SlideShare uma empresa Scribd logo
1
1. Introdução
As ciências como no seu todo possuem algumas ferramentas metodológicas que
garantem e facultam a pesquisa e desenvolvimento das suas abordagens. Existem
métodos que permitem de certa maneira investigar fenómenos e para a construção de
novos conhecimentos, bem como para corrigir e integrar conhecimentos prévios em
bases mais amplas designados – métodos científicos. Porém, dentro do campo do ensino
e aprendizagem, os métodos permitem ao educador melhor orientar as suas actividades
dentro e fora da aula centrado no propriamente ao processo educativo pelos quais
iremos destacar neste trabalho para melhor compreensão da sua utilidade e momentos
em que eles são administrados.
1.1. Objectivo geral:
 Conhecer os métodos usados no Processo de Ensino e Aprendizagem
1.2. Objectivos específicos:
 Caracterizar os métodos usados no Processo de Ensino e Aprendizagem;
 Mencionar a utilidade dos métodos Processo de Ensino e Aprendizagem.
2
2. Métodos de Ensino e Aprendizagem
O Processo de Ensino e Aprendizagem se caracteriza pela combinação de actividades do
professor e dos alunos. Estes, pelo estudo das matérias, sob direcção do professor, vão
atingindo progressivamente o desenvolvimento de suas capacidades mentais. A direcção
condigna desse processo só pode ser possível graças ao trabalho sistematizado do
professor que, tanto na planificação como no desenvolvimento nas aulas conjuga
objectivos, conteúdos, métodos e formas organizativas do ensino.
Porém, Libâneo (1990) designa método de Ensino e Aprendizagem “o caminho para
alcançar um objectivo” (p. 146). Isto é, o meio para se alcançar os objectivos gerais e
específicos do ensino traçados pelo professor à uma determinada aula, ou seja, ao
“como” do processo de ensino, envolvendo as acções a serem realizadas pelo professor
e pelos alunos para atingir objectivos e conteúdos orientados.
Como destacamos anteriormente, se formos a relacionar no campo científico
encontramos o cientista que na perspectiva de atingir o seu objectivo de obtenção de
novos conhecimentos e desenvolvimento de novas abordagens no seu campo de estudo
usa o método de investigação científica. Outrora, o aluno na sua perspectiva de
aquisição de conhecimentos, o aluno utiliza alguns métodos para melhor assimilação
dos conteúdos.
Assim, segundo Libâneo (1990) na ordem dos métodos usados no Ensino e
Aprendizagem destacou os seguintes que de certa maneira irão ajudar no processo
educativo:
2.1. Método Expositivo
“A actividade de explicar a matéria se uma interacção recíproca” Libâneo (1990, p.
146). Ele é um método pedagógico centrado nos conteúdos. Traduz-se na transmissão
oral pelo professor de informação e conhecimentos ou conteúdos em que a participação
do aluno é reduzida. A estrutura, a sequência dos conhecimentos e o tipo dos conteúdos
são definidos pelo professor.
Todavia, o método expositivo é o que mais longamente tem sido usado para ensinar,
apesar de todas as críticas que têm se destacado no campo educativo do ensino
3
moderno. Nisto, encontramos vantagens e desvantagens inseridas nesta base de críticas
sobre a relevância e fragilidade deste método.
Este método é orientado através dos seguintes itens:
 A demonstração é uma forma de representar fenómenos e processos que
ocorrem na realidade. Ela se dá seja através de explicações em um estudo de
meio (excursão), seja através de explicação colectiva de um fenómeno por meio
de um experimento simples, uma projecção de slides.
Exemplo: Explicar o processo de crescimento de uma planta desde a semente até a
produção de frutos.
 A ilustração é uma forma de apresentação gráfica de facto e fenómenos da
realidade por meio de gráficos, mapas, esquemas, gravuras etc. a partir dos quais
o professor enriquece a explicação da matéria. Aqui como na demonstração, é
importante que os alunos desenvolvam a capacidade de concentração e de
observação.
 A exemplificação é um importante meio auxiliar da exposição verbal,
principalmente nas séries iniciais do ensino primário. Ocorre quando o professor
faz uma leitura em voz alta, quando escreve ou fala uma palavra, para que os
alunos observem e depois repitam.
As suas vantagens enquadram-se:
 Pode comunicar o interesse inerente a disciplina, o seu entusiasmo, que por sua
vez, deve logicamente aumentar o interesse dos alunos em aprender o conteúdo
de uma forma económica, directa e integrada.
 Coloca claramente o controle da situação nas mãos do professor. Assim, ele
poderá determinar o conteúdo a ser abrangido, a sequência na qual isso será
feito, quanto tempo será dedicado a cada tópico e assim por diante. Esse controle
pode ser particularmente importante quando é imperativos que certos pontos
críticos sejam cobertos.
Quanto das desvantagens temos:
 Limitações. Talvez a sua deficiência mais significativa seja a falta de
reciprocidade que geralmente acompanha as aulas expositivas. Embora o
4
expositor possa perceber alguma compreensão através de expressões faciais e da
linguagem do corpo, o feedback é, de certa forma, incerto.
 Passividade dos ouvintes. Para a maioria dos alunos, aprender é facilitado
através da execução de algum tipo de actividade. Além do mais, eles tendem a
esquecer rapidamente as informações recebidas em exposições orais. Assim, a
audição passiva é um veículo de aprendizado menos eficiente.
 duração das aulas expositivas e a extensão do interesse dos alunos são
contrárias.
2.2. Elaboração Conjunta
Segundo Ferreira e tal. (2007) "o método consiste na interacção activa entre
professor/aluno visando a obtenção de novos conhecimentos, habilidades, competências
no sentido de aprofundar os conceitos já discutidos. Este procedimento pode ser visto na
