Ultrassonografia morfológica e malformações do sistema nervoso central

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ULTRASSONOGRAFIA MORFOLÓGICA
É o exame que permite avaliar toda anatomia interna e externa do feto em desenvolvimento.

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Ultrassonografia morfológica e malformações do sistema nervoso central

  1. 1. ULTRASSONOGRAFIA MORFOLÓGICA E MALFORMAÇÕES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL Salvador 2014
  2. 2. • Docente: • Daniela Ribeiro  Discente:  Jurineide Pinto  Uiliam Florentino dos Santos Salvador 2014 RETIRADO: https:.google.com.br/
  3. 3. Autores  Fredy Torrico Orellana:  Pós-Graduado (Especialização Latu Sensu) em Ultrassonografia Geral- Schola Fértile/ PUC Góias.  Waldemar Naves do Amaral:  Professor titular do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás, Vice presidente da Sociedade Brasileira de Ultrassonografia, Mestre IPTESP-UFG, Doutor pelo IPTESP-UFG, presidente Nacional da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.
  4. 4. Objetivo  É realizar uma revisão de literatura sobre o diagnóstico pré-natal das principais malformações do sistema nervoso central através da ultrassonografia morfológica. Problema  A importância da US no diagnóstico de prevalência de anomalias congênitas, morbimortalidade perinatal, as malformações do sistema nervoso central (SNC). Metodologia • Método comparativo: Pela comparação de fatos. • Método monográfico: Pelo aprofundamento de estudos • Método estatístico: Apresentação de dados numéricos. • Método funcionalista: Por representar um benefício social
  5. 5. Ultrassonografia Morfológica O que é?  É o exame que permite avaliar toda anatomia interna e externa do feto em desenvolvimento. Malformação Congênita • É toda anomalia orgânica funcional ou estrutural derivada de fatores presentes antes do nascimento, ainda que a alteração não seja aparente no nascimento e se manifeste tardiamente. As causas estão ligadas a eventos que precedem ao nascimento, podendo ser herdada ou adquirida. A detecção de anomalias congênitas é uma das metas da assistência pré-natal. Organização Mundial de Saúde
  6. 6. PRINCIPAIS PATOLOGIAS  HIDROCEFALIA  HOLOPROSENCEFALIA  AGENESIA DO CORPO CALOSO  MALFORMAÇÃO DE DANDY-WALKER  DEFEITOS DO FECHAMENTO DO TUDO NEURAL  ANENCEFALIA  ESPINHA BÍFIDA  INIENCEFALIA
  7. 7. Hidrocefalia  É o aumento dos cornos ventriculares acima de dois desvios padrões ou quando a relação ventrículo/hemisfério é maior que o percentil 95 para idade gestacional.
  8. 8. Holoprosencefalia: • É um defeito cerebral causado pela ausência de divisão adequada do prosencéfalo, ocorrendo entre o 18º e 28º dias de gestação.
  9. 9. Agenesia do corpo caloso  É a ausência total ou parcial do corpo caloso.  Sua incidência é incerta sendo encontrada em 0,7% em uma série.
  10. 10. Malformação de Dandy-Walker  É a agenesia total ou parcial do vérmis cerebelar permitindo a comunicação do quarto ventrículo com a cisterna Magna.
  11. 11. Defeitos do Fechamento do Tubo Neural  São malformações congênitas frequentes que ocorrem devido a uma falha no fechamento adequado do tubo neural embrionário, durante a quarta semana de embriogênes.
  12. 12. Anencefalia  Anomalia grave e letal, caracterizada pela a ausência do cérebro, podendo em algumas situações existir resquícios de tecido cerebral, acompanhada pela ausência de meninges, calota craniana e pele.
  13. 13. Espinha Bífida  É um defeito da linha média da vértebra, geralmente posterior, que resulta na exposição do conteúdo do canal neural. Ocorre geralmente entre o 18º ao 25º dia de gestação.
  14. 14. Iniencefalia  É um raro e fatal defeito do tubo neural que consistência na ausência da porção escamosa do osso occipital associado à disrafismo da coluna torácica e cervical.
  15. 15. IMAGENS DE US MORFORLOGICAS
