ANTROPOLOGIA:OUSAR PARA 
REINVENTAR A 
HUMANIDADE 
Rebelião Antropológica 
Juvenal Arduini
CLONAGEM SOCIOLÓGICA 
 Indústria do pensar e agir. 
 Concordismo. 
 Ousar dentro da sociedade = ameaça aos 
dominantes. 
 Clonagismo. 
 Pedagogia do treinamento maciço. 
 Humanidade dicotômica.
 Programa-se para submeter aos interesses dos 
grandes. 
 Independência sepultada. 
 Autonomia=caos na ordem mundial 
 Defeitos dentro de ma sociedade são normais. 
 Luta= ingratidão 
 Surto de autonomia;abandoná-la é covardia 
 Clonagem social; autonomia coletiva.
PULSAÇÃO EMANCIPATÓRIA 
 O ser humano, é original em sua constituição, é 
universo dinâmico. 
 O homem é capaz de analisar minuciosamente os 
fatos 
 A humanidade deve se emancipar, se auto definir e 
se autoconduzir. 
 A emancipação é inerente a todo ser humano, e 
através dela torna-se possível a reinvenção da 
humanidade e o rompimento com os padrões.
 Dogmatismo: doutrina que defende, de forma 
categórica, a possibilidade de atingirmos a 
verdade. 
 Para Habermas, o dogmatismo é tido como a 
incapacidade de auto-reflexão e por sua vez 
impede a discordância e o processo emancipatório. 
 “Só o eu que se coloca a si mesmo como sujeito 
adquire autonomia” Habermas. 
“O homem é uma relação que se relaciona consigo 
mesma” Kierkegaard.
 A cultura tende a insistir mais na submissão do que 
na emancipação. 
 É preciso que haja um processo humano que 
promova a emancipação autêntica, a submissão 
leva o ser humano a escravidão. 
 Cultivo da pulsação emancipatória.
REBELIÃO 
 Dialético: é arte do diálogo, desenvolvimento de 
processos por oposições 
 De acordo com Arduini existem várias formas de 
tornar o ser humano submisso. O arcaísmo, o 
modernismo, o conformismo,o pragmatismo, mas 
também fatores sociais, como a miséria, o 
desemprego.
 Emancipar-se é se livre para escolher e ser 
responsável pela escolha. 
 Emancipar-se é rebelar-se contra a submissão e a 
repressão 
 Revolta, devolução ao ser humano do que lhe foi 
violado e atitude emancipatória 
 Em um mundo manipulado por técnicas 
sofisticadas, só haverá emancipação efetiva se o 
ser humano semear inconformismo maduro. 
 Camus: “Compreende-se que a revolta não passa 
de um estranho amor”
GRITO DA JUSTIÇA 
 Alguns seres humanos não possuem esta identidade. 
 Teoricamente todo ser humano é racional é livre. 
 Inúmeras pessoas não encontraram vagas na 
elaboração sociocultural. 
 A consciência crítica repudia esse fenômeno. 
 Alguns setores como o político, econômico e científico 
apoderam-se do mundo e excluem a parte empobrecida 
da humanidade.
MAQUIAVEL E LÁ BOÉTIE 
 “O Príncipe” X “Discurso da Servidão Voluntária”. 
 “O Mal há de fazer-se de uma vez, para que doa 
menos; e os benefícios devem ser feitos aos 
poucos para serem saboreados.” Maquiavel. 
 “É surpreendente ver milhões e milhões de homens 
miseravelmente subjugados e de cabeça baixa, 
submissos ao jugo deplorável, porque são 
fascinados e enfeitiçados pelo nome de um que 
não deveriam temer.” La Boétie
ADESISMO OU OPÇÃO 
 “Na opção, o ser humano conduz-se. No adesismo, 
o ser humano é conduzido.” 
 “O ser humano faz-se por meio de opções 
refletidas e desfaz-se mediante adesões maciças.” 
 O adesismos é fomentado pela publicidade 
sedutora, patrocinada pelos detentores da riqueza 
e do poder.
NÃO ME RENDO 
 Potencial crítico que não é levado ao seu 
verdadeiro alcance. 
 O rinoceronte; fenômeno do adesismo social,perca 
do senso crítico e aderência aos sistemas 
totalitários. 
 *Rinocerontismo; medo do diferente. 
 O brasleiro não pode perder a sua originalidade= a 
“não me rendo”.
PÁTRIA DOS INSURRETOS 
 Insurretos: Revoltado, rebelde. 
