MEIOS DE CULTURA
MEIO DE CULTURA
DEFINIÇÃO
- São preparados especiais com
finalidade de cultura e isolamento de
microrganismos.
- Uma grande variedade de
processo e de preparações nutrientes
é utilizada para induzir o crescimento
e as reproduções de
microorganismos.
MEIOS DE CULTURA
- Não existe um meio de cultura
universal para o crescimento de todos os
microrganismos.
Ex: não existe meio de cultura para
microrganismos como Treponema
pallidum e Micobacterium leprae.
- Estes microrganismos só podem
ser cultivados em animais de laboratório.
MEIOS DE CULTURA
NATURAIS
- Lagos
- Oceanos
- Solo
ARTIFICIAIS OU SINTÉTICOS
- São nutrientes preparados no
laboratório para o crescimento de
microrganismos.
MEIOS DE CULTURA
APRESENTAÇÃO
Pós
MEIOS DE CULTURA
PREPARAÇÃO
- De acordo com o fabricante.
- Técnica de preparação vem
especificada no rótulo dos frascos.
- Pesar e hidratar o meio conforme
as instruções do fabricante.
MEIOS DE CULTURA
PREPARAÇÃO
MEIOS DE CULTURA
MÉTODOS DE ESTERILIZAÇÃO
1 - Autoclave (calor úmido) 121ºC
por 15 a 20 minutos.
- Vapor fluente
MEIOS DE CULTURA
MÉTODOS DE
ESTERILIZAÇÃO
2 – FILTRAGEM
- Produtos termo sensíveis
- Membranas de acetato de
celulose (0,22 μm).
RECIPIENTES PARA OS MEIOS
DE CULTURA.
- Placas de petri, tubos de ensaio,
garrafas, frascos, etc...
CONSTITUINTES DO MEIO DE
CULTURA
- Água: Principal solvente dos
nutrientes.
- Fontes de Carbono: pode ser do
CO2 ou de nutrientes orgânicos
(carboidratos, lipídeos e proteínas).
- Fonte de energia: Carboidratos
como amido, glicogênio,
monossacarídeos
CONSTITUINTES DO MEIO DE
CULTURA
• - Fonte de Nitrogênio “base amino-
proteína”: peptidase: Aminoácidos,
peptídeos, proteínas complexas e
peptona.
• - Fontes de oxigênio, hidrogênio,
fósforo (fosfatos) e enxofre (sulfatos)
- Vitaminas: Complexo B ( biotina e
CONSTITUINTES DO MEIO DE
CULTURA
- Sais tamponados: Fósforo
(fosfatos), enxofre (sulfato) e citrato.
- Sais minerais: Cálcio, Ferro,
Magnésio
- Fatores de crescimento: sangue,
soro e extrato de levedura.
MEIOS DE CULTURA
- Agentes seletivos: Químicos,
Corantes, e Antimicrobianos
- Indicadores de pH: feno vermelho
- Agentes de gelificação para
meios sólidos: Ágar
CLASSIFICAÇÃO
DOS
MEIOS DE CULTURA
1 – DE ACORDO COM A CONSISTÊNCIA
SÓLIDOS
- Usa ágar, um polímero de
galactose como agente solidificante na
concentração de 1,35 a 2,0%.
- Funde-se à 100ºC, Líquido à 40ºC
e sólido à 37ºC.
- São feitos em frascos, placas de
petri e tubos de ensaio.
1 – DE ACORDO COM A
CONSISTÊNCIA
SEMI-SÓLIDOS
- Usa ágar, como agente
solidificante na concentração de 0,2 à
0,75%.
- Funde-se à 100ºC, Líquido à
40ºC e Semi-sólido à 37ºC.
- São feitos em tubos de ensaio
1 – DE ACORDO COM A
CONSISTÊNCIA
LÍQUIDOS
- São os meios isentos de ágar.
- São sempre líquidos mesmo até
a 37ºC e em temperaturas inferiores.
- São feitos em tubos de ensaio
CRESCIMENTO MICROBIANO
MEIO SÓLIDO: o crescimento de
bactérias é visualizado pela formação de
colônias.
MEIO SEMI-SÓLIDO: o crescimento
de bactérias é visualizado pela turvação.
Meio muito utilizado para verificar a
motilidade (movimento) da bactéria.
MEIO LÍQUIDO: o crescimento de
bactérias é visualizado pela turvação do
meio.
CRESCIMENTO MICROBIANO
MEIO SÓLIDO
COLÔNIAS: são milhares de células
bacterianas derivadas de uma única célula
bacteriana semeada na superfície do ágar.
TEMPO PARA VISUALIZAÇÃO DAS
COLÔNIAS:
- Maioria dos microrganismos cresce
de 12 à 48 horas.
- Outros exigem semanas e até mêses.
