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Fernanda Francalin
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AVALIAÇÃO CINÉTICO
FUNCIONAL
AULA 1:
 Anamnese
Objetivos da aula
• Apresentar e descrever o modelo generalista
de Avaliação
• Apresentar e demonstrar aplicação de
modelos complementares em Avaliações
funcionais
Definição de Fisioterapia
• Ciência da Saúde que estuda, previne e trata os
distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em
órgãos e sistemas do corpo humano, gerados por
alterações genéticas, por traumas e por doenças
adquiridas
• Fundamenta suas ações em mecanismos
terapêuticos próprios, sistematizados pelos estudos
da Biologia, ciências morfológicas, ciências
fisiológicas, patologias, bioquímica, biofísica,
biomecânica, cinesia, sinergia funcional, e cinesia
patológica de órgãos e sistemas do corpo humano e
as disciplinas comportamentais e sociais
Fisioterapeuta
• Profissional de Saúde, com formação
acadêmica superior, habilitado à:
• Construção do diagnóstico dos distúrbios
cinéticos funcionais (Diagnóstico Cinesiológico
Funcional)
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• Acompanhamento da evolução do quadro
clínico funcional e condições para alta do
serviço
Atividade de saúde, regulamentada pelo Decreto-Lei 938/69, Lei 6.316/75,
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• Como pode ser feito o acompanhamento da
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cinesiológico funcional
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• O agrupamento e análise desses dados pelo
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• O Diagnóstico Cinético-Funcional pode então ser
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  • 2. Objetivos da aula • Apresentar e descrever o modelo generalista de Avaliação • Apresentar e demonstrar aplicação de modelos complementares em Avaliações funcionais
  • 3. Definição de Fisioterapia • Ciência da Saúde que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano, gerados por alterações genéticas, por traumas e por doenças adquiridas • Fundamenta suas ações em mecanismos terapêuticos próprios, sistematizados pelos estudos da Biologia, ciências morfológicas, ciências fisiológicas, patologias, bioquímica, biofísica, biomecânica, cinesia, sinergia funcional, e cinesia patológica de órgãos e sistemas do corpo humano e as disciplinas comportamentais e sociais
  • 4. Fisioterapeuta • Profissional de Saúde, com formação acadêmica superior, habilitado à: • Construção do diagnóstico dos distúrbios cinéticos funcionais (Diagnóstico Cinesiológico Funcional) • Prescrição das condutas fisioterapêuticas, sua ordenação e indução no paciente • Acompanhamento da evolução do quadro clínico funcional e condições para alta do serviço Atividade de saúde, regulamentada pelo Decreto-Lei 938/69, Lei 6.316/75, Resoluções do COFFITO, Decreto 9.640/84, Lei 8.856/94.
  • 5. Questões • Como se constrói diagnóstico dos distúrbios cinéticos funcionais? • E o que são distúrbios cinéticos funcionais? • Como se prescreve condutas fisioterapêuticas, sua ordenação e indução no paciente? A partir de quais dados? • Como pode ser feito o acompanhamento da evolução do quadro clínico funcional e definição das condições para alta?
  • 6. A formulação do diagnóstico cinesiológico funcional • Realizada com base na entrevista (Anamnese) e exame físico do paciente, quando são identificadas as limitações e disfunções • O agrupamento e análise desses dados pelo fisioterapeuta resulta numa conclusão acerca do estado funcional do paciente • O Diagnóstico Cinético-Funcional pode então ser utilizado para que um programa objetivo de treinamento e/ou reabilitação seja posteriormente prescrito para esse paciente
  • 7. A Entrevista Inicial Anamnese Aná = trazer de volta, recordar Mmnese = memória É trazer de volta à mente todos os fatos relacionados com a doença e com a pessoa doente
  • 8. Anamnese • Conjunto de informações recolhidas sobre fatos de interesse médico sobre à vida do paciente • Importância: direcionador da avaliação física e específica do paciente
  • 9. Objetivos • Compreender total e claramente os problemas do paciente, pelos sintomas que o levaram a procurar ajuda • Conhecer as dimensões do diagnóstico (o paciente, a doença e as circunstâncias) • O diálogo que se estabelece tem objetivo e finalidade pré- estabelecidos - reconstituir fatos e acontecimentos direta ou indiretamente relacionados com uma situação anormal na vida do paciente • Conhecer e interpretar os sinais verbais e não-verbais • Vínculo de confiança, segurança e respeito MAGEE, 2010
