ESTRATÉGIAS DE ENSINO E
    APRENDIZAGEM



                 Rafael Ulguim
Tipos de educação
• Educação “bancária” ou “convergente”
  – Transmissão de conhecimento e experiência
  – Importância ao conteúdo da matéria

             Conhecimento x Pessoa integral


• Educação “problematizadora” ou “libertadora”
  – Diálogo ativo entre professores e alunos

                                               Hipóteses
    Global          Analítica   Compreensão
                                                solução
Principais problemas
•   Professor
•   Programas de estudo
•   Métodos, instalações e materiais de ensino
•   Alunos
•   Avaliação da aprendizagem
•   Condições institucionais

                                                 IICA
Aprendizagem
    Processo:
•   Necessidade e objetivo de aprender
•   Preparo
•   Tentativas
•   Constatação

Aprendizagem baseia-se em aprendizagens anteriores


Aumento quantitativo de conhecimento – transformação
estrutural da inteligência da pessoa
Movimentos de aprendizagem
• Assimilação

• Acomodação

• Instrução programada
Hipóteses de solução
• Situação-problema (Piaget)
• Desempenho – recompensa (Skinner)
• Metodologia adequada ao assunto (Gagné)

• O aluno é o agente da aprendizagem
• Diferenças individuais; acompanhamento
  individualizado
• Continuidade e seqüência lógica
Ensinar
A principal causa de fracasso no ensino estaria no
  próprio ensino ou na resistência dos aprendizes?
Pontos chaves do problema
Aluno                        Assunto                    Professor
Motivação                    Estrutura: componentes e   Estimulador
Conhecimento prévio          relação                    Comunicação verbal de
Relação com professor        Metodologia                instruções
Atitude                      Seqüência                  Informação de progressos
                                                        Relação com aluno
                                                        Atitude

                                 Objetivo

                        Planejar - Orientar - Controlar
Esquema básico do processo de ensino
Abordagens do processo
         Aluno
Percebe
Reage
Realimentação + reforço
Memoriza
Aplica
                   Skinner                    Professor
                             Especificação do que deve ser aprendido
                             Decomposição do assunto
                             Escolher a ordem
                             Facilitar retenção e memória
                             Envolvimento ativo do aluno
                             Realimentação planejada
                                                                Mosel
Aluno e professor como pessoas
• Alunos não são iguais
• Reagem de forma diferente
  – professores
  – objetivos e conteúdos propostos
  – formas de relacionamento e metodologia
• Reações diferentes – aprendizado diferente

 Que características pessoais dos alunos deve merecer a atenção do
         professor por afetarem o ensino-aprendizagem?
Planejamento sistêmico do
                    ensino-aprendizagem
Conjunto de elementos ou componentes, relacionados entre si de forma causal e estável
                        por determinado período de tempo.


 OBSERVADO
 • Planejamento baseado no conteúdo

 • Sem levantamento e pesquisa das exigências atuais e futuras
   do mercado de trabalho e transformação da sociedade

 • Estrutura curricular

 • Sem formulação clara e precisa dos objetivos educacionais
Teorias para um melhor planejamento
• Educação como sistema

• Tipologia de objetivos educacionais

• Formulação de objetivos mediante sua definição
  operacional

• Crítica do conceito de objetivos
  (Metáfora Industrial, Behaviorística, Biológica)
Planejamento de currículo
• Currículo tradicional
  – Listagem das disciplinas indispensáveis
  – Básicas, intermediárias e aplicadas


• Currículo integrado
  – Processos e fenômenos importantes
  – Contribuição das disciplinas
Planejamento de disciplina específica


                                         Síntese         Operação
                Análise
                                         Atividades      Execução
                                             de              das
                Formulação   Seqüência     ensino        atividades
Especificação
                   dos          dos
 das tarefas
                 objetivos   objetivos
                                         Processos       Processo
                                            de              de
                                         avaliação       avaliação




                                         Realimentação
Ensino para competência
Busca com que todos os alunos atinjam o domínio total dos objetivos específicos mínimos.