  16. 16. Conclusão  A ultrassonografia é um método propedêutico que trouxe benefícios inequívocos para a obstetrícia moderna por se tratar de um procedimento de baixo custo, não invasivo, inócuo e capaz de identificar com detalhes estruturas fetais não identificadas por outros métodos complementares Estudar e avaliar as malformações do sistema nervoso central é importante não só pela suas frequência e letalidade, mas também pelo número e gravidade de sequelas que podem estar associadas, prejudicando a evolução do desenvolvimento fetal.  Os achados mais frequentes de anomalias fetais na ultrassonografia morfológica são: Hidrocefalia, holoprosencefalia, agenesia do corpo caloso, malformação de Dandy- Walker, defeitos do fechamento do tubo neural, anencefalia, espinha bífida e iniecefalia. A ultrassonografia morfológica pré-natal possibilita diagnósticos precoces e precisos de anomalias do SNC, ainda durante a vida intrauterina, e assim, tem sido utilizada como principal método diagnóstico para rastreamento destas anormalidades.
  17. 17. Referências  1. Aguiar MJB, Campos AS, Aguiar RALP, Lana AMA, Magalhães RL, Babeto LT. Neural tube defects and associated factors in liveborn and stillborn infants. J Pediatr 2003;79:129-34.  2. Doubilet PM, Benson CB. Central Nervous System in: Atlas of Ultrasound in Obstetrics and Gynecology: A Multimedia Reference. Philadelphia, PA: Lippincott Williams & Wilkins, 2003b, 421 pp  3. Doubilet PM, Benson CB. Secondan Third Trimester Fetal Anatomy in: Atlas of Ultrasound in Obstetrics and Gynecology: A Multimedia Reference. Philadelphia, PA: Lippincott Williams & Wilkins, 2003a, 421 pp  4. Dubourg C, Bendavid C, Pasquier L, Henry C, Odent S, David V. Holoprosencephaly. Orphanet Journal of Rare Diseases 2007, 2:8  5. Faria M, Pettersen H. Sistema Nervoso Central in: Amaral WN, Cha SC. Tratado de Ultrassonografia IV: Anomalias Fetais. Goiânia:SBUS, 2010  6. Filho FM, Gallarreta FMP. Ultrassonografia Morfológica fetal do segundo trimestre in: Amaral WN, Cha SC. Tratado de Ultrassonografia IV: Anomalias Fetais. Goiânia:SBUS, 2010  7. Gadelha OS, Costa AG, Bezerra EM, Marconato MC. Ultrasonografia no Diagnóstico de Malformções do Sistema Nervoso Central: Aspectos Relevantes. RBUS 2009; 10(11):28-31  8. Hortêncio APB, Landim ER, Nogueira MB, Feitosa FEL, Júnior CAA. Ultrasonographic Evaluation of Fetal Hydrocephalus: Association with Perinatal Mortality. RBGO 2001; 23: 383-9.  9. Minguetti G, Furtado K, Agostini LC. Tomografia Computadorizada na Agenesia do Corpo Caloso: Achados em 27 casos. Arq. Neuro- Psiquiatr. 1998;56:3.  12  13  10. Montandon C, Ribeiro APS, Lobo LVB, Júnior MEM, Teixeira KS. Disgenesias de Corpo Caloso e Malformações associadas. Achados de tomografia computadorizada e ressonância magnética. Radiol Brás 2003; 36:311-6.  11. Neto CN, Souza ASR, Filho OBM, Noronha AMB. Validação do Diagnóstico Ultrassonográfico de anomalias fetais em centro de referência. Ver Assoc Med Brás 2009; 55(5):541-6  12. Nicolaides KH, Berry S, Snijders RJ, Thorpe-Beeston JG, Gosden C. Fetal lateral cerebral ventriculomegaly: associated malformations and chromosomal defects. Fetal Diagn Ther 1990; 5:5-14.  13. Noronha L, Medeiros F, Martins VDM, Sampaio GA, Serapiao MJ, Kastin G, Torres LFB. Malformações do Sistema Nervoso Central. Análise de 157 Necrópsias Pediátricas. Arq Neuropsiquiatr 2000;58:890-6.  14. Pacheco SS, Souza AI, Vidal SA, Guerra GVQL, Filho MB, Baptista EVP, Melo MIB. Neural tube defects prevalence in newborn infants in the Women Care Center of the Instituto Materno Infantil Prof. Fernando Figueira, IMIP: 2000-2004. Rev. Bras. Saúde Matern. Infant., 2006; 6: S35-S42.  15. Pereira CU, Machado JC, Machado SC. Síndrome de Dandy-Walker. RBM rev. bras. med; 2001; 58: 348-9.  16. Pungavkar SA, Sainani NI, Karnik AS, Mohanty PH, Lawande MA, Patkar DP, Sinha S. Antenatal Diagnosis of Iniencephaly: Sonographic and MR Correlation: A Case Report. Korean J Radiol 2007;8:351-55.  17. Rojas AA, Nazer JH, Bentjerodt RR. Prevention of neural tube defects: in purpose of na iniencephaly case. Rev. chil. obstet. gineol; 1994;59: 53-6.  18. Santos RS, Dias IMV. Refletindo sobre malformação congênita. Rev Brás Enferm 2005; 58(5):592-6  19. Vaz-Oliani DCM, Spressão M, Dias CM, Oliani AH. Ultrassonografia Morfológica do primeiro trimestre in: Amaral WN, Cha SC. Tratado de Ultrassonografia IV: Anomalias Fetais. Goiânia:SBUS, 2010

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