Elo Group VisãO Geral De Riscos Positivo

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  • Elo Group VisãO Geral De Riscos Positivo

    1. 1. Gestão de Riscos Positivos – Introdução ao conceito Centro ELO group de Excelência em Gestão de Riscos
    2. 2. Agenda <ul><li>Por que gerir Riscos Positivos? </li></ul><ul><li>O que significa gerir riscos positivos? </li></ul><ul><li>Quais os resultados práticos da gestão de riscos positivos? </li></ul>
    3. 3. 1- Por que gerir riscos positivos? A motivação inicial da discussão
    4. 4. Por que estudar a gestão de riscos positivos? <ul><li>A gestão de riscos vem aparecendo como um conjunto de práticas modernas e eficientes de gestão </li></ul><ul><li>Neste sentido, a prática revela de forma inquestionável que, no que tange a gestão de riscos, as ameaças de perdas sempre receberam maior atenção do que as oportunidades de ganhos </li></ul><ul><li>Mind-Set  o ser humano apresenta grande dificuldade ao tentar se concentrar, ao mesmo tempo, em ameaças e oportunidades. </li></ul><ul><li>“ O temor da perda freqüentemente é mais poderoso que a esperança da vitória”. </li></ul><ul><li>Os seres humanos estariam propensos a tomar medidas mais drásticas quando confrontados com possibilidades de perdas do que com possibilidades de ganhos </li></ul>
    5. 5. Por que estudar a gestão de riscos positivos? <ul><li>São as ameaças de perda que levam as organizações a procurarem ferramentas de gestão para suas incertezas </li></ul><ul><li>Contudo, é fundamental ressaltar que não há nenhum impedimento teórico para um enfoque positivo da gestão de riscos </li></ul><ul><li>Todo o investimento em complexas estruturas para gestão de riscos estaria sendo subutilizado, uma vez que diversos riscos positivos, capazes de gerar novos ganhos estariam passando despercebidos </li></ul><ul><li>Como motivação adicional, podemos identificar diversas organizações que vêm perseguindo oportunidades de forma pouco estruturada, desperdiçando quantias significativas de capital em apostas intuitivas e otimistas mas descuidadas </li></ul>
    6. 6. Por que estudar a gestão de riscos positivos? Resultado “ O que pode dar errado?” “ O que pode dar mais certo do que ocorre hoje?” Diminuição de perdas Alcance de novos ganhos Foco Foco Resultado Estrutura de gestão de risco Práticas , Métodos, Ferramentas, Pessoas, Competências, Cultura Organizacional, Responsabilidade e Autoridades, Procedimentos, etc. Miopia Organizacional
    7. 7. 2-O que significa gerir riscos positivos? O que está sendo entendido por gestão de riscos positivos
    8. 8. O que significa gerir riscos positivos? <ul><li>Na gestão de riscos positivos, as mesmas fontes de risco deverão ser analisadas. Mas dessa vez, o foco deverá ser a busca de eventos (oportunidades) com conseqüências positivas (ganhos). </li></ul><ul><li>A gestão de riscos positivos, em contrapartida, deverá implementar controles para tirar máximo proveito das oportunidades identificadas </li></ul><ul><li>A gestão de riscos negativos vê a incerteza como fonte de perda. Já para a gestão de riscos positivos, ela é uma fonte de ganhos. </li></ul><ul><li>Gerir riscos positivos trata, portanto, de mudar o foco de aplicação das práticas, métodos e ferramentas pertencentes à teoria de gestão de risco, explorando fontes de risco, induzindo oportunidades e auferindo ganhos para a organização </li></ul>
    9. 9. Fontes de risco Ameaças Oportunidades Perdas (Conseqüências negativas) Ganhos (Conseqüências positivas) Objetivos Organizacionais (Resultados) Estrutura de gestão de risco Práticas , Métodos, Ferramentas, Pessoas, Competências, Cultura Organizacional, Responsabilidade e Autoridades, Procedimentos, etc. probabilidade probabilidade severidade magnitude controle controle controle controle Gestão de riscos aplicada a “O que pode dar errado?” Gestão de riscos aplicada a “ O que pode dar mais certo?” O que significa gerir riscos positivos? Ameaças emergentes a partir de oportunidades Oportunidades emergentes a partir de ameaças Incentivos Incentivos
    10. 10. 3- Quais os resultados práticos da gestão de riscos positivos? Como a aplicação da gestão de riscos será percebida pela organização?