prática como uma discussão ou debate entre tópicos quebrando a sequencialidade da
exposição verbal" (p. 82).
Exemplo: Apresentação de um tema para debate em grupinhos e depois a sua
apresentação em plenária as conclusões feitas no grupo e o professor por sua vez orienta
a conclusão final. Porém, nesta ordem de organização o professor está sempre
acompanhando o processo das discussões avaliando as dificuldades e progressos
deparados em cada grupo e sua possível intervenção em casos em que haja necessidade
para tal.
Ferreira e tal. (2007) destacam as seguintes vantagens:
 Enriquecimento da aprendizagem pelas contribuições de muitos
 Desenvolvimento da capacidade de formulação e argumentação;
 Desenvolvimento da capacidade de formar opiniões e pontos de vista;
 Desenvolvimento do respeito pelas opiniões dos outros;
 Controle imediato do nível de assimilação/aprendizagem dos alunos.
Nas desvantagens, Ferreira e tal. (2007) destacam as seguintes:
 A aprendizagem pode perde-se na conversa quando não há uma orientação
muito boa chegando ao ponto entrar fora do contexto;
 Os alunos não contribuem por se sentirem avaliados (e terem medo de
errar/falhar mantendo-se muita das vezes acanhados);
5
 Maior dificuldade de desenvolvimento orgânico e sistemático do PEA.
2.3. Método de Resolução de Tarefa/ Independente
Segundo Libâneo (1990) “O método de trabalho independente dos alunos consiste de
tarefa dirigidas e orientadas pelo professor, para que os alunos as resolvam de modo
relativamente independente e criador” (p. 147). Este pressupõe determinados
conhecimentos, compreensão da tarefa e do seu objectivo, a domínio do método de
solução, de modo que os alunos possam aplicar conhecimentos e habilidades sem a
orientação directa do professor.
Este método tem as seguintes vantagens:
De entre as vantagens deste método, temos a destacar:
 Eleva os rendimentos de aprendizagem nos a lunos, levando a um maior
desenvolvimento d as habilidades d e aprendizagem e a uma aprendizagem
mais eficaz ;
 Aumenta a efectividade do processo de assimilação, uma vez que o
trabalho independente conduz, por regra geral, a uma assimilação mais
consciente, profunda e duradoira ;
 - A atitude instável de alguns alunos diante da ap rendizagem se estabiliza
quando tem que resolver verdadeiras tarefas ;
 O desenvolvimento da ind ependência na aprendizagem, isto é, da auto–
aprendizagem;
 Possibilita trabalho diferenciado dos alunos, com ou sem apoio do
professor. Razão p ela qual o trab alho independen te pode possibilitar
aproximar os rendimentos dos alunos fracos aos dos alunos fortes.
A quanto das desvantagens:
 Falta de controle do tempo, p or exemplo para avaliação/discussão com
todos ;
 Tarefas demasiado difíceis ou fáceis ;
 Orientação insuficiente para a execução das tarefas ou exercícios.
2.4. Método de Investigação
Neste método, ainda Libâneo (1990) diz que “é toda actividade que visa o domínio dos
processos de conhecimentos científicos numa disciplina” (p. 147). Isto engloba todas as
6
actividades envolventes das faculdades de aprimoramento do conhecimento na área de
pesquisa que ajudam ao aluno a obtenção de novas descobertas de um determinado
assunto em estudo e criação de auto-dependência e de interesse por parte do aluno a
abertura seja individual ou colectivo de fazer questões que lhe serão de indignação.
Temos como vantagens:
 Desenvolvimento de competências na análise e solução de problemas;
 Facilita o desenvolvimento de competências para trabalho em equipa, da
comunicação e de apresentação das próprias descobertas.
Ao passo das desvantagens encontramos as seguintes:
 Falta de realismo e de relevância para o conjunto da organização;
 Os alunos podem falhar no encontro do aspecto mais crítico do estudo de caso: a
identificação do problema subjacente.
2.5. Método de Observação
O método de observação consiste em olhar atenta e sistematicamente e registar o que se
observa. Ocorre sempre que alguém, diferente do observado, nota, dá conta e
documenta todas as características subjacentes ao que está sendo observado.
Este método, tem as seguintes vantagens:
 Permitir recolher dados no momento em que estão a acontecer, sem criar
situações artificiais;
 Avaliar alguns aspectos para os quais não há outras técnicas;
 Proporcionar o retorno imediato do resultado da aprendizagem;
 Ser fácil de aplicar.
Ao passo das desvantagens temos a destacar:
 Exigir muito tempo que às vezes sem nenhum aproveitamento condigno;
 Enquanto observa um aluno o professor poderá não estar atento ao que se passa
com outros;
 Já não é exclusiva das aulas presenciais podendo o aluno fazer fora do ambiente
escolar;
 Dificuldade em descrever o que se observa sem incluir juízos de valor.
7
3. Conclusão
Os métodos de certa forma têm fornecido mecanismos para que as tarefas do professor e
as expectativas dos alunos possam ir ao encontro, por isso a tamanha relevância no
Processo de Ensino e Aprendizagem. Porém, a selecção pontual e organizada dos
métodos olhando às intenções e objectivos a alcançar é uma das melhores formas de se
manter em conformidade no processo educativo. Como pudemos compreender, a má
gestão destes métodos pode comprometer as actividades e os resultados que são
traçados para a orientação das aulas.
Levando-se em consideração esses aspectos acima apresentados, é imprescindível que
todos se conscientizem da necessidade de melhor compreensão do uso de cada método
por parte do professor para que melhor ele oriente os seus alunos.
8
4. Referências
LIBÂNEO, J. C. (1990). Didáctica Geral. São Paulo – SP: CORTEZ EDITORA.
FERREIRA, A. (2007). Manual da Disciplina de Metodologias de Ensino e
Treinamento. Universidade Pedagógica de Moçambique

