SlideShare uma empresa Scribd logo
   Peso na coluna cervical!
   Doença metabólica do tecido ósseo,
    caracterizada por perda gradual de massa
    óssea, que enfraquece os ossos por deterioração
    da microarquitetura tecidual óssea, tornando-
    os mais frágeis e suscetíveis a fraturas.
   Osteopenia = -1 e -2,5 desvios-padrão
   Osteoporose = perda > -2,5 DP.
   Grave: DP + fratura.
   Osteomalácia: acúmulo de tecido osteóide não-
    mineralizado no osso trabecular resultante de
    uma limitação da deposição do mineral no
    tecido.
   Idiopática ou primária.
       Tipo I ou Pós-menopausa.
       Tipo II ou Senil.
   Secundária: anormalidades endócrinas e
    neoplasias.
       Hiperparatireoidismo, diabetes melitos, ingestão de
        corticosteróides, menopausa cirúrgica, tumores de
        medula óssea e mieloma múltiplo.
   EUA: 1.300.000 fraturas por ano; 500 mil coluna
    e 250 mil quadril pela osteoporose.
   Três localizações clássicas: punho, coluna e
    fêmur proximal.
   Risco depende do sexo, raça e idade.
   Quadril: 17% mulheres brancas, 6% homens
    brancos e mulheres negras; 3% homem negro.
   Genéticos e biológicos:
       História familiar, raça branca, escoliose, osteogênese
        imperfeita e menopausa precoce.
   Comportamentais e ambientais:
       Alcoolismo, tabagismo, inatividade e sedentarismo,
        má nutrição, baixa ingesta de cálcio, amenorréia
        induzida por exercícios, dieta com alta ingestão de
        fibras / fosfatos e proteínas.
A osteoporose é um fator de risco para fraturas
assim como a hipertensão é risco para infarto do
miocárdio ou derrame cerebral;
Refrigerantes, especialmente aqueles os do tipo
cola, podem aumentar o risco de fraturas
osteoporóticas no sexo feminino em até 3 vezes,
porque o ácido fosfórico presente nestas bebidas
interfere no metabolismo do cálcio, prejudicando a
formação óssea
   História: medicamentos usados, cirurgia,
    menopausa...
   Sinais e sintomas: insidiosa pode evoluir vários
    anos sem sintomas. Assintomática.
   Dor por fraturas: vértebra > punho > quadril.
   Laboratório: normais. FA pode se usada como
    medida resposta clínica para pacientes em
    tratamento.
Podemos dosar:
     Hormônio paratireoidiano, metabólitos da vitamina
      D, eletroforese de proteínas, teste de função
      tireoidiana, testoterona (Homem);
     Bioquímicas na urina: calciúria de 24 horas,
      creatinina de 24 horas e N-telopeptídeos.
   Suspeita radiográfica da osteopenia somente
    começa a ser identificada quando a perda de
    massa óssea atinge níveis de 25%.
   Método de Singh: graus VI, V e IV são normais;
     III, II e I patológicos.
VI    V        IV




