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INSTITUTO ÁGAPE
  DISCIPLINA: HISTÓRIA




      Profª Janaína Bindá
            9º ANO
         3º BIMESTRE
PARTE 1
GUERRA FRIA
Continuação
DEFINIÇÕES:
Nesta época, formaram-se dois blocos militares, cujo objetivo era
defender os interesses militares dos países membros:


A OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte
(surgiu em abril de 1949) era liderada pelos Estados Unidos e tinha
suas bases nos países membros, principalmente na Europa
Ocidental.


O Pacto de Varsóvia -                              era comandado
pela União Soviética e defendia militarmente os países socialistas.
Caça às Bruxas
           uma forte política de combate
Os EUA liderou
ao comunismo em seu território e no
mundo. Usando o cinema, a televisão, os
jornais, as propagandas e até mesmo as
histórias em quadrinhos, divulgou uma campanha
valorizando o "american way of life". Vários cidadãos americanos
foram presos ou marginalizados por defenderem ideias próximas
ao socialismo. O Macartismo, comandado pelo senador
republicano Joseph McCarthy, perseguiu muitas pessoas nos EUA.
Essa ideologia também chegava aos países aliados dos EUA, como
uma forma de identificar o socialismo com tudo que havia de
ruim no planeta.
CIA                               KGB
                    =                                  =
                   USA                               URSS


Partido Comunista e seus integrantes perseguiam, prendiam e até matavam todos
aqueles que não seguiam as regras estabelecidas pelo governo. Sair destes países, por
exemplo, era praticamente impossível.


Um sistema de investigação e
espionagem foi muito usado de
ambos os lados. Enquanto a espionagem norte-
americana cabia aos integrantes da CIA, os funcionários da KGB
faziam os serviços secretos soviéticos
Fim da Guerra Fria
A Guerra Fria começou a esfriar durante a década de 1980. Em 1989, a
queda do muro de Berlim foi o ato simbólico que decretou o
encerramento de décadas de disputas econômicas, ideológicas e militares
entre o bloco capitalista, comandado por Estados Unidos e o socialista, dirigido pela União
das Repúblicas Socialistas Soviéticas USSS). Na sequência deste fato, ocorreu a reunificação
da Alemanha Ocidental e Oriental.

Podemos afirmar que a crise nos países socialistas funcionou como
um catalisador do fim da Guerra Fria. Os países do bloco
socialistas, incluindo a União Soviética, passavam por uma grave
crise econômica na década de 1980. A falta de concorrência, os
baixos salários e a falta de produtos causaram uma grave crise
econômica. A falta de democracia também gerava uma grande
insatisfação popular.
PARTE 2
AMÉRICA LATINA
A Revolução Cubana
(1959)
Foi um movimento popular, que derrubou o
governo do presidente Fulgêncio Batista,                    em

janeiro de   1959. Com o processo revolucionário foi implantado
em Cuba o sistema socialista, com o governo sendo
liderado por Fidel Castro
Cuba antes da revolução:
causas da revolução
Antes de 1959, Cuba era um país que
vivia sob forte influência dos Estados
Unidos. As indústrias de açúcar e muitos hotéis eram
dominados por grandes empresários norte-americanos. Os
Estados Unidos também influenciavam muito na política da
ilha, apoiando sempre os presidentes pró-Estados Unidos. Do
ponto de vista econômico,
                   Cuba seguia o
capitalismo com grande dependência dos
Estados Unidos. Era uma ilha com grandes desigualdades
sociais, pois grande parte da população vivia na pobreza. Todo
este contexto gerava muita insatisfação nas camadas mais pobres
da sociedade cubana, que era a maioria.
Fidel Castro               era o grande opositor do governo de       Fulgêncio
Batista.       De princípios socialistas, planejava derrubar o governo e acabar com a
corrupção e com a influência norte-americana na ilha. Conseguiu organizar um grupo de
guerrilheiros enquanto estava exilado no México.

Em 1957, Fidel Castro e um grupo de cerca de 80 combatentes instalaram-se
nas florestas de Sierra Maestra. Os combates com as forças do governo foram
                                                   Mesmo
intensos e vários guerrilheiros morreram ou foram presos.
assim, Fidel Castro e Ernesto Che Guevara não desistiram e
mesmo com um grupo pequeno continuaram a luta.
Começaram a usar transmissões de rádio para divulgar as
ideias revolucionárias e conseguir o apoio da população
cubana.
Fulgêncio Batista




                    Fidel Castro
Com as mensagens revolucionárias, os guerrilheiros
conseguiram o apoio de muitas pessoas. Isto ocorreu,
pois havia muitos camponeses e operários
desiludidos com o governo de Fulgêncio Batista e com
as péssimas condições sociais (salários baixos,
desemprego, falta de terras, analfabetismo, doenças).
Muitos cubanos das cidades e do campo
                                                          CAI
começaram a entrar na guerrilha,                           O
                                                        GOVERNO
aumentando o número de combatentes
e conquistando vitórias em várias
cidades. O exército cubano estava
registrando muitas baixas e o governo
de Batista sentia o fortalecimento da
guerrilha.
O governo de Fidel Castro tomou várias
medidas em Cuba, como, por                               SOBE
exemplo, nacionalização de bancos e                      FIDEL
empresas, reforma
agrária, expropriação de grandes
propriedades e reformas nos sistemas
de educação e saúde. O Partido Comunista
dominou a vida política na ilha, não dando espaço para
qualquer partido de oposição.

Com estas medidas, Cuba
                   tornou-se um país
socialista, ganhando apoio da União
Soviética dentro do contexto da Guerra
Fria.
ARGENTINA – PERÓN
Democracia Fraudulenta


A Ditadura na Argentina começou com um golpe de Estado
dado por militares que assumiram o poder do país na década
de 30. Durante sua vigência, foi um dos governos mais
autoritários da América Latina no século XX.




