A primeira fase do modernismo no Brasil, que vai de 1922 a 1930, é marcada por uma busca intensa de novas linguagens e perspectivas, refletindo um período de convulsão social e política. Dominada por autores como Mário de Andrade e Oswald de Andrade, essa fase promove a destruição dos padrões acadêmicos, celebrando a originalidade e o nacionalismo crítico através de manifestos como o Pau-Brasil e a Antropofagia. O contexto histórico inclui eventos significativos como a Revolução de 1930 e a ascensão de Getúlio Vargas, além de uma rica produção literária caracterizada pelo verso livre e a mistura de prosa e poesia.