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DISCIPLINA: CITOLOGIA ONCÓTICA
Profa. Ms. Bruna Rocha de Souza
CITOLOGIA HORMONAL
Apesar das limitações é eficiente em estabelecer as condições
hormonais de uma paciente
Atualmente avaliações nas funções ...
Fundamenta-se no fato do epitélio estratificado pavimentoso
não queratinizado ser provido de receptores hormonais que
cont...
• Ação está relacionada com o controle da ovulação e com o
desenvolvimento de características femininas
• Induzem a matura...
Inibe o processo de maturação
Sendo assim ausência de estrogênio e hormônios
relacionados leva a do nível de maturação do ...
Além de estabelecer a condição hormonal feminina é válido
também:
• avaliar função ovárica normal e patológica na puberdad...
• Promove alterações mensais nas taxas de secreção dos
hormônios femininos
• Alterações hormonais produzem mudanças nos ov...
Este processo é regulado primeiramente:
• Hipotálamo, mediante secreção de GnRH
(hormônio liberador de gonadotrofina)
• Hi...
AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO
AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO
GnRH: principal mediador do processo reprodutivo
• Atua sobre a hipófise anterior agindo com receptores de
células produto...
FSH: estimula proliferação das céls foliculares ovarianas
• Estimula secreção de estrogênio, fundamental para a
produção d...
LH: estimula produção de progesterona a partir do corpo
lúteo
A progesterona prepara o útero para a implantação do
embrião...
Corpo lúteo – se desenvolve de forma cíclica
É uma "cicatriz“ derivada do o folículo cresceu, amadureceu e
se rompeu para ...
Ovócito não fertilizado → Corpo lúteo involui e degenera
Menopausa / Anestro → suspensão permanente da liberação
de gameta...
Ovários: órgão central do sistema reprodutor feminino e tem
duas funções principais:
• produção de céls reprodutoras ou ga...
Os anos reprodutivos normais da mulher caracterizam-se por
mudanças cíclicas mensais nas taxas de secreção dos
hormônios
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Dura em media 28 dias podendo ter variações (20 a 45 dias)
Tais eventos culminam:
• Na liberação de um óvulo a cada mês
• ...
A avaliação dos aspectos citológicos de uma menina pode ser
indicada em casos de infecções vaginais ou distúrbios
hormonai...
Puberdade  início da fase adulta
Aumento de secreção de hormônios gonadotróficos pela
hipófise anterior (aprox. aos 8 ano...
Período de estabilização dos ciclos menstruais no qual o
epitélio vaginal estará sob a ação do estrogênio e da
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Esfregaços vaginais contém:
• Céls epiteliais (principalmente intermediárias)
• Hemácias, leucócitos
• Céls glandulares en...
Ainda há predomínio de céls intermediárias (decorrências do
efeito da progesterona do ciclo anterior)
Com do estrogênio há...
Observa-se raras hemácias e diminuição de leucócitos
Céls endometriais ainda podem ser observadas (até o 12º
dia)
O muco p...
Observa-se de céls escamosas superficiais isoladas, de
formato achatado e núcleo picnótico
Do 6º ao 13º dia as céls glandu...
Pico de LH e estrogênio, pico de céls superficiais achatadas,
eosinofílicas, com núcleo picnótico (pico de maturidade
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Redução progressiva de céls epiteliais em razão da ação da
progesterona
Lactobacilos em abundância que podem causar citóli...
Fase de limites imprecisos na vida feminina, compreende a
transição do período reprodutivo para o não reprodutivo
Menopaus...
AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO
Dos 40 e 50 anos de idade, o ciclo sexual geralmente torna-se
irregular e a ovulação muitas vezes não ocorre
A menopausa é...
Três padrões citológicos podem ser observados:
Com a na secreção de estrogênio ocorre a inibição da
maturação das céls esc...
Com o tempo (meses até anos): há queda progressiva da
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Predomínio de céls escamosas intermediárias as...
Por fim: observa-se a presença do epitélio com a ausência de
maturação
Predomínio de céls escamosas parabasais indicando
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Aula de CItologia Oncótica sobre Citologia Hormonal

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Aula de CItologia Oncótica sobre Citologia Hormonal

