Ministrante: Prof. Dr. Sidney Lima.
 Oxidação de Álcoois;
 Oxidação de Alcenos;
 Quebra da ligação C=C
 Preparação de Epóxidos;
 Abertura de Epóxidos;
 Oxidação de Aldeídos e Cetonas.
Conteúdo:
Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
Agentes Oxidantes!
Reagentes oxidantes cada vez mais seletivos, versáteis e
brandos têm sido objeto de pesquisa, para a produção de um
grande número de novas substâncias ou intermediários de
síntese de moléculas alvo com potencial atividade
farmacológica. Os derivados de Cromo são os mais comuns!
 CrO3 / Py (Reagente de Collins)
 Na2Cr2O7; PCC; PDC
 KMnO4 (forte)
 Iodo hipervalente(V) (Dess-Martin)
 MnO2 e RuO4
 Oxidação de Swern e suas variações
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Oxidação de álcoois via metais de transição
Oxidantes aquosos Oxidantes anidros
Clorocromato de piridínio (PCC)
Dicromato de piridínio (PDC)
Ácido crômico (H2CrO4)
Cromato (CrO4
2-)
Dicromato (Cr2O7
2-)
Permanganato (MnO4
-)
Cr
HO OH
O
O
Cr
O Cl
O
O
_
N
+
H
Cr
O
O
O
_
O Cr
O
O
O
_
N
+
H
N
+
H
Cr
O
O
O
_
O Cr
O
O
O
_
Cr
O
O
O
_
O
_
Mn
O
O
O
_
O
 O termo ácido crômico é
geralmente usado para uma
mistura feita pela adição de ácido
sulfúrico concentrado a um
dicromato, que pode conter uma
variedade de compostos, incluindo
trióxido de cromo sólido.

 O ácido crômico também pode
se referir às espécies
moleculares, H2CrO4, das quais
o trióxido é o anidrido.
 O ácido crômico apresenta
cromo no estado de oxidação
de +6 (ou VI). É um agente
oxidante forte e corrosivo.
 Reagente de Jones: ácido crômico em H2SO4 aquoso e acetona, que oxidará os
álcoois primário e secundário em ácidos carboxílicos e cetonas,
respectivamente, enquanto raramente afeta as ligações não saturadas.
Reagentes de Crômio:
 Cloreto de cromila, CrO2Cl2 é um composto molecular bem
definido que é gerado a partir do ácido crômico.
 O reagente Collins é um aduto de trióxido de cromo e
piridina usado para diversas oxidações.
 O PCC é gerado a partir de trióxido de cromo e cloreto de
piridínio. Este reagente converte álcoois primários nos
aldeídos correspondentes (R – CHO)
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Exemplos!
Reagente de Jones para álcool secundário: meio ácido e acetona
Reagente de Collins: CrO3-piridina
Piridina clorocromato- PCC: CrO3 dissolve em HCl e adiciona piridina
Piridina com CrO3 em pequena quantidade de H2O- PDC piridina dicromato
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Oxidação de Álcoois
MAIS LARGAMENTE UTILIZADOS SÃO METAIS DE TRANSIÇÃO
DERIVADOS DE Cr(VI). CrO3, ou o sal dicromato, Cr2O7
2−.
MECANISMO GERAL:
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ESTEQUIOMETRIA
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Oxidação de álcoois via derivados de Cr(VI)
Radicais livres como intermediários de reações de oxidação por Cr(VI)
Formação de radicais estáveis
Wiberg, K. B., Mukherjee, S. K. J. Am. Chem. Soc. 1973, 96, 1884-1888
Wiberg, K. B., Szeimies, G. J. Am. Chem. Soc. 1973, 96, 1889-1892
Doyle, M., Swedo, R J., Rocek, J. J. Am. Chem. Soc. 1973, 95, 8352-8357
.
Oxidação de álcoois via derivados de Cr(VI)
Rearranjo oxidativo de álcool terciário alílico por Cr(VI)
álcool terciário alílico
Dauben, W. G., Michno, D. M. J. J. Org. Chem. 1977, 42, 682-685
 Adição de oxigênio à C=C mediada por Cr(VI)
aldeído α,β-insaturado
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Majetich, G.; Condon, S.; Hull, K.; Ahmad, S. Tetrahedron Lett., 1989, 30, 1033-1036.
Exemplos de Reações com Rearranjo oxidativo de álcool terciário
alílico por Cr(VI)
enonas
 Alta regioespecificidade
Cr
O
O
O
_
O Cr
O
O
O
_
N
+
H
N
+
H
PDC
Scheme 12.1. Oxidation with Chromium(VI) Reagents
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Scheme 12.1. Oxidation with Chromium(VI) Reagents
Scheme 12.1. Oxidation with Chromium(VI) Reagents
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Exemplos de Oxidação de álcoois via PDC
Cr
O
O
O
_
O Cr
O
O
O
_
N
+
H
N
+
H
PDC
Seletividade
 Uso de solvente não prótico
 Condições reacionais brandas
Corey, E. J., Schmidt, G. Tetrahedron Lett., 1979, 20, 399-402.