                DEMOCRACIA FRAUDULENTA
Na segunda metade do século XX surgiram vários
governos ditatoriais na América Latina. Essas formas de
governo normalmente eram comandadas por militares que
assumiam o controle do país, geralmente através
de golpes de Estado. A conjuntura da época no mundo era de
Guerra Fria, então esses defensores da extrema direita
governavam com o discurso de combater os males do
comunismo em seus respectivos países.




¬¬ MILITARES PARA “MANTER A ORDEM”
A DITADURA

Embora o tempo de vigência da Ditadura na
Argentina tenha sido de apenas sete
anos, bem menos do que os 21 anos de
ditadura militar no Brasil, foi tempo suficiente
para as várias atrocidades cometidas pelos
governantes autoritários.
As    crescentes      manifestações          populares
causaram as eleições para novo presidente na
Argentina em 1973. A população queria Perón no
governo do país, mas o candidato do povo foi
barrado pelo então presidente militar que alterou as leis
eleitorais   da   constituição   de   forma   que   barrasse   sua
        Impossibilitado de ser eleito, Perón e o
candidatura.
povo passaram a defender a candidatura de
Hector José Cámpora, que saiu vitorioso no
pleito.
Governo Perón (1946 – 1955)
Este governo foi caracterizado por ter instalado na Argentina uma modernização
econômica nacionalista, promovendo a estatização das indústrias, principalmente a de
bens de serviços. Em termos sociais, inaugurou
                                      as leis trabalhistas, para
trabalhadores urbanos e rurais (estatuto do peão), atrelou os
sindicatos ao Estado (sindicato corporativo) e estendeu o direito
de voto as mulheres.
CHILE
CHILE – PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA


Semelhante ao que ocorreu em outras
colônias da Espanha na América, o
processo de independência do Chile foi
marcado por inúmeros conflitos entre os
espanhóis de nascimento
(chapetones), que defendiam a submissão à
     os criollos, elite local
Espanha, e

que desejava a liberdade.
No contexto de crise em que as colônias
  espanholas viviam após a prisão do rei Fernando
  7º por Napoleão Bonaparte, a notícia da
  Revolução de Maio (em Buenos Aires) chegou à
  Capitania do Chile causando alvoroço: de um
  lado, os criollos (patriotas) se entusiasmaram e
  passaram a desejar a formação de uma Junta de
  Governo em Santiago; de outro, os chapetones
  (realistas), sentindo-se ameaçados, buscaram se
  fortalecer e passaram a perseguir os patriotas.




Chapetones                             Criollos
CONTRA                                  FAVOR
PERU
O Sendero Luminoso espanhol para "caminho
iluminado" é uma organização terrorista de inspiração maoísta
fundada na década de 1960

é considerado o maior movimento terrorista
do Peru

O seu objetivo era o de superar as instituições
burguesas peruanas por meio de um regime
revolucionário     e    comunista     de     base
camponesa, utilizando-se do conceito maoísta de
Nova Democracia. Desde a captura de seu
líder, Abimael Guzmán em 12 de setembro de 1992, o
Sendero Luminoso teve apenas atuações esporádicas
O Sendero Luminoso surgiu em 1964
como uma dissidência (bandera roja, bandeira vermelha) do Partido
Comunista do Peru (PCP), sob orientação do carismático professor
Abimael Guzmán (conhecido por sua capacidade de engajar os
alunos).
O nome Sendero Luminoso baseia-se em uma máxima do marxista
peruano José Carlos Mariátegui
Na década de 1970, o Sendero Luminoso expandiu
suas atividades, inicialmente restritas à província de Ayacucho, para
outras universidades no Peru, ganhando força como movimento
estudantil. Seguia a linha de outros movimentos revolucionários de
então, ou seja: grupos estudantis de classe média ou média-baixa
tentando estabelecer a revolução em bases camponesas. O exemplo
mais destacado é o da revolução cubana; no Brasil desenvolvia-se
algo semelhante, na chamada guerrilha do Araguaia). Após algum
tempo o movimento, no entanto, tentou abandonar suas raízes na
universidade e proclamou-se um "partido em reconstrução".
Revolução Mexicana
O processo de independência                                   na
América Hispânica, conforme salientado por vários estudiosos, não
trouxe profundas transformações no antigo quadro colonial.
No México, os traços eminentemente agrários e excludentes
de sua economia ganharam maior força durante a ditadura
estabelecida por Porfírio Diaz. Governando o México de 1876 e
1911, o chamado “porfiriato”
                         teve como missão política
maior preservar os privilégios da elite que abraçou
o movimento de independência.
Nesse período, a sociedade mexicana era formada por maioria
de analfabetos que somavam um total de 11 milhões de pessoas.
Grande parte dessa massa desinformada e miserável era
composta por indivíduos de origem indígena submetidos ao
desmando legitimado dos grandes proprietários de terra. Nesse
contexto, notaremos a formação de um movimento popular
afastado dos grandes círculos de discussão ideológica e
política, marcado por seu caráter popular e social.
Nos primeiros anos do século XX, camponeses começaram a se
mobilizar em torno de um projeto reivindicatório que defendia
maior acesso às terras. Nos centros urbanos, a oposição ao status
quo se manifestava na ocorrência de greves operárias e críticas
de jornal. Todo esse processo de oposição chegou ao ápice
quando Porfírio Diaz anunciou sua renúncia, em 1911. Logo em
seguida, defendendo a ampliação de direitos políticos, Francisco
Madero foi eleito com um amplo apoio de uma população
seduzida por promessas de reforma social e fim da exclusão
social.
As expectativas de uma população asfixiada por todo esse processo de
segregação cercaram a posse do novo presidente mexicano. Os camponeses
já se mobilizavam em torno de uma reforma agrária, ampliação dos direitos
e liberdades, e a valorização do elemento indígena na sociedade mexicana.
Sobre o lema “terra e liberdade”, os trabalhadores rurais foram liderados
por Emiliano Zapata – caudilho da região sul – e Pancho Villa, camponês
pobre da parte meridional.
A administração de Madero, em pouco tempo, tornou-se sinônimo
de frustração. A insatisfação camponesa se traduziu na
intensificação das revoltas contra os latifúndios e ações de combate
direto. Francisco Madero, fazendo jus à sua ação demasiadamente
reformista, não apoiou a ação campesina e protegeu os grandes
proprietários de terra. O potencial revolucionário logo alertou as
potências industriais que, na época, adotavam ações
intervencionistas no continente americano.
O andamento da revolução mexicana se intensificou quando Madero foi
assassinado a mando do comandante do Exército Victoriano Huerta. O
militar tentou arrefecer a onda revolucionária através da criação de um
regime ditatorial. No entanto, as ações dos camponeses liderados por
Zapata e Villa forçaram a queda do governo Huerta, em 1914. Um novo
governo constitucional foi estabelecido com a eleição de Venustiano
Carranza.
A revolução mexicana tomava força enquanto as elites agrárias tentavam
reorganizar o cenário político nacional. No ano de 1917, uma nova carta
constitucional foi criada, legitimando o governo Carranza. Os
revolucionários não apoiaram o novo presidente e se mantiveram em
situação de luta. No entanto, a morte de Emiliano Zapata, em 1919, e de
Pancho Villa, em 1923, causou o desmembramento da classe subalterna
mexicana, dando fim ao processo revolucionário.
SITUAÇÃO DA AMÉRICA LATINA

