SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 26
Atenas & Esparta
    INIMIGAS ÍNTIMAS
        Capítulo 7




               AULA DE HISTÓRIA

           PROFESSORA: JANAÍNA BINDÁ
                    6º ANO
Introdução:

   As civilizações Greco-romanas são consideradas clássicas por
           terem sido adotadas como modelo pelos povos
          que vieram depois delas, graças ao nível cultural
que alcançaram em vários aspectos estes povos tiveram influência
     na formação de vários conceitos, instituições e costumes
              que permeiam o Ocidente como um todo.
Influências:
Da Grécia herdamos por exemplo os
JOGOS OLÍMPICOS e a DEMOCRACIA
O Mundo Clássico:




• O mundo clássico estava dividido em PÓLIS
• As PÓLIS eram cidades INDEPENDENTES.
• Pequenos Estados, JURIDICAMENTE
  SOBERANOS e AUTÔNOMOS
• Algumas dessas cidades se uniram em tempos
  de crise ou com finalidades comerciais. Só que
    essas alianças duraram o tempo exato de
  alcançarem os objetivos para os quais tinham
               sido estabelecidas....
As “desuniões” tinham efeito contrário ao que
seria provocado pela unidade: abria espaços
para acirradas brigas pela hegemonia de
territórios.



HEGEMONIA: é a supremacia de um povo sobre outros, seja
através da introdução de sua cultura ou por meios militares.
Atenas X Esparta
• As relações entre Atenas e Esparta eram de amor
  e ódio. Durante a guerra contra os persas, as duas
  cidades comandaram lado a lado a resistência ao
  invasor – Esparta em terra e Atenas no mar.
• Mas os conflitos de interesses (para ver qual das
  duas ficaria com o controle das outras cidades
  gregas e do comércio com a Ásia) e as diferenças
  ideológicas (entre a democracia ateniense e
  rigidez espartana) acabaram levando as duas a
  um GRANDE CONFLITO, na qual a Grécia inteira
  afundaria.
Atenas
 Atenas
As mulheres de Atenas




      Educada para ser dócil e reservada ao mundo
 doméstico, as mulheres atenienses eram subjugadas
pelo pai até ele escolher qual homem poderia com ela
se casar. Após o matrimônio, a subserviência feminina
  era destinada ao marido. Mesmo após as reformas
 políticas, as mulheres não participavam das questões
políticas por serem consideradas inaptas para esse tipo
                       de tarefa.
as meninas de Atenas não frequentavam escolas, pois
    ficavam aos cuidados da mãe até o casamento.
Atenas:
Atenas destacou-se muito pela preocupação com
o desenvolvimento artístico e cultural de seu
povo, desenvolvendo uma civilização de forte
brilho intelectual.

A democracia ateniense privilegiava apenas seus
cidadãos (homens livres, nascidos em Atenas e
maiores de idade) com o direito de participar
ativamente da Assembleia e também de fazer a
magistratura. No caso dos estrangeiros, estes, além de não
terem os mesmos direitos, eram obrigados a pagar impostos
e prestar serviços militares.
Objetivos

                     A educação ateniense tinha como objetivo
                     principal à formação de indivíduos
                     completos, ou seja, com bom preparo
                     físico, psicológico e cultural.

                     Características

                     Por volta dos sete anos de idade, o
                     menino ateniense era orientado por um
                     pedagogo. Na escola, os jovens estudavam
                     música, artes plásticas, Filosofia, etc. As
                     atividades físicas também faziam parte da
                     vida escolar, pois os atenienses
                     consideravam de grande importância a
Educação em Atenas   manutenção da saúde corporal.
Atenas
Na arquitetura, destacam-se
 os lindos templos erguidos
em homenagens aos deuses,
   principalmente a deusa
 Atena, protetora da cidade.
Atenas estava localizada perto do
mar. Por isso, era um dos
principais centros exportadores da
Grécia.    Esta   pólis       era
poderosa, ficou muito rica… mas a
quantidade de escravos crescia e
lutava por mais direitos.
A sociedade era formada pelas seguintes camadas:

