Sindrome De Downn

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Sindrome De Downn

  1. 1. Um novo olhar sobre a inclusão Síndrome de Down de alunos com
  2. 2. Conceito <ul><li>Síndrome de Down, também conhecida como Trissonomia do cromossomo 21, é um distúrbio genético causado durante a formação do feto, pela presença de mais de dois cromossomos 21. É uma das anomalias genéticas mais conhecidas. </li></ul>
  3. 3. Causas <ul><li>A Síndrome de Down é causada por uma anomalia genética que pode ocorrer no óvulo, no espermatozóide ou após a união dos dois (ovo). Na Síndrome de Down há um cromossomo a mais. Por isso ela é também conhecida como trissomia do 21, já que este cromossomo extra é de número 21. </li></ul>
  4. 4. Incidências <ul><li>Cerca de 80% das crianças com síndrome de Down nascem de mulheres com menos de 35 anos. Mas a incidência da síndrome de Down em mulheres mais velhas é maior. De cada 400 bebês nascidos de mães com mais de 35 anos, um tem síndrome de Down . </li></ul>
  5. 5. Características <ul><li>Retardo mental; </li></ul><ul><li>Hipotonia (fraqueza muscular); </li></ul><ul><li>Anomalia cardíaca; </li></ul><ul><li>Baixa estatura; </li></ul><ul><li>Olhos com fendas palpebrais oblíquas; </li></ul><ul><li>Perfil achatado; </li></ul><ul><li>Prega única na palma da mão. </li></ul>
  6. 6. Educação Especial no Brasil <ul><li>A Educação especial no Brasil, teve início no século XIX por alguns brasileiros tomando como base, experiências concretizadas na Europa e Estados Unidos da América do Norte. </li></ul>
  7. 7. Origem do termo Síndrome de Down <ul><li>A Síndrome foi identificada pela primeira vez pelo geneticista francês Jérome Dejune em 1958. </li></ul><ul><li>O nome Síndrome de Down foi em homenagem a um médico britânico que descreveu a síndrome em 1862. </li></ul>
  8. 8. Várias Leis e Documentos Internacionais <ul><li>1988 – Constituição da República; </li></ul><ul><li>1989 – Lei nº 7.853/89; </li></ul><ul><li>1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA); </li></ul><ul><li>1994 – Declaração de Salamanca; </li></ul><ul><li>1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB); </li></ul><ul><li>2000 – Leis nº 10.048 e nº10.098; </li></ul><ul><li>2001 – Decreto nº 3.956 (Convenção da Guatemala). </li></ul>
  9. 9. Educação inclusiva <ul><li>Segundo a Revista Nova Escola (2005, p.24)“ A educação inclusiva acolhe todas as pessoas, sem exceção. É para o estudante com deficiência física, para os que têm comprometimento mental, para os superdotados, para todas as minorias e para a criança que é discriminada por qualquer outro motivo.” (Maria Tereza Eglér Mantoan) </li></ul>
  10. 10. Benefícios acadêmicos e sociais <ul><li>Acadêmicos </li></ul><ul><li>Pesquisas mostram que as crianças se desenvolvem melhor academicamente quando trabalham num ambiente inclusivo . </li></ul><ul><li>Social </li></ul><ul><li>Oportunidades diárias de se misturar com outras pessoas e desenvolvendo seu comportamento de acordo com sua faixa etária; </li></ul><ul><li>As crianças têm oportunidade de desenvolver relações com crianças de sua própria comunidade; </li></ul><ul><li>Ir à escola comum é um passo chave em direção à inclusão na vida comunitária e na sociedade como um todo. </li></ul>
  11. 11. Atitudes do educador que inclui <ul><li>Procura conhecer a legislação que garante o direito à Educação das pessoas com deficiência; </li></ul><ul><li>Exige auxílio, estrutura, equipamentos, formação e informações da rede de ensino; </li></ul><ul><li>Deixa claro aos alunos que manifestações preconceituosas contra quem tem deficiência não serão toleradas; </li></ul>
  12. 12. Atitudes do educador que inclui <ul><li>Não se sente despreparado e, por isso, não rejeita o aluno com deficiência; </li></ul><ul><li>Pesquisa sobre as deficiências e busca estratégias escolares de sucesso; </li></ul><ul><li>Acredita no potencial de aprendizagem do aluno e na importância da convivência com ele para o crescimento da comunidade escolar; </li></ul>
  13. 13. Atitudes do educador que inclui <ul><li>Organiza as aulas de forma que, quando necessário, seja possível dedicar um tempo específico para atender às necessidades específicas de quem tem deficiência; </li></ul><ul><li>Se há preconceito entre os pais, mostra a eles nas reuniões o quanto a turma toda ganha com a presença de alguém com deficiência; </li></ul><ul><li>Apóia os pais dos alunos com informações . </li></ul>
  14. 14. Fatores que facilitam o aprendizado <ul><li>Habilidade de aprender e usar sinais, gestos e apoio visual; </li></ul><ul><li>Habilidade para aprender e usar a palavra escrita ; </li></ul><ul><li>Imitação de comportamento e atitudes dos colegas e adultos ; </li></ul><ul><li>Aprendizado com currículo prático e material e com atividades de manipulação. </li></ul>
  15. 15. Fatores que inibem o aprendizado <ul><li>Desenvolvimento tardio de habilidades motoras, tanto fina quanto grossa; </li></ul><ul><li>Dificuldades de audição e visão; </li></ul><ul><li>Dificulade no discurso e na linguagem; </li></ul><ul><li>Déficit de memória auditiva recente; </li></ul>
  16. 16. Fatores que inibem o aprendizado <ul><li>Capacidade de concentração mais curta; </li></ul><ul><li>Dificuldade com a consolidação e retenção de conteúdo; </li></ul><ul><li>Dificuldade com generalizações, pensamento abstrato e raciocínio; </li></ul><ul><li>Dificuldade em seguir seqüências; </li></ul><ul><li>Estratégias para evitar o trabalho. </li></ul>
  17. 17. Peculiaridades que ajudam a processar informações <ul><li>Percepção; </li></ul><ul><li>Atenção; </li></ul><ul><li>Memória; </li></ul><ul><li>Lactoescrita; </li></ul><ul><li>Psicomotricidade; </li></ul><ul><li>Raciocínio lógico matemático. </li></ul>
  18. 18. Seleção do material <ul><li>O material deve ser: </li></ul><ul><li>Ser seguro; </li></ul><ul><li>Ser resistente e duradouro; </li></ul><ul><li>Ser atrativo; </li></ul><ul><li>Ser polivalente; </li></ul><ul><li>Adaptar-se a idade dos alunos. </li></ul>
  19. 19. Avaliação <ul><li>A avaliação das aprendizagens dos alunos com necessidades educativas especiais, naquelas áreas ou disciplinas que tenham sido objeto de adaptações curriculares significativos, deve ser feita formando como referências os objetivos e critérios de avaliação fixa. </li></ul>
  20. 20. &quot;A maior limitação para que os portadores de Síndrome de Down se tornem adultos integrados, produtivos, felizes e independentes não é imposta pela genética, mas sim pela sociedade&quot;. (Cláudia Werneck)
  21. 21. Equipe <ul><li>Adriana Nery </li></ul><ul><li>Fátima Marques </li></ul><ul><li>Maria Valdecy Picanço </li></ul><ul><li>Marinalva Frazão </li></ul><ul><li>Meyrelane Baía </li></ul><ul><li>Mônica Barreto </li></ul><ul><li>Natalícia Paiva </li></ul><ul><li>Sunamita Muniz </li></ul>

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