SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 26
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
DOCENTE: ENF. CARLOS EDUARDO GONÇALVES
 A gravidez é um evento resultante da fecundação do ovulo
(ovócito) pelo espermatozoide. Habitualmente, ocorre dentro do
útero e é responsável pela geração de um novo ser. Este é um
momento de grandes transformações para a mulher, para seu
(sua) parceiro (a) e para toda a família. Durante o período da
gestação, o corpo vai se modificar lentamente, preparando-se
para o parto e para a maternidade. A gestação (gravidez) é um
fenômeno fisiológico e, por isso mesmo, sua evolução se dá, na
maior parte dos casos, sem intercorrências.
GESTAÇÃO
GESTAÇÃO
A gravidez dura 268 dias desde o
momento da conceção ou 280 dias (40
semanas) desde o primeiro dia da
última menstruação. Mas como os ciclos
menstruais variam de mulher para
mulher, o termo da gravidez também
pode oscilar entre as 37 e as 42
semanas.
GESTAÇÃO
 Diagnóstico de gravidez
As alterações fisiológicas, endócrinas e
anatômicas que acompanham a gravidez,
na maioria dos casos, fornecem evidencias
claras de uma gestação em curso.
O diagnóstico de gravidez pode ser feito
por métodos clínicos, laboratoriais e
ultrassonográficos. Os sinais e sintomas
podem ser classificados como presuntivos,
de probabilidade e positivos de gravidez.
SINTOMAS DO GRAVIDEZ
 Sinais e sintomas presuntivos de
gravidez
Relacionam – se com sinais e sintomas
gerais e subjetivos. Podem estar
presentes em outras situações que não
se caracterizam como gestação, ou até
mesmo podem ser simulados, motivo
pelo qual a presença isolada de um
deles não é sugestivo de gravidez. São
eles:
SINTOMAS DA GRAVIDEZ
 Amenorreia: ausência da menstruação, isto é, o desaparecimento
das regras em mulher já menstruada anteriormente;
 Náuseas, vômitos matutinos (enjoo matinal), ptialismo, aumento
ou diminuição do apetite;
 Aversão a odores (cigarros, alimentos, perfumes);
 Polaciúria: desejo de urinar com frequência, comum nos três ou
quatro primeiros meses e nos finais da gravidez;
SINTOMAS DA GRAVIDEZ
 Alterações das mamas: aumento de
tamanho, consistência e sensibilidade. Os
mamilos e aréolas ficam maiores, mais
escuros e a rede venosa mais evidente.
Tubérculos de Montgomery tornam – se
maiores. Presença de colostro;
 Aumento de pigmentação da linha Alba
(Linha Nigra), estrias recentes;
 Sinal de Chadwick: aspecto arroxeado ou
azul escuro da mucosa vulvar e vaginal;
GESTAÇÃO
 Sinais de probabilidade
Relacionam – se com sinais e sintomas gerais e subjetivos. Podem
estar presentes em outras situações que não caracterizam como
gestação, ou podem ser simulados, motivo pelo qual a presença
isolada de um deles não é sugestivo de gravidez. A ocorrência de
dois ou mais, simultaneamente, constitui uma evidencia de
gravidez. Os sinais são:
 Aumento do abdome: evidencia – se por volta do terceiro ao
quinto mês de gestação;
 Modificações na forma, volume e consistência do útero,
perceptíveis pelo toque
 Amolecimento do colo já no inicio do segundo mês de gestação;
 Palpação do contorno fetal. Deve – se descartar a probabilidade
de tumores que poderiam simular partes fetais;
 Teste imunológico de gravidez: pela pesquisa de gonadotrofina
coriônica humana na urina. São possíveis resultados tanto falso-
negativos quanto falso-positivos.
GESTAÇÃO
 Sinais positivos de
gravidez
São três os sinais positivos,
que emanam do feto:
Presença dos batimentos
cardíacos fetais (BCF), que
são detectados pelo sonar a
partir de 12 semanas e pelo
Pinard a partir de 20 semanas;
GESTAÇÃO
 Percepção de partes do feto e de seus movimentos ativos:
 Visualização do contorno esquelético fetal: é possível por
meio de exposição dos raios X ou ultrassom.
 A exposição aos raios X não é isenta de risco para o feto;
deve ser evitada como método diagnostico,
particularmente no inicio da gestação.
GESTAÇÃO
 Palpação obstétrica e medida da altura uterina (AU).
 Objetivos:
 Identificar o crescimento fetal;
 Diagnosticar os desvios da normalidade a partir da relação entre a
altura uterina e a idade gestacional;
 Identificar a situação e a apresentação fetal.
