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22/08/13
São Carlos
RAIVA EM HERBÍVOROS
SITUAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO
Paulo Fadil
Médico Veterinário formado pela Universidade Estadual de Londrina em
1985
1.986 a 1.994 - COBRAC - Cooperativa Agropecuária do Brasil Central -
Araçatuba - SP
1.994 a 2.001 - FUNDEPEC - Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do
Estado de São Paulo - Ribeirão Preto
2.002 a 2.007 - Fort Dodge Saúde Animal Ltda.
2.008 - Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SAA) - Coordenadoria
de Defesa Agropecuária
02 de agosto 2013 - Gerente do Programa Estadual de Controle da Raiva
dos Herbívoros
Defesa Sanitária Animal no Estado
de São Paulo
Defesa Sanitária Animal no Estado
de São Paulo
• Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SAA)
• Órgão executor em SP:
– Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA)
– 40 Escritórios de Defesa Agropecuária (EDA)
– 80 Inspetorias de Defesa Agropecuária (IDA)
– 1 Laboratório Estadual Oficial
Cabeças
1.263.010
27.543
Suinocultura
m2 Tanques
20.498.800
2.904
Piscicultura
Cabeças
507.694
9.986
Ovinocultura
Cabeças
4.777
63
Javalis (Criadouro)
Cabeças
374.829
100.610
Eqüinocultura
Cabeças
3.527.798
107
Coturnicultura
Cabeças
52.978
2.678
Caprinocultura
Cabeças
68.936
564
Bubalinocultura
Cabeças
11.493.382
152.012
Bovinocultura
Cabeças
36.326.024
523
Avicultura para Ovos
Cabeças
2.000
24
Avicultura Ornamental
Cab./Alojamento
121.543.605
5.177
Avicultura de Corte
Cabeças
16.065.384
262
Avicultura Reprodução
Cabeças
29.145
12.427
Asininos e Muares
Colméias
48.186
1.678
Apicultura
UNIDADE
QUANTIDADE
N° PROPRIEDADES
CRIAÇÃO
Explorações Animais, Estado de São Paulo.
Cabeças
1.263.010
27.543
Suinocultura
m2 Tanques
20.498.800
2.904
Piscicultura
Cabeças
507.694
9.986
Ovinocultura
Cabeças
4.777
63
Javalis (Criadouro)
Cabeças
374.829
100.610
Eqüinocultura
Cabeças
3.527.798
107
Coturnicultura
Cabeças
52.978
2.678
Caprinocultura
Cabeças
68.936
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Bubalinocultura
Cabeças
11.493.382
152.012
Bovinocultura
Cabeças
36.326.024
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Avicultura para Ovos
Cabeças
2.000
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Avicultura Ornamental
Cab./Alojamento
121.543.605
5.177
Avicultura de Corte
Cabeças
16.065.384
262
Avicultura Reprodução
Cabeças
29.145
12.427
Asininos e Muares
Colméias
48.186
1.678
Apicultura
UNIDADE
QUANTIDADE
N° PROPRIEDADES
CRIAÇÃO
Explorações Animais, Estado de São Paulo.
Veterinários na CDA
Unidade
Central
Unidades
Regionais
Unidades
Veterinárias
Locais
Laboratórios
Estaduais
Oficiais
Cargos de Direção 4 18 0 1 23
PECRH + Programas 1 73 68 0 142
Epidemiologia 1 0 0 0 1
Inspeção de Produtos
de Origem Animal
3 5 0 0 8
Outros setores 9 0 0 0 9
TOTAL 18 96 68 1 183
Atuação da Defesa Sanitária Animal
• CEDESA: Centro de Defesa Sanitária Animal
• Programa de erradicação da febre aftosa
• Programa de combate a raiva dos herbívoros
• Programa de controle e erradicação da brucelose e tuberculose bovina
• Vigilância ativa para a Encefalopatia Espongiforme Bovina
• Programa de sanidade dos suínos
• Programa de sanidade avícola
• Programa de controle da anemia infecciosa equina – AIE
• Programa de sanidade de caprinos e ovinos
• Programa de fiscalização do comércio de produtos de uso veterinário
• Programa de fiscalização da mobilização e dos eventos de
concentração de animais
• Fiscalização do trânsito de animais e produtos de origem animal
• Rastreabilidade : SISBOV
• CIPOA: Centro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISP)
PROGRAMA DE VIGILÂNCIA DA
ENCEFALOPATIA ESPONGIFORME BOVINA -EEB
Monitoramento de bovinos importados
Bovinos importados cadastrados 5.169
Bovinos mortos/sacrificados 3.498
Animais em monitoramento 1.671
GEASE
GRUPO ESPECIAL DE ATENDIMENTO
A SUSPEITA DE ENFERMIDADES
EMERGENCIAIS
PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DA
FEBRE AFTOSA
Certificação de Propriedades Monitoradas
Público Alvo - Produtores de corte (produção/genética)
Aplicação de principios de gestão de risco
Certificação de Propriedades Livres
Público alvo - Produtores de leite e de genética
Normas seguem padrões internacionais
VOLUNTÁRIAS
Controle de trânsito e eventos
Animais destinados à reprodução
Trânsito interestadual e exposições
