E.E Profª Marcia AparecidaNome:			Nº			Série: 3ª AEverton Santclair			07Gabriel Felipe			08Leonardo Camargo		19Mara Rubia			22Renato Ribeiro			29Tema:Modernismo 1ª faseDisciplina:Língua Portuguesa			Profª:Patrícia
MODERNISMOmodernismoMoDeRnIsMoModernismoModernismo
Referencias históricasInício do século XX: apogeu da Belle Époque. O burguês comportado, tranqüilo, contando seu lucro. Capitalismo monetário. Industrialização e Neocolonialismo.
Reivindicações de massa. Greves e turbulências sociais. Socialismo ameaça.
Progresso científico: eletricidade. Motor a combustão: automóvel e avião.
Concreto armado: “arranha-céu”. Telefone, telégrafo. Mundo da máquina, da informação, da velocidade.
Primeira Guerra Mundial e Revolução Russa.
Abolir todas as regras. O passado é responsável. O passado, sem perfil, impessoal. Eliminar o passado.
Arte Moderna. Inquietação. Nada de modelos a seguir. Recomeçar. Rever. Reeducar. Chocar. Buscar o novo: multiplicidade e velocidade, originalidade e incompreensão, autenticidade e novidade.
Vanguarda - estar à frente, repudiar o passado e sua arte. Abaixo o padrão cultural vigente.Primeira Fase do ModernismoInício – 1922 ( Semana da Arte Moderna)
Término – 1930 (publicação de Alguma poesia de Carlos Drummond de Andrade)
Um período rico em manifestos e revistas de vida efêmera: são grupos em busca de definição.
Fase chamada de: heróica, guerreira, caracterizada pela combatividade e pela pluralidade de linguagens e perspectivas.
É a fase mais radical justamente em conseqüência da necessidade de definições e do rompimento de todas as estruturas do passado. Caráter anárquico e forte sentido destruidor.Características do ModernismoPluralidade de linguagens e perspectivas.
Irracionalismo: negação do racionalismo burguês;
Influência das vanguardas artísticas européias;
Busca do moderno, original e polêmico;
Volta às origens e valorização do índio verdadeiramente brasileiro;
“Língua brasileira” - falada pelo povo nas ruas;
Paródias - tentativa de repensar a história e a literatura brasileiras;
Nacionalismo em suas múltiplas facetas.	A postura nacionalista apresenta-se em duas vertentes:Nacionalismo crítico, consciente, de denúncia da realidade, identificado politicamente com as esquerdas.
Nacionalismo ufanista, utópico, exagerado, identificado com as correntes de extrema direita.Antônio de Alcântara Machado (1901-1935)Cassiano Ricardo (1895-1974) Guilherme de Almeida (1890-1969) JuóBananére (1892-1933) Manuel Bandeira (1886-1968) Mário de Andrade (1893-1945) Menotti delPicchia (1892-1988)Oswald de Andrade (1890-1953) Plínio Salgado (1895-1975)Raul Bopp (1898-1984) Ronald de Carvalho (1893-1935)Principais autores:
As revistas• Klaxon• Revista de Antropofagia• Revista Verde de Cataguases• A Revista• Manifesto da Poesia Pau-Brasil• Verde Amarelista• Manifesto Regionalista de 1926.• Revista Estética • Revista Terra Roxa e outras Terras• Revista Festa
Klaxon	A revista Klaxon - Mensário de Arte Moderna foi o primeiro mensário modernista. 	Seu nome é derivado do termo usado para designar a buzina externa dos automóveis. 	O principal propósito da revista foi servir de divulgação do movimento modernista. 	Também destaca-se na revista a busca pelo atual; o culto ao progresso; a concepção de que a arte não deve ser uma cópia da realidade; aproveitamento das lições de uma nova arte em evidência, o cinema.
Os manifestos:Denominam-se Pau-Brasil(1924) e Antropofagia(1928) as principais subcorrentes da 1ª fase modernista, em sua vertente de nacionalismo crítico.	A poesia Pau-Brasil reúne os nomes de Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral. 	O manifesto foi desenvolvido pelo autor Oswald em tom de paródia e de festa. Busca o original e espontâneo e não imitações afirmando que a poesia tem de ser revolucionária. Devemos ver o Brasil de "dentro para fora“. E a redescoberta do Brasil – reivindicava uma linguagem natural, conclamava a originalidade nativa.
	O movimento de Antropofagia, que aprofunda e amplia as propostas já presentes em Pau-Brasil, é de deglutição, devoração crítica de suas influências de modo a recriá-las, tendo em vista a redescoberta do Brasil.	A expressão “antropofagia”, que literalmente significa “comer carne humana” e se refere a rituais indígenas, transforma-se em metáforas da devoração simbólica das influências européias defendida por Oswald de Andrade.
