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Conteúdo
Programá/co

Parte I – Fundamentação Fisiológica
Parte II – Definição e Prescrição
Parte III – Análise e aplicaçã...
Fundamentos para
aplicação prática
Treinamento
Funcional
Parte II – Definição e Prescrição
Consiste
 em
 reproduzir
 de
 forma
 mais

EFICIENTE
 possível
 os
 GESTOS
 MOTORES

específicos
 não
 só
 do
 esporte,
 co...
TREINAMENTO

FUNCIONAL

OBJETIVOS
e
CARACTERÍSTICAS

 Melhoria das capacidades funcionais
 Aprimoramento dos gestos motores
específicos e esport...
Equilíbrio
Força
Flexibilidade
Resistência
Coordenação
Velocidade
Treinamento
Funcional
PRA
QUEM
É
INDICADO
O

TREINAMENTO
FUNCIONAL



























PILARES
DOS
MOVIMENTOS

ORTOSTATISMO E LOCOMOÇÃO
TROCA DO CENTRO DE MASSA
PUXAR E EMPURRAR
ROTAÇÃO
Santana,
2005

PILARES DE FORÇA
Santana,
2005

ESCÁPULA

TRONCO

QUADRIL

SUBSISTEMAS
“CORE”
Grupo muscular presente
no centro de gravidade
do corpo
 Músculos GLOBAIS: reto abdominal; oblíquos
externos; eret...
M.
Transverso
do abdômen
Reto
Abdominal
M.
Oblíquo
Externo
M.
Oblíquo
Interno
M. Semi-espinhal
M. Multifídios
M. Rotadores
Quadrado
Lombar
M. Eretor
da Espinha
M. Elicostal M.
Longíssimo
Adutor longo
Adutor curto
Adutor magno
Psoas
maior
Ílio
MÚSCULOS
POSTURAIS
MELHORES
ESTABILIZADORES
CORE EFICIENTE/
TREINADO
Proteção para a coluna
vertebral contra forças
externas que ocorram
durante a atividade física
ESTABILIZAÇÃO DA COLUNA
VERTEBRAL
EXTREMIDADES
MUSCULARES
FORTES
CORE
FRACO
MOVIMENTO
INEFICIENTE
FILME DO BOPE
Fundamentos
para

aplicação
prá/ca


Treinamento

Funcional

Parte III – Análise e aplicação de
Artigos Científicos
O treinamento de instabilidade através do uso de
superfícies instáveis ou instrumentos é benéfico no
aumento da ativação d...
Exercícios isolados para a musculatura do “CORE” são
utilizados principalmente para o desenvolvimento da
resistência muscu...
Recomendaçõe
s
Atletas
Reabilitação
População em geral
Physical
Therapy,
2000

RESULTADO
S
O valor médio do sinal de EMG obtido na condição
estável foi menor do que os valores observados com
instabilid...
2005
M. Eretor
da Espinha
RESULTADO
RESULTADO
PROGRESSÃO
Superfície
estável
Superfícies
moderadamente
instáveis
Superfícies
Instáveis
Mais apoios
possíveis
Menos apoios...
PROGRESSÃO
Sem recursos
externos
Com recursos
externos
Com recursos externos
e sobrepeso
MÁQUINAS
VS
PESOS
LIVRES
• Movimento em 1 plano
• Pequena estabilização do peso
• Indicado para iniciantes
• Pequeno risco de lesão
• Movimento em ...
Funcional - Parte II
Funcional - Parte II
Funcional - Parte II
Funcional - Parte II
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Funcional - Parte II
Funcional - Parte II
Funcional - Parte II
Funcional - Parte II
Funcional - Parte II
Funcional - Parte II
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Funcional - Parte II

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Parte I do curso de funcional de Fernandopolis.

