Compra de Serviços Hospitalares e de Atenção Primária

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Workshop Internacional
Experiências Exitosas na Contratação dos Serviços de Saúde
na Catalunha (Espanha) e Central de Resultados.
Palestrante Dr. Enric Agusti Fabre – Gesaworld Barcelona.

Realizado em: 08 de novembro de 2013.

Local: Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo - NTCSS

Organizado e promovido pela Gesaworld do Brasil

Publicada em: Saúde e medicina
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Compra de Serviços Hospitalares e de Atenção Primária

  1. 1. Gesaworld do Brasil 2014 Compra de serviços Hospitalares e de Atenção primária Experiências Exitosas na Contratação dos Serviços de Saúdena Catalunha (Espanha) e Central de Resultados.Palestrante Dr. Enric Agusti Fabre – Gesaworld Barcelona.
  2. 2. Tipos de sistemas de contratação – Orçamentário • Contrato programa – Por ato “Fee for service” – Por atividade • Por dia • DRG – Capita – Pago por resultados Prospectivo Retrospectivo 2
  3. 3. Pagamento por resultados Objetivos: Mudar o padrão de atenção, se necessário, em benefício dos pacientes (melhores resultados e valor agregado). Influenciar nos comportamentos, de modo que o sistema suporte a difusão das boas práticas. Instrumento, entre outras ferramentas, para a melhora mediante benchmark (aplicação das guias clínicas, central de resultados, etc.). Atingir a integridade da atenção primária. Melhora contínua da qualidade. 3
  4. 4. Método ContínuodePagamentodos Cuidadosda Saúde 4 Risco:pacientedepoisdo tratamento Risco:pacienteantesdo tratamento Fee-for- service Por dia Episódio depagament ode atendimento Multiprovedor blindado:Epis ódiodepagam entodo atendimento Condições específicas/ captação Captação total Harold D. Miller Criaçãodesistemasdepagamentoparaaceler arvaloresdoscuidadosde saúde:questõeseopçõesparaareforma política OFundoCommonwealth 2007
  5. 5. Redes e sistemas de pagamento Rede de Saúde Mental Rede Sócio-sanitária Rede deAtendimento Primário Rede hospitalar Redes: Modalidades de pagamento: • Hospitalização: Atividade com base no grau de dependência do paciente • Outros: Tarifa por serviço e atividade • Internação: Atividade segundo altas e correção por permanência média • Atendimento básico: Orçamento com atividade mínima estabelecida • Orçamento com basenacaptaçãoedeterminaçãodacart eirade serviços • Atividade agregada, preçocorrigidoporperman ência média. • Atividade agregada, preçocorrigidoporcomple xidade atendidaeestrutural TERRITORIOS/MICROREGIOES • CAPTATIVO
  6. 6. Os modelos de alocação de recursos não são a solução de todos os problemas Cada um deles tem efeitos benéficos e contraindicações Devem ser flexíveis y modulares em seu tempo Incentivam e necessitam de sistemas de informação potentes para melhorar 6
  7. 7. Processo de Atenção Hospitalar Atenção Hospitalar Produtos Iniciais • Pessoal • Maquinário Produtos Intermediários • Tempo de Permanência • Intervenções Cirúrgicas • Exames Radiológicos • Exames Laboratoriais Produtos Finais • Diagnósticos de Alta
  8. 8. Hospital MELHORA DO NÍVEL DE SAÚDE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Atenção Hospitalar Produtos Iniciais • Pessoal • Maquinário Produtos Intermediários • Tempo de Permanência • Intervenções Cirúrgicas • Exames Radiológicos • Exames Laboratoriais Produtos Finais • Diagnósticos de Alta
  9. 9. Atenção hospitalar Classificação dos pacientes segundo a complexidade atendida
  10. 10. Grupos isoenfermidade Grupos isodiagnóstico Grupos isocomplexidade Grupos isorecurso Grupos isoresultado Grupos isovalor
