calçadas, absorve resíduos orgânicos, concentra materiais de indústrias,
enfim, é provocada por vários fatores poluentes. É possível ter um monitoramento de controle da sua
origem?
13. Existe a visão de que a preservação da várzea natural representa uma forma de controle de enchentes e
também da qualidade da água por ser mantida a capacidade assimilativa natural do ecossistema. Como isso
pode ser aplicado numa nas cidades?
14. O instrumento técnico-jurídico da gestão de espaço urbano é o Plano Diretor das Prefeituras. Na sua
concepção, existe uma inadequação do uso e ocupação do solo da Região Metropolitana, que gera um
aumento da poluição por carga difusa?
15. Você apontaria alguma alternativa que já deu certo em outros centros urbanos para a minimização da
poluição difusa?
16. O setor privado, em determinadas situações, foi um predador do meio ambiente (como também os
setores públicos). Você acha que ele poderia se redimir numa parceria com as esferas públicas para a
recuperação de nossa esfera ambiental? Como você analisa esse tipo de parceria?
17. A Lei nº 12.305 de 02/08/10 – Política Nacional de Resíduos Sólidos, cita os padrões sustentáveis de
produção e consumo como a produção e consumo de bens e serviços de forma a atender as necessidades
das atuais gerações e permitir melhores condições de vida, sem comprometer a qualidade ambiental e o
atendimento das necessidades das gerações futuras.
18. Nossa sociedade de modo geral consome cada vez mais os recursos naturais uma vez que adquire
produtos que em pouco tempo será descartado. Em sua opinião existem mecanismos que podem garantir
padrões sustentáveis de consumo? Quais?
19. Ainda sobre a Lei nº 12.305 de 02/08/10 a PNRS apresentam a responsabilidade compartilhada pelo
ciclo de vida dos produtos: conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes,
importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores (...), para minimizar o volume de resíduos
sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade
ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos.
De que maneira prática de que forma poderíamos garantir a responsabilidade durante todo o ciclo de vida
dos produtos.
20. A articulação entre as diferentes esferas do poder público, e destas com o setor empresarial, com vistas
à cooperação técnica e financeira para a gestão integrada de resíduos sólidos e - a cooperação técnica e
financeira entre os setores públicos e privados para o desenvolvimento de pesquisas de novos produtos,
métodos, processos e tecnologias de gestão, reciclagem, reutilização, tratamento de resíduos e disposição
final ambientalmente adequada de rejeitos estão presentes na Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Dê exemplos práticos de parcerias e cooperações técnicas, financeira e científica que poderiam ocorrer a
fim de equacionar a problemática dos resíduos sólidos nas cidades brasileiras.
21. Um dos grandes desafios dos próximos anos será encontrar áreas disponíveis para a disposição de
resíduos ou investimentos de novas tecnologias para a disposição final ambientalmente correta dos
resíduos. No que diz respeito à construção de aterros sanitários nas grandes cidades existem escassez ou
inexistência de áreas para disposição final de resíduos e, além disso, conflitos de usos de solo. Neste
sentido quais seriam as alternativas para resolver estes problemas.
22. Qual a lei ou decreto que proíbe o uso do tratamento biológico dos resíduos através da Técnica
Landfarming? No Estado de São Paulo?
23. Uns dos grandes problemas do gerenciamento dos resíduos municipais por parte das prefeituras estão
associados a limitações de ordem FINANCEIRA; DEFICIÊNCIA NA CAPACITAÇÃO TÉCNICA;
DESCONTINUIDADES DE POLÍTICAS; e AUSÊNCIA DE CONTROLE AMBIENTAL. Quais são as alternativas ou
soluções para reverter esta situação.
24. A comparação entre os dados de 2009 e 2008 (ABRELPE, 2009) evidencia que houve um crescimento na
destinação final adequada dos RSU coletados, consolidando-se assim o fato positivo de que mais da
metade dos resíduos urbanos coletados no Brasil são corretamente tratados. No entanto, a constatação de
que quase 22 milhões de toneladas tiveram destinação em aterros controlados ou lixões, os quais não
garantem a devida proteção ambiental, com sérios riscos de degradação, demonstra que a universalização
destes serviços ainda está bem distante. Pensando nos passivos ambientais gerados pela destinação
inadequada dos resíduos, quais as possíveis medidas reparatórias a fim de minimizar os impactos
ambientais gerados.
25. Segundo estimativas realizadas na Região Metropolitana de Campinas (Agemcamp, 2009) o município
de Americana bem como as demais cidades da região se implantassem um gerenciamento dos resíduos
com: COLETA SELETIVA e destinação adequada; RECICLAGEM DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL;
COMPOSTAGEM COM RESTOS DE ALIMENTOS e DE PODAS E VARRIÇÃO dos 140ton/dia gerados na cidade
de Americana apenas 29,68 ton/dia deveria ir para o aterro sanitário. De forma prática como poderíamos
viabilizar este processo para que cada item pudesse contribuir, minimizando a quantidade de resíduos
encaminhados para o aterro sanitário.
26. Apresente um fluxograma que represente um sistema de gerenciamento dos resíduos sólido urbano,
eficaz a partir de um ponto gerador – Residência. (tratamentos e destinação final)
27. Porque é importante conhecer as características físicas, químicas e biológicas dos resíduos urbanos?
28. Um dos pontos fundamentais da coleta e transporte dos resíduos sólidos é o horário e a freqüência da
coleta por razões climáticas no Brasil o tempo decorrido entre a geração do lixo domiciliar e seu destino
final não deve exceder uma semana para evitar proliferação de moscas, aumento do mau cheiro e a
atratividade que o lixo exerce sobre roedores, insetos e outros animais. Em algumas cidades a coleta de lixo
doméstico ocorrem de 3 a 2 vezes por semana. Na fase de geração dos resíduos até a destinação final quais
os mecanismos para garantir que os resíduos sejam encaminhados ao destino correto entendendo que a
coleta de 2 ou 3 vezes por semana acaba gerando alguns transtornos e inconvenientes para a população e
para meio ambiente.
29. A coleta de lixo em cidades turísticas e em favelas merece cuidados especiais, pois nas cidades turísticas
a quantidade de lixo a ser coletado varia com a sazonalidade. Já nas favelas a dificuldade de acesso nas
vielas em geral estreitas ou íngremes. Quais as alternativas ambientalmente corretas para equacionar este
problema.
30. As estações de transferência, ou transbordo, têm como objetivo reduzir o tempo gasto de transporte e
conseqüentemente os custos com o deslocamento do caminhão coletor desde o ponto final do roteiro até
o local de disposição final do lixo. Esta solução costuma ser empregada quando as áreas disponíveis para
disposição do lixo se encontram muito afastadas dos locais de coleta. Embora para escolha das áreas de
transbordo uma série de normas e regulamentos deva ser seguida na prática muita estações acabam
causando impactos ambientais por não manter as regras de funcionamento e pela escassez de fiscalização.
Apresente argumentos sobre a importância das estações de transbordo e se existem alternativas bem
como medidas mitigadoras causadas pelos impactos ambientais das estações de transbordos
31. Ao elaborar o plano de gestão de resíduos sólidos urbanos é essencial estudar a taxa de coletas e os
custos deste tipo de serviço. Uma forma bastante comum é estudar os valores dos serviços e comparando
com outras cidades. Quais seriam as restrições e os aspectos positivos em comparar uma cidade com a
outra.
32. Nos espaços urbanos encontramos diversos tipos de resíduos que vão desde partículas resultantes de
abrasão da pavimentação a rejeitos de cães e embalagens. Como combater essa realidade nas cidades
brasileiras?
33. O Projeto Lixo Marinho surgiu com a idéia de estabelecer um Programa Brasileiro de Monitoramento
do Lixo Marinho, vista a eminente necessidade de ações mitigadoras e corretivas em relação a este
problema da poluição marinha. As fontes do lixo marinho são usualmente descritas na literatura como
fontes baseadas em terra, que incluem os freqüentadores das praias, os sistemas de drenagem de rios e
esgotos e a própria geração de resíduos nas cidades costeiras, e fontes baseadas no mar, representadas
por navios e barcos de pesca e pelas plataformas oceânicas etc. (projetolixomarinho.org). Quais medidas
necessárias para combater o lixo nas praias?
34. A Resolução CONAMA nº 275, de 25/4/2001 estabelece o código de cores para os diferentes tipos de
resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas
informativas para a coleta seletiva. Estabeleça a relação entre os diferentes tipos de resíduos e as cores
definidas na Resolução CONAMA.
35. Segundo a PNRS Lei nº 12.305 de 02/08/10 a disposição final ambientalmente adequada é aquela
onde?
36. Na lei nº 12.305 PNRS 02/08/10 o art. 9° reza que na gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos deve
ser observada a uma ordem de prioridade, qual?
37. O princípio “poluidor pagador” significa dizer que a “cada gerador é responsável pela manipulação e
destinação final de seu resíduo” Este princípio esta estabelecida em qual lei?