  • 10. Habilidade do entrevistador • É ele quem direciona a entrevista e expõe os detalhes • Princípios que podem ajudar:  Ouvir o paciente  Evitar interrupções e distrações sendo as vezes necessário para redirecionamento  Dispor de tempo suficiente para ouvir  Não desvalorizar informações precocemente nem fazer julgamentos precipitados  Observar o comportamento e sinais não-verbais do paciente.  Não demonstrar sentimentos desfavoráveis: impaciência, desprezo, tristeza ou cansaço...  Evitar opinar sobre outros assuntos  Saber interrogar o paciente.  Possuir conhecimento teórico sobre as doenças
  • 11. Dicas para orientar o relato do paciente • Intervenções não-verbais • Atitudes, gestos, expressões faciais • Silêncio • Intervenções verbais • Interjeições: Heim?, Hum? Como?dúvida e desejo de mais explicações • Repetir a última palavra • Discreto comando: “Fale mais a respeito da sua tosse”. • Perguntas gerais e especificas: • Perguntas gerais: • “Quais são seus problemas?” • Perguntas específicas: • “Mostre-me o local onde a dor apareceu”
  • 12. ANAMNESE • Início com perguntas do tipo: • O que o(a) senhor(a) está sentindo? • Qual o seu problema? Linguagem comum Termo científico Sintoma guia
  • 13. Siglas  QP = Queixa Principal  HDA ou HMA = História da Doença Atual ou da Moléstia Atual  HP = História Pregressa (anterior)  HF = História Familiar  HS = História Social  HD = Hipótese Diagnóstica
  • 14. 1. Componentes Iniciais da Entrevita  Apresentação e explicações  Nome completo, Endereço, Telefone  Idade  Sexo (Gênero)  Cor (raça)  Estado civil  Escolaridade – adequação da idade  Profissão – associação da doença –ocupação  Naturalidade - epidemiologia  Diagnóstico clínico: feito pelo médico  Médicos responsáveis: discussão, emergências  Encaminhamento – reforçar vínculo profissional  Responsável
  • 15. Documentação • Dados significativos,objetivos,completos, e oportunos • Organização: dados claros, legíveis, seqüência lógica • Registro imediato • Terminologia adequada • Dados esquecidos “em tempo” • Registro de comunicação verbal com a equipe e família • Não rasurar, assinar, datar / Evitar abreviaturas • É um documento:segurança p/ terapeuta e cliente • Não deixar espaços em branco
  • 16. 2. Impressão Geral do Paciente • Descrição geral do primeiro o contato com paciente • Postura • Acessórios • Expressão • Acompanhante ...
  • 17. 3. Queixa Principal (QP) • Principais motivos por ordem de freqüência que levam um paciente a consulta • “O que traz o Sr. à fisioterapia?” • •Registro conciso, de preferência, nas palavras do paciente • “Sinto dor e fraqueza nas pernas”
  • 18. 4. História da Doença Atual (HDA) Chave mestra para o diagnóstico • Construir desde seu início e sua duração • Fatores causais - fator conhecido ou espontâneo • Características dos sintomas - iniciais ou no curso da doença • Evolução - comportamento evolutivo da doença
  • 19. Descrição detalhada • Cronologia dos sintomas -Quando?, Como?, Por que iniciou? E depois? • Época de início dos sintomas • Evento que deflagrou o início • Evolução e tratamentos realizados
  • 20. Descrição detalhada • Localização corporal: Apontar • Localizada? Irradiada? • Qualidade: sensação percebida: dor, parestesia, rigidez, tonteira,... Como é sua dor? (pontada, queimação, ...) • •Freqüência: vezes/dia, quanto tempo dura, constante, intermitente, forte, leve • •Fatores desencadeantes, agravantes ou atenuantes - Quando aparece a dor? O que o Sr faz para aliviá-la? • •Manifestações associadas
  • 21. HDA Relato do paciente Informações valiosas Sinais clínicos norteadores Sintoma guia • época e modo de início e evolução (contínua, descontínua, períodos assintomáticos, duração) Intercorrências e outros sintomas
  • 23. 5. DEMAIS COMPONENTES • História da Patologia Pregressa (HPP) - doenças anteriores que possam ter correlação com a atual • História Fisiológica - Referente as condições de nascimento - Condições de desenvolvimento - Aparecimento da puberdade, menarca, dentre outros
