SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 22
Introdução
Abordaremos um estudo sobre a Síndrome
de Down no intuito de contribuir para uma
melhor compreensão da mesma e assim,
ajudar –nos como professores a receber e
trabalhar com essas crianças e jovens nas
escolas .
História






A síndrome de Down foi descrita pelo médico
inglês John Langdon Down, em 1866.
Em 1959, Jerôme Lejeune descobriu que a
causa da síndrome era genética.
A síndrome de Down é um distúrbio genético
que ocorre ao acaso durante a divisão celular
do embrião. Esse distúrbio ocorre, em média,
em 1 a cada 800 nascimentos e tem maiores
chances de ocorrer em mães que engravidam
quando mais velhas.




Em 1866, John Langdon Down notou que a
sindrome havia nítidas semelhanças
fisionômicas entre certas crianças com
atraso mental. Então utilizou-se o termo
“mongolismo” para descrever a sua
aparência.
Segundo o Dr. John, os ¨mongois ¨ eram
considerados seres inferiores.
O que é Síndrome de Down







É uma ocorrência genética natural e
universal, que pode afetar qualquer raça, sexo
ou etnia.
A síndrome de Down não é uma doença.
As
pessoas
com
síndrome
de
Down, possuem 47 cromossomos no lugar dos
46 que se formam normalmente.
Causada pela presença de três cromossomos
21 em todas ou na maior parte das células de
um indivíduo no momento das concepção da
criança.
Os diferentes tipos de trissomia
21




Trissomia simples (padrão): a pessoa possui 47
cromossomos em todas as células.

Translocação: o cromossomo extra do par 21 fica "grudado"
em outro cromossomo. Nese caso embora indivíduo tenha 46
cromossomos, ele é portador da Síndrome de Down
Mosáico: a alteração genética compromete apenas parte das
células, ou seja, algumas células têm 47 e outras 46
cromossomos.
Como a maioria das mulheres que têm filhos é jovem, cerca
de 80% das crianças com síndrome de Down nascem de
mulheres com menos de 35 anos.



Características: As três principais características da
síndrome de Down são:
Hipotonia (flacidez muscular, o bebê é mais molinho)
Comprometimento intelectual (a pessoa aprende mais
devagar)
Fenótipo (aparência física)
Diagnostico
O diagnostico pode ser feito
por meio de exames feitos
pela gestante no pré-natal.





Alguns destes exames são:
Amostra de vilocorial
Amniacentese
Dosagem de alfafetoproteina
Depois do nascimento, o
diagnostico clinico pode ser
comprovado pelo exame do
cariótipo.
Tratamento
Crianças com síndrome de Dowm precisam
ser estimuladas desde o nascimento, para
que sejam capazes de vencer as limitações
que essa doença genética lhes impõe. Como
têm necessidades específicas de saúde e
aprendizagem, exigem assistência
profissional multidisciplinar e atenção
permanente dos pais. O objetivo deve ser
sempre habilitá-las para o convívio e a
participação social.
Recomendações
A notícia de que uma criança
nasceu com síndrome de Down
causa enorme impacto nos pais e
na família. Todos precisam de
tempo para aceitá-la do jeito que é,
e adaptar-se às suas necessidades
especiais;
A estimulação precoce desde o
nascimento é a forma mais eficaz
de promover o desenvolvimento
dos potenciais da criança com
síndrome de Down. Empenhe-se
nessa tarefa, mas procure levar a
vida normalmente. Como todas as
outras, essa criança precisa
fundamentalmente de carinho,
alimentação adequada, cuidados
com a saúde e um ambiente
acolhedor.
O ideal é que essas crianças
sejam matriculadas em escolas
regulares,
onde
possam
desenvolver suas potencialidades,
respeitando os limites que a
síndrome impõe, e interagir com
os colegas e professores. Em
certos casos, porém, o melhor é
frequentar escolas especializadas,
que lhes proporcionem outro tipo
de acompanhamento;
O preconceito e a discriminação
são os piores inimigos dos
portadores da síndrome. O fato de
apresentarem
características
físicas
típicas
e
algum
comprometimento intelectual não
significa que tenham menos
direitos e necessidades. Cada vez
mais, pais, profissionais da saúde
e educadores têm lutado contra
todas as restrições impostas a
essas crianças.
Síndrome de Down na
Atualidade
No Brasil, de acordo com o IBGE
cerca de 14,5% da população tem
alguma deficiência física ou mental.
Neste grupo estima-se que 300 mil
nasceram com Síndrome de Down.
Antes
viviam
muitas
vezes
internados ou privados da vida social,
hoje convivem e socializam-se nos
mais variados ambientes, começando
pela escola.
É fundamental que crianças com
Down sejam incluídas desde cedo em
programas de estimulação, sem
deixar de lado a convivência com as
outras crianças em geral.
Outro aspecto que vale ressaltar é
que essas crianças têm um alto grau
de afetividade e sensibilidade, o que
faz com que sejam adoradas por
quem
conviva
com
elas.

