CENTRO DECENTRO DE
TRABALHOS ESPÍRITATRABALHOS ESPÍRITA
ANA LUZANA LUZ
MEDIUNIDADE E MÉDIUM
1804-1869
Roteiro 1 – Influência dos Espíritos
em nossos pensamentos e atos, e nos
acontecimentos da vida;
Módulo V
Roteiro 2 – Mediunidade e médium;
Roteiro 3 – Mediunidade com Jesus.
Comunicabilidade dos Espíritos
MEDIUNIDADE E MÉDIUM
SubsídiosSubsídios
Digamos de início, que a mediunidade é
inerente a uma condição (disposição) orgânica, de
que todos os seres podem ser dotado, como da
de ver, de ouvir, de falar.
Não há nenhuma de que o homem, em
consequência do seu livre-arbítrio, não possa
abusar.
Ora, se Deus não tivesse concedido a
palavra, por exemplo, senão aos que são
incapazes de dizer coisas más, haveria mais
mudos do que falantes.
Deus outorgou as faculdades ao homem,
dando-lhe a liberdade de usá-las como quiser,
mas pune sempre aqueles que delas abusam.
Se o poder de comunicar-se com os
Espíritos só fosse dado aos mais dignos, qual
aquele que ousaria pretende-lo?
E onde estaria o limite da dignidade e da
indignidade?
A mediunidade é dada (conferida) sem
distinção, a fim de que os Espíritos possam levar
(trazer) a luz a todas as camadas, a todas as
classes da sociedade, ao pobre como ao rico:
Aos virtuosos, para os fortalecer no bem; e
aos viciosos para os corrigir.
Estes últimos não são os doentes que
precisam de médico?
Por que Deus, que não quer a morte do
pecador, o privaria do socorro que pode tirá-lo da
lama?
Os Bons Espíritos vêm assim em seu
auxílio, e seus conselhos, que ele recebe
diretamente, são de natureza a impressioná-lo
mais vivamente, do que se os recebesse de
maneira indireta.
Deus, na sua bondade, poupa-lhe a pena de
ir procurar a luz à distância, e a mete (a coloca)
nas mãos.
Não será ele bem mais culpado, se não
atentar para ela, isto é, se não a quiser ver?
Poderia recusar-se com a sua ignorância,
quando ele mesmo escreveu com suas mãos, viu
com os próprios olhos, ouviu com os seus
ouvidos e pronunciou com a sua própria boca a
sua condenação?
Se ele não aproveitar, então será punido
com a perda ou a perversão da sua faculdade, de
que os maus Espíritos se apoderação, para o
obsedar e enganar, sem prejuízo das aflições
comuns com que Deus castiga os servos indignos
e os corações endurecidos pelo orgulho e o
egoísmo.
A mediunidade não implica necessariamente
as relações habituais com os Espíritos superiores.
É simplesmente uma aptidão para servir de
instrumento, mais ou menos dócil, aos Espíritos,
em geral (1).
• Segundo Emmanuel, a [...] mediunidade é
aquela luz que seria derramada sobre toda carne
e prometida pelo Divino Mestre aos tempos do
Consolador, atualmente em curso na terra.
[...] Sendo luz que brilha na carne, a mediunidade
é atributo do Espírito, patrimônio da alma imortal,
elemento renovador da posição moral da criatura
terrena, enriquecendo todos os seus valores no
capítulo da virtude e da inteligência, sempre que
se encontre ligada aos princípios evangélicos na
sua trajetória pela face do mundo (7).
Mediunidade [é ainda Emmanuel quem o
diz] é talento do céu, para o serviço de renovação
do mundo.
Lâmpada, que nos cabe acender,
aproveitando o óleo da humildade, é
indispensável nutrir com ela a sublime luz do
amor, a irradiar-se em caridade e compreensão,
para todos os que nos cercam (8).
Por outro lado, toda pessoa que sente a
influência dos Espíritos, em qualquer grau de
intensidade, é médium.
Essa faculdade é inerente ao homem.
Por isso mesmo não constitui privilégio e são
raras as pessoas que não a possuam pelo menos
em estado rudimentar.
Pode-se dizer, pois, que todos são mais ou
menos médiuns.
Usualmente, porém, essa qualidade se aplica
somente aos que possuem uma faculdade
mediúnica bem caracterizada, que se traduz por
efeitos patentes de certa intensidade, o que
depende de uma organização mais ou menos
sensitiva (3).
O que é ser médium?
O médium é o indivíduo que serve de traço
de união aos Espíritos, para que estes possam
Espíritos materializados.
Por conseguinte, sem médium, não há
comunicações tangíveis, mentais, escritas,
físicas, de qualquer natureza que seja (4).
Nota-se, entretanto, que o [...] bom médium
não é, portanto, aquele que tem facilidade de
comunicação, mas o que é simpático aos Bons
Espíritos e só por eles é assistido.