América Latina abastecia as quatro quintas partes do café que se consumia no
mundo. A concorrência do café robusta, da África, de qualidade ruim, mas de preço
baixo, acabou reduzindo a participação latina americana nos anos seguintes.
Os europeus e norte-americanos iniciaram a voracidade ao chocolate. No Brasil, o
cacau deu trabalho aos camponeses do nordeste. O Brasil desfrutou por um bom
tempo do preço favorável do mercado internacional, lucrando, obviamente. Não
demorou, porém, para encontrar sérios competidores no continente africano. Por
volta da década de 20, Gana tornou-se o maior exportador de cacau.
Com a abolição da escravidão, permaneceram em territórios latinos
americanos grandes latifúndios. Estes concentravam riquezas em mãos de
poucas pessoas. Era, portanto, necessário criar a primeira reforma agrária da
América Latina. "Frustração econômica, frustração social, frustração nacional: uma
história de traições sucedem à independência. A América Latina desgarrada por suas
novas fronteiras, continuou condenada a monocultura e a dependência"
Os EUA não possuem recursos naturais que lhes
permitam uma sobrevivência sem necessitar de
importações feitas, principalmente, da América
Latina. Os norte-americanos importam à sétima parte do petróleo
que consomem. Compram a quinta parte do cobre que gastam. Essa
dependência externa crescente, em relação aos fornecimentos, faz
com que os EUA invistam em recursos minerais mesmo fora de suas
fronteiras, com o objetivo de manter a sua própria segurança.
A expressão   “América Latina” é usada comumente para se
referir a todos os países do continente americano com exceção de EUA e
Canadá. Porém, não há nenhuma “lista” oficial de países   “latino-
americanos”
- Por outro lado, algumas fontes definem a “América Latina” como o nome que
se dá aos países dos continentes americanos que foram colonizados
predominantemente por países latinos (denominação dada aos países europeus
que surgiram após a queda do Império Romano do Ocidente e que têm como
língua majoritária, línguas latinas. Por exemplo:
Espanha, França, Portugal, Romênia, etc.) e onde a língua oficial é derivada do
latim (neolatina), como o espanhol, o português e o francês.
Ainda hoje a América Latina continua em
busca de uma visão de si
mesma, algum significado essencial. Conforme tem ocorrido em
várias épocas da sua
História
América Latina pode ser vista como um vasto, complexo e
movimentado
laboratório de culturas e civilizações, formas de
sociabilidade e jogos de forças sociais,
etnias e racismos; compreendendo estruturas de dominação e
apropriação, nativismo e
nacionalismo, colonialismo e imperialismo; ingressando na
época do globalismo.
América Latina parece nitidamente desenhada na história e
geografia. Foi
inventada pelo mercantilismo, modificada pelo
colonialismo, transformada pelo
imperialismo e transfigurada pelo globalismo.
ATUAL SITUAÇÃO

são vários e notáveis os outros paralelismos possíveis, edificantes e
amargos, com os quais se traça e retraça a cartografia dos povos e nações
latino americanas. Nesses anos e décadas, multiplicam-se perspectivas e
experimentos, progressos e retrocessos, distorções e mutilações, em geral
decisivamente influenciados ou determinados pelas agências da geopolítica
norte-americana, iniciada em novos moldes com a Guerra Fria posta em
prática desde 1946. É também assim que se continua a fabricar e refabricar a
América Latina vertebrada e invertebrada, na qual se movem indivíduos e
coletividades, etnias e classes sociais, movimentos sociais e
reivindicações, protestos e revoltas, em busca de emancipação.
Importante PARA REVISAR!!!!



A bipolarização, que dominou ao MUNDO         pós   2ª G.M.
começou a se transformar, quando o equilíbrio mundial se
modificou, a partir da segunda metade do século XX.

Após a Revolução Cubana, as ideias socialistas avançaram
Pelo continente americano, o que fez com que os EUA agisse
neste continente, ajudando e financiando golpes militares
para manter a ideologia CAPITALISTA.

Na Hungria e na Tchecoslováquia, países socialistas, houve
uma tentativa de rompimento com a política soviética, o que
resultou na invasão militar de seu território pela Rússia.
PARTE 3
1968 Paris


O QUE FOI?
Em Maio de 68, a França concentrou em um
mês as transformações sociais de uma
década que já ocorriam nos Estados Unidos
e em países da Europa e da América Latina.
Em 30 dias, os estudantes criaram barricadas, formando verdadeiras
trincheiras de guerra nas ruas de Paris para confrontar a polícia. Mais
do que isso, os jovens tiveram idéias e criaram frases tidas como as
mais "ousadas" da segunda metade do século 20.

