A cura de um lunático

477 visualizações

Publicada em

Palestra espírita , estudo do evangelho a cura de um lunático.

Publicada em: Espiritual
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
477
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
9
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A cura de um lunático

  1. 1. A cura de um lunático
  2. 2. ” Ninguém ignora que quando o Cristo encarnou-se na Judéia, aquela região havia sido invadida por legiões de Espíritos malévolos”, Erasto
  3. 3. Mateus XVII 14-20, Marcos IX 15 a 29 e Lucas IX 37-43 A cura de um lunático
  4. 4. 14 Quando chegaram aonde estavam os discípulos, viram ao redor deles uma grande multidão, e alguns escribas a discutirem com eles. 15 E logo toda a multidão, vendo a Jesus, ficou grandemente surpreendida; e correndo todos para ele, o saudavam. 16 Perguntou ele aos escribas: Que é que discutis com eles? 17 Respondeu-lhe um dentre a multidão: Mestre, eu te trouxe meu filho, que tem um espírito mudo; 18 e este, onde quer que o apanha, convulsiona-o, de modo que ele espuma, range os dentes, e vai definhando; e eu pedi aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam. 19 Ao que Jesus lhes respondeu: Ó geração incrédula! até quando estarei convosco? até quando vos hei de suportar? Trazei-mo. 20 Então lho trouxeram; e quando ele viu a Jesus, o espírito imediatamente o convulsionou; e o endemoninhado, caindo por terra, revolvia-se espumando. 21 E perguntou Jesus ao pai dele: Há quanto tempo sucede-lhe isto? Respondeu ele: Desde a infância;
  5. 5. 22 e muitas vezes o tem lançado no fogo, e na água, para o destruir; mas se podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos. 23 Ao que lhe disse Jesus: Se podes! - tudo é possível ao que crê. 24 Imediatamente o pai do menino, clamando, [com lágrimas] disse: Creio! Ajuda a minha incredulidade. 25 E Jesus, vendo que a multidão, correndo, se aglomerava, repreendeu o espírito imundo, dizendo: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e nunca mais entres nele. 26 E ele, gritando, e agitando-o muito, saiu; e ficou o menino como morto, de modo que a maior parte dizia: Morreu. 27 Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu; e ele ficou em pé. 28 E quando entrou em casa, seus discípulos lhe perguntaram à parte: Por que não pudemos nós expulsá-lo? 29 Respondeu-lhes: Esta casta não sai de modo algum, salvo à força de oração [e jejum.]
  6. 6. Obsessão É uma espécie de enfermidade de ordem psíquica e emocional, que consiste num constrangimento das atividades de um Espírito pela ação de um outro.
  7. 7. Tipos de obsessão • Obsessão simples É um tipo de influência que, de forma sutil, que constrange a pessoa a praticar atos ou ter pensamentos diferentes do que geralmente possui. O obsedado, às vezes, nem percebe o que lhe está ocorrendo. Em outras, têm consciência da influência daninha, mas não consegue se livrar dela. Pode agravar-se, dependendo da natureza do Espírito atrasado envolvido e das disposições morais do paciente • Fascinação Trata-se de uma ilusão provocada por um Espírito hipócrita que domina a mente do paciente, distorcendo seu senso de realidade. O Espírito obsessor planeja muito bem seu intento destrutivo e busca envolver o indivíduo em artimanhas mentais bem preparadas.
  8. 8. Tipos de obsessão • Subjugação É quando um Espírito obsessor adquire forte domínio sobre o psiquismo do indivíduo, levando-o a tomar decisões contrárias ao seu desejo. Na fascinação há uma ilusão. Na subjugação, o paciente tem consciência do que lhe acontece. Em certos casos, além de exercer o domínio psíquico, o obsessor domina o corpo físico do obsedado e, às vezes, numa crise semelhante à epilepsia, atira-o ao chão. Como o obsedado fica quase sempre sem as energias necessárias para dominar ou repelir o mau Espírito, carece da intervenção de uma terceira pessoa com ascendência moral sobre ele, para auxiliá-lo a sair da difícil situação.
  9. 9. Como ocorre: Quando um Espírito quer agir sobre uma pessoa, dela se aproxima e a envolve, por assim dizer, com o seu perispírito, como num manto; os fluidos se interpenetram, os dois pensamentos e as duas vontades se confundem e, então, o Espírito pode servir-se daquele corpo como se fora o seu próprio, fazê-lo agir à sua vontade, falar, escrever, desenhar, etc. (Revista Espírita 1862)
  10. 10. Estudo sobre os possessos de Morzine. (Causas da obsessão e meios de combatê-la)
