A corrente neocognitivista
Como a tecnologia pode ser
utilizada na educação
Cristina Maffra – NTEM 2015
A corrente neocognitivista refere-se a
estudos relacionados ao desenvolvimento
da ciência cognitiva associada à
utilização de computadores.
Seu objetivo é buscar novos modelos e
referências para avançar na investigação
sobre os processos psicológicos e a
cognição.
A psicologia cognitiva estuda diretamente o
comportamento inteligente de sujeitos
humanos, i.e., o ser humano como
processador de informações.
A ciência cognitiva aprofunda as analogias
entre mente e computador, visando a
construção de modelos computacionais para
entender a cognição humana e a construção
de programas de inteligência artificial que
realizam tarefas que implicam um
comportamento inteligente.
Por meio de teorias modernas, apropriando-se
das contribuições das demais ciências e
refletindo os problemas, a Pedagogia tenta
aprender melhor e verificar onde estão as
reais explicações do sentimento de fracasso,
de mediocridade, de incompetência que vai
tomando conta do alunado.
Analisando as atitudes e concepções dos alunos,
pais e professores, a Pedagogia pode orientar o
ensino de todas as ciências a fim de desenvolver
o cognitivo, afetivo e moral com base nas
necessidades sociais dos alunos.
Educação é cultura em três sentidos que não
podem ser dissociados: HUMANIZAÇÃO,
SOCIALIZAÇÃO E SINGULARIZAÇÃO.
Didaticamente, a Tecnologia na sala de aula pode
contribuir para este debate contemporâneo sobre:
- HUMANIZAÇÃO - Sentido da ação educativa
envolvendo o destino humano das pessoas.
- SOCIALIZAÇÃO - Estar preparado para a
complexidade da parte e do todo e suas múltiplas
relações apoiando em outros campos de saberes.
- SINGULARIZAÇÃO - Construir os sujeitos e
identidades com responsabilidade social e ética que
leva ao porquê fazer, o quê fazer e como fazer.
Por meio das tecnologias digitais de rede
podemos ter várias experiências, acessos a
várias informações, pesquisas, bibliotecas,
museus, vídeos, filmes, imagens, músicas,
conhecer outras culturas e outras pessoas
estando fisicamente de frente a uma tela mas
intelectualmente no infinito espaço.
As práticas pedagógicas da Cibercultura dão
novo significado a noção de currículo, investigam
como as pessoas produzem saberes,
conhecimento e cultura, articulando-se por
várias mídias, como difundem informações para
diversos sujeitos que as transformam em
conhecimentos e devolvem novas informações
com outras subjetividades.
As tecnologias digitais de rede são a base da
cultura contemporânea para construção de
processos de conhecimento e processos
produtivos , onde os sujeitos estão dispersos
porém, não estão distantes por relacionarem ao
mesmo tempo (on-line) num mesmo
ciberespaço.
O desafio da Cibercultura é modificar o conceito
de currículo atual de lista de conteúdos pré-
estabelecida a ser ensinada nos tempos
determinados pela política de educação dos
Governos.
Para a Cibercultura, currículo é a construção
social e cultural de símbolos e linguagens
produzida na escola e pela escola em
comunicação com outras redes educativas, que
se relacionam e mediam aprendizagem através
de tecnologia e mídias de massa.
A Educação está próxima do universo cultural
dos sujeitos que usam a tecnologia para
aprender, ensinar, pensar, conhecer, produzir,
divertir, interagir, relacionar e mediar.
O Professor produz conteúdo, faz mediações
entre todos os sujeitos, provocando novos
aprendizados inclusive para ele mesmo.
A tecnologia provoca uma velocidade de
transformação e sentido de ensinar e aprender.
Os alunos se identificam com as tecnologias de
rede e sobrevivem, com dignidade nesta
sociedade, encontrando seu valor enquanto
cidadão porque produzem conhecimentos,
produtos, curiosidades inclusive.
Referências Bibliográficas
. SANTOS, Edméa. A cibercultura e a educação em
tempos de mobilidades e redes sociais: conversando
com os cotidianos. (PROPED/UERJ)
. LIBANEO, José Carlos. As teorias pedagógicas
modernas resignificadas pelo debate contemporâneo
na educação;

A corrente neocognitivista

  • 1.