38. O modelo de gerenciamento dos resíduos sólidos municipais está pautado no DIAGNÓSTICO DA
SITUAÇÃO; TRAÇAR AÇÕES PRIORITÁRIAS PARA GERENCIAMENTO INTEGRADO; e REALIZAR O PLANO DE
GESTÃO. Este modelo de gerenciamento deve conter quais princípios?
39. A geração dos Resíduos Sólidos da Região Metropolitana de Campinas é classificada segundo sua
geração em: RUIM de 1,358 a 0,816 hab/dia; RAZOÁVEL de 0,815 a 0,790 hab/dia; BOA de 0,789 a 0, 373
hab/dia. Alguns fatores influenciam a geração per capta quais são? E quais cidades geraram mais resíduos
sólidos segundo Agemcamp (2009)?
40. Os resíduos podem ser classificados segundo sua NATUREZA FÍSICA; COMPOSIÇÃO QUÍMICA; RISCOS
PONTENCIAIS AO MEIO AMBIENTE; e ORIGEM. Com relação à classificação quanto a origem é correto dizer
que são resíduos?
41. A análise do lixo pode ser realizada segundo suas características físicas, químicas e biológicas. Sobre as
características físicas é certo dizer o que?
42. O acondicionamento dos resíduos é fundamental para que não ocorra o que? As normas da ABNT para
acondicionamento de lixo - Sacos Plásticos/Classificação e Sacos Plásticos para Coleta de Lixo /
Especificação. São respectivamente?
43. Uma varredeira mecânica de grande porte pode varrer, em média, cerca de 30 km de sarjeta por turno.
Considerando-se que um trabalhador varre em média 2 km de sarjeta por turno, a varredeira substituiria
cerca de 15 varredores manuais. O custo do aluguel de uma varredeira mecânica de grande porte é de
cerca de R$13.000,00/mês, enquanto o custo com um varredor (salários mais encargos sociais) é de
aproximadamente R$730,00/mês. Verifica-se, portanto, que o custo de uma varredeira equivale a?
44. O número Iíquido de trabalhadores, isto e, a mão-de-obra estritamente necessária para a varredura, é
determinada da seguinte maneira: N° de garis = Extensão linear total / Velocidade média de varrição Em
uma cidade com 10 mil metros de ruas calçadas, com muito tráfego e 2 sarjetas e com freqüência de
varrição estabelecida em três vezes por semana, verificou-se uma velocidade média de varrição, com um só
homem, de 180 m/h, ou seja, 1.440 metros por homem/dia, considerando oito horas por turno. O número
de garis seria de?
45. Defina a classificação dos resíduos sólidos segundo a NBR10004. Dê exemplos.
46. As cidades brasileiras, a geração é da ordem de 0,60 a 0,70kg/hab./dia. Este dado fundamental deve ser
levado em conta no dimensionamento do número de veículos a serem utilizados na coleta do lixo
domiciliar. Caso a produção de lixo por pessoa/dia seja, por exemplo, de 0,70kg e a população de 200 mil
habitantes, o peso do lixo a ser recolhido por dia será de?
47. A importância da limpeza de logradouros públicos está pautada em aspectos sanitários, estéticos e de
segurança. Defina cada um deles.
48. Quais são os principais benefícios ambientais da reciclagem dos materiais existentes no lixo (plásticos,
papéis, metais e vidros)?
49. Uma fábrica de pilhas, baterias e produtos derivados de petróleo se instalou em uma área industrial
próxima a um rio que abastece uma comunidade rural, onde residem e trabalham quase cem pessoas. Por
falta de manutenção da planta industrial da fábrica, houve falha no processo de tratamento de efluentes,
provocando o vazamento de grande quantidade de resíduos para o rio e causando dano significativo na sua
qualidade hídrica, na fauna e flora aquática, assim como na saúde e economia da comunidade, que
dependia exclusivamente do manancial para sobreviver e manter sua lavoura.
Com relação a esse caso e com base nos princípios ambientais, pode-se afirmar que o princípio do poluidorpagador atua de que forma?
50. Um dos principais fatores que garantem o fortalecimento e o sucesso de uma cooperativa de catadores
é a boa comercialização dos materiais recicláveis. Os preços de comercialização serão tão melhores quanto
menos intermediários existirem no processo até o consumidor final, que é a indústria de transformação
(fábrica de garrafas de água sanitária, por exemplo). Entre as principais ações que devem ser empreendidas
no auxílio a uma cooperativa de catadores, quais podem destacar?
51. O plano de gerenciamento de resíduos sólidos deve ter alguns conteúdos mínimos. Quais?
52. Na PNRS o Art. 30 reza que é instituída a responsabilidade pelo ciclo de vida dos produtos, a ser
implementada de forma individualizada e encadeada, abrangendo quais grupos?
53. No Art. 31. a PNRS reza que sem prejuízo das obrigações estabelecidas no plano de gerenciamento de
resíduos sólidos e com vistas a fortalecer a responsabilidade compartilhada e seus objetivos, os fabricantes,
importadores, distribuidores e comerciantes têm responsabilidade que abrange o que?
54. Os resíduos perigosos são aqueles que podem ser nocivos, no presente e no futuro, à saúde dos seres
humanos, de outros organismos e ao meio ambiente. A definição de resíduo perigoso utilizada pela Agência
de Proteção Ambiental americana é: “resíduo sólido ou combinação de resíduos sólidos os quais, devido à
quantidade, concentração, ou características físicas, químicas ou infecciosas os resíduos podem?
55. A articulação entre as diferentes esferas do poder público, e destas com o setor empresarial, com vistas
à cooperação técnica e financeira para a gestão integrada de resíduos sólidos pode ocorrer de que formas?
56. A comparação entre os dados de 2009 e 20010 (ABRELPE, 2009) evidencia que houve um crescimento
na destinação final adequada dos RSU coletados, consolidando-se assim o fato positivo de que mais da
metade dos resíduos urbanos coletados no Brasil são corretamente tratados. Neste sentido, constata-se o
que?
57. Quais são as vantagens no sistema de incineração dos resíduos? Apresente de forma resumida as
etapas do processo de incineração.
58. As abrangências municipais de coleta seletiva mostraram estabilidade em 2009, relativamente aos
percentuais registrados em 2008. Dos 5.565 municípios existentes no Brasil, 56,6% (em 2008 o percentual
foi de 55,9%) afirmaram participar da coleta seletiva. Isso significa que os municípios tem participado
efetivamente da coleta seletiva?
59. O Projeto Lixo Marinho surgiu com a idéia de estabelecer um Programa Brasileiro de Monitoramento
do Lixo Marinho, vista a eminente necessidade de ações mitigadoras e corretivas em relação a este
problema da poluição marinha. As fontes do lixo marinho são usualmente descritas na literatura como
fontes baseadas em?
60. Sobre as Medidas de Produtividades da Coleta de Resíduos é certo dizer que?
61. Os indicadores de eficiência operacional da coleta de resíduos pode ser medida através de fatores?
62. Define-se compostagem como o processo natural de decomposição biológica de materiais orgânicos
(aqueles que possuem carbono em sua estrutura), de origem animal e vegetal, pela ação de
micoorganismos. Sobre a compostagem é certo dizer que pode ser aeróbia e anaeróbia? Explique.
63. É comum proceder ao tratamento de resíduos industriais com vistas à sua reutilização ou, pelo menos,
torná-los inertes. Contudo, dada a diversidade dos mesmos, não existe um processo preestabelecido,
havendo sempre a necessidade de realizar uma pesquisa e o desenvolvimento de processos
economicamente viáveis. Em termos práticos, é certo dizer que os processos de tratamento mais comum
são:
I - neutralização, para resíduos com características ácidas ou alcalinas
II - secagem ou mescla, que é a mistura de resíduos com alto teor de umidade com outros resíduos secos
ou com materiais inertes, como serragem
III - encapsulamento, que consiste em revestir os resíduos com uma camada de resina sintética
impermeável e de baixíssimo índice de lixiviação
IV -incorporação, onde os resíduos são agregados à massa de concreto ou de cerâmica em uma quantidade
tal que não prejudique o meio ambiente, ou ainda que possam ser acrescentados a materiais combustíveis
sem gerar gases prejudiciais ao meio ambiente após a queima
V - processos de destruição térmica, como incineração e pirólise.
64. São muitas as tecnologias para tratamento de resíduos de serviços de saúde. Todavia, novas tecnologias
foram desenvolvidas, dando origem a diferentes processos já comercialmente disponíveis. Qualquer que
seja a tecnologia de tratamento a ser adotada, ela terá que atender às seguintes premissas:
I - promover a redução da carga biológica dos resíduos, de acordo com os padrões exigidos, ou seja,
eliminação do bacillus stearothermophilus no caso de esterilização, e do bacillus subtyllis, no caso de
desinfecção;
II - atender aos padrões estabelecidos pelo órgão de controle ambiental do estado para emissões dos
efluentes líquidos e gasosos;
III - descaracterizar os resíduos, no mínimo impedindo o seu reconhecimento como lixo hospitalar;
IV - processar volumes significativos em relação aos custos de capital e de operação do sistema, ou seja, ser
economicamente viável em termos da economia local.
São verdadeiras?
65. A escolha do tipo de recipiente para o acondicionamento dos resíduos sólidos deve apresentar quais
características?
66. Segundo estimativas realizadas na Região Metropolitana de Campinas (Agemcamp, 2009) o município
de Americana bem como as demais cidades da região se implantassem um gerenciamento dos resíduos
com dos 140ton/dia gerados na cidade de Americana apenas 29,68 ton/dia deveria ir para o aterro
sanitário. O gerenciamento adequado contempla quais etapas?

