Aula 1 - B

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Aula 1 - B

  1. 1. Coleta de Amostras Biológicas no setor de BIOQUÍMICA ANA CLAUDIA SOUZA RODRIGUES
  2. 2. Material Biológico (Amostras): <ul><li>Líquidos </li></ul><ul><li>Secreções </li></ul><ul><li>Excreções </li></ul><ul><li>Fragmentos de tecido </li></ul><ul><li>Mais utilizados: sangue e urina </li></ul>
  3. 3. COLETA DE SANGUE <ul><li>INTRUÇÕES GERAIS </li></ul><ul><li>O jejum recomendado é de 10 a 14 horas. É livre a ingestão de água. </li></ul><ul><li>As amostras para análise devem ser coletadas na primeira parte da manhã. </li></ul><ul><li>Convém que o paciente ao chegar ao laboratório seja acalmado e que descanse por alguns minutos. </li></ul><ul><li>Exercícios físicos devem ser evitados antes da coleta. </li></ul>
  4. 4. COLETA DE SANGUE <ul><li>FORMAS DE COLETA : </li></ul><ul><ul><li>Agulha e seringa estéreis e descartáveis. </li></ul></ul><ul><ul><li>Lanceta estéril e descartável. </li></ul></ul><ul><ul><li>Coleta a vácuo. </li></ul></ul>
  5. 5. COLETA DE SANGUE <ul><li>SORO </li></ul><ul><li>PLASMA </li></ul><ul><ul><li>HEMOLISADO </li></ul></ul><ul><ul><li>LIPÊMICO </li></ul></ul><ul><ul><li>ICTÉRICO </li></ul></ul>
  6. 6. COLETA DE SANGUE <ul><li>O PROBLEMA DA HEMÓLISE </li></ul><ul><li>A ruptura de hemácias libera hemoglobina e altera os resultados de alguns exames. </li></ul><ul><li>A ruptura de uma pequena quantidade de hemácias é praticamente inevitável e não causa hemólise visível. </li></ul><ul><li>Na grande maioria das determinações a hemólise causa aumento ou diminuição na taxa de elementos no plasma ou no soro que estão sendo dosados. </li></ul><ul><li>Alguns cuidados: </li></ul><ul><ul><li>Após a anti-sepsia do local de coleta, deixar evaporar totalmente o anti-séptico. </li></ul></ul><ul><ul><li>Usar o garrote o menor tempo possível. </li></ul></ul><ul><ul><li>Não mover a agulha durante a coleta. </li></ul></ul>
  7. 7. COLETA DE SANGUE <ul><li>Obtenção de sangue : </li></ul><ul><ul><li>Punção Venosa </li></ul></ul><ul><ul><li>Punção Arterial </li></ul></ul>
  8. 8. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO VENOSA </li></ul><ul><li>Sangue venoso que circula da periferia para o centro do sistema circulatório. </li></ul><ul><li>A coleta é feita com agulhas e seringas estéreis e descartáveis ou por meio de tubos com vácuo adaptados a agulhas estéreis, com ou sem anticoagulantes. </li></ul><ul><li>Preferência pelas veias intermediárias cefálica e basílica em adultos e crianças maiores. </li></ul><ul><li>Outras opções: veias jugulares, veia femoral, seio sagital superior,etc. </li></ul>
  9. 9. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO VENOSA </li></ul><ul><li>Veias da Dobra do Cotovelo </li></ul><ul><ul><li>1. Retirar a agulha da embalagem estéril e acoplar à seringa estéril, deixando na própria embalagem estéril pronta para ser usada. </li></ul></ul><ul><ul><li>2. Colocar um garrote ao redor do braço do paciente, acima da dobra do cotovelo. Verificar o pulso para garantir que a circulação arterial não foi interrompida. </li></ul></ul><ul><ul><li>3. O paciente deve abrir e fechar a mão várias vezes para aumentar a circulação venosa. </li></ul></ul><ul><ul><li>4. Pela inspeção e palpação determinar a veia a ser puncionada, que deve ser calibrosa e firme. </li></ul></ul><ul><ul><li>5. Desinfetar a pele sobre a veia selecionada, com álcool a 70% e deixar secar. </li></ul></ul><ul><ul><li>6. Não tocar o local a ser puncionado, nem deixar que o paciente dobre o braço. </li></ul></ul><ul><ul><li>7. O paciente, agora, deve permanecer com a mão fechada. </li></ul></ul>
