PESQUISA COMO PRINCÍPIO
CIENTÍFICO E EDUCATIVO
Profa. Giselle Rôças
FORMAÇÃO DO ESPÍRITO CIENTÍFICO

 A formação do espírito científico pode ocorrer em
 qualquer idade, mas o ponto de partid...
FORMAÇÃO DO ESPÍRITO CIENTÍFICO

 Virtude intelectual – senso de observação, gosto
 pela precisão, clareza de idéias, imag...
FORMAÇÃO DO ESPÍRITO CIENTÍFICO
 Originalidade – tenta sempre ser inédito e
 original, evitando o plágio, as acomodações, ...
ETAPAS DA PESQUISA

 O que vocês entendem por pesquisar?

 Quais etapas são necessárias?

 Como alcançá-las?
ETAPAS DA PESQUISA

 Escolha do tema
 ◦ Existem questões intelectuais e práticas que
   levam o pesquisador a formular a s...
ETAPAS DA PESQUISA

 Delimitação do tema
 ◦ Selecionar um tópico ou parte que será
   enfocada e esmiúçada. Pode-se recorr...
ETAPAS DA PESQUISA

 Definição dos objetivos
 ◦ Definem a natureza do trabalho, o tipo de
   problema a ser selecionado, o...
ETAPAS DA PESQUISA

 O problema
 ◦ Questão que envolve intrinsecamente uma
   dificuldade teórica e/ou prática, para a qua...
ETAPAS DA PESQUISA
 Hipóteses
 ◦ Consiste em supor conhecida a verdade ou
   explicação que se busca ou a suposição de uma...
ETAPAS DA PESQUISA
 Variáveis
 ◦ São aspectos, propriedades ou fatores reais ou
   potencialmente mensuráveis pelos valore...
ETAPAS DA PESQUISA

 Levantamento bibliográfico
 ◦ Tem como objetivo encontrar as respostas
   aos problemas formulados, u...
ETAPAS DA PESQUISA

 Levantamento bibliográfico
 ◦ Essencial para fundamentar as idéias do
   pesquisador, auxiliá-lo na e...
ETAPAS DA PESQUISA

 Metodologia
 ◦ Vamos perceber que dependendo dos
   objetivos do estudo, do público-alvo, do
   tempo...
NORMAS DE FORMATAÇÃO
 Papel A4
 Margens superior e esquerda = 3,0 cm
 Margem inferior e direita = 2,0 cm
 Fonte Arial ou T...
NORMAS DE FORMATAÇÃO
 Os títulos sem indicativo numérico (errata,
 sumário, resumo, agradecimentos etc.) devem
 ser centra...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Os títulos secundários deverão vir com letra
 em caixa alta (versalete), numerados e seguindo
 a or...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 O cabeçalho deverá conter um resumo do
 título do projeto (em letra Arial ou Times New
 Roman, tama...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Projeto de pesquisa
 ◦ Proposta de um trabalho que descreve as
   etapas em que a pesquisa será des...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

    Elementos pré-textuais:
◦   Capa
◦   Folha de rosto
◦   Resumo (máximo de 200 palavras)
◦   Sumá...
CAPA                                FOLHA DE ROSTO


  Centro Federal de Educação Tecnológica de     Programa de Mestrado ...
SUMÁRIO


                            SUMÁRIO



INTRODUÇÃO ....................................................4
  Delimi...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Elementos textuais:
 ◦   Introdução
 ◦   Delimitação do tema
 ◦   Justificativa
 ◦   Objetivo(s)
 ◦...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Elementos textuais:
 ◦ Metodologia
 ◦ Tipo de pesquisa (descritiva, exploratória...)
 ◦ População e...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Elementos textuais:
 ◦ Relevância do Trabalho       e   Possíveis
   Aplicações.
 ◦ Avaliação das D...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Dissertação
 ◦ De acordo com a norma ABNT/NBR-14724
   uma dissertação pode ser descrita como
   se...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Dissertação
 ◦ “Deve evidenciar o conhecimento da
   literatura existente sobre o assunto e a
   ca...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Elementos pré-textuais:
 ◦   Capa
 ◦   Folha de rosto
 ◦   Folha de aprovação
 ◦   Dedicatória (opc...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Elementos pré-textuais:
 ◦ Resumo com palavras-chave (até 500
   palavras)
 ◦ Resumo com palavras-c...
Folha de Aprovação                                                                          Lombada

