Dois tipos de argumentos
indutivos:
1.Generalizações
2.Previsões
EXEMPLO
CADA UM DOS CÃES QUE OBSERVEI ATÉ
HOJE (ALGUNS) LADRAVA.
LOGO, TODOS OS CÃES LADRAM.
ALGUNS A SÃO B.
LOGO, TODOS OS A
SÃO B.
É um argumento em que uma
conclusão geral ou universal é
estabelecida a partir de uma
amostra menos geral.
A generalização consiste em atribuir
a todos os membros de uma classe
uma ou mais propriedades que um
número limitado mas considerado
representativo de membros da classe
possui.
EXEMPLO
SEMPRE QUE VOU AO TERREIRO DO
PAÇO, ENCONTRO A ESTÁTUA DE D.
JOSÉ.
LOGO, DA PRÓXIMA VEZ QUE LÁ FOR,
ENCONTRAREI ESSA ESTÁTUA.
FORMA LÓGICA
ALGUNS A SÃO B.
LOGO, O PRÓXIMO A SERÁ B.
As previsões são argumentos em que as
premissas se baseiam em casos passados
observados ou conhecidos e a conclusão se
refere a casos particulares não
observados.
GRAUS
DE FORÇA
DOS
ARGUMENTOS
INDUTIVOS
a) A V das premissas dá FORTES RAZÕES para
acreditar na verdade da conclusão;
b) a probabilidade da conclusão ser verdadeira é
alta.
a) A V das premissas dá FRACAS RAZÕES para
acreditar na verdade da conclusão;
b) a probabilidade da conclusão ser verdadeira é
baixa.
CONSIDERE OS ARGUMENTOS
INDUTIVOS SEGUINTES:
1. ATÉ À DATA, NENHUM PORTUGUÊS FOI À
LUA.
LOGO, EM 2015, NENHUM PORTUGUÊS IRÁ
À LUA.
2. ATÉ À DATA, NENHUM PORTUGUÊS FOI À
LUA.
LOGO, NUNCA UM PORTUGUÊS IRÁ À LUA.
CONSIDERE OS ARGUMENTOS
INDUTIVOS SEGUINTES:
1. ARGUMENTO FORTE:
ATÉ À DATA, NENHUM PORTUGUÊS FOI À
LUA.
LOGO, EM 2015, NENHUM PORTUGUÊS IRÁ
À LUA.
2.ARGUMENTO FRACO
ATÉ À DATA, NENHUM PORTUGUÊS FOI À
LUA.
LOGO, NUNCA UM PORTUGUÊS IRÁ À LUA.
1. ATÉ À DATA, NENHUM PORTUGUÊS FOI À
LUA.
LOGO, EM 2015, NENHUM PORTUGUÊS IRÁ
À LUA.
NO ARGUMENTO 1., DADO A HISTÓRIA
DO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E
TECNOLÓGICO, É MUITÍSSIMO PROVÁVEL
SER VERDADE QUE EM 2015 NENHUM
PORTUGUÊS VÁ À LUA.
2. ATÉ À DATA, NENHUM PORTUGUÊS FOI À
LUA.
LOGO, NUNCA UM PORTUGUÊS IRÁ À LUA.
A CONCLUSÃO TEM UM ALTÍSSIMO GRAU
DE PROBABILIDADE DE SER FALSA. NO
QUE RESTA DE HISTÓRIA À HUMANIDADE,
É PERFEITAMENTE ADMISSÍVEL QUE SURJA
UM ASTRONAUTA PORTUGUÊS.
EXEMPLO
OS MERCEDES SÃO SEMELHANTES AOS BMW.
OS MERCEDES TÊM A CARATERÍSTICA DE SEREM SEGUROS.
LOGO, OS BMW SÃO CARROS SEGUROS.
A É SEMELHANTE A B.
A TEM A CARATERÍSTICA C.
LOGO, B TEM A CARATERÍSTICA C.
Forma lógica do argumento.
Os argumentos por analogia são um tipo de
argumento que se baseia em comparações
por semelhanças. Tira-se uma conclusão
acerca de uma coisa (A) comparando-a com
outra (B).
1. A AMOSTRA DEVE SER SUFICIENTE (Nº DE OBJETOS
COMPARADOS);
Regras
2. O número de semelhanças deve ser
suficiente;
3. As semelhanças verificadas devem ser
relevantes.
3. ARGUMENTOS DE AUTORIDADE
Exemplo:
"Einstein disse que nada pode viajar
mais depressa do que a luz.
Logo, nada pode viajar mais depressa
do que a luz".
a disse que P; logo, P.
Argumentos que se
baseiam no
testemunho de
especialistas.
1) As pessoas ou organizações citadas têm de ser
reconhecidas especialistas no assunto em questão;
REGRAS:
2) Os especialistas da matéria em causa (as
autoridades) não podem discordar entre si;
3) A autoridade em dado assunto deve ser
imparcial.

Argumentos_não dedutivos

  • 2.