CRESCIMENTO MICROBIANO
MEIO SÓLIDO: COLÔNIAS
CRESCIMENTO MICROBIANO
MEIO SEMI-SÓLIDO E LÍQUIDO :
TURVAÇÃO
CRESCIMENTO MICROBIANO
MEIO SÓLIDO
Exemplos: Ágar Sangue, Ágar
chocolate, Ágar MacConkey, Ágar SS
(Salmonela, Shigella), Ágar VB (Verde-
Brilhante), Ágar CLED (Cisteína
Lactose Eletrólitos Deficientes), Ágar
Base, Ágar Citrato de Simmons, Ágar
Nutriente, Ágar TSI (Triplice Açúcar e
Ferro), Ágar Müller Hinton), etc....
CRESCIMENTO MICROBIANO
MEIO SÓLIDO
Ágar Sangue Ágar chocolate
CRESCIMENTO MICROBIANO
MEIO SEMI-SÓLIDO
Exemplos: Ágar SIM (Motilidade
Indol Sulfeto) etc....
MEIO LÍQUIDO:
Exemplos: BHI (Infusão de
cérebro e coração), Tetrationato,
Selenito, Uréia, etc...
CRESCIMENTO MICROBIANO
MEIO SÓLIDO X MEIO LÍQUIDO
- Meio líquido é impossível afirmar a
existência de mais de uma espécie de
bactérias ou até mesmo quantificar.
- Meio sólido pode-se afirmar a
presença de várias espécies
bacterianas.
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE
CULTURA
2 – TIPOS ou FUNÇÃO
MEIOS COMPLEXOS
- São meios quimicamente
indefinidos, mas tem como função
similar ao ambiente natural da bactéria.
Ex: Ágar sangue, Ágar chocolate.
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE
CULTURA
2 – TIPOS
MEIOS SINTÉTICOS
- São meios de composição química
conhecida. São utilizados para estudo de
necessidades nutricionais de
determinadas bactérias.
Ex: Meio para micobactérias.
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
2 – TIPOS
MEIOS DIFERENCIAIS
- São meios que permitem a distinção
(diferenciação) entre dois ou mais tipos de
bactérias pelas simples observação das
características apresentadas pelas suas colônias
que neles se desenvolvem.
- Os meios diferenciais permitem o
crescimento de várias espécies ao mesmo
tempo, que facilita a discriminação entre os
diferentes microrganismos.
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
2 – TIPOS
MEIOS DIFERENCIAIS
Ex: Mac Conkey
- Permite a distinção entre bactérias
fermentadoras da lactose (lactose
positiva – apresenta colônias rosa) e
bactérias não fermentadora da lactose
(lactose negativa – apresenta colônias
incolores).
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
MEIOS DIFERENCIAIS
Ex: Mac Conkey
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
MEIOS DIFERENCIAIS
Ex: Mac Conkey
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
2 – TIPOS
MEIOS SELETIVOS
- São meios cuja composição promovem
e/ou inibem o crescimento de um
determinado microrganismo ou grupo de
microrganismos.
- Os meios seletivos proporcionam o
meio pelo qual podemos isolar uma
determinada espécie ou categoria de
bactérias.
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
2 – TIPOS
MEIOS SELETIVOS
- São usadas substâncias seletivas
como os corantes tais como cristal violeta,
azul de metileno, eosina e verde brilhante.
Ex. Mac Conkey além de seus
nutrientes contém cristal violeta e sais
biliares que inibe o crescimento de bactérias
Gram- positivas e permitindo o crescimento
de Gram-negativas.
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE
CULTURA
2 – TIPOS
OSERVAÇÃO
- ALGUNS MEIOS SÃO TANTO
DIFERENCIAIS COMO SELETIVOS.
Ex: Ágar Mac Conkey
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
2 – TIPOS
MEIOS DE ENRIQUECIMENTO
- São meios utilizados para isolar um
microrganismo de um meio em que está
presente em pequena quantidade.
- São meios enriquecidos com
sangue, soro ou outros nutrientes.
Ex: Ágar sangue, Ágar chocolate.
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
2 – TIPOS
MEIOS DE ENRIQUECIMENTO
Ex: Tetrationato e Selenito
- São meios usados para amostras
fecais (coprocultura) inibindo o
crescimento da microbiota (bactérias
normais das fezes) e permitindo o
crescimento de Salmonella e Shigella
que são patogênicas.
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
2 – TIPOS
MEIOS DE TRANSPORTE
- São meios utilizados para o
transporte e manutenção de amostras
biológicas como fezes e secreções.
- São meios inertes, pois, permitem a
viabilidade da maioria dos patógenos
sem alterar a sua concentração.
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
2 – TIPOS
MEIOS DE TRANSPORTE
Ex: Meio de Stuart ou Amies
usado para o transporte com swabs.
Ex: Meio Cary-Blair e salina
glicerinada tamponada útil no
transporte de fezes para o isolamento
de shigella e Salmonella.
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
MEIOS DE TRANSPORTE
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
2 – TIPOS
MEIOS DE MANUTENÇÃO
- São meios utilizados para a
preservação das bactérias para a
realização de exames complementares
para estudos futuros como pesquisa
clínica, epidemiológica ou educacional.
Ex: Caldo TSB, caldo nutriente, água
destilada.
