SlideShare uma empresa Scribd logo
Professor Ulisses Vakirtzis
Programa Mais Educação
São Paulo
É fundamental compreender que o ordenamento
de uma política de educação se estrutura num
quadrilátero político-pedagógico e administrativo:
1. Qualidade social do ensino e da aprendizagem
2. sistema democrático de gestão pedagógica
3. sistema de formação de educadores da Rede
Municipal de Ensino
4. planejamento de atendimento à demanda, em
suas múltiplas faces, focadas na ampliação da
Rede e na melhoria dos equipamentos
A premissa maior de todas as ações
da Rede Municipal de Ensino, seja no
âmbito das Unidades Educacionais,
das Diretorias Regionais de Educação
ou da Secretaria Municipal de
Educação, é trabalhar para a
melhoria da aprendizagem dos
educandos.
É necessária uma reflexão sobre o currículo. A
discussão curricular está fundada em uma palavra
principal: inclusão. A inclusão em termos pedagógicos
é fundamental para a inclusão de educandos com
deficiência e a antecede. A inclusão aqui
compreendida se organiza em torno de três questões:
1. consideração de tempos,
2. ritmos e
3. características dos educandos.
Sem considerar essas questões para TODOS, não há
inclusão possível de educandos com deficiência.
Para efetivar a inclusão, é
necessário compreender o
currículo como um
movimento, um processo
sócio-histórico cultural.
A implementação de um currículo
integrado para todas as modalidades
da Educação Básica, que tenha
como princípio a inclusão, precisa
colocar o educando na perspectiva
de sujeito das ações a serem
desenvolvidas dentro das Unidades
Educacionais.
A avaliação configura-se de fato como
uma avaliação PARA a aprendizagem,
que deve ocorrer continuamente
durante os três ciclos do Ensino
Fundamental. Essa avaliação processual
permite a reorientação permanente do
currículo de forma dialogada entre
professores e gestores a partir da
experiência real com os educandos,
concretizando a ideia de que o currículo
se constitui em movimento.
Formação de educadores:
O mundo contemporâneo exige a
formação continuada de todos, e o
professor precisa estudar, pensar – isso
é inseparável da natureza da
profissão. Portanto, um sistema de
formação de caráter perene respeita
a natureza da profissão dos
educadores.
A educação é um processo
social permanente.
Não se esgota na Unidade
Educacional nem nos
tempos prescritos.
A garantia dos direitos está
intimamente relacionada à busca da
qualidade social da educação. Os
direitos de aprendizagem são aliados
dos direitos sociais (políticos, étnicos,
culturais, religiosos, entre outros) na
afirmação do significado da educação
no mundo contemporâneo e do papel
da escola na sociedade.
O direito à educação de
qualidade inclui o direito a
aprendizagens significativas
que possibilitem a
participação consciente das
pessoas na sociedade
contemporânea.
Os Projetos Político-Pedagógicos são instrumentos
fundamentais da Gestão Pedagógica e é por meio deles
que as Unidades Educacionais devem pautar suas ações.
Os horários coletivos de formação e as reuniões
pedagógicas devem ser espaço de reflexão e elaboração
sobre as experiências reais em sala de aula/ ambiente
educativo.
Os organizadores desses processos de Gestão Pedagógica
– supervisores, diretores e, especialmente, coordenadores
pedagógicos – têm atribuições analíticas e reflexivas além
de normativas. Cabe a eles a intervenção para que os
processos se desvelem e se encaminhem coletivamente.
Hierarquia existe na decisão e não no debate pedagógico.
A perspectiva democrática na gestão da escola
e da educação pública é fundamental. A Gestão
Democrática requer engajamento da equipe
escolar, participação das famílias e da
comunidade. A formação para a cidadania
democrática implica exercício cotidiano e, para
ser pública, a escola precisa incorporar realidade
sociocultural do seu contexto.
CONSELHO DE ESCOLA
A formação de educadores
deve considerar a ampliação
de repertórios para que os
professores possam, de fato,
dialogar com as perguntas
trazidas por crianças, jovens e
adultos.
Conforme dispõe a Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional, nº 9.394/96, é
facultado aos sistemas de ensino desdobrar
o Ensino Fundamental em ciclos. O Ensino
Fundamental da Rede Municipal de Ensino
de São Paulo terá duração de 9 (nove)
anos e estará organizado em 3 (três) ciclos
de 3 (três) anos cada, denominados:
Ciclo de Alfabetização,
Ciclo Interdisciplinar e Ciclo Autoral.
A organização em
ciclos de aprendizagem
permite a construção/apropriação do
conhecimento em períodos em que a
singularidade dos estudantes seja
respeitada em seus ritmos e considere
sua condição social, cognitiva e
afetiva.
Considera-se a organização em ciclos a
estrutura mais apropriada do ponto de vista
da luta contra o fracasso escolar, e também