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

As actividades de cada fase de aula
As actividades de cada fase de aulaAs actividades de cada fase de aula
As actividades de cada fase de aula
Joao Papelo
 
Metodos tecnicas pedagogicas[1]
Metodos tecnicas pedagogicas[1]Metodos tecnicas pedagogicas[1]
Metodos tecnicas pedagogicas[1]
Cátia Elias
 
Método expositivo
Método expositivoMétodo expositivo
Método expositivo
2046800
 
Fundamentos da Didática
Fundamentos da DidáticaFundamentos da Didática
Fundamentos da Didática
UNICEP
 
Técnicas ensino
Técnicas  ensinoTécnicas  ensino
Técnicas ensino
Quesia Matiello
 
A planificação didáctica nova apresentação
A planificação didáctica   nova apresentaçãoA planificação didáctica   nova apresentação
A planificação didáctica nova apresentação
Lourenço Neto
 
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escritoComo redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Biblioteca Escolar Ourique
 
Teorias de Ensino
Teorias de EnsinoTeorias de Ensino
Teorias de Ensino
Adriana Clementino
 
Textos expositivos explicativos
Textos expositivos explicativosTextos expositivos explicativos
Textos expositivos explicativos
Patricio Armando Sando
 
Planejamento de Ensino
Planejamento de EnsinoPlanejamento de Ensino
Planejamento de Ensino
Lene Reis
 
Tecnicas de Ensino e Dominios de Aprendizagem
Tecnicas de Ensino  e Dominios de AprendizagemTecnicas de Ensino  e Dominios de Aprendizagem
Tecnicas de Ensino e Dominios de Aprendizagem
joao jose saraiva da fonseca
 
Pedagogia das competências
Pedagogia das competênciasPedagogia das competências
Pedagogia das competências
Governo do Estado de São Paulo
 
Como problematizar o tema da pesquisa
Como problematizar o tema da pesquisaComo problematizar o tema da pesquisa
Como problematizar o tema da pesquisa
Antenor Casagrande
 
Relação entre a didáctica com outras ciências
Relação entre a didáctica com outras ciênciasRelação entre a didáctica com outras ciências
Relação entre a didáctica com outras ciências
Joao Papelo
 
17 hipóteses e variáveis
17 hipóteses e variáveis17 hipóteses e variáveis
17 hipóteses e variáveis
Joao Balbi
 
Habilidades e competências
Habilidades e competências Habilidades e competências
Habilidades e competências
LOCIMAR MASSALAI
 
Texto expositivo explicativo
Texto expositivo explicativoTexto expositivo explicativo
Texto expositivo explicativo
Antonio Chimuzu
 
Portfólios
PortfóliosPortfólios
Educacao colonial em mocambique
Educacao colonial em mocambiqueEducacao colonial em mocambique
Educacao colonial em mocambique
Saíde Molide
 