PALPAÇÃO OBSTÉTRICA
 A palpação obstétrica deve ser realizada antes da medida da
altura uterina. Ela deve iniciar-se pela delimitação do fundo
uterino, bem como de todo o contorno da superfície uterina (esse
procedimento reduz o risco de erro da medida da altura uterina). A
identificação da situação e da apresentação fetal é feita por meio
da palpação obstétrica, procurando identificar os pólos cefálico e
pélvico e o dorso fetal, facilmente identificados a partir do terceiro
trimestre.
MANOBRA DE LEOPOLD
 Quando iniciar a manobra de Leopold?
 A manobra de Leopold é realizada para a verificação da posição
e da apre- sentação fetal no útero. Essa manobra é realizada por
meio da palpação em quatro tempos, como veremos a seguir. Sua
realização é indicada a partir da 28ª semana, sendo que a AU e
os BCF podem ser avaliados a partir da 12ª semana de gestação.
MANOBRA DE LEOPOLD
MANOBRA DE LEOPOLD
 O feto pode estar em situação longitudinal (mais comum) ou
transversa. A situação transversa reduz a medida de altura
uterina, podendo falsear sua relação com a idade gestacional. As
apresentações mais frequentes são a cefálica e a pélvica.
MANOBRA DE LEOPOLD
MANOBRA DE LEOPOLD
 A situação transversa e a
apresentação pélvica em fim
de gestação podem significar
risco no momento do parto.
Nessas condições, a mulher
deve ser, sempre, referida
para unidade hospitalar com
condições de atender
distocia.
GESTAÇÃO
Modificações do organismo materno
Modificações sistêmicas:
A) Postura e deambulação
Lordose da coluna lombar e modificações na deambulação.
B) Sistema cardiovascular
Diminuição da pressão arterial.
De 3 a 5 mmHg na pressão sistólica;
De 5 a 15 mmHg na diastólica;
GESTAÇÃO
C) Circulação cutânea
Aumento da sudorese e do calor.
D) Pressão venosa
Apresenta – se aumentada três vezes mais nos membros
inferiores, devido à compressão das veias abdominais e
pélvicas. Tendência a edema de membros inferiores, hipotensão,
lipotimia, varizes e hemorroidas.
GESTAÇÃO
E) Sistema sanguíneo
Aumento na produção de hemácias, daí a necessidade de
suplementação de ferro;
F) Sistema urinário
Alterações anatômicas e funcionais predispõem a gestante à alta
incidência de infecção;
G) Sistema respiratório
Há um maior valor de sangue sendo oxigenado nos pulmões para
suprimir as necessidades do feto. O aumento nas taxas hormonais, próprio
da gestação, causa dispneia na gestante.
GESTAÇÃO
H) Sistema respiratório
Há um maior valor de sangue sendo oxigenado nos pulmões
para suprimir as necessidades do feto. O aumento nas taxas
hormonais, próprio da gestação, causa dispneia na gestante.
I) Sistema digestivo
Mais de 50% das gestantes relatam o aumento do apetite e da
sede. Náuseas e vômitos são comuns devido à diminuição do tônus
e da motricidade intestinal. A vesícula biliar apresenta retardo no
esvaziamento, determinando tendencia à colelitíase (cálculos).
GESTAÇÃO
J) Ossos e articulações
Poderá ocorrer insuficiência de cálcio na matriz óssea por
deficiência na ingestão desse nutriente.
L) Pele
Aumento na pigmentação da pele: face (cloasmas
gravídicos e pigmentação geral (vulva, períneo, nariz e linha
nigra, aréola mamária);
Estrias: aparecem após o sexto mês no abdome, nas
mamas, nos flancos e na região sacral e lombar;
GESTAÇÃO
M) Pele
 Aumento na pigmentação da pele: face (cloasmas gravídicos e
pigmentação geral (vulva, períneo, nariz e linha nigra, aréola
mamária);
 Estrias: aparecem após o sexto mês no abdome, nas mamas,
nos flancos e na região sacral e lombar;
GESTAÇÃO
N) Ganho de peso
Entre 10 e 12,5 kg, assim distribuídos:
Feto: 3.400 gramas;
Placenta: 650 gramas;
Útero: 900 gramas;
Líquido: 800 a 1000 gramas;
Mamas: 400 a 500 gramas;
Volume sanguíneo: 1300 a 1500 gramas;
Liquido extracelular: 1500 gramas;
Excedente: 2300 a 3300 gramas de gordura.
GESTAÇÃO
 Modificações no aparelho reprodutor
O útero não gravídico mede 7 cm de comprimento, atinge,
durante a gravidez, até 34 cm, e seu peso, que normalmente
é de 100 a 150 g, poderá chegar até a 900 g. No primeiro
trimestre, ocorre espaçamento das paredes uterinas, que
atinge o auge o quarto mês de gestação.