  10. 10. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO VENOSA </li></ul><ul><li>Veias da Dobra do Cotovelo </li></ul><ul><ul><li>8. Pegar a seringa colocar o dedo sobre o mandril da agulha, para guiá-la durante a introdução na veia. </li></ul></ul><ul><ul><li>9. Esticar a pele do cotovelo, com a outra mão, uns 5 cm abaixo do local da punção, mas sem tocá-lo. </li></ul></ul><ul><ul><li>10. Introduzir a agulha na pele ao lado da veia que vai ser puncionada, paralelamente a ela, e, lentamente, penetrar em seu interior. </li></ul></ul><ul><ul><li>11. O sangue deverá fluir espontaneamente para dentro da agulha ou, então, deve-se puxar lentamente o êmbolo, para verificar se a agulha está na veia e, em seguida, retirar o sangue necessário. </li></ul></ul><ul><ul><li>12. Soltar o garrote, retirar a agulha e colocar um pedaço de algodão seco no local. </li></ul></ul><ul><ul><li>13. Retirar a agulha e transferir o sangue coletada para os tubos com ou sem anticoagulantes, de acordo com o exame solicitado, escorrendo lentamente o sangue, sem formar espuma. </li></ul></ul><ul><ul><li>14. Tubos com anticoagulantes devem ser invertidos, várias vezes, lentamente. </li></ul></ul>
  11. 11. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO VENOSA </li></ul><ul><li>Veias do Dorso da Mão </li></ul><ul><ul><li>Em pacientes obesos, cujo acesso às veias do cotovelo é mais difícil, essas veias da mão são por vezes mais calibrosas. </li></ul></ul><ul><ul><li>São extremamente móveis em relação aos tecidos circunjacentes, o que dificulta a penetração da agulha em seu interior. </li></ul></ul><ul><ul><li>A perfuração é mais dolorosa e a hemostasia mais demorada, geralmente formando hematomas. </li></ul></ul>
  12. 12. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO VENOSA </li></ul><ul><li>Veia Jugular Externa </li></ul><ul><ul><li>Imobilização do paciente (principalmente crianças), em posição inclinada, com a cabeça em nível inferior ao tronco. </li></ul></ul><ul><ul><li>Roda-se a cabeça para o lado oposto ao da punção, o que permite visualizar a veia. </li></ul></ul><ul><ul><li>Provoca-se o choro em crianças, para que aumente a estase venosa. Se adulto, deve ficar assoprando com a boca e nariz fechados. </li></ul></ul><ul><ul><li>A agulha deve penetrar diretamente sobre a veia que nessa região é bem superficial. </li></ul></ul><ul><ul><li>Após a punção, manter o paciente sentado e com algodão ou gaze fazer compressão demorada. </li></ul></ul>
  13. 13. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO VENOSA </li></ul><ul><li>Veia Femoral </li></ul><ul><ul><li>Somente quando todas as outras opções falharam. </li></ul></ul><ul><ul><li>Palpa-se o pulso femoral, ao nível da prega inguinal e punciona-se logo abaixo do ligamento inguinal, para dentro da artéria pulsátil. </li></ul></ul><ul><ul><li>A agulha deve penetrar em posição vertical, até tocar a parte óssea. Lentamente deve ser retirada, fazendo-se pressão negativa na seringa, até se conseguir obter fluxo de sangue. </li></ul></ul><ul><ul><li>Após a coleta comprimir o local durante alguns minutos. </li></ul></ul>
  14. 14. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO VENOSA </li></ul><ul><li>Cordão Umbilical </li></ul><ul><li>Imediatamente após o nascimento do bebê, o cordão umbilical é preso com pinça e cortado. </li></ul><ul><li>Para recolher o sangue do cordão, outra pinça é colocada a 20 ou 25 centímetros da primeira, a seção isolada é cortada e a amostra do sangue coletada dentro de um tubo de amostra. </li></ul><ul><li>O exame é realizado para avaliar: </li></ul><ul><ul><li>Gases sanguíneos </li></ul></ul><ul><ul><li>pH do tecido fetal </li></ul></ul><ul><ul><li>Nível respiratório </li></ul></ul><ul><ul><li>Hemograma completo </li></ul></ul><ul><ul><li>Bilirrubina </li></ul></ul><ul><ul><li>Glicose </li></ul></ul><ul><ul><li>Hemocultura (se houver suspeita de infecção) </li></ul></ul><ul><ul><li>Armazenamento de células-tronco </li></ul></ul>