III       II   I
   As principais técnicas desenvolvidas nos
    últimos anos com essa finalidade foram:
       Densitometria por single photon (SPA) e dual
        photon (DPA);
       Densitometria por X-ray dual energy (DEXA);
       Tomografia computadorizada quantitativa (QCT);
       Ultra-som.
   Indicações:
       Mulheres com deficiência de estrogênios e com
        fatores de risco para a osteoporose.
       Indivíduos com terapêutica prolongada com
        glicocorticóides.
       Indivíduos com anormalidades na coluna vertebral.
       Indivíduos com hiperparatireoidismo primário.
       Controle de tratamento da osteoporose.
   Dual Energy X-ray Absorptiometry (DEXA)
      Durante a realização do exame, o detector, movendo-se
      juntamente com a fonte de radiação, amostra os fótons
      que passam através do corpo do paciente.
     O programa calcula a densidade de cada amostra a partir
      da radiação que alcança o detector em cada pico de
      energia de acordo com a equação de transmissão de
      fótons.
     O sistema é calibrado para expressar os resultados em
      gramas por centímetros quadrados (g/cm2; gramas de
      mineral ósseo/cm2 de área analisada - BMD).
   Single Photon Absorptiometry (SPA):
      Essa técnica baseia-se na medição da atenuação de um
      feixe de fótons com um único nível de energia.
     No SPA a atenuação causada pelas partes moles não é
      corrigida, o que limita o seu emprego ao esqueleto
      apendicular (e.g., rádio, ulna, metacarpo e calcâneo),
      onde a quantidade de tecidos moles é mínima.
     Tendo em vista essa limitação e o fato de que a massa
      óssea nesses locais não indica com muita exatidão o
      estado metabólico dos locais críticos para fraturas (i.e.,
      coluna e fêmur proximal), a aplicabilidade clínica do SPA,
      tem sido limitada
   Dual Photon Absorptiometry (DPA)
     Essa técnica baseia-se na análise da atenuação de um feixe
      puntiforme de radiação de uma fonte externa de
      gadolínio (153Gd), com dois níveis de energia (44 e 100
      KeV).
     Esse feixe atravessa o indivíduo no sentido póstero-
      anterior e é captado por um detector de cintilação.
     A relação entre a atenuação dos dois picos de energia
      permite corrigir a contribuição das partes moles,
      possibilitando o acesso à medição da massa óssea de
      regiões de maior interesse clínico, coluna lombar e fêmur
      proximal, com erro de precisão
   Análise da coluna lombar: L1-L4, verificam-se
    os espaços intervertebrais e a existência de
    desvios de eixo da coluna.
   Interpretação dos dados: compara-se a
    densidade mineral óssea das vértebras de L2-
    L4 com taxa de t-score e o valor cruzado em
    relação a idade z-score (adulto jovem e idade).
   DP para adulto jovem: para cada DP abaixo do
    normal para adulto jovem, o risco de futuro de
    fratura aumenta de 100-200%.
   Fêmur: triângulo de ward, colo e trocânter.
   A interpretação dos resultados deve ser
    realizada em função do pico de massa óssea
    ideal, atingido no final do desenvolvimento
    ósseo e em função da perda fisiológica de
    massa óssea associada à menopausa e ao
    envelhecimento .
   O BMD representa a densidade de área em
    valores absolutos (g/cm2), para uma região de
    interesse.
   A comparação com essa população jovem é
    importante, pois, à medida que o BMD
    diminui, observa-se um aumento no risco de
    fratura, independentemente da idade do
    paciente; além disso, o risco de fratura dobra a
    cada desvio-padrão abaixo da média .
   O resultado - BMD - é fornecido individualmente
    para cada vértebra lombar. Não obstante, o
    resultado de L1 deve ser desconsiderado uma
    vez que a presença dos arcos costais muito
    próximos ao corpo vertebral de L1, prejudica o
    cálculo da linha de base para esta vértebra, de tal
    forma que o BMD vertebral acaba sendo
    subestimando. Por motivos semelhantes, os
    resultados de L5 também são desconsiderados,
    mas a interferência é dos ossos da pelve.
   Um outro aspecto importante é a calcificação
    de partes moles na projeção da, ou próximo à
    coluna vertebral, particularmente da aorta
    abdominal, em pessoas mais idosas. Se a aorta
    abdominal estiver sobreposta à coluna lombar,
    pode-se superestimar o BMD vertebral em
    cerca de 2-3%
   Com o objetivo de superar as limitações de
    exame AP da coluna lombar, foi desenvolvida a
    densitometria das vértebras lombares em
    incidência lateral.
   O objetivo era que esse tipo de exame permitisse
    a medida do BMD dos corpos vertebrais sem
    superposição dos elementos posteriores das
    vértebras, permitindo análise do corpo vertebral
    com predomínio do osso trabecular, sem
    contribuição considerável do osso cortical.
   Densitometria óssea do fêmur proximal
   A análise do fêmur proximal envolve a
    medição do BMD de três regiões: colo do
    fêmur, trocânter maior e triângulo de Ward,
    região localizada fora das linhas de força locais.
   O triângulo de Ward
    é definido como uma
    área quadrada (1,5 x
    1,5 cm), que
    apresenta a menor