OH
PDC
DMF 25 oC
OH
O
OH
PDC
CH2Cl2 25 oC
O
O
R H
O
R OH
OH
R H
PDC PDC
CH2Cl2 DMF
aldeído ácido carboxílico
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KMnO4 também é um poderoso oxidante, mas não é utilizado para
produzir aldeídos ou cetonas, por outro lado MnO2 é muito usado.
RuO4 também é um poderoso oxidante. Oxida também álcool primário
para ác carboxílico, metil éteres para metil ésteres e benzil éteres p
benzil ésteres
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MnO4- + 2H2O + 3e- MnO2 + 4OH- Er = 0,57V
MnO2- + 2e- Mn2+ + 2H2O Er = 1,28V
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Outros Exemplos: MnO2 e RuO4
MnO2
RuO4
OH
HO
O
HO
MnO2
álcool aldeído
 RuO4 - agente oxidante forte
 álcool ativado
Exemplos de oxidação com MnO2
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MECANISMO
RuO4 - agente oxidante forte
Scheme 12.2. Oxidation of Alcohols with Manganese
Dioxide
12.1.2. OUTROS OXIDANTES
DMSO e um eletrófilo como DCCI,
diciclohexilcarbodiimida
DMSO e cloreto de oxalila como eletrófilo, chama-se oxidação de Swern
C
N N
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oxidação de Swern
 Reação exotérmica – condições reacionais -78 oC
 Formação de tioacetais
Scheme 12.3. Oxidation of Alcohols Using Dimethyl
Sulfoxide: Swern!
O
OCH(CH3)2
(CH3)2HC
Al
O
H
O
Al
(CH3)2HC OCH(CH3)2
O
H
OCH(CH3)2
(CH3)2HC
Al
OCH(CH3)2
(CH3)2HC
Al
O
H
O
H
Al
OCH(CH3)2
(CH3)2HCO OCH(CH3)2
H
 A oxidação de Oppenauer, nomeada após Rupert Viktor Oppenauer, é um
método suave para oxidar seletivamente álcoois secundários em cetonas.
 A reação é o oposto da redução de Meerwein – Ponndorf – Verley. O
álcool é oxidado com isopropóxido de alumínio em excesso de acetona.
Isso muda o equilíbrio para o lado do produto.
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Oxidação de Oppenauer
HO
O
H
H
H
Al(OiPr)3
2º
acetona
O
O
H
H
H
pregnenolona progesterona
Síntese de esteroides
Gleason, C. H., Holden, G. W. J. Am. Chem. Soc. 1950, 72, 1751-1752
 Oxidação de álcool na presença de aceptor de hidreto
 acetona, ciclohexanona, benzofenona, benzoquinona
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Oxidação de Oppenauer: Mecanismo
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Oxidação de Oppenauer: Mecanismo
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12.1.2.2. Oxidação de Dess-Martin
 Agente oxidante com Iodo pentavalente (hipervalente!)
 Solventes não próticos: CHCl3, CH3CN
 Condições reacionais brandas ou neutras. Reatividade: álcool 1o >> 2o
Iodo Hipervalente
Não obedece a regra octeto, tem mais de 8 elétrons em sua camada de valência
Diaryl-λ3-iodanes (ArIL2)
vs.
diaryliodonium salts (Ar2IL)
L–I–L (Zhdankin, Chem. Rev. 2008, 5299.)
Aryl-λ3-iodanes
Aryl-λ5-iodanes (ArIL4)
Nomenclatura de Martin–Arduengo
Preparação do Periodinano de Dess-Martin
O
O
O
O
O
O
I
O
O
CH3
CH3
H3C
Periodinano Dess-Martin
ácido 2-iodobenzoico ácido 2-iodoxibenzoico
(IBX)
Periodinano de Dess-Martin
DMP
depois 23 oC, 24 h
74%
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Outros Exemplos de Oxidação Dess-Martin
 Reatividade: álcool primários >> álcool secundário
Myers, A. G. et al. Tetrahedron Lett., 2000, 41, 1359-1362.
piridina
Seletividade
OH
N
O
O DMP
99% ee
O
N
O
O
H
99% ee
CH2Cl2
>95%
Scheme 12.4. Oxidation by the Dess-Martin
Reagent
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2.1.2.3. Oxidação Usando Ions Oxoamonium
 Ganen, B., J. Org. Chem. 1975, 40, 1998-2000
 Semmelhack, M. F., Schmid, C. R., Cortés, D. A.
Tetrahedron Lett., 1986, 27, 1119-1122
 Bobbitt, J. M., Ma, Z. J. Org. Chem. 1991, 56, 6110-6114
 Um derivado do estável nitroxido de tetrametillpiperidieto (TEMPO), como agente ativo;
 Pode oxidar seletivamente álcool primário na presença de um secundário.
