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Unidade 1 a construção histórica do conceito de transversalidade

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Unidade 1 a construção histórica do conceito de transversalidade

  1. 1. SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE GESTÃO EDUCACIONAL DEPARTAMENTO DE GESTÃO EDUCACIONAL Centro Municipal de Ensino Infantil MADRE ELISIA Ato de criação – Lei nº 338/96 – Manaus - AmazonasGestora: Wanderluci Almeida de SouzaPedagoga: Samuelly AguiarProfessoras do turno matutino:MaternalMaielly dos Santos CoelhoMárcia Cristina Costa de A. SampaioSimone Helen Drumond de Carvalho1º PeríodoAlcinéia da Silva CostaElen Cristina Cavalcante B. dos SantosMarciléia Briglia Alves2º PeríodoAna Mary dos Santos MartinsFrancisca Ângela Cavalcante AraújoLeusimar Macedo da SilvaEducação Especial (Sala de Recursos)Keila Gleicy Rocha de Assis
  2. 2. UNIDADE 1: A CONSTRUÇÃO HISTÓRICA DO CONCEITO DE TRANSVERSALIDADEAtividade 1 – Considerando as informações contidas no módulo 1, unidade 1, conceitueTransversalidade. Transversalidade é um termo que é entendido como uma forma de organizar o trabalho didático naqual alguns temas são integrados nas áreas convencionais de forma a estarem presentes em todas elas. Oconceito de transversalidade surgiu no contexto dos movimentos de renovação pedagógica, quando osteóricos conceberam que é necessário redefinir o que se entende por aprendizagem e repensar também osconteúdos que se ensinam aos alunos. A partir da elaboração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, foram definidosParâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) que, por sua vez, orientam para a aplicação da transversalidade.No âmbito dos PCNs, a transversalidade diz respeito à possibilidade de se estabelecer, na prática educativa,uma relação entre aprender conhecimentos teoricamente sistematizados (aprender sobre a realidade) e asquestões da vida real e de sua transformação (aprender na realidade e da realidade). Não se trata de trabalhá-los paralelamente, mas de trazer para os conteúdos e para a metodologia da área a perspectiva dos temas.Dessa forma, os PCNs sugerem alguns “temas transversais” que correspondem a questões importantes,urgentes e presentes sob várias formas na vida cotidiana: Ética, Saúde, Meio Ambiente, Orientação Sexual,Trabalho e Consumo e Pluralidade Cultural.Atividade 2 – Apoiando-se na leitura do texto, responda à questão. É possível fazer da escola umespaço de transformação da sociedade? Justifique sua resposta. Vivendo na Era do Conhecimento, que é informação em ação, em uso. É preciso lembrar que océrebro memoriza informações que têm utilidade, forte carga emocional ou por repetições quando planejar eorganizamos os trabalhos com os alunos (Tiba, 2005). Diante da pós-modernidade seria impossível processar todas as informações que apreendemos, tantonós educadores, quanto mais nossos alunos. Mas num “piscar de olhos” percebe-se o mundo ao nosso redor,como número de informações apreendidas infinitas. O apreender é um processo natural. Estudar é organizar esse aprendizado, focando em conteúdos quese associam captando as informações que podem estar descritas em um livro ou numa explanação doprofessor ou mesmo em atividades diversificadas em outros espaços ricos em incentivar o desenvolvimento
  3. 3. das competências do indivíduo. E, desta forma, poderá ampliar conhecimentos e leitura de mundo, daspessoas e das coisas. A escola tem, dentro da sua autonomia possível, como criar ambientes favoráveis a promoção dasaúde de todos, a partir do momento que propicia a transformação individual e social, ampliando sua funçãode ensinar, adquirindo uma função social. Mostrando através de suas ações socioeducativas a qualidade devida que cada um pode ter e de poder construir, como também de se garanti-la a todos. O educador em sua função de mediador e em suas reflexões precisa utilizar os conhecimentosadquiridos