Eupátridas - os 'bem nascidos', tinham privilégios, eram
os grandes proprietários de terras.
Geomores - pequenos proprietários de terras.
Demiurgos - comerciantes e artesãos.
Metecos - eram os estrangeiros que moravam em Atenas
e se dedicavam ao comércio e ao artesanato.
Escravos - prisioneiros de guerra e pessoas condenadas
por dívidas.
A vida do escravo eram muito difícil. Alguns trabalhavam
nas minas de prata, outros nas atividades domésticas e
até mesmo na prostituição. As fugas eram frequentes.
A organização do poder se dava com
    um rei intitulado basileus. A
 monarquia foi a primeira forma de
governo. Aos poucos, os eupátridas
 passaram a limitar o poder do rei.

Aos poucos, artesãos e comerciantes
     enriqueceram e passaram a
reivindicar participação política. Daí,
  houve confronto entre os grupos
     sociais e para resolvê-las foi
necessário algumas reformas. Essa é
            outra história.
Esparta
Esparta
Esparta era cercada de
  montanhas, numa
 área de difícil acesso.
A sociedade era muito guerreira.
Todos os homens eram treinados e
 se tornaram os melhores e mais
 disciplinados soldados da Grécia.
  Os espartanos tinham leis
 muito rígidas, dois reis para
 governar e eram os grandes
      rivais de Atenas.
A sociedade estava dividida em três grupos
                 sociais:
Esparciatas - guerreiros, descendentes dos dórios. Eram a
   camada dominante, detentora das terras e possuía direitos
                         políticos.
Periecos - os aqueus que não resistiram aos invasores. Eram
   homens livres, mas sem direitos políticos. Atuavam como
camponeses, artesãos e comerciantes. Em época de guerra, eram
              convocados para o serviço militar.
 Hilotas - a maioria da população. Eram servos do Estado e
              trabalhavam nas terras dos esparciatas.
 Os hilotas tinham vida miserável, estavam expostos à violência,
  exerciam várias atividades e revoltavam-se com frequência.
As mulheres de Esparta




 os espartanos acreditavam que a mulher deveria
  ser fisicamente preparada para que pudesse dar
 origem a indivíduos aptos para compor o exército
   daquela cidade. Por isso, era comum que essas
mulheres se dedicassem à disputa de jogos e outros
 tipos de atividade esportiva. Além disso, podiam
 controlar as finanças domésticas e participar das
reuniões públicas ligadas à vida política espartana.
Educação Espartana
                     Já ao nascer, a criança era
                minuciosamente observada por um
                  grupo de anciãos. Caso ela não
             apresentasse uma boa saúde ou tivesse
                    algum problema físico, era
               invariavelmente lançada do cume do
               monte Taigeto. Se fosse considerada
               saudável, ela poderia ficar com a sua
              mãe até os sete anos de idade. Depois
               disso, passava a ficar sob a tutela do
              governo espartano para assim receber
              todo o conhecimento necessário à sua
                    vindoura trajetória militar.
• Entre os sete e os doze anos a criança recebia os conhecimentos
  fundamentais para que conhecesse a organização e as tradições
  de seu povo.
• Depois disso, era dado início a um rigoroso treinamento militar
  onde seria colocado em uma série de provações e testes que
  deveriam aprimorar as habilidades do jovem.
• Nessa fase, o aprendiz era solto em um campo onde deveria obter
  o seu próprio sustento por meio da coleta, da caça de animais ou,
  em alguns casos, por meio do furto.
• Nessa mesma época, os aprendizes eram colocados para
  realizarem longas marchas e lutarem uns com os outros. Dessa
  maneira, aprendiam a combater eficazmente
A Guerra do Peloponeso
foi um conflito militar entre as cidades- estado de Atenas e Esparta. Ocorreu entre os anos
de 431 e 404 a.C. Esta guerra foi relatada detalhadamente por dois historiadores da Grécia
Antiga, Xenofonte e Tucídides.


