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                        REVISÃO


                    8 º ANO – HISTÓRIA
                  PROF.ª : JANAÍNA BINDÁ
PARTE 1 : Independência o grito ecoa na
 colônia portuguesa - CAP. 9 Livro

  ○ Beckman
  ○ Emboabas
  ○ Mascates
  ○ Inconfidência
  ○ Derrama
  ○ Baianos
PARTE 1 : Independência o grito ecoa na
 colônia portuguesa - CAP. 9 Livro

  ○ Beckman
  ○ Emboabas
  ○ Mascates
  ○ Inconfidência
  ○ Derrama
  ○ Baianos
PARTE 1 : Independência o grito ecoa na
 colônia portuguesa - CAP. 9 Livro

  ○ Beckman
  ○ Emboabas
  ○ Mascates
  ○ Inconfidência
  ○ Derrama
  ○ Baianos
Os movimentos nativistas                 constituíram-se
em revoltas isoladas ocorridas na então colônia
portuguesa do Brasil, em finais do século XVIII, em que
se amiudaram as situações de conflito entre os "filhos
da terra" e os chamados "reinóis", e que compõem um
quadro que faz parte do sentimento nacional que
incluiu em vários territórios das Latinas e de outras
partes, dos quais fizeram parte: a Aclamação de
Amador Bueno; a Revolta de Beckman, no Maranhão; a
Revolta de Filipe dos Santos, em Vila Rica; a Guerra
dos    Emboabas,    dos    Mascates,     a    Conjuração
Mineira, Revolução Farroupilha, Revolta dos Alfaiates e
a Revolução Pernambucana, esta já no século XIX.
Nas três primeiras surreições prevaleceram as razões
de ordem econômica, mas nas seguintes houve
preponderância do sentimento nacional na motivação
dos revoltosos.
As invasões sofridas pelo território brasileiro no século
XVIII, bem como a união dos elementos nativos
(nascidos no país) como o branco filho de europeus, o
mestiço, o negro e o índio catequizado para a defesa
do território, especialmente após as invasões
holandesas no Brasil, cresceu paulatinamente entre a
população da colônia a ideia de emancipação, de modo
local ainda e não generalizado entre as províncias.
FREI CANECA O prisioneiro retratado foi Frei Joaquim do
Amor Divino Rabelo Caneca, mais conhecido como Frei
Caneca, um dos mentores da Revolução Pernambucana.
Preso em 1817, Frei Caneca foi levado para Salvador, onde
cumpriu pena até 1821.
Com a instauração da monarquia, por Pedro 1º, em
1822, preparava-se uma Constituição para reger o país. Em
1824      o     Imperador     dissolveu     a     Assembleia
Constituinte, outorgando uma Constituição de perfil
conservador, contra a qual se insurgiu o grupo de Caneca.
Frei Caneca, um dos maiores idealizadores e combatentes do
movimento, foi condenado à forca. Foi preso e levado para
um calabouço. No dia de Natal do mesmo ano, foi transferido
de sua cela a uma sala incomunicável, para receber a
sentença. Muito foi feito para que Caneca não fosse
executado. Houve petições, manifestações de ordens
religiosas, pedidos de clemência. Em vão.

Dia 13 de janeiro de 1825, o prisioneiro foi conduzido à forca.
Na hora de chamar o carrasco, surgiu um problema. Não
havia       quem       aceitasse        enforcar      Caneca.
Castigos, sangue, pancadas. Nada, ninguém queria se
prestar ao papel de carrasco. Por fim, resolveram trocar a
forca pela execução por fuzilamento. Estava encerrada a
carreira revolucionária de Frei Caneca. Seu corpo foi deixado
num caixão de pinho em frente ao Convento das
Carmelitas, de onde os padres o recolheram.
Joaquim José da Silva Xavier,
o Tiradentes