para a elaboração de estratégias da promoção da saúde e do bem-estar de toda a comunidadeinterna e, conseqüentemente, externa. As buscas do bem-estar ocasionaram processos de produção e criaçãode conhecimentos que alimenta a cultura de uma escola, como a da região onde se situa esta escola e,projeta-se na sociedade que se vive. O processo educacional tanto se desdobra em dimensões de transmissão da cultura e o conhecimentoquanto de despertar as potencialidades, reflexões e críticas acerca da realidade e das possibilidades dealteração, que acabam por modificar, mobilizar, sensibilizar os usos, mores e costumes de um povo, bemcomo a sua cultura. Dentro das características de uma escola além de distinções previstas na lei, desde o quadro de giz atéo torno e o em torno existente na comunidade podem ser recursos importantes, significantes como opçõesdidáticas para o fazer pedagógico. O educador deve saber que pelo levantamento do perfil da turma, em um primeiro plano, em curtoprazo atinge seu objetivo com a turma, na seqüência, levanta o perfil da escola, num segundo plano, emmédio prazo, articula a continuidade do trabalho que já vem realizando com a turma e agora com a escola.Depois, em um levantamento do perfil da comunidade, em longo prazo, cumpre um trajeto, no processo deconstrução do conhecimento quem vem das partes para o todo.Assim, enriquece ainda mais seu trabalho, enquanto educador, sendo capaz de reconhecer, procurar e recebera colaboração de todos os envolvidos no processo de educação.A escola na visão de alguns estudos pode ser um mecanismo de controle social, estabilidade do sistemacapitalista, que precisa pensar e repensar o pensado, no que se refere a que indivíduo se pretender formar,críticos, ativos, cidadãos planetários na sua forma de organizar para disciplinar e fazê-los pensar ou setornarem alienados? Que têm consciência de seus direitos, porém refletidos seriamente em seus deveres,responsabilidades e compromissos individuais e coletivos. Isto depende do que norteia o “barco que navega”e se os envolvidos levam o “leme” com firmeza, conhecimento e afeto.Com a visão de conjunto que educadores têm sobre o que se transmite aos alunos, sustentando o fazerpedagógico em alternativas de ensino e aprendizagem inovadoras e criativas se amplia os entendimentos e aspossibilidades de realizações. Por isto, é importante que o educador no viver e convier com os desafios precisa administrar comcriatividade e prontidão as incertezas do cotidiano. Pois como se lida com pessoas, coma vida, tudo ao
  4. 4. mesmo tempo, é dinâmico e complexo, porém sempre novo, a cada dia. Assim, como a oportunidade que oCriador nos dá a cada dia quando amanhece junto com um novo dia a oportunidade justa de fazermos algodiferente, de continuarmos na construção da educação. O professor como mediador na escola é peça imprescindível da teia de relações que é tecida a cadainstante do cotidiano no processo de comunicação potencializando e desenvolvendo pessoas. Comunicar éexpressar desde o jeito que o educador se encaminha para a escola, para a sala de aula que irá atuar, de comoentra, como olha para os alunos, até como irá trabalhar determinado conteúdo e como irá administrar oemergente e o predisponente a cada turma, e toda a complexidade de relações que se dá no ambienteeducativo. As relações sociais no contexto escolar precisam se pensadas e refletidas na forma que ocorrem,dando origem a vários tipos de relações, se são amistosas, íntimas, de dominação de conflito, e tantas outrasque o espaço educacional proporciona, como também se as ações são de paz ou de violência, de saúde ou dedoenças, de poder ou de autonomia. E, os educadores, se são e estão capazes de estimular novas condiçõesde aprendizagem, é um repensar do pensado, que deveria estar presente em nossas reflexões. O educador, ao desempenhar seu compromisso com a educação precisa perceber seu papel naqualidade e na promoção do sucesso e da