A saúde de crianças com Down
sempre merece atenção especial, por
causa da incidência mais frequente
de doenças.
Legislação e Direitos
As pessoas com deficiência têm uma série de direitos
garantidos por lei. Eles incluem direito a ter acesso à educação, a
escolas inclusivas, a preferência de atendimento em hospitais
públicos, a aprendizagem de um ofício, a transporte acessível e a
benefícios sociais, entre outros.
LEGISLAÇÃO FEDERAL – DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
1. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988
2. LEI Nº 7.853, DE 24 DE OUTUBRO DE 1989
3. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – LEI Nº 8.069, DE 13
DE JULHO DE 1990.
4. LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996
5. LEI Nº 10.048, DE 8 DE NOVEMBRO DE 2000.
Pesquisa de campo
A pesquisa foi feita na Creche-Escola, CRAI
(Centro
de
Referencia
em
Acolhimento
Infantil), localizada na Rua Elias João Tajra, N° 687
Bairro Jockey Clube. Durante a pesquisa fomos
recebidas pela proprietária Olivia Prado e a
Professora Isolda. Durante a
entrevista foi
relatado que a escola existe há 13 anos, mas no
atual endereço somente 3 anos.
O CRAI apresenta uma ampla estrutura, desde a
recepção para o atendimento dos pais, com cinco
salas climatizadas, duas áreas para o lazer das
crianças, uma com parquinho e outra com piscina,
o mesmo possui 4 professores, 2 orientadoras
pedagógica, 3 auxiliares de serviços gerais.
Entrevista
O questionário foi respondido pela Orientadora Pedagógica Keilla Rejane.
1. Desde quando a escola começou a trabalhar com alunos com necessidade
especiais ?
A partir desse ano de 2013.
2. Quais os tipos de necessidades especiais que a escola trabalha?
Este ano recebemos três crianças deficientes: uma com síndrome de down; uma
autista; e outra com distúrbio de comunicação.
3. A escola recebe recursos para o processo de ensino-aprendizagem no
contexto de inclusão? Que tipo?
Esta é uma escola privada. Eles pagam a mensalidade como todas as outras.
4. Quantos alunos com necessidades especiais você tem em sala de aula?
Cada uma dessas três crianças está numa sala diferente. O número de alunos por
sala aqui na instituição é muito pequeno. Na verdade, trabalhamos com a
proporção de aluno por professor.
5.Recebeu alguma formação para trabalhar com essa modalidade com seus
alunos qual?
Fazemos estudos sistemáticos sobre a deficiência e convidamos especialistas
para nos ajudarem nesse processo. Todas as crianças que atendemos são
acompanhadas por equipe multiprofissional (responsabilidade dos pais) que
emitem relatórios, dão alguns encaminhamentos para o trabalho.
6. Quais as principais dificuldades encontradas?
O ritmo de desenvolvimento e aprendizagem inferior às demais crianças.
Precisamos ter o cuidado de sempre parar um pouco para atendê-los e as outras
crianças, por muitas vezes, acabam se dispersando.
7. Como você ver a gestão escolar frente ao processo inclusivo?
Dispostos a nos dar o devido apoio, quando necessário.
8. Como você ver a família do aluno com necessidade no processo inclusivo?
Algumas famílias demoram um pouco para aceitar as dificuldades que suas
crianças têm. Também cobram algumas ações específicas em relação ao
atendimento a seu filho, que fica difícil de atender por conta das outras crianças
que estão na turma. Mas, em geral, todas estão dispostas a dar o apoio devido.
9. Que estratégia você utiliza no processo de ensino-aprendizagem como
seus alunos com necessidades especiais?
Para algumas atividades, temos que criar recursos específicos para eles. Em
algumas atividades, temos que dar um atendimento mais individualizado, sentar
com ele, guia-lo. Mas, em geral, na educação infantil, dá para incluí-los sem
tantas dificuldades, pois aqui já temos o foco nas necessidades e potencialidades
de cada criança.
10. Como os alunos interagem com os outros alunos com necessidades
especiais?
Não há dificuldade em relação a isso, pois todas as crianças são bem receptivas
a seus pares, sem distinção. Nessa fase, elas não diferenciam.

