Rastreabilidade

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Seminário apresentado na aula de Negócios Veterinários IV na Universidade Anhembi Morumbi

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Rastreabilidade

  1. 1. Negócios Veterinários IV Prof: Mauricio Salvador
  2. 2. <ul><li>A Rastreabilidade consiste no acompanhamento e documentação de todas as atividades críticas a qualidade do processo de produção, bem como a recuperação das informações baseado no lote ou período de produção de um dado produto. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>A rastreabilidade tornou-se moda no final da década de 90, mas já era feita, ainda que de modo incompleto, há bastante tempo na produção animal brasileira e mundial. Com o passar do tempo, as informações nelas contidas se tornaram insuficientes para abranger o processo na sua totalidade. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>por motivos econômicos, sanitários e políticos; produtores, países e organizações desenvolveram e praticam os processos de rastreamento para oferecer as informações exigidas e assegurar as suas participações nos mercados local, regional e global. </li></ul><ul><li>Com a finalidade de oferecer segurança e satisfazer as necessidades de seus clientes </li></ul>
  5. 6. <ul><li>“ Vaca louca” identificação individual dos animais e a etiquetagem dos cortes </li></ul>Ter a certificação de origem dos animais e a possibilidade de rastrear o produto
  6. 8. <ul><li>Para fazer frente às exigências dos importadores, em janeiro de 2002, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, editou a Instrução Normativa 1/2002, criando o SISBOV - Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação Bovina e Bubalina. </li></ul>
  7. 9. <ul><li>Desde junho de 2003 é exigido o registro do gado na Base Nacional de Dados (BND) até 40 dias antes do abate, Por outro lado, com a publicação da Instrução Normativa n°88 no Diário da União, em 15 de dezembro de 2003, o MAPA definiu o prazo mínimo de registro dos animais para o SISBOV, garantindo que os animais abatidos cujo destino da carne é o exterior estejam devidamente rastreados, o que vem sendo aplicado desde 15 de março de 2004. </li></ul>
  8. 10. <ul><li>O Brasil foi classificado na categoria I, onde estão os países com menor risco. Com a exigência da rastreabilidade pretendem garantir que, na ocorrência de algum caso de contaminação, a causa possa ser rapidamente identificada e eliminada, evitando assim o alastramento do problema. </li></ul>
  9. 11. <ul><li>Armazenamento de informações de matérias primas, mão de obra, maquinário e processos; </li></ul><ul><li>Consulta dos componentes utilizados em cada lote, para fins de qualidade e produtividade. </li></ul><ul><li>Rastreabilidade e Análise de Informações Históricas de produção ( processo, eventos, lotes ), ligadas ao lotes, cliente, turno e produto. </li></ul>
  10. 12. <ul><li>A identificação individual de cada animal deve ser acompanhada de informações sobre a propriedade de origem, o mês do nascimento ou a data de ingresso na propriedade, o sexo do animal, o sistema de criação e alimentação, o registro de movimentações e dados sanitários, como vacinações, tratamentos e programas sanitários. </li></ul>
  11. 14. <ul><li>A Embrapa Gado de Corte </li></ul>Chip de rastreamento captada por uma antena Armazenamento de informações Pesquisas
  12. 16. <ul><li>Para os animais adultos, foi desenvolvido um transponder para ser depositado no seu rúmen. Os bezerros recém-nascidos, por sua vez, carregam um chip na prega umbilical. </li></ul>
  13. 17. <ul><li>Embrapa </li></ul>“ teclado do peão” Ganhou esse apelido por tornar fácil o trato de animais rastreados e o manuseio das ferramentas do rastreamento eletrônico para todos os trabalhadores do setor produtivo. O objetivo desse aparato está na confiabilidade das informações e na eficiência ao longo de todas as etapas da produção animal.
  14. 18. <ul><li>Importação dos chips </li></ul><ul><li>Fraudes </li></ul><ul><li>Fiscalizar e certificar o processo de carne </li></ul><ul><li>Aumento do preço da carne </li></ul><ul><li>Custo do chip </li></ul><ul><li>falta de eletricidade em muitas propriedades </li></ul><ul><li>a falta de preparo da mão-de-obra </li></ul>
  15. 19. <ul><li>Concluindo, pode-se considerar que a rastreablidade apresenta-se como operação uma das mais importantes da pecuária de corte no momento, destacando-se ainda mais na criação de uma nova cultura entre os produtores, transformando a clássica fazenda em uma empresa rural e coseqüentemente exigindo que o produtor ou fazendeiro agregue novos conhecimentos e técnicas, tornando-se um verdadeiro administrador a procura de competências capazes de garantir a sobrevivência, o crescimento e a lucratividade do negócio rural. </li></ul>
  16. 20. <ul><li>http://www. universia .com. br/materia/materia . jsp ? id=5512 </li></ul><ul><li>http://www. confea .org. br/revista/materias/edicao_11/materia_05/materia . asp </li></ul><ul><li>http://www. confea .org. br/revista/materias/edicao_11/materia_05/materia . asp </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=5512 - 38k –  </li></ul><ul><li>http:// www.fatec.com.br/rastreabilidade.html   </li></ul><ul><li>http:// www.cube.com.br/?p =5 </li></ul><ul><li>http://www. fatec .com. br/rastreabilidade . html </li></ul>
  17. 21. <ul><li>Amanda Guelfi </li></ul><ul><li>Mariana Botelho </li></ul><ul><li>Renata Lemes </li></ul>

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