                                 Tiradentes começou a se aproximar de grupos
                                que criticavam a exploração do Brasil pela
                                metrópole, o que ficava evidente quando se
                                confrontava o volume de riquezas tomadas
                                pelos corruptos e a pobreza em que o povo
                                permanecia. Insatisfeito por não conseguir
                                promoção na carreira militar, tendo
                                alcançando apenas o posto de alferes, patente
                                inicial do oficialato à época, e por ter perdido
                                a função de marechal da patrulha do Caminho
                                Novo, pediu licença da cavalaria em 1787.
Tiradentes percorreu em procissão as ruas do centro da cidade do Rio de Janeiro, no
trajeto entre a cadeia pública e onde fora armado o patíbulo. O governo geral tratou de
transformar aquela numa demonstração de força da coroa portuguesa, fazendo
verdadeira encenação. A leitura da sentença estendeu-se por dezoito horas, após a qual
houve discursos de aclamação à rainha, e o cortejo munido de verdadeira fanfarra e
composta por toda a tropa local. Bóris Fausto aponta essa como uma das possíveis
causas para a preservação da memória de Tiradentes, argumentando que todo esse
espetáculo acabou por despertar a ira da população que presenciou o evento, quando a
intenção era, ao contrário, intimidar a população para que não houvesse novas revoltas.
Executado e esquartejado, com seu sangue se lavrou a certidão
de que estava cumprida a sentença, tendo sido declarados
infames a sua memória e os seus descendentes. Sua cabeça foi
erguida em um poste em Vila Rica, tendo sido rapidamente
cooptada e nunca mais localizada; os demais restos mortais foram
distribuídos ao longo do Caminho Novo.
PARTE 2 : FAMÍLIA REAL NO BRASIL
Introdução
Em janeiro de 1808, Portugal estava preste a
ser invadido pelas tropas francesas
comandadas por Napoleão Bonaparte. Sem
condições militares para enfrentar os
franceses, o príncipe regente de Portugal, D.
João, resolveu transferir a corte portuguesa
para sua mais importante colônia, o Brasil.
Contou, neste empreendimento, com a ajuda
dos aliados ingleses.
Chegada da família real ao Brasil

Nos quatorze navios, além da família real, vieram
centenas de funcionários, criados, assessores e pessoas
ligadas à corte portuguesa. Trouxeram também muito
dinheiro, obras de arte, documentos, livros, bens pessoais
e outros objetos de valor.

Após uma forte tempestade, alguns navios foram parar
em Salvador e outros na cidade do Rio de Janeiro. Em
março de 1808, a corte portuguesa foi instalada no Rio de
Janeiro. Muitos moradores, sob ordem de D. João, foram
despejados para que os imóveis fossem usados pelos
funcionários do governo. Este fato gerou, num primeiro
momento, muita insatisfação e transtorno na população
da capital brasileira.

No ano de 1818, a mãe de D. João, D. Maria I, faleceu e D.
João tornou-se rei. Passou a ser chamado de D. João VI,
rei do Reino Unido a Portugal e Algarves.
Abertura dos
portos às nações
amigas
Uma das principais medidas tomadas por D.
João foi abrir o comércio brasileiro aos países
amigos de Portugal. A principal beneficiada
com a medida foi à Inglaterra, que passou a ter
vantagens comerciais e dominar o comércio
com o Brasil. Os produtos ingleses chegavam
ao Brasil com impostos de 15%, enquanto de
outros países deveriam pagar 24%. Este
privilégio fez com que nosso país fosse
inundado por produtos ingleses. Esta medida
acabou prejudicando o desenvolvimento da
indústria brasileira.
Medidas tomadas por D. João

D. João adotou várias medidas econômicas que
favoreceram o desenvolvimento brasileiro.
Entre as principais, podemos citar: estímulo ao
estabelecimento        de      indústrias     no
Brasil, construção de estradas, cancelamento
da lei que não permitia a criação de fábricas no
Brasil, reformas em portos, criação do Banco
do Brasil e instalação da Junta de Comércio.
Do ponto de vista
cultural, o Brasil também saiu
ganhando com algumas medidas tomadas por
D. João. O rei trouxe a Missão Francesa para o
Brasil, estimulando o desenvolvimento das
artes em nosso país. Criou o Museu Nacional, a
Biblioteca Real, a Escola Real de Artes e o
Observatório Astronômico. Vários cursos foram
criados (agricultura, cirurgia, química, desenho
técnico, etc) nos estados da Bahia e Rio de
Janeiro.
Retorno de D. João para
Portugal
Os franceses ficaram em Portugal durante poucos meses, pois o
exército inglês conseguiu derrotar as tropas de Napoleão. O povo
português passou a exigir o retorno do rei que se encontrava no
Brasil. Em 1820, ocorreu a Revolução do Porto, sendo que os
revolucionários vitoriosos passaram a exigir o retorno de D. João
VI para Portugal e a aprovação de uma Constituição. Pressionado
pelos portugueses, D. João VI resolveu voltar para Portugal, em
abril de 1821. Deixou em seu lugar, no Brasil, o filho D. Pedro
como príncipe regente.