Em discursos nas ruas e nas universidades, em cartazes e muros, os
estudantes franceses deixaram as salas de aula e se mobilizaram
para dar a seus professores, pais e avós, e às instituições e ao
governo "lições" sobre os "novos tempos, a liberdade e a rebeldia".
Liberdade

"Sejam realistas, exijam o impossível!"

"A imaginação ao poder"

"É proibido proibir"

"As paredes têm ouvidos, seus ouvidos têm
paredes"

"Se queres ser feliz, prende o teu proprietário"

"O patrão precisa de ti, tu não precisas dele"
Revolução

"Revolução, eu te amo"

"A revolução deve ser feitas nos homens, antes de ser feita nas coisas"

"Um só fim de semana não-revolucionário é infinitamente mais sangrento
que um mês de revolução permanente"

"A revolução não é a dos comitês, mas, antes de tudo, a vossa.
Levemos a revolução a sério, não nos levemos a sério"

"Quanto mais amor faço, mais vontade tenho de fazer a revolução.
Quanto mais revolução faço, maior vontade tenho de fazer amor"

Universidade

"Abaixo a Universidade"

"Professores, sois tão velhos quanto a vossa cultura, o vosso modernismo
nada mais é que a modernização da polícia, a cultura está em migalhas"
Revisão 9º ano
A França dos anos de 1960, sob o comando do general
Charles De Gaulle, era uma sociedade culturalmente
conservadora e fechada, vivendo ainda o reflexo das perdas
sofridas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Nas escolas francesas, as crianças eram disciplinadas com rigidez. As mulheres
francesas tinham o costume de pedir autorização aos maridos para expressarem
uma opinião, e a homossexualidade era diagnosticada pelos médicos como uma
doença.

O Maio de 68 mudou profundamente as relações entre
raças, sexos e gerações na França, e, em seguida, no
restante da Europa. No decorrer das décadas, as
manifestações ajudaram o Ocidente a fundar ideias como
as das liberdades civis democráticas, dos direitos das
minorias, e da igualdade entre homens e
mulheres, brancos e negros e heterossexuais e
homossexuais.
PARTE 4 - FINAL


DESCOLONIZAÇÃO

AFRICA E ÁSIA
Na segunda metade do século XX, após
décadas de dominação europeia, os povos da
África conseguem se libertar. São marcas dos
Estados Africanos hoje:
       O domínio exercido por uma elite africana em lugar do
       antigo dominador.
       O falso desenvolvimento econômico realizado em
       proveito do capital externo.
       A independência formal associada à manutenção do
       domínio de "tipo colonial".
       A tendência autoritária e violenta dos pequenos
       Estados recém formados
O apartheid

regime de segregação racial adotado de 1948 a 1994 pelos
sucessivos governos do Partido Nacional na África do
Sul, no qual os direitos da grande maioria dos habitantes
foram cerceados pelo governo formado pela minoria
branca.
A segregação racial na África do Sul teve início ainda no período colonial, mas o apartheid foi
introduzido como política oficial após as eleições gerais de 1948. A nova legislação dividia os
habitantes em grupos raciais ("negros", "brancos", "de cor", e "indianos") segregando as
áreas residenciais, muitas vezes através de remoções forçadas. A partir de finais da década
de 1970, os negros foram privados de sua cidadania, tornando-se legalmente cidadãos de
uma das dez pátrias tribais autônomas chamadas de Bantustões.
. Nessa altura, o governo já havia segregado a saúde, a educação e outros
serviços públicos, fornecendo aos negros serviços inferiores aos dos brancos.

    O apartheid trouxe violência e um significativo
 movimento de resistência interna, bem como um longo
embargo comercial contra a África do Sul. Uma série de revoltas
  populares e protestos causaram o banimento da oposição e a detenção de
líderes anti-apartheid. Conforme a desordem se espalhava e se tornava mais
violenta, as organizações estatais respondiam com o aumento da repressão e
                                 da violência.
A Inglaterra, detentora do mais rico e poderoso império
marítimo, chegou ao auge de sua supremacia no Século XIX. A decadência do Império
Britânico e o processo de descolonização nas colônias oriundas de povoamento inglês
relacionam-se com a transformação de alguns domínios em comunidades autônomas e
iguais, não subordinadas umas às outras, embora unidas por uma fidelidade comum à
Coroa Britânica e livremente associadas.
Portugal foi o país que mais resistiu ao
processo de descolonização na África, sendo
Angola, Moçambique e Guiné-Bissau os
últimos países daquele continente a se
tornarem independentes. Isto se explica pela
intransigência do salazarismo somente
eliminada com a Revolução de Abril de 1974.
Salazarismo
No início do século XX, Portugal sofreu uma reforma política
que instituiu um governo de caráter republicano. A nova forma
de organização do cenário político não foi capaz de resistir a
todos os problemas sofridos no continente europeu com a
Primeira Guerra e a crise de 1929. A situação calamitosa da
população trabalhadora acabou instaurando um cenário
politicamente instável aproveitado pelos militares, que
realizaram um golpe de Estado em 1926. Inspirado em ideias
de extrema direita, o governo ditatorial impunha suas ações e
realizava franca oposição os movimentos socialista e comunista
do país.
O vasto império colonial português na
África, cujas origens se encontram na expansão ultramarina no século
XV, começou a ruir a partir da década de 50 do século XX, quando suas
colônias iniciam as lutas pela independência. Esse
                                    processo estava
associado ao fim do Imperialismo e do
Colonialismo, com a emancipação das colônias
europeias na África e na Ásia. MOTIVOS...