   MARIA QUITÉRIA DE ...
NORMAS DE FORMATAÇÃO
 Elementos textuais:
 ◦ Introdução - parte que retrata de forma geral o estudo
   realizado. Inclui o...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Elementos pós-textuais:
 ◦ Referências - são os documentos citados ao
   longo do corpo do texto.
 ...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Citações
 ◦ São menções de autoridade no assunto em
   questão tiradas de fontes de estudo (livros,...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Citações
 ◦ As citações bibliográficas e de internet no
   texto deverão ser da seguinte maneira:
 ...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Citação Direta
 ◦ Diretas - transcrições textuais, cópias fiéis.
    Curtas: até 3 linhas
    Deve ...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

 Citação Direta
 ◦ Longas: mais de de 3 linhas.
 ◦ Deve vir em novo parágrafo, em espaço
   simples,...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

  O que podemos encontrar referido no legado de
 Freire (1987, p.46), no qual o mesmo afirma que:

 ...
NORMAS DE FORMATAÇÃO
 Citação Indireta - livre e não textual. As
 palavras são do autor do texto, mas com
 base na idéia d...
NORMAS DE FORMATAÇÃO
 Citação de Citação
 ◦ direta ou indireta é utilizada em último caso,
   quando não se tem acesso a o...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

  Elaborando as referências

AZEVEDO, Ari de (Coord.). História das civilizações: o
 homem através d...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

  Autoria desconhecida:
DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo:
Câmara Brasileira do L...
NORMAS DE FORMATAÇÃO
  Revistas e periódicos:
DINHEIRO: revista semanal de negócios. São Paulo: Ed. Três,
n. 148, 28 jun. ...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

  APUD (na lista de referências):

JAMES, William. The principles of psychology. New
  York: Holt, 1...
NORMAS DE FORMATAÇÃO

  Artigo científico

QUADROS, Sávio; LOBATO, João. Efeitos da lotação animal na
 produção de leite d...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

A.Apres.PricíPio.Pesquisa.Normas

1.609 visualizações

Publicada em

Resumo sobre as principais normas de pesquisa e de elaboração de trabalhos.

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.609
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
12
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A.Apres.PricíPio.Pesquisa.Normas