Pouco tempo depois, D. Pedro tornou-se
imperador, após o processo de Independência
do Brasil (7 de setembro de 1822).
A independência do Brasil,
enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe
regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens
do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma
nação independente, devemos perceber como as transformações políticas,
econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte
Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.
A chegada da Família
Real Portuguesa ao Brasil
Foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as
justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro,
Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra,
que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão
e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo
antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a
abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.
Do ponto de vista
econômico, essa medida pode ser
vista como um primeiro “grito de
independência”, onde a colônia brasileira não
mais estaria atrelada ao monopólio comercial
imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal
medida, os grandes produtores agrícolas e
comerciantes nacionais puderam avolumar os
seus negócios e viver um tempo de
prosperidade      material   nunca      antes
experimentado em toda história colonial. A
liberdade já era sentida no bolso de nossas
elites.
Para fora do campo da economia, podemos salientar como a
reforma urbanística feita por Dom
                               João VI promoveu
um embelezamento do Rio de Janeiro até
então nunca antes vivida na capital da
colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração
para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e
Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos
tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que
foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do
exército inglês.
Essas medidas, tomadas até o ano de
1815, alimentaram um movimento de mudanças
por parte das elites lusitanas, que se viam
abandonadas por sua antiga autoridade política.
Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos
quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do
Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por
meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria
o Brasil à condição de colônia.
Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de
Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas
Cortes,   as    figuras políticas
               principais

lusitanas exigiam que o rei Dom
João VI retornasse à terra natal
para     que    legitimasse       as
transformações políticas em andamento.
Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil
em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe
regente do Brasil.
A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos
    cofres brasileiros, o que deixou a nação em
   péssimas condições financeiras. Em meio às
conturbações políticas que se viam contrárias às
  intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I
 tratou de tomar medidas em favor da população
   tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o
príncipe regente baixou os impostos e equiparou
 as autoridades militares nacionais às lusitanas.
Naturalmente, tais ações desagradaram bastante
              as Cortes de Portugal.
as Cortes exigiram
Mediante as claras intenções de Dom Pedro,
que o príncipe retornasse para Portugal e
entregasse o Brasil ao controle de uma junta
administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de
Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses
econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa
maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão
política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.
No final de 1821,
quando as pressões das Cortes atingiram sua
força máxima, os defensores da independência
organizaram um grande abaixo-assinado
requerendo a permanência e Dom Pedro no
Brasil. A demonstração de apoio dada foi
retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822,
Dom Pedro I reafirmou sua permanência no

conhecido Dia do Fico.                     A
partir desse ato público, o príncipe regente
assinalou qual era seu posicionamento
político.
Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-
 independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre
  eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom
  Pedro e defensor de um processo de independência conservador
  guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom
Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda
    de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.
Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua
relação política com as Cortes praticamente
insustentável. Em setembro de 1822, a
assembleia lusitana enviou um novo
documento para o Brasil exigindo o retorno do
príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão
militar, caso a exigência não fosse
imediatamente      cumprida.     Ao      tomar
conhecimento do documento, Dom Pedro I
(que estava em viagem) declarou a
                     7 de
independência do país no dia

setembro de 1822, às
margens do rio Ipiranga.
A Confederação do Equador

  foi um movimento político ocorrido em 1824 no nordeste brasileiro.
Começando em Pernambuco, ampliou-se rapidamente para outras
províncias da região, como Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. Em
síntese, a Confederação do Equador - que ganhou esse nome em
referência à proximidade do centro do conflito com a linha do Equador
- foi um movimento contrário à centralização do poder imperial. Daí,
portanto, seu caráter revolucionário e, no extremo, seu aspecto
independentista com relação ao Brasil.
O movimento tinha ligações com
outros dois episódios importantes
ocorridos na mesma região, embora
destes não fosse mero reflexo: a
Revolução Pernambucana de 1817 e o
Movimento       Constitucionalista  de
1821. Juntos, os dois haviam ajudado
a concretizar em práticas políticas e
sociais o ideário liberal - que se
contrapunha à centralização do poder
imperial - e a luta pela independência,
num contraponto ao domínio exercido
pelo Rio de Janeiro sobre as demais
províncias.
A constituição de
1824 perfilou a criação de um Estado de
natureza autoritária em meio a instituições de
aparência liberal. A contradição do período
acabou excluindo a grande maioria da
população ao direito de participação política
e, logo em seguida, motivando rebeliões de
natureza separatista. Com isso, a primeira
constituição apoiou um governo centralizado
que, por vezes, ameaçou a unidade territorial e
política do Brasil.
Figurando um passo fundamental para a consolidação da independência
nacional, a formulação de uma carta constituinte tornou-se uma das
grandes questões do Primeiro Reinado. Mesmo antes de dar fim aos laços
coloniais, Dom Pedro I já havia articulado, em 1822, a formação de uma

