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Fonte: IBGE. Secretaria de Direitos Humanos. Acesso em 2013.

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Apresentação de Joan Castillejo no CONAHP 2013

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Apresentação do Dr. Joan Castillejo sobre o projeto de Cuidados Continuados Integrados no CONAHP 2013

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Apresentação de Joan Castillejo no CONAHP 2013

  1. 1. © Gesaworld 2013
  2. 2. © Gesaworld 2013 2
  3. 3. 1. NECESSIDADES EMERGENTES Alteração perfil demográfico Fonte: IBGE. Secretaria de Direitos Humanos. Acesso em 2013. Alteração perfil epidemiológico 3% 20% I. Algumas doenças infecciosas e parasitárias 18% IX. Doenças do aparelho circulatório 4% Alteração estrutura de apoio familiar IMPACTO NA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE © Gesaworld 2013 II. Neoplasias (tumores) X. Doenças do aparelho respiratório 14% 41% XX. Causas externas de morbidade e mortalidade Demais causas definidas IMPACTO NAS DESPESAS NA SAÚDE 3
  4. 4. 1. NECESSIDADES EMERGENTES Novas respostas Novas necessidades © Gesaworld 2013 4
  5. 5. 1. NECESSIDADES EMERGENTES O modelo hospitalocêntrico tem sido sustentado com altos níveis de dívida, ….e muitas vezes em detrimento da atenção básica e de recursos intermédios na comunidade © Gesaworld 2013 5
  6. 6. © Gesaworld 2013 6
  7. 7. 2. O IMPACTO NAS OPERADORAS O n.º de beneficiários de planos de assistência médica no Brasil passou de 31 milhões em 2002 para 48,7 milhões em 2012. Os idosos representam > 5,5% dos beneficiários de planos de saúde. A tendência é que esta participação aumente nos próximos anos. AUMENTO DA FREQUÊNCIA DE USO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE © Gesaworld 2013 AUMENTO DOS CUSTOS DA ATENÇÃO 7
  8. 8. 2. O IMPACTO NAS OPERADORAS A taxa de sinistralidade das operadoras situa-se acima dos 80%. O aumento do n.º de beneficiários idosos faz prever um aumento na taxa de sinistralidade das seguradoras O consumo de cuidados de saúde em pessoas com idade igual ou superior a 65 anos é 3,2 vezes superior ao do resto da população (OCDE). © Gesaworld 2013 8
  9. 9. 2. O IMPACTO NO HOSPITAL AUMENTO PACIENTES CRÔNICOS AUMENTO DA FREQUENTAÇÃO AUMENTO PERMANÊNCIA MÉDIA AUMENTO REINTERNAÇÕES DIMINUIÇÃO DA COMPLEXIDADE ATENDIDA O HOSPITAL DESVIRTUA-SE: A SUA VOCAÇÃO DIRIGE-SE A TRATAR DE CASOS AGUDOS IMPACTO PROFISSIONAL © Gesaworld 2013 IMPACTO INSTITUCIONAL IMPACTO QUALIDADE DA ATENÇÃO IMPACTO ECONÓMICO 9
  10. 10. 2. IMPACTO NO HOSPITAL OPORTUNIDADE REORIENTAR A ATUAÇÃO HOSPITALAR MODELO EM REDE AUMENTAR RESOLUTIVIDADE T.I.C © Gesaworld 2013 DIMINUIR REINGRESSOS DIMINUIR PERMANÊNCIA MÉDIA VIAS CLÍNICAS FOMENTAR COORDENAÇÃO CAPACITAÇÃO 10
  11. 11. BASES DO MODELO DE ATENÇAO PROPOSTO Passado Modelo hospitalocêntrico Futuro (pronto socorro, UTI) Modelo em rede e integrado entre níveis de cuidados Tratamento clínico especializado Prevenção secundária e cuidar Paciente em internação prolongada; Várias linhas de cuidados: ambulatorial, domiciliar, teleassistencia Reativa Pró-ativa, promotora da autonomia Passiva e dependente por parte do paciente © Gesaworld 2013 Empowerment do paciente e cuidador 11