          Xenofonte                                                Tucídides
Causas da guerra:
• Os espartanos viam com desconfiança e ameaça o
  desenvolvimento econômico e aumento da influência política de
  Atenas na região da península do Peloponeso;
• Relações tensas entre as duas cidades- estado e disputa pela
  hegemonia política e econômica na região;
• Enquanto Esparta era voltada para o militarismo, Atenas era o
  centro político e cultural do período. Esta guerra também
  envolveu outras cidades- estado que se alinharam com Atenas ou
  Esparta.
Final da guerra e consequências
• A Guerra do Peloponeso terminou em abril de 404 a.C,após a
  rendição de Atenas e a conquista espartana em
  Helesponto. Os espartanos deram suporte a um golpe oligárquico
  em Atenas, derrubando o sistema democrático e implantando um
  sistema de governo autoritário conhecido como Tirania dos Trinta.

• O fim da guerra derrubou o poder de Atenas na
  península e resultou na hegemonia política e
  economia de Esparta na região, com seu sistema voltado para
  o fortalecimento militar.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

As Grandes Navegações - 7º Ano (2016)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2016)As Grandes Navegações - 7º Ano (2016)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2016)Nefer19
 
Colonizacao espanhola-america
Colonizacao espanhola-americaColonizacao espanhola-america
Colonizacao espanhola-americaMarcos Oliveira
 
Civilizações da África Antiga
Civilizações da África AntigaCivilizações da África Antiga
Civilizações da África AntigaFábio Paiva
 
Idade média
Idade médiaIdade média
Idade médiaDirair
 
Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2016)
Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2016)Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2016)
Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2016)Nefer19
 
Grécia antiga - período homérico
Grécia antiga - período homéricoGrécia antiga - período homérico
Grécia antiga - período homéricoGuilherme Drumond
 
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma AntigaRevisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma AntigaJanaína Bindá
 
Egito Antigo - 6º Ano (2018)
Egito Antigo - 6º Ano (2018)Egito Antigo - 6º Ano (2018)
Egito Antigo - 6º Ano (2018)Nefer19
 
A colonização da América portuguesa
A colonização da América portuguesaA colonização da América portuguesa
A colonização da América portuguesaEdenilson Morais
 
As origens do ser humano - 6º Ano (2017)
As origens do ser humano - 6º Ano (2017)As origens do ser humano - 6º Ano (2017)
As origens do ser humano - 6º Ano (2017)Nefer19
 
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
1° ano - E.M. - Primeiras civilizaçõesDaniel Alves Bronstrup
 

Mais procurados (20)

As Grandes Navegações - 7º Ano (2016)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2016)As Grandes Navegações - 7º Ano (2016)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2016)
 
Grécia antiga
Grécia antigaGrécia antiga
Grécia antiga
 
Colonizacao espanhola-america
Colonizacao espanhola-americaColonizacao espanhola-america
Colonizacao espanhola-america
 
Civilizações da África Antiga
Civilizações da África AntigaCivilizações da África Antiga
Civilizações da África Antiga
 
Idade média
Idade médiaIdade média
Idade média
 
Grécia Antiga - 6ºAno
Grécia Antiga - 6ºAnoGrécia Antiga - 6ºAno
Grécia Antiga - 6ºAno
 
Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2016)
Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2016)Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2016)
Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2016)
 
Aula 02 o mundo grego e a democracia
Aula 02   o mundo grego e a democraciaAula 02   o mundo grego e a democracia
Aula 02 o mundo grego e a democracia
 
Roma
RomaRoma
Roma
 
Brasil colônia
Brasil colônia Brasil colônia
Brasil colônia
 
Renascimento cultural
Renascimento culturalRenascimento cultural
Renascimento cultural
 
Grécia antiga - período homérico
Grécia antiga - período homéricoGrécia antiga - período homérico
Grécia antiga - período homérico
 
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma AntigaRevisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
 
O brasil na primeira republica
O brasil na primeira republicaO brasil na primeira republica
O brasil na primeira republica
 