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a AULA 5 GESTANTE.pptx

Enfermagem Materno - Infantil Slide 1.pptx
Enfermagem Materno - Infantil Slide 1.pptxEnfermagem Materno - Infantil Slide 1.pptx
Enfermagem Materno - Infantil Slide 1.pptxAnaKarolina50033
 
Reprodução humana e crescimento ppt
Reprodução humana e crescimento pptReprodução humana e crescimento ppt
Reprodução humana e crescimento ppt5feugeniocastro
 
Resumo pre natal de baixo risco 1
Resumo pre natal de baixo risco 1Resumo pre natal de baixo risco 1
Resumo pre natal de baixo risco 1Auro Gonçalves
 
Descolamento Prematuro da Placenta e Placenta Prévia - Saúde da Mulher
Descolamento Prematuro da Placenta e Placenta Prévia - Saúde da MulherDescolamento Prematuro da Placenta e Placenta Prévia - Saúde da Mulher
Descolamento Prematuro da Placenta e Placenta Prévia - Saúde da MulherEnfº Ícaro Araújo
 
SAÚDE DA MULHER E DA CRIANÇA II PARA ENFERMAGEM
SAÚDE DA MULHER E DA CRIANÇA II  PARA ENFERMAGEMSAÚDE DA MULHER E DA CRIANÇA II  PARA ENFERMAGEM
SAÚDE DA MULHER E DA CRIANÇA II PARA ENFERMAGEMMagnoSouza37
 
Modificaesnoorganismodagestante 120814201519-phpapp02
Modificaesnoorganismodagestante 120814201519-phpapp02Modificaesnoorganismodagestante 120814201519-phpapp02
Modificaesnoorganismodagestante 120814201519-phpapp02Iriene Castro
 
Conhecendo A Fisiologia Da GestaçãO JúNia Mata
Conhecendo A Fisiologia Da GestaçãO  JúNia MataConhecendo A Fisiologia Da GestaçãO  JúNia Mata
Conhecendo A Fisiologia Da GestaçãO JúNia Mataguestaeeeaa5
 
Endocrinologia do ciclo gravídico puerperal zulivam para apresentar
Endocrinologia do ciclo gravídico puerperal zulivam para apresentarEndocrinologia do ciclo gravídico puerperal zulivam para apresentar
Endocrinologia do ciclo gravídico puerperal zulivam para apresentarZulivam Yaluzan
 
Diagnóstico de Gravidez na Atenção Básica
Diagnóstico de Gravidez na Atenção BásicaDiagnóstico de Gravidez na Atenção Básica
Diagnóstico de Gravidez na Atenção Básicamarianagusmao39
 