Vacinação obrigatória de bezerras - Brucelose
3 a 8 meses de idade
Adesão das UF até Dez/2003
COMPULSÓRIAS
MEDIDAS
Programa de Controle e Erradicação da
Brucelose (B. abortus) e Tuberculose (M. bovis)
Programa de Sanidade Avícola
Doença de Newcastle – Erradicada; Influenza Aviária - Exótica
Certificação de Núcleos Livres para Salmonelas e Micoplasmas
PESCO
Programa Estadual de Sanidade
de Caprinos e Ovinos
Influenza Eqüina
•RNA vírus da família ORTOMIXOVÍRUS Tipo A, subtipos Equi 1 e Equi 2
Encefalomielite
•Família dos Togavírus ou Alfavírus RNA
Programa de sanidade dos equideos
AIE e Mormo
•Sacrifício de animais positivos e atuação no perifoco
Eventos de concentração animal
Documentos, de acordo com o
art. 38 do Decreto Estadual
45.781/01:
- Certificado de Regularidade e
Registro de Pessoa Jurídica -
CRMV/SP
- Prova de Responsabilidade
Técnica - Médico Veterinário
habilitado pelo MAPA para emissão
de GTA de egresso de animais de
concentração animal: contrato de
responsabilidade técnica ou carteira
de trabalho;
Programa de Sanidade dos Suídeos
OBRIGATÓRIAS
 TUBERCULOSE
 BRUCELOSE
 SARNA
 LEPTOSPIROSE
OPCIONAIS
DISENTERIA SUÍNA, RINITE
ATRÓFICA, PNEUMONIA
MICOPLÁSMICA,
PLEUROPNEUMONIA SUÍNA
GRANJA DE REPRODUTORES SUÍDEOS CERTIFICADAS
PESTE SUÍNA CLÁSSICA
DOENÇA DE AUJESZKY
MAIORES ENFOQUES
Sistema Brasileiro de
Identificação e Certificação de
Origem Bovina e Bubalina
SISBOV
FISCALIZAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS E INSUMOS
VETERINÁRIOS E PRODUTOS DE ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS DE
PECULIAR INTERESSE DO ESTADO
148
257
Laticínios
248
357
Totais
51
22
Matadouro de Aves e Coelhos
2
7
Matadouro de Ovinos e Caprinos
47
71
Matadouro Frigorífico de Bovinos e Suínos
SIF
SISP
ESTABELECIMENTO DE ABATE/LATICÍNIOS
148
257
Laticínios
248
357
Totais
51
22
Matadouro de Aves e Coelhos
2
7
Matadouro de Ovinos e Caprinos
47
71
Matadouro Frigorífico de Bovinos e Suínos
SIF
SISP
ESTABELECIMENTO DE ABATE/LATICÍNIOS
Estabelecimentos SISP
Fiscalização do Trânsito
PROGRAMA DE CONTROLE
DA RAIVA DOS HERBIVOROS
CLASSIFICAÇÃO DO ESTADO
SEGUNDO RISCO DE OCORRÊNCIA DA RAIVA
Área Epidêmica
Área endêmica
Área esporádica
RECOMENDAÇÃO DE VACINAÇÃO
ÁREA DE RISCO
MAPA
UNIVERSIDADES
INSTITUTOS DE PESQUISA
LABORATÓRIOS
SECRETARIAS DE ESTADO
PREFEITURAS
VACINAÇÃO
CONTROLE/VIGILÂNCIA DE
MORCEGOS HEMATÓFAGOS
ATENDIMENTO A FOCO
EDUCAÇÃO SANITÁRIA
PLANO DE AÇÃO PARA O CONTROLE DA RAIVA
COMPROMETIMENTO COM ORGÃOS
ENVOLVIDOS NO CONTROLE
TRANSMISSOR
Classificação
• Classe Mammalia,
• Ordem Chiroptera,
• Subordem Microchiroptera,
• Família Phyllostomidae
• Subfamília Desmodontinae.
– Desmodus rotundus (Geoffroy, 1810)
– Diphylla ecaudata (Spix, 1823)
– Diaemus youngii (JentinK, 1893).
Morfologia
• Morcego de porte médio
• Envergadura de 37 cm
• Pesando por volta de 29g
• Possui orelhas curtas e de
extremidade pontiaguda
• Lábio inferior tem um sulco
mediano em forma de “V”
Seu corpo é coberto por pelos curtos,
densos, de cor castanha, sendo os do
dorso mais escuros que os do ventre.
TRANSMISSOR
• Alimentação: Sangue de mamíferos
podendo aceitar aves e pessoas.
• Agrupamentos: colônias com 10 a 50
indivíduos são mais comuns, existindo
colônias com mais de 100 exemplares.
COMO RECONHECER ?
Foto: Roberto P. Gigliotti
Foto: Roberto P. Gigliotti
Foto: Roberto P. Gigliotti
Abrigos
Cavernas, bueiros, ocos de
árvores, minas, grutas, sob
ponte, túneis, forno de carvão
abandonado, porões de casas
abandonadas.
ABRIGOS
Foto: Roberto P. Gigliotti
Foto: Roberto P. Gigliotti
Foto: Roberto P. Gigliotti
Foto: Roberto P. Gigliotti
Foto: Roberto P. Gigliotti
Foto: Roberto P. Gigliotti
Foto: Roberto P. Gigliotti
Desmodus rotundus
Prejuízos econômicos
PORQUE CONTROLAR
PORQUE É O PRINCIPAL
TRANSMISSOR DA RAIVA PARA OS
HERBÍVOROS
CAUSA PREJUÍZOS ECONÔMICOS
- O DESEQUILÍBRIO O FAVORECE
- NÃO TEM INIMIGO NATURAL
TODAATIVIDADE DE DEFESA
SANITÁRIA TEM QUE ESTAR
RESPALDADA NUM
INSTRUMENTO LEGAL
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005 DE
01 DE MARÇO DE 2002
RESOLUÇÃO SAA 1,
DE 17 DE JANEIRO DE 2002
ANEXO III
Art. 23. Os refúgios de morcegos hematófagos,
notadamente os da espécie Desmodus rotundus,
notificados ao Serviço Veterinário Oficial,
deverão ser cadastrados e revisados
periodicamente, visando a manter o efetivo
controle das populações de morcegos neles
existentes.