  12. 12. 3. MODELO DE ATENÇÃO PARA PACIENTES CRÔNICOS E IDOSOS SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA INOVAÇÃO QUALIDADE © Gesaworld 2013
  13. 13. 3. MODELO DE ATENÇÃO PARA PACIENTES CRÔNICOS E IDOSOS O QUE FAZEMOS AGORA PRONTO SOCORRO UTI UNIDADE AGUDOS ALTA Equipe básica: médico / enfermeiro Permanência prolongada 40-50% do total de dias de internação hospitalar HOSPITAL Elevada taxa de reinternações © Gesaworld 2013 Dificuldades na articulação da alta com recursos comunidade DOMICÍLIO Dificuldades na preparação do regresso do paciente e na continuidade de cuidados Carência linhas apropriadas de serviço INADEQUAÇÃO ATENÇÃO CUSTOS ELEVADOS
  14. 14. 3. MODELO DE ATENÇÃO PARA PACIENTES CRÔNICOS E IDOSOS MODELO PROPOSTO: COMO PODEMOS MELHORAR Identificação pacientes fragilidade e alto impacto hospitalar Trajetórias clínicas Protocolos de atuação INFORMAÇAO CLINICA COMPARTILHADA CAPACITAÇÃO Equipes multidiciplinares © Gesaworld 2013 Planejamento da alta
  15. 15. 3. MODELO DE ATENÇÃO PARA PACIENTES CRÔNICOS E IDOSOS MODELO PROPOSTO:como podemos ajudar •Continuidade cuidados •Diminuição reinternações Identificação pacientes c/ fragilidade PRONTO SOCORRO DIVERSIFICAÇÃO SERVIÇOS AMBULATÓRIO INSTRUMENTOS GESTÃO DE CASO DOMICÍLIO EQUIPES MULTIDISCIPLINARES COORDENAÇAO UTI •Diminuição permanência UTI •Redução admissões UTI MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO MECANISMOS COMPRA E PAGAMENTO •Convalescença •Reabilitação •Manutenção •Paliativos LINHAS ESPECÍFICAS INTERNAÇÃO UNIDADE AGUDOS ADEQUAÇÃO ATENÇÃO © Gesaworld 2013 •Alta coordenada com recursos comunidade AJUSTAMENTO GASTOS 15
  16. 16. A Gesaworld detém vasta experiência na implantação de respostas para a atenção a doentes crônicos e em situação de fragilidade, introduzindo sustentabilidade, inovação e qualidade nos serviços © Gesaworld 2013 16
  17. 17. GESAWORLD, S.A. C/. Comte d’Urgell 204, 5º B 08036 Barcelona, España Tel: (34) 93 363 03 27 Fax: (34) 93 321 54 94 GESAWORLD USA 1875, I St N.W. Suite 500 20006 Washington, D.C. GESAWORLD, S.A. Escritório MADRID C/ Génova 15, 3º Ext Derecha 28004 Madrid GESAWORLD PANAMÁ, S.A. Calle 52 y Elvira Méndez Edif. Vallarino Piso 8 Oficina B Zona Bancaria Ciudad de Panamá GESAWORLD PORTUGAL, Lda. Rua de S. Nicolau, Nº 121, 4to andar 1100-548 Lisboa GESAWORLD MÉXICO, S.A. de CV Gob. Francisco Fagoaga Nº 80 Col. San Miguel Chapultepec 11850 México D.F. GESAWORLD, S.A. Escritório NICARAGUA Edificio Málaga, planta alta, módulo A-14. Managua GESAWORLD CHILE, Ltda. C/ Padre Mariano 181, Oficina 404 Providencia, 7500015 Santiago de Chile E-mail: info@gesaworld.com www.gesaworld.com © Gesaworld 2013 GESAWORLD DO BRASIL, LDA Avenida Paulista, 1499 – 11º andar – Conjunto 1106/09 – São Paulo/SP Fone: (55 11) 3371-3111/ 3371-3112 17

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