  PRINCÍPIOS
  • Informar claramente ao aluno o que dele se espera

  • Conceder tempo variável para os diversos alunos

  • Verificar a aprendizagem em quantidade e qualidade

  • Utilizar mecanismos de correção e superação
Estrutura
                                                Síntese      Operação
                Análise
                                                Atividades   Execução
                                                    de           das
Especificação                Pré-                 ensino     atividades
dos objetivos             requisitos

                                                Processos    Processo
                          Especificação            de           de
 Seqüência                 das fontes           avaliação    avaliação
    dos                   para domínio
 objetivos                   dos pré
                            requisitos


                                          Realimentação
Ensino planejado x Ensino competência

• Maior atenção individual

• Maior responsabilidade atribuída ao aluno

• Mais atenção ao cumprimento dos objetivos
Planejamento de aula teórica
“Aula teórica é aquela em que os alunos são convidados a participar de um
processo de teorização, isto é, de reflexão sobre um determinado problema.”




PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA AULA

•   Preparação da classe
•   Apresentação de situação-problema
•   Pesquisa conjunta de solução
•   Teorização
•   Aplicação
Como escolher e organizar as atividades de
                 ensino

Fatores que determinam o tipo de atividade
• Os objetivos educacionais

• A estrutura do assunto a ser ensinado

• Características próprias da atividade

• Etapa do processo de ensino

• O tempo e facilidades físicas disponíveis
Tipologia das atividades


Características desejáveis no aluno
•   Capacidade de observar
•   Capacidade de analisar
•   Capacidade de teorizar
•   Capacidade de sintetizar
•   Capacidade de aplicar e transferir o aprendido
Observação                                               Análise
Excursão e visitas                                       Estudo de casos
Exame de objetos                                         Discussão dirigida
Estágios                                                 Rec.Visuais: gráficos
Instrumentos observação                                  Análise de projetos
Coleções: herbário                                       Simpósios

                     Teorização                                            Sintetizar
Pesquisa bibliográfica                                   Fazer monografias
Projetos de pesquisa                                     Reorganizar relatórios e artigos alheios
Leitura de artigos                                       Realização de seminário
Discussão em grupos                                      Prática de laboratório e campo
Redação técnica                                          Resolver problemas

                                               Aplicar
                                          Elaborar projetos
                                    Executar projetos em equipe
                                              Estágios
                                        Serviços de consultas
                                  Oportunidade de exercer liderança
Como incentivar a participação ativa
           dos alunos
        Padrões de interação professor-aluno
Como incentivar a participação ativa
            dos alunos
• Dinâmica de grupo

• Palestra x Discussão

• Papel do instrutor

• Começar a discussão
Aplicações

• Técnicas de trabalho em grupo
  – definir o objetivo


             Phillips 66            Verbalização e observação
               Díade                           Painel
      Discussão em grupos                    Simpósio
           - tarefa única                Estudo de casos
         - tarefa diversas                Dramatização
     -funções diversificadas                Seminário
 - Interação horizontal-vertical   Estudo orientado em equipe
     Tempestade temporal
        Pergunta circular
Como melhorar a comunicação
            professor-aluno
• Meio de comunicação

• Repertório do signos

• Processos de recepção: percepção, decodificação, interpretação

• Estrutura do conteúdo
Papel dos meios multissensoriais no
          ensino-aprendizagem

• “Preguiça docente”

• Envolvimento mental - percepção
  – Intensidade do estímulo
  – Movimento, aparecimento brusco, inesperado
  – Percepção x tempo (saturação, inversão,
    separação)
• Cognição
Funções do meios multissensoriais
• Facilitar o reconhecimento e descrição de objetos

