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Experiência, avanços e desafios na elaboração de diretrizes clínicas
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Financeiros:
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Permite o uso de isenções em projetos de interesse do Ministé...
• Afiliado à Johns Hopkins Medicine
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Objetivo:
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Projeto: Desenvolvimento de Diretrizes
Clínico-Assistenciais para o SUS
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Guias:
 Declaração e manejo de conflitos
de interesses (em revisão final)
 Adaptação de diretrizes
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Workshops
 1º Edição: 15 a 17-fev-17 (30
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 2ª Edição: Planejamento 2017/2
 Participação ativa de profiss...
Atendendo G-I-N Standards:
Duas diretrizes originais.
Metodologia de acordo com Manual
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PRÓXIMOS PASSOS
 Finalização 2016-2017 e
planejamento 2018-2020
 Aumento de escala:
 Desenvolvimento
 Atualização
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Outras iniciativas envolvendo Diretrizes e ATS
Aprovados PROADI-SUS
 ATS hospitalar, microcusteio e apoio às atividades d...
Experiência, avanços e desafios na elaboração de diretrizes clínicas
A cooperação do Hospital Moinhos de
Vento na elaboraç...
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A cooperação do Hospital Moinhos de Vento na elaboração de diretrizes clínicas para o SUS

  1. 1. Experiência, avanços e desafios na elaboração de diretrizes clínicas A cooperação do Hospital Moinhos de Vento na elaboração de diretrizes clínicas para o SUS Maicon Falavigna maicon.falavigna@hmv.org.br 06 de dezembro de 2016
  2. 2. Potenciais Conflitos de Interesse Financeiros: • Funcionário: Hospital Moinhos de Vento / PROADI-SUS • Sócio: HTANALYZE Economia e Gestão em Saúde (sem envolvimento direto em atividades com instituições com fins lucrativos) Não Financeiros: • Pesquisador IATS • Membro GRADE Working Group • Publicações relevantes na área de Diretrizes Clínico- Assistenciais
  3. 3. Legislação específica – Parceria com hospitais filantrópicos Permite o uso de isenções em projetos de interesse do Ministério Estudos de Avaliação e Incorporação de Tecnologia Capacitação de Recursos Humanos Pesquisas de Interesse Público em Saúde Desenvolvimento de Técnicas e Operação de Gestão em Serviços de Saúde Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS)
  4. 4. • Afiliado à Johns Hopkins Medicine • Núcleo de Avaliação de Tecnologias em Saúde (2014) • Mais de 100 protocolos clínicos • 18 cursos de pós-graduação • 10 programas de residência médica • 2017: Curso de Graduação em Enfermagerm HOSPITAL MOINHOS DE VENTO PORTO ALEGRE - RS
  5. 5. • 100% SUS • Viabilizado pelo PROADI-SUS • Região vulnerável de Porto Alegre • 87 leitos (projeção 121) • Escola Técnica – 950 profissionais formados • Modelo de Gestão • Núcleo de Epidemiologia • > 30 Protocolos Clínicos • Modelo de adaptação de protocolos HOSPITAL RESTINGA E EXTREMO SUL PORTO ALEGRE - RS
  6. 6. PROTOC OLOS C LÍNIC OS R E O M E N D A Ç Õ E S DIRE TRIZE S TE RAPÊ UTIC AS D I R E T R I Z E SGUIAS C LÍNIC AS P C D S DIRE TRIZE S ASSISTE NC IAIS P R O O C O L O S Documentos com recomendações de condutas clínico-assistenciais G U D E L I N E S
  7. 7. Documentos com recomendações de condutas clínico-assistenciais Diretriz: guiar a prática Recomendação – Informativa: NÍVEL DE EVIDÊNCIA FORÇA DA RECOMENDAÇÃO O quão certos estamos dos benefícios e riscos Com que ênfase indicamos ou contraindicamos uma conduta
  8. 8. Documentos com recomendações de condutas clínico-assistenciais RECOMENDAÇÃO Lado da balança: Direção da recomendação (a favor ou contra) Equilíbrio entre vantagens e desvantagens
  9. 9. Documentos com recomendações de condutas clínico-assistenciais RECOMENDAÇÃO Inclinação: Força da recomendação (forte ou fraca) Equilíbrio entre vantagens e desvantagens