11. Nos conteúdos trabalhados em sala de aula existe algum que você tem
mais dificuldade para trabalhar com o aluno com necessidade especial?
Quais?
A criança com síndrome de down participa tranquilamente das atividades com
as outras. A criança autista, nas atividades de leitura de histórias, precisa
envolvê-la no colo e chamar sua atenção para as gravuras; além disso, nos
momentos das tarefas fotocopiadas, ela é a última a realizar porque precisa ser
atendida individualmente durante todo o processo. A criança com distúrbio de
comunicação, os conteúdos são repassados para ela de forma totalmente
diferenciada dos outros, com outros recursos, outro enfoque.
O papel da família na inclusão de
pessoas com necessidades especiais
A influencia da família no
processo de inclusão social do
deficiente é uma questão que
deve ser analisada levando em
consideração dois ângulos: A
facilitação ou impedimento que a
família traz para o inclusão do
individuo com deficiência na
sociedade, e a inclusão do
deficiente na sua própria família.
Referencias
www.niee.ufrgs.br –
www.sindromededown.info/causasgenetics.php
www.brasilescola.com/doencas/sindrome-dedown.htm
drauziovarella.com.br/crianca-2/sindrome-dedown/
www.ghente.org/ciencia/genetica/down.htm
www.niee.ufrgs.br

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Síndrome de Down - Revisão
Síndrome de Down - RevisãoSíndrome de Down - Revisão
Síndrome de Down - RevisãoFisioterapeuta
 
Síndrome de Down
Síndrome de DownSíndrome de Down
Síndrome de DownHarry Niger
 
Autismo os educadores são a chave para inclusão!
Autismo  os educadores são a chave para inclusão!Autismo  os educadores são a chave para inclusão!
Autismo os educadores são a chave para inclusão!Raline Guimaraes
 
[c7s] Síndrome de Down
[c7s] Síndrome de Down[c7s] Síndrome de Down
[c7s] Síndrome de Down7 de Setembro
 
As famílias de crianças com necessidades educativas especiais
As famílias de crianças com necessidades educativas especiaisAs famílias de crianças com necessidades educativas especiais
As famílias de crianças com necessidades educativas especiaisLílian Reis
 
Síndrome de Down
Síndrome de DownSíndrome de Down
Síndrome de Downcintia2803
 
Slide Autismo
Slide   AutismoSlide   Autismo
Slide AutismoUNIME
 
O PAPEL DO CUIDADOR.MEDIADOR.pptx
O PAPEL DO CUIDADOR.MEDIADOR.pptxO PAPEL DO CUIDADOR.MEDIADOR.pptx
O PAPEL DO CUIDADOR.MEDIADOR.pptxAnaRocha812480
 
Deficiência Intelectual
Deficiência IntelectualDeficiência Intelectual
Deficiência IntelectualEdilene Sampaio
 
Slide -Sindrome de Down
Slide -Sindrome de DownSlide -Sindrome de Down
Slide -Sindrome de DownEugenionem
 
Dificuldades de aprendizagem
Dificuldades de aprendizagemDificuldades de aprendizagem
Dificuldades de aprendizagemDeisiane Cazaroto
 
Slides educacao inclusiva-e_educacao_especial
Slides educacao inclusiva-e_educacao_especialSlides educacao inclusiva-e_educacao_especial
Slides educacao inclusiva-e_educacao_especialDirce Cristiane Camilotti
 

Mais procurados (20)

Sindrome de down
Sindrome de downSindrome de down
Sindrome de down
 
Síndrome de Down - Revisão
Síndrome de Down - RevisãoSíndrome de Down - Revisão
Síndrome de Down - Revisão
 
Síndrome de Down
Síndrome de DownSíndrome de Down
Síndrome de Down
 
Autismo os educadores são a chave para inclusão!
Autismo  os educadores são a chave para inclusão!Autismo  os educadores são a chave para inclusão!
Autismo os educadores são a chave para inclusão!
 