 O Livro “A Peste” de Camus, associa a epidemia da 
enfermidade com os governos arbitrários. 
 Com a disseminação da “peste” ao indivíduos tornam-se 
debilitados e o sistema se fortalece. 
 Contudo a coragem e a inexistência do medo, torna o 
ser humano invencível e portanto ele é capaz de 
enfrentar e se rebelar contra um determinado sistema. 
 A dor, o medo e a solidão gerados pela doença podem 
resgatar sentimentos até então anestesiados pelo 
cotidiano, como solidariedade e amor.
LYOTARD E PÓS MODERNIDADE 
 Lyotard pertencia geração dos pensadores 
rebeldes. 
 O pensamento de Lyotard é crítico, envolvente e 
frequentemente irônico e desenvolveu sua filosofia 
no contexto da pós modernidade. 
 Através da consciência humana Lyotard 
desmascara o controle social exercido por 
pressões. 
 “Como viver”? “Porque viver”? A filosofia de 
Lyotard convida a pensar e repensar criticamente a 
realidade humana.
SUBLEVAÇÃO DA CONSCIÊNCIA 
 Consciência é o auto reconhecimento. 
 Saber ou não o que é SER HUMANO, é uma 
questão de consciência. 
 Ter consciência é introjetar-se. 
 A consciência lúcida persiste mesmo quando a 
liberdade é tomada pela injustiça ou pela pressão. 
 Sem a consciência, o homem não saberia porque 
vive, e nem saberia quem é, porque ela que define 
o ser humano.
PEDRA DE SÍSIFO 
 Por um lado a humanidade é inteligente, inventiva, 
soluciona problemas, realiza pesquisas, e é capaz 
de preservar-se e superar-se. 
 Por outro lado a humanidade é vulnerável, 
quebradiça e se sujeita à opressões. 
 O braço suado de Sisífo conclamam a humanidade 
a alijar as pedras que lhe esfolam os ombros. 
 O ser humano se superar teimosamente e portanto 
é hora da humanidade rebelar-se contra a pedra 
da submissão.
SOLITÁRIO 
 Solidão é um fenômeno humano. 
 Solidão não se confunde com egocentrismo, e sim 
como uma experiência vital. 
 A solidão pode fascinar ou espantar. 
 O solitário parte sozinho, pisa firme. 
 Em momentos decisivos, vale mais ser solitário, do 
que ser aplaudido por multidões.

Antropologia e filosofia II

  • 1.
    ANTROPOLOGIA:OUSAR PARA REINVENTARA HUMANIDADE Rebelião Antropológica Juvenal Arduini
  • 2.
    CLONAGEM SOCIOLÓGICA Indústria do pensar e agir.  Concordismo.  Ousar dentro da sociedade = ameaça aos dominantes.  Clonagismo.  Pedagogia do treinamento maciço.  Humanidade dicotômica.
  • 3.
     Programa-se parasubmeter aos interesses dos grandes.  Independência sepultada.  Autonomia=caos na ordem mundial  Defeitos dentro de ma sociedade são normais.  Luta= ingratidão  Surto de autonomia;abandoná-la é covardia  Clonagem social; autonomia coletiva.
  • 4.
    PULSAÇÃO EMANCIPATÓRIA O ser humano, é original em sua constituição, é universo dinâmico.  O homem é capaz de analisar minuciosamente os fatos  A humanidade deve se emancipar, se auto definir e se autoconduzir.  A emancipação é inerente a todo ser humano, e através dela torna-se possível a reinvenção da humanidade e o rompimento com os padrões.
  • 5.
     Dogmatismo: doutrinaque defende, de forma categórica, a possibilidade de atingirmos a verdade.  Para Habermas, o dogmatismo é tido como a incapacidade de auto-reflexão e por sua vez impede a discordância e o processo emancipatório.  “Só o eu que se coloca a si mesmo como sujeito adquire autonomia” Habermas. “O homem é uma relação que se relaciona consigo mesma” Kierkegaard.
  • 6.
     A culturatende a insistir mais na submissão do que na emancipação.  É preciso que haja um processo humano que promova a emancipação autêntica, a submissão leva o ser humano a escravidão.  Cultivo da pulsação emancipatória.
  • 7.
    REBELIÃO  Dialético:é arte do diálogo, desenvolvimento de processos por oposições  De acordo com Arduini existem várias formas de tornar o ser humano submisso. O arcaísmo, o modernismo, o conformismo,o pragmatismo, mas também fatores sociais, como a miséria, o desemprego.