Assistência pre natal - gestante de baixo risco
Assistência pre natal - gestante de baixo riscoAssistência pre natal - gestante de baixo risco
Assistência pre natal - gestante de baixo riscoyasminroriz3
 
SESSÃOCLÍNICAANDRÉ.pptx
SESSÃOCLÍNICAANDRÉ.pptxSESSÃOCLÍNICAANDRÉ.pptx
SESSÃOCLÍNICAANDRÉ.pptxAndrMarinho41
 
INTERCORRENCIAS CLINICAS E OBSTÉTRICAS MAIS FREQUENTES.ppt
INTERCORRENCIAS CLINICAS E OBSTÉTRICAS MAIS FREQUENTES.pptINTERCORRENCIAS CLINICAS E OBSTÉTRICAS MAIS FREQUENTES.ppt
INTERCORRENCIAS CLINICAS E OBSTÉTRICAS MAIS FREQUENTES.pptDokiNorkis
 
Dermatologia na gestante
Dermatologia na gestanteDermatologia na gestante
Dermatologia na gestantegloryal
 
slide aula síndromes hemorrágicas enp 375 2020.ppt
slide aula síndromes hemorrágicas enp 375 2020.pptslide aula síndromes hemorrágicas enp 375 2020.ppt
slide aula síndromes hemorrágicas enp 375 2020.pptFrancielttonsantos
 
Distociasepartograma1 141026161540-conversion-gate01
Distociasepartograma1 141026161540-conversion-gate01Distociasepartograma1 141026161540-conversion-gate01
Distociasepartograma1 141026161540-conversion-gate01Solrac Alves
 

Semelhante a AULA 5 GESTANTE.pptx (20)

Enfermagem Materno - Infantil Slide 1.pptx
Enfermagem Materno - Infantil Slide 1.pptxEnfermagem Materno - Infantil Slide 1.pptx
Enfermagem Materno - Infantil Slide 1.pptx
 
Reprodução humana e crescimento ppt
Reprodução humana e crescimento pptReprodução humana e crescimento ppt
Reprodução humana e crescimento ppt
 
Resumo pre natal de baixo risco 1
Resumo pre natal de baixo risco 1Resumo pre natal de baixo risco 1
Resumo pre natal de baixo risco 1
 
Descolamento Prematuro da Placenta e Placenta Prévia - Saúde da Mulher
Descolamento Prematuro da Placenta e Placenta Prévia - Saúde da MulherDescolamento Prematuro da Placenta e Placenta Prévia - Saúde da Mulher
Descolamento Prematuro da Placenta e Placenta Prévia - Saúde da Mulher
 
Saúde da Mulher 3
Saúde da Mulher 3Saúde da Mulher 3
Saúde da Mulher 3
 
2914516.ppt
2914516.ppt2914516.ppt
2914516.ppt
 
SAÚDE DA MULHER E DA CRIANÇA II PARA ENFERMAGEM
SAÚDE DA MULHER E DA CRIANÇA II  PARA ENFERMAGEMSAÚDE DA MULHER E DA CRIANÇA II  PARA ENFERMAGEM
SAÚDE DA MULHER E DA CRIANÇA II PARA ENFERMAGEM
 
PNBR 2016
PNBR 2016PNBR 2016
PNBR 2016
 
Modificaesnoorganismodagestante 120814201519-phpapp02
Modificaesnoorganismodagestante 120814201519-phpapp02Modificaesnoorganismodagestante 120814201519-phpapp02
Modificaesnoorganismodagestante 120814201519-phpapp02
 
Conhecendo A Fisiologia Da GestaçãO JúNia Mata
Conhecendo A Fisiologia Da GestaçãO  JúNia MataConhecendo A Fisiologia Da GestaçãO  JúNia Mata
Conhecendo A Fisiologia Da GestaçãO JúNia Mata
 
