Lombalgia

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Lombalgia

  1. 1. 1 Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho Ortopedista Médico do Trabalho Perito Médico do INSS
  2. 2. 2 Diferenças de abordagens Anatomia Epidemiologia Diagnóstico História Clínica Exame Físico Exames complementares Tratamento Prevenção
  3. 3. 3Dra. Elizabeth Genovese
  4. 4. 4Dra. Elizabeth Genovese
  5. 5. 5 Diferenças de Abordagens Médico Assistente Médico do Trabalho Médico Perito do INSS Juiz do Trabalho
  6. 6. 6 Médico Assistente Clínico geral Ortopedista Reumatologista Fisiatra Neurocirurgião Fisioterapeuta Osteopata Quiropata
  7. 7. 7 Médico do Trabalho Resolução 1488/98 – CFM Súmula 282/TST – Atestados Médicos Prontuário médico: protocolo para avaliação clínica ocupacional Controle do absenteísmo
  8. 8. 8 Médico Perito do INSS Lei 8.213/91 Art. 59: auxílio-doença Art. 89 e 92: reabilitação profissional NTEP: Lei 10.666/03, Lei 11.430/06, Decreto 6.042/07 e INs
  9. 9. 9 Art. 92. Concluído o processo de habilitação ou reabilitação social e profissional, a Previdência Social emitirá certificado individual, indicando as atividades que poderão ser exercidas pelo beneficiário, nada impedindo que este exerça outra atividade para a qual se capacitar.
  10. 10. 10 Juiz do Trabalho: tendência de aceitar que doenças decorrentes da idade sejam consideradas doenças ocupacionais
  11. 11. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 11
  12. 12. 12
  13. 13. 13
  14. 14. 14
  15. 15. 15
  16. 16. 16
  17. 17. 17
  18. 18. 18
  19. 19. 19
  20. 20. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 20
  21. 21. 21 Em mEm méédiadia 65% a 80% da popula65% a 80% da populaçção mundialão mundial desenvolve lombalgia em algum momento de suadesenvolve lombalgia em algum momento de sua vidavida. Os altos custos associados ao tratamento. Os altos custos associados ao tratamento da lombalgia relacionamda lombalgia relacionam--se aos pacientes comse aos pacientes com dor crônicador crônica –– ausência de melhora dos sintomasausência de melhora dos sintomas em 06 a 08 semanas do inem 06 a 08 semanas do iníício do tratamentocio do tratamento ((Borestein D.G: Epidemiology, etiology, diagnosticBorestein D.G: Epidemiology, etiology, diagnostic evaluation and treatment of low back pain Curr.evaluation and treatment of low back pain Curr. Opin. Rheumatol: 12;143Opin. Rheumatol: 12;143--49 2000);49 2000);
  22. 22. 22 Horal, em 1969, num inquérito realizado na cidade de Gotemburgo, Suécia, constatou que 65% da população adulta teve, antes da aposentadoria, pelo menos um episódio de dor na região lombar. Nachemson, em 1976, analisando essa mesma cidade, já num período de maior industrialização, afirma que a incidência subiu para 80% (Horal, J. The clinical appearance of low-back pain disorders in city de Gotemburg, Sweden, Acta. Orthop. Scand. Supp. 188,1869. Nachemson, A.L. The lumbar Spine: na orthopedic challenge. Spine 1:59,1976);
  23. 23. 23 O risco de ciatalgia aumentou significativamente com o aumento do peso em homens com idade entre 50 e 64 anos (Heliovaara J. Occupational stress, previous injury increase risk of low back syndromes. Journal of Musculoskeletal Medicine 1991;December:45);