É neste sentido, unicamente, que a
excelência das qualidades morais é de
importância absoluta para a mediunidade (2).
Qual a verdadeira definição da mediunidade?
A missão mediúnica se tem os seus percalços
e as suas lutas dolorosas, é uma das mais belas
oportunidades de progresso e de redenção
concedidas por Deus aos seus filhos misérrimos (6).
Assim é que os [...] grandes Instrutores da
Espiritualidade utilizam-se dos médiuns para a
transmissão de mensagens edificantes,
enriquecendo o Mundo com novas revelações,
conselhos e exortações que favorecem a definitiva
integração a programas emancipadores.
Tudo isso pode o mediunismo conseguir se o
pensamento de Nosso Senhor, repleto de
fraternidade e sabedoria, for a bússola de todas as
realizações.
O perispíritoO perispírito
do médiumdo médium
se expandese expande
O
perispírito
do Espírito
comunicante
também se
expande
O
Espírito
transmite
sua
vontade
ao
médium
Uma atmosfera fluídico
perispiritual comum é formada
O Espírito
comunicante
transmite seu
pensamento ao
perispírito do
médium, o qual
após ser captado, é
encaminhado ao
seu cérebro.
O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO MEDIÚNICO
ReferênciaReferência
BibliográficaBibliográfica
1. KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo
Espiritismo. Tradução de J. Herculano Pires. 70ª
ed. Brás – São Paulo – LAKE 2013 – Cap. XXIV –
Não Por a Candeia Debaixo do Alqueire - Item: Os
Sãos Não Precisam de Médico - Questão 12 -
Págs. 284-285.
2. _______. Pág. 285
3. _______. O livro dos Médiuns. Tradução
de J. Herculano Pires. 27ª ed. Brás - São Paulo:
LAKE, Fevereiro de 2013. Segunda Parte - Cap.
XIV – OS MÉDIUNS - Questão 159 - Pág. 140.
4. ______. Cap. XXII – Da Mediunidade dos
Animais - Questão 236 - Pág. 213.
5. PERALVA, Martins. Estudando a
Mediunidade. 24ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2005 –
Cap. 29 - Pág. 159.
6. XAVIER, Francisco Cândido. O
Consolador. Pelo Espírito Emmanuel – 26ª ed.
Rio de Janeiro: FEB 2004 – Terceira Parte –
Religião - 5. MEDIUNIDADE – Item:
Desenvolvimento - Questão 382 - Págs. 213.
7. _______. Págs. 213-214
6. _______. Dicionário da Alma. Por
Diversos Espíritos – Verbete: Mediunidade - 5ª
ed. Rio de Janeiro: FEB 2004 – Pág. 255.
Roteiro 2   mediunidade e médium

Roteiro 2 mediunidade e médium

  • 1.
    CENTRO DECENTRO DE TRABALHOSESPÍRITATRABALHOS ESPÍRITA ANA LUZANA LUZ MEDIUNIDADE E MÉDIUM
  • 2.
  • 4.
    Roteiro 1 –Influência dos Espíritos em nossos pensamentos e atos, e nos acontecimentos da vida; Módulo V Roteiro 2 – Mediunidade e médium; Roteiro 3 – Mediunidade com Jesus. Comunicabilidade dos Espíritos
  • 5.
  • 6.
  • 8.
    Digamos de início,que a mediunidade é inerente a uma condição (disposição) orgânica, de que todos os seres podem ser dotado, como da de ver, de ouvir, de falar. Não há nenhuma de que o homem, em consequência do seu livre-arbítrio, não possa abusar. Ora, se Deus não tivesse concedido a palavra, por exemplo, senão aos que são incapazes de dizer coisas más, haveria mais mudos do que falantes. Deus outorgou as faculdades ao homem, dando-lhe a liberdade de usá-las como quiser, mas pune sempre aqueles que delas abusam.
  • 9.
    Se o poderde comunicar-se com os Espíritos só fosse dado aos mais dignos, qual aquele que ousaria pretende-lo? E onde estaria o limite da dignidade e da indignidade? A mediunidade é dada (conferida) sem distinção, a fim de que os Espíritos possam levar (trazer) a luz a todas as camadas, a todas as classes da sociedade, ao pobre como ao rico: Aos virtuosos, para os fortalecer no bem; e aos viciosos para os corrigir. Estes últimos não são os doentes que precisam de médico?
  • 10.
    Por que Deus,que não quer a morte do pecador, o privaria do socorro que pode tirá-lo da lama? Os Bons Espíritos vêm assim em seu auxílio, e seus conselhos, que ele recebe diretamente, são de natureza a impressioná-lo mais vivamente, do que se os recebesse de maneira indireta. Deus, na sua bondade, poupa-lhe a pena de ir procurar a luz à distância, e a mete (a coloca) nas mãos. Não será ele bem mais culpado, se não atentar para ela, isto é, se não a quiser ver?
  • 11.