    densidade da região
    proximal do fêmur,
    caracterizada por
    predomínio de osso
    trabecular.
   O T-score é a DMO
    expressa em termos do
    número de desvios-
    padrão (DP) acima ou
    abaixo (números
    negativos) da média
    para mulheres jovens . A
    medição da DMO é
    necessária para
    documentar a
    osteoporose, exceto em
    pacientes com fratura
    vertebral.
   A análise do esqueleto envolve os princípios
    gerais descritos acima e fornece o BMD total do
    esqueleto e de nove regiões anatômicas
    diferentes.
   O programa identifica quatro regiões
    anatômicas principais: crânio, membros
    superiores, membros inferiores e tronco; este é
    ainda subdividido em três regiões: costelas,
    pelve e coluna vertebral.
   A DEXA tornou-se o método de escolha para
    medida da composição corporal porque não
    baseia-se na estimativa do estado de hidratação
    ou inter-relação entre os componentes
    corporais, é rápido e simples, e apresenta uma
    dose de radiação muito baixa.
   O QCT também se baseia na análise da
    atenuação de radiação mono ou duo-energética,
    após adaptação de equipamento convencionais
    de tomografia computadorizada.
    A vantagem dessa técnica é permitir examinar
    separadamente o osso trabecular do osso cortical,
    em especial nos corpos vertebrais, além de
    fornecer valores verdadeiros (volumétrico) de
    densidade mineral óssea em g/cm3.
   Entretanto, o seu valor como uma ferramenta
    de screening não está totalmente estabelecido e
    sua aplicação clínica tem sido limitada pela alta
    dose de radiação, pelo alto custo, pela maior
    interferência do conteúdo gorduroso da
    medula óssea (importante no indivíduo idoso
    com erros de até 30%) e pela baixa
    reprodutibilidade entre equipamentos
   Feixes de ultra-som para o estudo ósseo.
   Basicamente, avalia-se a velocidade, atenuação e
    reflexão do ultra-som no tecido ósseo.
   Entre os fatores que falam a favor do emprego
    desta metodologia, destacam-se o fato de não
    envolver radiação ionizante e a possibilidade de
    obtenção de resultados relativos à estrutura
    óssea.
   Geralmente estudada no calcâneo.
    O sistema consiste de um tanque de água, contendo dois
    transdutores ultra-sônicos, um agindo como transmissor e o
    outro, como receptor.
    O sistema possui uma interface para que os sinais sejam
    analisados por computador.
   A amplitude do espectro é comparada com a da água para
    fornecer uma curva de atenuação do calcanhar vs. a
    freqüência, sendo que o slope da parte linear desta curva é
    usado para caracterizar o osso.
   A atenuação é relacionada tanto com a quantidade de osso
    no caminho do feixe de ultra-som quanto com a estrutura
    trabecular.
   Biópsia Óssea - Análise
    Histomorfométrica.
   O principal desafio enfrentado era a
    dureza, própria do tecido.
    O problema foi parcialmente resolvido
    quando se passou a utilizar soluções
    ácidas e quelantes visando descalcificar o
    osso.
   Para elucidar uma determinada condição do
    metabolismo ósseo.
   Outra indicação seria na avaliação de novas
    drogas, visando observar se elas não são
    supressivas à remodelação óssea; nesses casos, a
    biópsia deveria ser realizada no início e no fim
    do tratamento, visto que, somente tal
    comparação, poderia avaliar a atuação da droga
    em questão.
   Pacientes com raquitismo e suspeita de
    osteomalácia, são candidatos a biópsia óssea,
    pois, realmente este é o melhor método
    diagnóstico, indicando inclusive, a terapêutica
    mais adequada.
   O mesmo deve-se dizer quanto aos pacientes
    urêmicos com sintomas de osteodistrofia renal,
    visto que somente a biópsia é conclusiva,
    principalmente se o paciente apresentar
    intoxicação alumínica
   Durante vários anos,
    tal técnica foi a única
    abordagem possível,
    ela permitia que se
    identificasse todas as
    estruturas, porém o
    conteúdo mineral,
    principal constituinte
    do tecido, não era
    preservado.
   Prevenção.
   Pico de formação de massa óssea 20-30 anos.
   Estrogênio pós-menopausa: redução de 40-50%
    no risco de fraturas do quadril e 90% vértebras.
   Exercícios de contato.
   Agentes anti-reabsorção do tecido ósseo:
    inibem atividade osteoclástica e são úteis para
    pacientes na fase de rápida remodelação óssea
    da doença.
       Ex: calcitonina, estrogênios e bifosfonados.
   Estimuladores de formação óssea (fluoreto de
    sódio) e paratormônio.
   Secundária: tratar a causa.
   Cálcio 500-1000 mg/dia + Vitamina D: 400-800
    UI/dia.
   TRH: estrogênios conjugados, estradiol...
   Alendronato sódico: 10mg/dia ou 70mg/semana
    VO.
   Raloxifeno sódico: 5 mg/dia VO.
   Risendronato sódico: 5 mg/dia VO.
   PTH (Fórteo®): 20 µg SC/dia.
   Calcitonina nasal (Miacalcic®): 200 UI/dia.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Princípios de física aplicada à ultrassonografia
Princípios de física aplicada à ultrassonografiaPrincípios de física aplicada à ultrassonografia
Princípios de física aplicada à ultrassonografia
Iared
 