Art. 31. A vigilância dos transmissores deverá ser
constantemente mantida por meio da verificação
do coeficiente de mordeduras e da dinâmica de
suas populações.
MÉTODOS DE CONTROLE
MÉTODOS RESTRITIVOS
MÉTODOS SELETIVOS
MÉTODOS RESTRITIVOS
FOLCLÓRICO
MÉTODOS RESTRITIVOS
USO DA LUZ
MÉTODOS RESTRITIVOS
USO DE BARREIRA MECÂNICA
MÉTODOS DE CONTROLE SELETIVO
DIRETO
INDIRETO
Comportamento Social
Eles possuem o hábito de fazer a
higiene corporal lambendo-se.
Warfarina - um anticoagulante
que atua inibindo a ação das
duas redutases no ciclo da
vitamina K, limitando o processo
de formação dos fatores de
coagulação.
MÉTODO SELETIVO INDIRETO
MÉTODO SELETIVO INDIRETO
MÉTODO SELETIVO INDIRETO
MÉTODO SELETIVO DIRETO
MUTIRÃO
Técnicos Agropecuários
Técnicos Agropecuários na
CDA
Unidade
Central
Unidades
Regionais
Unidades
Veterinárias
Locais
Mutirão
PECRH 0 10 0 16 26
Outros programas 3 68 152 0 223
TOTAL 3 78 152 18 249
EQUIPAMENTOS
Mais de 4.000 abrigos cadastrados no estado.
MUNICÍPIO PROPRIEDADE º ‘ “ º ‘ “ UTILIZAÇÃO TIPO
Serra Negra Fda S.Luiz -Wilson Ferreira Martins (Arrend.) 22 33 20,5 46 45 16,1 Macho Casa
Serra Negra Fda California(Fda S.Antonio) -Antonio Jose Sales 22 34 37,9 46 44 19,7 Digestório Tulha
Serra Negra Fda S.Gabriel -Giocondo Milani 22 37 28,4 46 38 58,9 Macho Alambique
Serra Negra S.das Acacias -Maria Della Jorge 22 35 25,6 46 43 41,7 Macho Tulha
Serra Negra S.Sete Volta -Helio Bernardo (Nene Boiadeiro) 22 32 57,3 46 39 46,0 Maternidade Tunel
Serra Negra S.Sete Volta -Helio Bernardo (Nene Boiadeiro) 22 32 53 46 39 46,5 Maternidade Tunel
Serra Negra S.Sete Volta -Helio Bernardo (9138-3913) 22 32 50 46 39 44,0 Maternidade Tunel
Serra Negra Fda Sto Antonio da Harmonia -Gladis Vilela 22 32 40,5 46 38 6,5 Macho Casa Ab
Serra Negra Clube Batuque (Abandonado) -Lindóia-S.Negra 22 34 36 46 40 18,5 Macho Club Ab.
Serra Negra S.Estrela da Serra -Jose Valter Zochio 22 36 45,2 46 37 15,2 Maternidade Gruta
Serra Negra S.Coração de Jesus -Jair Del Santi 22 36 38,4 46 39 26,4 Digestório Gruta
Serra Negra Fda Sto Antonio -Jose Carlos T.Massaro(Carlitos) 22 32 26,3 46 41 26,8 Maternidade C.Noturna
ATIVIDADES U. M. JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL
VIS. A PROP. SEM ATAQUE DE MORC. Nº VISITAS 37 255 356 447 413 675 212 339 112 364 226 0 3436
VIS. A PROP. COM ATAQUE DE MORC. Nº VISITAS 14 54 40 58 48 62 33 62 26 41 4 0 442
INSPEÇÃO DE ABRIGOS Nº DE ABR. 58 93 221 181 119 172 155 339 293 179 46 0 1856
ABRIGOS LOCALIZADOS/CADASTRADOS Nº DE ABR. 10 5 9 40 14 48 10 16 11 6 1 0 170
CAPTURAS EM ABRIGOS Nº CAPTURAS 8 22 37 44 30 32 33 54 52 24 0 0 336
CAPTURAS NOTURNAS Nº CAPTURAS 6 1 4 5 9 13 127 14 4 5 3 0 191
D. ROTUNDUS CAPTURADOS Nº MORCEGOS 93 108 298 374 252 462 291 455 317 177 8 0 2835
MORCEGOS ENVIADOS A LABORATÓRIO Nº MORCEGOS 2 0 1 0 1 3 0 0 1 1 0 0 9
PROP. COM SUSP, DE RAIVA ATENDIDAS Nº PROP. 1 0 0 0 3 0 0 0 0 1 0 0 5
AMOSTRAS COLHIDAS P/DIAGNÓSTICO Nº AMOSTRAS 0 3 0 0 2 0 0 0 0 1 0 0 6
PROP. VISITADAS NO PERIFOCO Nº PROP. 0 225 228 228 380 623 153 144 0 57 3 0 2041
PROP. RECEBERAM ORIENT, TÉCNICA Nº PROP. 72 151 155 346 66 284 218 313 224 470 135 0 2434
PESSOAS REC. ORIENT. TÉCNICA Nº PESSOAS 73 505 374 824 676 1038 510 563 293 649 182 0 5687
FAIXAS COLOCADAS Nº FAIXAS 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
CARTAZES AFIXADOS Nº CARTAZES 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