    Poderia recusar-se coma sua ignorância, quando ele mesmo escreveu com suas mãos, viu com os próprios olhos, ouviu com os seus ouvidos e pronunciou com a sua própria boca a sua condenação? Se ele não aproveitar, então será punido com a perda ou a perversão da sua faculdade, de que os maus Espíritos se apoderação, para o obsedar e enganar, sem prejuízo das aflições comuns com que Deus castiga os servos indignos e os corações endurecidos pelo orgulho e o egoísmo. A mediunidade não implica necessariamente as relações habituais com os Espíritos superiores.
  • 12.
    É simplesmente umaaptidão para servir de instrumento, mais ou menos dócil, aos Espíritos, em geral (1). • Segundo Emmanuel, a [...] mediunidade é aquela luz que seria derramada sobre toda carne e prometida pelo Divino Mestre aos tempos do Consolador, atualmente em curso na terra. [...] Sendo luz que brilha na carne, a mediunidade é atributo do Espírito, patrimônio da alma imortal, elemento renovador da posição moral da criatura terrena, enriquecendo todos os seus valores no capítulo da virtude e da inteligência, sempre que se encontre ligada aos princípios evangélicos na sua trajetória pela face do mundo (7).
  • 13.
    Mediunidade [é aindaEmmanuel quem o diz] é talento do céu, para o serviço de renovação do mundo. Lâmpada, que nos cabe acender, aproveitando o óleo da humildade, é indispensável nutrir com ela a sublime luz do amor, a irradiar-se em caridade e compreensão, para todos os que nos cercam (8). Por outro lado, toda pessoa que sente a influência dos Espíritos, em qualquer grau de intensidade, é médium. Essa faculdade é inerente ao homem.
  • 14.
    Por isso mesmonão constitui privilégio e são raras as pessoas que não a possuam pelo menos em estado rudimentar. Pode-se dizer, pois, que todos são mais ou menos médiuns. Usualmente, porém, essa qualidade se aplica somente aos que possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada, que se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva (3). O que é ser médium? O médium é o indivíduo que serve de traço de união aos Espíritos, para que estes possam
  • 15.
    Espíritos materializados. Por conseguinte,sem médium, não há comunicações tangíveis, mentais, escritas, físicas, de qualquer natureza que seja (4). Nota-se, entretanto, que o [...] bom médium não é, portanto, aquele que tem facilidade de comunicação, mas o que é simpático aos Bons Espíritos e só por eles é assistido. É neste sentido, unicamente, que a excelência das qualidades morais é de importância absoluta para a mediunidade (2). Qual a verdadeira definição da mediunidade?
  • 16.
    A missão mediúnicase tem os seus percalços e as suas lutas dolorosas, é uma das mais belas oportunidades de progresso e de redenção concedidas por Deus aos seus filhos misérrimos (6). Assim é que os [...] grandes Instrutores da Espiritualidade utilizam-se dos médiuns para a transmissão de mensagens edificantes, enriquecendo o Mundo com novas revelações, conselhos e exortações que favorecem a definitiva integração a programas emancipadores. Tudo isso pode o mediunismo conseguir se o pensamento de Nosso Senhor, repleto de fraternidade e sabedoria, for a bússola de todas as realizações.
  • 17.
    O perispíritoO perispírito domédiumdo médium se expandese expande O perispírito do Espírito comunicante também se expande O Espírito transmite sua vontade ao médium Uma atmosfera fluídico perispiritual comum é formada
  • 18.
    O Espírito comunicante transmite seu pensamentoao perispírito do médium, o qual após ser captado, é encaminhado ao seu cérebro. O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO MEDIÚNICO
  • 19.
  • 20.
    1. KARDEC, Allan.O Evangelho Segundo Espiritismo. Tradução de J. Herculano Pires. 70ª ed. Brás – São Paulo – LAKE 2013 – Cap. XXIV – Não Por a Candeia Debaixo do Alqueire - Item: Os Sãos Não Precisam de Médico - Questão 12 - Págs. 284-285. 2. _______. Pág. 285 3. _______. O livro dos Médiuns. Tradução de J. Herculano Pires. 27ª ed. Brás - São Paulo: LAKE, Fevereiro de 2013. Segunda Parte - Cap. XIV – OS MÉDIUNS - Questão 159 - Pág. 140. 4. ______. Cap. XXII – Da Mediunidade dos Animais - Questão 236 - Pág. 213.
  • 21.
    5. PERALVA, Martins.Estudando a Mediunidade. 24ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2005 – Cap. 29 - Pág. 159. 6. XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel – 26ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2004 – Terceira Parte – Religião - 5. MEDIUNIDADE – Item: Desenvolvimento - Questão 382 - Págs. 213. 7. _______. Págs. 213-214 6. _______. Dicionário da Alma. Por Diversos Espíritos – Verbete: Mediunidade - 5ª ed. Rio de Janeiro: FEB 2004 – Pág. 255.