SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 18
Baixar para ler offline
Auditoria Interna 
Com Enfoque em Gestão de 
Riscos Empresariais 
Agosto/2012 
Regina Célia 
Gerente de Auditoria Interna 
email@makroengenharia.com.br | 55 85 fone fixo | 55 85 celular
MISSÃO 
Propor e executar as 
melhores e mais 
seguras soluções 
técnicas em 
Engenharia de 
Movimento. 
VISÃO 
Ser reconhecida na 
América Latina com as 
melhores e mais 
seguras soluções 
técnicas em 
Engenharia de 
Movimento.
Riscos Empresariais 
O que é Risco? 
Conceito 
Entende-se por riscos empresarias toda possibilidade de 
ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência 
ou inadequação de processos internos, pessoas e 
sistemas ou de eventos externos. 
“O que pode dar errado?”
Destruidores de valor 
Riscos x valor aos acionistas 
O que todas as Organizações deveriam questionar 
• Se realmente entendemos nossos riscos de 
negócios? 
• O que pode acontecer e qual o impacto na 
Organização? Estamos protegidos? 
• De quem é o trabalho de identificar, medir e 
controlar nossos riscos? 
• Quais as melhores práticas para controlar riscos? 
• Se os procedimentos de controle são eficientes e 
minimizam riscos de negócios em um nível 
aceitável?
Aumento 
da Receita 
Otimização dos Custos 
Operacionais 
Eficiência 
dos Ativos 
Atendimento das 
Expectativas 
Percepção de Valor 
dos Produtos 
Estratégia de 
Vendas 
Participação de 
Mercado 
Volume de 
Vendas 
Estratégias de 
Desembolso 
Gerenciamento 
dos Custos e 
Despesas 
Gestão de 
Investimentos 
Gestão do 
Orçamento 
Estratégia de 
Investimento de 
Capital 
Retorno sobre o 
Capital 
Gestão de Ativo 
Imobilizado 
Gestão de Ativos 
(Recursos 
Financeiros) 
Gerenciamento 
dos Negócios 
Ética e Conduta 
Gestão de 
Pessoas 
Órgãos Externos 
Riscos de Negócios 
Decisões, ações, eventos ou situações que podem impactar (positiva ou negativamente) o 
atendimento aos objetivos de negócio 
Valor ao Acionistas 
Por que Gerenciar Riscos? 
Modelo de Valor de Negócio 
OBJETIVOS DE 
NEGÓCIO 
DIRETRIZES 
(“KEY DRIVERS”) 
RISCOS NÃO GERENCIADOS = DESTRUIDORES DE VALOR PARA O ACIONISTA
Por que Gerenciar Riscos? 
Vantagens no Gerenciamento de Riscos 
 Identificar e gerenciar os riscos empresariais mais significativos que possam 
afetar a imagem e a capacidade da organização de alcançar os objetivos 
estratégicos e do negócio; 
 Assegurar adequado posicionamento estratégico e a obtenção de vantagens 
competitivas; 
 Observar as inovações do mercado (tecnológicas, metodológicas, entre 
outras) relacionadas aos riscos da Organização, assim como os impactos das 
mesmas; 
 Possibilitar o adequado monitoramento dos riscos relevantes e a sua 
manutenção em nível aceitável e gerenciável; 
 Racionalizar controles; 
 Facilitar o atendimento a requisitos de órgãos reguladores; 
 Assegurar a obtenção de informações íntegras e de qualidade no processo 
de decisão.
Dar suporte à estrutura de governança corporativa da empresa; 