  15. 15. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO ARTERIAL </li></ul><ul><li>Sangue arterial é o sangue oxigenado pelos pulmões e bombeado do coração para todos os tecidos. É essencialmente uniforme em sua composição </li></ul><ul><li>São utilizadas a artéria femoral, a artéria radial ou a artéria braquial. </li></ul><ul><li>Estudo da gasometria sanguínea. </li></ul><ul><li>Através da amostra de sangue arterial, o laboratório pode determinar as concentrações de oxigênio e de dióxido de carbono, assim como a acidez do sangue, que não pode ser mensurada em uma amostra de sangue venoso. </li></ul><ul><li>O exame é utilizado para avaliação de doenças respiratórias e de outras condições que afetem os pulmões. O exame é usado também para determinar a eficiência da terapia com oxigênio. O componente ácido-base do exame também fornece informações a respeito do funcionamento dos rins. </li></ul>
  16. 16. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO ARTERIAL </li></ul><ul><li>Obter seringa para gasometria, heparinizada. </li></ul><ul><li>O paciente deve repousar por 30 minutos. </li></ul><ul><li>O local da punção pode ser anestesiado com Xilocaína 1-2%. </li></ul><ul><li>Realizar anti-sepsia com iodo-povidona e álcool a 70%. Deixar secar. </li></ul><ul><li>Palpar a artéria com luvas e puncioná-la em ângulo de 30º a 90º. </li></ul><ul><li>Coletar cerca de 2 ml de sangue. Remover agulha e seringa. </li></ul><ul><li>Aplicar pressão ao local puncionado com gaze estéril de 5-15minutos. </li></ul><ul><li>Retirar o ar da seringa e vedá-la com borracha. Agitar a amostra. </li></ul><ul><li>Imediatamente colocar a amostra imersa em gelo. </li></ul>
  17. 17. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO ARTERIAL </li></ul><ul><li>pH - Avaliar o pH para determinar se está presente uma acidose ou uma alcalose. O desequilíbrio ácido-básico é atribuído a distúrbios ou do sistema respiratório (PaCO 2 ) ou metabólico. Normal de 7,35 a 7,45 </li></ul><ul><li>PaO 2 - A PaO 2 exprime a eficácia das trocas de oxigênio entre os alvéolos e os capilares pulmonares. Normal de 80 a 100mmHg. </li></ul><ul><li>PaCO 2 - A pressão parcial de CO 2 do sangue arterial exprime a eficácia da ventilação alveolar. Se a PaCO 2 estiver menor que 35 mmHg, o paciente está hiperventilando, e se o pH estiver maior que 7,45, ele está em Alcalose Respiratória. Se a PCO 2 estiver maior que 45 mmHg, o paciente está hipoventilando, e se o pH estiver menor que 7,35, ele está em Acidose Respiratória. </li></ul><ul><li>HCO 3 - As alterações na concentração de bicarbonato no plasma podem desencadear desequilíbrios ácido-básicos por distúrbios metabólicos. Se o HCO 3 - estiver maior que 28 mEq/L com desvio do pH > 7,45, o paciente está em Alcalose Metabólica. Se o HCO 3 - estiver menor que 22 mEq/L com desvio do pH < 7,35, o paciente está em Acidose Metabólica. </li></ul>