  1. 1. PESQUISA COMO PRINCÍPIO CIENTÍFICO E EDUCATIVO Profa. Giselle Rôças
  2. 2. FORMAÇÃO DO ESPÍRITO CIENTÍFICO A formação do espírito científico pode ocorrer em qualquer idade, mas o ponto de partida se baseia na curiosidade infantil, na inquietação da adolescência e no sonho dos jovens. Por que? Resultado: coerência metodológica e pesquisadores produtivos, ou ainda, adultos capazes de analisar e sintetizar os dados de maneira lógica, racional, objetiva, imparcial e coerente.
  3. 3. FORMAÇÃO DO ESPÍRITO CIENTÍFICO Virtude intelectual – senso de observação, gosto pela precisão, clareza de idéias, imaginação ousada, mas com necessidade de embasamento em provas, aprofundação dos problemas, sagacidade e poder de discernimento. Virtude moral - humildade e reconhecimento de limitações e da possibilidade de erros e enganos. Imparcialidade – respeito a verdade sem distorção dos fatos.
  4. 4. FORMAÇÃO DO ESPÍRITO CIENTÍFICO Originalidade – tenta sempre ser inédito e original, evitando o plágio, as acomodações, as possessões. Liberdade de pensamento – não admite intromissões de autoridades externas ou limitações. Será? O espírito científico é produto da história, com a progressiva aquisição de técnicas que exigem pesquisas e verificações.
  5. 5. ETAPAS DA PESQUISA O que vocês entendem por pesquisar? Quais etapas são necessárias? Como alcançá-las?
  6. 6. ETAPAS DA PESQUISA Escolha do tema ◦ Existem questões intelectuais e práticas que levam o pesquisador a formular a sua pergunta, a qual pode surgir de interesses particulares ou profisisonais. ◦ O tema deve ser adequado a formação e capacitação do pesquisador, correspondendo ao tempo e recursos econômicos. ◦ Deve-se evitar temas a respeito dos quais já existem estudos exaustivos.
  7. 7. ETAPAS DA PESQUISA Delimitação do tema ◦ Selecionar um tópico ou parte que será enfocada e esmiúçada. Pode-se recorrer à divisão do tema em suas partes constitutivas ou pela definição dos termos avaliados. ◦ Pode-se delimitar o tema utilizando o recurso das circunstâncias, como tempo e espaço. Ou ainda, indicando o ponto de vista sob o qual ele será trabalhado (psicológico, filosófico, pedagógico...).
  8. 8. ETAPAS DA PESQUISA Definição dos objetivos ◦ Definem a natureza do trabalho, o tipo de problema a ser selecionado, o material a coletar..... Podem ser definidos como: ◦ Gerais - determinar com clareza e objetividade o seu propósito com a realização da pesquisa (mapear, identificar, levantar, diagnosticar, traçar o perfil...). ◦ Específicos – aprofundar as intenções expressas nos objetivos gerais (identificar novos aspectos, comparar situações....).
  9. 9. ETAPAS DA PESQUISA O problema ◦ Questão que envolve intrinsecamente uma dificuldade teórica e/ou prática, para a qual estamos procurando uma solução. ◦ Os passos seguintes que o pesquisador deverá percorrer são dependentes desta etapa do trabalho. ◦ Deve expressar uma relação entre duas ou mais variáveis, devendo ter uma redação interrogativa, clara e precisa. A elaboração clara de um problema é fruto da revisão de literatura e da reflexão pessoal!!!!!!!!!
  10. 10. ETAPAS DA PESQUISA Hipóteses ◦ Consiste em supor conhecida a verdade ou explicação que se busca ou a suposição de uma causa ou lei destinada a explicar temporariamente o fenômeno estudado até que os fatos venham confirmá-la ou contradizê-la. ◦ Elas podem ser oriundas de resultados já conduzidos, sendo assim dedutiva. ◦ Pode ser indutiva se a suposta causa do fenômeno for um dos antecedentes, e que parece apresentar todas as características de um antecedente casual. ◦ Pode ser ainda analógica, quando inspirada em certas semelhanças entre fatos ou fenômenos já conhecidos.
  11. 11. ETAPAS DA PESQUISA Variáveis ◦ São aspectos, propriedades ou fatores reais ou potencialmente mensuráveis pelos valores que assumem e discerníveis em um objeto de estudo. Podem ser classificadas como: ◦ Independentes (X) – fator, causa ou antecedente que determina a ocorrência do outro fenômeno, efeito ou conseqüência; ◦ Dependentes (Y) – fator, propriedade, efeito ou resultado decorrente da ação da variável X; ◦ Intervenientes (W) – capaz de modificar a variável Y sem alterações na variável X.