Representantes do movimento de Antropofagia• Oswald de Andrade: Manifesto antropófago.				   • Tarsila do Amaral: Abaporu.          • Raul Bopp: Cobra Norato(poema sobre a Amazônia.		             • Antônio de Alcântara Machado: Brás, Bexiga e Barra Funda, Laranja da China (livros).			                                                                                          Abaporu(Aba=homem; poru=que come)
	As subcorrentes que se opõem é o Verde-Amarelismo (1925-1926) e o Grupo da Anta (1926-1929), que defendem um nacionalismo ufanista, exaltando o primitivismo e a ingenuidade da “mãe-pátria” (patriotismo) e mantendo uma postura conservadora, direitista. Daí a proximidade entre seus adeptos e o nazi-fascismo brasileiro, o Integralismo.Representantes do Verde-Amarelismo e Grupo da Anta:• Plínio Salgado: A marcha para o Oeste.• Cassiano Ricardo: Martim-Cererê e Vamos caçar papagaios.•Menotti Del Picchia: Juca Mulato.• Guilherme de Almeida: Raça.
AUTORES
Alcântara Machado (1901-1935)Foi um importante escritor modernista da primeira fase, apesar de não ter participado da SAM, integrando o grupo somente em 25. Produziu prosa ficcional, renovando sua estrutura para construir histórias curtas e do cotidiano. Privilegia o imigrante, principalmente o italiano, e sua fusão, ampliando o universo cultural de São Paulo.Apesar de não ser tão radical como os outros modernistas contemporâneos seus, usava uma linguagem em seus contos que se aproximava muito do falado. Seus personagens do livro de contos Brás, Bexiga e Barra Funda falavam uma mistura de italiano e português. Retrata uma realidade citadina e realista, num tom divertido, enfatizando a vida difícil dos imigrantes e sua ascensão.
Pathé Baby (1926)
Brás, Bexiga e Barra Funda (1927)
Laranja da China (1928)
Anchieta na Capitania de São Vicente (1928)

Tdpp2

  • 1.
    E.E Profª MarciaAparecidaNome: Nº Série: 3ª AEverton Santclair 07Gabriel Felipe 08Leonardo Camargo 19Mara Rubia 22Renato Ribeiro 29Tema:Modernismo 1ª faseDisciplina:Língua Portuguesa Profª:Patrícia
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    Referencias históricasInício doséculo XX: apogeu da Belle Époque. O burguês comportado, tranqüilo, contando seu lucro. Capitalismo monetário. Industrialização e Neocolonialismo.
  • 4.
    Reivindicações de massa.Greves e turbulências sociais. Socialismo ameaça.
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    Progresso científico: eletricidade.Motor a combustão: automóvel e avião.
  • 6.
    Concreto armado: “arranha-céu”.Telefone, telégrafo. Mundo da máquina, da informação, da velocidade.
  • 7.
    Primeira Guerra Mundiale Revolução Russa.
  • 8.
    Abolir todas asregras. O passado é responsável. O passado, sem perfil, impessoal. Eliminar o passado.
  • 9.
    Arte Moderna. Inquietação.Nada de modelos a seguir. Recomeçar. Rever. Reeducar. Chocar. Buscar o novo: multiplicidade e velocidade, originalidade e incompreensão, autenticidade e novidade.
  • 10.
    Vanguarda - estarà frente, repudiar o passado e sua arte. Abaixo o padrão cultural vigente.Primeira Fase do ModernismoInício – 1922 ( Semana da Arte Moderna)
  • 11.
    Término – 1930(publicação de Alguma poesia de Carlos Drummond de Andrade)
  • 12.
    Um período ricoem manifestos e revistas de vida efêmera: são grupos em busca de definição.
  • 13.
    Fase chamada de:heróica, guerreira, caracterizada pela combatividade e pela pluralidade de linguagens e perspectivas.
  • 14.
    É a fasemais radical justamente em conseqüência da necessidade de definições e do rompimento de todas as estruturas do passado. Caráter anárquico e forte sentido destruidor.Características do ModernismoPluralidade de linguagens e perspectivas.
  • 15.
    Irracionalismo: negação doracionalismo burguês;
  • 16.
    Influência das vanguardasartísticas européias;
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    Busca do moderno,original e polêmico;
  • 18.
    Volta às origense valorização do índio verdadeiramente brasileiro;
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    “Língua brasileira” -falada pelo povo nas ruas;
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    Paródias - tentativade repensar a história e a literatura brasileiras;
  • 21.