a mais exigente. Requer uma estrutura
curricular que favoreça a continuidade, a
interdisciplinaridade e a progressão,
princípios fundamentais para uma educação
de qualidade.
Implica em ação e
responsabilidade coletiva
O Ciclo de Alfabetização (1º, 2º e 3º anos),
consubstancia-se na aprendizagem das
crianças de 6 a 8 anos. A meta é alfabetizá-
las considerando suas potencialidades, seus
diferentes modos de aprender e seus
diversos ritmos.
Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa
(PNAIC)
O Ciclo Interdisciplinar (4º, 5º e 6º anos), tem
a finalidade de aproximar os diferentes ciclos
por meio da interdisciplinaridade e permitir
uma passagem gradativa de uma para outra
fase de desenvolvimento, bem como,
consolidar o processo de alfabetização/
letramento e de resolução de problemas
matemáticos com autonomia para a leitura e
a escrita, interagindo com diferentes gêneros
textuais e literários e comunicando-se com
fluência e com raciocínio lógico.
A interdisciplinaridade pressupõe
um trabalho integrado com as
áreas de conhecimento do
currículo, na garantia dos direitos e
objetivos de aprendizagem e para
que os alunos aprendam a olhar o
mesmo objeto de conhecimento na
perspectiva dos diferentes
componentes curriculares.
O Ciclo Autoral (7º, 8º e 9º) se caracteriza
pela construção de conhecimento a partir
de projetos curriculares comprometidos com
a intervenção social e se concretiza com o
Trabalho Colaborativo de Autoria – T.C.A. –
elaborado pelo aluno e acompanhado
sistematicamente pelo professor orientador
de projeto. Alunos e professores se engajarão
no processo de elaboração do T.C.A. desde
o 7º ano, processo que será concluído no 9º
ano.
A retenção poderá ocorrer em todos os finais
de ciclos (3º, 6º e 9º anos do ensino de 9 anos)
e também nos 7º e 8º anos do Ciclo Autoral.
Se, ao fim de todos os processos de exposição
ao conhecimento, os direitos e objetivos de
aprendizagem não tiverem sido realizados, a
ponto de comprometerem a continuidade
dos estudos, o estudante poderá ser retido.
Ressalte-se que a retenção se configura como
recurso posterior a todas as outras estratégias
de Apoio Pedagógico Complementar.
Avaliação externa
A avaliação externa é concebida como
um conjunto de ações para diagnóstico
e identificação das condições de ensino
e aprendizagem do sistema de ensino,
por meio da aplicação de provas e
questionários contextuais, visando a
contribuir para a implementação de
políticas públicas.
Autoavaliação
A autoavaliação deve cumprir uma
função de autoconhecimento, de
forma a auxiliar o aperfeiçoamento
da aprendizagem, tanto dos
estudantes como dos educadores
(gestores e professores), tendo como
referência Paulo Freire e os três eixos
no processo: ação-reflexão-ação.
É por meio da Gestão Democrática que se pode
efetivar o papel da Unidade Educacional
enquanto polo cultural da comunidade,
articulada em seu cotidiano ao território no qual
está inserida.
No que diz respeito às relações intersetoriais
(saúde, cultura, esporte, assistência social), é
preciso pensar que as pessoas atendidas e
participantes desses serviços são as mesmas e
que a ação conjunta pode contribuir de forma
significativa para melhoria das condições de vida
dessas pessoas.
Ao pensarmos a Educação Básica considerando
os ciclos da vida (infância, juventude e vida
adulta) é necessário:
• Ter uma visão integradora, existindo a
necessidade de trabalhar a convivência
entre as diferentes gerações, pensando na
participação de educandos de diferentes
idades em práticas pedagógicas comuns;
• Que a Unidade Educacional se configure
como um polo cultural da comunidade,
favorecendo o diálogo e a convivência
diversa e intergeracional, por meio do
desenvolvimento de “projetos de
transformação baseados no diálogo,
colaboração e respeito à diversidade,
envolvendo escola e comunidade na
promoção da aprendizagem” (da palestra
da Professora Maria Clara di Pierro);
• Que o currículo contemple espaços educativos
para além da sala de aula;
• Que os projetos intergeracionais possam
diminuir as distâncias por meio da
compreensão de princípios e de elementos
curriculares comuns e diferentes às etapas e
modalidades da Educação Básica.
• Ter princípios éticos, estéticos e políticos de
atuação em todas as etapas e modalidades
da Educação Básica, fundamentais à sua
integração: a escuta, o protagonismo e a
diversidade.
• Todo momento de diálogo coletivo dentro
da Unidade Educacional é momento de
formação;
• Autoria, pedagogia de projetos e
interdisciplinaridade são diretrizes centrais
do trabalho pedagógico a ser desenvolvido
em na Rede Municipal de Ensino;
dialogar diretamente com a realidade local
e as demandas trazidas por esta
QUESTÕES
MAIS EDUCAÇÃO
SÃO PAULO
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