Endocrinologia do ciclo gravídico puerperal zulivam para apresentar
Endocrinologia do ciclo gravídico puerperal zulivam para apresentarEndocrinologia do ciclo gravídico puerperal zulivam para apresentar
Endocrinologia do ciclo gravídico puerperal zulivam para apresentar
 
Diagnóstico de Gravidez na Atenção Básica
Diagnóstico de Gravidez na Atenção BásicaDiagnóstico de Gravidez na Atenção Básica
Diagnóstico de Gravidez na Atenção Básica
 
Gestante I.pdf
Gestante I.pdfGestante I.pdf
Gestante I.pdf
 
Seminário aborto 8 ano
Seminário aborto 8 anoSeminário aborto 8 ano
Seminário aborto 8 ano
 
Assistência pre natal - gestante de baixo risco
Assistência pre natal - gestante de baixo riscoAssistência pre natal - gestante de baixo risco
Assistência pre natal - gestante de baixo risco
 
SESSÃOCLÍNICAANDRÉ.pptx
SESSÃOCLÍNICAANDRÉ.pptxSESSÃOCLÍNICAANDRÉ.pptx
SESSÃOCLÍNICAANDRÉ.pptx
 
INTERCORRENCIAS CLINICAS E OBSTÉTRICAS MAIS FREQUENTES.ppt
INTERCORRENCIAS CLINICAS E OBSTÉTRICAS MAIS FREQUENTES.pptINTERCORRENCIAS CLINICAS E OBSTÉTRICAS MAIS FREQUENTES.ppt
INTERCORRENCIAS CLINICAS E OBSTÉTRICAS MAIS FREQUENTES.ppt
 
Dermatologia na gestante
Dermatologia na gestanteDermatologia na gestante
Dermatologia na gestante
 
slide aula síndromes hemorrágicas enp 375 2020.ppt
slide aula síndromes hemorrágicas enp 375 2020.pptslide aula síndromes hemorrágicas enp 375 2020.ppt
slide aula síndromes hemorrágicas enp 375 2020.ppt
 
Distociasepartograma1 141026161540-conversion-gate01
Distociasepartograma1 141026161540-conversion-gate01Distociasepartograma1 141026161540-conversion-gate01
Distociasepartograma1 141026161540-conversion-gate01
 

Mais de EduardoFatdukbrGonal

AULA 03- ECÉM-NASCIDO PREMATURO E PÓS-TERMO.pptx
AULA 03- ECÉM-NASCIDO PREMATURO E PÓS-TERMO.pptxAULA 03- ECÉM-NASCIDO PREMATURO E PÓS-TERMO.pptx
AULA 03- ECÉM-NASCIDO PREMATURO E PÓS-TERMO.pptxEduardoFatdukbrGonal
 
AULA 02- BERÇÁRIO PATOLÓGICO.pptx
AULA 02- BERÇÁRIO PATOLÓGICO.pptxAULA 02- BERÇÁRIO PATOLÓGICO.pptx
AULA 02- BERÇÁRIO PATOLÓGICO.pptxEduardoFatdukbrGonal
 
AULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptx
AULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptxAULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptx
AULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptxEduardoFatdukbrGonal
 
AULA 4 PLANEJAMENTO REPRODUTIVO.pptx
AULA 4  PLANEJAMENTO REPRODUTIVO.pptxAULA 4  PLANEJAMENTO REPRODUTIVO.pptx
AULA 4 PLANEJAMENTO REPRODUTIVO.pptxEduardoFatdukbrGonal
 
AULA 3 ASSISTÊNCIA PRÉ-NUPCIONAL.pptx
AULA 3 ASSISTÊNCIA PRÉ-NUPCIONAL.pptxAULA 3 ASSISTÊNCIA PRÉ-NUPCIONAL.pptx
AULA 3 ASSISTÊNCIA PRÉ-NUPCIONAL.pptxEduardoFatdukbrGonal
 

Mais de EduardoFatdukbrGonal (7)