  24. 24. 24 Estudos oficiais americanos mostram que empregados com mais de seis meses de ausência ao serviço por problemas de coluna só têm 50% de probabilidade de voltar ao emprego e ter o seu rendimento completo anterior. Depois de um ano esse percentual cai para 25% e depois de dois anos, é quase nulo (Wood, P.H.N.; Bdley B.M. Back pain in the community. Clin. Rheum. Dis. 6:3,1980);
  25. 25. 25 Helfet e Gruebel-Lee mostraram que quando uma laceração penetra no anel externo, uma tentativa de cura é feita pelo crescimento interno do tecido de granulação. Extremidades descobertas do Nervo Sinovertebral têm sido identificadas neste tecido de granulação. Estes nervos podem ser receptores de dor, o que explicaria a dor discogênica na ausência da herniação (Helfet Aj, Gruebel-Lee DM. Disorders of the Lumbar Spine. Philadelphia:JB Lippincott, 1978:46-47,72);
  26. 26. 26 A pressão intradiscal dentro do núcleo pulposo é mais baixa quando o paciente está deitado e é mais alta quando o paciente está sentado em uma posição flexionada... essas pressões variam entre 25 e 275 à medida que a pessoa move-se da posição deitada para a postura sentada flexionada (Nachemson et al.,The lumbar spine, an arthopaedic challenge. Spine, 1976; 1(1):59- 69);
  27. 27. 27 Apesar do aparecimento de inúmeras técnicas sofisticadas de exames auxiliares, permanece a grande incógnita de se localizar os fatores etiológicos e o local exato em que surge a dor na coluna vertebral (Anderson, J.A.D. Back pain in industry. In: Jayson, M. (ed) – The lumbar spine and back pain. N. York, Grune Stratton, 1976).
  28. 28. 28 ...apesar das dificuldades, é fundamental que se procure esclarecer as causas da lombalgia e da lombociatalgia, pois o sucesso do tratamento depende do acerto do diagnóstico causal, e um rótulo meramente sindrômico não é satisfatório. Não basta preencher o prontuário com a sigla e o CID de lombalgia e lombociatalgia, prescrever analgésico e/ou AINE e mandar o doente para casa.
  29. 29. 29 Pior ainda é pedir radiografias, tomografias, cintilografias e até ressonância nuclear magnética antes de elaborar um raciocínio clínico visando a uma etiologia específica. Mais que isso, é preciso saber o porquê de se pedir, quando pedir e até como pedir o exame. Medicina Baseada em Evidências
  30. 30. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 30
  31. 31. Dra Elizabeth Genovese 31
  32. 32. 32 Prontuário Médico História Clínica Interrogatório Básico Bandeiras Vermelhas: dor noturna (tumores), fraturas, suspeita de processos inflamatórios (doenças reumáticas, p.ex.) Bandeiras Amarelas: possível comorbidade psiquiátrica, relação com supervisores e chefias, problemas familiares, lombalgia anterior com recuperação demorada
  33. 33. 33 Idade, sexo, estado civil Profissão (empregado?; desempregado?; contribuinte individual?; existem pendências trabalhistas?) Fatores psicológicos e psicossociais relacionados ao trabalho (insatisfação com o trabalho?; trabalho sem motivação?; avaliação negativa de chefias?) Antecedentes pessoais, antecedentes familiares, atividades de lazer
  34. 34. 34 Dor Qual o tipo de dor? Qual a localização da dor? Qual a irradiação da dor – existe correspondência com dermátomos específicos? Qual o horário de aparecimento da dor? Qual a relação entre a dor, atividade corporal e o repouso? A dor está associada a queixas sistêmicas?