felicidade, primeiramente sua e conseqüentemente de toda aescola. Buscando a transformação das informações em reais conhecimentos e tornando-os úteis, com uso efunção efetivos na resolução dos desafios do cotidiano, para desencadeie processos cognitivos e afetivos nodesenvolvimento do ser humano, seja ele educando ou educador. É assim que acontece! O processo de educação é intenso e dinâmico! Por isto, é preciso estarpreparado. E estar preparado é estar em prontidão, com amor, muito amor, respeito, tolerância, ética,esperança e determinação. Não nascemos pronto! Nascemos para nos construirmos a cada instante de nossasvidas!Atividade 3 – Reflita sobre os seguintes temas: EDUCAÇÃO, VALORES, TRANSVERSALIDADE.Utilizando elementos do texto, conceitue cada um dos temas. Qual é a relação que existe entre eles?EDUCAÇÃO – engloba os processos de ensinar e aprender, de ajuste e adaptação. É um fenômenoobservado em qualquer sociedade e nos grupos constitutivos destas, responsável pela sua manutenção eperpetuação a partir da transposição, às gerações que se seguem, dos modos culturais de ser, estar e agirnecessários à convivência e ao ajustamento de um membro no seu grupo ou sociedade. Enquanto processode sociabilização, a educação é exercida nos diversos espaços de convívio social, seja para a adequação doindivíduo à sociedade, do indivíduo ao grupo ou dos grupos à sociedade. Nesse sentido, educação coincidecom os conceitos de socialização e endoculturação, mas não se resume a estes. A prática educativa formal -observada em instituições específicas - se dá de forma intencional e com objetivos determinados, como nocaso das escolas. No caso específico da educação formal exercida na escola, pode ser definida como
  5. 5. Educação Escolar. No caso específico da educação exercida para a utilização dos recursos técnicos etecnológicos e dos instrumentos e ferramentas de uma determinada comunidade, dá-se o nome de EducaçãoTecnológica.VALORES – o conceito de valor tem sido investigado e conceituado em diferentes áreas do conhecimento.A abordagem filosófica descreve-o como nem totalmente subjetivo, nem totalmente objetivo, mas como algodeterminado pela interação entre o sujeito e o objeto. Nas ciências econômicas, a noção de valor tem uma interpretação predominantemente material.Smith propõe a analise de valor como a habilidade intrínseca de um produto oferecer alguma utilidadefuncional. Já no conceito moderno, dado pelo marketing, isto é uma função dos atributos dadon hjbihs aoproduto ou ao conjunto formado por ele e que o envolve, quando necessitamos obter-lo. Na visão da sociologia, embora a sociologia não seja uma ciência valorativa,ela reconhece os valorescomo fatos sociais. No campo de análise, os valores podem surgir como um estatuto fundamental naexplicação da estabilidade e coerência das sociedades ou das mudanças sociais ( Max Weber, T. Parsons ) oupodem surgir como “fenômenos reflexos” das infra-estruturas da sociedade. O valor exprime uma relaçãoentre as necessidades do indivíduo (respirar, comer, viver, posse, reproduzir, prazer, domínio, relacionar,comparar) e a capacidade das coisas e de seus derivados, objetos ou serviços, em as satisfazer. É naapreciação desta relação que se explica a existência de uma hierarquia de valores, segundo aurgência/prioridade das necessidades e a capacidade dos mesmos objetos para as satisfazerem, diferenciadasno espaço e no tempo. Reconhecer um certo aspecto das coisas como um valor, consiste em hierarquiza-los para tê-los emconta na tomada de decisões, ou, por outras palavras, em estar inclinado a usá-los como um dos elementos ater em consideração na escolha e na orientação que damos às decisões sobre nós próprios e aos outros. Há osque vêem os valores como subjetivos e consideram esta situação em termos de uma posição pessoal, adotadacomo uma espécie de escolha (desejo) e imune ao argumento racional. Os que concebem os valores como algo objetivo supõem que, por alguma