* A ampliação do poder econômico e político dos
Estados Unidos e da União Soviética.
* As transformações políticas, econômicas, sociais e
ideológicas causadas pela Segunda Grande Guerra.
* A ampliação dos movimentos de caráter nacionalista.
* O declínio da hegemonia europeia iniciado na
Primeira Guerra Mundial.
As resistências à
descolonização da Argélia
derivaram essencialmente da reação de setores políticos
conservadores na França, associados aos franceses que
viviam na Argélia.

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Revisão 9º ano

  • 1. INSTITUTO ÁGAPE DISCIPLINA: HISTÓRIA Profª Janaína Bindá 9º ANO 3º BIMESTRE
  • 3. DEFINIÇÕES: Nesta época, formaram-se dois blocos militares, cujo objetivo era defender os interesses militares dos países membros: A OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte (surgiu em abril de 1949) era liderada pelos Estados Unidos e tinha suas bases nos países membros, principalmente na Europa Ocidental. O Pacto de Varsóvia - era comandado pela União Soviética e defendia militarmente os países socialistas.
  • 4. Caça às Bruxas uma forte política de combate Os EUA liderou ao comunismo em seu território e no mundo. Usando o cinema, a televisão, os jornais, as propagandas e até mesmo as histórias em quadrinhos, divulgou uma campanha valorizando o "american way of life". Vários cidadãos americanos foram presos ou marginalizados por defenderem ideias próximas ao socialismo. O Macartismo, comandado pelo senador republicano Joseph McCarthy, perseguiu muitas pessoas nos EUA. Essa ideologia também chegava aos países aliados dos EUA, como uma forma de identificar o socialismo com tudo que havia de ruim no planeta.
  • 5. CIA KGB = = USA URSS Partido Comunista e seus integrantes perseguiam, prendiam e até matavam todos aqueles que não seguiam as regras estabelecidas pelo governo. Sair destes países, por exemplo, era praticamente impossível. Um sistema de investigação e espionagem foi muito usado de ambos os lados. Enquanto a espionagem norte- americana cabia aos integrantes da CIA, os funcionários da KGB faziam os serviços secretos soviéticos
  • 6. Fim da Guerra Fria A Guerra Fria começou a esfriar durante a década de 1980. Em 1989, a queda do muro de Berlim foi o ato simbólico que decretou o encerramento de décadas de disputas econômicas, ideológicas e militares entre o bloco capitalista, comandado por Estados Unidos e o socialista, dirigido pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas USSS). Na sequência deste fato, ocorreu a reunificação da Alemanha Ocidental e Oriental. Podemos afirmar que a crise nos países socialistas funcionou como um catalisador do fim da Guerra Fria. Os países do bloco socialistas, incluindo a União Soviética, passavam por uma grave crise econômica na década de 1980. A falta de concorrência, os baixos salários e a falta de produtos causaram uma grave crise econômica. A falta de democracia também gerava uma grande insatisfação popular.
  • 8. A Revolução Cubana (1959) Foi um movimento popular, que derrubou o governo do presidente Fulgêncio Batista, em janeiro de 1959. Com o processo revolucionário foi implantado em Cuba o sistema socialista, com o governo sendo liderado por Fidel Castro
  • 9. Cuba antes da revolução: causas da revolução Antes de 1959, Cuba era um país que vivia sob forte influência dos Estados Unidos. As indústrias de açúcar e muitos hotéis eram dominados por grandes empresários norte-americanos. Os Estados Unidos também influenciavam muito na política da ilha, apoiando sempre os presidentes pró-Estados Unidos. Do ponto de vista econômico, Cuba seguia o capitalismo com grande dependência dos Estados Unidos. Era uma ilha com grandes desigualdades sociais, pois grande parte da população vivia na pobreza. Todo este contexto gerava muita insatisfação nas camadas mais pobres da sociedade cubana, que era a maioria.
  • 10. Fidel Castro era o grande opositor do governo de Fulgêncio Batista. De princípios socialistas, planejava derrubar o governo e acabar com a corrupção e com a influência norte-americana na ilha. Conseguiu organizar um grupo de guerrilheiros enquanto estava exilado no México. Em 1957, Fidel Castro e um grupo de cerca de 80 combatentes instalaram-se nas florestas de Sierra Maestra. Os combates com as forças do governo foram Mesmo intensos e vários guerrilheiros morreram ou foram presos. assim, Fidel Castro e Ernesto Che Guevara não desistiram e mesmo com um grupo pequeno continuaram a luta. Começaram a usar transmissões de rádio para divulgar as ideias revolucionárias e conseguir o apoio da população cubana.
  • 11. Fulgêncio Batista Fidel Castro
  • 12. Com as mensagens revolucionárias, os guerrilheiros conseguiram o apoio de muitas pessoas. Isto ocorreu, pois havia muitos camponeses e operários desiludidos com o governo de Fulgêncio Batista e com as péssimas condições sociais (salários baixos, desemprego, falta de terras, analfabetismo, doenças). Muitos cubanos das cidades e do campo CAI começaram a entrar na guerrilha, O GOVERNO aumentando o número de combatentes e conquistando vitórias em várias cidades. O exército cubano estava registrando muitas baixas e o governo de Batista sentia o fortalecimento da guerrilha.
  • 13. O governo de Fidel Castro tomou várias medidas em Cuba, como, por SOBE exemplo, nacionalização de bancos e FIDEL empresas, reforma agrária, expropriação de grandes propriedades e reformas nos sistemas de educação e saúde. O Partido Comunista dominou a vida política na ilha, não dando espaço para qualquer partido de oposição. Com estas medidas, Cuba tornou-se um país socialista, ganhando apoio da União Soviética dentro do contexto da Guerra Fria.
  • 14. ARGENTINA – PERÓN Democracia Fraudulenta A Ditadura na Argentina começou com um golpe de Estado dado por militares que assumiram o poder do país na década de 30. Durante sua vigência, foi um dos governos mais autoritários da América Latina no século XX. DEMOCRACIA FRAUDULENTA