Teorias da Aprendizagem e Modelos Pedagógicos
Teorias da Aprendizagem e Modelos PedagógicosTeorias da Aprendizagem e Modelos Pedagógicos
Teorias da Aprendizagem e Modelos Pedagógicos
Instituto Consciência GO
 

Mais procurados (20)

As actividades de cada fase de aula
As actividades de cada fase de aulaAs actividades de cada fase de aula
As actividades de cada fase de aula
 
Metodos tecnicas pedagogicas[1]
Metodos tecnicas pedagogicas[1]Metodos tecnicas pedagogicas[1]
Metodos tecnicas pedagogicas[1]
 
Método expositivo
Método expositivoMétodo expositivo
Método expositivo
 
Fundamentos da Didática
Fundamentos da DidáticaFundamentos da Didática
Fundamentos da Didática
 
Técnicas ensino
Técnicas  ensinoTécnicas  ensino
Técnicas ensino
 
A planificação didáctica nova apresentação
A planificação didáctica   nova apresentaçãoA planificação didáctica   nova apresentação
A planificação didáctica nova apresentação
 
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escritoComo redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
 
Teorias de Ensino
Teorias de EnsinoTeorias de Ensino
Teorias de Ensino
 
Textos expositivos explicativos
Textos expositivos explicativosTextos expositivos explicativos
Textos expositivos explicativos
 
Planejamento de Ensino
Planejamento de EnsinoPlanejamento de Ensino
Planejamento de Ensino
 
Tecnicas de Ensino e Dominios de Aprendizagem
Tecnicas de Ensino  e Dominios de AprendizagemTecnicas de Ensino  e Dominios de Aprendizagem
Tecnicas de Ensino e Dominios de Aprendizagem
 
Pedagogia das competências
Pedagogia das competênciasPedagogia das competências
Pedagogia das competências
 
Como problematizar o tema da pesquisa
Como problematizar o tema da pesquisaComo problematizar o tema da pesquisa
Como problematizar o tema da pesquisa
 
Relação entre a didáctica com outras ciências
Relação entre a didáctica com outras ciênciasRelação entre a didáctica com outras ciências
Relação entre a didáctica com outras ciências
 
17 hipóteses e variáveis
17 hipóteses e variáveis17 hipóteses e variáveis
17 hipóteses e variáveis
 
Habilidades e competências
Habilidades e competências Habilidades e competências
Habilidades e competências
 
Texto expositivo explicativo
Texto expositivo explicativoTexto expositivo explicativo
Texto expositivo explicativo
 
Portfólios
PortfóliosPortfólios
Portfólios
 
Educacao colonial em mocambique
Educacao colonial em mocambiqueEducacao colonial em mocambique
Educacao colonial em mocambique
 
Teorias da Aprendizagem e Modelos Pedagógicos
Teorias da Aprendizagem e Modelos PedagógicosTeorias da Aprendizagem e Modelos Pedagógicos
Teorias da Aprendizagem e Modelos Pedagógicos
 

Semelhante a Métodos de Ensino e Aprendizagem

Seminario de didactica geral g5
Seminario de  didactica geral g5Seminario de  didactica geral g5
Seminario de didactica geral g5
Anjo Bernard
 
Ensino com pesquisa
Ensino com pesquisaEnsino com pesquisa
Métodos de ensino
Métodos de ensinoMétodos de ensino
Métodos de ensino
Mara Salvucci
 
Concepcao metodologica curriculo 2
Concepcao metodologica curriculo 2Concepcao metodologica curriculo 2
Concepcao metodologica curriculo 2
Jeca Tatu
 
Capítulo 7 e 8
Capítulo 7 e 8Capítulo 7 e 8
Capítulo 7 e 8
Deb789
 
Estudo dirigido
Estudo dirigidoEstudo dirigido
Estudo dirigido
familiaestagio
 
Concepcao metodologica curriculo
Concepcao metodologica curriculoConcepcao metodologica curriculo
Concepcao metodologica curriculo
Jeca Tatu
 
Trabalho 2 maio
Trabalho 2  maioTrabalho 2  maio
Trabalho 2 maio
Tania Neto
 
14014
1401414014
Formação continuada de professores.
Formação continuada de professores.Formação continuada de professores.
Formação continuada de professores.
Magda Marques
 
Metodologia do ensino
Metodologia do ensinoMetodologia do ensino
Metodologia do ensino
familiaestagio
 
Como na vida reflexão 1º período
Como na vida reflexão 1º períodoComo na vida reflexão 1º período
Como na vida reflexão 1º período
biologiaesilva
 
Artigo metodologia no ensino da educação superior
Artigo metodologia no ensino da educação superiorArtigo metodologia no ensino da educação superior
Artigo metodologia no ensino da educação superior
R D
 