Aula 06 densitometria
Aula 06 densitometriaAula 06 densitometria
Introdução a ultrassonografia point of care
Introdução a ultrassonografia point of care  Introdução a ultrassonografia point of care
Introdução a ultrassonografia point of care
Carlos D A Bersot
 
Avaliação de Exames de Imagem - Enfermagem
Avaliação de Exames de Imagem - EnfermagemAvaliação de Exames de Imagem - Enfermagem
Avaliação de Exames de Imagem - Enfermagem
Joseir Saturnino
 
Avaliação do disco intervertebral por imagem radiográfica
Avaliação do disco intervertebral por imagem radiográficaAvaliação do disco intervertebral por imagem radiográfica
Avaliação do disco intervertebral por imagem radiográfica
Nathanael Melchisedeck Brancaglione
 
Controle de qualidade em Densitometria Óssea
Controle de qualidade em Densitometria ÓsseaControle de qualidade em Densitometria Óssea
Controle de qualidade em Densitometria Óssea
Rafael Sciammarella
 
Aula de Imagenologia sobre Tomografia Computadorizada
Aula de Imagenologia sobre Tomografia ComputadorizadaAula de Imagenologia sobre Tomografia Computadorizada
Aula de Imagenologia sobre Tomografia Computadorizada
Jaqueline Almeida
 
Radiologia digital
Radiologia digitalRadiologia digital
Radiologia digital
Anderson Pereira
 
Osteoartrite 2014
Osteoartrite 2014Osteoartrite 2014
Osteoartrite 2014
pauloalambert
 
Formação das imagens convencionais e digitais: raios X
Formação das imagens convencionais e digitais: raios XFormação das imagens convencionais e digitais: raios X
Formação das imagens convencionais e digitais: raios X
Paulo Fonseca
 
Meios de contraste 2
Meios de contraste 2Meios de contraste 2
Meios de contraste 2
Edna Souza
 
Raio x de tórax
Raio x de tóraxRaio x de tórax
Raio x de tórax
resenfe2013
 
SEQUÊNCIAS DE PULSO NA RM
SEQUÊNCIAS DE PULSO NA RMSEQUÊNCIAS DE PULSO NA RM
SEQUÊNCIAS DE PULSO NA RM
Herculys Douglas Clímaco Marques
 
Apresentação em power point densitometria ossea
Apresentação em power point densitometria osseaApresentação em power point densitometria ossea
Apresentação em power point densitometria ossea
Patriciaminc
 
Meios de contraste: TC e RM
Meios de contraste: TC e RMMeios de contraste: TC e RM
Meios de contraste: TC e RM
Herculys Douglas Clímaco Marques
 
Mamografia aula
Mamografia aulaMamografia aula
Mamografia aula
radiomed
 
Aula 1 câmara escura
Aula 1   câmara escuraAula 1   câmara escura
Aula 1 câmara escura
Carlos Batista
 
Anatomia da coluna vertebral
Anatomia da coluna vertebralAnatomia da coluna vertebral
Anatomia da coluna vertebral
Dr. Peterson Xavier @drpetersonxavier
 
Tomografia Computadorizada - Introdução
Tomografia Computadorizada - IntroduçãoTomografia Computadorizada - Introdução
Tomografia Computadorizada - Introdução
celais0814
 
Evolução tecnológica em Tomografia Computadorizada
Evolução tecnológica em Tomografia ComputadorizadaEvolução tecnológica em Tomografia Computadorizada
Evolução tecnológica em Tomografia Computadorizada
Rafael Sciammarella
 

Mais procurados (20)

Princípios de física aplicada à ultrassonografia
Princípios de física aplicada à ultrassonografiaPrincípios de física aplicada à ultrassonografia
Princípios de física aplicada à ultrassonografia
 
Aula 06 densitometria
Aula 06 densitometriaAula 06 densitometria
Aula 06 densitometria
 
Introdução a ultrassonografia point of care
Introdução a ultrassonografia point of care  Introdução a ultrassonografia point of care
Introdução a ultrassonografia point of care
 
Avaliação de Exames de Imagem - Enfermagem
Avaliação de Exames de Imagem - EnfermagemAvaliação de Exames de Imagem - Enfermagem
Avaliação de Exames de Imagem - Enfermagem
 
Avaliação do disco intervertebral por imagem radiográfica
Avaliação do disco intervertebral por imagem radiográficaAvaliação do disco intervertebral por imagem radiográfica
Avaliação do disco intervertebral por imagem radiográfica
 
Controle de qualidade em Densitometria Óssea
Controle de qualidade em Densitometria ÓsseaControle de qualidade em Densitometria Óssea
Controle de qualidade em Densitometria Óssea
 
Aula de Imagenologia sobre Tomografia Computadorizada
Aula de Imagenologia sobre Tomografia ComputadorizadaAula de Imagenologia sobre Tomografia Computadorizada
Aula de Imagenologia sobre Tomografia Computadorizada
 
Radiologia digital
Radiologia digitalRadiologia digital
Radiologia digital
 
Osteoartrite 2014
Osteoartrite 2014Osteoartrite 2014
Osteoartrite 2014
 
Formação das imagens convencionais e digitais: raios X
Formação das imagens convencionais e digitais: raios XFormação das imagens convencionais e digitais: raios X
Formação das imagens convencionais e digitais: raios X
 
Meios de contraste 2
Meios de contraste 2Meios de contraste 2
Meios de contraste 2
 
Raio x de tórax
Raio x de tóraxRaio x de tórax
Raio x de tórax
 
SEQUÊNCIAS DE PULSO NA RM
SEQUÊNCIAS DE PULSO NA RMSEQUÊNCIAS DE PULSO NA RM
SEQUÊNCIAS DE PULSO NA RM
 
Apresentação em power point densitometria ossea
Apresentação em power point densitometria osseaApresentação em power point densitometria ossea
Apresentação em power point densitometria ossea
 
Meios de contraste: TC e RM
Meios de contraste: TC e RMMeios de contraste: TC e RM
Meios de contraste: TC e RM
 