CRECHE
CRECHECRECHE
Planejamento Educação Infantil
Planejamento Educação InfantilPlanejamento Educação Infantil
Planejamento Educação Infantil
artemiselima
 
A educação e os desafios da contemporaneidade.
A educação e os desafios da contemporaneidade.A educação e os desafios da contemporaneidade.
A educação e os desafios da contemporaneidade.
Edvanise Souza Barbosa Cordeiro
 
7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
Paulo Lima
 
Planejamento na educação infantil
Planejamento na educação infantilPlanejamento na educação infantil
Planejamento na educação infantil
Paula Spadoni
 
Pcns.
Pcns.Pcns.
Diretrizes curriculares nacionais
Diretrizes curriculares nacionaisDiretrizes curriculares nacionais
Diretrizes curriculares nacionais
marcaocampos
 
/Home/kurumin/desktop/as teorias pós críticas
/Home/kurumin/desktop/as teorias pós  críticas/Home/kurumin/desktop/as teorias pós  críticas
/Home/kurumin/desktop/as teorias pós críticas
Noemi da silva
 
BNCC na prática
BNCC na práticaBNCC na prática
BNCC na prática
Grasiela Dourado
 
Resolução 05 2009 DCNEI Profª. BEATRIZ DORNELAS
Resolução 05 2009 DCNEI Profª. BEATRIZ DORNELASResolução 05 2009 DCNEI Profª. BEATRIZ DORNELAS
Resolução 05 2009 DCNEI Profª. BEATRIZ DORNELAS
Beatriz Dornelas
 
Pnaic caderno 2
Pnaic caderno 2Pnaic caderno 2
Pnaic caderno 2
Daniela Menezes
 
Gestão democrática na escola pública
Gestão democrática na escola públicaGestão democrática na escola pública
Gestão democrática na escola pública
Ulisses Vakirtzis
 
Referencial curricular nacional para a educação infantil
Referencial curricular nacional para a educação infantilReferencial curricular nacional para a educação infantil
Referencial curricular nacional para a educação infantil
Maria Barbosa Almeida
 
Manifestações do currículo na prática escolar
Manifestações do currículo na prática escolarManifestações do currículo na prática escolar
Manifestações do currículo na prática escolar
Paulo Alves de Araujo
 
Legislação educacional
Legislação educacionalLegislação educacional
Legislação educacional
Colégio Tiradentes III
 
Curriculo e cultura
Curriculo e culturaCurriculo e cultura
Curriculo e cultura
Thiago Cellin Duarte
 
Didática e o fazer docente
Didática e o fazer docenteDidática e o fazer docente
Didática e o fazer docente
Daniele Ferreira
 
Diretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação Infantil
Diretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação InfantilDiretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação Infantil
Diretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação Infantil
Camila Coelho
 
Disciplina: Didática
Disciplina: DidáticaDisciplina: Didática
Disciplina: Didática
Maria Cristina Bortolozo
 
OPGEAENE AULA 4: Planejamento, organização e gestão escolar
OPGEAENE  AULA 4: Planejamento, organização e gestão escolarOPGEAENE  AULA 4: Planejamento, organização e gestão escolar
OPGEAENE AULA 4: Planejamento, organização e gestão escolar
profamiriamnavarro
 

Mais procurados (20)

CRECHE
CRECHECRECHE
CRECHE
 
Planejamento Educação Infantil
Planejamento Educação InfantilPlanejamento Educação Infantil
Planejamento Educação Infantil
 
A educação e os desafios da contemporaneidade.
A educação e os desafios da contemporaneidade.A educação e os desafios da contemporaneidade.
A educação e os desafios da contemporaneidade.
 
7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
7. Papel político pedagógico do gestor educacional - Prof. Dr. Paulo Gomes Lima
 
Planejamento na educação infantil
Planejamento na educação infantilPlanejamento na educação infantil
Planejamento na educação infantil
 
Pcns.
Pcns.Pcns.
Pcns.
 
Diretrizes curriculares nacionais
Diretrizes curriculares nacionaisDiretrizes curriculares nacionais
Diretrizes curriculares nacionais
 
/Home/kurumin/desktop/as teorias pós críticas
/Home/kurumin/desktop/as teorias pós  críticas/Home/kurumin/desktop/as teorias pós  críticas
/Home/kurumin/desktop/as teorias pós críticas
 
BNCC na prática
BNCC na práticaBNCC na prática
BNCC na prática
 
Resolução 05 2009 DCNEI Profª. BEATRIZ DORNELAS
Resolução 05 2009 DCNEI Profª. BEATRIZ DORNELASResolução 05 2009 DCNEI Profª. BEATRIZ DORNELAS
Resolução 05 2009 DCNEI Profª. BEATRIZ DORNELAS
 