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Aula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativas
Aula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativasAula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativas
Aula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativasGiovanna Ortiz
 
BIOLOGIA - 2ª SÉRIE - HABILIDADE DA BNCC - (EM13CNT206) D3
BIOLOGIA - 2ª SÉRIE - HABILIDADE DA BNCC - (EM13CNT206) D3BIOLOGIA - 2ª SÉRIE - HABILIDADE DA BNCC - (EM13CNT206) D3
BIOLOGIA - 2ª SÉRIE - HABILIDADE DA BNCC - (EM13CNT206) D3GernciadeProduodeMat
 
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)Giovanna Ortiz
 
Aula 2 leg. ambiental_claudia do valle
Aula 2 leg. ambiental_claudia do valleAula 2 leg. ambiental_claudia do valle
Aula 2 leg. ambiental_claudia do valleLxa Alx
 
Aula 09 legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
Aula 09   legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)Aula 09   legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
Aula 09 legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
A utilização da água na indústria - Gestão de Recursos Hídricos
A utilização da água na indústria - Gestão de Recursos HídricosA utilização da água na indústria - Gestão de Recursos Hídricos
A utilização da água na indústria - Gestão de Recursos HídricosUNICAMP/SP
 
Aula 4 explicação decantadores dimensionamento
Aula 4 explicação decantadores dimensionamentoAula 4 explicação decantadores dimensionamento
Aula 4 explicação decantadores dimensionamentoGiovanna Ortiz
 
Educação Ambiental e Mudanças de Hábitos
Educação Ambiental e Mudanças de HábitosEducação Ambiental e Mudanças de Hábitos
Educação Ambiental e Mudanças de Hábitoscarlosbidu
 
Apostila tratamento de efluentes industriais
Apostila   tratamento de efluentes industriaisApostila   tratamento de efluentes industriais
Apostila tratamento de efluentes industriaisLivia Iost Gallucci
 
Preservação do Meio Ambiente
Preservação do Meio AmbientePreservação do Meio Ambiente
Preservação do Meio AmbientePedro
 
Aula 6 dimensionamento de lagoa aerada facultativa2
Aula 6   dimensionamento de lagoa aerada facultativa2Aula 6   dimensionamento de lagoa aerada facultativa2
Aula 6 dimensionamento de lagoa aerada facultativa2Giovanna Ortiz
 

Mais procurados (20)

Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
 
Cuidar do meio ambiente
Cuidar do meio ambienteCuidar do meio ambiente
Cuidar do meio ambiente
 
Aula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativas
Aula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativasAula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativas
Aula 6 lagoas de estabilização e lagoas facultativas
 
BIOLOGIA - 2ª SÉRIE - HABILIDADE DA BNCC - (EM13CNT206) D3
BIOLOGIA - 2ª SÉRIE - HABILIDADE DA BNCC - (EM13CNT206) D3BIOLOGIA - 2ª SÉRIE - HABILIDADE DA BNCC - (EM13CNT206) D3
BIOLOGIA - 2ª SÉRIE - HABILIDADE DA BNCC - (EM13CNT206) D3
 