AULA 03- ECÉM-NASCIDO PREMATURO E PÓS-TERMO.pptx
AULA 03- ECÉM-NASCIDO PREMATURO E PÓS-TERMO.pptxAULA 03- ECÉM-NASCIDO PREMATURO E PÓS-TERMO.pptx
AULA 03- ECÉM-NASCIDO PREMATURO E PÓS-TERMO.pptx
 
AULA 02- BERÇÁRIO PATOLÓGICO.pptx
AULA 02- BERÇÁRIO PATOLÓGICO.pptxAULA 02- BERÇÁRIO PATOLÓGICO.pptx
AULA 02- BERÇÁRIO PATOLÓGICO.pptx
 
AULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptx
AULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptxAULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptx
AULA 01- SEMIOLOGIA PEDIATRICA (1).pptx
 
AULA 4 PLANEJAMENTO REPRODUTIVO.pptx
AULA 4  PLANEJAMENTO REPRODUTIVO.pptxAULA 4  PLANEJAMENTO REPRODUTIVO.pptx
AULA 4 PLANEJAMENTO REPRODUTIVO.pptx
 
AULA 3 ASSISTÊNCIA PRÉ-NUPCIONAL.pptx
AULA 3 ASSISTÊNCIA PRÉ-NUPCIONAL.pptxAULA 3 ASSISTÊNCIA PRÉ-NUPCIONAL.pptx
AULA 3 ASSISTÊNCIA PRÉ-NUPCIONAL.pptx
 
AULA 2, REPRODUÇÃO.pptx
AULA 2, REPRODUÇÃO.pptxAULA 2, REPRODUÇÃO.pptx
AULA 2, REPRODUÇÃO.pptx
 
AULA 1 CLINICA OBSTÉTRICA.pptx
AULA 1 CLINICA OBSTÉTRICA.pptxAULA 1 CLINICA OBSTÉTRICA.pptx
AULA 1 CLINICA OBSTÉTRICA.pptx
 

Último

Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemAula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemCarlosLinsJr
 
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptxAula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptxAndersonMoreira538200
 
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdfAULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdfLviaParanaguNevesdeL
 
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTOPROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTOvilcielepazebem
 
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALDEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALCarlosLinsJr
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfEduardoSilva185439
 
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfAULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfLviaParanaguNevesdeL
 
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obrasosnikobus1
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdfHELLEN CRISTINA
 
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdfAULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdfLviaParanaguNevesdeL
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdfHELLEN CRISTINA
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfMarceloMonteiro213738
 
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinaaula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinajarlianezootecnista
 
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdfNutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdfThiagoAlmeida458596
 
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptxAULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptxEnfaVivianeCampos
 

Último (15)

Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemAula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
 
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptxAula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
 
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdfAULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
 
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTOPROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
 
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALDEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
 
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfAULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
 
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
 
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdfAULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdf
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
 
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinaaula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
 
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdfNutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
 
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptxAULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
 