razão – exigências daracionalidade, da natureza humana, de Deus, de outra autoridade ou necessidade - a escolha possa serorientada e corrigida a partir de um ponto de vista independente. Os valores fornecem o alicerce oculto dosconhecimentos e das práticas que constantemente construímos nas nossas vidas. Os valores humanos são osfundamentos éticos e espirituais que constituem a consciência humana. São os valores que tornam a vidaalgo digno de ser vivido, definem princípios e propósitos valiosos e objetiva fins grandiosos.TRANSVERSALIDADE – o trabalho em sala de aula não se restringe ao momento da aula, ao trabalhocom o conteúdo. O professor, como mediador entre o aluno e o conhecimento formal, e entre o aluno e asociedade, tem um papel mais abrangente. A sua mediação pressupõe não só o trabalho com o conteúdoexplícito, mas também a criação de um espaço para que o aluno reflita sobre os valores e atitudes que devem
  6. 6. permear seu comportamento, como aluno e cidadão, e sobre os valores e atitudes que deverão permear suavida quando for adulto e tiver que desempenhar outros papéis. Para que isso ocorra, é preciso que o repertório do aluno, seu currículo oculto, possa se manifestar emsala de aula por meio de discussões, leituras, pesquisas, atividades variadas. Essas diferentes formas deexpressão podem ocorrer tanto nas aulas de biologia quanto nas de matemática, geografia ou educação física.Todos os envolvidos no processo educacional são responsáveis pela formação de cidadãos éticos econscientes de sua cidadania, o que pressupõe o conhecimento dos direitos e deveres de todos. O conceito de transversalidade adquire o verdadeiro sentido no projeto curricular da escola, namedida em que se cruzam e se encadeiam disciplinas. Isso diz respeito não só a atitudes, mas também aprocedimentos e conceitos. Transversalidade e interdisciplinaridade alimentam-se mutuamente, uma vez que o tratamento dasquestões trazidas pela temática transversal expõe as inter-relações entre os objetos do conhecimento. Não épossível trabalhar temas transversais sem uma visão interdisciplinar. Embora o conteúdo dos temas transversais seja contemplado pelas áreas e não represente umaprendizado à parte, nos PCNs todos os temas têm explicitados os conceitos, procedimentos, atitudes evalores a serem ensinados e aprendidos. Nos PCNs estão propostos os seguintes temas transversais: Meio ambiente: cujo objetivo é fazer com que o aluno adquira noções sobre o meio ambiente, queperceba as relações que condicionam a vida, para poder se posicionar de forma crítica diante do mundo epara que domine métodos de manejo e conservação ambientais. Pluralidade cultural: cujo objetivo é permitir que o aluno conheça o patrimônio cultural brasileiro,que reconheça a diversidade como um direito dos indivíduos, que repudie toda e qualquer forma dediscriminação e preconceito por raça, classe social, crença religiosa ou sexo. Ética: cujos objetivos são aprofundar o entendimento do conceito de justiça baseado na eqüidade,sensibilizar o aluno para a necessidade da construção de uma sociedade justa, estimulá-lo a adotar atitudessolidárias, de cooperação e de repúdio às injustiças sociais. Saúde: cujo objetivo principal é fazer com que o aluno perceba que saúde é direito de todos. Paraisso, terá de compreender que a saúde é produzida nas relações com o meio físico e social, e terá de adquirirhábitos de higiene e cuidados consigo próprio. Orientação sexual: cujos objetivos principais são fazer com que o aluno aprenda a respeitar adiversidade de comportamentos relativos à sexualidade - desde que esteja garantida a dignidade do serhumano -, conheça o próprio corpo, expresse seus sentimentos, respeite os afetos dos outros. Trabalho e consumo: cujo objetivo é indicar como a educação escolar poderá contribuir para que osalunos aprendam conteúdos significativos e desenvolvam as capacidades necessárias para atuar comocidadãos, nas relações de trabalho e consumo.