Aula 14 tratamentos biológicos - 27.10
Aula 14   tratamentos biológicos - 27.10Aula 14   tratamentos biológicos - 27.10
Aula 14 tratamentos biológicos - 27.10
 
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
 
Aula SUSTENTABILIDADE
Aula SUSTENTABILIDADEAula SUSTENTABILIDADE
Aula SUSTENTABILIDADE
 
Aula 2 leg. ambiental_claudia do valle
Aula 2 leg. ambiental_claudia do valleAula 2 leg. ambiental_claudia do valle
Aula 2 leg. ambiental_claudia do valle
 
Aula 09 legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
Aula 09   legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)Aula 09   legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
Aula 09 legislação aplicada e padrões - prof. nelson (area 1)
 
A utilização da água na indústria - Gestão de Recursos Hídricos
A utilização da água na indústria - Gestão de Recursos HídricosA utilização da água na indústria - Gestão de Recursos Hídricos
A utilização da água na indústria - Gestão de Recursos Hídricos
 
Educação ambiental
Educação ambientalEducação ambiental
Educação ambiental
 
Slides - Reciclagem
Slides - ReciclagemSlides - Reciclagem
Slides - Reciclagem
 
Aula 4 explicação decantadores dimensionamento
Aula 4 explicação decantadores dimensionamentoAula 4 explicação decantadores dimensionamento
Aula 4 explicação decantadores dimensionamento
 
Educação Ambiental e Mudanças de Hábitos
Educação Ambiental e Mudanças de HábitosEducação Ambiental e Mudanças de Hábitos
Educação Ambiental e Mudanças de Hábitos
 
Apostila tratamento de efluentes industriais
Apostila   tratamento de efluentes industriaisApostila   tratamento de efluentes industriais
Apostila tratamento de efluentes industriais
 
Coleta seletiva
Coleta seletivaColeta seletiva
Coleta seletiva
 
Sustentabilidade
SustentabilidadeSustentabilidade
Sustentabilidade
 
Preservação do Meio Ambiente
Preservação do Meio AmbientePreservação do Meio Ambiente
Preservação do Meio Ambiente
 
Aula 6 dimensionamento de lagoa aerada facultativa2
Aula 6   dimensionamento de lagoa aerada facultativa2Aula 6   dimensionamento de lagoa aerada facultativa2
Aula 6 dimensionamento de lagoa aerada facultativa2
 
Meio ambiente powerpoint
Meio ambiente powerpointMeio ambiente powerpoint
Meio ambiente powerpoint
 

Destaque

Dimensionamento de pátio de compostagem
Dimensionamento de pátio de compostagemDimensionamento de pátio de compostagem
Dimensionamento de pátio de compostagemGiovanna Ortiz
 
Dimensionamento de um aterro sanitário2
Dimensionamento de um aterro sanitário2Dimensionamento de um aterro sanitário2
Dimensionamento de um aterro sanitário2Giovanna Ortiz
 
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4Giovanna Ortiz
 
Dimensionamento lagoa anaeróbia
Dimensionamento lagoa anaeróbiaDimensionamento lagoa anaeróbia
Dimensionamento lagoa anaeróbiaGiovanna Ortiz
 
Aula 7b lagoa aeradas decantação
Aula 7b lagoa aeradas decantaçãoAula 7b lagoa aeradas decantação
Aula 7b lagoa aeradas decantaçãoGiovanna Ortiz
 
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa
Exercício dimensionamento de lagoa facultativaExercício dimensionamento de lagoa facultativa
Exercício dimensionamento de lagoa facultativaGiovanna Ortiz
 
Aula 1 questões - qualidade
Aula 1   questões - qualidadeAula 1   questões - qualidade
Aula 1 questões - qualidadeGiovanna Ortiz
 
Aula 7a dimensionamento lagoa anaeróbia
Aula 7a dimensionamento lagoa anaeróbiaAula 7a dimensionamento lagoa anaeróbia
Aula 7a dimensionamento lagoa anaeróbiaGiovanna Ortiz
 
Dimensionamento de lodos ativados como pós tratamento de uasb
Dimensionamento de lodos ativados como pós tratamento de uasbDimensionamento de lodos ativados como pós tratamento de uasb
Dimensionamento de lodos ativados como pós tratamento de uasbGiovanna Ortiz
 
Visa anvisa - manual de gerenciamento dos residuos de serviços de saúde
Visa   anvisa - manual de gerenciamento dos residuos de serviços de saúdeVisa   anvisa - manual de gerenciamento dos residuos de serviços de saúde
Visa anvisa - manual de gerenciamento dos residuos de serviços de saúdeHEBERT ANDRADE RIBEIRO FILHO
 
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOSCLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOSMayke Jhonatha
 

Destaque (12)

Dimensionamento de pátio de compostagem
Dimensionamento de pátio de compostagemDimensionamento de pátio de compostagem
Dimensionamento de pátio de compostagem
 
Dimensionamento de um aterro sanitário2
Dimensionamento de um aterro sanitário2Dimensionamento de um aterro sanitário2
Dimensionamento de um aterro sanitário2
 
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
 
Provinha
ProvinhaProvinha
Provinha
 
Dimensionamento lagoa anaeróbia
Dimensionamento lagoa anaeróbiaDimensionamento lagoa anaeróbia
Dimensionamento lagoa anaeróbia
 
Aula 7b lagoa aeradas decantação
Aula 7b lagoa aeradas decantaçãoAula 7b lagoa aeradas decantação
Aula 7b lagoa aeradas decantação
 
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa
Exercício dimensionamento de lagoa facultativaExercício dimensionamento de lagoa facultativa
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa
 
Aula 1 questões - qualidade
Aula 1   questões - qualidadeAula 1   questões - qualidade
Aula 1 questões - qualidade
 
Aula 7a dimensionamento lagoa anaeróbia
Aula 7a dimensionamento lagoa anaeróbiaAula 7a dimensionamento lagoa anaeróbia
Aula 7a dimensionamento lagoa anaeróbia
 
Dimensionamento de lodos ativados como pós tratamento de uasb
Dimensionamento de lodos ativados como pós tratamento de uasbDimensionamento de lodos ativados como pós tratamento de uasb
Dimensionamento de lodos ativados como pós tratamento de uasb
 
Visa anvisa - manual de gerenciamento dos residuos de serviços de saúde
Visa   anvisa - manual de gerenciamento dos residuos de serviços de saúdeVisa   anvisa - manual de gerenciamento dos residuos de serviços de saúde
Visa anvisa - manual de gerenciamento dos residuos de serviços de saúde
 
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOSCLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
 

Semelhante a Exercícios de compensação de ausências

Manual de educação ambiental vol 4
Manual de educação ambiental vol 4Manual de educação ambiental vol 4
Manual de educação ambiental vol 4Ananda Helena
 
Aula 02 a política nacional de resíduos sólidos e a reciclagem de materiais
Aula 02   a política nacional de resíduos sólidos e a reciclagem de materiaisAula 02   a política nacional de resíduos sólidos e a reciclagem de materiais
Aula 02 a política nacional de resíduos sólidos e a reciclagem de materiaisJulyanne Rodrigues
 
Plano nacional de resíduos sólidos - Jussara Hickson
Plano nacional de resíduos sólidos - Jussara HicksonPlano nacional de resíduos sólidos - Jussara Hickson
Plano nacional de resíduos sólidos - Jussara HicksonNativa Socioambiental
 