[c7s] Síndrome de Down
[c7s] Síndrome de Down[c7s] Síndrome de Down
[c7s] Síndrome de Down
 
Dislexia
DislexiaDislexia
Dislexia
 
As famílias de crianças com necessidades educativas especiais
As famílias de crianças com necessidades educativas especiaisAs famílias de crianças com necessidades educativas especiais
As famílias de crianças com necessidades educativas especiais
 
Síndrome de Down
Síndrome de DownSíndrome de Down
Síndrome de Down
 
Slide Autismo
Slide   AutismoSlide   Autismo
Slide Autismo
 
Capacitação de educadores e cuidadores Educação Inclusiva
Capacitação de educadores e cuidadores Educação InclusivaCapacitação de educadores e cuidadores Educação Inclusiva
Capacitação de educadores e cuidadores Educação Inclusiva
 
O PAPEL DO CUIDADOR.MEDIADOR.pptx
O PAPEL DO CUIDADOR.MEDIADOR.pptxO PAPEL DO CUIDADOR.MEDIADOR.pptx
O PAPEL DO CUIDADOR.MEDIADOR.pptx
 
Deficiência Intelectual
Deficiência IntelectualDeficiência Intelectual
Deficiência Intelectual
 
Slide -Sindrome de Down
Slide -Sindrome de DownSlide -Sindrome de Down
Slide -Sindrome de Down
 
inclusão social
inclusão socialinclusão social
inclusão social
 
Dificuldades de aprendizagem
Dificuldades de aprendizagemDificuldades de aprendizagem
Dificuldades de aprendizagem
 
Transtorno Global do Desenvolvimento
Transtorno Global do DesenvolvimentoTranstorno Global do Desenvolvimento
Transtorno Global do Desenvolvimento
 
inclusão escolar
inclusão escolarinclusão escolar
inclusão escolar
 
Autismo aula power point
Autismo aula power pointAutismo aula power point
Autismo aula power point
 
Slides educacao inclusiva-e_educacao_especial
Slides educacao inclusiva-e_educacao_especialSlides educacao inclusiva-e_educacao_especial
Slides educacao inclusiva-e_educacao_especial
 
Autismo
AutismoAutismo
Autismo
 

Semelhante a Síndrome de Down

Formação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores EducacionalFormação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores EducacionalRosana Santos
 
Educa%e7%e3o inclusica
Educa%e7%e3o inclusicaEduca%e7%e3o inclusica
Educa%e7%e3o inclusicaEliane1964
 
Sindromedown Grupo F Rs 01
Sindromedown Grupo F Rs 01Sindromedown Grupo F Rs 01
Sindromedown Grupo F Rs 01marlidf
 
TCF sobre Gravidez na adolescência
TCF sobre Gravidez na adolescência TCF sobre Gravidez na adolescência
TCF sobre Gravidez na adolescência Marcia Oliveira
 
14 afirmações sobre a síndrome de down
14 afirmações sobre a síndrome de down14 afirmações sobre a síndrome de down
14 afirmações sobre a síndrome de downRaquel Freitas
 
Dificuldade de aprendizagem: deficiência intelectual ou atraso cognitivo.
Dificuldade de aprendizagem: deficiência intelectual ou atraso cognitivo.Dificuldade de aprendizagem: deficiência intelectual ou atraso cognitivo.
Dificuldade de aprendizagem: deficiência intelectual ou atraso cognitivo.Conceição Áquila
 
Incluindo alunos com_sd
Incluindo alunos com_sdIncluindo alunos com_sd
Incluindo alunos com_sdErivaldo Gama
 
Atraso cognitivo
Atraso cognitivoAtraso cognitivo
Atraso cognitivosedf
 
Guia de-estimulação-2014
Guia de-estimulação-2014Guia de-estimulação-2014
Guia de-estimulação-2014Nuria
 

Semelhante a Síndrome de Down (20)

Sindrome de-down (1)
Sindrome de-down (1)Sindrome de-down (1)
Sindrome de-down (1)
 
Sindrome de-down everton
Sindrome de-down evertonSindrome de-down everton
Sindrome de-down everton
 
Ser down e por que
Ser down e por queSer down e por que
Ser down e por que
 
O que é a síndrome de down
O que é a síndrome de downO que é a síndrome de down
O que é a síndrome de down
 
Formação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores EducacionalFormação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores Educacional
 
