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  1. 1. D RTD RTOO Serviço de Reabilitação do INTO Médica Fisiatra Médica do Trabalho Serviço de Reabilitação do INTO Médica Fisiatra Médica do Trabalho Maria Luiza de A. MeirelesMaria Luiza de A. Meireles
  2. 2. ApresentaçãoApresentação • Ramazzini (200 anos antes da revolução industrial) “Aqueles que levam vida sedentária e por isso são • Ramazzini (200 anos antes da revolução industrial) “Aqueles que levam vida sedentária e por isso são chamados de artesãos de cadeira, ..., sofrem de doenças especiais decorrentes de Posições Viciosas e da Falta de Exercícios”. chamados de artesãos de cadeira, ..., sofrem de doenças especiais decorrentes de Posições Viciosas e da Falta de Exercícios”.
  3. 3. • O exercício de qualquer atividade profissional sem preparo Psíquico- Emocional “adequado” e sem condições físicas “apropriadas” para função exercida por tempo prolongado “expõem” o trabalhador a distúrbios músculo- • O exercício de qualquer atividade profissional sem preparo Psíquico- Emocional “adequado” e sem condições físicas “apropriadas” para função exercida por tempo prolongado “expõem” o trabalhador a distúrbios músculo-trabalhador a distúrbios músculo- esqueléticos de natureza complexa que freqüentemente assumem características sugestivas de fenômenos inflamatórios que acometem. trabalhador a distúrbios músculo- esqueléticos de natureza complexa que freqüentemente assumem características sugestivas de fenômenos inflamatórios que acometem.
  4. 4. TendõesTendões SinóviasSinóvias BursasBursas FásciasFáscias NervosNervos FásciasFáscias LigamentosLigamentos MúsculosMúsculos
  5. 5. Nomenclaturas AntigasNomenclaturas Antigas • S.O.O.• S.O.O. • L.E.R.• L.E.R. • L.T.C.• L.T.C. • D.C.O.• D.C.O. - CRÍTICAS:- CRÍTICAS: • Causa única, (traumas cumulativos/esforços repetitivos) • Causa única, (traumas cumulativos/esforços repetitivos) - CRÍTICAS:- CRÍTICAS: • Necessariamente Não há lesões• Necessariamente Não há lesões
  6. 6. O que São Os D.O.R.T.?O que São Os D.O.R.T.? • Grupo heterogêneo de distúrbios • Grupo heterogêneo de distúrbiosde distúrbios funcionais e/ou orgânicos. de distúrbios funcionais e/ou orgânicos.
  7. 7. • Induzidos por fadiga neuromuscular• Induzidos por fadiga neuromuscular O que São Os D.O.R.T.?O que São Os D.O.R.T.?
  8. 8. • Devido ao trabalho realizado numa posição fixa (trabalho estático) ou movimentos • Devido ao trabalho realizado numa posição fixa (trabalho estático) ou movimentos O que São Os D.O.R.T.?O que São Os D.O.R.T.? repetitivos ou força excessiva exercida com as mãos e compressão mecânica de estruturas delicadas repetitivos ou força excessiva exercida com as mãos e compressão mecânica de estruturas delicadas
  9. 9. • Falta de tempo de recupe- ração pós-contração e • Falta de tempo de recupe- ração pós-contração e O que São Os D.O.R.T.?O que São Os D.O.R.T.? fadiga (falta de flexibilidade, ritmo elevado de trabalho) fadiga (falta de flexibilidade, ritmo elevado de trabalho)
  10. 10. • Quadros clínicos variados• Quadros clínicos variados DorDor FormigamentoFormigamento DormênciaDormência O que São Os D.O.R.T.?O que São Os D.O.R.T.? FormigamentoFormigamento ChoqueChoque PesoPeso Fadiga precoceFadiga precoce
  11. 11. • Com a presença ou não de entidades ortopédicas e/ou neurológicas compressivas • Com a presença ou não de entidades ortopédicas e/ou neurológicas compressivas O que São Os D.O.R.T.?O que São Os D.O.R.T.?
  12. 12. • Com a presença ou não de quadros mais generalizados: • Com a presença ou não de quadros mais generalizados: –Síndrome miofascial, mialgias, síndrome de tensão cervical, –Síndrome miofascial, mialgias, síndrome de tensão cervical, O que São Os D.O.R.T.?O que São Os D.O.R.T.? tensão cervical, Distrofia simpático reflexa, síndrome complexa de dor regional. tensão cervical, Distrofia simpático reflexa, síndrome complexa de dor regional.