    11. 11. Quais os resultados práticos da gestão de riscos? <ul><li>O valor de uma organização é resultante de sua capacidade de gerar retorno financeiro sobre o capital investido ao longo do tempo </li></ul><ul><li>Quando uma organização realiza uma gestão dos riscos negativos, ela minimiza ameaças potenciais que reduzam seu resultado realizado </li></ul><ul><li>A organização que gere riscos negativos protege o valor esperado do acionista </li></ul><ul><li>Gerir riscos positivos significa maximizar a probabilidade da ocorrência de oportunidades e a magnitude dos ganhos resultantes </li></ul><ul><li>A organização que gere riscos positivos cria valor para o acionista </li></ul>
    12. 12. Quais os resultados práticos da gestão de riscos? Planejamento Estratégico Valor Protegido Valor Criado Gestão de riscos positivos Gestão de riscos Negativos Resultado Auferido
    13. 13. Gestão de Riscos Positivos – Mapeando o Terreno Centro ELO group de Excelência em Gestão de Riscos
    14. 14. Agenda <ul><li>O que seria um dicionário de risco positivo? </li></ul><ul><li>Qual a diferença fundamental entre oportunidades e ameaças? </li></ul><ul><li>O que não deve ser considerado gestão de riscos positivos? </li></ul>
    15. 15. 1 - O que seria um dicionário de risco positivo? “ não se pode gerir os riscos que não se conhece”... Então, como caracterizar o risco positivo?
    16. 16. O que seria um dicionário de risco positivo? <ul><li>Idéia de espelho conceitual : Para cada conceito aplicado para gestão de riscos negativos poderíamos ter um equivalente aplicável à gestão de riscos positivos </li></ul><ul><li>Três categorias serão aplicadas à caracterização dos riscos positivos: fontes de risco positivo, eventos (oportunidades) e conseqüências positivas (ganhos) </li></ul>
    17. 17. O que seria um dicionário de risco positivo? Ameaça Fontes de Risco Negtivo Perdas (Consequências Negativas)
    18. 18. O que seria um dicionário de riscos positivos? Oportunidades Fontes de Risco Positivo Ganhos (Consequências Positivas)
    19. 19. 2 - Qual a diferença fundamental entre oportunidades e ameaças? A distinção entre a gestão de riscos positivos e negativos passa, necessariamente, pela diferenciação de oportunidades e ameaças
    20. 20. Qual a diferença entre oportunidades e ameaças? <ul><li>A diferença entre gestão de riscos positivos e gestão de riscos negativos está no foco de aplicação dado pela organização </li></ul><ul><li>Neste sentido, a diferença entre uma oportunidade e uma ameaça é baseada em qual foi a intenção ou propósito da organização ao analisar as fontes de risco ou outros eventos que poderiam concretizá-la </li></ul><ul><li>A maneira como um evento é entendido irá afetar o desenvolvimento dos controles propostos para seu tratamento e natureza dos ganhos resultantes </li></ul><ul><li>Não aconselhamos a análise de uma oportunidade como o inverso de uma ameaça, e vice-versa. No entanto, não vemos empecilhos para a análise de um evento buscando identificar outros de impacto inverso. </li></ul>
    21. 21. Qual a diferença entre oportunidades e ameaças? Foco sobre possíveis perdas Foco sobre possíveis ganhos Oportunidades Fontes de Risco Ameaça Foco em oportunidades emergentes a partir de ameaças Foco em ameaças emergentes a partir de oportunidades
    22. 22. Qual a diferença entre oportunidades e ameaças? Foco sobre possíveis perdas Reescreita Oportunidades Fontes de Risco Ameaça
    23. 23. 3 - O que não deve ser considerado gestão de riscos positivos? Algumas considerações a serem realizadas de maneira a evitar possíveis confusões
    24. 24. O que não deve ser considerado gestão de riscos positivos? <ul><li>Apenas ter sorte não significa gerir riscos positivos </li></ul><ul><li>Não se deve confundir a excelência em gestão de riscos negativos com a gestão de riscos positivos </li></ul><ul><li>Não se pode confundir a gestão de riscos positivos com a aplicação da gestão de riscos negativos nos processos estratégicos da organização </li></ul><ul><li>Uma gestão de riscos positivos ineficiente pode parecer uma gestão de riscos negativos </li></ul><ul><li>Investir em oportunidades que não ocorrem é gerir os riscos positivos de forma ineficiente, não devendo ser confundido com gestão de riscos negativos </li></ul>