  18. 18. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO ARTERIAL </li></ul><ul><li>Fatores que afetam os resultados: </li></ul><ul><ul><li>Rejeitar amostra coagulada OU hemolisada; </li></ul></ul><ul><ul><li>Transportar a amostra para o laboratório, a fim de processá-la dentro de 15 minutos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Se o paciente está sendo submetido à aspiração endotraqueal ou à terapia respiratória, a amostra deve ser colhida pelo menos 20 minutos após o procedimento; </li></ul></ul><ul><ul><li>A não expulsão do ar da seringa de gasometria resultará em falsa elevação da PaO 2 ou falsa redução da PaCO 2 ; </li></ul></ul><ul><ul><li>A não imersão da amostra em gelo pode resultar em redução do pH e da PaO 2 ; </li></ul></ul><ul><ul><li>A não expulsão da heparina da seringa antes da coleta da amostra pode resultar em redução do pH, PaCO 2 e PaO 2. </li></ul></ul>
  19. 19. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO CAPILAR </li></ul><ul><li>Utilizado na hematologia, em pesquisa de hemoparasitos, na coleta de amostras para execução de microtécnicas e em provas de coagulação. </li></ul><ul><li>É uma mistura de sangue venoso e arterial, mas o sangramento é principalmente arterial. </li></ul><ul><li>O sangue capilar é obtido através da pele. </li></ul><ul><li>Especialmente em pacientes pediátricos. </li></ul><ul><li>Punção da pele: </li></ul><ul><ul><li>Superfície póstero-lateral do calcanhar, em crianças até 1 ano de idade. </li></ul></ul><ul><ul><li>Na polpa do 3º ou 4º dedo da mão. </li></ul></ul><ul><ul><li>Lóbulo da orelha. </li></ul></ul>
  20. 20. COLETA DE SANGUE <ul><li>PUNÇÃO CAPILAR </li></ul><ul><li>Nunca: </li></ul><ul><ul><li>Em local edematoso. </li></ul></ul><ul><ul><li>Massagear antes. </li></ul></ul><ul><ul><li>Espremer. </li></ul></ul><ul><li>Pode: </li></ul><ul><ul><li>Aquecer previamente com compressas quentes. </li></ul></ul><ul><li>Sempre: </li></ul><ul><ul><li>Limpar com álcool a 70%. </li></ul></ul><ul><ul><li>Desprezar a primeira gota. </li></ul></ul>
  21. 21. COLETA DE SANGUE <ul><li>ANTICOAGULANTES </li></ul><ul><li>Quando necessita-se de sangue total ou plasma para algumas análises usam-se anticoagulantes. </li></ul><ul><li>Em geral, interferem no mecanismo de coagulação in vitro , inibindo a formação da protrombina ou da trombina. </li></ul><ul><li>Os mais usados são: </li></ul><ul><ul><li>EDTA (ácido etileno-diamino-tetra-acético) – determinações bioquímicas e hematológicas </li></ul></ul><ul><ul><li>Heparina – provas bioquímicas </li></ul></ul><ul><ul><li>Oxalatos – provas de coagulação </li></ul></ul><ul><ul><li>Citratos – provas de coagulação </li></ul></ul><ul><ul><li>Polianetol-sulfonato de sódio – hemoculturas </li></ul></ul>
  22. 22. Ação dos Anticoagulantes <ul><li>Contato com XII </li></ul><ul><li>vidro XI </li></ul><ul><li> Heparina </li></ul><ul><li> VIII </li></ul><ul><li> X </li></ul><ul><li> V </li></ul><ul><li>Plaquetas, Ca +2 </li></ul><ul><li>EDTA Heparina Fibrinogênio </li></ul><ul><li>Oxalatos Citratos Fibrina Frouxa </li></ul><ul><li>Fluoreto </li></ul><ul><li>Fibrina Firme </li></ul>
  23. 23. COLETA DE SANGUE <ul><li>Tubos com vácuo: </li></ul><ul><ul><li>VERMELHO </li></ul></ul><ul><ul><li>Sem anticoagulante. </li></ul></ul><ul><ul><li>Obtenção de soro para bioquímica e sorologia. </li></ul></ul><ul><ul><li>Exemplo de testes: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Creatinina </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Glicose </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Uréia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Colesterol </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pesquisa e identificação de anticorpos e ou antígenos no soro. </li></ul></ul></ul>