• Facilitar a comparação entre objetos

• Mostrar a relação entre as partes de um todo

• Descrever o funcionamento de processos

• Apresentar situações complexas para sua análise
Aplicações

Guias de composição para meios visuais

•   Centro de interesse
•   Blocos de massa
•   Trajetória do olho
•   Proporção
Centro de interesse
Blocos de massas
Após a agressão, o vírus da raiva pode alcançar, diretamente, as terminações
nervosas sensoriais e/ou motoras, ou permanecer algumas horas nas células
musculares estriadas do tecido atingido, onde haverá um processo de
amplificação viral, que propiciará a infecção dos nervos periféricos. Pesquisa
recente, porém, refere que a replicação viral continua no tecido muscular em
estágios ulteriores da infecção. O genoma viral é transportado no interior do
axoplasma dos neurônios, centripetamente, à razão de 50 a 100 mm por dia,
até alcançar o Sistema Nervoso Central (SNC). Uma vez alcançado o SNC, o
vírus atinge diferentes porções do cérebro e dissemina-se, centrifugamente,
para todos os tecidos do hospedeiro20. A virulência do vírus depende muito
mais de sua integridade, do que propriamente do nível de disseminação ou
de distribuição topográfica da infecção . Por outro lado, tem-se como certo
que os sinais clínicos, tais como ataxia ou depressão, são conseqüência do
efeito direto do vírus na função das células neurais46. A infecção do sistema
límbico, responsável pelo comportamento e, conseqüentemente, pela
agressividade manifestada pelos hospedeiros durante a doença, bem como a
infecção das glândulas salivares, através da qual há a eliminação de grande
quantidade de vírus, são fatores fundamentais para a transmissão da raiva na
natureza
Blocos de massas
Após a agressão, o vírus da raiva
                                       O genoma viral é transportado no
pode alcançar, diretamente, as
                                       interior do axoplasma dos neurônios,
terminações nervosas sensoriais
                                       centripetamente até alcançar o
e/ou motoras, ou permanecer
                                       Sistema Nervoso Central (SNC). Atinge
algumas horas nas células
                                       diferentes porções do cérebro e
musculares estriadas do tecido
                                       dissemina-se, centrifugamente, para
atingido, onde haverá um
                                       todos os tecidos do hospedeiro
processo de amplificação viral,
que propiciará a infecção dos
nervos periféricos
                                       A infecção do sistema límbico, é
                                       responsável         pela    agressividade
                                       manifestada pelos hospedeiros durante
Os sinais clínicos, tais como ataxia   a doença, bem como a infecção das
ou depressão, são conseqüência         glândulas salivares, através da qual há a
do efeito direto do vírus na           eliminação de grande quantidade de
função das células neurais             vírus, são fatores fundamentais para a
                                       transmissão da raiva na natureza
Trajetória do olho




            Inseminação artificial em suínos



                        Cuidados



                     Procedimento
Proporção
Proporção
Harmonia do conjunto


• Todos os conjuntos aplicados de forma
  adequada produzem sensação de harmonia
  do conjunto.
Desenvolvimento da atitude científica
            nos alunos
• Atitude científica na profissão e especialidade

• Desenvolver:
  – Curiosidade
  – Objetividade            Pensamento convergente
                                      X
  – Precisão                 Pensamento divergente
  – Dúvida
  – Análise crítica
Aplicações
• Práticas de campo

• Estudo dirigido

• O método de projetos
  – Educação sistemática completa
A biblioteca como instrumento de
                 estudo
• Estimular o uso da biblioteca
• Aplicações
  – Ensino a fazer pesquisa bibliográfica
  – Ensino no preparo de artigos técnicos e resumos
  – Indicar as fontes bibliográficas
  – Incluir na avaliação as leituras recomendadas

  *Utilizar método pedagógico que estimule a procura
                  de novas informações
Como avaliar a aprendizagem
• Medida de avaliação

• O aluno deverá ser avaliado apenas quanto ao
  conteúdo? Ou, atitudes, trabalhos,...?

• Instrumento de medida da aprendizagem do
  aluno e da eficiência do professor.

• Definir objetivo da avaliação
Aplicações

• Tipos de medida
  – Prova oral, dissertativa, objetiva, prática
• Montagem da prova
  – Nível de dificuldade
  – Ordenação por conteúdo
  – Previsão de utilidade dos resultados


• Avaliação de trabalho em laboratório
  – Cooperação, assiduidade, atitude
Estratégia da inovação
• Falta de reconhecimento da necessidade de inovação
• Complexidade da inovação
• Deficiências institucionais
• Tradicionalismo – costume
• Demonstração das vantagens
• Participação dos professores
• A oportunidade de inovação
Processo de mudança
•   Definição do problema
•   Formar um grupo iniciador
•   Legitimação
•   Formação de grupos de apoio e difusão
•   Percepção do problema pela comunidade
•   Obtenção de compromisso
•   Planejamento da execução
•   Ação de continuidade
•   Mecanismos de avaliação
Recomendações para inovação