Assembleia Constituinte imbuída da
missão de discutir as leis máximas da
nação. Essa primeira assembleia convocou oitenta deputados de
catorze províncias.

Uma monarquia constitucional hereditária;
O catolicismo como religião oficial;
O voto indireto e censitário (era necessário ter uma renda mínima de
cem mil réis);
Quatro poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador;
Uma das mais delicadas questões
que envolvia as leis elaboradas pela
Assembleia, fazia referência à definição dos poderes de
Dom Pedro I. Em pouco tempo, os constituintes formaram dois grupos
políticos visíveis: um liberal, defendendo a limitação dos poderes
imperiais e dando maior autonomia às províncias; e um conservador
que apoiava um regime político centralizado nas mãos de Dom Pedro. A
partir de então, a relação entre o rei e os constituintes não seria nada
tranquila.

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Revisão 8º ano - Família Real até Independência

  • 1. INSTITUTO ÁGAPE REVISÃO 8 º ANO – HISTÓRIA PROF.ª : JANAÍNA BINDÁ
  • 2. PARTE 1 : Independência o grito ecoa na colônia portuguesa - CAP. 9 Livro ○ Beckman ○ Emboabas ○ Mascates ○ Inconfidência ○ Derrama ○ Baianos
  • 3. PARTE 1 : Independência o grito ecoa na colônia portuguesa - CAP. 9 Livro ○ Beckman ○ Emboabas ○ Mascates ○ Inconfidência ○ Derrama ○ Baianos
  • 4. PARTE 1 : Independência o grito ecoa na colônia portuguesa - CAP. 9 Livro ○ Beckman ○ Emboabas ○ Mascates ○ Inconfidência ○ Derrama ○ Baianos
  • 5. Os movimentos nativistas constituíram-se em revoltas isoladas ocorridas na então colônia portuguesa do Brasil, em finais do século XVIII, em que se amiudaram as situações de conflito entre os "filhos da terra" e os chamados "reinóis", e que compõem um quadro que faz parte do sentimento nacional que incluiu em vários territórios das Latinas e de outras partes, dos quais fizeram parte: a Aclamação de Amador Bueno; a Revolta de Beckman, no Maranhão; a Revolta de Filipe dos Santos, em Vila Rica; a Guerra dos Emboabas, dos Mascates, a Conjuração Mineira, Revolução Farroupilha, Revolta dos Alfaiates e a Revolução Pernambucana, esta já no século XIX. Nas três primeiras surreições prevaleceram as razões de ordem econômica, mas nas seguintes houve preponderância do sentimento nacional na motivação dos revoltosos. As invasões sofridas pelo território brasileiro no século XVIII, bem como a união dos elementos nativos (nascidos no país) como o branco filho de europeus, o mestiço, o negro e o índio catequizado para a defesa do território, especialmente após as invasões holandesas no Brasil, cresceu paulatinamente entre a população da colônia a ideia de emancipação, de modo local ainda e não generalizado entre as províncias.
  • 6. FREI CANECA O prisioneiro retratado foi Frei Joaquim do Amor Divino Rabelo Caneca, mais conhecido como Frei Caneca, um dos mentores da Revolução Pernambucana. Preso em 1817, Frei Caneca foi levado para Salvador, onde cumpriu pena até 1821. Com a instauração da monarquia, por Pedro 1º, em 1822, preparava-se uma Constituição para reger o país. Em 1824 o Imperador dissolveu a Assembleia Constituinte, outorgando uma Constituição de perfil conservador, contra a qual se insurgiu o grupo de Caneca. Frei Caneca, um dos maiores idealizadores e combatentes do movimento, foi condenado à forca. Foi preso e levado para um calabouço. No dia de Natal do mesmo ano, foi transferido de sua cela a uma sala incomunicável, para receber a sentença. Muito foi feito para que Caneca não fosse executado. Houve petições, manifestações de ordens religiosas, pedidos de clemência. Em vão. Dia 13 de janeiro de 1825, o prisioneiro foi conduzido à forca. Na hora de chamar o carrasco, surgiu um problema. Não havia quem aceitasse enforcar Caneca. Castigos, sangue, pancadas. Nada, ninguém queria se prestar ao papel de carrasco. Por fim, resolveram trocar a forca pela execução por fuzilamento. Estava encerrada a carreira revolucionária de Frei Caneca. Seu corpo foi deixado num caixão de pinho em frente ao Convento das Carmelitas, de onde os padres o recolheram.