    25. 25. Exemplos Ilustrativos <ul><li>Uma indústria, antevendo uma possível mudança nas leis ambientais, implementa uma série de mudanças para se adaptar às suas exigências. Uma equipe de repórteres de uma grande emissora, ao fazer uma reportagem sobre defesa do meio ambiente, descobre a iniciativa e a inclui na redação. </li></ul><ul><li>A empresa tem a sua marca valorizada frente aos clientes graças a um evento de ganho. No entanto, a organização não havia vislumbrado essa oportunidade e, conseqüentemente, não havia implementado nenhum controle com o propósito de aproveitá-la. Portanto, houve apenas gestão do risco negativo trazendo, por acaso, ganhos inesperados à organização. </li></ul><ul><li>Apenas ter sorte não significa gerir riscos positivos </li></ul>
    26. 26. <ul><li>Uma construtora, ao realizar um estudo estruturado dos seus principais riscos negativos, conclui que estes estão intimamente ligados às suas relações com os seus clientes que deixam, muitas vezes, de pagar e fazem pedidos de modificações abusivos em projetos. </li></ul><ul><li>A diretoria da construtora, ao consultar o estudo, decide alterar sua estratégia comercial de forma a modificar as suas relações como os clientes, aumentando assim a sua margem de lucro. Essa decisão, embora tenha criado ganhos para a organização, não deve ser considerada como uma gestão de riscos positivos. </li></ul><ul><li>Não se pode confundir a gestão de riscos positivos com a aplicação da gestão de riscos negativos nos processos estratégicos da organização </li></ul>Exemplos Ilustrativos
    27. 27. <ul><li>Voltando ao exemplo da indústria dado anteriormente, considerando agora que ela teria alocado grande parte do pessoal da sua assessoria de imprensa, unicamente para divulgar suas mudanças ecológicas, e que, apesar disso, nenhum canal de comunicação tivesse se interessado em divulgar o caso, não se poderia dizer que ocorreu um risco negativo. </li></ul><ul><li>Houve, então, uma gestão de riscos positivos ineficientes que avaliou e investiu em uma oportunidade que não se concretizou. </li></ul><ul><li>Investir em oportunidades que não ocorrem é gerir os riscos positivos de forma ineficiente, não devendo ser confundido com gestão de riscos negativos </li></ul>Exemplos Ilustrativos
    28. 28. Gestão de Riscos Positivos – Pensando a Aplicação Centro ELO group de Excelência em Gestão de Riscos
    29. 29. Agenda <ul><li>Qual a relação entre a gestão de riscos positivos e a estratégia da organização? </li></ul><ul><li>Qual a diferença entre as estruturas e os processos organizacionais utilizados na gestão de riscos positivos e negativos? </li></ul><ul><li>Conclusão: Rumo ao Enterprise Risk and Opportunity management </li></ul>
    30. 30. 1 - Qual a relação entre a gestão de riscos positivos e a estratégia da organização? Como a estratégia da organização deve influir sobre os investimentos aplicados na gestão de riscos positivos
    31. 31. Qual a relação entre a gestão de riscos positivos e a estratégia da organização? <ul><li>Aplicando novamente a idéia do espelho conceitual, poderíamos sugerir um termo que espelhasse o conceito de apetite ao risco. A esse termo damos o nome de indução à oportunidade , que seria uma medida agregada de quanto uma organização estaria disposta a investir para ter maior flexibilidade no aproveitamento de possíveis oportunidades. </li></ul><ul><li>Ao implementar um novo controle, a organização irá incorrer em um custo certo para obter um ganho incerto </li></ul><ul><li>Organização identifica um possível evento de ganho e passa a criar controles com a intenção de aproveitá-lo. Os ganhos obtidos em algum momento serão parte da previsão dos ganhos esperados. </li></ul><ul><li>Percebe-se que os gestores e executivos estão sempre buscando meios para criar uma simetria entre as incertezas relacionadas à indução de ganhos potenciais e à tolerância a possíveis perdas </li></ul>
    32. 32. Qual a relação entre a gestão de riscos positivos e a estratégia da organização? Lucro($) Decorrer do tempo Estratégia conservadora Estratégia arrojada Resultado esperado Valor Criado Valor Portegido