Mamografia aula
Mamografia aulaMamografia aula
Mamografia aula
 
Aula 1 câmara escura
Aula 1   câmara escuraAula 1   câmara escura
Aula 1 câmara escura
 
Anatomia da coluna vertebral
Anatomia da coluna vertebralAnatomia da coluna vertebral
Anatomia da coluna vertebral
 
Tomografia Computadorizada - Introdução
Tomografia Computadorizada - IntroduçãoTomografia Computadorizada - Introdução
Tomografia Computadorizada - Introdução
 
Evolução tecnológica em Tomografia Computadorizada
Evolução tecnológica em Tomografia ComputadorizadaEvolução tecnológica em Tomografia Computadorizada
Evolução tecnológica em Tomografia Computadorizada
 

Semelhante a Osteoporose

Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
Alex Leal
 
aplicaodadensitometriasseanaosteoporose-140219151931-phpapp02.pdf
aplicaodadensitometriasseanaosteoporose-140219151931-phpapp02.pdfaplicaodadensitometriasseanaosteoporose-140219151931-phpapp02.pdf
aplicaodadensitometriasseanaosteoporose-140219151931-phpapp02.pdf
valdomiro furtado furtado
 
Aplicação da densitometria óssea na osteoporose
Aplicação da densitometria óssea na osteoporoseAplicação da densitometria óssea na osteoporose
Aplicação da densitometria óssea na osteoporose
Joao Bruno Oliveira
 
Osteoporose 2013
Osteoporose 2013Osteoporose 2013
Osteoporose 2013
pauloalambert
 
Osteoporose em mulheres pós menopausa
Osteoporose em mulheres pós menopausaOsteoporose em mulheres pós menopausa
Osteoporose em mulheres pós menopausa
Marina Vicent' Inácio
 
Diagnóstico por imagem do punho na síndrome
Diagnóstico por imagem do punho na síndromeDiagnóstico por imagem do punho na síndrome
Diagnóstico por imagem do punho na síndrome
adrianomedico
 
Sarcomas
SarcomasSarcomas
618805381465934704.4713.pdf
618805381465934704.4713.pdf618805381465934704.4713.pdf
618805381465934704.4713.pdf
valdomiro furtado furtado
 
Metástases ósseas
Metástases ósseasMetástases ósseas
Metástases ósseas
Marcelo Madureira Montroni
 
Hérnia de disco lombar diretrizes
Hérnia de disco lombar diretrizesHérnia de disco lombar diretrizes
Hérnia de disco lombar diretrizes
adrianomedico
 
Tu ósseos
Tu ósseosTu ósseos
Tumores ósseos benignos
Tumores ósseos benignosTumores ósseos benignos
Tumores ósseos benignos
Marcelo Madureira Montroni
 
Apresentação1.pptx
Apresentação1.pptxApresentação1.pptx
Apresentação1.pptx
ThailonAzevedo
 
Osteossarcoma
OsteossarcomaOsteossarcoma
Osteossarcoma
Oncoguia
 
Protocolo Ressonância magnética do joelho e tornozelo
Protocolo Ressonância magnética do joelho e tornozeloProtocolo Ressonância magnética do joelho e tornozelo
Protocolo Ressonância magnética do joelho e tornozelo
arianechaves
 
Ressonância magnética Nuclear
Ressonância magnética NuclearRessonância magnética Nuclear
Ressonância magnética Nuclear
Lorem Morais
 
Modulo 18
Modulo 18Modulo 18
Modulo 18
SemioOrto
 
Osteocondroma cervical
Osteocondroma cervicalOsteocondroma cervical
Osteocondroma cervical
zanamarques
 
Aula 9 Biomec Ossos e Articulação
Aula 9   Biomec Ossos e ArticulaçãoAula 9   Biomec Ossos e Articulação
Aula 9 Biomec Ossos e Articulação
Felipe P Carpes - Universidade Federal do Pampa
 
Artigo atividade física e envelhecimento
Artigo atividade física e envelhecimentoArtigo atividade física e envelhecimento
Artigo atividade física e envelhecimento
Evitom de Sousa
 

Semelhante a Osteoporose (20)

Osteoporose
OsteoporoseOsteoporose
Osteoporose
 
aplicaodadensitometriasseanaosteoporose-140219151931-phpapp02.pdf
aplicaodadensitometriasseanaosteoporose-140219151931-phpapp02.pdfaplicaodadensitometriasseanaosteoporose-140219151931-phpapp02.pdf
aplicaodadensitometriasseanaosteoporose-140219151931-phpapp02.pdf
 
Aplicação da densitometria óssea na osteoporose
Aplicação da densitometria óssea na osteoporoseAplicação da densitometria óssea na osteoporose
Aplicação da densitometria óssea na osteoporose
 
Osteoporose 2013
Osteoporose 2013Osteoporose 2013
Osteoporose 2013
 
Osteoporose em mulheres pós menopausa
Osteoporose em mulheres pós menopausaOsteoporose em mulheres pós menopausa
Osteoporose em mulheres pós menopausa
 