  12. 12. ETAPAS DA PESQUISA Levantamento bibliográfico ◦ Tem como objetivo encontrar as respostas aos problemas formulados, usando como recurso documentos bibliográficos. ◦ Estes documentos podem ser: primários (quando coletados em primeira mão em pesquisa de campo, entrevistas, questionários, laboratórios....); secundários (quando colhidos em relatórios, revistas; jornais, livros...); terciários (quando citados por outra pessoa).
  13. 13. ETAPAS DA PESQUISA Levantamento bibliográfico ◦ Essencial para fundamentar as idéias do pesquisador, auxiliá-lo na escolha dos métodos de coleta e análise dos dados e a posterior explicação dos resultados. ◦ Nesse momento o pesquisador compara situações análogas ou não, compara opiniões de diferentes correntes de pesquisa, analisa se as informações são verdadeiras (baseadas em fatos) ou se são somente proposições e especulações. Esta é a base do estudo.
  14. 14. ETAPAS DA PESQUISA Metodologia ◦ Vamos perceber que dependendo dos objetivos do estudo, do público-alvo, do tempo e recursos para a pesquisa entre outras características, a pesquisa será classificada de forma diferenciada. ◦ Pesquisa exploratória, participante, pesquisa- ação, etnográfica, experimental entre outras. ◦ Os instrumentos de coleta e análise dos dados também dependerá dos objetivos e do tipo de pesquisa em questão.
  15. 15. NORMAS DE FORMATAÇÃO Papel A4 Margens superior e esquerda = 3,0 cm Margem inferior e direita = 2,0 cm Fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12 (texto), 14 (títulos) e 10 (transcrições, notas de rodapé e numeração de página. Espaçamento 1,5 Recuo de início de parágrafo = 1,3 cm. Numeração deve estar na margem direita inferior a 2,0 cm da margem
  16. 16. NORMAS DE FORMATAÇÃO Os títulos sem indicativo numérico (errata, sumário, resumo, agradecimentos etc.) devem ser centralizados. Os títulos principais devem ser digitados a partir da margem esquerda, a um espaço do número que permite a sua localização imediata, e deve ser numerado, escrito com letra maiúscula, negrito, tipo Arial ou Times New Roman e separado da primeira linha do texto por dois espaços simples.
  17. 17. NORMAS DE FORMATAÇÃO Os títulos secundários deverão vir com letra em caixa alta (versalete), numerados e seguindo a ordem do capítulo (ex. 1.1, 1.2 etc.), em negrito e com tipo Arial ou Times New Roman e separados dos textos que os antecedem e dos que os sucedem, por um espaço simples.
  18. 18. NORMAS DE FORMATAÇÃO O cabeçalho deverá conter um resumo do título do projeto (em letra Arial ou Times New Roman, tamanho 11), aparecendo em todas as páginas, com exceção da primeira página. O rodapé deverá conter o nome do autor (letra Arial ou Times New Roman, tamanho 11) e a numeração da página, com exceção da primeira página.
  19. 19. NORMAS DE FORMATAÇÃO Projeto de pesquisa ◦ Proposta de um trabalho que descreve as etapas em que a pesquisa será desenvolvida. ◦ Para a elaboração de um trabalho acadêmico é necessário a produção de um projeto de pesquisa com alguns elementos que serão apresentados.
  20. 20. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos pré-textuais: ◦ Capa ◦ Folha de rosto ◦ Resumo (máximo de 200 palavras) ◦ Sumário
  21. 21. CAPA FOLHA DE ROSTO Centro Federal de Educação Tecnológica de Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Química de Nilópolis Ciências Divisão de Pós-Graduação e Pesquisa Acadêmica Mestrado Profissional em Ensino de Ciências MARIA QUITÉRIA DE SOUZA MARIA QUITÉRIA DE SOUZA O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES INICIAIS Projeto de Pesquisa apresentado ao O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES Programa de Mestrado Profissional INICIAIS em Ensino de Ciências do CEFET Química/RJ como parte dos requisitos para obtenção do título de Mestre em Ensino de Ciências. Orientador: Prof. Dr. José dos Reis NILÓPOLIS 2008 NILÓPOLIS 2008
  22. 22. SUMÁRIO SUMÁRIO INTRODUÇÃO ....................................................4 Delimitação do tema..........................................4 Justificativa........................................................4 Objetivo ............................................................5 Problema ...........................................................5 Hipótese ............................................................6 METODOLOGIA.................................................7 RELEVÂNCIA DO TRABALHO E POSSÍVEIS APLICAÇÕES......................................................8 AVALIAÇÃO DAS DIFICULDADES..................9 CRONOGRAMA..................................................9 REFERÊNCIAS ..................................................10 ANEXOS