• A maneira mais concreta e segura de
  promover a continuidade de um processo de
  inovação em instituições de ensino é a criação
  de uma estrutura de apoio pedagógico
O bom professor não é quem muito
   ensina, mas aquele que tem a
capacidade de suscitar na mente do
     aluno o maior número de
           interrogações.
                          Eduardo Santa, 1972
Obrigado

322e69d080

  • 1.
    ESTRATÉGIAS DE ENSINOE APRENDIZAGEM Rafael Ulguim
  • 2.
    Tipos de educação •Educação “bancária” ou “convergente” – Transmissão de conhecimento e experiência – Importância ao conteúdo da matéria Conhecimento x Pessoa integral • Educação “problematizadora” ou “libertadora” – Diálogo ativo entre professores e alunos Hipóteses Global Analítica Compreensão solução
  • 3.
    Principais problemas • Professor • Programas de estudo • Métodos, instalações e materiais de ensino • Alunos • Avaliação da aprendizagem • Condições institucionais IICA
  • 4.
    Aprendizagem Processo: • Necessidade e objetivo de aprender • Preparo • Tentativas • Constatação Aprendizagem baseia-se em aprendizagens anteriores Aumento quantitativo de conhecimento – transformação estrutural da inteligência da pessoa
  • 5.
    Movimentos de aprendizagem •Assimilação • Acomodação • Instrução programada
  • 6.
    Hipóteses de solução •Situação-problema (Piaget) • Desempenho – recompensa (Skinner) • Metodologia adequada ao assunto (Gagné) • O aluno é o agente da aprendizagem • Diferenças individuais; acompanhamento individualizado • Continuidade e seqüência lógica
  • 7.
    Ensinar A principal causade fracasso no ensino estaria no próprio ensino ou na resistência dos aprendizes? Pontos chaves do problema Aluno Assunto Professor Motivação Estrutura: componentes e Estimulador Conhecimento prévio relação Comunicação verbal de Relação com professor Metodologia instruções Atitude Seqüência Informação de progressos Relação com aluno Atitude Objetivo Planejar - Orientar - Controlar
  • 8.
    Esquema básico doprocesso de ensino
  • 9.
    Abordagens do processo Aluno Percebe Reage Realimentação + reforço Memoriza Aplica Skinner Professor Especificação do que deve ser aprendido Decomposição do assunto Escolher a ordem Facilitar retenção e memória Envolvimento ativo do aluno Realimentação planejada Mosel
  • 10.
    Aluno e professorcomo pessoas • Alunos não são iguais • Reagem de forma diferente – professores – objetivos e conteúdos propostos – formas de relacionamento e metodologia • Reações diferentes – aprendizado diferente Que características pessoais dos alunos deve merecer a atenção do professor por afetarem o ensino-aprendizagem?
  • 11.
    Planejamento sistêmico do ensino-aprendizagem Conjunto de elementos ou componentes, relacionados entre si de forma causal e estável por determinado período de tempo. OBSERVADO • Planejamento baseado no conteúdo • Sem levantamento e pesquisa das exigências atuais e futuras do mercado de trabalho e transformação da sociedade • Estrutura curricular • Sem formulação clara e precisa dos objetivos educacionais
  • 12.
    Teorias para ummelhor planejamento • Educação como sistema • Tipologia de objetivos educacionais • Formulação de objetivos mediante sua definição operacional • Crítica do conceito de objetivos (Metáfora Industrial, Behaviorística, Biológica)
  • 13.
    Planejamento de currículo •Currículo tradicional – Listagem das disciplinas indispensáveis – Básicas, intermediárias e aplicadas • Currículo integrado – Processos e fenômenos importantes – Contribuição das disciplinas
  • 14.
    Planejamento de disciplinaespecífica Síntese Operação Análise Atividades Execução de das Formulação Seqüência ensino atividades Especificação dos dos das tarefas objetivos objetivos Processos Processo de de avaliação avaliação Realimentação
  • 15.
    Ensino para competência Buscacom que todos os alunos atinjam o domínio total dos objetivos específicos mínimos. PRINCÍPIOS • Informar claramente ao aluno o que dele se espera • Conceder tempo variável para os diversos alunos • Verificar a aprendizagem em quantidade e qualidade • Utilizar mecanismos de correção e superação