  13. 13. Fatores ExtrínsecosFatores Extrínsecos Fatores biomecânicosFatores biomecânicos • Posturas inadequadas • Repetitividade dos movimentos • Esforço físico • Posturas inadequadas • Repetitividade dos movimentos • Esforço físico• Esforço físico • Pressão mecânica sob determinados segmentos • Choques e impactos • Vibração • Temperatura • Esforço físico • Pressão mecânica sob determinados segmentos • Choques e impactos • Vibração • Temperatura
  14. 14. Atividades de Vida DiáriaAtividades de Vida Diária • Tricô e crochê • Lavar, esfregar e torcer roupas • Estender roupas no varal • Contato com a água • Tricô e crochê • Lavar, esfregar e torcer roupas • Estender roupas no varal • Contato com a água • Segurar panelas pelo cabo (preferir alça dupla) • Colocar objetos em armários altos • Segurar filho no colo ao • Segurar panelas pelo cabo (preferir alça dupla) • Colocar objetos em armários altos • Segurar filho no colo ao • Contato com a água fria • Bater bolo • Lavar paredes • Lustrar portas e móveis • Carregar sacolas de compras • Contato com a água fria • Bater bolo • Lavar paredes • Lustrar portas e móveis • Carregar sacolas de compras • Segurar filho no colo ao amamentá-lo • Esfregar rodo no chão • Andar em ônibus segurando em alça superior • Segurar filho no colo ao amamentá-lo • Esfregar rodo no chão • Andar em ônibus segurando em alça superior
  15. 15. INTENSIDADE/DURAÇÃO/FREQÜÊNCIAINTENSIDADE/DURAÇÃO/FREQÜÊNCIA
  16. 16. Representação esquemática da cápsula articular dos dedos e das áreas onde os tendões e nervos podem ser comprimidos em túneis osteofibrosos Representação esquemática da cápsula articular dos dedos e das áreas onde os tendões e nervos podem ser comprimidos em túneis osteofibrosos 1. Túnel do carpo1. Túnel do carpo1. Túnel do carpo 2. Canal de Guyon 3. Polias tendíneas 4. Tendões flexores 5. Nervo mediano 6. Nervo ulnar 7. Cápsula articular 1. Túnel do carpo 2. Canal de Guyon 3. Polias tendíneas 4. Tendões flexores 5. Nervo mediano 6. Nervo ulnar 7. Cápsula articular
  17. 17. •Síndromes baixas•Síndromes baixas Síndromes Neurológicas Compressivas Síndromes Neurológicas Compressivas •A - Nervo Mediano –Síndr. do túnel do carpo –Síndr. do pronador redondo –Síndr. do interósseo anterior •A - Nervo Mediano –Síndr. do túnel do carpo –Síndr. do pronador redondo –Síndr. do interósseo anterior
  18. 18. Síndrome do Túnel do Carpo Síndrome do Túnel do Carpo
  19. 19. Fatores de Risco OcupacionaisFatores de Risco Ocupacionais 1. Esforços repetitivos do punho 2. Realização de força excessiva 3. Contato mecânico da face anterior do 1. Esforços repetitivos do punho 2. Realização de força excessiva 3. Contato mecânico da face anterior do Síndrome do Túnel do CarpoSíndrome do Túnel do Carpo 3. Contato mecânico da face anterior do punho com os objetos 4. Postura inadequada 5. Exposição a baixas temperaturas 6. Vibração 3. Contato mecânico da face anterior do punho com os objetos 4. Postura inadequada 5. Exposição a baixas temperaturas 6. Vibração
  20. 20. Síndrome do Pronador RedondoSíndrome do Pronador Redondo
  21. 21. Síndrome do Interósseo AnteriorSíndrome do Interósseo Anterior
  22. 22. B- Nervo UlnarB- Nervo Ulnar Síndromes Neurológicas Compressivas Síndromes Neurológicas Compressivas – Síndrome do canal de Guyon (túnel ulnar) – Síndrome do túnel cubital – Síndrome do canal de Guyon (túnel ulnar) – Síndrome do túnel cubital
  23. 23. Síndrome do Canal de GuyonSíndrome do Canal de Guyon
  24. 24. Síndrome do Túnel CubitalSíndrome do Túnel Cubital
  25. 25. Manobras ProvocativasManobras Provocativas Síndrome do Túnel CubitalSíndrome do Túnel Cubital
  26. 26. • Pessoa que trabalha com o cotovelo apoiado em superfície dura. • Pessoa que trabalha com o cotovelo apoiado em superfície dura. Síndrome do Túnel CubitalSíndrome do Túnel Cubital Doença das telefonistasDoença das telefonistas
  27. 27. Síndromes Neurológicas Compressivas Síndromes Neurológicas Compressivas •Síndromes baixas•Síndromes baixas C - Nervo Radial – Síndr. do interósseo posterior (arcada de Frohse) – Síndr. do túnel radial C - Nervo Radial – Síndr. do interósseo posterior (arcada de Frohse) – Síndr. do túnel radial
  28. 28. Síndrome do Interósseo PosteriorSíndrome do Interósseo Posterior
  29. 29. Síndrome Do Túnel RadialSíndrome Do Túnel Radial
  30. 30. D- Nervo Digital Ramos terminais D- Nervo Digital Ramos terminais Síndromes Neurológicas Compressivas Síndromes Neurológicas Compressivas Ramos terminais dos nervos mediano e ulnar Ramos terminais dos nervos mediano e ulnar