  • 15. Na segunda metade do século XX surgiram vários governos ditatoriais na América Latina. Essas formas de governo normalmente eram comandadas por militares que assumiam o controle do país, geralmente através de golpes de Estado. A conjuntura da época no mundo era de Guerra Fria, então esses defensores da extrema direita governavam com o discurso de combater os males do comunismo em seus respectivos países. ¬¬ MILITARES PARA “MANTER A ORDEM”
  • 16. A DITADURA Embora o tempo de vigência da Ditadura na Argentina tenha sido de apenas sete anos, bem menos do que os 21 anos de ditadura militar no Brasil, foi tempo suficiente para as várias atrocidades cometidas pelos governantes autoritários.
  • 17. As crescentes manifestações populares causaram as eleições para novo presidente na Argentina em 1973. A população queria Perón no governo do país, mas o candidato do povo foi barrado pelo então presidente militar que alterou as leis eleitorais da constituição de forma que barrasse sua Impossibilitado de ser eleito, Perón e o candidatura. povo passaram a defender a candidatura de Hector José Cámpora, que saiu vitorioso no pleito.
  • 18. Governo Perón (1946 – 1955) Este governo foi caracterizado por ter instalado na Argentina uma modernização econômica nacionalista, promovendo a estatização das indústrias, principalmente a de bens de serviços. Em termos sociais, inaugurou as leis trabalhistas, para trabalhadores urbanos e rurais (estatuto do peão), atrelou os sindicatos ao Estado (sindicato corporativo) e estendeu o direito de voto as mulheres.
  • 19. CHILE
  • 20. CHILE – PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA Semelhante ao que ocorreu em outras colônias da Espanha na América, o processo de independência do Chile foi marcado por inúmeros conflitos entre os espanhóis de nascimento (chapetones), que defendiam a submissão à os criollos, elite local Espanha, e que desejava a liberdade.
  • 21. No contexto de crise em que as colônias espanholas viviam após a prisão do rei Fernando 7º por Napoleão Bonaparte, a notícia da Revolução de Maio (em Buenos Aires) chegou à Capitania do Chile causando alvoroço: de um lado, os criollos (patriotas) se entusiasmaram e passaram a desejar a formação de uma Junta de Governo em Santiago; de outro, os chapetones (realistas), sentindo-se ameaçados, buscaram se fortalecer e passaram a perseguir os patriotas. Chapetones Criollos CONTRA FAVOR
  • 22. PERU
  • 23. O Sendero Luminoso espanhol para "caminho iluminado" é uma organização terrorista de inspiração maoísta fundada na década de 1960 é considerado o maior movimento terrorista do Peru O seu objetivo era o de superar as instituições burguesas peruanas por meio de um regime revolucionário e comunista de base camponesa, utilizando-se do conceito maoísta de Nova Democracia. Desde a captura de seu líder, Abimael Guzmán em 12 de setembro de 1992, o Sendero Luminoso teve apenas atuações esporádicas
  • 24. O Sendero Luminoso surgiu em 1964 como uma dissidência (bandera roja, bandeira vermelha) do Partido Comunista do Peru (PCP), sob orientação do carismático professor Abimael Guzmán (conhecido por sua capacidade de engajar os alunos). O nome Sendero Luminoso baseia-se em uma máxima do marxista peruano José Carlos Mariátegui
  • 25. Na década de 1970, o Sendero Luminoso expandiu suas atividades, inicialmente restritas à província de Ayacucho, para outras universidades no Peru, ganhando força como movimento estudantil. Seguia a linha de outros movimentos revolucionários de então, ou seja: grupos estudantis de classe média ou média-baixa tentando estabelecer a revolução em bases camponesas. O exemplo mais destacado é o da revolução cubana; no Brasil desenvolvia-se algo semelhante, na chamada guerrilha do Araguaia). Após algum tempo o movimento, no entanto, tentou abandonar suas raízes na universidade e proclamou-se um "partido em reconstrução".
  • 27. O processo de independência na América Hispânica, conforme salientado por vários estudiosos, não trouxe profundas transformações no antigo quadro colonial. No México, os traços eminentemente agrários e excludentes de sua economia ganharam maior força durante a ditadura estabelecida por Porfírio Diaz. Governando o México de 1876 e 1911, o chamado “porfiriato” teve como missão política maior preservar os privilégios da elite que abraçou o movimento de independência.
  • 28. Nesse período, a sociedade mexicana era formada por maioria de analfabetos que somavam um total de 11 milhões de pessoas. Grande parte dessa massa desinformada e miserável era composta por indivíduos de origem indígena submetidos ao desmando legitimado dos grandes proprietários de terra. Nesse contexto, notaremos a formação de um movimento popular afastado dos grandes círculos de discussão ideológica e política, marcado por seu caráter popular e social.
  • 29. Nos primeiros anos do século XX, camponeses começaram a se mobilizar em torno de um projeto reivindicatório que defendia maior acesso às terras. Nos centros urbanos, a oposição ao status quo se manifestava na ocorrência de greves operárias e críticas de jornal. Todo esse processo de oposição chegou ao ápice quando Porfírio Diaz anunciou sua renúncia, em 1911. Logo em seguida, defendendo a ampliação de direitos políticos, Francisco Madero foi eleito com um amplo apoio de uma população seduzida por promessas de reforma social e fim da exclusão social.
  • 30. As expectativas de uma população asfixiada por todo esse processo de segregação cercaram a posse do novo presidente mexicano. Os camponeses já se mobilizavam em torno de uma reforma agrária, ampliação dos direitos e liberdades, e a valorização do elemento indígena na sociedade mexicana. Sobre o lema “terra e liberdade”, os trabalhadores rurais foram liderados por Emiliano Zapata – caudilho da região sul – e Pancho Villa, camponês pobre da parte meridional.