Egito Antigo - 6º Ano (2018)
Egito Antigo - 6º Ano (2018)Egito Antigo - 6º Ano (2018)
Egito Antigo - 6º Ano (2018)
 
A colonização da América portuguesa
A colonização da América portuguesaA colonização da América portuguesa
A colonização da América portuguesa
 
Astecas maias e incas
Astecas maias e incasAstecas maias e incas
Astecas maias e incas
 
Civilização Grega
Civilização GregaCivilização Grega
Civilização Grega
 
As origens do ser humano - 6º Ano (2017)
As origens do ser humano - 6º Ano (2017)As origens do ser humano - 6º Ano (2017)
As origens do ser humano - 6º Ano (2017)
 
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
 

Semelhante a 6 ano - Esparta e Atenas

Antiguidade clássica grécia - aula 05
Antiguidade clássica   grécia - aula 05Antiguidade clássica   grécia - aula 05
Antiguidade clássica grécia - aula 05Edgar Rego
 
Grecia antiga período arcaico
Grecia antiga   período arcaicoGrecia antiga   período arcaico
Grecia antiga período arcaicoFatima Freitas
 
Trabalho de historia periodo arcaico
Trabalho de historia   periodo arcaicoTrabalho de historia   periodo arcaico
Trabalho de historia periodo arcaicoJhorlando
 
GRÉCIA ANTIGA - CIVILIZAÇÃO CLASSICA.pptx
GRÉCIA ANTIGA - CIVILIZAÇÃO CLASSICA.pptxGRÉCIA ANTIGA - CIVILIZAÇÃO CLASSICA.pptx
GRÉCIA ANTIGA - CIVILIZAÇÃO CLASSICA.pptxVivianeSimoes7
 
Civilizações clássicas i tema 3
Civilizações clássicas i tema 3Civilizações clássicas i tema 3
Civilizações clássicas i tema 3Aldamenina
 
Grécia e Roma Antiga
Grécia e Roma AntigaGrécia e Roma Antiga
Grécia e Roma AntigaMario Lopes
 
M1.1 o modelo ateniense
M1.1 o modelo atenienseM1.1 o modelo ateniense
M1.1 o modelo atenienseJoão Neves
 
Período Arcaico
Período ArcaicoPeríodo Arcaico
Período ArcaicoLaguat
 
Civilização Greco-Romana - Atenas e Esparta
Civilização Greco-Romana - Atenas e EspartaCivilização Greco-Romana - Atenas e Esparta
Civilização Greco-Romana - Atenas e EspartaLuiz Valentim
 
Grécia e Roma Antiga
Grécia e Roma AntigaGrécia e Roma Antiga
Grécia e Roma AntigaMario Lopes
 
Módulo 1 contexto histórico regular
Módulo 1   contexto histórico regularMódulo 1   contexto histórico regular
Módulo 1 contexto histórico regularCarla Freitas
 
Grecia
GreciaGrecia
GreciaISJ
 

Semelhante a 6 ano - Esparta e Atenas (20)

Atenas e esparta
Atenas e espartaAtenas e esparta
Atenas e esparta
 
Antiguidade clássica grécia - aula 05
Antiguidade clássica   grécia - aula 05Antiguidade clássica   grécia - aula 05
Antiguidade clássica grécia - aula 05
 
Resumo
ResumoResumo
Resumo
 
Grecia antiga período arcaico
Grecia antiga   período arcaicoGrecia antiga   período arcaico
Grecia antiga período arcaico
 
Trabalho de historia periodo arcaico
Trabalho de historia   periodo arcaicoTrabalho de historia   periodo arcaico
Trabalho de historia periodo arcaico
 
A civilização grega
A civilização gregaA civilização grega
A civilização grega
 
A civilização grega
A civilização gregaA civilização grega
A civilização grega
 
Grecia Antiga
Grecia AntigaGrecia Antiga
Grecia Antiga
 
GRÉCIA ANTIGA - CIVILIZAÇÃO CLASSICA.pptx
GRÉCIA ANTIGA - CIVILIZAÇÃO CLASSICA.pptxGRÉCIA ANTIGA - CIVILIZAÇÃO CLASSICA.pptx
GRÉCIA ANTIGA - CIVILIZAÇÃO CLASSICA.pptx
 