Exemplos de oxidação via íons oxoamônio
tolueno
Boc =
Leanna et al. Tetrahedron Lett., 1992, 33, 5029-5032.
70 oC
55 oC
Oxidação seletiva de álcoois alílicos na presença de S e Se
De Mico et al. J. Org. Chem., 1997, 62, 6974-6977.
Scheme 12.5. Oxidations Using TEMPO
12.12. Adição de oxigênio a ligações duplas C-C:
 Dihidroxilação de alcenos: KMnO4 e OsO4 oxida alcenos para 1,2-dióis
(glicóis). OsO4 produz melhores rendimentos, altamente tóxico e muito caro.
 KMnO4 é um agente oxidante forte e causa oxidação do glicol. A reação
deve ser feita em solução de permanganato de potássio diluída, fria e
básica.
 A oxidação de Lemieux-Johnson (o reagente de Lemieux-Johnson é NaIO4 +
OsO4) dos alcenos fornece aldeído ou cetonas;
 Se condições oxidantes fortes como o KMnO4 no lugar do OsO4 forem usadas,
o permanganato causa a hidro-hidroxilação com facilidade e, ainda na última
etapa, oxida qualquer aldeído formado em ácidos carboxílicos
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Mecanismo Reacional: MnO4 e OsO4
 Adição estereoespecífica sin – cicloadição [3+2];
 OsO4 (tóxico, preço) – condições catalíticas
Exemplo: RuO4, em peroxomonosulfato de potássio
Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
DOI: 10.1039/C4OB01491J (Review Article) Org. Biomol. Chem., 2014, 12, 9492-9504
Mecanismo Reacional:
Oxidação da ligação C=C com OsO4
Dihidroxilação enantiosseletiva - formação de 1,2-dióis
Face β
Face α
 Adição enantiosseletiva sin
 Auxiliares quirais
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Complexo com manganês de
diminas quirais
Mecanismo radicalar
Scheme 12.6. Examples of syn Dihydroxylation of Alkenes:
KMnO4 ou OsO4
Scheme 12.7. Enantioselective Osmium-Catalyzed Dihydroxylation of
Alkenes
Scheme 12.8. Enantioselective Hydroxylation Using Chiral Diamines
Epoxidação de Alcenos: Exemplos.
Mecanismo Raacional
 Epoxidação via ácido peroxicarboxílicos – mecanismo concertado;
 Adição Sin
 Maior velocidade em alcenos substituído por grupos alquilas e doadores de elétrons
Formação de epóxidos
Epoxidação via H2O2 ativado
Exemplo cloroformato de etila
ácido O-etil-peroxicarbônico
Transformações de epóxidos
Abertura do anel via nucleófilo
Abertura redutiva do anel
Rearranjo a grupos carbonila
Abertura do epóxido a álcool alílico
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Com t-butyl hydroperoxido ,ou peróxido de hidrgenio em
meio alcalino o Mecanismo é diferente, envolve adição
nucleofílica conjugada
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Fig. 1 Typical reaction scheme for the epoxidation of limonene with hydrogen
peroxide (H2O2) as oxidant. Limonene 1, limonene-8,9-epoxide 2, limonene-1,2-
epoxide 3, limonene-bis-epoxide 4, limonene-1,2-diol 5, carveol 6 and carvone 7
Mohamad Faiz Mukhtar Gunam et al., 2018. Reaction Chemistry & Engeneering., 2018, 3, 747.
Transformações de epóxidos
Me estabiliza pouco o carbocátion
Ph estabiliza bem o carbocátion
Epóxido de alcool alílico exibe quelação e orienta a regiosseletividade
R estabiliza pouco o carbocátion
Ph estabiliza bem o carbocátion
Rearranjo de epóxido
Estereoquímica
Termalmente
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Abertura de epóxido em meio
basico
Eliminação sin
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Scheme 12.9. Enantioselective Epoxidation of Allylic Alcohols
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Scheme 12.10. Enantioselective Epoxidation with Chiral Manganese
Catalystsa
Reação de alceno com oxigênio
singleto
Oxigenio singleto segue 4+2 cicloaditção com dienos
Outros oxidantes
Dióxido de selênio é um reagente usado na oxidação alílica de alcenos
Reações eno
eno
enófilo
dienófilo
dieno
Reações Diels-Alder Reações eno
enófilo
eno
HOMO
LUMO
HOMO
LUMO
Formação de aldeído ou álcool E-alílico
Tarefa! Ver referência!
