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AGENDA
1º
• AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA
2º
3º • SPAECE
• COMPETÊNCIA E HABILIDADE
4º • PROTOCOLO MAIS PAIC
5º
• ELABORAÇÃO DE ÍTENS
EXPERIÊNCIA EXITOSA COM A PROFESSORA ANDREIA
3º
COMPETÊNCIA E
HABILIDADES
REFLEXÃO
LER E ESCREVER COM
PROFICIÊNCIA?
 domínio do sistema de escrita/código
 domínio de formas de expressão
 capacidade de estabelecer relações
 criticidade
 autonomia de busca de conhecimentos
COMPETÊNCIA E HABILIDADES?
As Competências e Habilidades foram inseridas nos Parâmetros
Curriculares Nacionais (PCN's), em 97/98, cuja proposta é propiciar
subsídios à elaboração e reelaboração do currículo, apresentando
ideias do "que se quer ensinar", "como se quer ensinar" e "para que
se quer ensinar".
Competência e Habilidades no
âmbito escolar
• Centrar o ensino aprendizagem no desenvolvimento de
competências e habilidades por parte do aluno, em lugar de centrá-lo
no conteúdo conceitual.
Essa mudança de paradigma é consolidada nos documentos
oficiais, nos PCNS, BNCC, DCRC e em estudos de personalidades
mundiais da educação como Jacques Delors, Perrenoud, Gaspar,
Morin e outros.
PARA PHIPLIPPE PERRENOUD,
“Competência é a capacidade de agir eficazmente [por meio de habilidades] em
um determinado tipo de situação, apoiada em conhecimentos, mas sem limitar-se
a eles”.
(Philippe Perrenoud)
PARA GARPAR,
As competências não se ensinam; criam – se condições que estimulam a sua
construção.
Para desenvolver competências é necessário colocar o aluno em situações
complexas, que exigem [...] a mobilização dos seus conhecimentos:
 um enigma a elucidar,
 um problema a resolver,
 uma decisão a tomar,
 um projeto a conceber e a desenvolver.
COMPETÊNCIA
CONHECIMENTO
SABER
HABILIDADES
SABER FAZER
ATITUDE
SABER SER
COMPETÊNCIA
QUE HABILIDADES SÃO ESSAS?
Habilidades básicas: ações que possibilitam a apreensão das características e propriedades dos
objetos e propiciam a formação de conceitos: ler, observar, identificar, localizar, nomear,
descrever, caracterizar, discriminar, distinguir, memorizar, representar, etc.
Habilidades operacionais: ações coordenadas que pressupõem o estabelecimento de relações
entre os objetos: ordenar, classificar, seriar, sequenciar, selecionar, comparar, associar,
imaginar, interpretar, justificar, compor e decompor, fazer antecipações, calcular, medir,
sintetizar, compartilhar, cooperar, etc.
Habilidades globais: ações e operações mais complexas que envolvem a aplicação de
conhecimentos em diferentes situações e a resolução de problemas inéditos: relacionar causas e
efeitos, levantar suposições/hipóteses, fazer prognósticos, fazer generalizações (indutivas e
construtivas), aplicar, transferir, deduzir, inferir, apresentar conclusões, criar, analisar e
criticar, avaliar e julgar, decidir, etc.
ONDE É POSSÍVEL TRABALHAR?
COMPETÊNCIAS são diferentes modalidades estruturais da inteligência, que
compreendem determinadas operações cognitivas – HABILIDADES , utilizadas
pelo sujeito para estabelecer relações com e entre os objetos físicos, conceitos,
situações, fenômenos e pessoas.
Os DESCRITORES das avaliações sistêmicas DESCREVEM as HABILIDADES
que a partir das quais os alunos serão avaliados.
REFLETIR
AVALIAR
MEDIR
AVALIAÇÃO EM LARGA
ESCALA
AVALIAÇÃO
OBJETIVOS
PLANEJAMENTO
INSTRUMENTOS
AVALIAÇÃO EM
LARGA ESCALA
AVALIAÇÃO DE
APRENDIZAGEM
Fornecer diagnósticos para
subsidiar políticas públicas.
Avaliar o processo de
aprendizagem.
Portfófilo, debates, relatórios,
trabalhos em grupo, provas, etc.
Professor
Testes
Sistemas Escolares
SPAECE
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
SISTEMA
AVALIAÇÃO DE
RENDIMENTO
ESCOLAR
ESCOLA CREDE SEDUC
AUTO-AVALIAÇÃO
OU
AVALIAÇÃO INTERNA
AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
SPAECE
PROTOCOLO MAIS PAIC INTEGRAL
– 2º ANO
DESAFIOS
LÁ ESTÁ O FUTURO...