Sistema de Informação para Leilão e Comercialização de Resíduos Recicláveis n...
Sistema de Informação para Leilão e Comercialização de Resíduos Recicláveis n...Sistema de Informação para Leilão e Comercialização de Resíduos Recicláveis n...
Sistema de Informação para Leilão e Comercialização de Resíduos Recicláveis n...REDERESÍDUO
 
Seminário Boas Práticas - Diálogo Sustentável - Marca Ambiental - Mirela Chia...
Seminário Boas Práticas - Diálogo Sustentável - Marca Ambiental - Mirela Chia...Seminário Boas Práticas - Diálogo Sustentável - Marca Ambiental - Mirela Chia...
Seminário Boas Práticas - Diálogo Sustentável - Marca Ambiental - Mirela Chia...Cra-es Conselho
 
Projeto tratamento de lixo piloto sairé
Projeto  tratamento de lixo  piloto sairéProjeto  tratamento de lixo  piloto sairé
Projeto tratamento de lixo piloto sairéIce Brasil
 
Lei da logística reversa
Lei da logística reversaLei da logística reversa
Lei da logística reversaAnderson Santos
 
PGRS Arroio dos Ratos
PGRS Arroio dos RatosPGRS Arroio dos Ratos
PGRS Arroio dos RatosSâmara Gomes
 
Centro de certificação_de_destinação _campinas
Centro de certificação_de_destinação _campinasCentro de certificação_de_destinação _campinas
Centro de certificação_de_destinação _campinaspbjunior
 

Semelhante a Exercícios de compensação de ausências (11)

Manual de educação ambiental vol 4
Manual de educação ambiental vol 4Manual de educação ambiental vol 4
Manual de educação ambiental vol 4
 
Aula 02 a política nacional de resíduos sólidos e a reciclagem de materiais
Aula 02   a política nacional de resíduos sólidos e a reciclagem de materiaisAula 02   a política nacional de resíduos sólidos e a reciclagem de materiais
Aula 02 a política nacional de resíduos sólidos e a reciclagem de materiais
 
Plano nacional de resíduos sólidos - Jussara Hickson
Plano nacional de resíduos sólidos - Jussara HicksonPlano nacional de resíduos sólidos - Jussara Hickson
Plano nacional de resíduos sólidos - Jussara Hickson
 
Sistema de Informação para Leilão e Comercialização de Resíduos Recicláveis n...
Sistema de Informação para Leilão e Comercialização de Resíduos Recicláveis n...Sistema de Informação para Leilão e Comercialização de Resíduos Recicláveis n...
Sistema de Informação para Leilão e Comercialização de Resíduos Recicláveis n...
 
Seminário Boas Práticas - Diálogo Sustentável - Marca Ambiental - Mirela Chia...
Seminário Boas Práticas - Diálogo Sustentável - Marca Ambiental - Mirela Chia...Seminário Boas Práticas - Diálogo Sustentável - Marca Ambiental - Mirela Chia...
Seminário Boas Práticas - Diálogo Sustentável - Marca Ambiental - Mirela Chia...
 
Aula 03.pptx
Aula 03.pptxAula 03.pptx
Aula 03.pptx
 
Projeto tratamento de lixo piloto sairé
Projeto  tratamento de lixo  piloto sairéProjeto  tratamento de lixo  piloto sairé
Projeto tratamento de lixo piloto sairé
 
Aula 2 panorama geral
Aula 2 panorama geralAula 2 panorama geral
Aula 2 panorama geral
 
Lei da logística reversa
Lei da logística reversaLei da logística reversa
Lei da logística reversa
 
PGRS Arroio dos Ratos
PGRS Arroio dos RatosPGRS Arroio dos Ratos
PGRS Arroio dos Ratos
 
Centro de certificação_de_destinação _campinas
Centro de certificação_de_destinação _campinasCentro de certificação_de_destinação _campinas
Centro de certificação_de_destinação _campinas
 

Mais de Giovanna Ortiz (20)

Aula 9 aterro
Aula 9   aterroAula 9   aterro
Aula 9 aterro
 
Aula 8 incineração
Aula 8 incineraçãoAula 8 incineração
Aula 8 incineração
 
Aula 7 co-processamento
Aula 7   co-processamentoAula 7   co-processamento
Aula 7 co-processamento
 
Aula 6 compostagem
Aula 6 compostagemAula 6 compostagem
Aula 6 compostagem
 
Aula 5 reciclagem
Aula 5  reciclagemAula 5  reciclagem
Aula 5 reciclagem
 
Aula 4 parte 2
Aula 4 parte 2Aula 4 parte 2
Aula 4 parte 2
 
Atividade roteiro para implantação de coleta seletiva
Atividade   roteiro para implantação de coleta seletivaAtividade   roteiro para implantação de coleta seletiva
Atividade roteiro para implantação de coleta seletiva
 
Apresentação geral do curso
Apresentação geral do cursoApresentação geral do curso
Apresentação geral do curso
 
Erosão
ErosãoErosão
Erosão
 
Aula 1 solos
Aula 1 solosAula 1 solos
Aula 1 solos
 
Solos 6b
Solos 6bSolos 6b
Solos 6b
 
Solos 4
Solos 4Solos 4
Solos 4
 
Solos 3p
Solos 3pSolos 3p
Solos 3p
 
Solos 3
Solos 3Solos 3
Solos 3
 
Solos 2
Solos 2Solos 2
Solos 2
 
Solos 6a
Solos 6aSolos 6a
Solos 6a
 
Aula 10
Aula 10Aula 10
Aula 10
 
Aula 9
Aula 9Aula 9
Aula 9
 
Aula 8
Aula 8Aula 8
Aula 8
 
Aula 7
Aula 7Aula 7
Aula 7
 

Último

"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã""Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"Ilda Bicacro
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxIlda Bicacro
 
APOSTILA- COMPLETA De FILOSOFIA-DA-EDUCAÇÃO.pdf
APOSTILA- COMPLETA  De FILOSOFIA-DA-EDUCAÇÃO.pdfAPOSTILA- COMPLETA  De FILOSOFIA-DA-EDUCAÇÃO.pdf
APOSTILA- COMPLETA De FILOSOFIA-DA-EDUCAÇÃO.pdflbgsouza
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitlerhabiwo1978
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfCarolineNunes80
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdfaulasgege
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalcarlamgalves5
 
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...LuizHenriquedeAlmeid6
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxIlda Bicacro
 
Insegurança nunca mais tem afeta pessoas
Insegurança nunca mais tem afeta pessoasInsegurança nunca mais tem afeta pessoas
Insegurança nunca mais tem afeta pessoasdiegosouzalira10
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosFernanda Ledesma
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasMonizeEvellin2
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroBrenda Fritz
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...LuizHenriquedeAlmeid6
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...Manuais Formação
 
Slide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptx
Slide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptxSlide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptx
Slide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptxsfwsoficial
 
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantilPower Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantilMariaHelena293800
 
ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024
ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024
ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024azulassessoria9
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Mary Alvarenga
 

Último (20)

"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã""Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
 
APOSTILA- COMPLETA De FILOSOFIA-DA-EDUCAÇÃO.pdf
APOSTILA- COMPLETA  De FILOSOFIA-DA-EDUCAÇÃO.pdfAPOSTILA- COMPLETA  De FILOSOFIA-DA-EDUCAÇÃO.pdf
APOSTILA- COMPLETA De FILOSOFIA-DA-EDUCAÇÃO.pdf
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
 