MEIOS DE MANUTENÇÃO
Métodos de preservação:
Curto período de tempo: temperaturas de
2 a 8 ºC ou de 4 à 10ºC (refrigerador): duração
por semanas. Fazer subculturas em caldo TSB
ou caldo nutriente.
Longo período de tempo: temperaturas de
-70 à -196ºC. Duração por anos (1 até 10
anos).
- Nitrogênio líquido: (-196ºC)
- Freezers: (-70 à -120ºC) temperatura
ultra baixa.
- Liofilização: congelamento à seco.
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
2 – TIPOS
MEIOS DE IDENTIFICAÇÃO
- São meios utilizados na identificação
das bactérias Gram-positivas e Gram-
negativas.
Ex: EPM e MILI para identificação de
Enterobactérias (Gram-negativas) e Rugai
Ágar Bile esculina. Identificação de
Gram-positivas.
CLASSIFICAÇÃO DO MEIO DE CULTURA
MEIOS DE IDENTIFICAÇÃO
EPM E MILI RUGAI
CONDIÇÕES FÍSICAS PARA A
CULTURA DAS BACTÉRIAS
- TEMPERATURA
- pH
- ATMOSFERA GASOSA
- PRESSÃO OSMÓTICA
- PRESSÃO HIDROSTÁTICA
- LUZ
CONDIÇÕES FÍSICAS PARA A CULTURA DAS
BACTÉRIAS
PRESSÃO OSMÓTICA
- Meios hipertônicos: as bactérias
perdem água e sofrem plasmólise ou
enrugamento da célula.
- Meios isotônicos: concentrações
iguais, é o mais recomendado.
- Meios hipotônicos: as células
ganham água e sofrem lise.
CONDIÇOES FÍSICAS PARA CRESCIMENTO.
TEMPERATURA
- Psicotróficos: 0 à 7ºC
- Psicrófilos: 0 à 20ºC.
- Mesófilos: 20 à 45°C.
- Termófilos: 45 à 90°C.
A maioria são mesófilas.
- Temperatura ótima: 36,5 a 37°C em
estufa bacteriológica.
CRESCIMENTOS DAS BACTÉRIAS
pH
- Acidófilos: pH 0,1 à 5,4
- Neutrófilos: pH 5,4 à 8,5
- Alcalófilas: ph 7,0 à 11,5
A maioria na faixa de 4,0 a 9,0.
- Ideal: próximo da neutralidade 6,8 a
7,2.
- pH próximo do neutro (7,0) para a
maioria das bactérias.
CRESCIMENTOS DAS
BACTÉRIAS
LUZ
- Bactérias fotossintetizantes
- Bactérias inibidas pela luz.
CRESCIMENTO DAS BACTÉRIAS
PRESSÃO HIDROSTÁTICA
- Água dos oceanos e lagos
exercem pressão hidrostática.
- Bactérias barófilas: vivem em
alta pressão “profundidade”.
CRESCIMENTOS DAS BACTÉRIAS
ATMOSFERA GASOSA
- Microrganismos aeróbios: 21% de
oxigênio.
- Jarra de microaerofilia para
microrganismos que necessitam de CO2.
CRESCIMENTOS DAS
BACTÉRIAS
ATMOSFERA GASOSA
- Microrganimos anaeróbios
facultativos: crescem na presença de
ar ou anaeróbiose.
- Microrganimos microaerófilos:
Não resistem á níveis de oxigênio (1-
15%).
CRESCIMENTOS DAS BACTÉRIAS
ATMOSFERA GASOSA
- Microrganismos anaeróbios:
Morrem em presença de oxigênio, não
crescem em presença de ar e não
utilizam oxigênio para reações de
produção de energia.
- Jarra de anaerobiose.
CRESCIMENTOS DAS BACTÉRIAS
TEMPO
- Aumento no número da população
na cultura: 1→2→4→8→16→……
Progressão geométrica?
1→21
→22
→23
→24
….→2n
n = número de gerações
2n
= número total de células em uma
cultura.
CRESCIMENTOS DAS
BACTÉRIAS
TEMPO DE GERAÇÃO DAS
BACTÉRIAS.
- De 30 em 30 minutos.
- PERÍODO DE INCUBAÇÃO
- 24 a 48 horas em estufa
bacterilógica.
CRESCIMENTOS DAS BACTÉRIAS
INCUBAÇÃO: Estufa bacterilógica.
MEIOS DE CULTURA MAIS
UTILIZADOS.
Ágar sangue de carneiro a 5,0%
- Meio não seletivo e diferencial
que permite o crescimento de bactérias
Gram-positivas e Gram-negativas,
além de permitir a visualização de
hemólise.
MEIOS DE CULTURA MAIS
UTILIZADOS.
Ágar sangue de carneiro a 5,0%
MEIOS DE CULTURA MAIS UTILIZADOS.
Ágar Mac Conkey
- Meio seletivo e diferencial que
permite o crescimento de bactérias
(bacilos) Gram-negativas, diferenciando
as bactérias em lactose positiva e lactose
negativa. Inibe o crescimento de
bacctérias Gram-positivas.