FOLHETOS DISTRIBUÍDOS Nº FOLHETOS 0 23 0 0 0 0 200 0 43 0 0 0 266
PARTICIP. EM REUNIÕES TÉCNICAS Nº REUNIÕES 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1
MUNICÍPIOS TRABALHADOS*** Nº MUNICÍPIOS 20 24 34 275 37 32 49 47 49 44 14 0 625
QUILÔMETROS PERCORRIDOS Nº KM 3047 10541 15020 13959 12275 21544 15472 16497 14951 16200 5648 0 145154
COMBUSTÍVEL UTILIZADO Nº LITROS 1040 960,78 1501 1295 884 1709 1546 4056,2 1979 1510,5 605 0 17086,4
DIÁRIAS / EQUIPE VALOR R$ 1854 2362,1 6971,5 6158 4903 1596 9990 5897 3412 3717 2893 0 49753,6
Atividades realizadas em 2012
Mutirão CDA - 2012
Municípios atendidos 625
Propriedades visitadas 8.358
Quantidade de abrigos revisados 1.856/170
Capturas realizadas 527
Quantidade de D. rotundus capturados 2.835
MÉTODO SELETIVO DIRETO
FONTE DE ALIMENTAÇÃO
MÉTODO SELETIVO DIRETO
FONTE DE ALIMENTAÇÃO
MÉTODO SELETIVO DIRETO
FONTE DE ALIMENTAÇÃO
MÉTODO SELETIVO DIRETO
ABRIGOS
MÉTODO SELETIVO DIRETO
MÉTODO SELETIVO DIRETO
MÉTODO SELETIVO DIRETO
MÉTODO SELETIVO DIRETO
MÉTODO SELETIVO DIRETO
MÉTODO SELETIVO DIRETO
MÉTODO SELETIVO DIRETO
Mutirão CDA - JAN A SET 2013
Municípios atendidos 317
Propriedades visitadas 1.545
Quantidade de abrigos revisados 1.257
Capturas realizadas 394
Quantidade de D. rotundus capturados 5.048
ATENDIMENTO A FOCO
COLHEITA DE MATERIAL
Abertura do FORM-IN. Junto com o material para
diagnóstico da raiva coleta-se também o tronco
encefálico para vigilância da EEB.
VACINAÇÃO
Recomendada a aplicação nos animais susceptíveis no
foco e nas propriedades vizinhas até um raio de 10 km.
CONTROLE DA POPULAÇÃO DE MORCEGOS HEMATÓFAGOS
Em um raio de 10 km ao redor do foco é feito o controle
da população de Desmodus rotundus.
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Socorro
Pedra Bela
Raiva
Raiva
PROGRAMA CONTROLE RAIVA DOS HERBÍVOROS
EDA DE BRANGANÇA PTA
PERIFOCO EM PEDRA BELA E SOCORRO.
101 PROPRIEDADES VISITADAS
09 CAPTURAS
28 MORCEGOS HEMATÓFAGOS CAPTURADOS
25 DE MAIO DE 2007.
ATENDIMENTO A CASOS SUSPEITOS DE SÍNDROME
NEUROLÓGICA E COLETA DE ENCÉFALO
Ano Herbívoros positivos
2000 804
2001 586
2002 203
2003 119
2004 64
2005 62
2006 61
2007 45
2008 134
2009 86
2010 45
2011 56
2012 211
2013 173
Herbívoros positivos no Estado de São Paulo
Mês
2013
Herbívoros
positivos
Herbívoros
negativos
Total
enviados
Janeiro 13 19 32
Fevereiro 10 14 24
Março 5 22 27
Abril 7 16 23
Maio 13 27 40
Junho 19 21 40
Julho 25 17 42
Agosto 47 22 69
Setembro 20
Outubro 14
TOTAL 173 158 329
Herbívoros positivos no Estado de São Paulo
EDUCAÇÃO SANITÁRIA
CRIADOR
A RAIVA MATA !!!
AJUDE A CONTROLAR
A RAIVA
PROGRAMA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO SANITÁRIA
PROGRAMA ESTADUAL DE CONTROLE DE RAIVA DOS
HERBÍVOROS
Informe ao serviço de defesa agropecuária
quando algum animal morrer com suspeita de
raiva.
Procure identificar em sua propriedade
abrigos (porões, cavernas, bueiros e outros)
de morcegos hematófagos e comunique a
defesa agropecuária.
Qualquer morcego pode transmitir o vírus da
raiva.
NÃO MANIPULE NENHUM TIPO DE
MORCEGO.
Se no seu município ocorrer raiva
frequentemente,
VACINE TODO SEU REBANHO UMA VEZ POR
ANO.
Animal vacinado pela primeira vez deve
receber outra dose 30 dias após.
O principal transmissor da raiva é o
morcego hematófago Desmodus
rotundus.
Existem várias espécies de morcego.
Como saber se o morcego é hematófago?