    Dois tipos deargumentos indutivos: 1.Generalizações 2.Previsões
  • 3.
    EXEMPLO CADA UM DOSCÃES QUE OBSERVEI ATÉ HOJE (ALGUNS) LADRAVA. LOGO, TODOS OS CÃES LADRAM.
  • 4.
    ALGUNS A SÃOB. LOGO, TODOS OS A SÃO B.
  • 5.
    É um argumentoem que uma conclusão geral ou universal é estabelecida a partir de uma amostra menos geral. A generalização consiste em atribuir a todos os membros de uma classe uma ou mais propriedades que um número limitado mas considerado representativo de membros da classe possui.
  • 6.
    EXEMPLO SEMPRE QUE VOUAO TERREIRO DO PAÇO, ENCONTRO A ESTÁTUA DE D. JOSÉ. LOGO, DA PRÓXIMA VEZ QUE LÁ FOR, ENCONTRAREI ESSA ESTÁTUA.
  • 7.
    FORMA LÓGICA ALGUNS ASÃO B. LOGO, O PRÓXIMO A SERÁ B.
  • 8.
    As previsões sãoargumentos em que as premissas se baseiam em casos passados observados ou conhecidos e a conclusão se refere a casos particulares não observados.
  • 9.
    GRAUS DE FORÇA DOS ARGUMENTOS INDUTIVOS a) AV das premissas dá FORTES RAZÕES para acreditar na verdade da conclusão; b) a probabilidade da conclusão ser verdadeira é alta. a) A V das premissas dá FRACAS RAZÕES para acreditar na verdade da conclusão; b) a probabilidade da conclusão ser verdadeira é baixa.
  • 10.
    CONSIDERE OS ARGUMENTOS INDUTIVOSSEGUINTES: 1. ATÉ À DATA, NENHUM PORTUGUÊS FOI À LUA. LOGO, EM 2015, NENHUM PORTUGUÊS IRÁ À LUA. 2. ATÉ À DATA, NENHUM PORTUGUÊS FOI À LUA. LOGO, NUNCA UM PORTUGUÊS IRÁ À LUA.
  • 11.
    CONSIDERE OS ARGUMENTOS INDUTIVOSSEGUINTES: 1. ARGUMENTO FORTE: ATÉ À DATA, NENHUM PORTUGUÊS FOI À LUA. LOGO, EM 2015, NENHUM PORTUGUÊS IRÁ À LUA. 2.ARGUMENTO FRACO ATÉ À DATA, NENHUM PORTUGUÊS FOI À LUA. LOGO, NUNCA UM PORTUGUÊS IRÁ À LUA.
  • 12.
    1. ATÉ ÀDATA, NENHUM PORTUGUÊS FOI À LUA. LOGO, EM 2015, NENHUM PORTUGUÊS IRÁ À LUA. NO ARGUMENTO 1., DADO A HISTÓRIA DO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO, É MUITÍSSIMO PROVÁVEL SER VERDADE QUE EM 2015 NENHUM PORTUGUÊS VÁ À LUA.
  • 13.
    2. ATÉ ÀDATA, NENHUM PORTUGUÊS FOI À LUA. LOGO, NUNCA UM PORTUGUÊS IRÁ À LUA. A CONCLUSÃO TEM UM ALTÍSSIMO GRAU DE PROBABILIDADE DE SER FALSA. NO QUE RESTA DE HISTÓRIA À HUMANIDADE, É PERFEITAMENTE ADMISSÍVEL QUE SURJA UM ASTRONAUTA PORTUGUÊS.
  • 14.
    EXEMPLO OS MERCEDES SÃOSEMELHANTES AOS BMW. OS MERCEDES TÊM A CARATERÍSTICA DE SEREM SEGUROS. LOGO, OS BMW SÃO CARROS SEGUROS.
  • 15.
    A É SEMELHANTEA B. A TEM A CARATERÍSTICA C. LOGO, B TEM A CARATERÍSTICA C. Forma lógica do argumento.
  • 16.
    Os argumentos poranalogia são um tipo de argumento que se baseia em comparações por semelhanças. Tira-se uma conclusão acerca de uma coisa (A) comparando-a com outra (B).
  • 17.
    1. A AMOSTRADEVE SER SUFICIENTE (Nº DE OBJETOS COMPARADOS); Regras 2. O número de semelhanças deve ser suficiente; 3. As semelhanças verificadas devem ser relevantes.
  • 18.
    3. ARGUMENTOS DEAUTORIDADE Exemplo: "Einstein disse que nada pode viajar mais depressa do que a luz. Logo, nada pode viajar mais depressa do que a luz".
  • 19.
    a disse queP; logo, P.
  • 20.
    Argumentos que se baseiamno testemunho de especialistas.
  • 21.
    1) As pessoasou organizações citadas têm de ser reconhecidas especialistas no assunto em questão; REGRAS: 2) Os especialistas da matéria em causa (as autoridades) não podem discordar entre si; 3) A autoridade em dado assunto deve ser imparcial.