Guia de estimulação para BEBÊS com SÍNDROME de DOWN
Guia de estimulação para BEBÊS com SÍNDROME de DOWNGuia de estimulação para BEBÊS com SÍNDROME de DOWN
Guia de estimulação para BEBÊS com SÍNDROME de DOWN
 
Educa%e7%e3o inclusica
Educa%e7%e3o inclusicaEduca%e7%e3o inclusica
Educa%e7%e3o inclusica
 
Sindromedown Grupo F Rs 01
Sindromedown Grupo F Rs 01Sindromedown Grupo F Rs 01
Sindromedown Grupo F Rs 01
 
Apae
ApaeApae
Apae
 
TCF sobre Gravidez na adolescência
TCF sobre Gravidez na adolescência TCF sobre Gravidez na adolescência
TCF sobre Gravidez na adolescência
 
14 afirmações sobre a síndrome de down
14 afirmações sobre a síndrome de down14 afirmações sobre a síndrome de down
14 afirmações sobre a síndrome de down
 
Dificuldade de aprendizagem: deficiência intelectual ou atraso cognitivo.
Dificuldade de aprendizagem: deficiência intelectual ou atraso cognitivo.Dificuldade de aprendizagem: deficiência intelectual ou atraso cognitivo.
Dificuldade de aprendizagem: deficiência intelectual ou atraso cognitivo.
 
Eci
EciEci
Eci
 
Eci
EciEci
Eci
 
Eci
EciEci
Eci
 
Incluindo alunos com_sd
Incluindo alunos com_sdIncluindo alunos com_sd
Incluindo alunos com_sd
 
Atraso cognitivo
Atraso cognitivoAtraso cognitivo
Atraso cognitivo
 
TCC
TCCTCC
TCC
 
Guia de-estimulação-2014
Guia de-estimulação-2014Guia de-estimulação-2014
Guia de-estimulação-2014
 
Ong pro mundo
Ong pro mundoOng pro mundo
Ong pro mundo
 

Último

Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoIlda Bicacro
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroBrenda Fritz
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é precisoMary Alvarenga
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...LuizHenriquedeAlmeid6
 
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio ead.pptx
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio  ead.pptxCONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio  ead.pptx
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio ead.pptxLuana240603
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdfARIANAMENDES11
 
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã""Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"Ilda Bicacro
 
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persaConteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persafelipescherner
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalcarlaOliveira438
 
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfssuser06ee57
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptxlucioalmeida2702
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....LuizHenriquedeAlmeid6
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalcarlamgalves5
 
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIAHISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIAElianeAlves383563
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Mary Alvarenga
 

Último (20)

Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é preciso
 
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdfEnunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
 
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio ead.pptx
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio  ead.pptxCONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio  ead.pptx
CONCORDÂNCIA NOMINAL atividade ensino médio ead.pptx
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
 
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
 
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã""Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
 
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persaConteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
 
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
 
Enunciado_da_Avaliacao_1__Direito_e_Legislacao_Social_(IL60174).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Direito_e_Legislacao_Social_(IL60174).pdfEnunciado_da_Avaliacao_1__Direito_e_Legislacao_Social_(IL60174).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Direito_e_Legislacao_Social_(IL60174).pdf
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animal
 
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIAHISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
HISTORIA DA XILOGRAVURA A SUA IMPORTANCIA
 
Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número Multiplicação - Caça-número
Multiplicação - Caça-número
 