 Promover uma maior conscientização dos executivos sobre a 
importância do gerenciamento dos riscos e controles internos; 
 Minimizar a ocorrências de irregularidades; 
 Reduzir os custos; 
 Indicar recomendação corretiva evitando assim à exposição da 
empresa a riscos que comprometam seus resultados; 
 Auxiliar a organização na execução de estratégias de negócios.
RReetteerr 
Risco está relacionado a escolha, não ao acaso. 
Estabelecer 
controlar para 
minimizar a 
materialização 
Requer que 
alguém esteja 
disposto e tenha 
capacidade 
financeira para 
correr o risco 
Pode aumentar 
o grau de 
exposição na 
medida em que 
possibilita 
vantagens 
Qualquer ação 
que elimine 
totalmente a 
fonte de um 
risco específico 
AAcceeiittaarr RReejjeeiittaarr 
RReedduuzziirr TTrraannssffeerriirr EExxpplloorraarr EEvviittaarr 
Risco inerente ao 
modelo de 
administração ou às 
operações normais 
Fora da estratégia 
Retornos não 
compensam os 
riscos 
Por que Gerenciar Riscos? 
Estratégia para Gestão de Riscos 
Manter o risco, 
planejado 
conforme o grau 
de tolerância 
(KRI)
Auditoria Interna 
Visão e Missão 
Proposta de Missão: 
Fomentar a articulação entre as áreas operacionais, apoio, Alta 
Administração e o ambiente regulatório, com o propósito de minimizar a 
exposição da Organização aos riscos empresariais, mediante controles 
efetivos. 
Proposta de Visão: 
Ser reconhecido pela Organização como Área responsável pela identificação 
e gerenciamento dos focos geradores dos Riscos Empresariais.
Organograma Auditoria Interna 
Modelo Ideal 
Gerente de 
Auditoria 
Auditor 
Sênior 
Auditor 
Pleno 
Auditor 
Júnior 
Coordenador 
de Auditoria 
Comitê de 
Auditoria 
Diretoria 
Financeira 
Diretoria 
Operacional 
Diretoria de 
Suprimentos 
Auditoria 
Interna 
* Na ausência do comitê de auditora, o departamento de auditoria interna deve se 
reportar diretamente ao presidente.
Principais Benefícios da Auditoria Interna 
 Atuação de forma preventiva, prevenindo perdas; 
 Recuperação financeira decorrente de perdas, cálculos incorretos, recolhimento 
indevidos, etc.; 
 Avaliação contínua dos riscos; 
 Avaliação sistemática da eficiência/eficácia dos controles internos; 
 Fortalecimento dos pilares de Governança Corporativa (transparência nas 
informações e aumento do nível de confiança das partes interessadas); 
 Garantia de informações íntegras e de qualidade no processo decisório; 
 Entendimento dos processos da empresa (Macro-Fluxo); 
 Análise da situação atual considerando as melhores práticas de controle existentes 
no mercado.
Atividades em Andamento 
1. Implantação da área de Auditoria 
Interna com enfoque em gestão de 
riscos empresariais; 
2. Seleção do Coordenador de 
Auditor para compor equipe; 
3. Mostrar para a alta administração 
a função da Auditoria Interna na 
organização; 
4. Em analise do Relatório Razão de 
Fornecedores.
Apresentação sobre gerenciamento de riscos