Civilizações clássicas i tema 3
Civilizações clássicas i tema 3Civilizações clássicas i tema 3
Civilizações clássicas i tema 3
 
Grécia e Roma Antiga
Grécia e Roma AntigaGrécia e Roma Antiga
Grécia e Roma Antiga
 
M1.1 o modelo ateniense
M1.1 o modelo atenienseM1.1 o modelo ateniense
M1.1 o modelo ateniense
 
Período Arcaico
Período ArcaicoPeríodo Arcaico
Período Arcaico
 
Civilização Greco-Romana - Atenas e Esparta
Civilização Greco-Romana - Atenas e EspartaCivilização Greco-Romana - Atenas e Esparta
Civilização Greco-Romana - Atenas e Esparta
 
Grécia e Roma Antiga
Grécia e Roma AntigaGrécia e Roma Antiga
Grécia e Roma Antiga
 
Módulo 1 contexto histórico regular
Módulo 1   contexto histórico regularMódulo 1   contexto histórico regular
Módulo 1 contexto histórico regular
 
Grécia continuação
Grécia   continuaçãoGrécia   continuação
Grécia continuação
 
Grécia antiga
Grécia antigaGrécia antiga
Grécia antiga
 
Grecia
GreciaGrecia
Grecia
 
A civilização grega
A civilização gregaA civilização grega
A civilização grega
 

Mais de Janaína Bindá

Revisão de história 9 º ANO GLOBALIZAÇÃO/NEOLIBERALISMO
Revisão de história 9 º ANO GLOBALIZAÇÃO/NEOLIBERALISMORevisão de história 9 º ANO GLOBALIZAÇÃO/NEOLIBERALISMO
Revisão de história 9 º ANO GLOBALIZAÇÃO/NEOLIBERALISMOJanaína Bindá
 
801 iluminismo - 21.02.2013
801   iluminismo - 21.02.2013801   iluminismo - 21.02.2013
801 iluminismo - 21.02.2013Janaína Bindá
 
Presupuesto Boda - EVENTOS III
Presupuesto Boda - EVENTOS IIIPresupuesto Boda - EVENTOS III
Presupuesto Boda - EVENTOS IIIJanaína Bindá
 
Revisão 8º ano - Família Real até Independência
Revisão 8º ano - Família Real até Independência Revisão 8º ano - Família Real até Independência
Revisão 8º ano - Família Real até Independência Janaína Bindá
 
Revisão 7º ANO - ASSUNTO: Expansão Marítima
Revisão 7º ANO - ASSUNTO: Expansão MarítimaRevisão 7º ANO - ASSUNTO: Expansão Marítima
Revisão 7º ANO - ASSUNTO: Expansão MarítimaJanaína Bindá
 
Revisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSA
Revisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSARevisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSA
Revisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSAJanaína Bindá
 
História 9º ano slide Guerra Fria
História   9º ano slide Guerra FriaHistória   9º ano slide Guerra Fria
História 9º ano slide Guerra FriaJanaína Bindá
 
9º ano - Segunda guerra mundial
9º ano - Segunda guerra mundial9º ano - Segunda guerra mundial
9º ano - Segunda guerra mundialJanaína Bindá
 
8º ano - America espanhola apresentação
8º ano - America espanhola apresentação 8º ano - America espanhola apresentação
8º ano - America espanhola apresentação Janaína Bindá
 

Mais de Janaína Bindá (15)

Revisão de história 9 º ANO GLOBALIZAÇÃO/NEOLIBERALISMO
Revisão de história 9 º ANO GLOBALIZAÇÃO/NEOLIBERALISMORevisão de história 9 º ANO GLOBALIZAÇÃO/NEOLIBERALISMO
Revisão de história 9 º ANO GLOBALIZAÇÃO/NEOLIBERALISMO
 
