Testes de estresse em bancos - palestra na Fipe USP

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Testes de estresse em bancos

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Testes de estresse em bancos - palestra na Fipe USP

  1. 1. 1 Testes de estresse em bancos São Paulo, 22 de maio de 2014 robertotroster@uol.com.br
  2. 2. Há riscos que um banqueiro não deve assumir e outros que não pode deixar de correr
  3. 3. Risco em bancos • Financeiros • Não financeiros • Baixa probabilidade • Alta probabilidade • Baixa severidade • Alta severidade
  4. 4. Risco 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 % T&A Risco normal Risco de cauda
  5. 5. Testes de estresse • Objetivos: • Observância (compliance) • Resiliência
  6. 6. 1 Testes de estresse em bancos São Paulo, 22 de maio de 2014 robertotroster@uol.com.br
  7. 7. Evolução da regulação • Mudanças na economia • Tecnologia • Política • Teoria bancária • Crises
  8. 8. 12 de abril de 2014
  9. 9. Projeto Basiléia • 1930 – Fundação • 1988 – Basiléia com 30 páginas • 1994 – “Brasiléia” • 1996 – Documentos com testes de estresse • 1999 – Primeira versão de Basiléia II • 2006 – Basiléia II com 347 páginas • 2013 – Basiléia III com 616 páginas
  10. 10. Deficiências de Basiléia II • “Too big to fail”? • Supervisão? • Subprime? • Derivativos? • Liquidez? • Capital? • Regras reativas? Basiléia III
  11. 11. Basiléia III = Basiléia II + • Ênfase em evitar o pior (proativo) • Índices de liquidez e de alavancagem • Qualidade e quantidade de capital • Governança, supervisão e SIG • Prospectivo: • Estratégias e gestão • Testes de estresse - “Vai que?”
  12. 12. Testes de estresse em bancos • FED • FMI x Basiléia • FMI - FSAP • Basiléia • Basiléia I - omissa • 1996 – textos sobre testes • Basiléia II e III – princípios e detalhamento
  13. 13. Banco Central do Brasil • 1994 – “Brasiléia” Res. 2.099 • 2000 - Risco de liquidez Res. 2.804 (4.090) • 2006 – Risco operacional Res. 3.380 • 2007 - Risco de mercado R 3.464 • 2009 - Risco de crédito R. 3.721 • 2011 – Gerenciamento de K Res. 3.988 (RO) • 2012 – Risco de Liquidez R 4.090
  14. 14. Resolução 2804 de dez 2000 • V - realizar periodicamente testes de avaliação dos sistemas de controles implantados, incluindo testes de estresse, testes de aderência e quaisquer outros que permitam a identificação de problemas que, de alguma forma, possam comprometer o equilíbrio econômico financeiro da instituição
  15. 15. Resolução 4090 - liquidez • VI - realização periódica de testes de estresse com cenários de curto e de longo prazo, idiossincráticos e sistêmicos, cujos resultados devem ser considerados ao estabelecer ou rever as políticas, as estratégias, os limites e o plano de contingência de liquidez; • Idiossincráticos = individuais específicos
  16. 16. Resolução 3464 - mercado • V - realização de simulações de condições extremas de mercado (testes de estresse), inclusive da quebra de premissas, cujos resultados devem ser considerados ao estabelecer ou rever as políticas e limites para a adequação de capital.
  17. 17. Resolução 3721 – crédito • XIV - realização de simulações de condições extremas (testes de estresse), englobando ciclos econômicos, alteração das condições de mercado e de liquidez, inclusive da quebra de premissas, cujos resultados devem ser considerados quando do estabelecimento ou revisão das políticas e limites;
  18. 18. Resolução 3988 – capital • IV - simulações de eventos severos e condições extremas de mercado (testes de estresse) e avaliação de seus impactos no capital; • Circular 3.547 ICAAP • IV - descrição das metodologias utilizadas na estimativa de necessidade de capital,..., e nos testes de estresse,...