  31. 31. • Síndromes altas• Síndromes altas Síndromes Neurológicas Compressivas Síndromes Neurológicas Compressivas –Radiculopatia cervical–Radiculopatia cervical
  32. 32. • Síndromes altas Síndrome do plexo • Síndromes altas Síndrome do plexo Síndromes Neurológicas Compressivas Síndromes Neurológicas Compressivas Síndrome do plexo braquial (plexopatia braquial) Síndrome do plexo braquial (plexopatia braquial)
  33. 33. Anomalias Congênitas • Costela cervical • Escaleno mínimo • Exostose clavícula • Bridas fibromusculares Anomalias Congênitas • Costela cervical • Escaleno mínimo • Exostose clavícula • Bridas fibromusculares Anomalias Adquiridas •Músculo hipertrofiado •Fibrose cicatricial •Atrofia muscular Anomalias Adquiridas •Músculo hipertrofiado •Fibrose cicatricial •Atrofia muscular Sobrecarga ombrosSobrecarga ombros MochilasMochilas Posturas viciosas Posição sentido Deitar c/ mãos Posturas viciosas Posição sentido Deitar c/ mãos Mochilas Bolsas tiracolo Cestos pesados Mochilas Bolsas tiracolo Cestos pesados Deitar c/ mãos s/ a cabeça Suspender-se alça ônibus Trabalhar braços elevados (pintor) Deitar c/ mãos s/ a cabeça Suspender-se alça ônibus Trabalhar braços elevados (pintor) Sinais e sintomas Vasculares 5 - 10% Sinais e sintomas Vasculares 5 - 10% Sinais e sintomas Neurológicos 98% Sinais e sintomas Neurológicos 98%
  34. 34. Neuropatia do OmbroNeuropatia do Ombro
  35. 35. RADICULOPATIA LOMBO SACRARADICULOPATIA LOMBO SACRA
  36. 36. RADICULOPATIA LOMBO SACRARADICULOPATIA LOMBO SACRA
  37. 37. Doenças Ortopédicas Doenças Ortopédicas •Tenossinovite Estenosante •Tenossinovite EstenosanteEstenosante –Síndrome de –De Quervain Estenosante –Síndrome de –De Quervain
  38. 38. Os principais movimentos e situações que ocasionam a tendinite de De Quervain Os principais movimentos e situações que ocasionam a tendinite de De Quervain • Torcer a mão mantendo-a presa com força. • Torcer a mão mantendo-a presa com força. Doenças OrtopédicasDoenças Ortopédicas força. Ex. Chave de fenda, torcer roupas • Desvio ulnar repetitivo ou prolongado ao se fazer força. Ex.: Alicate de ponta, digitação em teclados que obrigam ao desvio ulnar. força. Ex. Chave de fenda, torcer roupas • Desvio ulnar repetitivo ou prolongado ao se fazer força. Ex.: Alicate de ponta, digitação em teclados que obrigam ao desvio ulnar.
  39. 39. • Epicondilite• Epicondilite •Epitrocleíte•Epitrocleíte Doenças OrtopédicasDoenças Ortopédicas
  40. 40. BURSITE OLECRANEANABURSITE OLECRANEANA Doenças OrtopédicasDoenças Ortopédicas
  41. 41. • Síndrome do impacto ou “Impingement”• Síndrome do impacto ou “Impingement” Doenças OrtopédicasDoenças Ortopédicas
  42. 42. • Síndrome do impacto ou “Impingement”• Síndrome do impacto ou “Impingement” Doenças OrtopédicasDoenças Ortopédicas
  43. 43. • Síndrome do impacto ou “Impingement”• Síndrome do impacto ou “Impingement” Doenças OrtopédicasDoenças Ortopédicas
  44. 44. • Síndrome do impacto ou “Impingement”• Síndrome do impacto ou “Impingement” Doenças OrtopédicasDoenças Ortopédicas
  45. 45. • Síndrome tensional do pescoço• Síndrome tensional do pescoço Doenças OrtopédicasDoenças Ortopédicas
  46. 46. Doenças OrtopédicasDoenças Ortopédicas
  47. 47. Doenças OrtopédicasDoenças Ortopédicas
  48. 48. Doenças OrtopédicasDoenças Ortopédicas
  49. 49. Bainhas Tendíneas Doenças OrtopédicasDoenças Ortopédicas
  50. 50. Dor de Origem MuscularDor de Origem Muscular Isquemia muscular: a contração muscular constante leva a acúmulo de catabólitos dentro do músculo pelo aumento do metabolismo, ao mesmo tempo em que colaba os vasos sangüíneos, prejudicando a irrigação intrínseca. Isquemia muscular: a contração muscular constante leva a acúmulo de catabólitos dentro do músculo pelo aumento do metabolismo, ao mesmo tempo em que colaba os vasos sangüíneos, prejudicando a irrigação intrínseca. Estiramento passivo ou contração ativa: é capaz de produzir pequenas rupturas de fibras musculares ou de elementos fibrosos. Estiramento passivo ou contração ativa: é capaz de produzir pequenas rupturas de fibras musculares ou de elementos fibrosos. Contração Muscular: constante e/ou intensa exerce tração na junção miofascial do periósteo, irritando-o e causando dor local. Contração Muscular: constante e/ou intensa exerce tração na junção miofascial do periósteo, irritando-o e causando dor local.