801 iluminismo - 21.02.2013
801   iluminismo - 21.02.2013801   iluminismo - 21.02.2013
801 iluminismo - 21.02.2013
 
Revisao 8
Revisao 8Revisao 8
Revisao 8
 
Revisão 7º ano
Revisão 7º anoRevisão 7º ano
Revisão 7º ano
 
9º ano - PÓS DITADURA
9º ano - PÓS DITADURA9º ano - PÓS DITADURA
9º ano - PÓS DITADURA
 
Presupuesto Boda - EVENTOS III
Presupuesto Boda - EVENTOS IIIPresupuesto Boda - EVENTOS III
Presupuesto Boda - EVENTOS III
 
Apresentação Dubai
Apresentação DubaiApresentação Dubai
Apresentação Dubai
 
Revisão 9º ano
Revisão 9º ano Revisão 9º ano
Revisão 9º ano
 
Revisão 8º ano - Família Real até Independência
Revisão 8º ano - Família Real até Independência Revisão 8º ano - Família Real até Independência
Revisão 8º ano - Família Real até Independência
 
Revisão 7º ANO - ASSUNTO: Expansão Marítima
Revisão 7º ANO - ASSUNTO: Expansão MarítimaRevisão 7º ANO - ASSUNTO: Expansão Marítima
Revisão 7º ANO - ASSUNTO: Expansão Marítima
 
Revisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSA
Revisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSARevisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSA
Revisão 7º ano ASSUNTO: REFORMA E CONTRARREFORMA RELIGIOSA
 
História 9º ano slide Guerra Fria
História   9º ano slide Guerra FriaHistória   9º ano slide Guerra Fria
História 9º ano slide Guerra Fria
 
9º ano - Segunda guerra mundial
9º ano - Segunda guerra mundial9º ano - Segunda guerra mundial
9º ano - Segunda guerra mundial
 
8º ano - America espanhola apresentação
8º ano - America espanhola apresentação 8º ano - America espanhola apresentação
8º ano - America espanhola apresentação
 
7º ano - Renascimento
7º ano - Renascimento7º ano - Renascimento
7º ano - Renascimento
 

Último

Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é precisoMary Alvarenga
 
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfRespostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfssuser06ee57
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxIlda Bicacro
 
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfAS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfssuserbb4ac2
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoIlda Bicacro
 
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisNós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisIlda Bicacro
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaCludiaRodrigues693635
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaHenrique Santos
 
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande""Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"Ilda Bicacro
 
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxUnidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxRaquelMartins389880
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...Manuais Formação
 
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfManual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfPastor Robson Colaço
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasMonizeEvellin2
 
Plano de aula ensino fundamental escola pública
Plano de aula ensino fundamental escola públicaPlano de aula ensino fundamental escola pública
Plano de aula ensino fundamental escola públicaanapsuls
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptxlucioalmeida2702
 
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdfExercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdfRILTONNOGUEIRADOSSAN
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfCarolineNunes80
 
livro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensoriallivro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensorialNeuroppIsnayaLciaMar
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalcarlamgalves5
 

Último (20)

Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é preciso
 
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfRespostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
 
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfAS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
 
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisNós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de Infância
 
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande""Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
 
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxUnidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
 
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfManual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
 
Plano de aula ensino fundamental escola pública
Plano de aula ensino fundamental escola públicaPlano de aula ensino fundamental escola pública
Plano de aula ensino fundamental escola pública
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
 
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdfExercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
 
livro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensoriallivro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensorial
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animal
 