  1. 1. DISCIPLINA: CITOLOGIA ONCÓTICA Profa. Ms. Bruna Rocha de Souza CITOLOGIA HORMONAL
  2. 2. Apesar das limitações é eficiente em estabelecer as condições hormonais de uma paciente Atualmente avaliações nas funções ováricas e distúrbios endócrinos são realizados por análises bioquímicas como por exemplo do estrogênio e progesterona AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Citologia Hormonal
  3. 3. Fundamenta-se no fato do epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado ser provido de receptores hormonais que controlam a maturação e a diferenciação celular Epitélio sofre alterações que depende da secreção de hormônios ováricos como estrogênio e progesterona AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Citologia Hormonal
  4. 4. • Ação está relacionada com o controle da ovulação e com o desenvolvimento de características femininas • Induzem a maturação epitelial levando a predominância das células superficiais maduras nos esfregaços AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Estrogênio
  5. 5. Inibe o processo de maturação Sendo assim ausência de estrogênio e hormônios relacionados leva a do nível de maturação do epitélio escamoso (atrofia) AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Progesterona
  6. 6. Além de estabelecer a condição hormonal feminina é válido também: • avaliar função ovárica normal e patológica na puberdade • estimar o tempo da ovulação • auxiliar na seleção de terapia hormonal • acompanhar resultados de tratamentos hormonais AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Aplicações da Citologia Hormonal
  7. 7. • Promove alterações mensais nas taxas de secreção dos hormônios femininos • Alterações hormonais produzem mudanças nos ovários durantes os anos reprodutivos normais AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Ciclo Menstrual Mensal
  8. 8. Este processo é regulado primeiramente: • Hipotálamo, mediante secreção de GnRH (hormônio liberador de gonadotrofina) • Hipófise anterior, secretando FSH (hormônio folículo estimulante) e LH (hormônio luteinizante) • Ovários que secreta estrógeno e progesterona AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Ciclo Menstrual Mensal
  9. 9. AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO
  10. 10. AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO
  11. 11. GnRH: principal mediador do processo reprodutivo • Atua sobre a hipófise anterior agindo com receptores de células produtoras de FSH e LH • Estes são liberados na circulação sistêmica de modo que alcancem os ovários AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Ciclo Menstrual Mensal
  12. 12. FSH: estimula proliferação das céls foliculares ovarianas • Estimula secreção de estrogênio, fundamental para a produção dos folículos • Atua em conjunto com o LH AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Ciclo Menstrual Mensal
  13. 13. LH: estimula produção de progesterona a partir do corpo lúteo A progesterona prepara o útero para a implantação do embrião  se houver fecundação o embrião produz gonadotrofina coriônica, que mantém o corpo lúteo caso contrário este se degenera, ocorrendo a menstruação AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Ciclo Menstrual Mensal
  14. 14. Corpo lúteo – se desenvolve de forma cíclica É uma "cicatriz“ derivada do o folículo cresceu, amadureceu e se rompeu para a saída do óvulo do ovário Essa cicatriz torna-se uma glândula pequena temporária secretória conhecida como corpo lúteo ou corpo amarelo AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO
  15. 15. Ovócito não fertilizado → Corpo lúteo involui e degenera Menopausa / Anestro → suspensão permanente da liberação de gametas AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO
  16. 16. Ovários: órgão central do sistema reprodutor feminino e tem duas funções principais: • produção de céls reprodutoras ou gametas • secreção de hormônios AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Ciclo Menstrual Mensal
  17. 17. Os anos reprodutivos normais da mulher caracterizam-se por mudanças cíclicas mensais nas taxas de secreção dos hormônios Este padrão rítmico é denominado ciclo sexual mensal feminino ou ciclo menstrual AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Ciclo Menstrual Mensal
  18. 18. Dura em media 28 dias podendo ter variações (20 a 45 dias) Tais eventos culminam: • Na liberação de um óvulo a cada mês • Endométrio uterino preparado para a implantação do embrião AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Ciclo Menstrual Mensal
  19. 19. A avaliação dos aspectos citológicos de uma menina pode ser indicada em casos de infecções vaginais ou distúrbios hormonais (puberdade precoce) Representado quase exclusivamente por céls epiteliais escamosas do tipo parabasais AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Infância
  20. 20. Puberdade  início da fase adulta Aumento de secreção de hormônios gonadotróficos pela hipófise anterior (aprox. aos 8 anos) culminando com o início da menstruação (entre 11 e 16 anos) AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Pré-Puberdade
  21. 21. Período de estabilização dos ciclos menstruais no qual o epitélio vaginal estará sob a ação do estrogênio e da progesterona Período reprodutivo da mulher AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Menacme (período fértil)
  22. 22. Esfregaços vaginais contém: • Céls epiteliais (principalmente intermediárias) • Hemácias, leucócitos • Céls glandulares endometriais • Raras células endocervicais AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Fase Menstrual (1º ao 5º dia do ciclo)
  23. 23. Ainda há predomínio de céls intermediárias (decorrências do efeito da progesterona do ciclo anterior) Com do estrogênio há também progressiva de céls escamosas superficiais AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Fase Estrogênica Inicial (6º ao 12º dia)
  24. 24. Observa-se raras hemácias e diminuição de leucócitos Céls endometriais ainda podem ser observadas (até o 12º dia) O muco pode aparecer no esfregaço, desaparecendo antes da ovulação AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Fase Estrogênica Inicial (6º ao 12º dia)
  25. 25. Observa-se de céls escamosas superficiais isoladas, de formato achatado e núcleo picnótico Do 6º ao 13º dia as céls glandulares endocervicais apresentam citoplasma basófilo e núcleo central AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Fase Pré-Ovulatória (12º e 13º dia)
  26. 26. Pico de LH e estrogênio, pico de céls superficiais achatadas, eosinofílicas, com núcleo picnótico (pico de maturidade celular) Céls glandulares endocervicais são grandes AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Fase Ovulatória (14º e 15º dia)
  27. 27. Redução progressiva de céls epiteliais em razão da ação da progesterona Lactobacilos em abundância que podem causar citólise das céls intermediária AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Fase Progestacional (16º e 28º dia)
  28. 28. Fase de limites imprecisos na vida feminina, compreende a transição do período reprodutivo para o não reprodutivo Menopausa, tem data para começar: a da última menstruação da vida AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Climatério
  29. 29. AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO
  30. 30. Dos 40 e 50 anos de idade, o ciclo sexual geralmente torna-se irregular e a ovulação muitas vezes não ocorre A menopausa é descrita como o decréscimo na produção de hormônios esteróides AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Menopausa
  31. 31. Três padrões citológicos podem ser observados: Com a na secreção de estrogênio ocorre a inibição da maturação das céls escamosas No início: predominam céls escamosas intermediárias, podendo ter surgir algumas superficiais AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Menopausa
  32. 32. Com o tempo (meses até anos): há queda progressiva da atividade estrogênica Predomínio de céls escamosas intermediárias associada a presença de céls escamosas parabasais AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Menopausa
  33. 33. Por fim: observa-se a presença do epitélio com a ausência de maturação Predomínio de céls escamosas parabasais indicando baixíssima produção estrogênica AÇÃO HORMONAL NO APARELHO GENITAL FEMININO Menopausa

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