MEIOS DE CULTURA MAISUTILIZADOS.
Ágar Mac Conkey
• - É utilizado para o isolamento de
Enterobactérias (Escherichia coli,
Proteus sp, etc.. e bacilos entéricos não
fermentadores (Shigella e Salmonella).
• - Amostras utilizadas: fezes, urina,
água de esgoto, alimentos , etc...
MEIOS DE CULTURA MAIS UTILIZADOS.
Ágar Mac Conkey
- Sua composição contém cristal
violeta e sais biliares que inibe o
crescimento de bactérias Gram-positivas.
- Utiliza a lactose como único
carboidrato como fonte de energia e
carbono.
MEIOS DE CULTURA MAIS UTILIZADOS.
Ágar Mac Conkey
- Bactérias fermentadoras de
lactose produzem enzimas como a
beta-galactosidase e lactose permease
que produzem ácido diminuindo o pH e
produzem colônias rosas chamadas de
colônias lactose positiva.
Ex: Escherichia coli
MEIOS DE CULTURA MAIS UTILIZADOS.
Ágar Mac Conkey
- Bactérias não fermentadoras de
lactose não produzem enzimas portanto
não produzem ácidos, aumenta o pH do
meio, produzindo colônias incolores,
transparentes ou ambar chamadas de
colônias lactose negativa.
Ex: Salmonella typhi, Shigella
dysenteriae.
MEIO DE CULTURA Mac Conkey
Lactose positiva Lactose negativa
IDENTIFICAÇÃO DAS COLÔNIAS
1 - CARACTERÍSTICAS DAS
COLÔNIAS
TAMANHO (mm)
- Grande: maior que 1 mm de
tamanho
- Média: 1 mm de diâmetro
- Pequena: menor que 1 mm de
diâmetro.
IDENTIFICAÇÃO DAS COLÔNIAS
COR
- Amarela, Branca, Branca-
acinzentada, Cinza, Rosa, Esverdeada,
Preta, Alaranjada, Creme, Incolor, etc...
ODOR
- Uva, Água sanitária, Fermento de
pão, Vinagre, Queijo, Terra molhada,
Peixe, Caramelo, etc...
IDENTIFICAÇÃO DAS COLÔNIAS
DENSIDADE
- Opaca, Translúcida, Transparente
CONSISTÊNCIA
- Brilhante, Cremosa, Seca, Mucóide
PIGMENTO
- Amarelo, Vermelho, Mostarda
IDENTIFICAÇÃO DAS COLÔNIAS
BORDA OU FORMA
- Circular (redonda), irregular,
puntiforme, ondulada
ELEVAÇÃO
- Convexa, Achatada, Elevada,
Umbilicada, centro elevado
IDENTIFICAÇÃO DAS COLÔNIAS
HEMÓLISE: é a lise (quebra,
rompimento) da hemácia.
Total (beta- hemólise): zona clara ao
redor das colônias.
Parcial (alfa-hemólise): há formação de
um halo esverdeado em volta da colônia,
indicando hemólise parcial das hemácias.
Ausência de hemólise (gama-
hemólise): o meio permanece íntegro em
volta das colônias.
Ágar sangue de carneiro a 5,0%
Hemólise
Ágar sangue de carneiro a 5,0%
Tipos de hemólise (alfa, beta e
gama)
MEIOS DE CULTURA
CONTROLE DE QUALIADE
- Cepas padrão
MEIOS DE CULTURA
TÉCNICAS DE SEMEADURA
1 - Semeadura quantitativa com
alça calibrada.
MEIOS DE CULTURA
TÉCNICAS DE SEMEADURA
2 - Semeadura por esgotamento.
MEIOS DE CULTURA
Inoculação dos meios de cultura.
- INÓCULO: é quando os microrganismos
são colocados em um meio de cultura para
iniciar o crescimento.
Inocular primeiramente os meios menos
seletivos para evitar que substâncias
inibidoras sejam transferidas de um meio para
o outro.
Ex: semear primeiro no ágar sangue ou
ágar chocolate em seguida no mac Conkey.
CULTURA: é quando os
microrganismos cresecem e se
multiplicam no meio de cultura.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BARBOSA, H. R.; TORRES, B. B. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu,
2005.
BLACK, J. G. Microbiologia – fundamentos e aplicações. 4. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
KONEMAN, E. W.; ALLEN, S. D.; JANDA, W. M.; SCHRECKENBERGER, P.
C.; WINN JÚNIOR, W. C. Diagnóstico microbiológico. Texto e atlas
colorido. 5. ed. Rio de Janeiro: MEDSI Ed. Médica e Científica, 2001.
LEVINSON, W.; JAWETZ, E. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2005.
MINS, C.; PLAYFAIR, J.; RITT, I. WAKELIN, D.; WILLIAMS. R. Microbiologia
médica. 2. ed. São Paulo: Manole, 1999.