  19. 19. Regulamentação de testes • Exigências são diferentes para cada risco • Compatibilidade com as especificidades de cada instituição, a natureza das suas operações, a complexidade dos produtos e serviços e a dimensão da suas exposições • Cenários, fatores e horizontes individuais • Fase de implantação e aprendizado dos testes no Brasil e no mundo
  20. 20. 26
  21. 21. Cenários • Esperado • Bem provável • Baixo impacto • Típico • Abrangente • Gradual • Plausível • Estresse • Pouco provável • Alto impacto • Atípico • Localizado • Repentino • Plausível
  22. 22. 100% Tempo Qualitativo Quantitativo Cenários esperados
  23. 23. 100% Tempo Qualitativo Quantitativo Cenários de estresse Rupturas
  24. 24. Cenários • Visão do futuro • Hipotéticos e históricos quantitativos • Detalhado - geral • Horizontes temporais diversos • Variáveis qualitativas e quantitativas: • Regulação, escândalos, inundação,... • PIB, juros, bolsa, inadimplência, dólar,...
  25. 25. Exemplo: cotação do dólar • Resto do mundo • Atuação do BC • Políticas monetária e cambial • Dinâmica da economia • Desempenho da balança comercial • Expectativas • ....
  26. 26. BCB e T&A Projeções esperadas: R$/US 2.55 2.90 1.74 1.67 2.34 2.45 2.65 2.35 2.40 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 Teto Projeção Piso . Projeções
  27. 27. 34
  28. 28. 2004
  29. 29. 2005
  30. 30. 2006
  31. 31. 2008
  32. 32. 2009
  33. 33. Causas de crises • Política, paleozóico econômico, bolhas, balanço de pagamentos, escândalos, expectativas, guerras, desastres naturais, choques de preços, etc. • Combinação de crises: 100% • Previsíveis: 99% Imprevisíveis: 1% • Causa principal: complacência
  34. 34. Cenários de estresse • ≠ cenários esperados • Imaginar o inimaginável, pior caso possível • Fumaça, dissonâncias, boatos,... • Catástrofes, escândalos, política,... • CAMELR e classificadoras • Indicadores antecedentes • Cenários de estresse estrito senso
  35. 35. Cenário de estresse • Pior caso • Severo • Plausível • Específico • Danoso • Várias técnicas
  36. 36. Técnicas • Históricos quantitativos • “Objetivos” • Dissonâncias • Hipotéticos • Subjetivos • Mais sintonizado • Diferentes gerações de modelos
  37. 37. R$/US$ jan 1995-abr 2014 • 4.850 observações • Variação média: 0,024% • Desvio padrão: 0,911% • Alta máxima diária:11,10% (15.01.1999) • Maior queda diária: - 8,93% (02.08.2002) • Maior cotação: R$ 3,955 (22.10.2022) • Menor valor: R$ 0,834 (09.02.1995)
  38. 38. 0.845 3.923 2.260 0.0 0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5 4.0 4.5 jan-95 jan-96 jan-97 jan-98 jan-99 jan-00 jan-01 jan-02 jan-03 jan-04 jan-05 jan-06 jan-07 jan-08 jan-09 jan-10 jan-11 jan-12 jan-13 jan-14 BCB e T&A R$/US$ jan 1995-abr 2014
  39. 39. -10 -5 0 5 10 15 jan-95 jan-96 jan-97 jan-98 jan-99 jan-00 jan-01 jan-02 jan-03 jan-04 jan-05 jan-06 jan-07 jan-08 jan-09 jan-10 jan-11 jan-12 jan-13 jan-14 BCB e T&A ∆R$/US$ jan 1995-abr 2014