Diagnóstico por imagem do punho na síndrome
Diagnóstico por imagem do punho na síndromeDiagnóstico por imagem do punho na síndrome
Diagnóstico por imagem do punho na síndrome
 
Sarcomas
SarcomasSarcomas
Sarcomas
 
618805381465934704.4713.pdf
618805381465934704.4713.pdf618805381465934704.4713.pdf
618805381465934704.4713.pdf
 
Metástases ósseas
Metástases ósseasMetástases ósseas
Metástases ósseas
 
Hérnia de disco lombar diretrizes
Hérnia de disco lombar diretrizesHérnia de disco lombar diretrizes
Hérnia de disco lombar diretrizes
 
Tu ósseos
Tu ósseosTu ósseos
Tu ósseos
 
Tumores ósseos benignos
Tumores ósseos benignosTumores ósseos benignos
Tumores ósseos benignos
 
Apresentação1.pptx
Apresentação1.pptxApresentação1.pptx
Apresentação1.pptx
 
Osteossarcoma
OsteossarcomaOsteossarcoma
Osteossarcoma
 
Protocolo Ressonância magnética do joelho e tornozelo
Protocolo Ressonância magnética do joelho e tornozeloProtocolo Ressonância magnética do joelho e tornozelo
Protocolo Ressonância magnética do joelho e tornozelo
 
Ressonância magnética Nuclear
Ressonância magnética NuclearRessonância magnética Nuclear
Ressonância magnética Nuclear
 
Modulo 18
Modulo 18Modulo 18
Modulo 18
 
Osteocondroma cervical
Osteocondroma cervicalOsteocondroma cervical
Osteocondroma cervical
 
Aula 9 Biomec Ossos e Articulação
Aula 9   Biomec Ossos e ArticulaçãoAula 9   Biomec Ossos e Articulação
Aula 9 Biomec Ossos e Articulação
 
Artigo atividade física e envelhecimento
Artigo atividade física e envelhecimentoArtigo atividade física e envelhecimento
Artigo atividade física e envelhecimento
 