A didática tem grande relevância no processo educativo de ensino e aprendizag...
A didática tem grande relevância no processo educativo de ensino e aprendizag...A didática tem grande relevância no processo educativo de ensino e aprendizag...
A didática tem grande relevância no processo educativo de ensino e aprendizag...
ProfCibellePires
 
Metodologia de ensino
Metodologia de ensinoMetodologia de ensino
Metodologia de ensino
Deia Araujo
 
Sessao_3_Apresentacao_Turma_28.pptx
Sessao_3_Apresentacao_Turma_28.pptxSessao_3_Apresentacao_Turma_28.pptx
Sessao_3_Apresentacao_Turma_28.pptx
Ordem dos Biólogos
 
Capacitação de ciências 2013 - 1ª Parte
Capacitação de ciências 2013 - 1ª ParteCapacitação de ciências 2013 - 1ª Parte
Capacitação de ciências 2013 - 1ª Parte
anjalylopes
 
Estrategias de-ensinagem-lea-anastasiou
Estrategias de-ensinagem-lea-anastasiouEstrategias de-ensinagem-lea-anastasiou
Estrategias de-ensinagem-lea-anastasiou
PROIDDBahiana
 
didatica no ensino superios 3
didatica no ensino superios 3didatica no ensino superios 3
didatica no ensino superios 3
jairdeoliveirajunior
 
Aula sobre introdução às metodologias ativas
Aula sobre introdução às metodologias ativasAula sobre introdução às metodologias ativas
Aula sobre introdução às metodologias ativas
dacyap
 

Semelhante a Métodos de Ensino e Aprendizagem (20)

Seminario de didactica geral g5
Seminario de  didactica geral g5Seminario de  didactica geral g5
Seminario de didactica geral g5
 
Ensino com pesquisa
Ensino com pesquisaEnsino com pesquisa
Ensino com pesquisa
 
Métodos de ensino
Métodos de ensinoMétodos de ensino
Métodos de ensino
 
Concepcao metodologica curriculo 2
Concepcao metodologica curriculo 2Concepcao metodologica curriculo 2
Concepcao metodologica curriculo 2
 
Capítulo 7 e 8
Capítulo 7 e 8Capítulo 7 e 8
Capítulo 7 e 8
 
Estudo dirigido
Estudo dirigidoEstudo dirigido
Estudo dirigido
 
Concepcao metodologica curriculo
Concepcao metodologica curriculoConcepcao metodologica curriculo
Concepcao metodologica curriculo
 
Trabalho 2 maio
Trabalho 2  maioTrabalho 2  maio
Trabalho 2 maio
 
14014
1401414014
14014
 
Formação continuada de professores.
Formação continuada de professores.Formação continuada de professores.
Formação continuada de professores.
 
Metodologia do ensino
Metodologia do ensinoMetodologia do ensino
Metodologia do ensino
 
Como na vida reflexão 1º período
Como na vida reflexão 1º períodoComo na vida reflexão 1º período
Como na vida reflexão 1º período
 
Artigo metodologia no ensino da educação superior
Artigo metodologia no ensino da educação superiorArtigo metodologia no ensino da educação superior
Artigo metodologia no ensino da educação superior
 
A didática tem grande relevância no processo educativo de ensino e aprendizag...
A didática tem grande relevância no processo educativo de ensino e aprendizag...A didática tem grande relevância no processo educativo de ensino e aprendizag...
A didática tem grande relevância no processo educativo de ensino e aprendizag...
 
Metodologia de ensino
Metodologia de ensinoMetodologia de ensino
Metodologia de ensino
 
Sessao_3_Apresentacao_Turma_28.pptx
Sessao_3_Apresentacao_Turma_28.pptxSessao_3_Apresentacao_Turma_28.pptx
Sessao_3_Apresentacao_Turma_28.pptx
 
Capacitação de ciências 2013 - 1ª Parte
Capacitação de ciências 2013 - 1ª ParteCapacitação de ciências 2013 - 1ª Parte
Capacitação de ciências 2013 - 1ª Parte
 
Estrategias de-ensinagem-lea-anastasiou
Estrategias de-ensinagem-lea-anastasiouEstrategias de-ensinagem-lea-anastasiou
Estrategias de-ensinagem-lea-anastasiou
 
didatica no ensino superios 3
didatica no ensino superios 3didatica no ensino superios 3
didatica no ensino superios 3
 
Aula sobre introdução às metodologias ativas
Aula sobre introdução às metodologias ativasAula sobre introdução às metodologias ativas
Aula sobre introdução às metodologias ativas
 

Mais de Joao Papelo

Princípios orientadores de uma conversação – Formas de tratamento
Princípios orientadores de uma conversação – Formas de tratamentoPrincípios orientadores de uma conversação – Formas de tratamento
Princípios orientadores de uma conversação – Formas de tratamento
Joao Papelo
 