  • 7. Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes Tiradentes começou a se aproximar de grupos que criticavam a exploração do Brasil pela metrópole, o que ficava evidente quando se confrontava o volume de riquezas tomadas pelos corruptos e a pobreza em que o povo permanecia. Insatisfeito por não conseguir promoção na carreira militar, tendo alcançando apenas o posto de alferes, patente inicial do oficialato à época, e por ter perdido a função de marechal da patrulha do Caminho Novo, pediu licença da cavalaria em 1787.
  • 8. Tiradentes percorreu em procissão as ruas do centro da cidade do Rio de Janeiro, no trajeto entre a cadeia pública e onde fora armado o patíbulo. O governo geral tratou de transformar aquela numa demonstração de força da coroa portuguesa, fazendo verdadeira encenação. A leitura da sentença estendeu-se por dezoito horas, após a qual houve discursos de aclamação à rainha, e o cortejo munido de verdadeira fanfarra e composta por toda a tropa local. Bóris Fausto aponta essa como uma das possíveis causas para a preservação da memória de Tiradentes, argumentando que todo esse espetáculo acabou por despertar a ira da população que presenciou o evento, quando a intenção era, ao contrário, intimidar a população para que não houvesse novas revoltas. Executado e esquartejado, com seu sangue se lavrou a certidão de que estava cumprida a sentença, tendo sido declarados infames a sua memória e os seus descendentes. Sua cabeça foi erguida em um poste em Vila Rica, tendo sido rapidamente cooptada e nunca mais localizada; os demais restos mortais foram distribuídos ao longo do Caminho Novo.
  • 9. PARTE 2 : FAMÍLIA REAL NO BRASIL
  • 10. Introdução Em janeiro de 1808, Portugal estava preste a ser invadido pelas tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte. Sem condições militares para enfrentar os franceses, o príncipe regente de Portugal, D. João, resolveu transferir a corte portuguesa para sua mais importante colônia, o Brasil. Contou, neste empreendimento, com a ajuda dos aliados ingleses.
  • 11. Chegada da família real ao Brasil Nos quatorze navios, além da família real, vieram centenas de funcionários, criados, assessores e pessoas ligadas à corte portuguesa. Trouxeram também muito dinheiro, obras de arte, documentos, livros, bens pessoais e outros objetos de valor. Após uma forte tempestade, alguns navios foram parar em Salvador e outros na cidade do Rio de Janeiro. Em março de 1808, a corte portuguesa foi instalada no Rio de Janeiro. Muitos moradores, sob ordem de D. João, foram despejados para que os imóveis fossem usados pelos funcionários do governo. Este fato gerou, num primeiro momento, muita insatisfação e transtorno na população da capital brasileira. No ano de 1818, a mãe de D. João, D. Maria I, faleceu e D. João tornou-se rei. Passou a ser chamado de D. João VI, rei do Reino Unido a Portugal e Algarves.
  • 12. Abertura dos portos às nações amigas Uma das principais medidas tomadas por D. João foi abrir o comércio brasileiro aos países amigos de Portugal. A principal beneficiada com a medida foi à Inglaterra, que passou a ter vantagens comerciais e dominar o comércio com o Brasil. Os produtos ingleses chegavam ao Brasil com impostos de 15%, enquanto de outros países deveriam pagar 24%. Este privilégio fez com que nosso país fosse inundado por produtos ingleses. Esta medida acabou prejudicando o desenvolvimento da indústria brasileira.
  • 13. Medidas tomadas por D. João D. João adotou várias medidas econômicas que favoreceram o desenvolvimento brasileiro. Entre as principais, podemos citar: estímulo ao estabelecimento de indústrias no Brasil, construção de estradas, cancelamento da lei que não permitia a criação de fábricas no Brasil, reformas em portos, criação do Banco do Brasil e instalação da Junta de Comércio.
  • 14. Do ponto de vista cultural, o Brasil também saiu ganhando com algumas medidas tomadas por D. João. O rei trouxe a Missão Francesa para o Brasil, estimulando o desenvolvimento das artes em nosso país. Criou o Museu Nacional, a Biblioteca Real, a Escola Real de Artes e o Observatório Astronômico. Vários cursos foram criados (agricultura, cirurgia, química, desenho técnico, etc) nos estados da Bahia e Rio de Janeiro.