Síndrome de Down

  • 1.
  • 2. Introdução Abordaremos um estudo sobre a Síndrome de Down no intuito de contribuir para uma melhor compreensão da mesma e assim, ajudar –nos como professores a receber e trabalhar com essas crianças e jovens nas escolas .
  • 3. História    A síndrome de Down foi descrita pelo médico inglês John Langdon Down, em 1866. Em 1959, Jerôme Lejeune descobriu que a causa da síndrome era genética. A síndrome de Down é um distúrbio genético que ocorre ao acaso durante a divisão celular do embrião. Esse distúrbio ocorre, em média, em 1 a cada 800 nascimentos e tem maiores chances de ocorrer em mães que engravidam quando mais velhas.
  • 4.   Em 1866, John Langdon Down notou que a sindrome havia nítidas semelhanças fisionômicas entre certas crianças com atraso mental. Então utilizou-se o termo “mongolismo” para descrever a sua aparência. Segundo o Dr. John, os ¨mongois ¨ eram considerados seres inferiores.
  • 5. O que é Síndrome de Down     É uma ocorrência genética natural e universal, que pode afetar qualquer raça, sexo ou etnia. A síndrome de Down não é uma doença. As pessoas com síndrome de Down, possuem 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente. Causada pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo no momento das concepção da criança.
  • 6. Os diferentes tipos de trissomia 21   Trissomia simples (padrão): a pessoa possui 47 cromossomos em todas as células. Translocação: o cromossomo extra do par 21 fica "grudado" em outro cromossomo. Nese caso embora indivíduo tenha 46 cromossomos, ele é portador da Síndrome de Down Mosáico: a alteração genética compromete apenas parte das células, ou seja, algumas células têm 47 e outras 46 cromossomos. Como a maioria das mulheres que têm filhos é jovem, cerca de 80% das crianças com síndrome de Down nascem de mulheres com menos de 35 anos.  Características: As três principais características da síndrome de Down são: Hipotonia (flacidez muscular, o bebê é mais molinho) Comprometimento intelectual (a pessoa aprende mais devagar) Fenótipo (aparência física)
  • 7. Diagnostico O diagnostico pode ser feito por meio de exames feitos pela gestante no pré-natal.    Alguns destes exames são: Amostra de vilocorial Amniacentese Dosagem de alfafetoproteina Depois do nascimento, o diagnostico clinico pode ser comprovado pelo exame do cariótipo.
  • 8. Tratamento Crianças com síndrome de Dowm precisam ser estimuladas desde o nascimento, para que sejam capazes de vencer as limitações que essa doença genética lhes impõe. Como têm necessidades específicas de saúde e aprendizagem, exigem assistência profissional multidisciplinar e atenção permanente dos pais. O objetivo deve ser sempre habilitá-las para o convívio e a participação social.
  • 9. Recomendações A notícia de que uma criança nasceu com síndrome de Down causa enorme impacto nos pais e na família. Todos precisam de tempo para aceitá-la do jeito que é, e adaptar-se às suas necessidades especiais; A estimulação precoce desde o nascimento é a forma mais eficaz de promover o desenvolvimento dos potenciais da criança com síndrome de Down. Empenhe-se nessa tarefa, mas procure levar a vida normalmente. Como todas as outras, essa criança precisa fundamentalmente de carinho, alimentação adequada, cuidados com a saúde e um ambiente acolhedor.
  • 10. O ideal é que essas crianças sejam matriculadas em escolas regulares, onde possam desenvolver suas potencialidades, respeitando os limites que a síndrome impõe, e interagir com os colegas e professores. Em certos casos, porém, o melhor é frequentar escolas especializadas, que lhes proporcionem outro tipo de acompanhamento; O preconceito e a discriminação são os piores inimigos dos portadores da síndrome. O fato de apresentarem características físicas típicas e algum comprometimento intelectual não significa que tenham menos direitos e necessidades. Cada vez mais, pais, profissionais da saúde e educadores têm lutado contra todas as restrições impostas a essas crianças.
  • 11. Síndrome de Down na Atualidade No Brasil, de acordo com o IBGE cerca de 14,5% da população tem alguma deficiência física ou mental. Neste grupo estima-se que 300 mil nasceram com Síndrome de Down. Antes viviam muitas vezes internados ou privados da vida social, hoje convivem e socializam-se nos mais variados ambientes, começando pela escola.
  • 12. É fundamental que crianças com Down sejam incluídas desde cedo em programas de estimulação, sem deixar de lado a convivência com as outras crianças em geral. Outro aspecto que vale ressaltar é que essas crianças têm um alto grau de afetividade e sensibilidade, o que faz com que sejam adoradas por quem conviva com elas. A saúde de crianças com Down sempre merece atenção especial, por causa da incidência mais frequente de doenças.