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Princípios de gestão da qualidade
Princípios de gestão da qualidadePrincípios de gestão da qualidade
Princípios de gestão da qualidade
20blueowl77
 
Aula 1 Administração da Produção - definições básicas
Aula 1   Administração da Produção - definições básicasAula 1   Administração da Produção - definições básicas
Aula 1 Administração da Produção - definições básicas
Correios
 

Mais procurados (20)

Gestão da qualidade
Gestão da qualidadeGestão da qualidade
Gestão da qualidade
 
Gestão da qualidade
Gestão da qualidadeGestão da qualidade
Gestão da qualidade
 
Princípios de gestão da qualidade
Princípios de gestão da qualidadePrincípios de gestão da qualidade
Princípios de gestão da qualidade
 
Introdução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e OperaçõesIntrodução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e Operações
 
ISO 9001
ISO 9001ISO 9001
ISO 9001
 
Gerenciamento de Riscos Corporativos: uma ferramenta indispensável à Gestão d...
Gerenciamento de Riscos Corporativos: uma ferramenta indispensável à Gestão d...Gerenciamento de Riscos Corporativos: uma ferramenta indispensável à Gestão d...
Gerenciamento de Riscos Corporativos: uma ferramenta indispensável à Gestão d...
 
Gestão da qualidade
Gestão da qualidadeGestão da qualidade
Gestão da qualidade
 
Gestão de processos e qualidade
Gestão de processos e qualidadeGestão de processos e qualidade
Gestão de processos e qualidade
 
BACEN - A cadeia de valor como elemento de centralidade da gestão
BACEN - A cadeia de valor como elemento de centralidade da gestãoBACEN - A cadeia de valor como elemento de centralidade da gestão
BACEN - A cadeia de valor como elemento de centralidade da gestão
 
Gestao Estrategica da Qualidade
Gestao Estrategica da QualidadeGestao Estrategica da Qualidade
Gestao Estrategica da Qualidade
 
Revisão geral ISO 9001
Revisão geral ISO 9001Revisão geral ISO 9001
Revisão geral ISO 9001
 
Ferramentas de Gestão
Ferramentas de GestãoFerramentas de Gestão
Ferramentas de Gestão
 
Gestão de Risco
Gestão de RiscoGestão de Risco
Gestão de Risco
 
Gestão pela Qualidade Total
Gestão pela Qualidade TotalGestão pela Qualidade Total
Gestão pela Qualidade Total
 
Aula 1 - Gestão da Qualidade
Aula 1 - Gestão da QualidadeAula 1 - Gestão da Qualidade
Aula 1 - Gestão da Qualidade
 
Qualidade Total
Qualidade TotalQualidade Total
Qualidade Total
 
Gestão de riscos
Gestão de riscosGestão de riscos
Gestão de riscos
 
Custos da qualidade
Custos da qualidadeCustos da qualidade
Custos da qualidade
 
Aula 1 Administração da Produção - definições básicas
Aula 1   Administração da Produção - definições básicasAula 1   Administração da Produção - definições básicas
Aula 1 Administração da Produção - definições básicas
 
Gestão Estratégica das Organizações
Gestão Estratégica das OrganizaçõesGestão Estratégica das Organizações
Gestão Estratégica das Organizações
 

Destaque

Gestão de Auditoria Interna
Gestão de Auditoria InternaGestão de Auditoria Interna
Gestão de Auditoria Interna
InformaGroup
 
Palestra “A Auditoria como ferramenta na Gestão de Riscos”
Palestra “A Auditoria como ferramenta na Gestão de Riscos”Palestra “A Auditoria como ferramenta na Gestão de Riscos”
Palestra “A Auditoria como ferramenta na Gestão de Riscos”
Impacta Eventos
 
Ações insterinstitucioinais em seg[1]. quimica
Ações insterinstitucioinais em seg[1]. quimicaAções insterinstitucioinais em seg[1]. quimica
Ações insterinstitucioinais em seg[1]. quimica
Nilton Goulart
 
Módulo 2 - A Defesa Civil e os Desastres Naturais
Módulo 2 - A Defesa Civil e os Desastres NaturaisMódulo 2 - A Defesa Civil e os Desastres Naturais
Módulo 2 - A Defesa Civil e os Desastres Naturais
Portal Voluntários Online
 

Destaque (20)

Gestão de Auditoria Interna
Gestão de Auditoria InternaGestão de Auditoria Interna
Gestão de Auditoria Interna
 
Palestra “A Auditoria como ferramenta na Gestão de Riscos”
Palestra “A Auditoria como ferramenta na Gestão de Riscos”Palestra “A Auditoria como ferramenta na Gestão de Riscos”
Palestra “A Auditoria como ferramenta na Gestão de Riscos”
 
Gestão de risco e auditoria
Gestão de risco e auditoriaGestão de risco e auditoria
Gestão de risco e auditoria
 
Reconhecendo o Risco
Reconhecendo o Risco Reconhecendo o Risco
Reconhecendo o Risco
 
Conceitos básicos sobre qualidade e iso 90001
Conceitos básicos sobre qualidade e iso 90001Conceitos básicos sobre qualidade e iso 90001
Conceitos básicos sobre qualidade e iso 90001
 