6 ano - Esparta e Atenas

  • 1. Atenas & Esparta INIMIGAS ÍNTIMAS Capítulo 7 AULA DE HISTÓRIA PROFESSORA: JANAÍNA BINDÁ 6º ANO
  • 2. Introdução: As civilizações Greco-romanas são consideradas clássicas por terem sido adotadas como modelo pelos povos que vieram depois delas, graças ao nível cultural que alcançaram em vários aspectos estes povos tiveram influência na formação de vários conceitos, instituições e costumes que permeiam o Ocidente como um todo.
  • 3. Influências: Da Grécia herdamos por exemplo os JOGOS OLÍMPICOS e a DEMOCRACIA
  • 4. O Mundo Clássico: • O mundo clássico estava dividido em PÓLIS • As PÓLIS eram cidades INDEPENDENTES. • Pequenos Estados, JURIDICAMENTE SOBERANOS e AUTÔNOMOS
  • 5. • Algumas dessas cidades se uniram em tempos de crise ou com finalidades comerciais. Só que essas alianças duraram o tempo exato de alcançarem os objetivos para os quais tinham sido estabelecidas....
  • 6. As “desuniões” tinham efeito contrário ao que seria provocado pela unidade: abria espaços para acirradas brigas pela hegemonia de territórios. HEGEMONIA: é a supremacia de um povo sobre outros, seja através da introdução de sua cultura ou por meios militares.
  • 7. Atenas X Esparta • As relações entre Atenas e Esparta eram de amor e ódio. Durante a guerra contra os persas, as duas cidades comandaram lado a lado a resistência ao invasor – Esparta em terra e Atenas no mar. • Mas os conflitos de interesses (para ver qual das duas ficaria com o controle das outras cidades gregas e do comércio com a Ásia) e as diferenças ideológicas (entre a democracia ateniense e rigidez espartana) acabaram levando as duas a um GRANDE CONFLITO, na qual a Grécia inteira afundaria.
  • 9. As mulheres de Atenas Educada para ser dócil e reservada ao mundo doméstico, as mulheres atenienses eram subjugadas pelo pai até ele escolher qual homem poderia com ela se casar. Após o matrimônio, a subserviência feminina era destinada ao marido. Mesmo após as reformas políticas, as mulheres não participavam das questões políticas por serem consideradas inaptas para esse tipo de tarefa. as meninas de Atenas não frequentavam escolas, pois ficavam aos cuidados da mãe até o casamento.
  • 10. Atenas: Atenas destacou-se muito pela preocupação com o desenvolvimento artístico e cultural de seu povo, desenvolvendo uma civilização de forte brilho intelectual. A democracia ateniense privilegiava apenas seus cidadãos (homens livres, nascidos em Atenas e maiores de idade) com o direito de participar ativamente da Assembleia e também de fazer a magistratura. No caso dos estrangeiros, estes, além de não terem os mesmos direitos, eram obrigados a pagar impostos e prestar serviços militares.
  • 11. Objetivos A educação ateniense tinha como objetivo principal à formação de indivíduos completos, ou seja, com bom preparo físico, psicológico e cultural. Características Por volta dos sete anos de idade, o menino ateniense era orientado por um pedagogo. Na escola, os jovens estudavam música, artes plásticas, Filosofia, etc. As atividades físicas também faziam parte da vida escolar, pois os atenienses consideravam de grande importância a Educação em Atenas manutenção da saúde corporal.
  • 12. Atenas Na arquitetura, destacam-se os lindos templos erguidos em homenagens aos deuses, principalmente a deusa Atena, protetora da cidade.
  • 13. Atenas estava localizada perto do mar. Por isso, era um dos principais centros exportadores da Grécia. Esta pólis era poderosa, ficou muito rica… mas a quantidade de escravos crescia e lutava por mais direitos.
  • 14. A sociedade era formada pelas seguintes camadas: Eupátridas - os 'bem nascidos', tinham privilégios, eram os grandes proprietários de terras. Geomores - pequenos proprietários de terras. Demiurgos - comerciantes e artesãos. Metecos - eram os estrangeiros que moravam em Atenas e se dedicavam ao comércio e ao artesanato. Escravos - prisioneiros de guerra e pessoas condenadas por dívidas. A vida do escravo eram muito difícil. Alguns trabalhavam nas minas de prata, outros nas atividades domésticas e até mesmo na prostituição. As fugas eram frequentes.