Pnaic caderno 2
Pnaic caderno 2Pnaic caderno 2
Pnaic caderno 2
 
Gestão democrática na escola pública
Gestão democrática na escola públicaGestão democrática na escola pública
Gestão democrática na escola pública
 
Referencial curricular nacional para a educação infantil
Referencial curricular nacional para a educação infantilReferencial curricular nacional para a educação infantil
Referencial curricular nacional para a educação infantil
 
Manifestações do currículo na prática escolar
Manifestações do currículo na prática escolarManifestações do currículo na prática escolar
Manifestações do currículo na prática escolar
 
Legislação educacional
Legislação educacionalLegislação educacional
Legislação educacional
 
Curriculo e cultura
Curriculo e culturaCurriculo e cultura
Curriculo e cultura
 
Didática e o fazer docente
Didática e o fazer docenteDidática e o fazer docente
Didática e o fazer docente
 
Diretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação Infantil
Diretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação InfantilDiretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação Infantil
Diretrizes Curriculares Nacionais Para a Educação Infantil
 
Disciplina: Didática
Disciplina: DidáticaDisciplina: Didática
Disciplina: Didática
 
OPGEAENE AULA 4: Planejamento, organização e gestão escolar
OPGEAENE  AULA 4: Planejamento, organização e gestão escolarOPGEAENE  AULA 4: Planejamento, organização e gestão escolar
OPGEAENE AULA 4: Planejamento, organização e gestão escolar
 

Semelhante a 1. programa mais educação sp

programa mais educação sp
programa mais educação spprograma mais educação sp
programa mais educação sp
Ulisses Vakirtzis
 
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp
Ulisses Vakirtzis
 
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp
Ulisses Vakirtzis
 
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp
Ulisses Vakirtzis
 
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp
Ulisses Vakirtzis
 
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp
Ulisses Vakirtzis
 
RESUMO PARECER DCNEM Nº: 5/2011 PÁGINA 39 A 52
RESUMO PARECER DCNEM Nº: 5/2011 PÁGINA 39 A 52RESUMO PARECER DCNEM Nº: 5/2011 PÁGINA 39 A 52
RESUMO PARECER DCNEM Nº: 5/2011 PÁGINA 39 A 52
IRACI SARTORI
 
14022018-cursoeadcurriculoeinclusao.pptx
14022018-cursoeadcurriculoeinclusao.pptx14022018-cursoeadcurriculoeinclusao.pptx
14022018-cursoeadcurriculoeinclusao.pptx
LinaKelly3
 
Educação integral otp
Educação integral   otpEducação integral   otp
Educação integral otp
Jorci Ponce
 
Políticas pedagógicas curriculares contexto, diretrizes e açõesparte 2
Políticas pedagógicas curriculares  contexto, diretrizes e açõesparte 2Políticas pedagógicas curriculares  contexto, diretrizes e açõesparte 2
Políticas pedagógicas curriculares contexto, diretrizes e açõesparte 2
♥Marcinhatinelli♥
 
Apresentação.pptx
Apresentação.pptxApresentação.pptx
Apresentação.pptx
MellitaLobenweinBras
 
ESCOLA CICLADA: DA TEORIA À PRATICA EM TAPURAH - MT
ESCOLA CICLADA: DA TEORIA À PRATICA EM TAPURAH - MTESCOLA CICLADA: DA TEORIA À PRATICA EM TAPURAH - MT
ESCOLA CICLADA: DA TEORIA À PRATICA EM TAPURAH - MT
cefaprodematupa
 
Proposta curricular
Proposta curricularProposta curricular
Proposta curricular
UyaraPortugal
 
Proposta curricular
Proposta curricularProposta curricular
Proposta curricular
UyaraPortugal
 
Programa de reorganização curricular e administrativa, ampliação 1
Programa de reorganização curricular e administrativa, ampliação 1 Programa de reorganização curricular e administrativa, ampliação 1
Programa de reorganização curricular e administrativa, ampliação 1
♥Marcinhatinelli♥
 
Curriculo_Heber_Sônia
Curriculo_Heber_SôniaCurriculo_Heber_Sônia
Curriculo_Heber_Sônia
pactoensinomedioufu
 
Ciclosaprendizagem
CiclosaprendizagemCiclosaprendizagem
Ciclosaprendizagem
CiclosaprendizagemCiclosaprendizagem
A escola
A escolaA escola
A escola
Lidiane Freitas
 
PPP - e.e. Adolfo
PPP - e.e. AdolfoPPP - e.e. Adolfo
PPP - e.e. Adolfo
heder oliveira silva
 

Semelhante a 1. programa mais educação sp (20)

programa mais educação sp
programa mais educação spprograma mais educação sp
programa mais educação sp
 
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp
 
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp
 
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp
 
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp
 
1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp1. programa mais educação sp
1. programa mais educação sp
 