As fezes desse morcego tem aspecto de
sangue e cheiro forte
NÃO OLHE PARA CIMA, OLHE PARA O
CHÃO
SE O SEU ANIMAL FOR AGREDIDO
POR MORCEGO
Passe a pasta
vampiricida
ao redor da
mordedura
Vacine todos
seus animais
contra a raiva
EDUCAÇÃO SANITÁRIA
EDUCAÇÃO SANITÁRIA
EDUCAÇÃO SANITÁRIA
-INFORMAR OS PRODUTORES SOBRE OS RISCOS E
O QUE É A RAIVA
-INCENTIVAR A COMUNICAÇÃO DOS CASOS
SUSPEITOS DE RAIVA
-INCENTIVAR O USO DA PASTA VAMPIRICIDA AO
REDOR DAS MORDEDURAS
-COMUNICAR OS ABRIGOS ENCONTRADOS
-INCENTIVAR A VACINAÇÃO –
ANIMAL AGREDIDO / REBANHO VACINADO
Saguis
Obrigado
Pela Atenção
fadil@cda.sp.gov.br

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  • 1. 22/08/13 São Carlos RAIVA EM HERBÍVOROS SITUAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO
  • 2. Paulo Fadil Médico Veterinário formado pela Universidade Estadual de Londrina em 1985 1.986 a 1.994 - COBRAC - Cooperativa Agropecuária do Brasil Central - Araçatuba - SP 1.994 a 2.001 - FUNDEPEC - Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado de São Paulo - Ribeirão Preto 2.002 a 2.007 - Fort Dodge Saúde Animal Ltda. 2.008 - Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SAA) - Coordenadoria de Defesa Agropecuária 02 de agosto 2013 - Gerente do Programa Estadual de Controle da Raiva dos Herbívoros
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7. Defesa Sanitária Animal no Estado de São Paulo
  • 8. Defesa Sanitária Animal no Estado de São Paulo • Secretaria da Agricultura e Abastecimento (SAA) • Órgão executor em SP: – Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) – 40 Escritórios de Defesa Agropecuária (EDA) – 80 Inspetorias de Defesa Agropecuária (IDA) – 1 Laboratório Estadual Oficial
  • 9.
  • 10. Cabeças 1.263.010 27.543 Suinocultura m2 Tanques 20.498.800 2.904 Piscicultura Cabeças 507.694 9.986 Ovinocultura Cabeças 4.777 63 Javalis (Criadouro) Cabeças 374.829 100.610 Eqüinocultura Cabeças 3.527.798 107 Coturnicultura Cabeças 52.978 2.678 Caprinocultura Cabeças 68.936 564 Bubalinocultura Cabeças 11.493.382 152.012 Bovinocultura Cabeças 36.326.024 523 Avicultura para Ovos Cabeças 2.000 24 Avicultura Ornamental Cab./Alojamento 121.543.605 5.177 Avicultura de Corte Cabeças 16.065.384 262 Avicultura Reprodução Cabeças 29.145 12.427 Asininos e Muares Colméias 48.186 1.678 Apicultura UNIDADE QUANTIDADE N° PROPRIEDADES CRIAÇÃO Explorações Animais, Estado de São Paulo. Cabeças 1.263.010 27.543 Suinocultura m2 Tanques 20.498.800 2.904 Piscicultura Cabeças 507.694 9.986 Ovinocultura Cabeças 4.777 63 Javalis (Criadouro) Cabeças 374.829 100.610 Eqüinocultura Cabeças 3.527.798 107 Coturnicultura Cabeças 52.978 2.678 Caprinocultura Cabeças 68.936 564 Bubalinocultura Cabeças 11.493.382 152.012 Bovinocultura Cabeças 36.326.024 523 Avicultura para Ovos Cabeças 2.000 24 Avicultura Ornamental Cab./Alojamento 121.543.605 5.177 Avicultura de Corte Cabeças 16.065.384 262 Avicultura Reprodução Cabeças 29.145 12.427 Asininos e Muares Colméias 48.186 1.678 Apicultura UNIDADE QUANTIDADE N° PROPRIEDADES CRIAÇÃO Explorações Animais, Estado de São Paulo.
  • 11. Veterinários na CDA Unidade Central Unidades Regionais Unidades Veterinárias Locais Laboratórios Estaduais Oficiais Cargos de Direção 4 18 0 1 23 PECRH + Programas 1 73 68 0 142 Epidemiologia 1 0 0 0 1 Inspeção de Produtos de Origem Animal 3 5 0 0 8 Outros setores 9 0 0 0 9 TOTAL 18 96 68 1 183
  • 12. Atuação da Defesa Sanitária Animal • CEDESA: Centro de Defesa Sanitária Animal • Programa de erradicação da febre aftosa • Programa de combate a raiva dos herbívoros • Programa de controle e erradicação da brucelose e tuberculose bovina • Vigilância ativa para a Encefalopatia Espongiforme Bovina • Programa de sanidade dos suínos • Programa de sanidade avícola • Programa de controle da anemia infecciosa equina – AIE • Programa de sanidade de caprinos e ovinos • Programa de fiscalização do comércio de produtos de uso veterinário • Programa de fiscalização da mobilização e dos eventos de concentração de animais • Fiscalização do trânsito de animais e produtos de origem animal • Rastreabilidade : SISBOV • CIPOA: Centro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISP)
  • 13. PROGRAMA DE VIGILÂNCIA DA ENCEFALOPATIA ESPONGIFORME BOVINA -EEB Monitoramento de bovinos importados Bovinos importados cadastrados 5.169 Bovinos mortos/sacrificados 3.498 Animais em monitoramento 1.671
  • 14. GEASE GRUPO ESPECIAL DE ATENDIMENTO A SUSPEITA DE ENFERMIDADES EMERGENCIAIS
  • 15. PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DA FEBRE AFTOSA