  • 24. 5.1 História Pregressa (HP) • Demais informações sobre o passado do paciente • •Podem ter relação direta ou indireta de causa e efeito com a QP  Doenças prévias, traumatismos  Gestações e partos  Cirurgias, hospitalizações  Exames laboratoriais  Medicamentos em uso  Fumo, álcool, tóxicos  Imunizações  Sono hábitos alimentares  Atividade física e lazer
  • 25. 6-História Familial e Familiar • História Familial - Relativa aos ascendentes e descendentes - Doenças de caráter hereditário • História Familiar - Pessoas e outros seres que convivem com o doente - Doenças contagiosas
  • 26. 7. Demais componentes • ASPECTOS BIOPSSICOSSOCIAIS • História de vida • •Personalidade do paciente • •Situação socioeconômica • •Descrição do ambiente onde reside • •Relação familiar • •Religião, sexualidade
  • 27. 8. Medicações em uso • Controle das doenças • Efeitos colaterais 9. Exames Complementares • Sua impressão e resultados • Detalhes do diagnóstico • Nível de gravidade do problema
  • 28. 10-Revisão dos sistemas • Geral: • •Pele: feridas, alergias, manchas.•SNC: vertigens • SNC - tonturas, síncope, alterações de equilíbrio, depressão, cefaléia, doenças neurológicas, tremores • Sistema endócrino: diabetes, tireóide, hormônios sexuais,... Rastreio da HDA e HP fatos omitidos ou negligenciados
  • 29. • Sistema músculo-esquelético: dores musculares; fraturas; cirurgias, doenças articulares, osteoporose • Sistema cardiovascular: doenças cardíacas, hipertensão, varizes, aneurismas, isquemias ou AVC, dispnéia, angina, palpitação • Sistema respiratório: alergias, DPOC, pneumonias, tosse, roncos, expectoração, sangramento • Sistema genitourinário: história ginecológica e obstétrica, próstata 10-Revisão dos sistemas
  • 30. Elaboração do Diagnóstico Funcional Pautado nos sinais e sintomas Estratégias para Intervenção Plano terapêutico Exame Físico F orça, Mobilidade ativa e passiva, tônus, sensibilidade, dor, trofismo, coordenação, marcha, equilíbrio, Anamnese Dados de identificação, QP, HDA, HPP, História familiar, Revisão dos sistemas, medicação, história social
  • 31. AVALIAÇÃO EXAME DIAGNÓSTICO PROGNÓSTICO INTERVENÇÃO RESULTADOS Processo dinâmico no qual o fisio faz juízos clínicos baseado em dados coletados no exame Processo de obtenção da história, realização de revisões relevantes dos sitemas e seleção de aplicação de testes e medidas para obtenção de dados Incluem correção da limitação funcional e incapacidade, otimização da satisfação do cliente e prevenção primária ou secundária Tanto o processo como o resultado final das informações de avaliação obtidas a partir do exame e organizados em grupos, síndromes ou categorias que auxiliam na determinação de estratégias de intervenção apropriadas Determinação do nível ótimo de melhora que poderia ser conseguido pela intervenção e tempo requerido para alcance de tal nível Interação objetiva e hábil do fisioterapeuta com o cliente e /ou com demais profissionais envolvidos no cuidado utilizando métodos e técnicas para produzir mudanças na condição ,coerentes com diagnóstico e prognóstico Elementos da Abordagem Paciente/Cliente
  • 32. MODULADOR Sistema Nervoso BASE Sistema Muscular e esquelético BIOMECÂNICA Estática e dinâmica SISTEMAS DE SUPORTE Cardíaco, pulmonar e Metabólico Variedade de movimentos articulares e posturas específicas Precisão do Movimento Boa saúde do sistema musculoesquelético Modelo cinesiológico
  • 33. MODULADOR Sistema Nervoso BASE Sistema Muscular e ósseo BIOMECÂNICA Estática e dinâmica SISTEMAS DE SUPORTE Cardíaco, pulmonar e Metabólico Anormalidade ou lesão Acometimento dos componentes Modelo patocinesiológico Disfunção do movimento Limitação funcional Incapacidade
  • 34. MODULADOR Sistema Nervoso BASE Sistema Muscular e ósseo BIOMECÂNICA Estática e dinâmica SISTEMAS DE SUPORTE Cardíaco, pulmonar e Metabólico Repetição de determinados movimentos articulares; posturas prolongadas Acometimento dos componentes e das interações entre eles Modelo cinesiopatológico Disfunção dos movimentos Síndromes de disfunção dos movimentos Anormalidades encontradas no exame neurológico ou radiológico Limitação funcional
  • 35. ATIVIDADE DE CLASSE • Em pares: • Elaborar procedimentos de identificação dos pacientes • Aplicação de um modelo de avaliação • Coletar a história clínica do colega • Elaborar um diagnóstico cinético funcional
  • 36. REFERÊNCIAS • PORTO, Celmo Celeno. Semiologia médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. • SWARTZ, Mark H. Semiologia: anamnese e exame físico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992.