RESUMO PARECER DCNEM Nº: 5/2011 PÁGINA 39 A 52
RESUMO PARECER DCNEM Nº: 5/2011 PÁGINA 39 A 52RESUMO PARECER DCNEM Nº: 5/2011 PÁGINA 39 A 52
RESUMO PARECER DCNEM Nº: 5/2011 PÁGINA 39 A 52
 
14022018-cursoeadcurriculoeinclusao.pptx
14022018-cursoeadcurriculoeinclusao.pptx14022018-cursoeadcurriculoeinclusao.pptx
14022018-cursoeadcurriculoeinclusao.pptx
 
Educação integral otp
Educação integral   otpEducação integral   otp
Educação integral otp
 
Políticas pedagógicas curriculares contexto, diretrizes e açõesparte 2
Políticas pedagógicas curriculares  contexto, diretrizes e açõesparte 2Políticas pedagógicas curriculares  contexto, diretrizes e açõesparte 2
Políticas pedagógicas curriculares contexto, diretrizes e açõesparte 2
 
Apresentação.pptx
Apresentação.pptxApresentação.pptx
Apresentação.pptx
 
ESCOLA CICLADA: DA TEORIA À PRATICA EM TAPURAH - MT
ESCOLA CICLADA: DA TEORIA À PRATICA EM TAPURAH - MTESCOLA CICLADA: DA TEORIA À PRATICA EM TAPURAH - MT
ESCOLA CICLADA: DA TEORIA À PRATICA EM TAPURAH - MT
 
Proposta curricular
Proposta curricularProposta curricular
Proposta curricular
 
Proposta curricular
Proposta curricularProposta curricular
Proposta curricular
 
Programa de reorganização curricular e administrativa, ampliação 1
Programa de reorganização curricular e administrativa, ampliação 1 Programa de reorganização curricular e administrativa, ampliação 1
Programa de reorganização curricular e administrativa, ampliação 1
 
Curriculo_Heber_Sônia
Curriculo_Heber_SôniaCurriculo_Heber_Sônia
Curriculo_Heber_Sônia
 
Ciclosaprendizagem
CiclosaprendizagemCiclosaprendizagem
Ciclosaprendizagem
 
Ciclosaprendizagem
CiclosaprendizagemCiclosaprendizagem
Ciclosaprendizagem
 
A escola
A escolaA escola
A escola
 
PPP - e.e. Adolfo
PPP - e.e. AdolfoPPP - e.e. Adolfo
PPP - e.e. Adolfo
 

Mais de Ulisses Vakirtzis

Orientacoes-para-atendimento-de-estudantes-transtorno-do-espectro-do-autismo.pdf
Orientacoes-para-atendimento-de-estudantes-transtorno-do-espectro-do-autismo.pdfOrientacoes-para-atendimento-de-estudantes-transtorno-do-espectro-do-autismo.pdf
Orientacoes-para-atendimento-de-estudantes-transtorno-do-espectro-do-autismo.pdf
Ulisses Vakirtzis
 
Guia de Publicação Editora Albatroz (1).pdf
Guia de Publicação Editora Albatroz (1).pdfGuia de Publicação Editora Albatroz (1).pdf
Guia de Publicação Editora Albatroz (1).pdf
Ulisses Vakirtzis
 
Como gerenciar o espaço físico da escola
Como gerenciar o espaço físico da escolaComo gerenciar o espaço físico da escola
Como gerenciar o espaço físico da escola
Ulisses Vakirtzis
 
Como gerenciar os recursos financeiros da escola
Como gerenciar os recursos financeiros da escolaComo gerenciar os recursos financeiros da escola
Como gerenciar os recursos financeiros da escola
Ulisses Vakirtzis
 
Como promover a construção ppp
Como promover a construção pppComo promover a construção ppp
Como promover a construção ppp
Ulisses Vakirtzis
 
Gestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianos
Gestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianosGestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianos
Gestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianos
Ulisses Vakirtzis
 
Organização e gestão da escola
Organização e gestão da escolaOrganização e gestão da escola
Organização e gestão da escola
Ulisses Vakirtzis
 
6.proposta curricular
6.proposta curricular6.proposta curricular
6.proposta curricular
Ulisses Vakirtzis
 
4.avaliação da aprendizagem
4.avaliação da aprendizagem4.avaliação da aprendizagem
4.avaliação da aprendizagem
Ulisses Vakirtzis
 
3.teorias do desenvolvimento adolescência
3.teorias do desenvolvimento adolescência3.teorias do desenvolvimento adolescência
3.teorias do desenvolvimento adolescência
Ulisses Vakirtzis
 
2.comunidades de aprendizagem e educação escolar
2.comunidades de aprendizagem e educação escolar2.comunidades de aprendizagem e educação escolar
2.comunidades de aprendizagem e educação escolar
Ulisses Vakirtzis
 