  • 16. Certificação de Propriedades Monitoradas Público Alvo - Produtores de corte (produção/genética) Aplicação de principios de gestão de risco Certificação de Propriedades Livres Público alvo - Produtores de leite e de genética Normas seguem padrões internacionais VOLUNTÁRIAS Controle de trânsito e eventos Animais destinados à reprodução Trânsito interestadual e exposições Vacinação obrigatória de bezerras - Brucelose 3 a 8 meses de idade Adesão das UF até Dez/2003 COMPULSÓRIAS MEDIDAS Programa de Controle e Erradicação da Brucelose (B. abortus) e Tuberculose (M. bovis)
  • 17. Programa de Sanidade Avícola Doença de Newcastle – Erradicada; Influenza Aviária - Exótica Certificação de Núcleos Livres para Salmonelas e Micoplasmas
  • 18. PESCO Programa Estadual de Sanidade de Caprinos e Ovinos
  • 19. Influenza Eqüina •RNA vírus da família ORTOMIXOVÍRUS Tipo A, subtipos Equi 1 e Equi 2 Encefalomielite •Família dos Togavírus ou Alfavírus RNA Programa de sanidade dos equideos AIE e Mormo •Sacrifício de animais positivos e atuação no perifoco
  • 20. Eventos de concentração animal Documentos, de acordo com o art. 38 do Decreto Estadual 45.781/01: - Certificado de Regularidade e Registro de Pessoa Jurídica - CRMV/SP - Prova de Responsabilidade Técnica - Médico Veterinário habilitado pelo MAPA para emissão de GTA de egresso de animais de concentração animal: contrato de responsabilidade técnica ou carteira de trabalho;
  • 21. Programa de Sanidade dos Suídeos OBRIGATÓRIAS  TUBERCULOSE  BRUCELOSE  SARNA  LEPTOSPIROSE OPCIONAIS DISENTERIA SUÍNA, RINITE ATRÓFICA, PNEUMONIA MICOPLÁSMICA, PLEUROPNEUMONIA SUÍNA GRANJA DE REPRODUTORES SUÍDEOS CERTIFICADAS PESTE SUÍNA CLÁSSICA DOENÇA DE AUJESZKY MAIORES ENFOQUES
  • 22. Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina SISBOV
  • 23. FISCALIZAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS E INSUMOS VETERINÁRIOS E PRODUTOS DE ALIMENTAÇÃO DE ANIMAIS DE PECULIAR INTERESSE DO ESTADO
  • 24. 148 257 Laticínios 248 357 Totais 51 22 Matadouro de Aves e Coelhos 2 7 Matadouro de Ovinos e Caprinos 47 71 Matadouro Frigorífico de Bovinos e Suínos SIF SISP ESTABELECIMENTO DE ABATE/LATICÍNIOS 148 257 Laticínios 248 357 Totais 51 22 Matadouro de Aves e Coelhos 2 7 Matadouro de Ovinos e Caprinos 47 71 Matadouro Frigorífico de Bovinos e Suínos SIF SISP ESTABELECIMENTO DE ABATE/LATICÍNIOS Estabelecimentos SISP
  • 26.
  • 27.
  • 28. PROGRAMA DE CONTROLE DA RAIVA DOS HERBIVOROS
  • 29.
  • 30.
  • 31. CLASSIFICAÇÃO DO ESTADO SEGUNDO RISCO DE OCORRÊNCIA DA RAIVA Área Epidêmica Área endêmica Área esporádica
  • 34. VACINAÇÃO CONTROLE/VIGILÂNCIA DE MORCEGOS HEMATÓFAGOS ATENDIMENTO A FOCO EDUCAÇÃO SANITÁRIA PLANO DE AÇÃO PARA O CONTROLE DA RAIVA COMPROMETIMENTO COM ORGÃOS ENVOLVIDOS NO CONTROLE
  • 36. Classificação • Classe Mammalia, • Ordem Chiroptera, • Subordem Microchiroptera, • Família Phyllostomidae • Subfamília Desmodontinae. – Desmodus rotundus (Geoffroy, 1810) – Diphylla ecaudata (Spix, 1823) – Diaemus youngii (JentinK, 1893).
  • 37. Morfologia • Morcego de porte médio • Envergadura de 37 cm • Pesando por volta de 29g • Possui orelhas curtas e de extremidade pontiaguda • Lábio inferior tem um sulco mediano em forma de “V”
  • 38. Seu corpo é coberto por pelos curtos, densos, de cor castanha, sendo os do dorso mais escuros que os do ventre. TRANSMISSOR
  • 39. • Alimentação: Sangue de mamíferos podendo aceitar aves e pessoas. • Agrupamentos: colônias com 10 a 50 indivíduos são mais comuns, existindo colônias com mais de 100 exemplares.
  • 40.
  • 42.
  • 43.
  • 44. Foto: Roberto P. Gigliotti
  • 45.
  • 46. Foto: Roberto P. Gigliotti
  • 47. Foto: Roberto P. Gigliotti
  • 48. Abrigos Cavernas, bueiros, ocos de árvores, minas, grutas, sob ponte, túneis, forno de carvão abandonado, porões de casas abandonadas.
  • 50.
  • 51.
  • 52. Foto: Roberto P. Gigliotti
  • 53. Foto: Roberto P. Gigliotti
  • 54. Foto: Roberto P. Gigliotti
  • 55. Foto: Roberto P. Gigliotti
  • 56.
  • 57. Foto: Roberto P. Gigliotti
  • 58. Foto: Roberto P. Gigliotti
  • 59. Foto: Roberto P. Gigliotti
  • 62.
  • 63.
  • 64. PORQUE CONTROLAR PORQUE É O PRINCIPAL TRANSMISSOR DA RAIVA PARA OS HERBÍVOROS CAUSA PREJUÍZOS ECONÔMICOS - O DESEQUILÍBRIO O FAVORECE - NÃO TEM INIMIGO NATURAL
  • 65. TODAATIVIDADE DE DEFESA SANITÁRIA TEM QUE ESTAR RESPALDADA NUM INSTRUMENTO LEGAL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005 DE 01 DE MARÇO DE 2002 RESOLUÇÃO SAA 1, DE 17 DE JANEIRO DE 2002 ANEXO III
  • 66. Art. 23. Os refúgios de morcegos hematófagos, notadamente os da espécie Desmodus rotundus, notificados ao Serviço Veterinário Oficial, deverão ser cadastrados e revisados periodicamente, visando a manter o efetivo controle das populações de morcegos neles existentes. Art. 31. A vigilância dos transmissores deverá ser constantemente mantida por meio da verificação do coeficiente de mordeduras e da dinâmica de suas populações.