PELCZAR Jr., M. J.; CHAN, E. C. S. KRIEG, N. R. Microbiologia – conceitos
e aplicações. 2. ed. v. 1 e 2. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1997.
SPICER, W. J. Bacteriologia, micologia e parasitologia clínicas – um texto
ilustrado em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
THOMAS, C. L. Dicionário médico enciclopédico – Taber. 17. ed. São
Paulo: Manole, 2000.
TORTURA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. H. Microbiologia. 8. ed. São
Paulo: Artmed, 2005.
TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM. Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu,

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  • 1.
  • 2.
    MEIO DE CULTURA DEFINIÇÃO -São preparados especiais com finalidade de cultura e isolamento de microrganismos. - Uma grande variedade de processo e de preparações nutrientes é utilizada para induzir o crescimento e as reproduções de microorganismos.
  • 3.
    MEIOS DE CULTURA -Não existe um meio de cultura universal para o crescimento de todos os microrganismos. Ex: não existe meio de cultura para microrganismos como Treponema pallidum e Micobacterium leprae. - Estes microrganismos só podem ser cultivados em animais de laboratório.
  • 4.
    MEIOS DE CULTURA NATURAIS -Lagos - Oceanos - Solo ARTIFICIAIS OU SINTÉTICOS - São nutrientes preparados no laboratório para o crescimento de microrganismos.
  • 5.
  • 6.
    MEIOS DE CULTURA PREPARAÇÃO -De acordo com o fabricante. - Técnica de preparação vem especificada no rótulo dos frascos. - Pesar e hidratar o meio conforme as instruções do fabricante.
  • 7.
  • 8.
    MEIOS DE CULTURA MÉTODOSDE ESTERILIZAÇÃO 1 - Autoclave (calor úmido) 121ºC por 15 a 20 minutos. - Vapor fluente
  • 9.
    MEIOS DE CULTURA MÉTODOSDE ESTERILIZAÇÃO 2 – FILTRAGEM - Produtos termo sensíveis - Membranas de acetato de celulose (0,22 μm).
  • 10.
    RECIPIENTES PARA OSMEIOS DE CULTURA. - Placas de petri, tubos de ensaio, garrafas, frascos, etc...
  • 11.
    CONSTITUINTES DO MEIODE CULTURA - Água: Principal solvente dos nutrientes. - Fontes de Carbono: pode ser do CO2 ou de nutrientes orgânicos (carboidratos, lipídeos e proteínas). - Fonte de energia: Carboidratos como amido, glicogênio, monossacarídeos
  • 12.
    CONSTITUINTES DO MEIODE CULTURA • - Fonte de Nitrogênio “base amino- proteína”: peptidase: Aminoácidos, peptídeos, proteínas complexas e peptona. • - Fontes de oxigênio, hidrogênio, fósforo (fosfatos) e enxofre (sulfatos) - Vitaminas: Complexo B ( biotina e
  • 13.
    CONSTITUINTES DO MEIODE CULTURA - Sais tamponados: Fósforo (fosfatos), enxofre (sulfato) e citrato. - Sais minerais: Cálcio, Ferro, Magnésio - Fatores de crescimento: sangue, soro e extrato de levedura.
  • 14.
    MEIOS DE CULTURA -Agentes seletivos: Químicos, Corantes, e Antimicrobianos - Indicadores de pH: feno vermelho - Agentes de gelificação para meios sólidos: Ágar
  • 15.
  • 16.
    1 – DEACORDO COM A CONSISTÊNCIA SÓLIDOS - Usa ágar, um polímero de galactose como agente solidificante na concentração de 1,35 a 2,0%. - Funde-se à 100ºC, Líquido à 40ºC e sólido à 37ºC. - São feitos em frascos, placas de petri e tubos de ensaio.
  • 17.
    1 – DEACORDO COM A CONSISTÊNCIA SEMI-SÓLIDOS - Usa ágar, como agente solidificante na concentração de 0,2 à 0,75%. - Funde-se à 100ºC, Líquido à 40ºC e Semi-sólido à 37ºC. - São feitos em tubos de ensaio
  • 18.
    1 – DEACORDO COM A CONSISTÊNCIA LÍQUIDOS - São os meios isentos de ágar. - São sempre líquidos mesmo até a 37ºC e em temperaturas inferiores. - São feitos em tubos de ensaio
  • 19.
    CRESCIMENTO MICROBIANO MEIO SÓLIDO:o crescimento de bactérias é visualizado pela formação de colônias. MEIO SEMI-SÓLIDO: o crescimento de bactérias é visualizado pela turvação. Meio muito utilizado para verificar a motilidade (movimento) da bactéria. MEIO LÍQUIDO: o crescimento de bactérias é visualizado pela turvação do meio.
  • 20.