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
1. Aula de sociologia - 1º Ano - Émile Durkheim.pdf
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animal
 
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
 
Insegurança nunca mais tem afeta pessoas
Insegurança nunca mais tem afeta pessoasInsegurança nunca mais tem afeta pessoas
Insegurança nunca mais tem afeta pessoas
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativos
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
 
Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
 
Slide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptx
Slide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptxSlide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptx
Slide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptx
 
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantilPower Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
 
ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024
ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024
ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número
 

Exercícios de compensação de ausências

  • 1. Exercício de compensação de ausência Escolher 30 exercícios e responder Enviar por e-mail até 14/12 Professora Giovanna Ortiz - RESÍDUOS SÓLIDOS 1. Você é contratado para implantar um aterro sanitário em um município onde a disposição final de resíduos sólidos urbanos é realizada em um lixão. Sistematize as etapas que você considera necessárias para a viabilização desse empreendimento. Justifique cada uma dessas etapas. 2. Todos os tipos de resíduos gerados em uma cidade devem ser encaminhados ao aterro sanitário? Por quê? Responda à pergunta, levando em consideração aspectos ambientais, sociais, sanitários, econômicos e de sustentabilidade. 3. Aponte soluções viáveis para a disposição final de resíduos, principalmente em grandes centros urbanos. Tenha em mente a minimização dos impactos sociais, ambientais e de uso e ocupação do solo. 4. Quais os impactos negativos que um aterro sanitário, quando mal projetado, operado e monitorado, traz para: A Bacia Hidrográfica? as demais áreas do saneamento – abastecimento de água, esgotamento sanitário, gerenciamento de resíduos sólidos e drenagem pluvial? a sociedade? a saúde coletiva? 5. Tendo por base a política dos 3Rs (redução, reutilização e reciclagem), quais ações poderiam ser adotadas para se aumentar a vida útil dos aterros? Discuta essas ações. 6. Quais os requisitos legais para projetar, implantar e operar um aterro sanitário? 7. Qual(is) material(is) pode(m) ser usado(s) na impermeabilização da base de um aterro? Por quê? Qual(is) são os critérios de escolha do material a ser utilizado na impermeabilização de base? 8. Considere um aterro sanitário ainda em operação, com área útil de 6 ha, recebendo cerca de 400 t/d de RSU. Suponha que o aterro esteja localizado em um município onde a chuva média anual é de 1.500mm/ano. Calcule (adote os parâmetros adequados e justifique os valores adotados): a vazão média de lixiviado gerado; a seção transversal do dreno de lixiviados (área e dimensões); o espaçamento entre drenos de lixiviado (em planta) para que a altura máxima de lixiviado no corpo do aterro seja de 30 cm. 9. Quais são os aspectos mais relevantes para se atestar à viabilidade de implantação de sistema de compostagem? 10. Qual sistema de compostagem seria viável economicamente para ser adotado nos municípios brasileiros? Quais são os benefícios e dificuldades do sistema? 11. Dimensionamento de pátios de compostagem. Dados: Município de 22.000 habitantes: Unidade de compostagem de baixo custo, ou seja, sistemas windrow; Reviramento não é mecanizado; Q = Geração de resíduos orgânicos: 12.000kg; D = Densidade da mistura: 600 kg/m3; Leiras de dimensão triangular – B = 2,0 m e H = 1,5m; d = Período de compostagem: 120 dias; f = Fator de segurança: 10%. 12. A origem da poluição difusa é bastante diversificada, vai desde o desgaste causado pelos veículos, passa pelo lixo acumulado nas ruas e calçadas, absorve resíduos orgânicos, concentra materiais de indústrias,
  • 2. enfim, é provocada por vários fatores poluentes. É possível ter um monitoramento de controle da sua origem? 13. Existe a visão de que a preservação da várzea natural representa uma forma de controle de enchentes e também da qualidade da água por ser mantida a capacidade assimilativa natural do ecossistema. Como isso pode ser aplicado numa nas cidades? 14. O instrumento técnico-jurídico da gestão de espaço urbano é o Plano Diretor das Prefeituras. Na sua concepção, existe uma inadequação do uso e ocupação do solo da Região Metropolitana, que gera um aumento da poluição por carga difusa? 15. Você apontaria alguma alternativa que já deu certo em outros centros urbanos para a minimização da poluição difusa? 16. O setor privado, em determinadas situações, foi um predador do meio ambiente (como também os setores públicos). Você acha que ele poderia se redimir numa parceria com as esferas públicas para a recuperação de nossa esfera ambiental? Como você analisa esse tipo de parceria? 17. A Lei nº 12.305 de 02/08/10 – Política Nacional de Resíduos Sólidos, cita os padrões sustentáveis de produção e consumo como a produção e consumo de bens e serviços de forma a atender as necessidades das atuais gerações e permitir melhores condições de vida, sem comprometer a qualidade ambiental e o atendimento das necessidades das gerações futuras. 18. Nossa sociedade de modo geral consome cada vez mais os recursos naturais uma vez que adquire produtos que em pouco tempo será descartado. Em sua opinião existem mecanismos que podem garantir padrões sustentáveis de consumo? Quais? 19. Ainda sobre a Lei nº 12.305 de 02/08/10 a PNRS apresentam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos: conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores (...), para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos. De que maneira prática de que forma poderíamos garantir a responsabilidade durante todo o ciclo de vida dos produtos. 20. A articulação entre as diferentes esferas do poder público, e destas com o setor empresarial, com vistas à cooperação técnica e financeira para a gestão integrada de resíduos sólidos e - a cooperação técnica e financeira entre os setores públicos e privados para o desenvolvimento de pesquisas de novos produtos, métodos, processos e tecnologias de gestão, reciclagem, reutilização, tratamento de resíduos e disposição final ambientalmente adequada de rejeitos estão presentes na Política Nacional de Resíduos Sólidos. Dê exemplos práticos de parcerias e cooperações técnicas, financeira e científica que poderiam ocorrer a fim de equacionar a problemática dos resíduos sólidos nas cidades brasileiras. 21. Um dos grandes desafios dos próximos anos será encontrar áreas disponíveis para a disposição de resíduos ou investimentos de novas tecnologias para a disposição final ambientalmente correta dos resíduos. No que diz respeito à construção de aterros sanitários nas grandes cidades existem escassez ou inexistência de áreas para disposição final de resíduos e, além disso, conflitos de usos de solo. Neste sentido quais seriam as alternativas para resolver estes problemas.