  10. 10. Documentos com recomendações de condutas clínico-assistenciais Cenário: UM HOSPITAL UMESTADO UM PAÍS Padronização da prática Eficiência: desfechos em saúde e utilização de recursos MAIOR RESPONSABILIDADE MELHOR RECOMENDAÇÃO POSSÍVEL
  11. 11. Rigor metodológico Independência editorial Transparência Onze componentes-chave para diretrizes com alta qualidade e credibilidade:
  12. 12. Envolvimento de Stakeholders 1 - Inclusão de diferentes stakeholders, como profissionais em saúde, metodologistas, especialistas nos tópicos e pacientes
  13. 13. 2 - Definição a priori e descrição do processo utilizado para consenso. Envolvimento de Stakeholders Processo de tomada de decisão
  14. 14. 3 - Declaração e manejo de conflitos de interesse (financeiros e não-financeiros) Envolvimento de Stakeholders Processo de tomada de decisão Conflitos de interesse
  15. 15. 4 - Escopo e objetivos específicos Envolvimento de Stakeholders Processo de tomada de decisão Conflitos de interesse Escopo
  16. 16. 5 - Descrição detalhada e clara dos métodos de desenvolvimento da diretriz Envolvimento de Stakeholders Processo de tomada de decisão Conflitos de interesse Escopo Descrição de Métodos
  17. 17. 6 – Uso de Revisões Sistemáticas Envolvimento de Stakeholders Processo de tomada de decisão Conflitos de interesse Escopo Descrição de Métodos Revisões Sistemáticas
  18. 18. 7 - Recomendações claras e baseadas em evidências para benefícios, riscos e custos. Envolvimento de Stakeholders Processo de tomada de decisão Conflitos de interesse Escopo Descrição de Métodos Revisões Sistemáticas Desenvolvimento de recomendações
  19. 19. 8 - Utilização de sistema de graduação para informar a qualidade e confiança da evidência e a força da recomendação Envolvimento de Stakeholders Processo de tomada de decisão Conflitos de interesse Escopo Descrição de Métodos Revisões Sistemáticas Desenvolvimento de recomendações Sistema para graduação
  20. 20. 9 - Revisão por stakeholders externos pré-publicação Envolvimento de Stakeholders Processo de tomada de decisão Conflitos de interesse Escopo Descrição de Métodos Revisões Sistemáticas Desenvolvimento de recomendações Sistema para graduação Peer Review
  21. 21. 10 – Estabelecimento de prazo de validade ou descrição dos processos para atualização das recomendações Envolvimento de Stakeholders Processo de tomada de decisão Conflitos de interesse Escopo Descrição de Métodos Revisões Sistemáticas Desenvolvimento de recomendações Sistema para graduação Peer Review Validade e Atualização
  22. 22. 11 - Declaração das fontes de financiamento para o desenvolvimento da diretriz Envolvimento de Stakeholders Processo de tomada de decisão Conflitos de interesse Escopo Descrição de Métodos Revisões Sistemáticas Desenvolvimento de recomendações Sistema para graduação FinanciamentoPeer Review Validade e Atualização
  23. 23. PCDTs – Experiência bem sucedida: grande escala Envolvimento de Stakeholders Processo de tomada de decisão Conflitos de interesse Escopo Descrição de Métodos Revisões Sistemáticas Desenvolvimento de recomendações Sistema para graduação FinanciamentoPeer Review Validade e Atualização Diversos pontos de melhorias nas diretrizes no Brasil:  Rigor metodológico  Transparência Alguns assuntos mais sensíveis necessitam métodos robustos
  24. 24.  Complexo  Novas revisões sistemática  Julgamento / subjetividade  Conciliamento de diferentes interesses  Demorado  OMS: 9 a 36 meses  SIGN: média 28 meses  NICE: 18 – 24 meses  Caro / Recursos  Diretrizes OMS: US$ 100.000 – 150.000  Diretrizes ARIA: US$ 300.000 (86 recomendações)  Revisões sistemáticas: US$ 10.000 – 50.000  ATS: US$ 25.000 – 80.000  Demanda de profissionais capacitados / metodologistas Qualidade Escopo
  25. 25. Cooperação Hospital Moinhos de Vento e CONITEC Objetivo: Promover melhorias no processo de desenvolvimento de diretrizes clínico- assistenciais