  • 8.
     Emancipar-se ése livre para escolher e ser responsável pela escolha.  Emancipar-se é rebelar-se contra a submissão e a repressão  Revolta, devolução ao ser humano do que lhe foi violado e atitude emancipatória  Em um mundo manipulado por técnicas sofisticadas, só haverá emancipação efetiva se o ser humano semear inconformismo maduro.  Camus: “Compreende-se que a revolta não passa de um estranho amor”
  • 9.
    GRITO DA JUSTIÇA  Alguns seres humanos não possuem esta identidade.  Teoricamente todo ser humano é racional é livre.  Inúmeras pessoas não encontraram vagas na elaboração sociocultural.  A consciência crítica repudia esse fenômeno.  Alguns setores como o político, econômico e científico apoderam-se do mundo e excluem a parte empobrecida da humanidade.
  • 10.
    MAQUIAVEL E LÁBOÉTIE  “O Príncipe” X “Discurso da Servidão Voluntária”.  “O Mal há de fazer-se de uma vez, para que doa menos; e os benefícios devem ser feitos aos poucos para serem saboreados.” Maquiavel.  “É surpreendente ver milhões e milhões de homens miseravelmente subjugados e de cabeça baixa, submissos ao jugo deplorável, porque são fascinados e enfeitiçados pelo nome de um que não deveriam temer.” La Boétie
  • 11.
    ADESISMO OU OPÇÃO  “Na opção, o ser humano conduz-se. No adesismo, o ser humano é conduzido.”  “O ser humano faz-se por meio de opções refletidas e desfaz-se mediante adesões maciças.”  O adesismos é fomentado pela publicidade sedutora, patrocinada pelos detentores da riqueza e do poder.
  • 12.
    NÃO ME RENDO  Potencial crítico que não é levado ao seu verdadeiro alcance.  O rinoceronte; fenômeno do adesismo social,perca do senso crítico e aderência aos sistemas totalitários.  *Rinocerontismo; medo do diferente.  O brasleiro não pode perder a sua originalidade= a “não me rendo”.
  • 13.
    PÁTRIA DOS INSURRETOS  Insurretos: Revoltado, rebelde.  O Livro “A Peste” de Camus, associa a epidemia da enfermidade com os governos arbitrários.  Com a disseminação da “peste” ao indivíduos tornam-se debilitados e o sistema se fortalece.  Contudo a coragem e a inexistência do medo, torna o ser humano invencível e portanto ele é capaz de enfrentar e se rebelar contra um determinado sistema.  A dor, o medo e a solidão gerados pela doença podem resgatar sentimentos até então anestesiados pelo cotidiano, como solidariedade e amor.
  • 14.
    LYOTARD E PÓSMODERNIDADE  Lyotard pertencia geração dos pensadores rebeldes.  O pensamento de Lyotard é crítico, envolvente e frequentemente irônico e desenvolveu sua filosofia no contexto da pós modernidade.  Através da consciência humana Lyotard desmascara o controle social exercido por pressões.  “Como viver”? “Porque viver”? A filosofia de Lyotard convida a pensar e repensar criticamente a realidade humana.
  • 15.
    SUBLEVAÇÃO DA CONSCIÊNCIA  Consciência é o auto reconhecimento.  Saber ou não o que é SER HUMANO, é uma questão de consciência.  Ter consciência é introjetar-se.  A consciência lúcida persiste mesmo quando a liberdade é tomada pela injustiça ou pela pressão.  Sem a consciência, o homem não saberia porque vive, e nem saberia quem é, porque ela que define o ser humano.
  • 16.
    PEDRA DE SÍSIFO  Por um lado a humanidade é inteligente, inventiva, soluciona problemas, realiza pesquisas, e é capaz de preservar-se e superar-se.  Por outro lado a humanidade é vulnerável, quebradiça e se sujeita à opressões.  O braço suado de Sisífo conclamam a humanidade a alijar as pedras que lhe esfolam os ombros.  O ser humano se superar teimosamente e portanto é hora da humanidade rebelar-se contra a pedra da submissão.
  • 17.
    SOLITÁRIO  Solidãoé um fenômeno humano.  Solidão não se confunde com egocentrismo, e sim como uma experiência vital.  A solidão pode fascinar ou espantar.  O solitário parte sozinho, pisa firme.  Em momentos decisivos, vale mais ser solitário, do que ser aplaudido por multidões.