Softwares para Análise de Riscos em Projetos
Softwares para Análise de Riscos em ProjetosSoftwares para Análise de Riscos em Projetos
Softwares para Análise de Riscos em Projetos
 
Auditoria iso 9001
Auditoria iso 9001Auditoria iso 9001
Auditoria iso 9001
 
Aula Apresentação de Gestão de Riscos
Aula Apresentação de Gestão de RiscosAula Apresentação de Gestão de Riscos
Aula Apresentação de Gestão de Riscos
 
Gerenciamento de Projetos: A Estratégia sênior de Gerenciar Consultoria Júnio...
Gerenciamento de Projetos: A Estratégia sênior de Gerenciar Consultoria Júnio...Gerenciamento de Projetos: A Estratégia sênior de Gerenciar Consultoria Júnio...
Gerenciamento de Projetos: A Estratégia sênior de Gerenciar Consultoria Júnio...
 
Sindec
SindecSindec
Sindec
 
Plano Municipal de Defesa Civil - em busca da resiliência
Plano Municipal de Defesa Civil - em busca da resiliênciaPlano Municipal de Defesa Civil - em busca da resiliência
Plano Municipal de Defesa Civil - em busca da resiliência
 
Primeira Conferência Municipal e Proteção e Defesa Civil
Primeira Conferência Municipal e Proteção e Defesa CivilPrimeira Conferência Municipal e Proteção e Defesa Civil
Primeira Conferência Municipal e Proteção e Defesa Civil
 
Cartilha defesa civil
Cartilha defesa civilCartilha defesa civil
Cartilha defesa civil
 
Tecnologia a Serviço da Defesa civil: Monitorando Riscos e Desastres
Tecnologia a Serviço da Defesa civil: Monitorando Riscos e DesastresTecnologia a Serviço da Defesa civil: Monitorando Riscos e Desastres
Tecnologia a Serviço da Defesa civil: Monitorando Riscos e Desastres
 
Seminário Defesa Civil - Planos de Contigências
Seminário Defesa Civil - Planos de ContigênciasSeminário Defesa Civil - Planos de Contigências
Seminário Defesa Civil - Planos de Contigências
 
Ações insterinstitucioinais em seg[1]. quimica
Ações insterinstitucioinais em seg[1]. quimicaAções insterinstitucioinais em seg[1]. quimica
Ações insterinstitucioinais em seg[1]. quimica
 
Atuação do Município em Emergências Químicas
Atuação do Município em Emergências QuímicasAtuação do Município em Emergências Químicas
Atuação do Município em Emergências Químicas
 
Palestra Defesa Civil Nacional
Palestra Defesa Civil NacionalPalestra Defesa Civil Nacional
Palestra Defesa Civil Nacional
 
Testes de estresse em bancos - palestra na Fipe USP
Testes de estresse em bancos - palestra na Fipe USPTestes de estresse em bancos - palestra na Fipe USP
Testes de estresse em bancos - palestra na Fipe USP
 
Módulo 2 - A Defesa Civil e os Desastres Naturais
Módulo 2 - A Defesa Civil e os Desastres NaturaisMódulo 2 - A Defesa Civil e os Desastres Naturais
Módulo 2 - A Defesa Civil e os Desastres Naturais
 

Semelhante a Apresentação sobre gerenciamento de riscos

Elo Group Incerteza Como Fonte De Vantagem Competitiva (Abnt)
Elo Group   Incerteza Como Fonte De Vantagem Competitiva (Abnt)Elo Group   Incerteza Como Fonte De Vantagem Competitiva (Abnt)
Elo Group Incerteza Como Fonte De Vantagem Competitiva (Abnt)
EloGroup
 
SBQ | Apresentação antiga ANTIGA
SBQ | Apresentação antiga ANTIGASBQ | Apresentação antiga ANTIGA
SBQ | Apresentação antiga ANTIGA
jicarbonelli
 
Felicitá Consultoria - Serviços Compliance
Felicitá Consultoria - Serviços ComplianceFelicitá Consultoria - Serviços Compliance
Felicitá Consultoria - Serviços Compliance
Margarete Garcia
 