1.ensino as abordagens do processo
1.ensino as abordagens do processo1.ensino as abordagens do processo
1.ensino as abordagens do processo
Ulisses Vakirtzis
 
8.teorias psicogeneticas
8.teorias psicogeneticas8.teorias psicogeneticas
8.teorias psicogeneticas
Ulisses Vakirtzis
 
4.politicas docentes no brasil
4.politicas docentes no brasil4.politicas docentes no brasil
4.politicas docentes no brasil
Ulisses Vakirtzis
 
3.freitas eliminação adiada
3.freitas eliminação adiada3.freitas eliminação adiada
3.freitas eliminação adiada
Ulisses Vakirtzis
 
2. escola e conhecimento
2. escola e conhecimento2. escola e conhecimento
2. escola e conhecimento
Ulisses Vakirtzis
 
1. teixeira escola pública
1. teixeira escola pública1. teixeira escola pública
1. teixeira escola pública
Ulisses Vakirtzis
 
4. decretos 54.454 portaria 5941
4. decretos 54.454 portaria 59414. decretos 54.454 portaria 5941
4. decretos 54.454 portaria 5941
Ulisses Vakirtzis
 
3. decreto 54.542 portaria 5930
3. decreto 54.542 portaria 59303. decreto 54.542 portaria 5930
3. decreto 54.542 portaria 5930
Ulisses Vakirtzis
 
2. dialogos interdisciplinares
2. dialogos interdisciplinares2. dialogos interdisciplinares
2. dialogos interdisciplinares
Ulisses Vakirtzis
 

Mais de Ulisses Vakirtzis (20)

Orientacoes-para-atendimento-de-estudantes-transtorno-do-espectro-do-autismo.pdf
Orientacoes-para-atendimento-de-estudantes-transtorno-do-espectro-do-autismo.pdfOrientacoes-para-atendimento-de-estudantes-transtorno-do-espectro-do-autismo.pdf
Orientacoes-para-atendimento-de-estudantes-transtorno-do-espectro-do-autismo.pdf
 
Guia de Publicação Editora Albatroz (1).pdf
Guia de Publicação Editora Albatroz (1).pdfGuia de Publicação Editora Albatroz (1).pdf
Guia de Publicação Editora Albatroz (1).pdf
 
Como gerenciar o espaço físico da escola
Como gerenciar o espaço físico da escolaComo gerenciar o espaço físico da escola
Como gerenciar o espaço físico da escola
 
Como gerenciar os recursos financeiros da escola
Como gerenciar os recursos financeiros da escolaComo gerenciar os recursos financeiros da escola
Como gerenciar os recursos financeiros da escola
 
Como promover a construção ppp
Como promover a construção pppComo promover a construção ppp
Como promover a construção ppp
 
Gestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianos
Gestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianosGestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianos
Gestão Escolar: enfrentando os desafios cotidianos
 
Organização e gestão da escola
Organização e gestão da escolaOrganização e gestão da escola
Organização e gestão da escola
 
6.proposta curricular
6.proposta curricular6.proposta curricular
6.proposta curricular
 
4.avaliação da aprendizagem
4.avaliação da aprendizagem4.avaliação da aprendizagem
4.avaliação da aprendizagem
 
3.teorias do desenvolvimento adolescência
3.teorias do desenvolvimento adolescência3.teorias do desenvolvimento adolescência
3.teorias do desenvolvimento adolescência
 
2.comunidades de aprendizagem e educação escolar
2.comunidades de aprendizagem e educação escolar2.comunidades de aprendizagem e educação escolar
2.comunidades de aprendizagem e educação escolar
 
1.ensino as abordagens do processo
1.ensino as abordagens do processo1.ensino as abordagens do processo
1.ensino as abordagens do processo
 
8.teorias psicogeneticas
8.teorias psicogeneticas8.teorias psicogeneticas
8.teorias psicogeneticas
 
4.politicas docentes no brasil
4.politicas docentes no brasil4.politicas docentes no brasil
4.politicas docentes no brasil
 
3.freitas eliminação adiada
3.freitas eliminação adiada3.freitas eliminação adiada
3.freitas eliminação adiada
 
2. escola e conhecimento
2. escola e conhecimento2. escola e conhecimento
2. escola e conhecimento
 
1. teixeira escola pública
1. teixeira escola pública1. teixeira escola pública
1. teixeira escola pública
 
4. decretos 54.454 portaria 5941
4. decretos 54.454 portaria 59414. decretos 54.454 portaria 5941
4. decretos 54.454 portaria 5941
 
3. decreto 54.542 portaria 5930
3. decreto 54.542 portaria 59303. decreto 54.542 portaria 5930
3. decreto 54.542 portaria 5930
 
2. dialogos interdisciplinares
2. dialogos interdisciplinares2. dialogos interdisciplinares
2. dialogos interdisciplinares
 