  • 15. A organização do poder se dava com um rei intitulado basileus. A monarquia foi a primeira forma de governo. Aos poucos, os eupátridas passaram a limitar o poder do rei. Aos poucos, artesãos e comerciantes enriqueceram e passaram a reivindicar participação política. Daí, houve confronto entre os grupos sociais e para resolvê-las foi necessário algumas reformas. Essa é outra história.
  • 17. Esparta era cercada de montanhas, numa área de difícil acesso.
  • 18. A sociedade era muito guerreira.
  • 19. Todos os homens eram treinados e se tornaram os melhores e mais disciplinados soldados da Grécia. Os espartanos tinham leis muito rígidas, dois reis para governar e eram os grandes rivais de Atenas.
  • 20. A sociedade estava dividida em três grupos sociais: Esparciatas - guerreiros, descendentes dos dórios. Eram a camada dominante, detentora das terras e possuía direitos políticos. Periecos - os aqueus que não resistiram aos invasores. Eram homens livres, mas sem direitos políticos. Atuavam como camponeses, artesãos e comerciantes. Em época de guerra, eram convocados para o serviço militar. Hilotas - a maioria da população. Eram servos do Estado e trabalhavam nas terras dos esparciatas. Os hilotas tinham vida miserável, estavam expostos à violência, exerciam várias atividades e revoltavam-se com frequência.
  • 21. As mulheres de Esparta os espartanos acreditavam que a mulher deveria ser fisicamente preparada para que pudesse dar origem a indivíduos aptos para compor o exército daquela cidade. Por isso, era comum que essas mulheres se dedicassem à disputa de jogos e outros tipos de atividade esportiva. Além disso, podiam controlar as finanças domésticas e participar das reuniões públicas ligadas à vida política espartana.
  • 22. Educação Espartana Já ao nascer, a criança era minuciosamente observada por um grupo de anciãos. Caso ela não apresentasse uma boa saúde ou tivesse algum problema físico, era invariavelmente lançada do cume do monte Taigeto. Se fosse considerada saudável, ela poderia ficar com a sua mãe até os sete anos de idade. Depois disso, passava a ficar sob a tutela do governo espartano para assim receber todo o conhecimento necessário à sua vindoura trajetória militar.
  • 23. • Entre os sete e os doze anos a criança recebia os conhecimentos fundamentais para que conhecesse a organização e as tradições de seu povo. • Depois disso, era dado início a um rigoroso treinamento militar onde seria colocado em uma série de provações e testes que deveriam aprimorar as habilidades do jovem. • Nessa fase, o aprendiz era solto em um campo onde deveria obter o seu próprio sustento por meio da coleta, da caça de animais ou, em alguns casos, por meio do furto. • Nessa mesma época, os aprendizes eram colocados para realizarem longas marchas e lutarem uns com os outros. Dessa maneira, aprendiam a combater eficazmente
  • 24. A Guerra do Peloponeso foi um conflito militar entre as cidades- estado de Atenas e Esparta. Ocorreu entre os anos de 431 e 404 a.C. Esta guerra foi relatada detalhadamente por dois historiadores da Grécia Antiga, Xenofonte e Tucídides. Xenofonte Tucídides
  • 25. Causas da guerra: • Os espartanos viam com desconfiança e ameaça o desenvolvimento econômico e aumento da influência política de Atenas na região da península do Peloponeso; • Relações tensas entre as duas cidades- estado e disputa pela hegemonia política e econômica na região; • Enquanto Esparta era voltada para o militarismo, Atenas era o centro político e cultural do período. Esta guerra também envolveu outras cidades- estado que se alinharam com Atenas ou Esparta.
  • 26. Final da guerra e consequências • A Guerra do Peloponeso terminou em abril de 404 a.C,após a rendição de Atenas e a conquista espartana em Helesponto. Os espartanos deram suporte a um golpe oligárquico em Atenas, derrubando o sistema democrático e implantando um sistema de governo autoritário conhecido como Tirania dos Trinta. • O fim da guerra derrubou o poder de Atenas na península e resultou na hegemonia política e economia de Esparta na região, com seu sistema voltado para o fortalecimento militar.