Estratgiae,balanced scorecard e execução
Estratgiae,balanced scorecard e execuçãoEstratgiae,balanced scorecard e execução
Estratgiae,balanced scorecard e execução
Rodrigo Cisco
 

Semelhante a Apresentação sobre gerenciamento de riscos (20)

FTA Risk Advisory Services - 2018
FTA  Risk Advisory Services - 2018FTA  Risk Advisory Services - 2018
FTA Risk Advisory Services - 2018
 
Fta risk management_2018-july
Fta risk management_2018-julyFta risk management_2018-july
Fta risk management_2018-july
 
Elo Group Incerteza Como Fonte De Vantagem Competitiva (Abnt)
Elo Group   Incerteza Como Fonte De Vantagem Competitiva (Abnt)Elo Group   Incerteza Como Fonte De Vantagem Competitiva (Abnt)
Elo Group Incerteza Como Fonte De Vantagem Competitiva (Abnt)
 
Gerenciamento De Riscos Nos Negócios Por José Felipe Duarte Ferreira.pdf
Gerenciamento De Riscos Nos Negócios Por José Felipe Duarte Ferreira.pdfGerenciamento De Riscos Nos Negócios Por José Felipe Duarte Ferreira.pdf
Gerenciamento De Riscos Nos Negócios Por José Felipe Duarte Ferreira.pdf
 
Gestão riscos estratégicos
Gestão riscos estratégicosGestão riscos estratégicos
Gestão riscos estratégicos
 
FMZ Consulting
FMZ ConsultingFMZ Consulting
FMZ Consulting
 
Taking - Gestão Integrada de Riscos Corporativos
Taking - Gestão Integrada de Riscos CorporativosTaking - Gestão Integrada de Riscos Corporativos
Taking - Gestão Integrada de Riscos Corporativos
 
Eletrobras politica de-gestao-de-riscos
Eletrobras politica de-gestao-de-riscosEletrobras politica de-gestao-de-riscos
Eletrobras politica de-gestao-de-riscos
 
Gestão de Riscos nas Operações Empresariais
Gestão de Riscos nas Operações EmpresariaisGestão de Riscos nas Operações Empresariais
Gestão de Riscos nas Operações Empresariais
 
SBQ | Apresentação antiga ANTIGA
SBQ | Apresentação antiga ANTIGASBQ | Apresentação antiga ANTIGA
SBQ | Apresentação antiga ANTIGA
 
Projeto de formação de gestores e líderes por competência
Projeto de formação de gestores e líderes por competênciaProjeto de formação de gestores e líderes por competência
Projeto de formação de gestores e líderes por competência
 
Felicitá Consultoria - Serviços Compliance
Felicitá Consultoria - Serviços ComplianceFelicitá Consultoria - Serviços Compliance
Felicitá Consultoria - Serviços Compliance
 
Palestra de Gestão Estratégica em Controladoria
Palestra de Gestão Estratégica em ControladoriaPalestra de Gestão Estratégica em Controladoria
Palestra de Gestão Estratégica em Controladoria
 
GET
GETGET
GET
 
Estratgiae,balanced scorecard e execução
Estratgiae,balanced scorecard e execuçãoEstratgiae,balanced scorecard e execução
Estratgiae,balanced scorecard e execução
 
Sk3 Análise de Impacto da Conduta Humana
Sk3  Análise de Impacto da Conduta HumanaSk3  Análise de Impacto da Conduta Humana
Sk3 Análise de Impacto da Conduta Humana
 
Sk3 folder aicon
Sk3 folder  aiconSk3 folder  aicon
Sk3 folder aicon
 
Gerenciamento Risco Pwc
Gerenciamento Risco PwcGerenciamento Risco Pwc
Gerenciamento Risco Pwc
 
CGU - Controles Internos - Coso
CGU - Controles Internos - CosoCGU - Controles Internos - Coso
CGU - Controles Internos - Coso
 