  • 3. 22. Qual a lei ou decreto que proíbe o uso do tratamento biológico dos resíduos através da Técnica Landfarming? No Estado de São Paulo? 23. Uns dos grandes problemas do gerenciamento dos resíduos municipais por parte das prefeituras estão associados a limitações de ordem FINANCEIRA; DEFICIÊNCIA NA CAPACITAÇÃO TÉCNICA; DESCONTINUIDADES DE POLÍTICAS; e AUSÊNCIA DE CONTROLE AMBIENTAL. Quais são as alternativas ou soluções para reverter esta situação. 24. A comparação entre os dados de 2009 e 2008 (ABRELPE, 2009) evidencia que houve um crescimento na destinação final adequada dos RSU coletados, consolidando-se assim o fato positivo de que mais da metade dos resíduos urbanos coletados no Brasil são corretamente tratados. No entanto, a constatação de que quase 22 milhões de toneladas tiveram destinação em aterros controlados ou lixões, os quais não garantem a devida proteção ambiental, com sérios riscos de degradação, demonstra que a universalização destes serviços ainda está bem distante. Pensando nos passivos ambientais gerados pela destinação inadequada dos resíduos, quais as possíveis medidas reparatórias a fim de minimizar os impactos ambientais gerados. 25. Segundo estimativas realizadas na Região Metropolitana de Campinas (Agemcamp, 2009) o município de Americana bem como as demais cidades da região se implantassem um gerenciamento dos resíduos com: COLETA SELETIVA e destinação adequada; RECICLAGEM DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL; COMPOSTAGEM COM RESTOS DE ALIMENTOS e DE PODAS E VARRIÇÃO dos 140ton/dia gerados na cidade de Americana apenas 29,68 ton/dia deveria ir para o aterro sanitário. De forma prática como poderíamos viabilizar este processo para que cada item pudesse contribuir, minimizando a quantidade de resíduos encaminhados para o aterro sanitário. 26. Apresente um fluxograma que represente um sistema de gerenciamento dos resíduos sólido urbano, eficaz a partir de um ponto gerador – Residência. (tratamentos e destinação final) 27. Porque é importante conhecer as características físicas, químicas e biológicas dos resíduos urbanos? 28. Um dos pontos fundamentais da coleta e transporte dos resíduos sólidos é o horário e a freqüência da coleta por razões climáticas no Brasil o tempo decorrido entre a geração do lixo domiciliar e seu destino final não deve exceder uma semana para evitar proliferação de moscas, aumento do mau cheiro e a atratividade que o lixo exerce sobre roedores, insetos e outros animais. Em algumas cidades a coleta de lixo doméstico ocorrem de 3 a 2 vezes por semana. Na fase de geração dos resíduos até a destinação final quais os mecanismos para garantir que os resíduos sejam encaminhados ao destino correto entendendo que a coleta de 2 ou 3 vezes por semana acaba gerando alguns transtornos e inconvenientes para a população e para meio ambiente. 29. A coleta de lixo em cidades turísticas e em favelas merece cuidados especiais, pois nas cidades turísticas a quantidade de lixo a ser coletado varia com a sazonalidade. Já nas favelas a dificuldade de acesso nas vielas em geral estreitas ou íngremes. Quais as alternativas ambientalmente corretas para equacionar este problema. 30. As estações de transferência, ou transbordo, têm como objetivo reduzir o tempo gasto de transporte e conseqüentemente os custos com o deslocamento do caminhão coletor desde o ponto final do roteiro até
  • 4. o local de disposição final do lixo. Esta solução costuma ser empregada quando as áreas disponíveis para disposição do lixo se encontram muito afastadas dos locais de coleta. Embora para escolha das áreas de transbordo uma série de normas e regulamentos deva ser seguida na prática muita estações acabam causando impactos ambientais por não manter as regras de funcionamento e pela escassez de fiscalização. Apresente argumentos sobre a importância das estações de transbordo e se existem alternativas bem como medidas mitigadoras causadas pelos impactos ambientais das estações de transbordos 31. Ao elaborar o plano de gestão de resíduos sólidos urbanos é essencial estudar a taxa de coletas e os custos deste tipo de serviço. Uma forma bastante comum é estudar os valores dos serviços e comparando com outras cidades. Quais seriam as restrições e os aspectos positivos em comparar uma cidade com a outra. 32. Nos espaços urbanos encontramos diversos tipos de resíduos que vão desde partículas resultantes de abrasão da pavimentação a rejeitos de cães e embalagens. Como combater essa realidade nas cidades brasileiras? 33. O Projeto Lixo Marinho surgiu com a idéia de estabelecer um Programa Brasileiro de Monitoramento do Lixo Marinho, vista a eminente necessidade de ações mitigadoras e corretivas em relação a este problema da poluição marinha. As fontes do lixo marinho são usualmente descritas na literatura como fontes baseadas em terra, que incluem os freqüentadores das praias, os sistemas de drenagem de rios e esgotos e a própria geração de resíduos nas cidades costeiras, e fontes baseadas no mar, representadas por navios e barcos de pesca e pelas plataformas oceânicas etc. (projetolixomarinho.org). Quais medidas necessárias para combater o lixo nas praias? 34. A Resolução CONAMA nº 275, de 25/4/2001 estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta seletiva. Estabeleça a relação entre os diferentes tipos de resíduos e as cores definidas na Resolução CONAMA. 35. Segundo a PNRS Lei nº 12.305 de 02/08/10 a disposição final ambientalmente adequada é aquela onde? 36. Na lei nº 12.305 PNRS 02/08/10 o art. 9° reza que na gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos deve ser observada a uma ordem de prioridade, qual? 37. O princípio “poluidor pagador” significa dizer que a “cada gerador é responsável pela manipulação e destinação final de seu resíduo” Este princípio esta estabelecida em qual lei? 38. O modelo de gerenciamento dos resíduos sólidos municipais está pautado no DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO; TRAÇAR AÇÕES PRIORITÁRIAS PARA GERENCIAMENTO INTEGRADO; e REALIZAR O PLANO DE GESTÃO. Este modelo de gerenciamento deve conter quais princípios? 39. A geração dos Resíduos Sólidos da Região Metropolitana de Campinas é classificada segundo sua geração em: RUIM de 1,358 a 0,816 hab/dia; RAZOÁVEL de 0,815 a 0,790 hab/dia; BOA de 0,789 a 0, 373 hab/dia. Alguns fatores influenciam a geração per capta quais são? E quais cidades geraram mais resíduos sólidos segundo Agemcamp (2009)?
  • 5. 40. Os resíduos podem ser classificados segundo sua NATUREZA FÍSICA; COMPOSIÇÃO QUÍMICA; RISCOS PONTENCIAIS AO MEIO AMBIENTE; e ORIGEM. Com relação à classificação quanto a origem é correto dizer que são resíduos? 41. A análise do lixo pode ser realizada segundo suas características físicas, químicas e biológicas. Sobre as características físicas é certo dizer o que? 42. O acondicionamento dos resíduos é fundamental para que não ocorra o que? As normas da ABNT para acondicionamento de lixo - Sacos Plásticos/Classificação e Sacos Plásticos para Coleta de Lixo / Especificação. São respectivamente? 43. Uma varredeira mecânica de grande porte pode varrer, em média, cerca de 30 km de sarjeta por turno. Considerando-se que um trabalhador varre em média 2 km de sarjeta por turno, a varredeira substituiria cerca de 15 varredores manuais. O custo do aluguel de uma varredeira mecânica de grande porte é de cerca de R$13.000,00/mês, enquanto o custo com um varredor (salários mais encargos sociais) é de aproximadamente R$730,00/mês. Verifica-se, portanto, que o custo de uma varredeira equivale a? 44. O número Iíquido de trabalhadores, isto e, a mão-de-obra estritamente necessária para a varredura, é determinada da seguinte maneira: N° de garis = Extensão linear total / Velocidade média de varrição Em uma cidade com 10 mil metros de ruas calçadas, com muito tráfego e 2 sarjetas e com freqüência de varrição estabelecida em três vezes por semana, verificou-se uma velocidade média de varrição, com um só homem, de 180 m/h, ou seja, 1.440 metros por homem/dia, considerando oito horas por turno. O número de garis seria de? 45. Defina a classificação dos resíduos sólidos segundo a NBR10004. Dê exemplos. 