AULA 5 GESTANTE.pptx

  • 1. GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DOCENTE: ENF. CARLOS EDUARDO GONÇALVES
  • 2.  A gravidez é um evento resultante da fecundação do ovulo (ovócito) pelo espermatozoide. Habitualmente, ocorre dentro do útero e é responsável pela geração de um novo ser. Este é um momento de grandes transformações para a mulher, para seu (sua) parceiro (a) e para toda a família. Durante o período da gestação, o corpo vai se modificar lentamente, preparando-se para o parto e para a maternidade. A gestação (gravidez) é um fenômeno fisiológico e, por isso mesmo, sua evolução se dá, na maior parte dos casos, sem intercorrências. GESTAÇÃO
  • 3. GESTAÇÃO A gravidez dura 268 dias desde o momento da conceção ou 280 dias (40 semanas) desde o primeiro dia da última menstruação. Mas como os ciclos menstruais variam de mulher para mulher, o termo da gravidez também pode oscilar entre as 37 e as 42 semanas.
  • 4. GESTAÇÃO  Diagnóstico de gravidez As alterações fisiológicas, endócrinas e anatômicas que acompanham a gravidez, na maioria dos casos, fornecem evidencias claras de uma gestação em curso. O diagnóstico de gravidez pode ser feito por métodos clínicos, laboratoriais e ultrassonográficos. Os sinais e sintomas podem ser classificados como presuntivos, de probabilidade e positivos de gravidez.
  • 5. SINTOMAS DO GRAVIDEZ  Sinais e sintomas presuntivos de gravidez Relacionam – se com sinais e sintomas gerais e subjetivos. Podem estar presentes em outras situações que não se caracterizam como gestação, ou até mesmo podem ser simulados, motivo pelo qual a presença isolada de um deles não é sugestivo de gravidez. São eles:
  • 6. SINTOMAS DA GRAVIDEZ  Amenorreia: ausência da menstruação, isto é, o desaparecimento das regras em mulher já menstruada anteriormente;  Náuseas, vômitos matutinos (enjoo matinal), ptialismo, aumento ou diminuição do apetite;  Aversão a odores (cigarros, alimentos, perfumes);  Polaciúria: desejo de urinar com frequência, comum nos três ou quatro primeiros meses e nos finais da gravidez;
  • 7. SINTOMAS DA GRAVIDEZ  Alterações das mamas: aumento de tamanho, consistência e sensibilidade. Os mamilos e aréolas ficam maiores, mais escuros e a rede venosa mais evidente. Tubérculos de Montgomery tornam – se maiores. Presença de colostro;  Aumento de pigmentação da linha Alba (Linha Nigra), estrias recentes;  Sinal de Chadwick: aspecto arroxeado ou azul escuro da mucosa vulvar e vaginal;
  • 8. GESTAÇÃO  Sinais de probabilidade Relacionam – se com sinais e sintomas gerais e subjetivos. Podem estar presentes em outras situações que não caracterizam como gestação, ou podem ser simulados, motivo pelo qual a presença isolada de um deles não é sugestivo de gravidez. A ocorrência de dois ou mais, simultaneamente, constitui uma evidencia de gravidez. Os sinais são:
  • 9.  Aumento do abdome: evidencia – se por volta do terceiro ao quinto mês de gestação;  Modificações na forma, volume e consistência do útero, perceptíveis pelo toque  Amolecimento do colo já no inicio do segundo mês de gestação;  Palpação do contorno fetal. Deve – se descartar a probabilidade de tumores que poderiam simular partes fetais;  Teste imunológico de gravidez: pela pesquisa de gonadotrofina coriônica humana na urina. São possíveis resultados tanto falso- negativos quanto falso-positivos.
  • 10. GESTAÇÃO  Sinais positivos de gravidez São três os sinais positivos, que emanam do feto: Presença dos batimentos cardíacos fetais (BCF), que são detectados pelo sonar a partir de 12 semanas e pelo Pinard a partir de 20 semanas;
  • 11. GESTAÇÃO  Percepção de partes do feto e de seus movimentos ativos:  Visualização do contorno esquelético fetal: é possível por meio de exposição dos raios X ou ultrassom.  A exposição aos raios X não é isenta de risco para o feto; deve ser evitada como método diagnostico, particularmente no inicio da gestação.
  • 12. GESTAÇÃO  Palpação obstétrica e medida da altura uterina (AU).  Objetivos:  Identificar o crescimento fetal;  Diagnosticar os desvios da normalidade a partir da relação entre a altura uterina e a idade gestacional;  Identificar a situação e a apresentação fetal.