  35. 35. 35Dra. Elizabeth Genovese
  36. 36. 36 Queixas emocionais associadas às dores na coluna Dor que vai da cabeça até a coluna Dor na perna inteira Sensação de que a perna caiu, que a perna não pertence ao corpo A dor não pára nunca Excessiva intolerância aos medicamentos e à fisioterapia Procura de pronto-socorro hospitalar para simples lombalgia
  37. 37. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 37
  38. 38. 38 Inspeção Sinal do talhe Manobra de Adams Encurtamentos de MMII Palpação Sinal de Cobb Estudo da mobilidade articular Coluna CCF / joelhos / pés Estudo da força muscular
  39. 39. 39 Testes especiais Teste de Lasègue Teste de Bragard Teste de Bechterew Teste do estiramento do nervo femoral Teste de Patrick / Fabere Teste da compressão e distração das sacroilíacas
  40. 40. 40 Testes de simulação Sinais de Waddell Teste de Hoover Teste de Burns
  41. 41. 41
  42. 42. 42
  43. 43. 43
  44. 44. 44
  45. 45. 45
  46. 46. 46
  47. 47. 47 !
  48. 48. 48
  49. 49. 49
  50. 50. 50
  51. 51. 51
  52. 52. 52
  53. 53. 53
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  66. 66. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 66
  67. 67. 67 Hiperalgesia superficial, generalizada e não-específica distribuição não-anatômica Pontos dolorosos pressão aplicada no vértex produz dor na região lombar baixa rotação passiva e simultânea dos ombros e da pelve produz dor na região lombar baixa
  68. 68. 68 Estiramento exame de Lasègue positivo na posição supina e negativo na posição sentada Sinais locais reflexos musculares menos intensos durante os exames musculares problemas sensoriais não-anatômicos Respostas exageradas verbalização excessiva, expressão de muita dor
  69. 69. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 69
  70. 70. 70 Radiografia convencional Tomografia computadorizada Ressonância nuclear magnética Mielografia Discografia Cintilografia óssea
  71. 71. 71Dra. Elizabeth Genovese
  72. 72. 72 Radiografia Simples Não devem ser solicitadas nos pacientes com lombalgia aguda mecânica; Nas situações em que ocorrer persistência das manifestações clínicas por mais de quatro semanas realiza-se incidências de frente e perfil; Caso haja suspeita de um processo inflamatório, infeccioso, neoplásico ou fratura a radiografia simples de frente e perfil deve ser solicitada na primeira consulta.
  73. 73. 73 Alterações radiológicas da coluna que podem estar associadas a sintomatologia clínica (White / Nachemson) Muito provavelmente Espondilolistese (moderada ou severa) Diminuição acentuada de vários espaços intervertebrais Cifose congênita Escoliose severa Espondilite anquilosante Cifose juvenil (doença de Shewermann)
  74. 74. 74 Muito improvavelmente Spina bífida oculta Ângulo lombossacral agudo Dimimuição discreta de só um espaço intervertebral e espondilose degenerativa Artrose, subluxação e tropismo das facetas articulares Calcificação do disco (exceção da coluna torácica) Vértebras extranumerárias (tanto na cervical, dorsal ou lombar) Sacralização da lombar Hiperlordose moderada Herniação intervertebral (nódulos de Schmol) Ossículos acessórios em qualquer região
  75. 75. 75 Questionável Espondilose severa Espondilolistese Cifose (severa) Escoliose (discreta e moderada) Retrolistese da cervical, dorsal ou lombar Escoliose lombar (acima de 80 graus Cobb) Hiperlordose (severa)
  76. 76. 76 Tomografia Computadorizada Deve ser solicitada nas lombalgias agudas com evolução atípica, ou quando ocorrer evolução insatisfatória, de causa indeterminada, após quatro semanas de tratamento clínico; Permite avaliar lesões discais, alterações degenerativas dos planaltos vertebrais e das articulações interapofisárias posteriores; Permite avaliar a forma e diâmetro do canal vertebral, recessos laterais e forames de conjugação intervertebrais;
  77. 77. 77 A sua principal vantagem é permitir a definição dos contornos ósseos, sendo neste aspecto superior a ressonância nuclear magnética (fraturas vertebrais, espondilólise e lesões ósseas por neoplasias ou infecção); Exame de menor custo financeiro que a ressonância nuclear magnética, porém expõe o paciente à radiação nuclear ionizante.