46. As cidades brasileiras, a geração é da ordem de 0,60 a 0,70kg/hab./dia. Este dado fundamental deve ser levado em conta no dimensionamento do número de veículos a serem utilizados na coleta do lixo domiciliar. Caso a produção de lixo por pessoa/dia seja, por exemplo, de 0,70kg e a população de 200 mil habitantes, o peso do lixo a ser recolhido por dia será de? 47. A importância da limpeza de logradouros públicos está pautada em aspectos sanitários, estéticos e de segurança. Defina cada um deles. 48. Quais são os principais benefícios ambientais da reciclagem dos materiais existentes no lixo (plásticos, papéis, metais e vidros)? 49. Uma fábrica de pilhas, baterias e produtos derivados de petróleo se instalou em uma área industrial próxima a um rio que abastece uma comunidade rural, onde residem e trabalham quase cem pessoas. Por falta de manutenção da planta industrial da fábrica, houve falha no processo de tratamento de efluentes, provocando o vazamento de grande quantidade de resíduos para o rio e causando dano significativo na sua qualidade hídrica, na fauna e flora aquática, assim como na saúde e economia da comunidade, que dependia exclusivamente do manancial para sobreviver e manter sua lavoura. Com relação a esse caso e com base nos princípios ambientais, pode-se afirmar que o princípio do poluidorpagador atua de que forma? 50. Um dos principais fatores que garantem o fortalecimento e o sucesso de uma cooperativa de catadores é a boa comercialização dos materiais recicláveis. Os preços de comercialização serão tão melhores quanto menos intermediários existirem no processo até o consumidor final, que é a indústria de transformação (fábrica de garrafas de água sanitária, por exemplo). Entre as principais ações que devem ser empreendidas no auxílio a uma cooperativa de catadores, quais podem destacar?
  • 6. 51. O plano de gerenciamento de resíduos sólidos deve ter alguns conteúdos mínimos. Quais? 52. Na PNRS o Art. 30 reza que é instituída a responsabilidade pelo ciclo de vida dos produtos, a ser implementada de forma individualizada e encadeada, abrangendo quais grupos? 53. No Art. 31. a PNRS reza que sem prejuízo das obrigações estabelecidas no plano de gerenciamento de resíduos sólidos e com vistas a fortalecer a responsabilidade compartilhada e seus objetivos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes têm responsabilidade que abrange o que? 54. Os resíduos perigosos são aqueles que podem ser nocivos, no presente e no futuro, à saúde dos seres humanos, de outros organismos e ao meio ambiente. A definição de resíduo perigoso utilizada pela Agência de Proteção Ambiental americana é: “resíduo sólido ou combinação de resíduos sólidos os quais, devido à quantidade, concentração, ou características físicas, químicas ou infecciosas os resíduos podem? 55. A articulação entre as diferentes esferas do poder público, e destas com o setor empresarial, com vistas à cooperação técnica e financeira para a gestão integrada de resíduos sólidos pode ocorrer de que formas? 56. A comparação entre os dados de 2009 e 20010 (ABRELPE, 2009) evidencia que houve um crescimento na destinação final adequada dos RSU coletados, consolidando-se assim o fato positivo de que mais da metade dos resíduos urbanos coletados no Brasil são corretamente tratados. Neste sentido, constata-se o que? 57. Quais são as vantagens no sistema de incineração dos resíduos? Apresente de forma resumida as etapas do processo de incineração. 58. As abrangências municipais de coleta seletiva mostraram estabilidade em 2009, relativamente aos percentuais registrados em 2008. Dos 5.565 municípios existentes no Brasil, 56,6% (em 2008 o percentual foi de 55,9%) afirmaram participar da coleta seletiva. Isso significa que os municípios tem participado efetivamente da coleta seletiva? 59. O Projeto Lixo Marinho surgiu com a idéia de estabelecer um Programa Brasileiro de Monitoramento do Lixo Marinho, vista a eminente necessidade de ações mitigadoras e corretivas em relação a este problema da poluição marinha. As fontes do lixo marinho são usualmente descritas na literatura como fontes baseadas em? 60. Sobre as Medidas de Produtividades da Coleta de Resíduos é certo dizer que? 61. Os indicadores de eficiência operacional da coleta de resíduos pode ser medida através de fatores? 62. Define-se compostagem como o processo natural de decomposição biológica de materiais orgânicos (aqueles que possuem carbono em sua estrutura), de origem animal e vegetal, pela ação de micoorganismos. Sobre a compostagem é certo dizer que pode ser aeróbia e anaeróbia? Explique. 63. É comum proceder ao tratamento de resíduos industriais com vistas à sua reutilização ou, pelo menos, torná-los inertes. Contudo, dada a diversidade dos mesmos, não existe um processo preestabelecido, havendo sempre a necessidade de realizar uma pesquisa e o desenvolvimento de processos economicamente viáveis. Em termos práticos, é certo dizer que os processos de tratamento mais comum são: I - neutralização, para resíduos com características ácidas ou alcalinas
  • 7. II - secagem ou mescla, que é a mistura de resíduos com alto teor de umidade com outros resíduos secos ou com materiais inertes, como serragem III - encapsulamento, que consiste em revestir os resíduos com uma camada de resina sintética impermeável e de baixíssimo índice de lixiviação IV -incorporação, onde os resíduos são agregados à massa de concreto ou de cerâmica em uma quantidade tal que não prejudique o meio ambiente, ou ainda que possam ser acrescentados a materiais combustíveis sem gerar gases prejudiciais ao meio ambiente após a queima V - processos de destruição térmica, como incineração e pirólise. 64. São muitas as tecnologias para tratamento de resíduos de serviços de saúde. Todavia, novas tecnologias foram desenvolvidas, dando origem a diferentes processos já comercialmente disponíveis. Qualquer que seja a tecnologia de tratamento a ser adotada, ela terá que atender às seguintes premissas: I - promover a redução da carga biológica dos resíduos, de acordo com os padrões exigidos, ou seja, eliminação do bacillus stearothermophilus no caso de esterilização, e do bacillus subtyllis, no caso de desinfecção; II - atender aos padrões estabelecidos pelo órgão de controle ambiental do estado para emissões dos efluentes líquidos e gasosos; III - descaracterizar os resíduos, no mínimo impedindo o seu reconhecimento como lixo hospitalar; IV - processar volumes significativos em relação aos custos de capital e de operação do sistema, ou seja, ser economicamente viável em termos da economia local. São verdadeiras? 65. A escolha do tipo de recipiente para o acondicionamento dos resíduos sólidos deve apresentar quais características? 66. Segundo estimativas realizadas na Região Metropolitana de Campinas (Agemcamp, 2009) o município de Americana bem como as demais cidades da região se implantassem um gerenciamento dos resíduos com dos 140ton/dia gerados na cidade de Americana apenas 29,68 ton/dia deveria ir para o aterro sanitário. O gerenciamento adequado contempla quais etapas?