  24. 24. COLETA DE SANGUE <ul><li>Tubos com vácuo: </li></ul><ul><ul><li>LAVANDA </li></ul></ul><ul><ul><li>Com anticoagulante EDTA sódico ou potássico </li></ul></ul><ul><ul><li>EDTA liga-se aos íons cálcio, bloqueando assim a cascata de coagulação </li></ul></ul><ul><ul><li>Obtém-se assim o sangue total para hematologia </li></ul></ul><ul><ul><li>Testes: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Eritrograma </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Leucograma </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Plaquetas </li></ul></ul></ul>
  25. 25. COLETA DE SANGUE <ul><li>Tubos com vácuo: </li></ul><ul><ul><li>VERDE </li></ul></ul><ul><ul><li>Paredes internas revestidas com heparina. </li></ul></ul><ul><ul><li>Produção de uma amostra de sangue total. </li></ul></ul><ul><ul><li>Estabilização por até 48 horas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Testes bioquímicos. </li></ul></ul>
  26. 26. COLETA DE SANGUE <ul><li>Tubos com vácuo: </li></ul><ul><ul><li>AZUL </li></ul></ul><ul><ul><li>Contém citrato de sódio </li></ul></ul><ul><ul><li>Anticoagulante utilizado para a obtenção de plasma para provas de coagulação: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tempo de Coagulação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Retração de Coágulo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tempo Parcial de Tromboplastina </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tempo de Protrombina </li></ul></ul></ul>
  27. 27. COLETA DE SANGUE <ul><li>Tubos com vácuo: </li></ul><ul><ul><li>PRETO </li></ul></ul><ul><ul><li>Os tubos para VHS </li></ul></ul><ul><ul><li>Contêm solução tamponada de citrato trissódico </li></ul></ul><ul><ul><li>Utilizados para coleta e transporte de sangue venoso para o teste de sedimentação. </li></ul></ul>
  28. 28. COLETA DE SANGUE <ul><li>Tubos com vácuo: </li></ul><ul><ul><li>AMARELO </li></ul></ul><ul><ul><li>Tubos para tipagem sangüínea </li></ul></ul><ul><ul><li>Com solução de ACD (ácido citrato dextrose) </li></ul></ul><ul><ul><li>Utilizados para teste de tipagem sangüínea ou preservação celular </li></ul></ul>
  29. 29. COLETA DE SANGUE <ul><li>Tubos com vácuo: </li></ul><ul><ul><li>CINZA </li></ul></ul><ul><ul><li>Tubos para glicemia </li></ul></ul><ul><ul><li>Contêm um anticoagulante e um estabilizador, em diferentes versões: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>EDTA e fluoreto de sódio </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>oxalato de potássio e fluoreto de sódio </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>heparina sódica e fluoreto de sódio </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>heparina lítica e iodoacetato </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Ocorre inibição da glicólise para determinação da taxa de glicose sanguínea </li></ul></ul>
  30. 30. COLETA DE SANGUE <ul><li>Tubos com vácuo: </li></ul><ul><ul><li>ROSA </li></ul></ul><ul><ul><li>Tubos para provas de compatibilidade cruzada </li></ul></ul><ul><ul><li>Duas versões: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Com ativador de coágulo » Provas cruzadas com soro. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Com EDTA » T estes com sangue total. </li></ul></ul></ul>
  31. 31. COLETA DE SANGUE <ul><li>Tubos com vácuo: </li></ul><ul><ul><li>ROYAL </li></ul></ul><ul><ul><li>Três versões: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sem aditivo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Com heparina sódica </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Com ativador de coágulo </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Utilizados para testar traços de elementos metálicos, como: Cu, Zn, Pb, etc . </li></ul></ul>