  78. 78. 78 Ressonância Nuclear Magnética Também pode ser solicitada nas lombalgias agudas com evolução atípica, ou caso haja evolução insatisfatória, sem determinação do diagnóstico após quatro semanas de tratamento clínico; Permite amplo campo de visão, demonstrando anatomicamente estruturas não ósseas (partes moles), como o disco intervertebral, a medula espinhal, raízes nervosas, ligamentos e o tecido sinovial;
  79. 79. 79 É um exame de alto custo financeiro, porém não utiliza radiação ionizante, sendo inócuo inclusive para gestantes; Exame de escolha para o estudo das hérnias de disco e processos degenerativos; Demonstra precocemente alterações estruturais da medula óssea.
  80. 80. 80 Mielografia dinâmica e mielotomografia computadorizada São exames invasivos, que devem ser indicados apenas nos casos em que as imagens adquiridas pela tomografia computadorizada e a ressonância nuclear magnética não forem esclarecedoras, nas situações de compressão neural; A mielografia quando associada a radiografias dinâmicas fornece informações adicionais na estenose do canal vertebral e foraminal, quando mais de um nível e acometido.
  81. 81. 81 Discografia É um método invasivo de indicação muito restrita, que pode ser realizado para identificar o provável disco responsável pelo processo álgico, quando a ressonância nuclear magnética indicar o acometimento de dois ou mais discos ("black discs").
  82. 82. 82 Cintilografia óssea Não tem indicação na lombalgia mecânica aguda, porém é um exame muito sensível para a detecção precoce de espondilólise pós-traumática, lesões tumorais e infecciosas.
  83. 83. 83 Eletroneuromiografia Não deve ser realizada nas lombalgias agudas, crônicas e nas lombociatalgias agudas; Pode ser indicada nas afecções do sistema nervoso periférico, fornecendo informações quanto à presença de compressões agudas ou crônicas das raízes nervosas, bem como de sua viabilidade
  84. 84. 84 Exames laboratoriais Sem importância nas lombalgias mecânicas, porém necessários no diagnóstico diferencial de doenças sistêmicas
  85. 85. Estrutura óssea ++ Espondilite ++ Artrose facetária +++ Deformidades +++ Prolapso de disco - Tumor +++ Disco sintomático (sem prolapso) - Estenose central + Trauma +++ Estenose lateral (+) . / 0 # 85
  86. 86. Estrutura óssea - Espondilite - Artrose facetária - Deformidades - Prolapso de disco ++ Tumor + Disco sintomático (sem prolapso) - Estenose central +++ Trauma + Estenose lateral - . # 86
  87. 87. Estrutura óssea +++ Espondilite ++ Artrose facetária +++ Deformidades - Prolapso de disco +++ Tumor +++ Disco sintomático (sem prolapso) - Estenose central +++ Trauma +++ Estenose lateral +++ . # 87
  88. 88. Estrutura óssea ++ Espondilite +++ Artrose facetária ++ Deformidades - Prolapso de disco +++ Tumor +++ Disco sintomático (sem prolapso) (+) Estenose central +++ Trauma +++ Estenose lateral +++ . /1 # 88
  89. 89. /2 /1 Estrutura óssea ++ - +++ ++ Artrose facetária +++ - +++ ++ Prolapso de disco - ++ +++ +++ Disco sintomático (sem prolapso) - - - (+) Trauma +++ + +++ +++ . 0 3 4 89
  90. 90. /2 /1 5 Espondilite ++ - ++ +++ Deformidades +++ - - - Tumor +++ + +++ +++ Estenose central + +++ +++ +++ Estenose lateral (+) - +++ +++ . 0 3 4 90
  91. 91. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 91
  92. 92. 92 “A dor lombar não deve ser considerada como sendo somente um problema médico.”
  93. 93. 93 Tratamento: eminentemente conservador Tratamento Cirúrgico Hérnia de disco c/ déficit neurológico grave agudo (primeiras 3 semanas) Hérnia de disco que não melhora após 90 dias de adequado tratamento conservador Síndrome da cauda eqüina (emergencial) Estenose do canal (caso a caso) Espondilólise e espondilolistese (que não tem melhora com tratamento conservador).