Último

cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
edivirgesribeiro1
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdfCRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
soaresdesouzaamanda8
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
ReinaldoSouza57
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
MessiasMarianoG
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
cmeioctaciliabetesch
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 

Último (20)

cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdfCRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 

1. programa mais educação sp

  • 1. Professor Ulisses Vakirtzis Programa Mais Educação São Paulo
  • 2. É fundamental compreender que o ordenamento de uma política de educação se estrutura num quadrilátero político-pedagógico e administrativo: 1. Qualidade social do ensino e da aprendizagem 2. sistema democrático de gestão pedagógica 3. sistema de formação de educadores da Rede Municipal de Ensino 4. planejamento de atendimento à demanda, em suas múltiplas faces, focadas na ampliação da Rede e na melhoria dos equipamentos
  • 3. A premissa maior de todas as ações da Rede Municipal de Ensino, seja no âmbito das Unidades Educacionais, das Diretorias Regionais de Educação ou da Secretaria Municipal de Educação, é trabalhar para a melhoria da aprendizagem dos educandos.
  • 4. É necessária uma reflexão sobre o currículo. A discussão curricular está fundada em uma palavra principal: inclusão. A inclusão em termos pedagógicos é fundamental para a inclusão de educandos com deficiência e a antecede. A inclusão aqui compreendida se organiza em torno de três questões: 1. consideração de tempos, 2. ritmos e 3. características dos educandos. Sem considerar essas questões para TODOS, não há inclusão possível de educandos com deficiência.
  • 5. Para efetivar a inclusão, é necessário compreender o currículo como um movimento, um processo sócio-histórico cultural.
  • 6. A implementação de um currículo integrado para todas as modalidades da Educação Básica, que tenha como princípio a inclusão, precisa colocar o educando na perspectiva de sujeito das ações a serem desenvolvidas dentro das Unidades Educacionais.
  • 7. A avaliação configura-se de fato como uma avaliação PARA a aprendizagem, que deve ocorrer continuamente durante os três ciclos do Ensino Fundamental. Essa avaliação processual permite a reorientação permanente do currículo de forma dialogada entre professores e gestores a partir da experiência real com os educandos, concretizando a ideia de que o currículo se constitui em movimento.
  • 8. Formação de educadores: O mundo contemporâneo exige a formação continuada de todos, e o professor precisa estudar, pensar – isso é inseparável da natureza da profissão. Portanto, um sistema de formação de caráter perene respeita a natureza da profissão dos educadores.
  • 9. A educação é um processo social permanente. Não se esgota na Unidade Educacional nem nos tempos prescritos.
  • 10. A garantia dos direitos está intimamente relacionada à busca da qualidade social da educação. Os direitos de aprendizagem são aliados dos direitos sociais (políticos, étnicos, culturais, religiosos, entre outros) na afirmação do significado da educação no mundo contemporâneo e do papel da escola na sociedade.
  • 11. O direito à educação de qualidade inclui o direito a aprendizagens significativas que possibilitem a participação consciente das pessoas na sociedade contemporânea.
  • 12. Os Projetos Político-Pedagógicos são instrumentos fundamentais da Gestão Pedagógica e é por meio deles que as Unidades Educacionais devem pautar suas ações. Os horários coletivos de formação e as reuniões pedagógicas devem ser espaço de reflexão e elaboração sobre as experiências reais em sala de aula/ ambiente educativo. Os organizadores desses processos de Gestão Pedagógica – supervisores, diretores e, especialmente, coordenadores pedagógicos – têm atribuições analíticas e reflexivas além de normativas. Cabe a eles a intervenção para que os processos se desvelem e se encaminhem coletivamente. Hierarquia existe na decisão e não no debate pedagógico.
  • 13. A perspectiva democrática na gestão da escola e da educação pública é fundamental. A Gestão Democrática requer engajamento da equipe escolar, participação das famílias e da comunidade. A formação para a cidadania democrática implica exercício cotidiano e, para ser pública, a escola precisa incorporar realidade sociocultural do seu contexto. CONSELHO DE ESCOLA
  • 14. A formação de educadores deve considerar a ampliação de repertórios para que os professores possam, de fato, dialogar com as perguntas trazidas por crianças, jovens e adultos.
  • 15. Conforme dispõe a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9.394/96, é facultado aos sistemas de ensino desdobrar o Ensino Fundamental em ciclos. O Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de São Paulo terá duração de 9 (nove) anos e estará organizado em 3 (três) ciclos de 3 (três) anos cada, denominados: Ciclo de Alfabetização, Ciclo Interdisciplinar e Ciclo Autoral.