  • 13. Legislação e Direitos As pessoas com deficiência têm uma série de direitos garantidos por lei. Eles incluem direito a ter acesso à educação, a escolas inclusivas, a preferência de atendimento em hospitais públicos, a aprendizagem de um ofício, a transporte acessível e a benefícios sociais, entre outros. LEGISLAÇÃO FEDERAL – DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA 1. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 2. LEI Nº 7.853, DE 24 DE OUTUBRO DE 1989 3. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. 4. LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996 5. LEI Nº 10.048, DE 8 DE NOVEMBRO DE 2000.
  • 14. Pesquisa de campo A pesquisa foi feita na Creche-Escola, CRAI (Centro de Referencia em Acolhimento Infantil), localizada na Rua Elias João Tajra, N° 687 Bairro Jockey Clube. Durante a pesquisa fomos recebidas pela proprietária Olivia Prado e a Professora Isolda. Durante a entrevista foi relatado que a escola existe há 13 anos, mas no atual endereço somente 3 anos.
  • 15. O CRAI apresenta uma ampla estrutura, desde a recepção para o atendimento dos pais, com cinco salas climatizadas, duas áreas para o lazer das crianças, uma com parquinho e outra com piscina, o mesmo possui 4 professores, 2 orientadoras pedagógica, 3 auxiliares de serviços gerais.
  • 16.
  • 17.
  • 18. Entrevista O questionário foi respondido pela Orientadora Pedagógica Keilla Rejane. 1. Desde quando a escola começou a trabalhar com alunos com necessidade especiais ? A partir desse ano de 2013. 2. Quais os tipos de necessidades especiais que a escola trabalha? Este ano recebemos três crianças deficientes: uma com síndrome de down; uma autista; e outra com distúrbio de comunicação. 3. A escola recebe recursos para o processo de ensino-aprendizagem no contexto de inclusão? Que tipo? Esta é uma escola privada. Eles pagam a mensalidade como todas as outras. 4. Quantos alunos com necessidades especiais você tem em sala de aula? Cada uma dessas três crianças está numa sala diferente. O número de alunos por sala aqui na instituição é muito pequeno. Na verdade, trabalhamos com a proporção de aluno por professor.
  • 19. 5.Recebeu alguma formação para trabalhar com essa modalidade com seus alunos qual? Fazemos estudos sistemáticos sobre a deficiência e convidamos especialistas para nos ajudarem nesse processo. Todas as crianças que atendemos são acompanhadas por equipe multiprofissional (responsabilidade dos pais) que emitem relatórios, dão alguns encaminhamentos para o trabalho. 6. Quais as principais dificuldades encontradas? O ritmo de desenvolvimento e aprendizagem inferior às demais crianças. Precisamos ter o cuidado de sempre parar um pouco para atendê-los e as outras crianças, por muitas vezes, acabam se dispersando. 7. Como você ver a gestão escolar frente ao processo inclusivo? Dispostos a nos dar o devido apoio, quando necessário. 8. Como você ver a família do aluno com necessidade no processo inclusivo? Algumas famílias demoram um pouco para aceitar as dificuldades que suas crianças têm. Também cobram algumas ações específicas em relação ao atendimento a seu filho, que fica difícil de atender por conta das outras crianças que estão na turma. Mas, em geral, todas estão dispostas a dar o apoio devido.
  • 20. 9. Que estratégia você utiliza no processo de ensino-aprendizagem como seus alunos com necessidades especiais? Para algumas atividades, temos que criar recursos específicos para eles. Em algumas atividades, temos que dar um atendimento mais individualizado, sentar com ele, guia-lo. Mas, em geral, na educação infantil, dá para incluí-los sem tantas dificuldades, pois aqui já temos o foco nas necessidades e potencialidades de cada criança. 10. Como os alunos interagem com os outros alunos com necessidades especiais? Não há dificuldade em relação a isso, pois todas as crianças são bem receptivas a seus pares, sem distinção. Nessa fase, elas não diferenciam. 11. Nos conteúdos trabalhados em sala de aula existe algum que você tem mais dificuldade para trabalhar com o aluno com necessidade especial? Quais? A criança com síndrome de down participa tranquilamente das atividades com as outras. A criança autista, nas atividades de leitura de histórias, precisa envolvê-la no colo e chamar sua atenção para as gravuras; além disso, nos momentos das tarefas fotocopiadas, ela é a última a realizar porque precisa ser atendida individualmente durante todo o processo. A criança com distúrbio de comunicação, os conteúdos são repassados para ela de forma totalmente diferenciada dos outros, com outros recursos, outro enfoque.
  • 21. O papel da família na inclusão de pessoas com necessidades especiais A influencia da família no processo de inclusão social do deficiente é uma questão que deve ser analisada levando em consideração dois ângulos: A facilitação ou impedimento que a família traz para o inclusão do individuo com deficiência na sociedade, e a inclusão do deficiente na sua própria família.