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Funcional - Parte II

  1. 1. Conteúdo
Programá/co
 Parte I – Fundamentação Fisiológica Parte II – Definição e Prescrição Parte III – Análise e aplicação de Artigos Científicos
  2. 2. Fundamentos para aplicação prática Treinamento Funcional Parte II – Definição e Prescrição
  3. 3. Consiste
 em
 reproduzir
 de
 forma
 mais
 EFICIENTE
 possível
 os
 GESTOS
 MOTORES
 específicos
 não
 só
 do
 esporte,
 como
 também
 da
vida
diária
 Tem
 como
 principio
 fundamental
 treinar
 o
 M O V I M E N T O
 e
 n ã o
 o
 M Ú S C U L O
 ISOLADAMENTE
 Raddcliffe,
2007;
Boyle,
2003

  4. 4. TREINAMENTO
 FUNCIONAL

  5. 5. OBJETIVOS
e
CARACTERÍSTICAS
  Melhoria das capacidades funcionais  Aprimoramento dos gestos motores específicos e esportivos  Ênfase no SNC e suas estruturas  Movimentos Multiplanares  Diagonais dos movimentos  Capacidade coordenativas informacionais
  6. 6. Equilíbrio Força Flexibilidade Resistência Coordenação Velocidade Treinamento Funcional
  7. 7. PRA
QUEM
É
INDICADO
O
 TREINAMENTO
FUNCIONAL



























  8. 8. PILARES
DOS
MOVIMENTOS
 ORTOSTATISMO E LOCOMOÇÃO TROCA DO CENTRO DE MASSA PUXAR E EMPURRAR ROTAÇÃO Santana,
2005

  9. 9. PILARES DE FORÇA Santana,
2005
 ESCÁPULA
 TRONCO
 QUADRIL

  10. 10. SUBSISTEMAS
  11. 11. “CORE” Grupo muscular presente no centro de gravidade do corpo  Músculos GLOBAIS: reto abdominal; oblíquos externos; eretor da espinha Jakubek, 2007  Músculos LOCAIS: multifídios; transverso abdominal; oblíquos internos, músculos transversos profundos e músculos do assoalho pélvico
  12. 12. M. Transverso do abdômen Reto Abdominal M. Oblíquo Externo M. Oblíquo Interno
  13. 13. M. Semi-espinhal M. Multifídios M. Rotadores Quadrado Lombar
  14. 14. M. Eretor da Espinha M. Elicostal M. Longíssimo
  15. 15. Adutor longo Adutor curto Adutor magno Psoas maior Ílio
  16. 16. MÚSCULOS POSTURAIS MELHORES ESTABILIZADORES
  17. 17. CORE EFICIENTE/ TREINADO Proteção para a coluna vertebral contra forças externas que ocorram durante a atividade física
  18. 18. ESTABILIZAÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL EXTREMIDADES MUSCULARES FORTES CORE FRACO MOVIMENTO INEFICIENTE
  19. 19. FILME DO BOPE
  20. 20. Fundamentos
para
 aplicação
prá/ca
 
Treinamento
 Funcional
 Parte III – Análise e aplicação de Artigos Científicos
  21. 21. O treinamento de instabilidade através do uso de superfícies instáveis ou instrumentos é benéfico no aumento da ativação da musculatura do “CORE” melhorando a eficiência neuromuscular e reduzindo a incidência de dor na lombar. O treinamento de instabilidade pode reduzir a força, potência, e velocidade e pode não ser apropriado para uso como método primário de treinamento em atletas.
  22. 22. Exercícios isolados para a musculatura do “CORE” são utilizados principalmente para o desenvolvimento da resistência muscular localizada. O treinamento de instabilidade deve ser utilizado como parte do programa de exercícios para a melhoria da “saúde” músculo esquelética.
  23. 23. Recomendaçõe s Atletas Reabilitação População em geral
  24. 24. Physical
Therapy,
2000

  25. 25. RESULTADO S O valor médio do sinal de EMG obtido na condição estável foi menor do que os valores observados com instabilidade. Foi observado esse resultado em todos os músculos analisados
  26. 26. 2005
  27. 27. M. Eretor da Espinha
  28. 28. RESULTADO
  29. 29. RESULTADO
  30. 30. PROGRESSÃO Superfície estável Superfícies moderadamente instáveis Superfícies Instáveis Mais apoios possíveis Menos apoios possíveis
  31. 31. PROGRESSÃO Sem recursos externos Com recursos externos Com recursos externos e sobrepeso
  32. 32. MÁQUINAS VS PESOS LIVRES
  33. 33. • Movimento em 1 plano • Pequena estabilização do peso • Indicado para iniciantes • Pequeno risco de lesão • Movimento em 3 planos • Grande estabilização do peso • Risco de lesão

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