Sample questionnaire
Sample questionnaireSample questionnaire
Sample questionnaire
Joao Papelo
 
Processo de Coordenação
Processo de CoordenaçãoProcesso de Coordenação
Processo de Coordenação
Joao Papelo
 
The right to die 2
The right to die 2The right to die 2
The right to die 2
Joao Papelo
 
Tipos e Formas de frases
Tipos e Formas de frasesTipos e Formas de frases
Tipos e Formas de frases
Joao Papelo
 
Data collection techniques
Data collection techniquesData collection techniques
Data collection techniques
Joao Papelo
 
3. Interviews and questionnaires as data collection techniques
3.	Interviews and questionnaires as data collection techniques3.	Interviews and questionnaires as data collection techniques
3. Interviews and questionnaires as data collection techniques
Joao Papelo
 
THE RIGHT TO DIE
THE RIGHT TO DIETHE RIGHT TO DIE
THE RIGHT TO DIE
Joao Papelo
 
Ficha de leitura - Colónias
Ficha de leitura - ColóniasFicha de leitura - Colónias
Ficha de leitura - Colónias
Joao Papelo
 
Ficha de leitura as vanguardas
Ficha de leitura   as vanguardasFicha de leitura   as vanguardas
Ficha de leitura as vanguardas
Joao Papelo
 

Mais de Joao Papelo (10)

Princípios orientadores de uma conversação – Formas de tratamento
Princípios orientadores de uma conversação – Formas de tratamentoPrincípios orientadores de uma conversação – Formas de tratamento
Princípios orientadores de uma conversação – Formas de tratamento
 
Sample questionnaire
Sample questionnaireSample questionnaire
Sample questionnaire
 
Processo de Coordenação
Processo de CoordenaçãoProcesso de Coordenação
Processo de Coordenação
 
The right to die 2
The right to die 2The right to die 2
The right to die 2
 
Tipos e Formas de frases
Tipos e Formas de frasesTipos e Formas de frases
Tipos e Formas de frases
 
Data collection techniques
Data collection techniquesData collection techniques
Data collection techniques
 
3. Interviews and questionnaires as data collection techniques
3.	Interviews and questionnaires as data collection techniques3.	Interviews and questionnaires as data collection techniques
3. Interviews and questionnaires as data collection techniques
 
THE RIGHT TO DIE
THE RIGHT TO DIETHE RIGHT TO DIE
THE RIGHT TO DIE
 
Ficha de leitura - Colónias
Ficha de leitura - ColóniasFicha de leitura - Colónias
Ficha de leitura - Colónias
 
Ficha de leitura as vanguardas
Ficha de leitura   as vanguardasFicha de leitura   as vanguardas
Ficha de leitura as vanguardas
 

Último

Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Falcão Brasil
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
JocelynNavarroBonta
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Miguel Delamontagne
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Falcão Brasil
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdfLivro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
CarolineSaback2
 
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdfAdaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
CamilaSouza544051
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
Sandra Pratas
 
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptxVOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
mailabueno45
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Falcão Brasil
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
portaladministradores
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
Ceiça Martins Vital
 

Último (20)

Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
 
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdfLivro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
 
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdfAdaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
 
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptxVOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
 