  32. 32. COLETA DE SANGUE <ul><li>HEMOCULTURA </li></ul><ul><li>É realizada quando se suspeita de uma infecção no sangue (bacteremia ou septicemia) com presença de febre, calafrios, pressão sangüínea baixa ou outros sintomas. </li></ul><ul><li>Neste exame é importante que a amostra de sangue não seja contaminada por organismos na pele ou instrumental utilizado na preparação do exame. </li></ul><ul><li>Uma rigorosa técnica de anti-sepsia é seguida para obter e preparar o espécime. </li></ul><ul><li>O sangue é colhido de uma veia, geralmente da prega do cotovelo ou dorso da mão. </li></ul><ul><li>A cultura é examinada para detectar a presença de microorganismos durante vários dias. Se os organismos estiverem presentes, outras culturas podem ser realizadas para identificar os organismos . </li></ul>
  33. 33. COLETA DE URINA <ul><li>EXAME DE URINA DE 24 HORAS </li></ul><ul><li>1. Alimentação normal. </li></ul><ul><li>2. Pela manhã, ao acordar, esvaziar completamente a bexiga e desprezar a urina. Marcar a hora exata (p.ex.: 8 horas da manhã). </li></ul><ul><li>3. Daí em diante colher as urinas produzidas durante o dia e a noite, juntando-as em um ou mais frascos limpos ou frascos produzidos pelo laboratório (3 litros). Mantê-los no refrigerador e ao abrigo da luz. </li></ul><ul><li>4. A - Pela manhã do dia seguinte, exatamente 24 horas após a hora em que foi desprezada a urina do começo da prova, colher toda a urina da bexiga, em frasco separado, rotulando-o “Primeira urina da manhã, data...” </li></ul><ul><li>B - Após 24 horas exatamente, colher todo a urina e juntar com as outras. </li></ul><ul><li>5. Enviar todas as urinas para o laboratório imediatamente. </li></ul>
  34. 34. EXAME DE URINA <ul><li>SOLICITAÇÕES ESPECIAIS </li></ul><ul><li>Taxa de excreção de aldosterona urinária de 24 horas </li></ul><ul><li>Porfirinas na urina </li></ul><ul><li>Amilase na urina </li></ul><ul><li>Mioglibina na urina </li></ul><ul><li>Cobre na urina de 24 horas </li></ul><ul><li>Nitrogênio da uréia na urina </li></ul><ul><li>Osmolalidade da urina </li></ul><ul><li>Exame de concentração da urina </li></ul><ul><li>Creatinina na urina </li></ul><ul><li>Proteína na urina de 24 horas </li></ul><ul><li>Cortisol na urina </li></ul><ul><li>Cálcio na urina </li></ul><ul><li>Exame de Norepinefrina na urina </li></ul><ul><li>Exame de dopamina na urina </li></ul><ul><li>Exame de adrenalina na urina </li></ul><ul><li>Exame de epinefrina na urina </li></ul><ul><li>Exame urinário de ácido cítrico </li></ul><ul><li>Eletrólitos na urina </li></ul><ul><li>Sódio na urina </li></ul><ul><li>Potássio na urina </li></ul><ul><li>Ácido úrico na urina </li></ul><ul><li>Urocultura </li></ul><ul><li>Cultura de urina (amostra cateterizada) </li></ul><ul><li>Exame de citologia da urina </li></ul><ul><li>Estriol na urina </li></ul><ul><li>Aminoácidos na urina </li></ul><ul><li>Hemoglobina na urina </li></ul>
  35. 35. <ul><li>Coleta de Amostras Biológicas: Sangue e Urina </li></ul><ul><li>Collection of Biological Specimen: Blood and Urine </li></ul><ul><li>Palavras-chave: amostras biológicas; coleta; laboratório </li></ul><ul><li>Keywords: biological specimen; collection; laboratory </li></ul><ul><li>______________________________________________________________ </li></ul><ul><li>Referências Bibliográficas </li></ul><ul><li>Moura, Roberto A de Almeida. Colheita de Material para Exames de Laboratório . São Paulo: Atheneu, 1987, p.29-76. </li></ul><ul><li>Motta, Valter T. Bioquímica Clínica para o Laboratório . 4 ed. Porto Alegre: Editora Médica Missau, 2003, p. 43-55. </li></ul>

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