  51. 51. • Uma das hipóteses que talvez explique o comportamento evolutivo arrastado e a freqüente distribuição vaga dos sintomas das DORTs é a teoria Neurogênica de Quintner e • Uma das hipóteses que talvez explique o comportamento evolutivo arrastado e a freqüente distribuição vaga dos sintomas das DORTs é a teoria Neurogênica de Quintner e Distúrbios Neurológicos de Percepção da Dor Distúrbios Neurológicos de Percepção da Dor DORTs é a teoria Neurogênica de Quintner e Elvery (1991) – em decorrência do excesso de estímulos os tecidos nervosos do M.M. S.S. tornam-se irritáveis, com o limiar da excitabilidade tão baixa, que enviam sinais mesmo na ausência de estímulos. DORTs é a teoria Neurogênica de Quintner e Elvery (1991) – em decorrência do excesso de estímulos os tecidos nervosos do M.M. S.S. tornam-se irritáveis, com o limiar da excitabilidade tão baixa, que enviam sinais mesmo na ausência de estímulos.
  52. 52. • Cohen e cols (1992) – deslocaram o fenômeno básico do membro para o corno superior da medula, que hiperestimulado, mantém a sensação dolorosa, ampliando-a patolo- gicamente, mesmo que o estímulo original seja tátil ou proprioceptivo.
  53. 53. A idade influi na velocidade da regeneração dos tecidos gastos e na qualidade de reparação tissular. A idade influi na velocidade da regeneração dos tecidos gastos e na qualidade de reparação tissular. As variaçõesAs variações hormonais interferem com as propriedades biofísicas do tecido conjuntivo no sexo feminino. hormonais interferem com as propriedades biofísicas do tecido conjuntivo no sexo feminino.
  54. 54. Distúrbios OsteomioligamentaresDistúrbios Osteomioligamentares • Características importantes por sobrecarga funcional 1. Nem toda dor corresponde a lesão 2. Ocasionam dor muito forte: -Efetivamente incapacita para a sua atividade • Características importantes por sobrecarga funcional 1. Nem toda dor corresponde a lesão 2. Ocasionam dor muito forte: -Efetivamente incapacita para a sua atividade-Efetivamente incapacita para a sua atividade laborativa -Dor forte é uma característica das afecções musculoligamentares. -É uma espécie de paradoxo: lesões relativamente benígnas e c/poucos sinais objetivos -Efetivamente incapacita para a sua atividade laborativa -Dor forte é uma característica das afecções musculoligamentares. -É uma espécie de paradoxo: lesões relativamente benígnas e c/poucos sinais objetivos
  55. 55. 3. As lesões costumam vir associadas:3. As lesões costumam vir associadas: PunhoPunho pescoçopescoço++cotovelocotovelo++ Distúrbios Osteomioligamentares Distúrbios Osteomioligamentares um conjunto mecânico funcionalmente integradoum conjunto mecânico funcionalmente integrado 4. Unilaterais ou bilaterais (incapacidade grave) 5. Inexistência de uma doença subjacente: apenas decorrentes de traumas mecânicos 4. Unilaterais ou bilaterais (incapacidade grave) 5. Inexistência de uma doença subjacente: apenas decorrentes de traumas mecânicos
  56. 56. Preservação Irá depender da possibilidade dos mecanismos de reparação Irá depender da possibilidade dos mecanismos de reparação Resultado FinalResultado Final Preservação da integridade Lesão de reparação compensarem a velocidade dos mecanismos de lesão de reparação compensarem a velocidade dos mecanismos de lesão
  57. 57. RABALHADORRABALHADOR DD OO RR TT IGNIDADE,IGNIDADE, RGANIZAÇÃO ERGANIZAÇÃO E ESPEITO AOESPEITO AO

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