  23. 23. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos textuais: ◦ Introdução ◦ Delimitação do tema ◦ Justificativa ◦ Objetivo(s) ◦ Problema ◦ Hipótese
  24. 24. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos textuais: ◦ Metodologia ◦ Tipo de pesquisa (descritiva, exploratória...) ◦ População e amostra (se necessário) ◦ Local de estudo ◦ Instrumentos de coleta dos dados (questionários, entrevistas...) ◦ Análise dos dados (estatística, análise de conteúdo, do discurso)
  25. 25. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos textuais: ◦ Relevância do Trabalho e Possíveis Aplicações. ◦ Avaliação das Dificuldades ◦ Cronograma e metas Elementos pós-textuais: ◦ Referências bibliográficas ◦ Anexos
  26. 26. NORMAS DE FORMATAÇÃO Dissertação ◦ De acordo com a norma ABNT/NBR-14724 uma dissertação pode ser descrita como sendo um “documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações.”
  27. 27. NORMAS DE FORMATAÇÃO Dissertação ◦ “Deve evidenciar o conhecimento da literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É realizado sob a coordenação de um orientador, visando a obtenção do título de mestre”.
  28. 28. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos pré-textuais: ◦ Capa ◦ Folha de rosto ◦ Folha de aprovação ◦ Dedicatória (opcional) ◦ Agradecimentos (opcional) ◦ Epígrafe (opcional)
  29. 29. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos pré-textuais: ◦ Resumo com palavras-chave (até 500 palavras) ◦ Resumo com palavras-chave em idioma estrangeiro ◦ Lista de tabelas (opcional) ◦ Lista de figuras (opcional) ◦ Lista de abreviaturas e siglas (opcional) ◦ Lista de símbolos (opcional) ◦ Sumário
  30. 30. Folha de Aprovação Lombada MARIA QUITÉRIA DE SOUZA O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES INICIAIS O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES INICIAIS Dissertação apresentada ao Maria Programa de Mestrado Profissional Quitéria de Souza Maria Quitéria de Souza em Ensino de Ciências do CEFET Química/RJ como parte dos requisitos para obtenção do título O ENSINO de Mestre em Ensino de Ciências. DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES Tendo sido aprovada em 02 de julho de 2009. INICIAIS Banca Examinadora ____________________________ Dr. Salvador Dias (orientador) CEFET _____________________________ Dr. José Tadeu CEFET ______________________________ Dra Luiza Mattos Nome da Instituição NILÓPOLIS 2009
  31. 31. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos textuais: ◦ Introdução - parte que retrata de forma geral o estudo realizado. Inclui o tema escolhido, a problemática envolvida, justificativa, delimitação, objetivos e metodologia. Escrita em texto corrido. ◦ Desenvolvimento - local onde é feita a definição dos termos, evolução histórica, argumentação do problema, análise e discussão dos dados. São os capítulos. ◦ Conclusão - considerações finais sobre o estudo, quando o autor apresenta os pontos positivos e negativos do estudo, discute propostas e perspectivas futuras de estudos, apresentando as conclusões finais ou parciais.
  32. 32. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos pós-textuais: ◦ Referências - são os documentos citados ao longo do corpo do texto. ◦ Bibliografia - documentos utilizados para a composição do estudo, mesmo que não estejam citados no corpo do texto. ◦ Glossário (opcional) ◦ Anexos (opcional)
  33. 33. NORMAS DE FORMATAÇÃO Citações ◦ São menções de autoridade no assunto em questão tiradas de fontes de estudo (livros, artigos, dissertações, teses, leis) que servem para embasar o trabalho em questão, concordando ou não com as idéias apresentadas pelo autor.
  34. 34. NORMAS DE FORMATAÇÃO Citações ◦ As citações bibliográficas e de internet no texto deverão ser da seguinte maneira: sobrenome do autor seguido do ano da publicação entre parênteses. ◦ Caso haja mais de 3 autores, então mencionar somente o primeiro autor, seguido de et alli ou et al.