Workshop Orçamento Positivo - 04/11/2015
Workshop Orçamento Positivo - 04/11/2015Workshop Orçamento Positivo - 04/11/2015
Workshop Orçamento Positivo - 04/11/2015
 

Último (7)

Planejamento e controle da Produção_Lustosa.pdf
Planejamento e controle da Produção_Lustosa.pdfPlanejamento e controle da Produção_Lustosa.pdf
Planejamento e controle da Produção_Lustosa.pdf
 
ST 2024 Statum Apresentação Comercial - VF
ST 2024 Statum Apresentação Comercial - VFST 2024 Statum Apresentação Comercial - VF
ST 2024 Statum Apresentação Comercial - VF
 
pgr programa de gerenciamento de risco posto de gasolina
pgr programa de gerenciamento de risco posto  de gasolinapgr programa de gerenciamento de risco posto  de gasolina
pgr programa de gerenciamento de risco posto de gasolina
 
aula-7sobre tipos de-grafos-eulerianos.pdf
aula-7sobre tipos de-grafos-eulerianos.pdfaula-7sobre tipos de-grafos-eulerianos.pdf
aula-7sobre tipos de-grafos-eulerianos.pdf
 
CONCEITOS BÁSICOS DE CONFIABILIDADE COM EMBASAMENTO DE QUALIDADE
CONCEITOS BÁSICOS DE CONFIABILIDADE COM EMBASAMENTO DE QUALIDADECONCEITOS BÁSICOS DE CONFIABILIDADE COM EMBASAMENTO DE QUALIDADE
CONCEITOS BÁSICOS DE CONFIABILIDADE COM EMBASAMENTO DE QUALIDADE
 
Normas Técnicas para aparelho de solda oxi-acetileno.pdf
Normas Técnicas para aparelho de solda oxi-acetileno.pdfNormas Técnicas para aparelho de solda oxi-acetileno.pdf
Normas Técnicas para aparelho de solda oxi-acetileno.pdf
 
apostila de eletricidade básica Werther serralheiro
apostila de eletricidade básica Werther serralheiroapostila de eletricidade básica Werther serralheiro
apostila de eletricidade básica Werther serralheiro
 