    CRESCIMENTO MICROBIANO MEIO SÓLIDO COLÔNIAS:são milhares de células bacterianas derivadas de uma única célula bacteriana semeada na superfície do ágar. TEMPO PARA VISUALIZAÇÃO DAS COLÔNIAS: - Maioria dos microrganismos cresce de 12 à 48 horas. - Outros exigem semanas e até mêses.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
    CRESCIMENTO MICROBIANO MEIO SÓLIDO Exemplos:Ágar Sangue, Ágar chocolate, Ágar MacConkey, Ágar SS (Salmonela, Shigella), Ágar VB (Verde- Brilhante), Ágar CLED (Cisteína Lactose Eletrólitos Deficientes), Ágar Base, Ágar Citrato de Simmons, Ágar Nutriente, Ágar TSI (Triplice Açúcar e Ferro), Ágar Müller Hinton), etc....
  • 24.
  • 25.
    CRESCIMENTO MICROBIANO MEIO SEMI-SÓLIDO Exemplos:Ágar SIM (Motilidade Indol Sulfeto) etc.... MEIO LÍQUIDO: Exemplos: BHI (Infusão de cérebro e coração), Tetrationato, Selenito, Uréia, etc...
  • 26.
    CRESCIMENTO MICROBIANO MEIO SÓLIDOX MEIO LÍQUIDO - Meio líquido é impossível afirmar a existência de mais de uma espécie de bactérias ou até mesmo quantificar. - Meio sólido pode-se afirmar a presença de várias espécies bacterianas.
  • 27.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS ou FUNÇÃO MEIOS COMPLEXOS - São meios quimicamente indefinidos, mas tem como função similar ao ambiente natural da bactéria. Ex: Ágar sangue, Ágar chocolate.
  • 28.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS MEIOS SINTÉTICOS - São meios de composição química conhecida. São utilizados para estudo de necessidades nutricionais de determinadas bactérias. Ex: Meio para micobactérias.
  • 29.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS MEIOS DIFERENCIAIS - São meios que permitem a distinção (diferenciação) entre dois ou mais tipos de bactérias pelas simples observação das características apresentadas pelas suas colônias que neles se desenvolvem. - Os meios diferenciais permitem o crescimento de várias espécies ao mesmo tempo, que facilita a discriminação entre os diferentes microrganismos.
  • 30.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS MEIOS DIFERENCIAIS Ex: Mac Conkey - Permite a distinção entre bactérias fermentadoras da lactose (lactose positiva – apresenta colônias rosa) e bactérias não fermentadora da lactose (lactose negativa – apresenta colônias incolores).
  • 31.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA MEIOS DIFERENCIAIS Ex: Mac Conkey
  • 32.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA MEIOS DIFERENCIAIS Ex: Mac Conkey
  • 33.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS MEIOS SELETIVOS - São meios cuja composição promovem e/ou inibem o crescimento de um determinado microrganismo ou grupo de microrganismos. - Os meios seletivos proporcionam o meio pelo qual podemos isolar uma determinada espécie ou categoria de bactérias.
  • 34.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS MEIOS SELETIVOS - São usadas substâncias seletivas como os corantes tais como cristal violeta, azul de metileno, eosina e verde brilhante. Ex. Mac Conkey além de seus nutrientes contém cristal violeta e sais biliares que inibe o crescimento de bactérias Gram- positivas e permitindo o crescimento de Gram-negativas.
  • 35.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS OSERVAÇÃO - ALGUNS MEIOS SÃO TANTO DIFERENCIAIS COMO SELETIVOS. Ex: Ágar Mac Conkey
  • 36.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS MEIOS DE ENRIQUECIMENTO - São meios utilizados para isolar um microrganismo de um meio em que está presente em pequena quantidade. - São meios enriquecidos com sangue, soro ou outros nutrientes. Ex: Ágar sangue, Ágar chocolate.
  • 37.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS MEIOS DE ENRIQUECIMENTO Ex: Tetrationato e Selenito - São meios usados para amostras fecais (coprocultura) inibindo o crescimento da microbiota (bactérias normais das fezes) e permitindo o crescimento de Salmonella e Shigella que são patogênicas.
  • 38.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS MEIOS DE TRANSPORTE - São meios utilizados para o transporte e manutenção de amostras biológicas como fezes e secreções. - São meios inertes, pois, permitem a viabilidade da maioria dos patógenos sem alterar a sua concentração.
  • 39.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS MEIOS DE TRANSPORTE Ex: Meio de Stuart ou Amies usado para o transporte com swabs. Ex: Meio Cary-Blair e salina glicerinada tamponada útil no transporte de fezes para o isolamento de shigella e Salmonella.
  • 40.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA MEIOS DE TRANSPORTE
  • 41.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS MEIOS DE MANUTENÇÃO - São meios utilizados para a preservação das bactérias para a realização de exames complementares para estudos futuros como pesquisa clínica, epidemiológica ou educacional. Ex: Caldo TSB, caldo nutriente, água destilada.
  • 42.
    MEIOS DE MANUTENÇÃO Métodosde preservação: Curto período de tempo: temperaturas de 2 a 8 ºC ou de 4 à 10ºC (refrigerador): duração por semanas. Fazer subculturas em caldo TSB ou caldo nutriente. Longo período de tempo: temperaturas de -70 à -196ºC. Duração por anos (1 até 10 anos). - Nitrogênio líquido: (-196ºC) - Freezers: (-70 à -120ºC) temperatura ultra baixa. - Liofilização: congelamento à seco.