    Nacionalismo em suasmúltiplas facetas. A postura nacionalista apresenta-se em duas vertentes:Nacionalismo crítico, consciente, de denúncia da realidade, identificado politicamente com as esquerdas.
  • 22.
    Nacionalismo ufanista, utópico,exagerado, identificado com as correntes de extrema direita.Antônio de Alcântara Machado (1901-1935)Cassiano Ricardo (1895-1974) Guilherme de Almeida (1890-1969) JuóBananére (1892-1933) Manuel Bandeira (1886-1968) Mário de Andrade (1893-1945) Menotti delPicchia (1892-1988)Oswald de Andrade (1890-1953) Plínio Salgado (1895-1975)Raul Bopp (1898-1984) Ronald de Carvalho (1893-1935)Principais autores:
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    As revistas• Klaxon•Revista de Antropofagia• Revista Verde de Cataguases• A Revista• Manifesto da Poesia Pau-Brasil• Verde Amarelista• Manifesto Regionalista de 1926.• Revista Estética • Revista Terra Roxa e outras Terras• Revista Festa
  • 24.
    Klaxon A revista Klaxon- Mensário de Arte Moderna foi o primeiro mensário modernista. Seu nome é derivado do termo usado para designar a buzina externa dos automóveis. O principal propósito da revista foi servir de divulgação do movimento modernista. Também destaca-se na revista a busca pelo atual; o culto ao progresso; a concepção de que a arte não deve ser uma cópia da realidade; aproveitamento das lições de uma nova arte em evidência, o cinema.
  • 25.
    Os manifestos:Denominam-se Pau-Brasil(1924)e Antropofagia(1928) as principais subcorrentes da 1ª fase modernista, em sua vertente de nacionalismo crítico. A poesia Pau-Brasil reúne os nomes de Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral. O manifesto foi desenvolvido pelo autor Oswald em tom de paródia e de festa. Busca o original e espontâneo e não imitações afirmando que a poesia tem de ser revolucionária. Devemos ver o Brasil de "dentro para fora“. E a redescoberta do Brasil – reivindicava uma linguagem natural, conclamava a originalidade nativa.
  • 26.
    O movimento deAntropofagia, que aprofunda e amplia as propostas já presentes em Pau-Brasil, é de deglutição, devoração crítica de suas influências de modo a recriá-las, tendo em vista a redescoberta do Brasil. A expressão “antropofagia”, que literalmente significa “comer carne humana” e se refere a rituais indígenas, transforma-se em metáforas da devoração simbólica das influências européias defendida por Oswald de Andrade.
  • 27.
    Representantes do movimentode Antropofagia• Oswald de Andrade: Manifesto antropófago. • Tarsila do Amaral: Abaporu. • Raul Bopp: Cobra Norato(poema sobre a Amazônia. • Antônio de Alcântara Machado: Brás, Bexiga e Barra Funda, Laranja da China (livros). Abaporu(Aba=homem; poru=que come)
  • 28.
    As subcorrentes quese opõem é o Verde-Amarelismo (1925-1926) e o Grupo da Anta (1926-1929), que defendem um nacionalismo ufanista, exaltando o primitivismo e a ingenuidade da “mãe-pátria” (patriotismo) e mantendo uma postura conservadora, direitista. Daí a proximidade entre seus adeptos e o nazi-fascismo brasileiro, o Integralismo.Representantes do Verde-Amarelismo e Grupo da Anta:• Plínio Salgado: A marcha para o Oeste.• Cassiano Ricardo: Martim-Cererê e Vamos caçar papagaios.•Menotti Del Picchia: Juca Mulato.• Guilherme de Almeida: Raça.
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    Alcântara Machado (1901-1935)Foium importante escritor modernista da primeira fase, apesar de não ter participado da SAM, integrando o grupo somente em 25. Produziu prosa ficcional, renovando sua estrutura para construir histórias curtas e do cotidiano. Privilegia o imigrante, principalmente o italiano, e sua fusão, ampliando o universo cultural de São Paulo.Apesar de não ser tão radical como os outros modernistas contemporâneos seus, usava uma linguagem em seus contos que se aproximava muito do falado. Seus personagens do livro de contos Brás, Bexiga e Barra Funda falavam uma mistura de italiano e português. Retrata uma realidade citadina e realista, num tom divertido, enfatizando a vida difícil dos imigrantes e sua ascensão.
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    Brás, Bexiga eBarra Funda (1927)
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    Anchieta na Capitaniade São Vicente (1928)