Métodos de Ensino e Aprendizagem

  • 1. 1 1. Introdução As ciências como no seu todo possuem algumas ferramentas metodológicas que garantem e facultam a pesquisa e desenvolvimento das suas abordagens. Existem métodos que permitem de certa maneira investigar fenómenos e para a construção de novos conhecimentos, bem como para corrigir e integrar conhecimentos prévios em bases mais amplas designados – métodos científicos. Porém, dentro do campo do ensino e aprendizagem, os métodos permitem ao educador melhor orientar as suas actividades dentro e fora da aula centrado no propriamente ao processo educativo pelos quais iremos destacar neste trabalho para melhor compreensão da sua utilidade e momentos em que eles são administrados. 1.1. Objectivo geral:  Conhecer os métodos usados no Processo de Ensino e Aprendizagem 1.2. Objectivos específicos:  Caracterizar os métodos usados no Processo de Ensino e Aprendizagem;  Mencionar a utilidade dos métodos Processo de Ensino e Aprendizagem.
  • 2. 2 2. Métodos de Ensino e Aprendizagem O Processo de Ensino e Aprendizagem se caracteriza pela combinação de actividades do professor e dos alunos. Estes, pelo estudo das matérias, sob direcção do professor, vão atingindo progressivamente o desenvolvimento de suas capacidades mentais. A direcção condigna desse processo só pode ser possível graças ao trabalho sistematizado do professor que, tanto na planificação como no desenvolvimento nas aulas conjuga objectivos, conteúdos, métodos e formas organizativas do ensino. Porém, Libâneo (1990) designa método de Ensino e Aprendizagem “o caminho para alcançar um objectivo” (p. 146). Isto é, o meio para se alcançar os objectivos gerais e específicos do ensino traçados pelo professor à uma determinada aula, ou seja, ao “como” do processo de ensino, envolvendo as acções a serem realizadas pelo professor e pelos alunos para atingir objectivos e conteúdos orientados. Como destacamos anteriormente, se formos a relacionar no campo científico encontramos o cientista que na perspectiva de atingir o seu objectivo de obtenção de novos conhecimentos e desenvolvimento de novas abordagens no seu campo de estudo usa o método de investigação científica. Outrora, o aluno na sua perspectiva de aquisição de conhecimentos, o aluno utiliza alguns métodos para melhor assimilação dos conteúdos. Assim, segundo Libâneo (1990) na ordem dos métodos usados no Ensino e Aprendizagem destacou os seguintes que de certa maneira irão ajudar no processo educativo: 2.1. Método Expositivo “A actividade de explicar a matéria se uma interacção recíproca” Libâneo (1990, p. 146). Ele é um método pedagógico centrado nos conteúdos. Traduz-se na transmissão oral pelo professor de informação e conhecimentos ou conteúdos em que a participação do aluno é reduzida. A estrutura, a sequência dos conhecimentos e o tipo dos conteúdos são definidos pelo professor. Todavia, o método expositivo é o que mais longamente tem sido usado para ensinar, apesar de todas as críticas que têm se destacado no campo educativo do ensino
  • 3. 3 moderno. Nisto, encontramos vantagens e desvantagens inseridas nesta base de críticas sobre a relevância e fragilidade deste método. Este método é orientado através dos seguintes itens:  A demonstração é uma forma de representar fenómenos e processos que ocorrem na realidade. Ela se dá seja através de explicações em um estudo de meio (excursão), seja através de explicação colectiva de um fenómeno por meio de um experimento simples, uma projecção de slides. Exemplo: Explicar o processo de crescimento de uma planta desde a semente até a produção de frutos.  A ilustração é uma forma de apresentação gráfica de facto e fenómenos da realidade por meio de gráficos, mapas, esquemas, gravuras etc. a partir dos quais o professor enriquece a explicação da matéria. Aqui como na demonstração, é importante que os alunos desenvolvam a capacidade de concentração e de observação.  A exemplificação é um importante meio auxiliar da exposição verbal, principalmente nas séries iniciais do ensino primário. Ocorre quando o professor faz uma leitura em voz alta, quando escreve ou fala uma palavra, para que os alunos observem e depois repitam. As suas vantagens enquadram-se:  Pode comunicar o interesse inerente a disciplina, o seu entusiasmo, que por sua vez, deve logicamente aumentar o interesse dos alunos em aprender o conteúdo de uma forma económica, directa e integrada.  Coloca claramente o controle da situação nas mãos do professor. Assim, ele poderá determinar o conteúdo a ser abrangido, a sequência na qual isso será feito, quanto tempo será dedicado a cada tópico e assim por diante. Esse controle pode ser particularmente importante quando é imperativos que certos pontos críticos sejam cobertos. Quanto das desvantagens temos:  Limitações. Talvez a sua deficiência mais significativa seja a falta de reciprocidade que geralmente acompanha as aulas expositivas. Embora o