  • 15. Retorno de D. João para Portugal Os franceses ficaram em Portugal durante poucos meses, pois o exército inglês conseguiu derrotar as tropas de Napoleão. O povo português passou a exigir o retorno do rei que se encontrava no Brasil. Em 1820, ocorreu a Revolução do Porto, sendo que os revolucionários vitoriosos passaram a exigir o retorno de D. João VI para Portugal e a aprovação de uma Constituição. Pressionado pelos portugueses, D. João VI resolveu voltar para Portugal, em abril de 1821. Deixou em seu lugar, no Brasil, o filho D. Pedro como príncipe regente. Pouco tempo depois, D. Pedro tornou-se imperador, após o processo de Independência do Brasil (7 de setembro de 1822).
  • 16. A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.
  • 17. A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil Foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.
  • 18. Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.
  • 19. Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.
  • 20. Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.
  • 21. Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as figuras políticas principais lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.
  • 22. A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.
  • 23. as Cortes exigiram Mediante as claras intenções de Dom Pedro, que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.
  • 24. No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.
  • 25. Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró- independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.
  • 26. Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a 7 de independência do país no dia setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.
  • 27. A Confederação do Equador foi um movimento político ocorrido em 1824 no nordeste brasileiro. Começando em Pernambuco, ampliou-se rapidamente para outras províncias da região, como Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. Em síntese, a Confederação do Equador - que ganhou esse nome em referência à proximidade do centro do conflito com a linha do Equador - foi um movimento contrário à centralização do poder imperial. Daí, portanto, seu caráter revolucionário e, no extremo, seu aspecto independentista com relação ao Brasil.
  • 28. O movimento tinha ligações com outros dois episódios importantes ocorridos na mesma região, embora destes não fosse mero reflexo: a Revolução Pernambucana de 1817 e o Movimento Constitucionalista de 1821. Juntos, os dois haviam ajudado a concretizar em práticas políticas e sociais o ideário liberal - que se contrapunha à centralização do poder imperial - e a luta pela independência, num contraponto ao domínio exercido pelo Rio de Janeiro sobre as demais províncias.
  • 29. A constituição de 1824 perfilou a criação de um Estado de natureza autoritária em meio a instituições de aparência liberal. A contradição do período acabou excluindo a grande maioria da população ao direito de participação política e, logo em seguida, motivando rebeliões de natureza separatista. Com isso, a primeira constituição apoiou um governo centralizado que, por vezes, ameaçou a unidade territorial e política do Brasil.
  • 30. Figurando um passo fundamental para a consolidação da independência nacional, a formulação de uma carta constituinte tornou-se uma das grandes questões do Primeiro Reinado. Mesmo antes de dar fim aos laços coloniais, Dom Pedro I já havia articulado, em 1822, a formação de uma Assembleia Constituinte imbuída da missão de discutir as leis máximas da nação. Essa primeira assembleia convocou oitenta deputados de catorze províncias. Uma monarquia constitucional hereditária; O catolicismo como religião oficial; O voto indireto e censitário (era necessário ter uma renda mínima de cem mil réis); Quatro poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador;
  • 31. Uma das mais delicadas questões que envolvia as leis elaboradas pela Assembleia, fazia referência à definição dos poderes de Dom Pedro I. Em pouco tempo, os constituintes formaram dois grupos políticos visíveis: um liberal, defendendo a limitação dos poderes imperiais e dando maior autonomia às províncias; e um conservador que apoiava um regime político centralizado nas mãos de Dom Pedro. A partir de então, a relação entre o rei e os constituintes não seria nada tranquila.