  40. 40. 0.83 1.04 1.19 1.72 1.80 1.93 2.06 2.24 2.39 2.88 3.96 0.0 0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5 4.0 4.5 - 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 BCB e T&A R$/US$ em decis
  41. 41. (8.93) (0.83)(0.47)(0.22)(0.04) 0.02 0.08 0.21 0.45 0.87 11.10 -10.0 -5.0 0.0 5.0 10.0 15.0 - 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 BCB e T&A ∆ R$/US$ em decis Decil
  42. 42. (8.93) (2.26) (1.82)(1.51)(1.33)(1.21)(1.08)(0.99)(0.94)(0.89)(0.83) -10.0 -9.0 -8.0 -7.0 -6.0 -5.0 -4.0 -3.0 -2.0 -1.0 0.0 - 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10Percentil ∆ R$/US$ no 1º decil BCB e T&A
  43. 43. 0.87 0.93 1.00 1.09 1.19 1.33 1.46 1.73 2.07 2.86 11.10 0.0 2.0 4.0 6.0 8.0 10.0 12.0 - 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100Percentil ∆ R$/US$ no último decil BCB e T&A
  44. 44. Cenário quantitativo (VaR) • Usar a distribuição não parametrizada • Parametrizar a distribuição (p.e. Lognormal) • Projetar • Cotações • Volatilidades • Quantiles • Definições (p.e. 0,001: -5,270 e 6,079)
  45. 45. Cenário de estresse do dólar • Cenário esperado + • Eventos inesperados no exterior • Situações extremas internas • Comportamento de manada • Estrutura do mercado de câmbio • Descasamento na posição externa • Atipicidades
  46. 46. BCB - março 2014 Posição de inv. internacional 13.6 201.1 602.4 761.0 1,578.0 98.1 363.9 298.6 760.7 - 817 -238.5 -1,000.0 -500.0 - 500.0 1,000.0 1,500.0 2,000.0 Outros Empréstimos I em carteira (C) IED Passivo (B) Outros Reservas (D) Investimentos Ativo (A) (A-B) (C-D)
  47. 47. T&A Projeções do dólar 2.75 3.40 2.55 2.90 1.74 1.67 2.34 2.45 2.65 2.35 2.40 2.15 2.10 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 Máximo* Teto Projeção Piso Mínimo* Projeções
  48. 48. Quantitativos x hipotéticos • Custo • Velocidade • “Objetividade” • O futuro repete o passado? • Dependência de duração do ciclo e amostra • Plausibilidade • Severidade
  49. 49. Freqüência Perdas Perdas não esperadas n% Perdas em bancos Perdas esperadas n%
  50. 50. Freqüência Perdas Perdas não esperadas n% Perdas Capital Público: dep. + governoSeguro % de absorção de perdas
  51. 51. Perdas Perdas não esperadas n% Ações prudenciais e testes Capital Público: d+gSeguro∆Capital Quantificação Freqüência
  52. 52. Quantificação de estresses: • Mercado • Crédito • Liquidez • Operacional • Capital • Macro prudenciais – sistêmicos - balanço
  53. 53. Ferramentas • Comuns • C1 - Análise de sensibilidade • C2 - Identificação de vulnerabilidades • C3 - Testes de estresse • Transmissores/canais específicos para: • T1 – mercado, T2 - crédito, T3 - liquidez, T4 - operacional, T5 - Capital
  54. 54. C1 - Análise de sensibilidade Diagramas de Bachelier Variável endógena: lucro,... Variável exógena: R$/US$...