  • 67.
  • 68.
  • 69.
  • 70. MÉTODOS DE CONTROLE MÉTODOS RESTRITIVOS MÉTODOS SELETIVOS
  • 72.
  • 74. MÉTODOS RESTRITIVOS USO DE BARREIRA MECÂNICA
  • 75. MÉTODOS DE CONTROLE SELETIVO DIRETO INDIRETO
  • 76. Comportamento Social Eles possuem o hábito de fazer a higiene corporal lambendo-se. Warfarina - um anticoagulante que atua inibindo a ação das duas redutases no ciclo da vitamina K, limitando o processo de formação dos fatores de coagulação.
  • 78.
  • 83. Técnicos Agropecuários Técnicos Agropecuários na CDA Unidade Central Unidades Regionais Unidades Veterinárias Locais Mutirão PECRH 0 10 0 16 26 Outros programas 3 68 152 0 223 TOTAL 3 78 152 18 249
  • 85. Mais de 4.000 abrigos cadastrados no estado.
  • 86. MUNICÍPIO PROPRIEDADE º ‘ “ º ‘ “ UTILIZAÇÃO TIPO Serra Negra Fda S.Luiz -Wilson Ferreira Martins (Arrend.) 22 33 20,5 46 45 16,1 Macho Casa Serra Negra Fda California(Fda S.Antonio) -Antonio Jose Sales 22 34 37,9 46 44 19,7 Digestório Tulha Serra Negra Fda S.Gabriel -Giocondo Milani 22 37 28,4 46 38 58,9 Macho Alambique Serra Negra S.das Acacias -Maria Della Jorge 22 35 25,6 46 43 41,7 Macho Tulha Serra Negra S.Sete Volta -Helio Bernardo (Nene Boiadeiro) 22 32 57,3 46 39 46,0 Maternidade Tunel Serra Negra S.Sete Volta -Helio Bernardo (Nene Boiadeiro) 22 32 53 46 39 46,5 Maternidade Tunel Serra Negra S.Sete Volta -Helio Bernardo (9138-3913) 22 32 50 46 39 44,0 Maternidade Tunel Serra Negra Fda Sto Antonio da Harmonia -Gladis Vilela 22 32 40,5 46 38 6,5 Macho Casa Ab Serra Negra Clube Batuque (Abandonado) -Lindóia-S.Negra 22 34 36 46 40 18,5 Macho Club Ab. Serra Negra S.Estrela da Serra -Jose Valter Zochio 22 36 45,2 46 37 15,2 Maternidade Gruta Serra Negra S.Coração de Jesus -Jair Del Santi 22 36 38,4 46 39 26,4 Digestório Gruta Serra Negra Fda Sto Antonio -Jose Carlos T.Massaro(Carlitos) 22 32 26,3 46 41 26,8 Maternidade C.Noturna
  • 87. ATIVIDADES U. M. JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL VIS. A PROP. SEM ATAQUE DE MORC. Nº VISITAS 37 255 356 447 413 675 212 339 112 364 226 0 3436 VIS. A PROP. COM ATAQUE DE MORC. Nº VISITAS 14 54 40 58 48 62 33 62 26 41 4 0 442 INSPEÇÃO DE ABRIGOS Nº DE ABR. 58 93 221 181 119 172 155 339 293 179 46 0 1856 ABRIGOS LOCALIZADOS/CADASTRADOS Nº DE ABR. 10 5 9 40 14 48 10 16 11 6 1 0 170 CAPTURAS EM ABRIGOS Nº CAPTURAS 8 22 37 44 30 32 33 54 52 24 0 0 336 CAPTURAS NOTURNAS Nº CAPTURAS 6 1 4 5 9 13 127 14 4 5 3 0 191 D. ROTUNDUS CAPTURADOS Nº MORCEGOS 93 108 298 374 252 462 291 455 317 177 8 0 2835 MORCEGOS ENVIADOS A LABORATÓRIO Nº MORCEGOS 2 0 1 0 1 3 0 0 1 1 0 0 9 PROP. COM SUSP, DE RAIVA ATENDIDAS Nº PROP. 1 0 0 0 3 0 0 0 0 1 0 0 5 AMOSTRAS COLHIDAS P/DIAGNÓSTICO Nº AMOSTRAS 0 3 0 0 2 0 0 0 0 1 0 0 6 PROP. VISITADAS NO PERIFOCO Nº PROP. 0 225 228 228 380 623 153 144 0 57 3 0 2041 PROP. RECEBERAM ORIENT, TÉCNICA Nº PROP. 72 151 155 346 66 284 218 313 224 470 135 0 2434 PESSOAS REC. ORIENT. TÉCNICA Nº PESSOAS 73 505 374 824 676 1038 510 563 293 649 182 0 5687 FAIXAS COLOCADAS Nº FAIXAS 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 CARTAZES AFIXADOS Nº CARTAZES 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 FOLHETOS DISTRIBUÍDOS Nº FOLHETOS 0 23 0 0 0 0 200 0 43 0 0 0 266 PARTICIP. EM REUNIÕES TÉCNICAS Nº REUNIÕES 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 1 MUNICÍPIOS TRABALHADOS*** Nº MUNICÍPIOS 20 24 34 275 37 32 49 47 49 44 14 0 625 QUILÔMETROS PERCORRIDOS Nº KM 3047 10541 15020 13959 12275 21544 15472 16497 14951 16200 5648 0 145154 COMBUSTÍVEL UTILIZADO Nº LITROS 1040 960,78 1501 1295 884 1709 1546 4056,2 1979 1510,5 605 0 17086,4 DIÁRIAS / EQUIPE VALOR R$ 1854 2362,1 6971,5 6158 4903 1596 9990 5897 3412 3717 2893 0 49753,6 Atividades realizadas em 2012
  • 88. Mutirão CDA - 2012 Municípios atendidos 625 Propriedades visitadas 8.358 Quantidade de abrigos revisados 1.856/170 Capturas realizadas 527 Quantidade de D. rotundus capturados 2.835
  • 89.