  26. 26. Projeto: Desenvolvimento de Diretrizes Clínico-Assistenciais para o SUS Piloto: pequena escala MATERIAIS DE MÉTODOS ELABORAÇÃO DE DIRETRIZES RECURSOS HUMANOS Planejamento de continuidade para 2018-2020
  27. 27. Guias:  Declaração e manejo de conflitos de interesses (em revisão final)  Adaptação de diretrizes Tradução: “WHO Handbook” (OMS) (em revisão final) MATERIAIS DE MÉTODOS Fechar alguns GAPs
  28. 28. Workshops  1º Edição: 15 a 17-fev-17 (30 participantes)  2ª Edição: Planejamento 2017/2  Participação ativa de profissionais diversos no processo de desenvolvimento das diretrizes RECURSOS HUMANOS Desenvolver força de trabalho especializada
  29. 29. Atendendo G-I-N Standards: Duas diretrizes originais. Metodologia de acordo com Manual da OMS:  Doença de Chagas (com SVS)  Insuficiência Cardíaca (com SAS) Duas diretrizes adaptadas:  Artrite Reumatoide  Diabetes tipo 2 ELABORAÇÃO DE DIRETRIZES Visualizar produtos finais
  30. 30. Definição do tópico Formação do grupo de trabalho Composição diversa Definição do escopo / questões da diretriz Busca e síntese de evidências Julgamentos: • Evidência • Benefícios / Riscos • Custos / recuros • Valores e preferências • Aceitação, equidade, etc. RECOMENDAÇÕES DIRETRIZ Peer review interno, externo, consulta pública VERSÃO FINAL Processo de Desenvolvimento
  31. 31. Definição do tópico Formação do grupo de trabalho Composição diversa Definição do escopo / questões da diretriz Busca e síntese de evidências Julgamentos: • Evidência • Benefícios / Riscos • Custos / recuros • Valores e preferências • Aceitação, equidade, etc. RECOMENDAÇÕES DIRETRIZ Peer review interno, externo, consulta pública VERSÃO FINAL Adaptação Seleção de Diretriz clínica de boa qualidade Verificação das questões e adaptação do escopo Atualização da busca e síntese da evidência
  32. 32. Journal of Clinical Epidemiology, 2016 Exemplo: Adaptado a partir da diretriz do ACCP
  33. 33. Forte Fraca Gestor Adotar como política de saúde na maioria das circunstâncias Necessidade de maior discussão com as partes interessadas Profissional Oferecer a conduta a seus pacientes Orientar os pacientes; decisão compartilhada Paciente Aplicável a grande maioria dos pacientes Aplicável a maioria, mas alguns irão preferir as alternativas Confiança na evidência: ++++ Alta +++o Moderada ++oo Baixa +ooo Muito Baixa Recomendação:
  34. 34. Diretrizes = Pessoas Colaboração, colaboração, colaboração... Gestores (MS, ANVISA) Profissionais de saúde Representantes de pacientes Sociedades médicas Envolvimento: • Facilita disseminação/implementação • Perpetuação dos objetivos do projeto Metodologistas/ Academia SAS SVS ANVISA Médicos Enfermeiros Nutricionistas Farmacêuticos... AMB SBC SBMT AMIB SBMFC
  35. 35. Desafios para qualificar o processo de diretrizes no Brasil • Metodologias emergentes e complexas; • Maior custo; • Poucos recursos humanos capacitados; • Necessidade de envolvimento de diversos stakeholders (alinhamento com sociedades médicas); • Manejo de conflitos de interesses; • Demanda de mais de 100 diretrizes; • Necessidade de atualização periódica dos documentos.
  36. 36. PRÓXIMOS PASSOS  Finalização 2016-2017 e planejamento 2018-2020  Aumento de escala:  Desenvolvimento  Atualização  Implementação efetiva
  37. 37. Outras iniciativas envolvendo Diretrizes e ATS Aprovados PROADI-SUS  ATS hospitalar, microcusteio e apoio às atividades da CONITEC (DGITS/SCTIE)  Diretriz para manejo de potencial doador de órgãos e ECR em cluster para avaliação das intervenções (CGSNT/DAET/SAS)  Microcusteio e avaliação econômica: Transplante de medula óssea, dispositivos de assistência circulatória mecânica (CGSNT/DAET/SAS)  Elaboração de Pareceres Científicos (GGCIP/ANVISA) Em avaliação PROADI-SUS  Estudo de Custo-efetividade aninhado a ECR: fluidos para reposição volêmica em UTI (DECIT/SCTIE)
  38. 38. Experiência, avanços e desafios na elaboração de diretrizes clínicas A cooperação do Hospital Moinhos de Vento na elaboração de diretrizes clínicas para o SUS Maicon Falavigna maicon.falavigna@hmv.org.br 06 de dezembro de 2016

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