Apres Embriol Sexualidade

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Apres Embriol Sexualidade

  1. 1. Sexualidade & Embriologia
  2. 2. Considerando-se um ciclo menstrual humano de 28 dias, a ovulação ocorrerá em torno do 14º dia. Nesta ocasião, é liberado do ovário um ovócito II em metáfase.
  3. 3. As fímbrias da tuba uterina recobrem o ovário e captam o ovócito liberado. A fecundação deve ocorrer até dentro de um ou dois dias, porque, após este período, o ovócito começa a degenerar, torna-se inviável e morre.
  4. 4. Os espermatozóides possuem um tempo de vida maior, dois a três dias dentro da genitália feminina. A fecundação deve ocorrer no terço distal da tuba uterina, bem próximo ao ovário.
  5. 5. Durante a ejaculação, 3 a 5 ml de sêmen são lançados na parte alta da vagina. Ao contato com o muco cervical os espermatozóides nadam por movimentos próprios através dela.
  6. 6. Existem enzimas seminais que facilitam a passagem dos espermatozóides através do muco cervical. Cavam verdadeiros túneis, facilitando o acesso dos espermatozóides. Sua passagem pelo útero e tubas uterinas é facilitada por delicadas contrações da musculatura lisa destes órgãos. Os espermatozóides atingem o terço distal das tubas uterinas dentro de 6 a 8 horas após o coito.
  7. 7. A determinação do sexo é definida no momento da fecundação ou fertilização pelo tipo de espermatozóide fornecido pelo pai, portador do cromossomo sexual “X” ou “Y”. Portanto, é o gameta paterno que determina o sexo dos filhos.
  8. 8. Embora o sexo do indivíduo já fique determinado no momento da fecundação, as diferentes características morfológicas das gônadas masculinas e femininas só são adquiridas após a sétima semana de desenvolvimento.
  9. 9. Durante este período, as gônadas passam por um estágio indiferenciado, desde que os primórdios do sistema genital são semelhantes em ambos os sexos.
  10. 10. O desenvolvimento dos testículos, ocorre entre a sexta e a oitava semanas, os embriões do sexo masculino começam a mostrar modificações morfológicas gonadais, que acabarão por caracterizar a formação testicular.
  11. 11. O desenvolvimento dos ovários, em embriões femininos, ou seja, sem a influência do cromossomo “Y”, apresentam um desenvolvimento gonadal, mais lento e, até a décima semana, o ovário não apresenta características definidas identificáveis.
  12. 12. Período indiferenciado
  13. 14. A genitália externa passa por um período indiferenciado, no qual é impossível diagnosticar, por exame externo, o sexo do embrião.
  14. 15. Durante a nona semana, características sexuais começam a pronunciar-se, mas somente, na décima semana, os órgãos genitais externos tornam-se espessados.
  15. 16. Sexo ambíguo
  16. 17. Desde que a formação dos genitais de ambos os sexos passam por um período indiferenciado, erros, durante esse desenvolvimento, acarretam vários graus de comprometimento.
  17. 18. Indivíduos com diferenciação sexual irregular, nos quais o diagnóstico sexual torna-se muitas vezes difícil por simples inspeção externa, são levados a uma condição de hermafroditismo ou pseudo-hermafroditismo.
  18. 19. O hermafroditismo verdadeiro, quando ocorre simultaneamente no mesmo indivíduo coexistência de testículo e ovário, é uma situação muito rara. Estes indivíduos podem possuir testículos de um lado e ovário de outro, ou terem um testículo fundido a um ovário - ovotestis, de um ou ambos os lados.
  19. 20. Nos casos de pseudo-hermafroditismo, o diagnóstico do sexo também é difícil, contudo não ocorre a coexistência das duas gônadas. Se estes indivíduos possuem testículos, são chamados de pseudo-hermafroditas masculinos; se apresentam ovários, são chamados de pseudo-hermafroditas femininos.
  20. 21. O exame do cariótipo é extremamente importante para o disgnóstico de pessoas com sexo ambíguo, pois este deverá corresponder ao sexo gonadal, exceção feita apenas para os verdadeiros hermafroditas.
  21. 22. Pseudo-hermafroditismo feminino
  22. 23. Neste caso, embora a pessoa seja 44AXX e podendo não apresentar nenhuma anormalidade ovariana, a genitália externa é ambígua. A masculinização externa pode atingir simplesmente um crescimento excessivo do clitóris até a fusão parcial, ou mesmo total dos grandes lábios.
  23. 24. A principal causa do pseudo-hermafroditismo feminino é uma hiperplasia da glândula adrenal durante o período de diferenciação do sistema genital. A excessiva produção de androgênicos pelas adrenais, durante o período fetal, causam a masculinização da genitália externa.
  24. 25. Pseudo-hermafroditismo masculino
  25. 26. São indivíduos 44AXY. Estes casos podem ser resultantes de uma incapacidade dos testículos de produzirem quantidade suficiente de hormônio masculino, andrógeno, e de substâncias indutoras/inibidoras para atuar no desenvolvimento adequado dos genitais;
  26. 27. ou de uma incapacidade dos tecidos fetais de responderem a tais substâncias produzidas pelos testículos.
  27. 28. Malformações congênitas masculinas
  28. 29. TESTÍCULO FEMINILIZANTE: Os indivíduos com este problema são “XY” embora pareçam mulheres normais. Na puberdade, há formação de seios, mas não ocorre menstruação.
  29. 30. A genitália é feminina, mas a vagina termina em fundo cego ou é rudimentar, porque também não há útero. Há a presença de testículos, geralmente intra-abdominais ou no interior dos grandes lábios.
  30. 31. Os testículos podem produzir quantidades normais de testosterona, e a causa desta malformação está seguramente na incapacidade dos tecidos gonodais fetais de reagirem em condições normais aos hormônios androgênicos.
  31. 32. Quando um gameta masculino e um feminino se unem, no momento da fecundação, fica praticamente estabelecido as características somáticas e psíquicas do novo ser humano.
  32. 33. A herança genética fica definida, mas sua expressão também dependerá do meio ambiente relacionado. Não se pode separar gens e ambiente, desde a fecundação até a morte do indivíduo.
  33. 34. A

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