Osteoporose

  • 1.
  • 2. Peso na coluna cervical!  Doença metabólica do tecido ósseo, caracterizada por perda gradual de massa óssea, que enfraquece os ossos por deterioração da microarquitetura tecidual óssea, tornando- os mais frágeis e suscetíveis a fraturas.
  • 3. Osteopenia = -1 e -2,5 desvios-padrão  Osteoporose = perda > -2,5 DP.  Grave: DP + fratura.  Osteomalácia: acúmulo de tecido osteóide não- mineralizado no osso trabecular resultante de uma limitação da deposição do mineral no tecido.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8. Idiopática ou primária.  Tipo I ou Pós-menopausa.  Tipo II ou Senil.  Secundária: anormalidades endócrinas e neoplasias.  Hiperparatireoidismo, diabetes melitos, ingestão de corticosteróides, menopausa cirúrgica, tumores de medula óssea e mieloma múltiplo.
  • 9.
  • 10. EUA: 1.300.000 fraturas por ano; 500 mil coluna e 250 mil quadril pela osteoporose.  Três localizações clássicas: punho, coluna e fêmur proximal.  Risco depende do sexo, raça e idade.  Quadril: 17% mulheres brancas, 6% homens brancos e mulheres negras; 3% homem negro.
  • 11. Genéticos e biológicos:  História familiar, raça branca, escoliose, osteogênese imperfeita e menopausa precoce.  Comportamentais e ambientais:  Alcoolismo, tabagismo, inatividade e sedentarismo, má nutrição, baixa ingesta de cálcio, amenorréia induzida por exercícios, dieta com alta ingestão de fibras / fosfatos e proteínas.
  • 12. A osteoporose é um fator de risco para fraturas assim como a hipertensão é risco para infarto do miocárdio ou derrame cerebral; Refrigerantes, especialmente aqueles os do tipo cola, podem aumentar o risco de fraturas osteoporóticas no sexo feminino em até 3 vezes, porque o ácido fosfórico presente nestas bebidas interfere no metabolismo do cálcio, prejudicando a formação óssea
  • 13. História: medicamentos usados, cirurgia, menopausa...  Sinais e sintomas: insidiosa pode evoluir vários anos sem sintomas. Assintomática.  Dor por fraturas: vértebra > punho > quadril.  Laboratório: normais. FA pode se usada como medida resposta clínica para pacientes em tratamento.
  • 14.
  • 15. Podemos dosar:  Hormônio paratireoidiano, metabólitos da vitamina D, eletroforese de proteínas, teste de função tireoidiana, testoterona (Homem);  Bioquímicas na urina: calciúria de 24 horas, creatinina de 24 horas e N-telopeptídeos.
  • 16. Suspeita radiográfica da osteopenia somente começa a ser identificada quando a perda de massa óssea atinge níveis de 25%.  Método de Singh: graus VI, V e IV são normais; III, II e I patológicos.
  • 17. VI V IV III II I
  • 18. As principais técnicas desenvolvidas nos últimos anos com essa finalidade foram:  Densitometria por single photon (SPA) e dual photon (DPA);  Densitometria por X-ray dual energy (DEXA);  Tomografia computadorizada quantitativa (QCT);  Ultra-som.
  • 19. Indicações:  Mulheres com deficiência de estrogênios e com fatores de risco para a osteoporose.  Indivíduos com terapêutica prolongada com glicocorticóides.  Indivíduos com anormalidades na coluna vertebral.  Indivíduos com hiperparatireoidismo primário.  Controle de tratamento da osteoporose.
  • 20.
  • 21. Dual Energy X-ray Absorptiometry (DEXA)  Durante a realização do exame, o detector, movendo-se juntamente com a fonte de radiação, amostra os fótons que passam através do corpo do paciente.  O programa calcula a densidade de cada amostra a partir da radiação que alcança o detector em cada pico de energia de acordo com a equação de transmissão de fótons.  O sistema é calibrado para expressar os resultados em gramas por centímetros quadrados (g/cm2; gramas de mineral ósseo/cm2 de área analisada - BMD).
  • 22. Single Photon Absorptiometry (SPA):  Essa técnica baseia-se na medição da atenuação de um feixe de fótons com um único nível de energia.  No SPA a atenuação causada pelas partes moles não é corrigida, o que limita o seu emprego ao esqueleto apendicular (e.g., rádio, ulna, metacarpo e calcâneo), onde a quantidade de tecidos moles é mínima.  Tendo em vista essa limitação e o fato de que a massa óssea nesses locais não indica com muita exatidão o estado metabólico dos locais críticos para fraturas (i.e., coluna e fêmur proximal), a aplicabilidade clínica do SPA, tem sido limitada
  • 23. Dual Photon Absorptiometry (DPA)  Essa técnica baseia-se na análise da atenuação de um feixe puntiforme de radiação de uma fonte externa de gadolínio (153Gd), com dois níveis de energia (44 e 100 KeV).  Esse feixe atravessa o indivíduo no sentido póstero- anterior e é captado por um detector de cintilação.  A relação entre a atenuação dos dois picos de energia permite corrigir a contribuição das partes moles, possibilitando o acesso à medição da massa óssea de regiões de maior interesse clínico, coluna lombar e fêmur proximal, com erro de precisão
  • 24. Análise da coluna lombar: L1-L4, verificam-se os espaços intervertebrais e a existência de desvios de eixo da coluna.  Interpretação dos dados: compara-se a densidade mineral óssea das vértebras de L2- L4 com taxa de t-score e o valor cruzado em relação a idade z-score (adulto jovem e idade).
  • 25. DP para adulto jovem: para cada DP abaixo do normal para adulto jovem, o risco de futuro de fratura aumenta de 100-200%.  Fêmur: triângulo de ward, colo e trocânter.
  • 26. A interpretação dos resultados deve ser realizada em função do pico de massa óssea ideal, atingido no final do desenvolvimento ósseo e em função da perda fisiológica de massa óssea associada à menopausa e ao envelhecimento .  O BMD representa a densidade de área em valores absolutos (g/cm2), para uma região de interesse.
  • 27. A comparação com essa população jovem é importante, pois, à medida que o BMD diminui, observa-se um aumento no risco de fratura, independentemente da idade do paciente; além disso, o risco de fratura dobra a cada desvio-padrão abaixo da média .