  55. 55. C1- Análise de sensibilidade • ∆ R$/US$ > ∆ K • ∆ Selic > ∆ K • ∆ Ibovespa > ∆ K • ∆ PIB > ∆ K • ∆ Crédito > ∆ K • ∆ Morosidade > ∆ K • ∆ Folha > ∆ K
  56. 56. C2 - Id. de vulnerabilidades • Reverse Stress Testing • - ∆ EK > ∆ R$/US$ • - ∆ EK > ∆ Selic • - ∆ EK > ∆ Ibovespa • - ∆ EK > ∆ PIB • - ∆ EK > ∆ Crédito
  57. 57. C3 - Teste de estresse • Seleção de fatores, horizontes e durações • Estimativa das correlações • Definição da severidade/plausibilidade • Escolha de canais/transmissores • Avaliação dos resultados • Calibração • Documentação
  58. 58. Transmissores/canais • T1 – mercado • T2 – crédito • T3 – liquidez • T4 – operacional • T5 - Capital
  59. 59. T1 - Mercado • Durations • Deslocamentos • Rotação, translação e torção • Mudanças abruptas
  60. 60. T1 - Mercado exemplos • Deslocamento paralelo dos juros de 1% • Retomada das altas com um choque em dezembro de 2014 • Uma alta do dólar para R$ 2,75 dia 24.10 • Um choque de eficiência no crédito – eliminação do IOF e compulsórios • Uma queda (alta) da bolsa de 7% dia 17.10
  61. 61. T2 - Crédito • Resoluções 2.682 e 3.721 • A regra das classificações na carteira • Matriz de transição • Contágios • Contingências • Concentração • EL = PD.LGD.EAD e UL = SPD.SLGD.SEAD
  62. 62. T2 – Crédito exemplos • Reclassificar operação a operação - bottom up (versus top down) • Deslocar a classificação de % dos créditos um ou mais degraus • Default das n maiores exposições • Inadimplência de um setor • Quebra de um banco
  63. 63. T3 - Liquidez • Fluxo de caixa depende de: • Crédito • Depósitos • Contingências • Linhas de crédito • Riscos operacionais (fraude), sistêmicos, de imagem e regulatórios
  64. 64. T4 - Operacional • Exposição, fatores e probabilidades • Varejo, atacado e outras linhas de negócios • Pessoas, processos, tecnologia e externo • Fator a fator e risco a risco • Relação de causa e efeito • Estimativas e ou consultores externos • Parâmetros (benchmarks) da indústria
  65. 65. T5 - Capital • Fatores – Balanço e L&P • Resultados • Indicadores • Capital • Regulatório • Econômico • Excedente econômico e regulatório
  66. 66. T5 - Capital do sistema • BCB desde 2002 até março de 2014 • FMI ISAP 2012 • Em conjunto com BCB • Parada brusca, recessão demorada e perda dos termos de troca • Sistema Financeiro Nacional é sólido • porém instável, ineficiente e injusto
  67. 67. FMI x BCB taxas de estresse • Câmbio máxima: • FMI: 2,8 – 2,4 • BCB: 3,3 – 4,1 • Selic máxima • FMI: 15,0 – 16,2 • BCB: 20,3 – 27,7
  68. 68. Resumo das etapas • Análise de sensibilidade • Identificação de vulnerabilidades • Seleção de variáveis • Definição de horizontes e persistências • Cenários • Testes • Aplicação
  69. 69. Qualidade dos testes • ≤ a dos insumos: • Estrutura • Pessoas e competências • Objetividade • Transparência • Governança • Uso
  70. 70. 87
  71. 71. Usos • Gestão de riscos de: • Crédito, liquidez, mercado e operacionais • Precificação de seguros e produtos • Observância • Estratégia – SWOT • Alocação de capital • Planos de contingência
  72. 72. Perdas Perdas não esperadas n% Estresse Gerenciamento de riscos Freqüência Perdas esperadas n% VaR - DLO
  73. 73. Complemento do VaR • VaR não informa a direção dos riscos • VaR não dimensiona as perdas potenciais de caudas grossas • As hipóteses simplificadoras do VaR podem perder validade em estresses • Correlações • Cones de volatilidade
  74. 74. Planos de contingência • Sapo e água • Há falhas que são letais • Desenhar plano com gatilhos e ações antes • Políticas, estruturas e relatórios parcimoniosos • Detecção e atuação pro ativa • Evitar ao máximo afetar a área comercial • Definir ações para o momento do estresse
  75. 75. Momento do estresse • Operação sem parar • Quem faz o que: • Cadeia de comando, equipe, clientes, imprensa, clientes, venda de ativos,... • Comunicação: • Central de informações, horários • Local externo e backup de informações
  76. 76. Revisão • Periódica • Objetiva • Independente • Abrangente • Análise custo benefício • geral • Específica • O que pode ser melhorado?