  • 43.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA 2 – TIPOS MEIOS DE IDENTIFICAÇÃO - São meios utilizados na identificação das bactérias Gram-positivas e Gram- negativas. Ex: EPM e MILI para identificação de Enterobactérias (Gram-negativas) e Rugai Ágar Bile esculina. Identificação de Gram-positivas.
  • 44.
    CLASSIFICAÇÃO DO MEIODE CULTURA MEIOS DE IDENTIFICAÇÃO EPM E MILI RUGAI
  • 45.
    CONDIÇÕES FÍSICAS PARAA CULTURA DAS BACTÉRIAS - TEMPERATURA - pH - ATMOSFERA GASOSA - PRESSÃO OSMÓTICA - PRESSÃO HIDROSTÁTICA - LUZ
  • 46.
    CONDIÇÕES FÍSICAS PARAA CULTURA DAS BACTÉRIAS PRESSÃO OSMÓTICA - Meios hipertônicos: as bactérias perdem água e sofrem plasmólise ou enrugamento da célula. - Meios isotônicos: concentrações iguais, é o mais recomendado. - Meios hipotônicos: as células ganham água e sofrem lise.
  • 47.
    CONDIÇOES FÍSICAS PARACRESCIMENTO. TEMPERATURA - Psicotróficos: 0 à 7ºC - Psicrófilos: 0 à 20ºC. - Mesófilos: 20 à 45°C. - Termófilos: 45 à 90°C. A maioria são mesófilas. - Temperatura ótima: 36,5 a 37°C em estufa bacteriológica.
  • 48.
    CRESCIMENTOS DAS BACTÉRIAS pH -Acidófilos: pH 0,1 à 5,4 - Neutrófilos: pH 5,4 à 8,5 - Alcalófilas: ph 7,0 à 11,5 A maioria na faixa de 4,0 a 9,0. - Ideal: próximo da neutralidade 6,8 a 7,2. - pH próximo do neutro (7,0) para a maioria das bactérias.
  • 49.
    CRESCIMENTOS DAS BACTÉRIAS LUZ - Bactériasfotossintetizantes - Bactérias inibidas pela luz.
  • 50.
    CRESCIMENTO DAS BACTÉRIAS PRESSÃOHIDROSTÁTICA - Água dos oceanos e lagos exercem pressão hidrostática. - Bactérias barófilas: vivem em alta pressão “profundidade”.
  • 51.
    CRESCIMENTOS DAS BACTÉRIAS ATMOSFERAGASOSA - Microrganismos aeróbios: 21% de oxigênio. - Jarra de microaerofilia para microrganismos que necessitam de CO2.
  • 52.
    CRESCIMENTOS DAS BACTÉRIAS ATMOSFERA GASOSA -Microrganimos anaeróbios facultativos: crescem na presença de ar ou anaeróbiose. - Microrganimos microaerófilos: Não resistem á níveis de oxigênio (1- 15%).
  • 53.
    CRESCIMENTOS DAS BACTÉRIAS ATMOSFERAGASOSA - Microrganismos anaeróbios: Morrem em presença de oxigênio, não crescem em presença de ar e não utilizam oxigênio para reações de produção de energia. - Jarra de anaerobiose.
  • 54.
    CRESCIMENTOS DAS BACTÉRIAS TEMPO -Aumento no número da população na cultura: 1→2→4→8→16→…… Progressão geométrica? 1→21 →22 →23 →24 ….→2n n = número de gerações 2n = número total de células em uma cultura.
  • 55.
    CRESCIMENTOS DAS BACTÉRIAS TEMPO DEGERAÇÃO DAS BACTÉRIAS. - De 30 em 30 minutos. - PERÍODO DE INCUBAÇÃO - 24 a 48 horas em estufa bacterilógica.
  • 56.
  • 57.
    MEIOS DE CULTURAMAIS UTILIZADOS. Ágar sangue de carneiro a 5,0% - Meio não seletivo e diferencial que permite o crescimento de bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, além de permitir a visualização de hemólise.
  • 58.
    MEIOS DE CULTURAMAIS UTILIZADOS. Ágar sangue de carneiro a 5,0%
  • 59.
    MEIOS DE CULTURAMAIS UTILIZADOS. Ágar Mac Conkey - Meio seletivo e diferencial que permite o crescimento de bactérias (bacilos) Gram-negativas, diferenciando as bactérias em lactose positiva e lactose negativa. Inibe o crescimento de bacctérias Gram-positivas.
  • 60.
    MEIOS DE CULTURAMAISUTILIZADOS. Ágar Mac Conkey • - É utilizado para o isolamento de Enterobactérias (Escherichia coli, Proteus sp, etc.. e bacilos entéricos não fermentadores (Shigella e Salmonella). • - Amostras utilizadas: fezes, urina, água de esgoto, alimentos , etc...
  • 61.
