Filosofia da-linguagem-3ano

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Filosofia da-linguagem-3ano

  1. 1. Filosofia da Linguagem 3º ano Professora Euna
  2. 2. Ludwig Wittgenstein: Afirmava que “tudo que podia ser pensado podia ser dito”. Para ele, “nada pode ser dito sobre algo, como Deus, que não podia ser pensado direito” e “sobre o que não se pode falar, deve-se ficar calado”. * Buscava a clareza na filosofia, evitando-se temas metafísicos. * Pode-se interpretar sua filosofia como a busca pela clareza na filosofia, evitando-se temas metafísicos.
  3. 3. Marilena Chauí: (Obra Convite à filosofia) “A linguagem é um sistema de signos ou sinais usados para indicar as coisas, para a comunicação entre as pessoas e para a expressão de ideias, valores e sentimentos.” * O positivismo lógico da Escola de Viena é o movimento contrário às filosofias de conteúdo “oculto” e “profundo”, tendo em vista a clareza dos conceitos através da análise da linguagem. * Chama-se linguagem denotativa aquela que designa diretamente as coisas, e linguagem conotativa aquela em que a palavra adquire significados implícitos para além do vínculo direto e imediato que mantém com os objetos da realidade. * Chama-se sincronia da linguagem a sua parte atual ou presente, e diacronia da linguagem o estudo das transformações que ela recebe ao longo do tempo. * Platão, no Crátilo, estabelece as duas teses que comandam a questão sobre a origem das línguas, a saber: a tese de que os nomes são naturais e adequados às coisas, e a tese de que os nomes são arbitrários e escolhidos pela convenção humana.
  4. 4. Linguagem verbal: É um dos principais elementos constitutivos do mundo cultural porque nos permite transcender a experiência vivida. O signo verbal tem a capacidade de para a consciência o respectivo objeto que se encontra ausente. A linguagem verbal é um sistema de símbolos que permite aos seres humanos ultrapassarem os limites da experiência vivida e organizar essa experiência sob forma abstrata, conferindo sentido ao mundo
  5. 5. * A formação do mundo cultural depende fundamentalmente da linguagem. Pela linguagem, o homem deixa de reagir somente ao presente imediato, podendo pensar o passado e o futuro e, com isso, construir o seu projeto de vida. * Os nomes são símbolos ou representações dos objetos do mundo real e das entidades abstratas. Como representações, os nomes têm o poder de tornar presente para nossa consciência o objeto que não está dado aos sentidos. * O homem é a única espécie animal dotada da capacidade de linguagem mediante a palavra e faz uso de símbolos, isto é, refere-se às coisas por meio de signos convencionados, enquanto na linguagem de outros animais os signos são índices.
  6. 6. Texto sobre a Linguagem: Se a recente antropologia estrutural está certa (e suas hipóteses, de fato, elaboram as suposições de Leibniz e Herder), esses modelos de parentesco, essas convenções de mútua identificação que subjazem a toda sociedade humana, dependem vitalmente da disponibilidade e desenvolvimento da linguagem. A passagem do homem de um estado natural para um estado cultural – o principal ato isolado de sua história – está em todos os pontos entrelaçados com suas faculdades de fala. Os tabus do incesto e os consequentes sistemas de parentesco que tornam possível a definição e a sobrevivência biossocial de uma comunidade não precedem a linguagem.
  7. 7. Continuação... Muito provavelmente desenvolvem-se com ela e através dela. Não podemos proibir o que não podemos nomear. As regras de casamento exogâmico ou endogâmico só podem ser formuladas e – o que não é menos importante – transmitidas onde existam adequada sintaxe e taxionomia verbal. Os estudos recentes de antropologia estrutural conflitam com as especulações filosóficas de Leibniz e Herder. No texto percebe-se os seguintes elementos: * A expressão "sintaxe" pode ser tomada como sinônimo de "regras de combinação". * A reflexão do autor se dá acerca da importância da linguagem proposicional. * "nomear" pode ser considerado como uma atividade linguística de predicação.
  8. 8. Karl Popper: * O cientista experimental deve comprovar suas teorias confrontando-as com a experiência. * As hipóteses teóricas devem ser submetidas a teste para serem corroboradas. * A comprovação científica de uma hipótese não se faz tão somente pela análise lógica dos procedimentos. * A lógica do conhecimento dedica-se à análise dos sistemas de enunciados científicos.
  9. 9. Fenomenologia e sua crítica à filosofia moderna: * A Fenomenologia pretende superar a distinção clássica entre um mundo real, sensível, e um mundo ideal, inteligível. * Edmund Husserl (1859-1938), fundador da fenomenologia, afirmava a prioridade das experiências cognitivas sobre as experiências práticas e afetivas para a constituição da consciência, mantendo-se fiel à filosofia racionalista moderna. * Segundo fenomenólogos como Merleau-Ponty (1908-1961), Sartre (1905-1980) e Heidegger (1889-1976), o ser humano, porque não possui uma natureza essencial, precisa constantemente determinar-se por meio de suas ações concretas.
  10. 10. Ernst Fischer : • Considera a arte como o elemento essencial para a compreensão da realidade, na medida em que ajuda o homem, não apenas nessa compreensão, mas também porque possibilita o suporte necessário para o aumento da “determinação de torná-la mais humana e mais hospitaleira para a humanidade.” • Para ele a obra de arte, além de favorecer a interpretação do mundo, reivindica transformações.

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