  77. 77. Desafios • Complexidade • Escolhas • Simplificação • Cultura • Governança • Transparência • Custos
  78. 78. Benefícios • Observância • Resiliência • Saúde financeira • Administrar oportunidades em vez de problemas • Proposta de valor mais consistente • Cenário para os bancos 2014 - 2024
  79. 79. Checklist • Tem a severidade necessária? • É plausível? • É simples? • É útil? • Está atualizado e documentado? • É suficiente para a supervisão? • Agrega valor?
  80. 80. Curso de indicadores econômicos Data: de 18 a 22 de agosto de 2014 Objetivo: apresentar os indicadores mais relevantes da economia do Brasil e do mundo, suas fontes, decodificação, formas de acompanhamento e ferramentas de análise para interpretar melhor as notícias e estatísticas aplicando-os de modo mais criterioso nas tomadas de decisões empresariais. Público: profissionais de todas as áreas, não especialistas, que têm que interpretar o ambiente macroeconômico. Coordenador: Roberto Luis Troster Mais informações: www.fipe.org.br (11) 3289-0813 cursospaulista@fipe.org.br e robertotroster@uol.com.br
  81. 81. Curso de Banking Data: de 1 a 5 de setembro de 2014 Objetivo: Expor os princípios que devem orientar a gestão - capital, crédito, riscos, liquidez, ALM e margens, indicadores, princípios, evolução, perspectivas, como geram lucro, seu funcionamento, sua contribuição ao país e as qualidades que devem ter. Público: está voltado para gestores bancários, controladores, acionistas, investidores, relações institucionais e analistas. Coordenador: Roberto Luis Troster Mais informações: www.fipe.org.br (11) 3289-0813 cursospaulista@fipe.org.br e robertotroster@uol.com.br
  82. 82. Consultoria independente em assuntos bancários, gestões de riscos, capital, liquidez, margens e crédito, planos de negócios, guias de investimento, estudos técnicos, competitividade, benchmarking, CAMELR, macroeconomia, cenários, testes de estresse, Road Shows, regulamentação e projetos. A carteira de clientes inclui os bancos: Paulista, Luso Brasileiro, VR, Prosper, BCN, CIT, Bradesco, Pecúnia, da Amazônica, Antônio de Queiroz, Geral do Comércio, BanPará e Semear, e Prefeitura Municipal de Campinas; Igeoc; Confederação Nacional da Indústria; Sebrae; Cooperativa de Bancos da Alemanha; Paranapanema; Brasil EcoDiesel; Companhia Melhoramentos Norte do Paraná; Serasa Experian; Willian Mercer; Atalntic Rating; Banco Mundial; Cooperforte; Supervisão Bancária da Colômbia e o Fundo Monetário Internacional. Roberto Luis Troster é o sócio da Troster & Associados e é doutor em economia pela USP, pós graduado em banking pela Stonier School of Banking; foi economista chefe da Febraban, da ABBC e do Banco Itamarati, ex diretor adjunto dos bancos Finasa e Mercantil de São Paulo foi membro fundador da Câmara de Administração de Assuntos de Risco, lecionou na USP,e PUC-SP.
  83. 83. Testes de estresse São Paulo, 20 de maio de 2014 robertotroster@uol.com.br
  84. 84. Sabedoria bancária
  85. 85. A 1ª lei do bancário
  86. 86. A lei do número 1
  87. 87. Preço médio mata
  88. 88. Quem não cuida do que é seu, fica sem nada
  89. 89. Boi sonso, chifrada certa.
  90. 90. Um dia é do caixa e outro do sacado.
  91. 91. Vá de encontro à encrenca, não espere por ela.
  92. 92. Cobra que não anda não engole sapo.
  93. 93. Liquidez é dinheiro no caixa
  94. 94. Liquidez em excesso é mortal, escassa é letal
  95. 95. Não coloque todos os ovos na mesma cesta
  96. 96. Não ponha dinheiro bom para salvar dinheiro ruim
  97. 97. 116 Na crise, uns choram, outros vendem lenços
  98. 98. Não invista no que não conhece
  99. 99. 118 Bom tempo enfraquece os bancos

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