  • 13. PALPAÇÃO OBSTÉTRICA  A palpação obstétrica deve ser realizada antes da medida da altura uterina. Ela deve iniciar-se pela delimitação do fundo uterino, bem como de todo o contorno da superfície uterina (esse procedimento reduz o risco de erro da medida da altura uterina). A identificação da situação e da apresentação fetal é feita por meio da palpação obstétrica, procurando identificar os pólos cefálico e pélvico e o dorso fetal, facilmente identificados a partir do terceiro trimestre.
  • 14. MANOBRA DE LEOPOLD  Quando iniciar a manobra de Leopold?  A manobra de Leopold é realizada para a verificação da posição e da apre- sentação fetal no útero. Essa manobra é realizada por meio da palpação em quatro tempos, como veremos a seguir. Sua realização é indicada a partir da 28ª semana, sendo que a AU e os BCF podem ser avaliados a partir da 12ª semana de gestação.
  • 16. MANOBRA DE LEOPOLD  O feto pode estar em situação longitudinal (mais comum) ou transversa. A situação transversa reduz a medida de altura uterina, podendo falsear sua relação com a idade gestacional. As apresentações mais frequentes são a cefálica e a pélvica.
  • 18. MANOBRA DE LEOPOLD  A situação transversa e a apresentação pélvica em fim de gestação podem significar risco no momento do parto. Nessas condições, a mulher deve ser, sempre, referida para unidade hospitalar com condições de atender distocia.
  • 19. GESTAÇÃO Modificações do organismo materno Modificações sistêmicas: A) Postura e deambulação Lordose da coluna lombar e modificações na deambulação. B) Sistema cardiovascular Diminuição da pressão arterial. De 3 a 5 mmHg na pressão sistólica; De 5 a 15 mmHg na diastólica;
  • 20. GESTAÇÃO C) Circulação cutânea Aumento da sudorese e do calor. D) Pressão venosa Apresenta – se aumentada três vezes mais nos membros inferiores, devido à compressão das veias abdominais e pélvicas. Tendência a edema de membros inferiores, hipotensão, lipotimia, varizes e hemorroidas.
  • 21. GESTAÇÃO E) Sistema sanguíneo Aumento na produção de hemácias, daí a necessidade de suplementação de ferro; F) Sistema urinário Alterações anatômicas e funcionais predispõem a gestante à alta incidência de infecção; G) Sistema respiratório Há um maior valor de sangue sendo oxigenado nos pulmões para suprimir as necessidades do feto. O aumento nas taxas hormonais, próprio da gestação, causa dispneia na gestante.
  • 22. GESTAÇÃO H) Sistema respiratório Há um maior valor de sangue sendo oxigenado nos pulmões para suprimir as necessidades do feto. O aumento nas taxas hormonais, próprio da gestação, causa dispneia na gestante. I) Sistema digestivo Mais de 50% das gestantes relatam o aumento do apetite e da sede. Náuseas e vômitos são comuns devido à diminuição do tônus e da motricidade intestinal. A vesícula biliar apresenta retardo no esvaziamento, determinando tendencia à colelitíase (cálculos).
  • 23. GESTAÇÃO J) Ossos e articulações Poderá ocorrer insuficiência de cálcio na matriz óssea por deficiência na ingestão desse nutriente. L) Pele Aumento na pigmentação da pele: face (cloasmas gravídicos e pigmentação geral (vulva, períneo, nariz e linha nigra, aréola mamária); Estrias: aparecem após o sexto mês no abdome, nas mamas, nos flancos e na região sacral e lombar;
  • 24. GESTAÇÃO M) Pele  Aumento na pigmentação da pele: face (cloasmas gravídicos e pigmentação geral (vulva, períneo, nariz e linha nigra, aréola mamária);  Estrias: aparecem após o sexto mês no abdome, nas mamas, nos flancos e na região sacral e lombar;
  • 25. GESTAÇÃO N) Ganho de peso Entre 10 e 12,5 kg, assim distribuídos: Feto: 3.400 gramas; Placenta: 650 gramas; Útero: 900 gramas; Líquido: 800 a 1000 gramas; Mamas: 400 a 500 gramas; Volume sanguíneo: 1300 a 1500 gramas; Liquido extracelular: 1500 gramas; Excedente: 2300 a 3300 gramas de gordura.
  • 26. GESTAÇÃO  Modificações no aparelho reprodutor O útero não gravídico mede 7 cm de comprimento, atinge, durante a gravidez, até 34 cm, e seu peso, que normalmente é de 100 a 150 g, poderá chegar até a 900 g. No primeiro trimestre, ocorre espaçamento das paredes uterinas, que atinge o auge o quarto mês de gestação.