  • 31. A administração de Madero, em pouco tempo, tornou-se sinônimo de frustração. A insatisfação camponesa se traduziu na intensificação das revoltas contra os latifúndios e ações de combate direto. Francisco Madero, fazendo jus à sua ação demasiadamente reformista, não apoiou a ação campesina e protegeu os grandes proprietários de terra. O potencial revolucionário logo alertou as potências industriais que, na época, adotavam ações intervencionistas no continente americano.
  • 32. O andamento da revolução mexicana se intensificou quando Madero foi assassinado a mando do comandante do Exército Victoriano Huerta. O militar tentou arrefecer a onda revolucionária através da criação de um regime ditatorial. No entanto, as ações dos camponeses liderados por Zapata e Villa forçaram a queda do governo Huerta, em 1914. Um novo governo constitucional foi estabelecido com a eleição de Venustiano Carranza.
  • 33. A revolução mexicana tomava força enquanto as elites agrárias tentavam reorganizar o cenário político nacional. No ano de 1917, uma nova carta constitucional foi criada, legitimando o governo Carranza. Os revolucionários não apoiaram o novo presidente e se mantiveram em situação de luta. No entanto, a morte de Emiliano Zapata, em 1919, e de Pancho Villa, em 1923, causou o desmembramento da classe subalterna mexicana, dando fim ao processo revolucionário.
  • 34. SITUAÇÃO DA AMÉRICA LATINA América Latina abastecia as quatro quintas partes do café que se consumia no mundo. A concorrência do café robusta, da África, de qualidade ruim, mas de preço baixo, acabou reduzindo a participação latina americana nos anos seguintes. Os europeus e norte-americanos iniciaram a voracidade ao chocolate. No Brasil, o cacau deu trabalho aos camponeses do nordeste. O Brasil desfrutou por um bom tempo do preço favorável do mercado internacional, lucrando, obviamente. Não demorou, porém, para encontrar sérios competidores no continente africano. Por volta da década de 20, Gana tornou-se o maior exportador de cacau. Com a abolição da escravidão, permaneceram em territórios latinos americanos grandes latifúndios. Estes concentravam riquezas em mãos de poucas pessoas. Era, portanto, necessário criar a primeira reforma agrária da América Latina. "Frustração econômica, frustração social, frustração nacional: uma história de traições sucedem à independência. A América Latina desgarrada por suas novas fronteiras, continuou condenada a monocultura e a dependência"
  • 35. Os EUA não possuem recursos naturais que lhes permitam uma sobrevivência sem necessitar de importações feitas, principalmente, da América Latina. Os norte-americanos importam à sétima parte do petróleo que consomem. Compram a quinta parte do cobre que gastam. Essa dependência externa crescente, em relação aos fornecimentos, faz com que os EUA invistam em recursos minerais mesmo fora de suas fronteiras, com o objetivo de manter a sua própria segurança.
  • 36. A expressão “América Latina” é usada comumente para se referir a todos os países do continente americano com exceção de EUA e Canadá. Porém, não há nenhuma “lista” oficial de países “latino- americanos” - Por outro lado, algumas fontes definem a “América Latina” como o nome que se dá aos países dos continentes americanos que foram colonizados predominantemente por países latinos (denominação dada aos países europeus que surgiram após a queda do Império Romano do Ocidente e que têm como língua majoritária, línguas latinas. Por exemplo: Espanha, França, Portugal, Romênia, etc.) e onde a língua oficial é derivada do latim (neolatina), como o espanhol, o português e o francês.
  • 37. Ainda hoje a América Latina continua em busca de uma visão de si mesma, algum significado essencial. Conforme tem ocorrido em várias épocas da sua História América Latina pode ser vista como um vasto, complexo e movimentado laboratório de culturas e civilizações, formas de sociabilidade e jogos de forças sociais, etnias e racismos; compreendendo estruturas de dominação e apropriação, nativismo e nacionalismo, colonialismo e imperialismo; ingressando na época do globalismo. América Latina parece nitidamente desenhada na história e geografia. Foi inventada pelo mercantilismo, modificada pelo colonialismo, transformada pelo imperialismo e transfigurada pelo globalismo.
  • 38. ATUAL SITUAÇÃO são vários e notáveis os outros paralelismos possíveis, edificantes e amargos, com os quais se traça e retraça a cartografia dos povos e nações latino americanas. Nesses anos e décadas, multiplicam-se perspectivas e experimentos, progressos e retrocessos, distorções e mutilações, em geral decisivamente influenciados ou determinados pelas agências da geopolítica norte-americana, iniciada em novos moldes com a Guerra Fria posta em prática desde 1946. É também assim que se continua a fabricar e refabricar a América Latina vertebrada e invertebrada, na qual se movem indivíduos e coletividades, etnias e classes sociais, movimentos sociais e reivindicações, protestos e revoltas, em busca de emancipação.
  • 39. Importante PARA REVISAR!!!! A bipolarização, que dominou ao MUNDO pós 2ª G.M. começou a se transformar, quando o equilíbrio mundial se modificou, a partir da segunda metade do século XX. Após a Revolução Cubana, as ideias socialistas avançaram Pelo continente americano, o que fez com que os EUA agisse neste continente, ajudando e financiando golpes militares para manter a ideologia CAPITALISTA. Na Hungria e na Tchecoslováquia, países socialistas, houve uma tentativa de rompimento com a política soviética, o que resultou na invasão militar de seu território pela Rússia.
  • 41. Em Maio de 68, a França concentrou em um mês as transformações sociais de uma década que já ocorriam nos Estados Unidos e em países da Europa e da América Latina. Em 30 dias, os estudantes criaram barricadas, formando verdadeiras trincheiras de guerra nas ruas de Paris para confrontar a polícia. Mais do que isso, os jovens tiveram idéias e criaram frases tidas como as mais "ousadas" da segunda metade do século 20. Em discursos nas ruas e nas universidades, em cartazes e muros, os estudantes franceses deixaram as salas de aula e se mobilizaram para dar a seus professores, pais e avós, e às instituições e ao governo "lições" sobre os "novos tempos, a liberdade e a rebeldia".