NÃO SABEMOS O QUE NOS ESPERA, QUE SURPRESAS ESTÃO
POR VIR.
POR ISSO VIVA O AQUI E O AGORA, FAÇA AS COISAS
ACONTECEREM JÁ.
O FUTURO SE FAZ HOJE...
ASSIM, CADA DIA SERÁ UMA AVENTURA, UM DESAFIO,
UMA EXPERIÊNCIA QUE SEMPRE VAI VALER A PENA.
19
ELABORAÇÃO DE
ÍTENS
ELABORAÇÃO DE
ÍTENS
OBRIGADA!

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Avaliação em larga escala e competências

  • 1.
  • 2. AGENDA 1º • AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA 2º 3º • SPAECE • COMPETÊNCIA E HABILIDADE 4º • PROTOCOLO MAIS PAIC 5º • ELABORAÇÃO DE ÍTENS EXPERIÊNCIA EXITOSA COM A PROFESSORA ANDREIA 3º
  • 5. LER E ESCREVER COM PROFICIÊNCIA?  domínio do sistema de escrita/código  domínio de formas de expressão  capacidade de estabelecer relações  criticidade  autonomia de busca de conhecimentos
  • 6. COMPETÊNCIA E HABILIDADES? As Competências e Habilidades foram inseridas nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN's), em 97/98, cuja proposta é propiciar subsídios à elaboração e reelaboração do currículo, apresentando ideias do "que se quer ensinar", "como se quer ensinar" e "para que se quer ensinar".
  • 7. Competência e Habilidades no âmbito escolar • Centrar o ensino aprendizagem no desenvolvimento de competências e habilidades por parte do aluno, em lugar de centrá-lo no conteúdo conceitual. Essa mudança de paradigma é consolidada nos documentos oficiais, nos PCNS, BNCC, DCRC e em estudos de personalidades mundiais da educação como Jacques Delors, Perrenoud, Gaspar, Morin e outros.
  • 8. PARA PHIPLIPPE PERRENOUD, “Competência é a capacidade de agir eficazmente [por meio de habilidades] em um determinado tipo de situação, apoiada em conhecimentos, mas sem limitar-se a eles”. (Philippe Perrenoud)
  • 9. PARA GARPAR, As competências não se ensinam; criam – se condições que estimulam a sua construção. Para desenvolver competências é necessário colocar o aluno em situações complexas, que exigem [...] a mobilização dos seus conhecimentos:  um enigma a elucidar,  um problema a resolver,  uma decisão a tomar,  um projeto a conceber e a desenvolver.
  • 11. QUE HABILIDADES SÃO ESSAS? Habilidades básicas: ações que possibilitam a apreensão das características e propriedades dos objetos e propiciam a formação de conceitos: ler, observar, identificar, localizar, nomear, descrever, caracterizar, discriminar, distinguir, memorizar, representar, etc. Habilidades operacionais: ações coordenadas que pressupõem o estabelecimento de relações entre os objetos: ordenar, classificar, seriar, sequenciar, selecionar, comparar, associar, imaginar, interpretar, justificar, compor e decompor, fazer antecipações, calcular, medir, sintetizar, compartilhar, cooperar, etc. Habilidades globais: ações e operações mais complexas que envolvem a aplicação de conhecimentos em diferentes situações e a resolução de problemas inéditos: relacionar causas e efeitos, levantar suposições/hipóteses, fazer prognósticos, fazer generalizações (indutivas e construtivas), aplicar, transferir, deduzir, inferir, apresentar conclusões, criar, analisar e criticar, avaliar e julgar, decidir, etc.
  • 12. ONDE É POSSÍVEL TRABALHAR? COMPETÊNCIAS são diferentes modalidades estruturais da inteligência, que compreendem determinadas operações cognitivas – HABILIDADES , utilizadas pelo sujeito para estabelecer relações com e entre os objetos físicos, conceitos, situações, fenômenos e pessoas. Os DESCRITORES das avaliações sistêmicas DESCREVEM as HABILIDADES que a partir das quais os alunos serão avaliados. REFLETIR AVALIAR MEDIR
  • 14. AVALIAÇÃO OBJETIVOS PLANEJAMENTO INSTRUMENTOS AVALIAÇÃO EM LARGA ESCALA AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM Fornecer diagnósticos para subsidiar políticas públicas. Avaliar o processo de aprendizagem. Portfófilo, debates, relatórios, trabalhos em grupo, provas, etc. Professor Testes Sistemas Escolares
  • 16. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL SISTEMA AVALIAÇÃO DE RENDIMENTO ESCOLAR ESCOLA CREDE SEDUC AUTO-AVALIAÇÃO OU AVALIAÇÃO INTERNA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SPAECE
  • 17. PROTOCOLO MAIS PAIC INTEGRAL – 2º ANO
  • 18. DESAFIOS LÁ ESTÁ O FUTURO... NÃO SABEMOS O QUE NOS ESPERA, QUE SURPRESAS ESTÃO POR VIR. POR ISSO VIVA O AQUI E O AGORA, FAÇA AS COISAS ACONTECEREM JÁ. O FUTURO SE FAZ HOJE... ASSIM, CADA DIA SERÁ UMA AVENTURA, UM DESAFIO, UMA EXPERIÊNCIA QUE SEMPRE VAI VALER A PENA.