  7. 7. RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO, VALORES E TRANSVERSALIDADE -CONSTRUTIVISMO - todo o "Trabalho Pedagógico" destina-se a fazer com que o aluno aprenda a partirde suas próprias experiências... O Professor não ensina... O aluno é quem aprende...Exemplo: Os alunos ganharam um grande espaço que abrigará atividades lúdicas e educativas relacionadasao Trânsito (veja projeto trânsito em http://simonehelendrumond.blogspot.com). Portanto, ao "visitar" esteespaço ou "assistir" às aulas, utilizando os materiais "existentes" neste local, cada aluno "construirá" o seupróprio conhecimento sobre o tema abordado pelo professor.TRANSVERSALIDADE - é com ela que temos a possibilidade de se estabelecer, na prática educativa umarelação entre aprender conhecimentos teoricamente sistematizados (aprender sobre a realidade) e as questõesda vida real e de sua transformação (aprender a realidade da realidade).Exemplo: Ao propor um trabalhinho de sobre Educação para o Trânsito, o professor poderá "valer-se" datransversalidade com a "vida real" ou seja, relacionar as praticas escolares com o contexto social vivido peloeducando.INTERDISCIPLINARIDADE - a interdisciplinaridade pretende garantir a construção de conhecimentosque rompam as fronteiras entre as disciplinas.Exemplo: Ao propor um trabalhinho de artes sobre o trânsito, o professor poderá "valer-se" dainterdisciplinaridade com diversas matérias do contexto educacional.Atividade 4 – Relacione elementos/características que diferenciam TRANSVERSALIDADE eINTRDISCIPLINARIEDADE. A transversalidade se difere da interdisciplinaridade porque, apesar de ambas rejeitarem a concepção de conhecimento que toma a realidade como um conjunto de dados estáveis, a primeira se refere à dimensão didática e a segunda à abordagem epistemológica dos objetos de conhecimento. Ou seja, se a interdisciplinaridade questiona a visão compartimentada da realidade sobre a qual a escola se constituiu, mas trabalha ainda considerando as disciplinas, a transversalidade diz respeito à compreensão dos diferentes objetos de conhecimento, possibilitando a referência a sistemas construídos na realidade dos alunos. (Simone Helen Drumond Ischkanian)As características atribuídas ao conceito de transversalidade que a diferenciam da interdisciplinaridade,que assim se resumem:1. Os temas transversais abarcam conteúdos de várias áreas curriculares que devem ser abordadoscomplementarmente;2. Requerem presença nos conteúdos escolares e serem assumidos pelos professores.3. Transversais, porque transcendem as áreas curriculares e impregnam todas as atividades das escolas.
  8. 8. 4. De caráter aberto e dinâmico, incorporam novos conhecimentos e necessitam de revisão constante.5. “Exigem a inter-relação das matérias transversais entre si”.6. Partem do projeto educativo de escola para o projeto curricular de turma, passando pelas programaçõesdas distintas áreas curriculares.As características atribuídas ao conceito de interdisciplinaridade que a diferenciam da transversalidade,que assim se resumem:1. Uma atitude de abertura, não preconceituosa, onde todo o conhecimento é igualmente importante, onde oconhecimento individual anula-se frente ao saber universal;2. Uma atitude coerente, sendo que é na opinião crítica do outro que fundamenta-se a opinião particular,supondo uma postura única, engajada e comprometida frente aos fatos da realidade educacional epedagógica.Referências:Curso de prevenção do uso de drogas para educadores de escolas públicas. Secretaria NacionalAntidrogas, Ministério da Educação; Brasília, 2008.Curso de programa de educação de trânsito. Manaustrans. Manaus. 2011DRUMOND, Simone Helen Ischkanian, Educação para o Trânsito, blog(http://simonehelendrumond.blogspot.com)TIBA, I. Adolescentes: quem ama, educa! – São Paulo: Integrare Editora, 2005.

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