  11. 11. A medida que elas falam, sempre com a mesma veemência, suas fisionomias tem um só aspecto: o do furor. Por vezes o pescoço incha e a face se injeta; noutras, empalidece, como nas pessoas normais, num violento acesso de cólera; os lábios estão sempre úmidos de saliva, o que leva a dizer que as doentes espumam. "Limitados inicialmente às partes superiores, os movimentos vão ganhando o tronco e os membros inferiores; a respiração torna-se ofegante; as doentes redobram o furor, tornam-se agressivas, deslocam os móveis, atiram as cadeiras, os tamboretes, tudo quanto lhes cai às mãos, sobre os assistentes; precipitam-se sobre estes para lhes bater, tanto nos parentes quanto nos estranhos; jogam-se por terra, sempre com os mesmos gritos; rolam-se, batem as mãos no solo ou no peito, no ventre, na garganta e procuram arrancar algo que parece incomodar nesses pontos. Viram-se e reviram-se de um salto; vi duas que, levantando-se como que por uma mola, voltavam-se para trás de tal modo que a cabeça tocava o solo ao mesmo tempo que os pés. Esta crise dura, mais ou menos, dez, vinte minutos, meia hora, conforme a causa que a provocou. Se em presença de um estranho, sobretudo um padre, é raro que termine antes que a pessoa se afaste. Neste caso os movimentos convulsivos não são contínuos: depois de terem sido violentos, enfraquecem e param para recomeçar imediatamente, como se a força nervosa esgotada repousasse um momento para se refazer”. Revista Espírita
  12. 12. ESCOLA DO CEARÁ É ASSOMBRADA POR ESPÍRITO DE EX-ALUNO
  13. 13. Qual a semelhança nos 2 casos ? • “A ignorância, a fraqueza das faculdades, a falta de cultura intelectual, lhes dá naturalmente mais ação; por isso maltratam, de preferência, certas classes, embora as pessoas inteligentes e instruídas deles não estejam isentas” .
  14. 14. 19 Ó geração incrédula! até quando estarei convosco?
  15. 15. Recursos utilizados nos casos de obsessão Todos os socorros da medicina e da religião falharam nestes casos, apesar dos exorcismos , dos tratamentos médicos e dos internamentos nos hospitais, os casos não cessaram. • “O cura, querendo exorcizar esses infelizes, na maioria crianças, os fizera levar à igreja, conduzidos por homens vigorosos. Apenas pronunciara as primeiras palavras latinas, e uma cena assustadora se produziu: gritos, pulos furiosos, convulsões, etc., a tal ponto que mandaram buscar a polícia e uma companhia de infantaria, para colocar a boa ordem”. • Não são os médicos, mas magnetizadores, espiritualistas ou espíritas que seria preciso enviar para dissipar a legião dos maus Espíritos, perdidos em vosso planeta
  16. 16. Fé A fé alavanca poderosa capaz por si só de levantar o mundo constitui o meio único de que podemos lançar eficazmente para afastar os Espíritos atrasados e sofredores. • Da fé nasce a prece, acompanhada do jejum espiritual • Versículos • 23 Ao que lhe disse Jesus: Se podes! - tudo é possível ao que crê. • 24 Imediatamente o pai do menino, clamando, [com lágrimas] disse: Creio! Ajuda a minha incredulidade.
  17. 17. A fé se alia a esperança e ambas se desdobram em caridade Não tendo ainda os nossos corações bastante abertos para agasalharmos essas virtudes esforcemo-nos pelo estudo pela meditação dos ensinos e exemplos do nosso Salvador, aprendendo a pedir somente o que possa ser de justiça aos olhos de Deus.
  18. 18. Os demônios desta casta não podem ser expulsos senão pela prece e pelo jejum.
  19. 19. Oração e Jejum O que é orar? O que é jejuar?
  20. 20. A verdadeira prece São os atos da vida praticados com o pensamento em Deus e sempre a Deus reportados. É um arroubo contínuo do pensamento, uma aspiração incessantemente dirigida ao Criador e a guiar-nos na prática da verdade da caridade e do amor a bem do nosso progresso moral e intelectual .
  21. 21. O Jejum que Jesus recomendou Consiste em nos abstermos de pensamentos culposos, inúteis, frívolos mesmo em sermos sóbrios na satisfação das nossas necessidades matérias reservando do supérfluo para o repartirmos com os nossos irmãos, em sermos sinceros na modéstia da regularidade dos costumes na austeridade do proceder. Estes são o jejum e a prece que expelem os demônios da pior espécie que nos tronam surdos mudos e cegos ocasionando a nossa queda hora no fogo hora na agua.
  22. 22. Meios de combater a obsessão Certas pessoas preferem, uma receita mais fácil para afastar os maus Espíritos: algumas palavras a dizer ou alguns sinais afazer, o que seria mais cômodo ,mas não conhecemos nenhum outro procedimento mais eficaz para vencer um inimigo do que ser mais forte do que ele. É preciso, pois, se persuadir de que não há, para alcançar esse objetivo, nem palavras sacramentais, nem fórmulas, nem talismãs, nem quaisquer sinais materiais, os maus Espíritos disso se riem e se alegram . Antes de esperar domar os maus Espíritos, é preciso domar a si mesmo. De todos os meios de adquirir a força para a isso chegar, o mais eficaz é a vontade secundada pela prece, a prece de coração se entende, e não de/ palavras às quais a boca tem mais parte que o pensamento.

×