  94. 94. 94
  95. 95. 95 Mayer et al. afirmam que a lombalgia relacionada à unidade funcional motora da coluna (mecânico- degenerativa) evoluirá para cura em 70% dos casos, com volta às atividades normais em 4 semanas, independentemente do tratamento realizado; 30% desses pacientes podem evoluir com quadros de reativação e 5 a 8% podem evoluir com síndrome incapacitante de dor lombar crônica.
  96. 96. 96 Nachemson refere que a lombalgia crônica continua sendo um grande desafio na medicina, pela alta prevalência, dificuldades para o diagnóstico etiológico, relação com atividades funcionais, grande influência dos fatores culturais, sociais e psicológicos de detecção trabalhosa e um grande número de pacientes que ainda evoluem com resposta ruim aos vários tipos de abordagem terapêutica, mantendo a queixa de dor permanente e progressivamente incapacitante.
  97. 97. 97 Crawford et al. citam que na prática clínica diária não se pode esquecer a modulação individual da dor, dada pelos fatores psicológicos (dados comprovados pelas alterações de neurotransmissores – serotonina e opióides – no líquido cerebroespinhal). Os principais fatores preditivos para evolução da lombalgia até a fase crônica são: passividade (rezar para conseguir se curar), insatisfações pessoal e profissional, depressão, comportamento inadequado perante a doença, ansiedade, estresse e baixo nível educacional (Burton et al. / Psychosocial predictors of outcome in acute and sub chronic low back trouble. Spine, 20:722- 728,1995).
  98. 98. 98 Medicina Baseada em Evidências A – grandes ensaios clínicos aleatorizados e meta-análises B – estudos clínicos e observacionais bem desenhados C – relatos e séries de casos clínicos D – publicações baseadas em consensos e opiniões de especialistas I – evidências insuficientes R: recomendado NR: não recomendado
  99. 99. 99 Exames complementares Rx de rotina em lombalgias não específicas: NR (C) RNM nas primeiras seis semanas de dor radicular: NR (C) Discografia nas lombalgias agudas, subagudas e crônicas: NR (C) Mielografia ou TC com mielografia em casos de implantes metálicos que contra-indicam a RNM, estenose de canal e ocorrências pós-cirúrgicas específicas: R (I)
  100. 100. 100 Cintilografia óssea de rotina: NR (I) Ultra-sonografia: NR (I) ENMG: R (C), mas apenas nos casos em que a TC e a RNM são não conclusivas e há dor irradiada para a perna ENMG em sintomas isolados na perna: NR (C) ENMG de superfície: NR (I) Termografia: NR (I)
  101. 101. 101 Medicamentos AINE em lombalgia aguda: R (A) AINE em lombalgia subaguda e crônica e em pós-operatório: R (B) AINE em casos de dor radicular (incluindo ciática): R (C) Paracetamol em lombalgia (se há contra- indicação para o uso de AINE): R (C)
  102. 102. 102 Inibidores da recuperação da norepinefrina em lombalgia crônica: R (A) Inibidores da recuperação da norepinefrina em dor radicular: R (C) Inibidores seletivos da recuperação da serotonina (paroxetinas) para lombalgia crônica: NR (A) Antidepressivos para lombalgia aguda ou subaguda: NR (I)
  103. 103. 103 Relaxantes musculares para lombalgias leves a moderadas: NR (I) Relaxantes musculares para lombalgias moderadas a severas: R (B) Opióides de rotina: NR (C) Corticosteróides: NR (B) Cremes e pomadas: NR (I)
  104. 104. 104 Injeção epidural: síndromes radiculares severas: R (I) na ausência de síndrome radicular significativa (em fases aguda, subaguda e crônica): NR (C) Infiltração de trigger points: lombalgia aguda: NR (I) lombalgia sub aguda e crônica: R (C)