  • 28. O resultado - BMD - é fornecido individualmente para cada vértebra lombar. Não obstante, o resultado de L1 deve ser desconsiderado uma vez que a presença dos arcos costais muito próximos ao corpo vertebral de L1, prejudica o cálculo da linha de base para esta vértebra, de tal forma que o BMD vertebral acaba sendo subestimando. Por motivos semelhantes, os resultados de L5 também são desconsiderados, mas a interferência é dos ossos da pelve.
  • 29. Um outro aspecto importante é a calcificação de partes moles na projeção da, ou próximo à coluna vertebral, particularmente da aorta abdominal, em pessoas mais idosas. Se a aorta abdominal estiver sobreposta à coluna lombar, pode-se superestimar o BMD vertebral em cerca de 2-3%
  • 30. Com o objetivo de superar as limitações de exame AP da coluna lombar, foi desenvolvida a densitometria das vértebras lombares em incidência lateral.  O objetivo era que esse tipo de exame permitisse a medida do BMD dos corpos vertebrais sem superposição dos elementos posteriores das vértebras, permitindo análise do corpo vertebral com predomínio do osso trabecular, sem contribuição considerável do osso cortical.
  • 31. Densitometria óssea do fêmur proximal  A análise do fêmur proximal envolve a medição do BMD de três regiões: colo do fêmur, trocânter maior e triângulo de Ward, região localizada fora das linhas de força locais.
  • 32. O triângulo de Ward é definido como uma área quadrada (1,5 x 1,5 cm), que apresenta a menor densidade da região proximal do fêmur, caracterizada por predomínio de osso trabecular.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36. O T-score é a DMO expressa em termos do número de desvios- padrão (DP) acima ou abaixo (números negativos) da média para mulheres jovens . A medição da DMO é necessária para documentar a osteoporose, exceto em pacientes com fratura vertebral.
  • 37. A análise do esqueleto envolve os princípios gerais descritos acima e fornece o BMD total do esqueleto e de nove regiões anatômicas diferentes.  O programa identifica quatro regiões anatômicas principais: crânio, membros superiores, membros inferiores e tronco; este é ainda subdividido em três regiões: costelas, pelve e coluna vertebral.
  • 38. A DEXA tornou-se o método de escolha para medida da composição corporal porque não baseia-se na estimativa do estado de hidratação ou inter-relação entre os componentes corporais, é rápido e simples, e apresenta uma dose de radiação muito baixa.
  • 39. O QCT também se baseia na análise da atenuação de radiação mono ou duo-energética, após adaptação de equipamento convencionais de tomografia computadorizada.  A vantagem dessa técnica é permitir examinar separadamente o osso trabecular do osso cortical, em especial nos corpos vertebrais, além de fornecer valores verdadeiros (volumétrico) de densidade mineral óssea em g/cm3.
  • 40. Entretanto, o seu valor como uma ferramenta de screening não está totalmente estabelecido e sua aplicação clínica tem sido limitada pela alta dose de radiação, pelo alto custo, pela maior interferência do conteúdo gorduroso da medula óssea (importante no indivíduo idoso com erros de até 30%) e pela baixa reprodutibilidade entre equipamentos
  • 41. Feixes de ultra-som para o estudo ósseo.  Basicamente, avalia-se a velocidade, atenuação e reflexão do ultra-som no tecido ósseo.  Entre os fatores que falam a favor do emprego desta metodologia, destacam-se o fato de não envolver radiação ionizante e a possibilidade de obtenção de resultados relativos à estrutura óssea.
  • 42. Geralmente estudada no calcâneo.  O sistema consiste de um tanque de água, contendo dois transdutores ultra-sônicos, um agindo como transmissor e o outro, como receptor.  O sistema possui uma interface para que os sinais sejam analisados por computador.  A amplitude do espectro é comparada com a da água para fornecer uma curva de atenuação do calcanhar vs. a freqüência, sendo que o slope da parte linear desta curva é usado para caracterizar o osso.  A atenuação é relacionada tanto com a quantidade de osso no caminho do feixe de ultra-som quanto com a estrutura trabecular.
  • 43. Biópsia Óssea - Análise Histomorfométrica.  O principal desafio enfrentado era a dureza, própria do tecido.  O problema foi parcialmente resolvido quando se passou a utilizar soluções ácidas e quelantes visando descalcificar o osso.
  • 44. Para elucidar uma determinada condição do metabolismo ósseo.  Outra indicação seria na avaliação de novas drogas, visando observar se elas não são supressivas à remodelação óssea; nesses casos, a biópsia deveria ser realizada no início e no fim do tratamento, visto que, somente tal comparação, poderia avaliar a atuação da droga em questão.
  • 45. Pacientes com raquitismo e suspeita de osteomalácia, são candidatos a biópsia óssea, pois, realmente este é o melhor método diagnóstico, indicando inclusive, a terapêutica mais adequada.  O mesmo deve-se dizer quanto aos pacientes urêmicos com sintomas de osteodistrofia renal, visto que somente a biópsia é conclusiva, principalmente se o paciente apresentar intoxicação alumínica
  • 46. Durante vários anos, tal técnica foi a única abordagem possível, ela permitia que se identificasse todas as estruturas, porém o conteúdo mineral, principal constituinte do tecido, não era preservado.
  • 47. Prevenção.  Pico de formação de massa óssea 20-30 anos.  Estrogênio pós-menopausa: redução de 40-50% no risco de fraturas do quadril e 90% vértebras.  Exercícios de contato.
  • 48.
  • 49. Agentes anti-reabsorção do tecido ósseo: inibem atividade osteoclástica e são úteis para pacientes na fase de rápida remodelação óssea da doença.  Ex: calcitonina, estrogênios e bifosfonados.  Estimuladores de formação óssea (fluoreto de sódio) e paratormônio.  Secundária: tratar a causa.
  • 50. Cálcio 500-1000 mg/dia + Vitamina D: 400-800 UI/dia.  TRH: estrogênios conjugados, estradiol...  Alendronato sódico: 10mg/dia ou 70mg/semana VO.  Raloxifeno sódico: 5 mg/dia VO.  Risendronato sódico: 5 mg/dia VO.  PTH (Fórteo®): 20 µg SC/dia.  Calcitonina nasal (Miacalcic®): 200 UI/dia.