  • 90.
  • 91.
  • 92. MÉTODO SELETIVO DIRETO FONTE DE ALIMENTAÇÃO
  • 93. MÉTODO SELETIVO DIRETO FONTE DE ALIMENTAÇÃO
  • 94. MÉTODO SELETIVO DIRETO FONTE DE ALIMENTAÇÃO
  • 95.
  • 102.
  • 105.
  • 106. Mutirão CDA - JAN A SET 2013 Municípios atendidos 317 Propriedades visitadas 1.545 Quantidade de abrigos revisados 1.257 Capturas realizadas 394 Quantidade de D. rotundus capturados 5.048
  • 107.
  • 108.
  • 109. ATENDIMENTO A FOCO COLHEITA DE MATERIAL Abertura do FORM-IN. Junto com o material para diagnóstico da raiva coleta-se também o tronco encefálico para vigilância da EEB. VACINAÇÃO Recomendada a aplicação nos animais susceptíveis no foco e nas propriedades vizinhas até um raio de 10 km. CONTROLE DA POPULAÇÃO DE MORCEGOS HEMATÓFAGOS Em um raio de 10 km ao redor do foco é feito o controle da população de Desmodus rotundus.
  • 110. # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # ## # # # # # # # ## # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # # % U % U % U % U ð % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U % U Socorro Pedra Bela Raiva Raiva PROGRAMA CONTROLE RAIVA DOS HERBÍVOROS EDA DE BRANGANÇA PTA PERIFOCO EM PEDRA BELA E SOCORRO. 101 PROPRIEDADES VISITADAS 09 CAPTURAS 28 MORCEGOS HEMATÓFAGOS CAPTURADOS 25 DE MAIO DE 2007.
  • 111.
  • 112.
  • 113.
  • 114.
  • 115.
  • 116. ATENDIMENTO A CASOS SUSPEITOS DE SÍNDROME NEUROLÓGICA E COLETA DE ENCÉFALO
  • 117.
  • 118.
  • 119. Ano Herbívoros positivos 2000 804 2001 586 2002 203 2003 119 2004 64 2005 62 2006 61 2007 45 2008 134 2009 86 2010 45 2011 56 2012 211 2013 173 Herbívoros positivos no Estado de São Paulo
  • 120. Mês 2013 Herbívoros positivos Herbívoros negativos Total enviados Janeiro 13 19 32 Fevereiro 10 14 24 Março 5 22 27 Abril 7 16 23 Maio 13 27 40 Junho 19 21 40 Julho 25 17 42 Agosto 47 22 69 Setembro 20 Outubro 14 TOTAL 173 158 329 Herbívoros positivos no Estado de São Paulo
  • 122. CRIADOR A RAIVA MATA !!! AJUDE A CONTROLAR A RAIVA PROGRAMA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO SANITÁRIA PROGRAMA ESTADUAL DE CONTROLE DE RAIVA DOS HERBÍVOROS Informe ao serviço de defesa agropecuária quando algum animal morrer com suspeita de raiva. Procure identificar em sua propriedade abrigos (porões, cavernas, bueiros e outros) de morcegos hematófagos e comunique a defesa agropecuária. Qualquer morcego pode transmitir o vírus da raiva. NÃO MANIPULE NENHUM TIPO DE MORCEGO. Se no seu município ocorrer raiva frequentemente, VACINE TODO SEU REBANHO UMA VEZ POR ANO. Animal vacinado pela primeira vez deve receber outra dose 30 dias após.
  • 123. O principal transmissor da raiva é o morcego hematófago Desmodus rotundus. Existem várias espécies de morcego. Como saber se o morcego é hematófago? As fezes desse morcego tem aspecto de sangue e cheiro forte NÃO OLHE PARA CIMA, OLHE PARA O CHÃO SE O SEU ANIMAL FOR AGREDIDO POR MORCEGO Passe a pasta vampiricida ao redor da mordedura Vacine todos seus animais contra a raiva
  • 126. EDUCAÇÃO SANITÁRIA -INFORMAR OS PRODUTORES SOBRE OS RISCOS E O QUE É A RAIVA -INCENTIVAR A COMUNICAÇÃO DOS CASOS SUSPEITOS DE RAIVA -INCENTIVAR O USO DA PASTA VAMPIRICIDA AO REDOR DAS MORDEDURAS -COMUNICAR OS ABRIGOS ENCONTRADOS -INCENTIVAR A VACINAÇÃO – ANIMAL AGREDIDO / REBANHO VACINADO
  • 127.
  • 128.
  • 129.
  • 130.
  • 131.
  • 132.
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  • 136.
  • 137.
  • 138.
  • 139.
  • 140. Saguis
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  • 142.
  • 143.