  105. 105. 105 Repouso (em cama) Na lombalgia aguda: NR (A) – obs: associado com alta morbidade Na lombalgia subaguda e crônica: moderadamente: NR (B) Nas radiculopatias: NR (C)
  106. 106. 106 Fisioterapia Calor local: R (C) Ultra-som: NR (I) Infra-vermelho: NR (I) TENS (na lombalgia aguda e subaguda e dor radicular aguda): NR (I) TENS (na lombalgia crônica e na dor radicular crônica): R (C) Iontoforese, estimulação galvânica: NR (I)
  107. 107. 107 Massagem em lombalgia aguda e na dor radicular crônica: R (I) Massagens para lombalgias subagudas e crônicas (associadas com exercícios aeróbicos e de fortalecimento): R (C)
  108. 108. 108 Acupuntura lombalgia aguda, subaguda e dor radicular: NR (I) lombalgia crônica: R (C) Yoga lombalgia aguda e subaguda: NR (I) lombalgia com mais de um ano de evolução, em pacientes altamente motivados: R (C)
  109. 109. 109 Exercícios aeróbicos nas lombalgias aguda, subaguda e crônica, principalmente: R (A) no pós-opratório de cirurgia da coluna lombar: R (I)
  110. 110. 110 Exercícios de alongamento muscular localizados, associados com exercícios aeróbicos: R (C) Exercícios de alongamento muscular isolados (sem associação com exercícios aeróbicos): NR (C) Alongamentos musculares agressivos na lombalgia aguda: NR (I)
  111. 111. 111 Exercícios de fortalecimento muscular específicos (para estabilização da coluna): nas lombalgias aguda, subaguda e crônica e no pós-operatório: R (C) Exercícios de fortalecimento muscular abdominal para lombalgias: NR (I)
  112. 112. 112 Postura para dormir – a que o paciente achar mais confortável: R (I) Utilização de produtos comerciais específicos: lombalgias aguda, subaguda e crônica: NR (I)
  113. 113. 113 Tratamento cirúrgico Discectomia (após 4 a 6 semanas, em casos selecionados de radiculopatias, se houve falha do tratamento conservador): R (B) Descompressão (em casos de estenose de canal, se houve falha com o tratamento conservador): R (B)
  114. 114. 114 Recuperação da função O princípio básico de todos os programas individualmente traçados é ajudar o paciente portador de lombalgia a lidar com a dor e a retornar ao nível de função requerido para suas necessidades diárias e laborais.
  115. 115. 115 Toda tentativa para manter o paciente em nível máximo de atividade, incluindo atividade no trabalho, deve ser feita, uma vez que isso é de interesse do paciente a curto e a longo prazos. Dra. Elizabeth Genovese
  116. 116. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 116
  117. 117. 117 1 – Mudança de estilo de vida Posturas Sedentarismo Obesidade Tabagismo 2 – Correção de ambientes inseguros 3 – Adequações ergonômicas
  118. 118. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 118
  119. 119. 119 “O ser humano não é filho de empilhadeira com guindaste” Dr. Hudson Couto
  120. 120. 120 A Ergonomia se constitui na principal forma de se evitar as lombalgias no trabalho. A rigor, pode-se estimar, sem qualquer medo de erro, que a adoção de medidas de Ergonomia é capaz de reduzir em pelo menos 80% a incidência das dores lombares. Mais surpreendente é que a grande maioria das medidas é de baixíssimo custo.
  121. 121. 121
  122. 122. 122
  123. 123. 123
  124. 124. 124
  125. 125. 125
  126. 126. 126
  127. 127. 127
  128. 128. 128 5
  129. 129. Dr. Hugo Leonardo Miranda Coelho 129 Obrigado hugoleonardo@jknet.com.br (38) 3531-5155 / 3531-3103 / 8825-4329 3531-1321 (INSS) (palestras in company)

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