    33. 33. 2 - Qual a diferença entre as estruturas e os processos organizacionais utilizados na gestão de riscos positivos e negativos? Como uma organização deve se estruturar para realizar a gestão de riscos positivos e qual a coincidência entre as estruturas de gestão de riscos positivos e negativos
    34. 34. Qual a diferença entre as estruturas e os processos organizacionais utilizados na gestão de riscos positivos e negativos? <ul><li>O ideal seria alinhar a gestão de riscos positivos e negativos em uma só estrutura </li></ul><ul><li>A melhor opção seria a de dois processos separados, porém extremamente similares, de forma a facilitar o uso da mesma estrutura de gestão de riscos </li></ul><ul><li>Tanto a gestão de riscos positivos quanto negativos deveriam contar com uma grande diversidade de pontos de vista e estar alinhadas com a estratégia organizacional </li></ul><ul><li>Devem existir mecanismos claros para o alinhamento entre ambos os processos permitindo que possam existir critérios comuns para a aceitação da incerteza </li></ul>
    35. 35. Sugestões de ferramentas <ul><li>Podemos ainda pensar em ferramentas de gestão e riscos positivos adapatadas das ferramentas de gestão de riscos negatovos </li></ul><ul><li>Opportunity Control Self Assessment  A ferramenta deveria avaliar a capacidade e uso efetivo dos controles implementados pela organização para aproveitar oportunidades potenciais de acordo com o nível de indução de oportunidades definida. </li></ul><ul><li>Bases de ganhos  Poderiam auxiliar as organizações a analisar a eficiência dos seus controles de risco positivo e monitorar os retornos dos investimentos realizados. </li></ul><ul><li>Indicares-Chave de oportunidade  deveriam alertar a organização em momentos onde determinadas ações poderiam trazer grande ganhos </li></ul>
    36. 36. Conclusão: Rumo ao Enterprise Risk and Opportunity management
    37. 37. Síntese da discussão <ul><li>Deve-se refletir sobre a quantidade de oportunidades ocultas ou esquecidas devido ao histórico problema dos silos funcionais. Tais silos isolam a comunicação entre áreas distintas, e dificultam a saída da rotina operacional para refletir sobre o que pode ser melhorado ou “reinventado”. </li></ul><ul><li>sugere-se que as organizações adotem a gestão de riscos positivos para melhorar sua capacidade de reagir de forma “oportunística” às mudanças e incertezas do ambiente, assegurando que ganhos potenciais serão explorados de maneira alinhada a estratégia da organização </li></ul><ul><li>Finalmente, diversos estudos analisados confirmam a idéia de que as organizações, hoje, apresentam (1) grande preocupação com seus riscos estratégicos (por vezes superior aos operacionais); (2) grande dificuldade para inovar em suas operações, (3) reclamações quanto à obtenção de retornos abaixo do esperado em projetos de melhoria. </li></ul>
    38. 38. A gestão de risco positivo como uma colaboração em massa <ul><li>O sucesso da abordagem de riscos positivos é intrinsecamente dependente da capacidade da área de gestão de riscos em: </li></ul><ul><ul><li>Aproximar as pessoas chave certas, assegurando o foco e escopos bem definidos, e, ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Implantar as práticas adequadas para motivar, monitorar e coordenar sua comunicação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Tudo isto, alinhado a uma ação estratégica com ganhos potenciais significativos devido a gestão ativa da incerteza existente. </li></ul></ul><ul><li>Estas “comunidades” organizacionais, construídas por evento de risco positivo (oportunidade) se constituem, portanto, em um esforço de criação de um efeito de colaboração em massa coordenado, alinhado as reais necessidades e potenciais da empresa e, principalmente, suportados por mecanismos de motivação inequívocos. </li></ul><ul><li>Desta forma poderíamos visualizar a colaboração em massa como principal distintivo de uma organização que efetivamente gere seus riscos positivos. </li></ul>

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