  • 16.
    Estrutura Síntese Operação Análise Atividades Execução de das Especificação Pré- ensino atividades dos objetivos requisitos Processos Processo Especificação de de Seqüência das fontes avaliação avaliação dos para domínio objetivos dos pré requisitos Realimentação
  • 17.
    Ensino planejado xEnsino competência • Maior atenção individual • Maior responsabilidade atribuída ao aluno • Mais atenção ao cumprimento dos objetivos
  • 18.
    Planejamento de aulateórica “Aula teórica é aquela em que os alunos são convidados a participar de um processo de teorização, isto é, de reflexão sobre um determinado problema.” PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA AULA • Preparação da classe • Apresentação de situação-problema • Pesquisa conjunta de solução • Teorização • Aplicação
  • 19.
    Como escolher eorganizar as atividades de ensino Fatores que determinam o tipo de atividade • Os objetivos educacionais • A estrutura do assunto a ser ensinado • Características próprias da atividade • Etapa do processo de ensino • O tempo e facilidades físicas disponíveis
  • 20.
    Tipologia das atividades Característicasdesejáveis no aluno • Capacidade de observar • Capacidade de analisar • Capacidade de teorizar • Capacidade de sintetizar • Capacidade de aplicar e transferir o aprendido
  • 21.
    Observação Análise Excursão e visitas Estudo de casos Exame de objetos Discussão dirigida Estágios Rec.Visuais: gráficos Instrumentos observação Análise de projetos Coleções: herbário Simpósios Teorização Sintetizar Pesquisa bibliográfica Fazer monografias Projetos de pesquisa Reorganizar relatórios e artigos alheios Leitura de artigos Realização de seminário Discussão em grupos Prática de laboratório e campo Redação técnica Resolver problemas Aplicar Elaborar projetos Executar projetos em equipe Estágios Serviços de consultas Oportunidade de exercer liderança
  • 22.
    Como incentivar aparticipação ativa dos alunos Padrões de interação professor-aluno
  • 23.
    Como incentivar aparticipação ativa dos alunos • Dinâmica de grupo • Palestra x Discussão • Papel do instrutor • Começar a discussão
  • 24.
    Aplicações • Técnicas detrabalho em grupo – definir o objetivo Phillips 66 Verbalização e observação Díade Painel Discussão em grupos Simpósio - tarefa única Estudo de casos - tarefa diversas Dramatização -funções diversificadas Seminário - Interação horizontal-vertical Estudo orientado em equipe Tempestade temporal Pergunta circular
  • 25.
    Como melhorar acomunicação professor-aluno • Meio de comunicação • Repertório do signos • Processos de recepção: percepção, decodificação, interpretação • Estrutura do conteúdo
  • 26.
    Papel dos meiosmultissensoriais no ensino-aprendizagem • “Preguiça docente” • Envolvimento mental - percepção – Intensidade do estímulo – Movimento, aparecimento brusco, inesperado – Percepção x tempo (saturação, inversão, separação) • Cognição
  • 27.
    Funções do meiosmultissensoriais • Facilitar o reconhecimento e descrição de objetos • Facilitar a comparação entre objetos • Mostrar a relação entre as partes de um todo • Descrever o funcionamento de processos • Apresentar situações complexas para sua análise
  • 28.
    Aplicações Guias de composiçãopara meios visuais • Centro de interesse • Blocos de massa • Trajetória do olho • Proporção
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    Blocos de massas Apósa agressão, o vírus da raiva pode alcançar, diretamente, as terminações nervosas sensoriais e/ou motoras, ou permanecer algumas horas nas células musculares estriadas do tecido atingido, onde haverá um processo de amplificação viral, que propiciará a infecção dos nervos periféricos. Pesquisa recente, porém, refere que a replicação viral continua no tecido muscular em estágios ulteriores da infecção. O genoma viral é transportado no interior do axoplasma dos neurônios, centripetamente, à razão de 50 a 100 mm por dia, até alcançar o Sistema Nervoso Central (SNC). Uma vez alcançado o SNC, o vírus atinge diferentes