  • 16. A organização em ciclos de aprendizagem permite a construção/apropriação do conhecimento em períodos em que a singularidade dos estudantes seja respeitada em seus ritmos e considere sua condição social, cognitiva e afetiva.
  • 17. Considera-se a organização em ciclos a estrutura mais apropriada do ponto de vista da luta contra o fracasso escolar, e também a mais exigente. Requer uma estrutura curricular que favoreça a continuidade, a interdisciplinaridade e a progressão, princípios fundamentais para uma educação de qualidade. Implica em ação e responsabilidade coletiva
  • 18. O Ciclo de Alfabetização (1º, 2º e 3º anos), consubstancia-se na aprendizagem das crianças de 6 a 8 anos. A meta é alfabetizá- las considerando suas potencialidades, seus diferentes modos de aprender e seus diversos ritmos. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC)
  • 19. O Ciclo Interdisciplinar (4º, 5º e 6º anos), tem a finalidade de aproximar os diferentes ciclos por meio da interdisciplinaridade e permitir uma passagem gradativa de uma para outra fase de desenvolvimento, bem como, consolidar o processo de alfabetização/ letramento e de resolução de problemas matemáticos com autonomia para a leitura e a escrita, interagindo com diferentes gêneros textuais e literários e comunicando-se com fluência e com raciocínio lógico.
  • 20. A interdisciplinaridade pressupõe um trabalho integrado com as áreas de conhecimento do currículo, na garantia dos direitos e objetivos de aprendizagem e para que os alunos aprendam a olhar o mesmo objeto de conhecimento na perspectiva dos diferentes componentes curriculares.
  • 21. O Ciclo Autoral (7º, 8º e 9º) se caracteriza pela construção de conhecimento a partir de projetos curriculares comprometidos com a intervenção social e se concretiza com o Trabalho Colaborativo de Autoria – T.C.A. – elaborado pelo aluno e acompanhado sistematicamente pelo professor orientador de projeto. Alunos e professores se engajarão no processo de elaboração do T.C.A. desde o 7º ano, processo que será concluído no 9º ano.
  • 22. A retenção poderá ocorrer em todos os finais de ciclos (3º, 6º e 9º anos do ensino de 9 anos) e também nos 7º e 8º anos do Ciclo Autoral. Se, ao fim de todos os processos de exposição ao conhecimento, os direitos e objetivos de aprendizagem não tiverem sido realizados, a ponto de comprometerem a continuidade dos estudos, o estudante poderá ser retido. Ressalte-se que a retenção se configura como recurso posterior a todas as outras estratégias de Apoio Pedagógico Complementar.
  • 23. Avaliação externa A avaliação externa é concebida como um conjunto de ações para diagnóstico e identificação das condições de ensino e aprendizagem do sistema de ensino, por meio da aplicação de provas e questionários contextuais, visando a contribuir para a implementação de políticas públicas.
  • 24. Autoavaliação A autoavaliação deve cumprir uma função de autoconhecimento, de forma a auxiliar o aperfeiçoamento da aprendizagem, tanto dos estudantes como dos educadores (gestores e professores), tendo como referência Paulo Freire e os três eixos no processo: ação-reflexão-ação.
  • 25. É por meio da Gestão Democrática que se pode efetivar o papel da Unidade Educacional enquanto polo cultural da comunidade, articulada em seu cotidiano ao território no qual está inserida. No que diz respeito às relações intersetoriais (saúde, cultura, esporte, assistência social), é preciso pensar que as pessoas atendidas e participantes desses serviços são as mesmas e que a ação conjunta pode contribuir de forma significativa para melhoria das condições de vida dessas pessoas.
  • 26. Ao pensarmos a Educação Básica considerando os ciclos da vida (infância, juventude e vida adulta) é necessário: • Ter uma visão integradora, existindo a necessidade de trabalhar a convivência entre as diferentes gerações, pensando na participação de educandos de diferentes idades em práticas pedagógicas comuns;
  • 27. • Que a Unidade Educacional se configure como um polo cultural da comunidade, favorecendo o diálogo e a convivência diversa e intergeracional, por meio do desenvolvimento de “projetos de transformação baseados no diálogo, colaboração e respeito à diversidade, envolvendo escola e comunidade na promoção da aprendizagem” (da palestra da Professora Maria Clara di Pierro);
  • 28. • Que o currículo contemple espaços educativos para além da sala de aula; • Que os projetos intergeracionais possam diminuir as distâncias por meio da compreensão de princípios e de elementos curriculares comuns e diferentes às etapas e modalidades da Educação Básica. • Ter princípios éticos, estéticos e políticos de atuação em todas as etapas e modalidades da Educação Básica, fundamentais à sua integração: a escuta, o protagonismo e a diversidade.
  • 29. • Todo momento de diálogo coletivo dentro da Unidade Educacional é momento de formação; • Autoria, pedagogia de projetos e interdisciplinaridade são diretrizes centrais do trabalho pedagógico a ser desenvolvido em na Rede Municipal de Ensino; dialogar diretamente com a realidade local e as demandas trazidas por esta