Exemplo e mecanismo para oxidação de 4a por SeO2
Ramesh M. Patel, Vedavati G. Puranik and Narshinha P. Argade. Regio- and stereoselective selenium
dioxide allylic oxidation of (E)-dialkyl alkylidenesuccinates to (Z)-allylic alcohols: Synthesis of natural
and unnatural butenolides. Organic & Biomolecular Chemistry. Issue 18, 2011
Clivagem oxidativa da lig C=C
Oxidantes: Metais de Transição envolvem glicois como intermediários
Mecanismo Reacional
70
Ozonólise:
https://en.chem-station.com/reactions-2/2014/10/harries-ozonolysis.html
A reação é feita através da introdução de gás ozônio (gerado por descarga
silenciosa de gás oxigênio) na solução de substratos em solventes como
diclorometano e metanol. A reação tende a ser mais rápida em solventes
próticos. A reação funciona em condições quase neutras.
 Alta seletividade na clivagem da
ligação C=C
 Condições reacionais brandas
 (CH3)2S → aldeídos/cetonas
 NaOH ou NaOCH3 → éstere
Exemplos!
Interceptação do intermediário ozonídeo
H
HO
H
O3
CH2Cl2/(CH3)2S H
HO
H
O
H
O3
CH2Cl2/H2O2
H
HO
H
O
OH
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Ozonólise: Mecanismo Reacional!
Alguns reagentes interceptam o intermediário
Scheme 12.19a. Ozonolysis Reactions
Scheme 12.19b. Ozonolysis Reactions
12.5.2. Oxidação de Cetonas e Aldeídos
Oxidantes: Metais de Transição
Cetonas são oxidativamente clivadas por Cr(VI) or Mn(VII), deve ocorrer via enol
enol
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Oxidação de cetonas e aldeídos por metais de transição
Formação de ácido carboxílicos
Formação de ácido carboxílicos
 Mecanismo via radicais
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 Efeitos estereoeletrônicos:
Ligação O-O antiperiplanar ao grupo que migra
Par de e- do O antiperiplanar ao grupo que migra
 Grupos eletroretirador sobre o grupo que migra
diminui a velocidade de migração
 Grupo que acomoda melhor a carga positiva
migra primeiro: 3o > 2o
Intermediário Criegee
Crudden, C. M. et al. Angew. Chem., Int. Ed. Engl. 2000, 39, 2852-2855.
12.5.2.1. Oxidação de cetonas à ésteres ou lactonas: Baeyer-Villiger:
Agentes oxidantes
peroxiácidos ou peróxidos
https://www.masterorganicchemistry.com/2011/06/17/reagent-friday-m-cpba-meta-chloroperoxybenzoic-acid/
 O principal fator na determinação de qual grupo migra é a capacidade
de acomodar cargas positivas parciais. Nos grupos fenil para-
substituídos, os substituintes ERG favorecem migração:
tert-alkyl > sec-alkyl > benzyl, phenyl > pri-alkyl > cyclopropyl > methyl
 Do mesmo modo, os substituintes silil aumentam a aptidão migratória
dos grupos alquilo.
 Como geralmente ocorre na migração para um centro com deficiência
de elétrons, a configuração do grupo migrador é mantida nas
oxidações de Baeyer-Villiger.
Estruturas de ressonância do intermediário
de Criegee: Rm = grupo migrante
12.5.2.1. Oxidação de Baeyer-Villiger
Oxidação de cetonas à ésteres ou lactonas
Corey, E. J. et al. J. Am. Chem. Soc. 1969, 91, 5675-5677.
 Influência de efeitos estereoeletrônicos
 Influência de fatores conformacionais
prostaglandinas
Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
12.5.2.1. Oxidação de Baeyer-Villiger
Fatores estéricos e conformacionais também são importantes, especialmente em sistemas
cíclicos. Há preferência pela migração do grupo antiperiplanar em relação à ligação de
peróxido. Em sistemas relativamente rígidos, esse efeito pode superar a preferência normal
pela migração do grupo mais ramificado
Tarefa! Explicar as seguintes transformações:
Scheme 12.20. Baeyer-Villiger Oxidation
Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
Oxidação de cetona com Pb(OAc)4
Formação de α-acetoxi-cetona
Descarboxilação oxidativa
Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
Oxidação de cetonas e aldeídos com outros reagentes
eliminação hidrolítica de selenio
Aldeído deve ocorrer via hidrato
Descarboxilação Oxidativa
Oxidação de Carbono não funcionalizado
Ordem de reatividade C−H da ligação é 3 > 2 > 1.
Oxidação de trans-decalina leva a mistura de 1- e 2-
trans-decalona
Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
Mecanismo: Clivagem com periodato!
Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
Outros Exemplos de Clivagem
com Periodato
Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
94
References
https://www.chemistrysteps.com/organic-chemistry-topic-index/
2009
2013
Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
Ministrante: Prof. Sidney Lima.

8. R. Oxidação - Prof Sidney - UFPI

  • 1.
  • 2.