    MEIOS DE CULTURAMAIS UTILIZADOS. Ágar Mac Conkey - Sua composição contém cristal violeta e sais biliares que inibe o crescimento de bactérias Gram-positivas. - Utiliza a lactose como único carboidrato como fonte de energia e carbono.
  • 62.
    MEIOS DE CULTURAMAIS UTILIZADOS. Ágar Mac Conkey - Bactérias fermentadoras de lactose produzem enzimas como a beta-galactosidase e lactose permease que produzem ácido diminuindo o pH e produzem colônias rosas chamadas de colônias lactose positiva. Ex: Escherichia coli
  • 63.
    MEIOS DE CULTURAMAIS UTILIZADOS. Ágar Mac Conkey - Bactérias não fermentadoras de lactose não produzem enzimas portanto não produzem ácidos, aumenta o pH do meio, produzindo colônias incolores, transparentes ou ambar chamadas de colônias lactose negativa. Ex: Salmonella typhi, Shigella dysenteriae.
  • 64.
    MEIO DE CULTURAMac Conkey Lactose positiva Lactose negativa
  • 65.
    IDENTIFICAÇÃO DAS COLÔNIAS 1- CARACTERÍSTICAS DAS COLÔNIAS TAMANHO (mm) - Grande: maior que 1 mm de tamanho - Média: 1 mm de diâmetro - Pequena: menor que 1 mm de diâmetro.
  • 66.
    IDENTIFICAÇÃO DAS COLÔNIAS COR -Amarela, Branca, Branca- acinzentada, Cinza, Rosa, Esverdeada, Preta, Alaranjada, Creme, Incolor, etc... ODOR - Uva, Água sanitária, Fermento de pão, Vinagre, Queijo, Terra molhada, Peixe, Caramelo, etc...
  • 67.
    IDENTIFICAÇÃO DAS COLÔNIAS DENSIDADE -Opaca, Translúcida, Transparente CONSISTÊNCIA - Brilhante, Cremosa, Seca, Mucóide PIGMENTO - Amarelo, Vermelho, Mostarda
  • 68.
    IDENTIFICAÇÃO DAS COLÔNIAS BORDAOU FORMA - Circular (redonda), irregular, puntiforme, ondulada ELEVAÇÃO - Convexa, Achatada, Elevada, Umbilicada, centro elevado
  • 69.
    IDENTIFICAÇÃO DAS COLÔNIAS HEMÓLISE:é a lise (quebra, rompimento) da hemácia. Total (beta- hemólise): zona clara ao redor das colônias. Parcial (alfa-hemólise): há formação de um halo esverdeado em volta da colônia, indicando hemólise parcial das hemácias. Ausência de hemólise (gama- hemólise): o meio permanece íntegro em volta das colônias.
  • 70.
    Ágar sangue decarneiro a 5,0% Hemólise
  • 71.
    Ágar sangue decarneiro a 5,0% Tipos de hemólise (alfa, beta e gama)
  • 72.
    MEIOS DE CULTURA CONTROLEDE QUALIADE - Cepas padrão
  • 73.
    MEIOS DE CULTURA TÉCNICASDE SEMEADURA 1 - Semeadura quantitativa com alça calibrada.
  • 74.
    MEIOS DE CULTURA TÉCNICASDE SEMEADURA 2 - Semeadura por esgotamento.
  • 76.
    MEIOS DE CULTURA Inoculaçãodos meios de cultura. - INÓCULO: é quando os microrganismos são colocados em um meio de cultura para iniciar o crescimento. Inocular primeiramente os meios menos seletivos para evitar que substâncias inibidoras sejam transferidas de um meio para o outro. Ex: semear primeiro no ágar sangue ou ágar chocolate em seguida no mac Conkey.
  • 77.
    CULTURA: é quandoos microrganismos cresecem e se multiplicam no meio de cultura.
  • 78.
    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARBOSA, H.R.; TORRES, B. B. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu, 2005. BLACK, J. G. Microbiologia – fundamentos e aplicações. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. KONEMAN, E. W.; ALLEN, S. D.; JANDA, W. M.; SCHRECKENBERGER, P. C.; WINN JÚNIOR, W. C. Diagnóstico microbiológico. Texto e atlas colorido. 5. ed. Rio de Janeiro: MEDSI Ed. Médica e Científica, 2001. LEVINSON, W.; JAWETZ, E. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. MINS, C.; PLAYFAIR, J.; RITT, I. WAKELIN, D.; WILLIAMS. R. Microbiologia médica. 2. ed. São Paulo: Manole, 1999. PELCZAR Jr., M. J.; CHAN, E. C. S. KRIEG, N. R. Microbiologia – conceitos e aplicações. 2. ed. v. 1 e 2. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1997. SPICER, W. J. Bacteriologia, micologia e parasitologia clínicas – um texto ilustrado em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. THOMAS, C. L. Dicionário médico enciclopédico – Taber. 17. ed. São Paulo: Manole, 2000. TORTURA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. H. Microbiologia. 8. ed. São Paulo: Artmed, 2005. TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM. Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu,