Parte i fundamentacao

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Parte I do curso Funcional.

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Parte i fundamentacao

  1. 1. Fundamentação
para
Aplicação
Prá5ca
 
Treinamento
Funcional
 26 DE OUTUBRO DE 2010 Fernandópolis - SP esaber

  2. 2. Conteúdo
Programá5co
 Parte I – Fundamentação Fisiológica Prof. Guilherme Borges Pereira Parte II – Análise e aplicação de Artigos Científicos Prof. Guilherme F. F. Speretta Prof. Guilherme Borges Pereira
  3. 3. Fundamentos
para
 aplicação
prá5ca
 
Treinamento
 Funcional
 Parte I – Fundamentação Fisiológica Prof. Guilherme Borges Pereira
  4. 4. Conteúdo 1 – Organização do Sistema Nervoso – SNC e SNP 2 – Sistema Muscular 3 - Alto Comando Motor - Encéfalo e Medula Espinhal 4 – Atividade Reflexa - Fuso muscular - Órgão tendinoso de Golgi
  5. 5. Equilíbrio Força Flexibilidade Resistência Coordenação Velocidade Treinamento Funcional Indivíduos saudáveis Treinamento desportivo Reabilitação Prevenção
  6. 6. Osso Tendão Epimísio Músculo Fascículo Fibra muscular Endomísio Perimísio Miofibrila
  7. 7. Cabeça da miosina Filamento grosso Filamento fino +--+ Contraído Banda A ATP, Ca2+ Banda IBanda I Banda A Relaxado
  8. 8. 2ª Estruturas responsáveis pela transmissão da força gerada pelos sarcômeros.
  9. 9. De onde vem o ATP hidrolizado durante o processo contrátil
  10. 10. Sistemas de energia utilizados durante o exercício físico Sistema de energia a longo prazo (aeróbio) Sistema de energia a curto prazo (glicólise) Sistema de energia imediato (ATP-CP)
  11. 11. 3 PROCESSOS PARA FORMAÇÃO DO ATP
  12. 12. PRODUÇÃO DE ATP 1. Creatina-fosfato: 1 mol 2. Glicólise: produção = 4 moles gasto = 2 moles SALDO = 2 moles 3. Oxidação Completa da Glicose: glicólise = 2 moles S.T.E. = 36 moles TOTAL = 38 moles ATP + 1 mol GTP 4. Ciclo das Pentoses: 4 moles
  13. 13. mATPase Cadeia pesada de miosina Bioquímica CLASSIFICAÇÃO DO TIPO DE FIBRA
  14. 14. Agonistas Antagonistas Estabilizadores Neutralizadores
  15. 15. Conteúdo 1 – Organização do Sistema Nervoso – SNC e SNP 2 – Sistema muscular 3- Alto Comando Motor - Encéfalo e Medula Espinhal 4 – Atividade Reflexa - Fuso muscular - Órgão tendinoso de Golgi
  16. 16. esaber Complementando seu conhecimento.
  17. 17. “Pequeno cérebro" Postura corporal Controle do tônus muscular Coordenação dos membros inferiores (marcha) ATAXIA PERDA DO EQUILÍBRIO / DIMINUIÇÃO DO TÔNUS DISMETRIA MOVIMENTOS DECOMPOSTOS Manutenção do equilíbrio
  18. 18. MEDULA ESPINAL É a continuação do encéfalo Inicia-se na 1ª vértebra cervical Término na 1ª e 2ª vértebra lombar 44-46 cm
  19. 19. Substância branca Substância cinzenta Substância branca esaber Complementando seu conhecimento.
  20. 20. Conteúdo
 1
–
Organização
do
Sistema
Nervoso
 – SNC
e
SNP
 2
–
Sistema
muscular
 3‐
Alto
Comando
Motor
 
 
‐
Encéfalo
e
Medula

 















Espinhal
 4
–
A4vidade
Reflexa

 
 
‐
Fuso
muscular
 
 
‐
Órgão
tendinoso
de
Golgi

  21. 21. Percepção do próprio corpo • Posição articular • Cinestesia • Equilíbrio • Ativação muscular reflexa Proprioceptores Musculares: • Fuso muscular • Órgão tendinoso de Golgi
  22. 22. Córtex Somatossensorial Pernas Pescoço Dedos Braços Mãos Face Vísceras Pés Genitálias
  23. 23. Homúnculo sensorial
  24. 24. Fuso muscular (alongamento)
  25. 25. Comprimento da fibras extrafusais no relaxamento Extremidades dos neurônios sensitivos Fibras intrafusais As fibras extrafusais mantêm um certo nível de tensão mesmo em repouso Função integradora da medula espinal As fibras extrafusais estão tonicamente ativos O neurônio sensitivo está tonicamente ativo Função do fuso muscular – manter certo nível de tensão neurônios motores α
  26. 26. Neurônio sensorial Músculo Tendão Cápsula do órgão tendinoso de Golgi
  27. 27. A contração muscular estira o órgão tendinoso de Golgi Músculo contraído Interneurônio inibido Neurônio motor Órgão tendinoso de Golgi
  28. 28. Se um peso excessivo é colocado sobre o músculo, o reflexo tendinoso de Golgi é ativado causando relaxamento, protegendo assim o músculo Neurônio do OTG dispara Neurônio motor é inibido Músculo relaxa Peso é liberado
  29. 29. Conteúdo 1 – Organização do Sistema Nervoso – SNC e SNP 2 – Sistema muscular 3- Alto Comando Motor - Encéfalo e Medula Espinhal 4 – Atividade Reflexa - Fuso muscular - Órgão tendinoso de Golgi
  30. 30. Conteúdo
Programá5co
 Parte I – Fundamentação Fisiológica Prof. Guilherme Borges Pereira Parte II – Análise e aplicação de Artigos Científicos Prof. Guilherme F. F. Speretta Prof. Guilherme Borges Pereira
  31. 31. Blenda,
 Qual
musculatura
está
a5va
 durante
o
AGACHAMENTO?

 Livre
parcial;
Livre
completo;
Smith
(guiado)

  32. 32. Mas
qual
a
aplicação
 funcional
deste
movimento?
 Agachamento
parcial
 Agachamento
paralelo
 Agachamento
completo
 Texto
 Caterisano et al. Journal of Strength and Conditioning Research, 2002, 16(3), 428–432
  33. 33. - Síndrome da dor femoropatelar - Síndrome do trato iliotibial - Lesão do ligamento cruzado anterior - Instabilidade crônica do tornozelo Fundamentais para a estabilidade estática e dinâmica da articulação (quadril e joelho)
  34. 34. Can
J
Appl
Physiol.
2005
Feb;30(1):33‐45.

  35. 35. AGACHAMENTO SMITH AGACHAMENTO LIVRE AGACHAMENTO
 INSTÁVEL
  36. 36. Mul;fidos
 Eretores
da

 espinha
 Estabilizadores

 abdominais
 Smith
 Livre
 Instável
 Atividade eletromiográfica do tronco
  37. 37. Smith
 Livre
 Instável
 SÓLEO:
 Maior
a5vação
em
movimentos
 instáveis,
devido
a
seu
papel
na
 manutenção
 da
 postura
 –
 fortalecimento
 pode
 reduzir
 desequilibrio
 em
 super`cies
 instáveis.
 VASTO
LATERAL:
 Maior
 a5vação
 em
 movimento
 estável,
 devido
 ao
 padrão
 de
 movimento
guiado
pela
barra.
 BÍCEPS
FEMORAL:
 Não
 foi
 significa5vamente
 afetado
pela
instabilidade.
 Sóleo
 Vasto
lateral
 Bíceps
femoral

  38. 38. Estabilização dinâmica do tronco: Um programa conceitual para a prevenção de lesão lombar para atletas de voleibol
  39. 39. Como usar ciência no trabalho esaber Complementando seu conhecimento.
  40. 40. O registro apropriadamente elaborado reflete o planejamento de um dia específico e registra os desempenhos efetivos do praticante.
  41. 41. • 
Saber
o
que
foi
feito
nas
sessões
de
treinamento
anteriores;
 • 
Registrar
o
progresso
conforme
o
programa
evolui;
 • 
Saber
quando
aumentar
a
carga
de
um
exercício;
 • 
Ter
registro
de
um
programa
sa5sfatório
para
que
possa
ser
 repe5do
futuramente;
 • 
Ter
registro
de
um
programa
insa5sfatório,
de
modo
que
este
 possa
ser
corrigido;
 • 
 Notar
 qualquer
 mudança
 nas
 variáveis
 do
 programa
 agudo
 com
base
em
testes
anteriores
às
sessões

 • 
Dar
indicação
imediata
da
qualidade
do
desempenho
em
um
 exercício
específico

  42. 42. O registro deve conter: nome dos exercícios em sequência, o número de séries, a duração dos intervalos de descanso e a intensidade ou carga de cada exercício. Pode conter quaisquer outros fatores relevantes.
  43. 43. Conteúdo
Programá5co
 Parte I – Fundamentação Fisiológica Prof. Guilherme Borges Pereira Parte II – Análise e aplicação de Artigos Científicos Prof. Guilherme F. F. Speretta Prof. Guilherme Borges Pereira
  44. 44. Quem você quer ser?
  45. 45. Fundamentação
para
Aplicação
Prá5ca
 Treinamento
Funcional
 “Líder faz aquilo que é certo e não aquilo que é conveniente.” Obrigado...

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