Direito a vida

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Eutanásia - Direito a Vida

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Direito a vida

  1. 1. Em defesa da vida DOUTRINA ESPÍRITA
  2. 2. JESUS RESSUSCITA LÁZARO E, tendo di to isto, clamou com grande voz: Lázaro, sai para fora. João 11:43
  3. 3. Ainda que estejam desfalecentes todas as esperanças, o direito à vida é inviolável.
  4. 4. INSTRUÇÃO DE SÃO LUÍS NO ITEM 28 CAP. V BEM AVENTURADOS OS AFLITOS Um homem está agonizante, presa de cruéis sofrimentos. Sabe-se que seu estado é desesperador. Será lícito pouparem –se - lhe alguns instantes de angústias, apressando –se -lhe o fim?
  5. 5. Acelerar o processo natural de maturação da larva facilitando o nascimento de uma lagarta, embora pareça uma ajuda, na verdade atrapalha. Tocar o casulo e antecipar o processo pode comprometer para sempre a possibilidade de ter asas e de ser uma borboleta. A larva que é ajudada, à revelia de seu tempo fica condenada a ter o corpo murcho, tornar-se um ser preso ao solo, rastejando para sempre ( Marcos Bersam)
  6. 6. André Luiz – Evolução em dois mundos 1958- Comparação do processo de morrer com a metamorfose da borboleta
  7. 7. No estágio final da metamorfose, a lagarta começa a diminuir os seus movimentos, até paralisá-los completamente. Sua digestão fica totalmente paralisada e ela não consome mais nenhum tipo de alimento. Ela permanece imóvel, transformando-se em crisálida. Nesse estado, pode ficar alguns dias e até meses na posição de crisálida.
  8. 8. Histólise : Deterioração e dissolução dos tecidos orgânicos. Histogênese : Formação e desenvolvimento dos diferentes tecidos embrionários. Modificação que se opera nos tecidos dos insetos, ao término da metamorfose Os sistemas digestivos e musculares sofrem alterações de cunho degenerativo, reconstruindo-se depois em bases novas. Nessa reconstrução (histogênese), formam-se novo orifício bucal e trompas de sucção e os músculos estriados são substituídos por órgãos novos.
  9. 9. ASSIM, UM BELO DIA, UMA LINDA BORBOLETA DEIXA O CASULO.
  10. 10. Com o esgotamento da força vital, em virtude da idade avançada, da enfermidade ou por algum outro fator destrutivo externo, declinam as forças fisiológicas, paralisam-se os movimentos corpóreos e o paciente, em estado terminal, não mais tolera a alimentação.
  11. 11. . A imobilização lembra o estágio de pupa ou crisálida. E assim como a lagarta produz os filamentos com que se enovela no casulo, também a alma envolve-se nos fios dos próprios pensamentos. Nessa fase, há o predomínio das forças mentais, tecido com as próprias ideias reflexas dominantes do Espírito, estabelecendo-se estado de crisálida, por um período que varia entre minutos, horas, dias, meses ou decênios
  12. 12. Com a morte, há destruição dos tecidos corpóreos (histólise) e, ao mesmo tempo, uma reconstrução (histogênese) de alguns tecidos do corpo espiritual ou envoltório sutil. Este é em tudo semelhante ao corpo físico, só que construído de outro tipo de matéria, ainda desconhecido da Ciência, e que serve de vestimenta ao Espírito na outra dimensão da vida
  13. 13. Somente ao término desse processo de reconstituição do corpo espiritual, a borboleta abandona o casulo, isto é, o Espírito larga o corpo físico, ao qual se uniu, temporariamente durante a existência física
  14. 14. SÃO LUÍS- PARIS, 1860 “Quem vos daria o direito de prejulgar os desígnios de Deus? Não pode ele conduzir o homem até à borda do fosso, para daí o retirar, a fim de fazê-lo voltar a si e alimentar ideias diversas das que tinha? Ainda que haja chegado ao último extremo um moribundo, ninguém pode afirmar com segurança que lhe haja soado a hora derradeira. A Ciência não se terá enganado nunca em suas previsões? … Pois bem: essa hora de graça, que lhe é concedida, pode ser-lhe de grande importância. Desconheceis as reflexões que seu Espírito poderá fazer nas convulsões da agonia e quantos tormentos lhe pode poupar um relâmpago de arrependimento… Minorai os derradeiros sofrimentos, quanto o puderdes; mas, guardai-vos de abreviar a vida, ainda que de um minuto, porque esse minuto pode evitar muitas lágrimas no futuro.”
  15. 15. Distanásia = atitude médica que, na intenção de estender a vida do paciente terminal, submete este a grande sofrimento. Essa conduta não prolonga a vida propriamente dita, mas o processo de morrer. Ortotanásia processo pelo qual se opta por não submeter um paciente terminal a procedimentos invasivos que adiam sua morte, mas, ao mesmo tempo, comprometem sua qualidade de vida. Assim, a ortotanásia foca na adoção de procedimentos paliativos, buscando o controle da dor e de outros Eutanásia = Ação de provocar morte (indolor) a um paciente atingido por uma doença sem cura que causa sofrimento e/ou dor insuportáveis
  16. 16. Países que sofrem pressões para a legalização Países onde a eutanásia é permitida
  17. 17. Mortes anuais na Holanda Mortes Naturais São apressadas por médicos Suicidios assistidos Eutanásia autorizada Eutanásia não consentida
  18. 18. OPINIÕES FAVORÁVEIS "Depois de um ano a medicina já não é obrigada a persistir com o tratamento, quando a situação do paciente é irreversível". Especialista em bioética de Buenos Aires Juan Carlos Tealdi Caso Vicent Humbert
  19. 19. Para boa parte da humanidade, o sofrimento e a angústia provocados por uma situação extrema é um mal que deve ser eliminado a qualquer preço. Alegam incapacidade de enfrentar e suportar um drama desta proporção. Assim eliminar a dor através da aceleração do processo da morte para o instante considerado oportuno é justificado por uma falsa compaixão e pela visão utilitarista de baixar os custos hospitalares.
  20. 20. Os homens continuam a reconhecer a importância capital da vida humana a despeito do desolador avanço da cultura da morte nos meios ditos “intelectuais”. Ainda há esperança!
  21. 21. . Pais que mantiveram o filho vivo por anos revezando-se diuturnament e no bombeio de um saco ressuscitador
  22. 22. OS SÃOS NÃO PRECISAM DE MÉDICO
  23. 23. CASOS DE BEZERRA DE MENEZES Psicograf ia de Yvonne do Amaral
  24. 24. “ Q UA N D O ALGUÉM NÃO SENTE O MAL QUE PRATICA, EM VERDADE CARREGA CONSIGO A CONSCIÊNCIA MORTA. É UM MORTO-VIVO."
  25. 25. “DESPERTA TU QUE DORMES” DO SONO DA IGNORÂNCIA
  26. 26. Coloquemos o amor em benefício dos outros, confiando na solicitude e na misericórdia divina, que nunca nos desampara. E, se houver alguma dúvida sobre o que fazer, recordemos Jesus, o Mestre dos mestres, e perguntemos: o que Ele faria no meu lugar? Certamente, em compreendendo os desígnios divinos, sempre justos, Ele teria resignação, fé e coragem para sempre viver e permitir que a vida nos abençoe com novas e abençoadas oportunidades.

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