  11. 11. A existência de sistemas de classificação de pacientes, com critérios clínicos e econômicos, é um requisito para transformar os tipos de pacientes, teoricamente infinitos, em um conjunto reduzido de classes que permita o manejo de informação útil para a avaliação. Os Grupos Relacionados com o Diagnóstico (GRD) é o sistema de classificação de pacientes hospitalares mais propagados utilizado de maneira sistemática nos EE.UU., Europa, Austrália, e no processo de introdução em diversos países é um sistema de classificação de episódios de hospitalização nos quais os pacientes de uma mesma classe se espera que tenham um consumo similar de recursos em virtude de sua similaridade clínica. O uso adequado dos GRD depende, de maneira absoluta, da exaustividade, precisão e qualidade dos dados básicos de alta, especialmente as variáveis clínicas, diagnósticos e procedimentos. Um sistemadeclassificaçãode pacientes
  12. 12. Algoritmo de classificação Os GRD (Versão HCFA 16.0) incluem 511 classes, em cuja configuração intervém o diagnóstico principal, os procedimentos, a presença ou ausência de diagnósticos secundários relevantes e a circunstância da alta junto com a idade. Na figura anexa se mostra o algoritmo básico de classificação dos episódios a partir dos dados do CMBD. A qualidade da informação, especialmente da informação clínica, recolhida no CMBD (conjunto mínimo básico de dados) da alta hospitalar, obtido a partir do relatório de alta e adequadamente codificado é fundamental para garantir um correto agrupamento do paciente e, portanto para a análise posterior dos resultados.
  13. 13. Todo DRG tem um custo associado – O custo varia segundo o hospital, – Mas nos USA se procedeu a uma validação de custos padrão – O ideal é ter um sistema de custos próprio – Mas: – O CatSalut utiliza os custos de Medicare(HCFA)
  14. 14. Complexidade hospitalar – A cada DRG se associa um peso relativo de custo em relação ao padrão – Se associarmos peso relativo a complexidade atendida, podemos conhecer qual é o mix de casos atendidos a partir da óptica da complexidade no hospital ( e por extensão ao sistema)
  15. 15. • Peso médio de complexidade atendida do hospital n. : somatória (nh* Pr DRGnh) • PMhn = somatória nh
  16. 16. 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 90,0% 100,0% 373 389 074 208 461 252 001 197 267 368 319 148 200 176 244 400 272 338 394 %delCaseMix GRD Distribuição Case Mix OSS 24 GRD 60,2% 68 GRD 80,2% 100% = 369 GRD
  17. 17. DRG DESCRIÇÃO CASOS PORCENTAGEM EM 373 PARTO VAGINAL NÃO COMPLICADO 14.538 24,17% 2,6 371 CESÁREA NÃO COMPLICADA 3.419 5,68% 3,1 091 PNEUMONIA EM MENORES DE 18 ANOS 2.578 4,29% 7,6 381 ABORTO COM CURETAGEM 2.083 3,46% 1,9 384 OUTROS DIAGNÓSTICOS PREPARTO SEM COMPLICAÇÃO MÉDICA 1.082 1,80% 3,0 090 PNEUMONIA EM MAIORES DE 18 ANOS 1.042 1,73% 9,7 127 INSUFICIÊNCIA CARDÍACA 981 1,63% 8,3 098 BRONQUITE EASMA EM MENORES DE 18 ANOS 889 1,48% 4,7 383 OUTROS DIAGNÓSTICOS PREPARTO CON COMPLICAÇÃO MEDICA 860 1,43% 4,3 163 INTERVENÇÕES HÉRNIAS EM MENORES DE 18 ANOS 775 1,29% 0,8 5,3
  18. 18. Macrogestão –Os dados podem nos ajudar comprar melhor • Interpretar os resultados: – Primeiro conjunto homogêneo – Segundo hospital a hospital • Detectar as altas com maior impacto sobre o sistema • Que casuísticas queremos que nossos hospitais atendam?
  19. 19. Atenção primária Classificaçãodepessoassegu ndomorbidez atendida
  20. 20. Atenção primaria Produtos Iniciais • Pessoal • Maquinário Produtos básicos visitas • Exames Radiológicos • Exames Laboratoriais Produtos Intermediários • seguiment o DM Seguimento HTA Produtos finais Morbidez atendida/e sperada