Apresentação sobre gerenciamento de riscos

  • 1. Auditoria Interna Com Enfoque em Gestão de Riscos Empresariais Agosto/2012 Regina Célia Gerente de Auditoria Interna email@makroengenharia.com.br | 55 85 fone fixo | 55 85 celular
  • 2.
  • 3. MISSÃO Propor e executar as melhores e mais seguras soluções técnicas em Engenharia de Movimento. VISÃO Ser reconhecida na América Latina com as melhores e mais seguras soluções técnicas em Engenharia de Movimento.
  • 4.
  • 5. Riscos Empresariais O que é Risco? Conceito Entende-se por riscos empresarias toda possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos. “O que pode dar errado?”
  • 6.
  • 7. Destruidores de valor Riscos x valor aos acionistas O que todas as Organizações deveriam questionar • Se realmente entendemos nossos riscos de negócios? • O que pode acontecer e qual o impacto na Organização? Estamos protegidos? • De quem é o trabalho de identificar, medir e controlar nossos riscos? • Quais as melhores práticas para controlar riscos? • Se os procedimentos de controle são eficientes e minimizam riscos de negócios em um nível aceitável?
  • 8.
  • 9. Aumento da Receita Otimização dos Custos Operacionais Eficiência dos Ativos Atendimento das Expectativas Percepção de Valor dos Produtos Estratégia de Vendas Participação de Mercado Volume de Vendas Estratégias de Desembolso Gerenciamento dos Custos e Despesas Gestão de Investimentos Gestão do Orçamento Estratégia de Investimento de Capital Retorno sobre o Capital Gestão de Ativo Imobilizado Gestão de Ativos (Recursos Financeiros) Gerenciamento dos Negócios Ética e Conduta Gestão de Pessoas Órgãos Externos Riscos de Negócios Decisões, ações, eventos ou situações que podem impactar (positiva ou negativamente) o atendimento aos objetivos de negócio Valor ao Acionistas Por que Gerenciar Riscos? Modelo de Valor de Negócio OBJETIVOS DE NEGÓCIO DIRETRIZES (“KEY DRIVERS”) RISCOS NÃO GERENCIADOS = DESTRUIDORES DE VALOR PARA O ACIONISTA
  • 10. Por que Gerenciar Riscos? Vantagens no Gerenciamento de Riscos Identificar e gerenciar os riscos empresariais mais significativos que possam afetar a imagem e a capacidade da organização de alcançar os objetivos estratégicos e do negócio; Assegurar adequado posicionamento estratégico e a obtenção de vantagens competitivas; Observar as inovações do mercado (tecnológicas, metodológicas, entre outras) relacionadas aos riscos da Organização, assim como os impactos das mesmas; Possibilitar o adequado monitoramento dos riscos relevantes e a sua manutenção em nível aceitável e gerenciável; Racionalizar controles; Facilitar o atendimento a requisitos de órgãos reguladores; Assegurar a obtenção de informações íntegras e de qualidade no processo de decisão.
  • 11. Dar suporte à estrutura de governança corporativa da empresa; Promover uma maior conscientização dos executivos sobre a importância do gerenciamento dos riscos e controles internos; Minimizar a ocorrências de irregularidades; Reduzir os custos; Indicar recomendação corretiva evitando assim à exposição da empresa a riscos que comprometam seus resultados; Auxiliar a organização na execução de estratégias de negócios.
  • 12. RReetteerr Risco está relacionado a escolha, não ao acaso. Estabelecer controlar para minimizar a materialização Requer que alguém esteja disposto e tenha capacidade financeira para correr o risco Pode aumentar o grau de exposição na medida em que possibilita vantagens Qualquer ação que elimine totalmente a fonte de um risco específico AAcceeiittaarr RReejjeeiittaarr RReedduuzziirr TTrraannssffeerriirr EExxpplloorraarr EEvviittaarr Risco inerente ao modelo de administração ou às operações normais Fora da estratégia Retornos não compensam os riscos Por que Gerenciar Riscos? Estratégia para Gestão de Riscos Manter o risco, planejado conforme o grau de tolerância (KRI)
  • 13.
  • 14. Auditoria Interna Visão e Missão Proposta de Missão: Fomentar a articulação entre as áreas operacionais, apoio, Alta Administração e o ambiente regulatório, com o propósito de minimizar a exposição da Organização aos riscos empresariais, mediante controles efetivos. Proposta de Visão: Ser reconhecido pela Organização como Área responsável pela identificação e gerenciamento dos focos geradores dos Riscos Empresariais.
  • 15. Organograma Auditoria Interna Modelo Ideal Gerente de Auditoria Auditor Sênior Auditor Pleno Auditor Júnior Coordenador de Auditoria Comitê de Auditoria Diretoria Financeira Diretoria Operacional Diretoria de Suprimentos Auditoria Interna * Na ausência do comitê de auditora, o departamento de auditoria interna deve se reportar diretamente ao presidente.
  • 16. Principais Benefícios da Auditoria Interna Atuação de forma preventiva, prevenindo perdas; Recuperação financeira decorrente de perdas, cálculos incorretos, recolhimento indevidos, etc.; Avaliação contínua dos riscos; Avaliação sistemática da eficiência/eficácia dos controles internos; Fortalecimento dos pilares de Governança Corporativa (transparência nas informações e aumento do nível de confiança das partes interessadas); Garantia de informações íntegras e de qualidade no processo decisório; Entendimento dos processos da empresa (Macro-Fluxo); Análise da situação atual considerando as melhores práticas de controle existentes no mercado.
  • 17. Atividades em Andamento 1. Implantação da área de Auditoria Interna com enfoque em gestão de riscos empresariais; 2. Seleção do Coordenador de Auditor para compor equipe; 3. Mostrar para a alta administração a função da Auditoria Interna na organização; 4. Em analise do Relatório Razão de Fornecedores.