  • 42. Liberdade "Sejam realistas, exijam o impossível!" "A imaginação ao poder" "É proibido proibir" "As paredes têm ouvidos, seus ouvidos têm paredes" "Se queres ser feliz, prende o teu proprietário" "O patrão precisa de ti, tu não precisas dele"
  • 43. Revolução "Revolução, eu te amo" "A revolução deve ser feitas nos homens, antes de ser feita nas coisas" "Um só fim de semana não-revolucionário é infinitamente mais sangrento que um mês de revolução permanente" "A revolução não é a dos comitês, mas, antes de tudo, a vossa. Levemos a revolução a sério, não nos levemos a sério" "Quanto mais amor faço, mais vontade tenho de fazer a revolução. Quanto mais revolução faço, maior vontade tenho de fazer amor" Universidade "Abaixo a Universidade" "Professores, sois tão velhos quanto a vossa cultura, o vosso modernismo nada mais é que a modernização da polícia, a cultura está em migalhas"
  • 45. A França dos anos de 1960, sob o comando do general Charles De Gaulle, era uma sociedade culturalmente conservadora e fechada, vivendo ainda o reflexo das perdas sofridas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Nas escolas francesas, as crianças eram disciplinadas com rigidez. As mulheres francesas tinham o costume de pedir autorização aos maridos para expressarem uma opinião, e a homossexualidade era diagnosticada pelos médicos como uma doença. O Maio de 68 mudou profundamente as relações entre raças, sexos e gerações na França, e, em seguida, no restante da Europa. No decorrer das décadas, as manifestações ajudaram o Ocidente a fundar ideias como as das liberdades civis democráticas, dos direitos das minorias, e da igualdade entre homens e mulheres, brancos e negros e heterossexuais e homossexuais.
  • 46. PARTE 4 - FINAL DESCOLONIZAÇÃO AFRICA E ÁSIA
  • 47. Na segunda metade do século XX, após décadas de dominação europeia, os povos da África conseguem se libertar. São marcas dos Estados Africanos hoje: O domínio exercido por uma elite africana em lugar do antigo dominador. O falso desenvolvimento econômico realizado em proveito do capital externo. A independência formal associada à manutenção do domínio de "tipo colonial". A tendência autoritária e violenta dos pequenos Estados recém formados
  • 48. O apartheid regime de segregação racial adotado de 1948 a 1994 pelos sucessivos governos do Partido Nacional na África do Sul, no qual os direitos da grande maioria dos habitantes foram cerceados pelo governo formado pela minoria branca. A segregação racial na África do Sul teve início ainda no período colonial, mas o apartheid foi introduzido como política oficial após as eleições gerais de 1948. A nova legislação dividia os habitantes em grupos raciais ("negros", "brancos", "de cor", e "indianos") segregando as áreas residenciais, muitas vezes através de remoções forçadas. A partir de finais da década de 1970, os negros foram privados de sua cidadania, tornando-se legalmente cidadãos de uma das dez pátrias tribais autônomas chamadas de Bantustões.
  • 49. . Nessa altura, o governo já havia segregado a saúde, a educação e outros serviços públicos, fornecendo aos negros serviços inferiores aos dos brancos. O apartheid trouxe violência e um significativo movimento de resistência interna, bem como um longo embargo comercial contra a África do Sul. Uma série de revoltas populares e protestos causaram o banimento da oposição e a detenção de líderes anti-apartheid. Conforme a desordem se espalhava e se tornava mais violenta, as organizações estatais respondiam com o aumento da repressão e da violência.
  • 50. A Inglaterra, detentora do mais rico e poderoso império marítimo, chegou ao auge de sua supremacia no Século XIX. A decadência do Império Britânico e o processo de descolonização nas colônias oriundas de povoamento inglês relacionam-se com a transformação de alguns domínios em comunidades autônomas e iguais, não subordinadas umas às outras, embora unidas por uma fidelidade comum à Coroa Britânica e livremente associadas.
  • 51. Portugal foi o país que mais resistiu ao processo de descolonização na África, sendo Angola, Moçambique e Guiné-Bissau os últimos países daquele continente a se tornarem independentes. Isto se explica pela intransigência do salazarismo somente eliminada com a Revolução de Abril de 1974.
  • 52. Salazarismo No início do século XX, Portugal sofreu uma reforma política que instituiu um governo de caráter republicano. A nova forma de organização do cenário político não foi capaz de resistir a todos os problemas sofridos no continente europeu com a Primeira Guerra e a crise de 1929. A situação calamitosa da população trabalhadora acabou instaurando um cenário politicamente instável aproveitado pelos militares, que realizaram um golpe de Estado em 1926. Inspirado em ideias de extrema direita, o governo ditatorial impunha suas ações e realizava franca oposição os movimentos socialista e comunista do país.
  • 53. O vasto império colonial português na África, cujas origens se encontram na expansão ultramarina no século XV, começou a ruir a partir da década de 50 do século XX, quando suas colônias iniciam as lutas pela independência. Esse processo estava associado ao fim do Imperialismo e do Colonialismo, com a emancipação das colônias europeias na África e na Ásia. MOTIVOS... * A ampliação do poder econômico e político dos Estados Unidos e da União Soviética. * As transformações políticas, econômicas, sociais e ideológicas causadas pela Segunda Grande Guerra. * A ampliação dos movimentos de caráter nacionalista. * O declínio da hegemonia europeia iniciado na Primeira Guerra Mundial.
  • 54. As resistências à descolonização da Argélia derivaram essencialmente da reação de setores políticos conservadores na França, associados aos franceses que viviam na Argélia.