porções do cérebro e dissemina-se, centrifugamente, para todos os tecidos do hospedeiro20. A virulência do vírus depende muito mais de sua integridade, do que propriamente do nível de disseminação ou de distribuição topográfica da infecção . Por outro lado, tem-se como certo que os sinais clínicos, tais como ataxia ou depressão, são conseqüência do efeito direto do vírus na função das células neurais46. A infecção do sistema límbico, responsável pelo comportamento e, conseqüentemente, pela agressividade manifestada pelos hospedeiros durante a doença, bem como a infecção das glândulas salivares, através da qual há a eliminação de grande quantidade de vírus, são fatores fundamentais para a transmissão da raiva na natureza
  • 31.
    Blocos de massas Apósa agressão, o vírus da raiva O genoma viral é transportado no pode alcançar, diretamente, as interior do axoplasma dos neurônios, terminações nervosas sensoriais centripetamente até alcançar o e/ou motoras, ou permanecer Sistema Nervoso Central (SNC). Atinge algumas horas nas células diferentes porções do cérebro e musculares estriadas do tecido dissemina-se, centrifugamente, para atingido, onde haverá um todos os tecidos do hospedeiro processo de amplificação viral, que propiciará a infecção dos nervos periféricos A infecção do sistema límbico, é responsável pela agressividade manifestada pelos hospedeiros durante Os sinais clínicos, tais como ataxia a doença, bem como a infecção das ou depressão, são conseqüência glândulas salivares, através da qual há a do efeito direto do vírus na eliminação de grande quantidade de função das células neurais vírus, são fatores fundamentais para a transmissão da raiva na natureza
  • 32.
    Trajetória do olho Inseminação artificial em suínos Cuidados Procedimento
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    Harmonia do conjunto •Todos os conjuntos aplicados de forma adequada produzem sensação de harmonia do conjunto.
  • 37.
    Desenvolvimento da atitudecientífica nos alunos • Atitude científica na profissão e especialidade • Desenvolver: – Curiosidade – Objetividade Pensamento convergente X – Precisão Pensamento divergente – Dúvida – Análise crítica
  • 38.
    Aplicações • Práticas decampo • Estudo dirigido • O método de projetos – Educação sistemática completa
  • 39.
    A biblioteca comoinstrumento de estudo • Estimular o uso da biblioteca • Aplicações – Ensino a fazer pesquisa bibliográfica – Ensino no preparo de artigos técnicos e resumos – Indicar as fontes bibliográficas – Incluir na avaliação as leituras recomendadas *Utilizar método pedagógico que estimule a procura de novas informações
  • 40.
    Como avaliar aaprendizagem • Medida de avaliação • O aluno deverá ser avaliado apenas quanto ao conteúdo? Ou, atitudes, trabalhos,...? • Instrumento de medida da aprendizagem do aluno e da eficiência do professor. • Definir objetivo da avaliação
  • 41.
    Aplicações • Tipos demedida – Prova oral, dissertativa, objetiva, prática • Montagem da prova – Nível de dificuldade – Ordenação por conteúdo – Previsão de utilidade dos resultados • Avaliação de trabalho em laboratório – Cooperação, assiduidade, atitude
  • 42.
    Estratégia da inovação •Falta de reconhecimento da necessidade de inovação • Complexidade da inovação • Deficiências institucionais • Tradicionalismo – costume • Demonstração das vantagens • Participação dos professores • A oportunidade de inovação
  • 43.
    Processo de mudança • Definição do problema • Formar um grupo iniciador • Legitimação • Formação de grupos de apoio e difusão • Percepção do problema pela comunidade • Obtenção de compromisso • Planejamento da execução • Ação de continuidade • Mecanismos de avaliação
  • 44.
    Recomendações para inovação •A maneira mais concreta e segura de promover a continuidade de um processo de inovação em instituições de ensino é a criação de uma estrutura de apoio pedagógico
  • 45.
    O bom professornão é quem muito ensina, mas aquele que tem a capacidade de suscitar na mente do aluno o maior número de interrogações. Eduardo Santa, 1972
  • 46.