     Oxidação deÁlcoois;  Oxidação de Alcenos;  Quebra da ligação C=C  Preparação de Epóxidos;  Abertura de Epóxidos;  Oxidação de Aldeídos e Cetonas. Conteúdo: Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 4.
    Prof. Dr. SidneyLima - 2021
  • 5.
    Agentes Oxidantes! Reagentes oxidantescada vez mais seletivos, versáteis e brandos têm sido objeto de pesquisa, para a produção de um grande número de novas substâncias ou intermediários de síntese de moléculas alvo com potencial atividade farmacológica. Os derivados de Cromo são os mais comuns!  CrO3 / Py (Reagente de Collins)  Na2Cr2O7; PCC; PDC  KMnO4 (forte)  Iodo hipervalente(V) (Dess-Martin)  MnO2 e RuO4  Oxidação de Swern e suas variações Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 7.
    Oxidação de álcooisvia metais de transição Oxidantes aquosos Oxidantes anidros Clorocromato de piridínio (PCC) Dicromato de piridínio (PDC) Ácido crômico (H2CrO4) Cromato (CrO4 2-) Dicromato (Cr2O7 2-) Permanganato (MnO4 -) Cr HO OH O O Cr O Cl O O _ N + H Cr O O O _ O Cr O O O _ N + H N + H Cr O O O _ O Cr O O O _ Cr O O O _ O _ Mn O O O _ O
  • 8.
     O termoácido crômico é geralmente usado para uma mistura feita pela adição de ácido sulfúrico concentrado a um dicromato, que pode conter uma variedade de compostos, incluindo trióxido de cromo sólido.   O ácido crômico também pode se referir às espécies moleculares, H2CrO4, das quais o trióxido é o anidrido.  O ácido crômico apresenta cromo no estado de oxidação de +6 (ou VI). É um agente oxidante forte e corrosivo.
  • 9.
     Reagente deJones: ácido crômico em H2SO4 aquoso e acetona, que oxidará os álcoois primário e secundário em ácidos carboxílicos e cetonas, respectivamente, enquanto raramente afeta as ligações não saturadas. Reagentes de Crômio:  Cloreto de cromila, CrO2Cl2 é um composto molecular bem definido que é gerado a partir do ácido crômico.  O reagente Collins é um aduto de trióxido de cromo e piridina usado para diversas oxidações.  O PCC é gerado a partir de trióxido de cromo e cloreto de piridínio. Este reagente converte álcoois primários nos aldeídos correspondentes (R – CHO) Prof. Dr. Sidney Lima - 2020
  • 10.
    Exemplos! Reagente de Jonespara álcool secundário: meio ácido e acetona Reagente de Collins: CrO3-piridina Piridina clorocromato- PCC: CrO3 dissolve em HCl e adiciona piridina Piridina com CrO3 em pequena quantidade de H2O- PDC piridina dicromato Prof. Dr. Sidney Lima - 2020
  • 11.
    Oxidação de Álcoois MAISLARGAMENTE UTILIZADOS SÃO METAIS DE TRANSIÇÃO DERIVADOS DE Cr(VI). CrO3, ou o sal dicromato, Cr2O7 2−. MECANISMO GERAL: Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 12.
  • 13.
    Oxidação de álcooisvia derivados de Cr(VI) Radicais livres como intermediários de reações de oxidação por Cr(VI) Formação de radicais estáveis Wiberg, K. B., Mukherjee, S. K. J. Am. Chem. Soc. 1973, 96, 1884-1888 Wiberg, K. B., Szeimies, G. J. Am. Chem. Soc. 1973, 96, 1889-1892 Doyle, M., Swedo, R J., Rocek, J. J. Am. Chem. Soc. 1973, 95, 8352-8357 .
  • 14.
    Oxidação de álcooisvia derivados de Cr(VI) Rearranjo oxidativo de álcool terciário alílico por Cr(VI) álcool terciário alílico Dauben, W. G., Michno, D. M. J. J. Org. Chem. 1977, 42, 682-685  Adição de oxigênio à C=C mediada por Cr(VI) aldeído α,β-insaturado Prof. Dr. Sidney Lima - 2020
  • 15.
    Majetich, G.; Condon,S.; Hull, K.; Ahmad, S. Tetrahedron Lett., 1989, 30, 1033-1036. Exemplos de Reações com Rearranjo oxidativo de álcool terciário alílico por Cr(VI) enonas  Alta regioespecificidade Cr O O O _ O Cr O O O _ N + H N + H PDC
  • 16.
    Scheme 12.1. Oxidationwith Chromium(VI) Reagents Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 17.
    Scheme 12.1. Oxidationwith Chromium(VI) Reagents
  • 18.
    Scheme 12.1. Oxidationwith Chromium(VI) Reagents Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 19.
    Exemplos de Oxidaçãode álcoois via PDC Cr O O O _ O Cr O O O _ N + H N + H PDC Seletividade  Uso de solvente não prótico  Condições reacionais brandas Corey, E. J., Schmidt, G. Tetrahedron Lett., 1979, 20, 399-402. OH PDC DMF 25 oC OH O OH PDC CH2Cl2 25 oC O O R H O R OH OH R H PDC PDC CH2Cl2 DMF aldeído ácido carboxílico Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 20.
    KMnO4 também éum poderoso oxidante, mas não é utilizado para produzir aldeídos ou cetonas, por outro lado MnO2 é muito usado. RuO4 também é um poderoso oxidante. Oxida também álcool primário para ác carboxílico, metil éteres para metil ésteres e benzil éteres p benzil ésteres Prof. Dr. Sidney Lima - 2020 MnO4- + 2H2O + 3e- MnO2 + 4OH- Er = 0,57V MnO2- + 2e- Mn2+ + 2H2O Er = 1,28V
  • 21.
    Prof. Dr. SidneyLima - 2020
  • 22.
    Outros Exemplos: MnO2e RuO4 MnO2 RuO4 OH HO O HO MnO2 álcool aldeído  RuO4 - agente oxidante forte  álcool ativado
  • 23.
    Exemplos de oxidaçãocom MnO2 Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 24.
  • 25.
    Scheme 12.2. Oxidationof Alcohols with Manganese Dioxide
  • 26.
    12.1.2. OUTROS OXIDANTES DMSOe um eletrófilo como DCCI, diciclohexilcarbodiimida DMSO e cloreto de oxalila como eletrófilo, chama-se oxidação de Swern C N N Prof. Dr. Sidney Lima - 2020
  • 27.
    oxidação de Swern Reação exotérmica – condições reacionais -78 oC  Formação de tioacetais
  • 28.
    Scheme 12.3. Oxidationof Alcohols Using Dimethyl Sulfoxide: Swern!
  • 29.
    O OCH(CH3)2 (CH3)2HC Al O H O Al (CH3)2HC OCH(CH3)2 O H OCH(CH3)2 (CH3)2HC Al OCH(CH3)2 (CH3)2HC Al O H O H Al OCH(CH3)2 (CH3)2HCO OCH(CH3)2 H A oxidação de Oppenauer, nomeada após Rupert Viktor Oppenauer, é um método suave para oxidar seletivamente álcoois secundários em cetonas.  A reação é o oposto da redução de Meerwein – Ponndorf – Verley. O álcool é oxidado com isopropóxido de alumínio em excesso de acetona. Isso muda o equilíbrio para o lado do produto. Prof. Dr. Sidney Lima - 2020
  • 30.
    Oxidação de Oppenauer HO O H H H Al(OiPr)3 2º acetona O O H H H pregnenolonaprogesterona Síntese de esteroides Gleason, C. H., Holden, G. W. J. Am. Chem. Soc. 1950, 72, 1751-1752  Oxidação de álcool na presença de aceptor de hidreto  acetona, ciclohexanona, benzofenona, benzoquinona Prof. Dr. Sidney Lima - 2020
  • 31.
    Oxidação de Oppenauer:Mecanismo Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 32.
    Oxidação de Oppenauer:Mecanismo Prof. Dr. Sidney Lima - 2020
  • 33.
    12.1.2.2. Oxidação deDess-Martin  Agente oxidante com Iodo pentavalente (hipervalente!)  Solventes não próticos: CHCl3, CH3CN  Condições reacionais brandas ou neutras. Reatividade: álcool 1o >> 2o
  • 34.
    Iodo Hipervalente Não obedecea regra octeto, tem mais de 8 elétrons em sua camada de valência
  • 35.
    Diaryl-λ3-iodanes (ArIL2) vs. diaryliodonium salts(Ar2IL) L–I–L (Zhdankin, Chem. Rev. 2008, 5299.) Aryl-λ3-iodanes Aryl-λ5-iodanes (ArIL4) Nomenclatura de Martin–Arduengo
  • 36.
    Preparação do Periodinanode Dess-Martin O O O O O O I O O CH3 CH3 H3C Periodinano Dess-Martin ácido 2-iodobenzoico ácido 2-iodoxibenzoico (IBX) Periodinano de Dess-Martin DMP depois 23 oC, 24 h 74% Prof. Dr. Sidney Lima - 2020
  • 37.
    Outros Exemplos deOxidação Dess-Martin  Reatividade: álcool primários >> álcool secundário Myers, A. G. et al. Tetrahedron Lett., 2000, 41, 1359-1362. piridina Seletividade OH N O O DMP 99% ee O N O O H 99% ee CH2Cl2 >95%
  • 38.
    Scheme 12.4. Oxidationby the Dess-Martin Reagent Prof. Dr. Sidney Lima - 2020
  • 39.
    2.1.2.3. Oxidação UsandoIons Oxoamonium  Ganen, B., J. Org. Chem. 1975, 40, 1998-2000  Semmelhack, M. F., Schmid, C. R., Cortés, D. A. Tetrahedron Lett., 1986, 27, 1119-1122  Bobbitt, J. M., Ma, Z. J. Org. Chem. 1991, 56, 6110-6114  Um derivado do estável nitroxido de tetrametillpiperidieto (TEMPO), como agente ativo;  Pode oxidar seletivamente álcool primário na presença de um secundário.
  • 40.
    Exemplos de oxidaçãovia íons oxoamônio tolueno Boc = Leanna et al. Tetrahedron Lett., 1992, 33, 5029-5032. 70 oC 55 oC Oxidação seletiva de álcoois alílicos na presença de S e Se De Mico et al. J. Org. Chem., 1997, 62, 6974-6977.
  • 41.
  • 42.
    12.12. Adição deoxigênio a ligações duplas C-C:  Dihidroxilação de alcenos: KMnO4 e OsO4 oxida alcenos para 1,2-dióis (glicóis). OsO4 produz melhores rendimentos, altamente tóxico e muito caro.  KMnO4 é um agente oxidante forte e causa oxidação do glicol. A reação deve ser feita em solução de permanganato de potássio diluída, fria e básica.
  • 43.
     A oxidaçãode Lemieux-Johnson (o reagente de Lemieux-Johnson é NaIO4 + OsO4) dos alcenos fornece aldeído ou cetonas;  Se condições oxidantes fortes como o KMnO4 no lugar do OsO4 forem usadas, o permanganato causa a hidro-hidroxilação com facilidade e, ainda na última etapa, oxida qualquer aldeído formado em ácidos carboxílicos Prof. Dr. Sidney Lima - 2020
  • 44.
  • 45.
     Adição estereoespecíficasin – cicloadição [3+2];  OsO4 (tóxico, preço) – condições catalíticas Exemplo: RuO4, em peroxomonosulfato de potássio Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 46.
    DOI: 10.1039/C4OB01491J (ReviewArticle) Org. Biomol. Chem., 2014, 12, 9492-9504 Mecanismo Reacional:
  • 47.
    Oxidação da ligaçãoC=C com OsO4 Dihidroxilação enantiosseletiva - formação de 1,2-dióis Face β Face α  Adição enantiosseletiva sin  Auxiliares quirais Prof. Dr. Sidney Lima - 2020
  • 48.
    Complexo com manganêsde diminas quirais Mecanismo radicalar
  • 49.
    Scheme 12.6. Examplesof syn Dihydroxylation of Alkenes: KMnO4 ou OsO4
  • 50.
    Scheme 12.7. EnantioselectiveOsmium-Catalyzed Dihydroxylation of Alkenes
  • 51.
    Scheme 12.8. EnantioselectiveHydroxylation Using Chiral Diamines
  • 52.
    Epoxidação de Alcenos:Exemplos. Mecanismo Raacional  Epoxidação via ácido peroxicarboxílicos – mecanismo concertado;  Adição Sin  Maior velocidade em alcenos substituído por grupos alquilas e doadores de elétrons
  • 53.
    Formação de epóxidos Epoxidaçãovia H2O2 ativado Exemplo cloroformato de etila ácido O-etil-peroxicarbônico
  • 54.
    Transformações de epóxidos Aberturado anel via nucleófilo Abertura redutiva do anel Rearranjo a grupos carbonila Abertura do epóxido a álcool alílico Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 55.
    Com t-butyl hydroperoxido,ou peróxido de hidrgenio em meio alcalino o Mecanismo é diferente, envolve adição nucleofílica conjugada Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 56.
    Fig. 1 Typicalreaction scheme for the epoxidation of limonene with hydrogen peroxide (H2O2) as oxidant. Limonene 1, limonene-8,9-epoxide 2, limonene-1,2- epoxide 3, limonene-bis-epoxide 4, limonene-1,2-diol 5, carveol 6 and carvone 7 Mohamad Faiz Mukhtar Gunam et al., 2018. Reaction Chemistry & Engeneering., 2018, 3, 747.
  • 57.
  • 58.
    Me estabiliza poucoo carbocátion Ph estabiliza bem o carbocátion
  • 59.
    Epóxido de alcoolalílico exibe quelação e orienta a regiosseletividade R estabiliza pouco o carbocátion Ph estabiliza bem o carbocátion
  • 60.
  • 61.
  • 62.
    Abertura de epóxidoem meio basico Eliminação sin Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 63.
    Scheme 12.9. EnantioselectiveEpoxidation of Allylic Alcohols Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 64.
    Scheme 12.10. EnantioselectiveEpoxidation with Chiral Manganese Catalystsa
  • 65.
    Reação de alcenocom oxigênio singleto Oxigenio singleto segue 4+2 cicloaditção com dienos
  • 66.
    Outros oxidantes Dióxido deselênio é um reagente usado na oxidação alílica de alcenos Reações eno eno enófilo dienófilo dieno Reações Diels-Alder Reações eno enófilo eno HOMO LUMO HOMO LUMO
  • 67.
    Formação de aldeídoou álcool E-alílico
  • 68.
    Tarefa! Ver referência! Exemploe mecanismo para oxidação de 4a por SeO2 Ramesh M. Patel, Vedavati G. Puranik and Narshinha P. Argade. Regio- and stereoselective selenium dioxide allylic oxidation of (E)-dialkyl alkylidenesuccinates to (Z)-allylic alcohols: Synthesis of natural and unnatural butenolides. Organic & Biomolecular Chemistry. Issue 18, 2011
  • 69.
    Clivagem oxidativa dalig C=C Oxidantes: Metais de Transição envolvem glicois como intermediários Mecanismo Reacional
  • 70.
    70 Ozonólise: https://en.chem-station.com/reactions-2/2014/10/harries-ozonolysis.html A reação éfeita através da introdução de gás ozônio (gerado por descarga silenciosa de gás oxigênio) na solução de substratos em solventes como diclorometano e metanol. A reação tende a ser mais rápida em solventes próticos. A reação funciona em condições quase neutras.  Alta seletividade na clivagem da ligação C=C  Condições reacionais brandas  (CH3)2S → aldeídos/cetonas  NaOH ou NaOCH3 → éstere
  • 71.
    Exemplos! Interceptação do intermediárioozonídeo H HO H O3 CH2Cl2/(CH3)2S H HO H O H O3 CH2Cl2/H2O2 H HO H O OH Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 72.
  • 73.
  • 74.
  • 75.
  • 76.
    12.5.2. Oxidação deCetonas e Aldeídos Oxidantes: Metais de Transição Cetonas são oxidativamente clivadas por Cr(VI) or Mn(VII), deve ocorrer via enol enol Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 77.
    Oxidação de cetonase aldeídos por metais de transição Formação de ácido carboxílicos Formação de ácido carboxílicos  Mecanismo via radicais Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 78.
     Efeitos estereoeletrônicos: LigaçãoO-O antiperiplanar ao grupo que migra Par de e- do O antiperiplanar ao grupo que migra  Grupos eletroretirador sobre o grupo que migra diminui a velocidade de migração  Grupo que acomoda melhor a carga positiva migra primeiro: 3o > 2o Intermediário Criegee Crudden, C. M. et al. Angew. Chem., Int. Ed. Engl. 2000, 39, 2852-2855. 12.5.2.1. Oxidação de cetonas à ésteres ou lactonas: Baeyer-Villiger: Agentes oxidantes peroxiácidos ou peróxidos
  • 79.
  • 80.
     O principalfator na determinação de qual grupo migra é a capacidade de acomodar cargas positivas parciais. Nos grupos fenil para- substituídos, os substituintes ERG favorecem migração: tert-alkyl > sec-alkyl > benzyl, phenyl > pri-alkyl > cyclopropyl > methyl  Do mesmo modo, os substituintes silil aumentam a aptidão migratória dos grupos alquilo.  Como geralmente ocorre na migração para um centro com deficiência de elétrons, a configuração do grupo migrador é mantida nas oxidações de Baeyer-Villiger. Estruturas de ressonância do intermediário de Criegee: Rm = grupo migrante
  • 81.
    12.5.2.1. Oxidação deBaeyer-Villiger Oxidação de cetonas à ésteres ou lactonas Corey, E. J. et al. J. Am. Chem. Soc. 1969, 91, 5675-5677.  Influência de efeitos estereoeletrônicos  Influência de fatores conformacionais prostaglandinas Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 82.
    12.5.2.1. Oxidação deBaeyer-Villiger Fatores estéricos e conformacionais também são importantes, especialmente em sistemas cíclicos. Há preferência pela migração do grupo antiperiplanar em relação à ligação de peróxido. Em sistemas relativamente rígidos, esse efeito pode superar a preferência normal pela migração do grupo mais ramificado
  • 83.
    Tarefa! Explicar asseguintes transformações:
  • 84.
    Scheme 12.20. Baeyer-VilligerOxidation Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 85.
    Oxidação de cetonacom Pb(OAc)4 Formação de α-acetoxi-cetona Descarboxilação oxidativa Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 86.
    Oxidação de cetonase aldeídos com outros reagentes eliminação hidrolítica de selenio
  • 87.
    Aldeído deve ocorrervia hidrato Descarboxilação Oxidativa
  • 88.
    Oxidação de Carbononão funcionalizado Ordem de reatividade C−H da ligação é 3 > 2 > 1.
  • 89.
    Oxidação de trans-decalinaleva a mistura de 1- e 2- trans-decalona
  • 90.
    Prof. Dr. SidneyLima - 2021
  • 92.
    Mecanismo: Clivagem comperiodato! Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 93.
    Outros Exemplos deClivagem com Periodato Prof. Dr. Sidney Lima - 2021
  • 94.
  • 95.