  • 37. Demais medidas de avaliação complementares
  • 38. Medidas de avaliação funcional complementares  Testes funcionais  Escalas funcionais  Questionários de Qualidade de vida  Eletromiografia  Avaliação Isocinética  Avaliação da Marcha  Plataformas de força
  • 39. Avaliação funcional • A capacidade de tomar decisões e de auto governo podem estar comprometidas por doenças físicas e mentais ou por restrições econômicas e educacionais • A avaliação funcional é uma etapa importante no cuidado das pessoas com comprometimento físico ou neurológico • Representa se a pessoa é ou não capaz de desempenhar as atividades para cuidar de si mesma
  • 40. A avaliação funcional é necessária para o fisioterapeuta? Para que e por que avaliar o indivíduo do ponto de vista funcional?
  • 41. Capacidade Funcional • Construto que indica o máximo possível de funcionalidade que uma pessoa pode atingir em um dado momento (OMS, 2003) • Conjunto de competências comportamentais, relacionadas ao manejo da vida diária sem ajuda de outra pessoa e está dimensionada nos termos da habilidade e independência para realizar determinadas atividades • Pode ser expressa como o funcionamento do indivíduo física e cognitivamente independente (NERI, 2006; MELO, 2009)
  • 42. Capacidade Funcional • A capacidade funcional é avaliada no desempenho das atividades cotidianas ou atividades de vida diária (AVD’s): I. AVD’s – relacionadas ao autocuidado  -Alimentar-se  Banhar-se  Vestir-se  Mobilizar se  Deambular  Ir ao banheiro  Manter controle de suas necessidades fisiológicas
  • 43. Capacidade Funcional II. Atividades Instrumentais da Vida Diária (AIVD’s) • Relacionadas a participação do indivíduo em seu entorno social e indicam a capacidade de levar uma vida independente dentro da comunidade  Utilizar meios de transporte  Manipular medicamentos  Realizar tarefas domésticas leves e pesadas  Utilizar telefone  Preparar refeições  Cuidar das próprias finanças
  • 44. Instrumentos para Avaliação Funcional • Utilizam diferentes dimensões:  física  psicológica  funcional  social  outras • As avaliações podem ser unidimensionais, mistas ou globais
  • 45. Escalas ou Índices Funcionais • Escala de Katz -independência funcional em seis funções básicas (banhar-se, vestir-se, ir ao banheiro, transferir-se da cama para a cadeira e vice-versa, ser continente e alimentar-se) • Escala de Lawto - atividades instrumentais de vida diária, como usar o telefone, fazer viagens, preparar a alimentação, fazer compras, desenvolver trabalhos domésticos, tomar corretamente os medicamentos e controlar o orçamento doméstico • Índice de Barthel - dez itens de mobilidade, que constituem as ABVD. Avalia a independência funcional no cuidado pessoal e a mobilidade • Escala Older Americans Resourses and Services – OARS - perfil de saúde multidimensional • Escala Performance Oriented Mobility Assessment – POMA avalia e equilíbrio e marcha • Medida de Independência Funcional (MIF)- avalia o desempenho quanto às funções motoras, cognitivas e interação social
  • 46. Qualidade de Vida • Grau de satisfação encontrado na vida familiar, conjugal, ambiental, social e na própria estética existencial • Pressupõe a capacidade de efetuar uma síntese cultural de todos os elementos que uma determinada sociedade considera seu padrão de conforto e de bem estar
  • 47. Qualidade de Vida • O termo abrande muitos significados refletindo os conhecimentos, experiências, e valores individuais e coletivos que a eles se reportam em diferentes épocas, espaços e histórias sendo uma construção social com a marca da relatividade cultural
  • 49. SF 36 - DOMÍNIOS Capacidade funcional Limitação por aspectos físicos Dor Estado geral de saúde Vitalidade Aspectos sociais Aspectos emocionais Saúde mental
  • 50. Testes Funcionais • Teste de caminhada de seis minutos (TC6') / 15,24 m - desempenho dos músculos respiratórios (com mensuração das pressões inspiratória e expiratória máximas) • Sensação de fadiga ( ESF - escala de severidade de fadiga) • Roland-Morris (QRM) • Testes de capacidade física Sentado para de Pé • Teste de levantar e caminhar cronometrado (timed up & go) • Medida de Desempenho Ocupacional Canaden-se (MDOC) • Velocidade de marcha (VM) natural e máxima (protocolo de Flansbjer) • Escala de equilíbrio de Berg
  • 51. Tarefa de Casa • Aplicar um modelo de Questionários de Qualidade de Vida e uma Escala de Capacidade Funcional • Demonstração em sala por equipes de testes funcionais mais utilizados em Fisioterapia