    A corrente neocognitivista Comoa tecnologia pode ser utilizada na educação Cristina Maffra – NTEM 2015
  • 2.
    A corrente neocognitivistarefere-se a estudos relacionados ao desenvolvimento da ciência cognitiva associada à utilização de computadores. Seu objetivo é buscar novos modelos e referências para avançar na investigação sobre os processos psicológicos e a cognição.
  • 3.
    A psicologia cognitivaestuda diretamente o comportamento inteligente de sujeitos humanos, i.e., o ser humano como processador de informações. A ciência cognitiva aprofunda as analogias entre mente e computador, visando a construção de modelos computacionais para entender a cognição humana e a construção de programas de inteligência artificial que realizam tarefas que implicam um comportamento inteligente.
  • 4.
    Por meio deteorias modernas, apropriando-se das contribuições das demais ciências e refletindo os problemas, a Pedagogia tenta aprender melhor e verificar onde estão as reais explicações do sentimento de fracasso, de mediocridade, de incompetência que vai tomando conta do alunado.
  • 5.
    Analisando as atitudese concepções dos alunos, pais e professores, a Pedagogia pode orientar o ensino de todas as ciências a fim de desenvolver o cognitivo, afetivo e moral com base nas necessidades sociais dos alunos. Educação é cultura em três sentidos que não podem ser dissociados: HUMANIZAÇÃO, SOCIALIZAÇÃO E SINGULARIZAÇÃO.
  • 6.
    Didaticamente, a Tecnologiana sala de aula pode contribuir para este debate contemporâneo sobre: - HUMANIZAÇÃO - Sentido da ação educativa envolvendo o destino humano das pessoas. - SOCIALIZAÇÃO - Estar preparado para a complexidade da parte e do todo e suas múltiplas relações apoiando em outros campos de saberes. - SINGULARIZAÇÃO - Construir os sujeitos e identidades com responsabilidade social e ética que leva ao porquê fazer, o quê fazer e como fazer.
  • 7.
    Por meio dastecnologias digitais de rede podemos ter várias experiências, acessos a várias informações, pesquisas, bibliotecas, museus, vídeos, filmes, imagens, músicas, conhecer outras culturas e outras pessoas estando fisicamente de frente a uma tela mas intelectualmente no infinito espaço.
  • 8.
    As práticas pedagógicasda Cibercultura dão novo significado a noção de currículo, investigam como as pessoas produzem saberes, conhecimento e cultura, articulando-se por várias mídias, como difundem informações para diversos sujeitos que as transformam em conhecimentos e devolvem novas informações com outras subjetividades.
  • 9.
    As tecnologias digitaisde rede são a base da cultura contemporânea para construção de processos de conhecimento e processos produtivos , onde os sujeitos estão dispersos porém, não estão distantes por relacionarem ao mesmo tempo (on-line) num mesmo ciberespaço.
  • 10.
    O desafio daCibercultura é modificar o conceito de currículo atual de lista de conteúdos pré- estabelecida a ser ensinada nos tempos determinados pela política de educação dos Governos. Para a Cibercultura, currículo é a construção social e cultural de símbolos e linguagens produzida na escola e pela escola em comunicação com outras redes educativas, que se relacionam e mediam aprendizagem através de tecnologia e mídias de massa.
  • 11.
    A Educação estápróxima do universo cultural dos sujeitos que usam a tecnologia para aprender, ensinar, pensar, conhecer, produzir, divertir, interagir, relacionar e mediar. O Professor produz conteúdo, faz mediações entre todos os sujeitos, provocando novos aprendizados inclusive para ele mesmo.
  • 12.
    A tecnologia provocauma velocidade de transformação e sentido de ensinar e aprender. Os alunos se identificam com as tecnologias de rede e sobrevivem, com dignidade nesta sociedade, encontrando seu valor enquanto cidadão porque produzem conhecimentos, produtos, curiosidades inclusive.
  • 13.
    Referências Bibliográficas . SANTOS,Edméa. A cibercultura e a educação em tempos de mobilidades e redes sociais: conversando com os cotidianos. (PROPED/UERJ) . LIBANEO, José Carlos. As teorias pedagógicas modernas resignificadas pelo debate contemporâneo na educação;