  • 4. 4 expositor possa perceber alguma compreensão através de expressões faciais e da linguagem do corpo, o feedback é, de certa forma, incerto.  Passividade dos ouvintes. Para a maioria dos alunos, aprender é facilitado através da execução de algum tipo de actividade. Além do mais, eles tendem a esquecer rapidamente as informações recebidas em exposições orais. Assim, a audição passiva é um veículo de aprendizado menos eficiente.  duração das aulas expositivas e a extensão do interesse dos alunos são contrárias. 2.2. Elaboração Conjunta Segundo Ferreira e tal. (2007) "o método consiste na interacção activa entre professor/aluno visando a obtenção de novos conhecimentos, habilidades, competências no sentido de aprofundar os conceitos já discutidos. Este procedimento pode ser visto na prática como uma discussão ou debate entre tópicos quebrando a sequencialidade da exposição verbal" (p. 82). Exemplo: Apresentação de um tema para debate em grupinhos e depois a sua apresentação em plenária as conclusões feitas no grupo e o professor por sua vez orienta a conclusão final. Porém, nesta ordem de organização o professor está sempre acompanhando o processo das discussões avaliando as dificuldades e progressos deparados em cada grupo e sua possível intervenção em casos em que haja necessidade para tal. Ferreira e tal. (2007) destacam as seguintes vantagens:  Enriquecimento da aprendizagem pelas contribuições de muitos  Desenvolvimento da capacidade de formulação e argumentação;  Desenvolvimento da capacidade de formar opiniões e pontos de vista;  Desenvolvimento do respeito pelas opiniões dos outros;  Controle imediato do nível de assimilação/aprendizagem dos alunos. Nas desvantagens, Ferreira e tal. (2007) destacam as seguintes:  A aprendizagem pode perde-se na conversa quando não há uma orientação muito boa chegando ao ponto entrar fora do contexto;  Os alunos não contribuem por se sentirem avaliados (e terem medo de errar/falhar mantendo-se muita das vezes acanhados);
  • 5. 5  Maior dificuldade de desenvolvimento orgânico e sistemático do PEA. 2.3. Método de Resolução de Tarefa/ Independente Segundo Libâneo (1990) “O método de trabalho independente dos alunos consiste de tarefa dirigidas e orientadas pelo professor, para que os alunos as resolvam de modo relativamente independente e criador” (p. 147). Este pressupõe determinados conhecimentos, compreensão da tarefa e do seu objectivo, a domínio do método de solução, de modo que os alunos possam aplicar conhecimentos e habilidades sem a orientação directa do professor. Este método tem as seguintes vantagens: De entre as vantagens deste método, temos a destacar:  Eleva os rendimentos de aprendizagem nos a lunos, levando a um maior desenvolvimento d as habilidades d e aprendizagem e a uma aprendizagem mais eficaz ;  Aumenta a efectividade do processo de assimilação, uma vez que o trabalho independente conduz, por regra geral, a uma assimilação mais consciente, profunda e duradoira ;  - A atitude instável de alguns alunos diante da ap rendizagem se estabiliza quando tem que resolver verdadeiras tarefas ;  O desenvolvimento da ind ependência na aprendizagem, isto é, da auto– aprendizagem;  Possibilita trabalho diferenciado dos alunos, com ou sem apoio do professor. Razão p ela qual o trab alho independen te pode possibilitar aproximar os rendimentos dos alunos fracos aos dos alunos fortes. A quanto das desvantagens:  Falta de controle do tempo, p or exemplo para avaliação/discussão com todos ;  Tarefas demasiado difíceis ou fáceis ;  Orientação insuficiente para a execução das tarefas ou exercícios. 2.4. Método de Investigação Neste método, ainda Libâneo (1990) diz que “é toda actividade que visa o domínio dos processos de conhecimentos científicos numa disciplina” (p. 147). Isto engloba todas as
  • 6. 6 actividades envolventes das faculdades de aprimoramento do conhecimento na área de pesquisa que ajudam ao aluno a obtenção de novas descobertas de um determinado assunto em estudo e criação de auto-dependência e de interesse por parte do aluno a abertura seja individual ou colectivo de fazer questões que lhe serão de indignação. Temos como vantagens:  Desenvolvimento de competências na análise e solução de problemas;  Facilita o desenvolvimento de competências para trabalho em equipa, da comunicação e de apresentação das próprias descobertas. Ao passo das desvantagens encontramos as seguintes:  Falta de realismo e de relevância para o conjunto da organização;  Os alunos podem falhar no encontro do aspecto mais crítico do estudo de caso: a identificação do problema subjacente. 2.5. Método de Observação O método de observação consiste em olhar atenta e sistematicamente e registar o que se observa. Ocorre sempre que alguém, diferente do observado, nota, dá conta e documenta todas as características subjacentes ao que está sendo observado. Este método, tem as seguintes vantagens:  Permitir recolher dados no momento em que estão a acontecer, sem criar situações artificiais;  Avaliar alguns aspectos para os quais não há outras técnicas;  Proporcionar o retorno imediato do resultado da aprendizagem;  Ser fácil de aplicar. Ao passo das desvantagens temos a destacar:  Exigir muito tempo que às vezes sem nenhum aproveitamento condigno;  Enquanto observa um aluno o professor poderá não estar atento ao que se passa com outros;  Já não é exclusiva das aulas presenciais podendo o aluno fazer fora do ambiente escolar;  Dificuldade em descrever o que se observa sem incluir juízos de valor.
  • 7. 7 3. Conclusão Os métodos de certa forma têm fornecido mecanismos para que as tarefas do professor e as expectativas dos alunos possam ir ao encontro, por isso a tamanha relevância no Processo de Ensino e Aprendizagem. Porém, a selecção pontual e organizada dos métodos olhando às intenções e objectivos a alcançar é uma das melhores formas de se manter em conformidade no processo educativo. Como pudemos compreender, a má gestão destes métodos pode comprometer as actividades e os resultados que são traçados para a orientação das aulas. Levando-se em consideração esses aspectos acima apresentados, é imprescindível que todos se conscientizem da necessidade de melhor compreensão do uso de cada método por parte do professor para que melhor ele oriente os seus alunos.
  • 8. 8 4. Referências LIBÂNEO, J. C. (1990). Didáctica Geral. São Paulo – SP: CORTEZ EDITORA. FERREIRA, A. (2007). Manual da Disciplina de Metodologias de Ensino e Treinamento. Universidade Pedagógica de Moçambique