  35. 35. NORMAS DE FORMATAÇÃO Citação Direta ◦ Diretas - transcrições textuais, cópias fiéis. Curtas: até 3 linhas Deve aparecer entre aspas e integrando o corpo do trabalho. Deve aparecer nome do autor, ano e página(s). Segundo Barkley (2002, p. 35) “TDAH é um transtorno de desenvolvimento do autocontrole que consiste em problemas com os períodos de atenção, com o controle do impulso e com o nível de atividade”.
  36. 36. NORMAS DE FORMATAÇÃO Citação Direta ◦ Longas: mais de de 3 linhas. ◦ Deve vir em novo parágrafo, em espaço simples, fonte tamanho 10, sem aspas e distante 4,0 cm da margem esquerda. ◦ Supressão de palavras ou sentenças deve ser marcada por reticências entre colchetes. ◦ Deve aparecer nome do autor, ano e página(s).
  37. 37. NORMAS DE FORMATAÇÃO O que podemos encontrar referido no legado de Freire (1987, p.46), no qual o mesmo afirma que: A educação [...] que verdadeiramente se compromete com a libertação não pode fundar-se numa compreensão dos homens como seres “vazios” a quem o mundo “encha” de conteúdos; não pode basear-se numa consciência espacializada, mecanicistamente compartimentada, mas nos homens como “corpos conscientes” e na consciência intencionada ao mundo.
  38. 38. NORMAS DE FORMATAÇÃO Citação Indireta - livre e não textual. As palavras são do autor do texto, mas com base na idéia do autor consultado. Também pode ser chamada de paráfrase. Conforme Barkley (2002) afirma, o maior problema de crianças com TDAH se origina de um déficit fundamental em sua habilidade de inibir o comportamento. Assim, o TDAH não é simplesmente uma deficiência de atenção, como a denominação pode fazer pensar.
  39. 39. NORMAS DE FORMATAÇÃO Citação de Citação ◦ direta ou indireta é utilizada em último caso, quando não se tem acesso a obra original. Still apud Barkley (2002) referia-se a essas crianças como apresentando “deficiência de controle moral”, baixos níveis de “inibição” e de atenção, agressividade e hiperatividade e problemas associados à desonestidade, à crueldade, à desobediência sistemática e a problemas de aprendizagem escolar.
  40. 40. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elaborando as referências AZEVEDO, Ari de (Coord.). História das civilizações: o homem através dos tempos. 12. ed. Campinas, SP: Pontes, 1998a. 132 p. GRAIN, Júlia; SOUZA, Joaquim; GIL, Carlos. Semântica. 23. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, [s. d.]. RIBEIRO, Mariana et al. Imagens da adolescência na era atual. In: LEVI, G.; SCHMIDT, J. (Org.). História da juventude. São Paulo: Companhia das Letras, [s. d.]. p. 7-16.
  41. 41. NORMAS DE FORMATAÇÃO Autoria desconhecida: DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993. 64 p. Obras consultadas on line: ALVES, Castro. Navio Negreiro. [S.l.]: Virtual Books, 2000. Disponível em: <http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/lport2 /navionegreiro.htm>. Acesso em: 10 jan. 2002.
  42. 42. NORMAS DE FORMATAÇÃO Revistas e periódicos: DINHEIRO: revista semanal de negócios. São Paulo: Ed. Três, n. 148, 28 jun. 2000. 98 p. Artigo e/ou matéria de revista: As 500 maiores empresas do Brasil. Conjuntura Econômica, Rio de Janeiro, v. 38, n. 9, set. 1984. Edição especial. Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc em meio eletrônico: VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo interativa. Rio de Janeiro, n. 2, inverno 1994. 1 CD-ROM.
  43. 43. NORMAS DE FORMATAÇÃO APUD (na lista de referências): JAMES, William. The principles of psychology. New York: Holt, 1958. v. 2, p. 330. Apud SHERE, Jesse H.; EGAN, Margarete E. Catálogo Sistemático. Brasília: UnB, 1969.
  44. 44. NORMAS DE FORMATAÇÃO Artigo científico QUADROS, Sávio; LOBATO, João. Efeitos da lotação animal na produção de leite de vacas de corte primíparas e no desenvolvimento de seus bezerros. Revista Brasileira de Zootecnia, Viçosa, v.26, n. 1, p.27-33, 1997. Dissertação ou Tese BARROS, Ignácio. Reação de Lactuca sp. Sclerofinia minor Jagger e hibridação interespecífica no gênero Lactuca. Piracicaba: ESALQ, 1988. 167 f. Tese (Doutorado em Agronomia - Genética e Melhoramento de Plantas) - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", Universidade de São Paulo, Piracicaba, 1988.

×