  21. 21. Atenção primaria Produto s Iniciais • Pessoal • Maquinário Produtos básicos visitas • Exames Radiológic os • Exames Laboratori ais Produtos Intermediários • seguimento DM Seguimento HTA Produtos finais Morbidez atendida/es perada MELHORA DO NÍVEL DE SAÚDE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
  22. 22. O sistemadeveserdirecionadoparaaação pró- ativa:Estratificarapopulaçãodeacordocom o risco Gestão de casos:assistênciaadaptadaàsnecessidadesde pacientescrônicos complexos Gestão da doença:umamaiorintegraçãodoscuidado sdedoenças crônicasResponsabilidade eautonomiados pacientes Promoção dasaúdeeprevençãodefatoresde risco -Risc+
  23. 23. NíveldeBasedosCRG 1.Pessoasã 2.Pessoacomdoença aguda 3.Pessoacombaixadeumadoença crônica 4.Pessoacomumadoença crônica 5.Pessoacomumadoençacrônica significativa 6.Pessoacomdoençascrônicas significativas 7.Personacomdoençacrônica dominante 8.Pessoacomneoplasiacomplexa 9.Pessoacomaltanecessidadesde saúde Classificação de pacientes em A.P. CRG
  24. 24. O Estado de Base de CRGexcluindo hierarquicamente,atribuídoacada pessoa,começandoareveromaiorcritériodacategoria (necessidadeselevadasde saúde)econtinuandoatéencontraroestadoquedefineos critérios. Novo sistema de pagamento - alocação de terras GRUP DESCRIPCIÓ I EXEMPLES Grup 9 Persona amb necessitats sanitàries elevades (“Catastrophic Conditions”) Grup 8 Persona amb neoplàsia complexa (“Dominant and Metastatic Malignancies” ) Grup 7 Persona amb cronicitats dominants (“Dominant Chronic Disease in Three or More Organ Systems”) Grup 6 Persona amb cronicitats significatives (“Significant Chronic Disease in Multiple Organ Systems”) Grup 5 Malaltia crònica dominant o moderada única (exemples anteriors). Persona amb una cronicitat significativa (“Single Dominant or Moderate Chronic Disease”) Grup 4 Persona amb cronicitats menors (“Minor Chronic Disease in Multiple Organ Systems”) Grup 3 Malaltia crònica menor única (exemples anteriors). Persona amb una cronicitat menor (“Single Minor Chronic Disease”) Grup 2 Persona amb trastorn agut (“History of Significant Acute Disease”) Grup 1 Persona sana [inclou les Persones no usuàries (“Healthy”) Malaltia crònica menor (p.ex: bronquitis crònica, defecte septe ventricular o hiperlipidemia) en dos o més òrgans. Presència al darrer període de sis mesos d’una o més categories d’episodi agut significatiu (p.ex. Pneumonia o fractura oberta d’húmer) or un episodi de procediment sense cronicitats (p.ex.electrocardiograma). Identificat per l’absència de cronicitat, de procediments i de diagnòstics aguts significatius (és compatible amb tenir p.ex. grip o fractura trencada d’húmer i amb l’embaràs i el part). També recull episodis significatius “truncats" (presència d'un sol diagnòstic de cronicitat a l'atenció primària) . Inclou la dependència de tecnologia mèdica a llarg termini (p.ex.: diàlisi, respirador, nutrició parental total), així com malalties cròniques que marquen la vida o condicions que dominen l’assistència mèdica necessària (p.ex.: estat vegetatiu persistent , fibrosis quística, SIDA, història de trasplantament cardíac) . Una neoplàsia maligna que domina l’assistència mèdica necessària (p.ex.: neoplàsia maligna de cervell) o a neoplàsia maligna no dominant que ha metastatitzat (p.ex: neoplàsia maligna de pròstata amb neoplàsia secundària). Malaltia crònica dominant en tres o més òrgans (p.ex.: combinar MPOC, insuficiència cardíaca congestiva i diabetis melitus). Malaltia crònica significativa en múltiples òrgans, de forma que tingui dos o més malalties cròniques primàries, una de les quals dominant (exemples anteriors) o moderada (p.ex: asma, hipertensió, obesitat) . 29

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