Notas do Editor

  1. O MEC, em 2007, lançou o Plano de desenvolvimento da Educação cujo objetivo é melhorar substancialmente a educação. Para que toda a sociedade participasse dessa inciativa, foi elaborado um plano de metas a ser cumprido em regime colaborativo entre União, Estados e Municípios. O plano de metas sistematiza uma série de ações e/ou diretrizes para alcançar o objetivo do PDE. Para identificar quais são as redes de ensino municipais e as escolas que apresentam maiores fragilidades no desempenho escolar e que, por isso mesmo, necessitam de maior atenção e apoio financeiro e de gestão, o PDE dispõe de um instrumento denominado Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Ideb pretende ser o termômetro da qualidade da educação básica em todos os estados, municípios e escolas no Brasil, combinando dois indicadores: fluxo escolar (passagem dos alunos pelas séries sem repetir, avaliado pelo Programa Educacenso) e desempenho dos estudantes (avaliado pela Prova Brasil nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática). O Ideb é um dos eixos do PDE que permite realizar uma transparente prestação de contas para a sociedade de como está a educação em nossas escolas. Assim, a avaliação passa a ser a primeira ação concreta para se aderir às metas do Compromisso e receber o apoio técnico / financeiro do MEC, para que a educação brasileira dê um salto de qualidade.
  2. O MEC, em 2007, lançou o Plano de desenvolvimento da Educação cujo objetivo é melhorar substancialmente a educação. Para que toda a sociedade participasse dessa inciativa, foi elaborado um plano de metas a ser cumprido em regime colaborativo entre União, Estados e Municípios. O plano de metas sistematiza uma série de ações e/ou diretrizes para alcançar o objetivo do PDE. Para identificar quais são as redes de ensino municipais e as escolas que apresentam maiores fragilidades no desempenho escolar e que, por isso mesmo, necessitam de maior atenção e apoio financeiro e de gestão, o PDE dispõe de um instrumento denominado Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Ideb pretende ser o termômetro da qualidade da educação básica em todos os estados, municípios e escolas no Brasil, combinando dois indicadores: fluxo escolar (passagem dos alunos pelas séries sem repetir, avaliado pelo Programa Educacenso) e desempenho dos estudantes (avaliado pela Prova Brasil nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática). O Ideb é um dos eixos do PDE que permite realizar uma transparente prestação de contas para a sociedade de como está a educação em nossas escolas. Assim, a avaliação passa a ser a primeira ação concreta para se aderir às metas do Compromisso e receber o apoio técnico / financeiro do MEC, para que a educação brasileira dê um salto de qualidade.
  3. O MEC, em 2007, lançou o Plano de desenvolvimento da Educação cujo objetivo é melhorar substancialmente a educação. Para que toda a sociedade participasse dessa inciativa, foi elaborado um plano de metas a ser cumprido em regime colaborativo entre União, Estados e Municípios. O plano de metas sistematiza uma série de ações e/ou diretrizes para alcançar o objetivo do PDE. Para identificar quais são as redes de ensino municipais e as escolas que apresentam maiores fragilidades no desempenho escolar e que, por isso mesmo, necessitam de maior atenção e apoio financeiro e de gestão, o PDE dispõe de um instrumento denominado Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Ideb pretende ser o termômetro da qualidade da educação básica em todos os estados, municípios e escolas no Brasil, combinando dois indicadores: fluxo escolar (passagem dos alunos pelas séries sem repetir, avaliado pelo Programa Educacenso) e desempenho dos estudantes (avaliado pela Prova Brasil nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática). O Ideb é um dos eixos do PDE que permite realizar uma transparente prestação de contas para a sociedade de como está a educação em nossas escolas. Assim, a avaliação passa a ser a primeira ação concreta para se aderir às metas do Compromisso e receber o apoio técnico / financeiro do MEC, para que a educação brasileira dê um salto de qualidade.
  4. O MEC, em 2007, lançou o Plano de desenvolvimento da Educação cujo objetivo é melhorar substancialmente a educação. Para que toda a sociedade participasse dessa inciativa, foi elaborado um plano de metas a ser cumprido em regime colaborativo entre União, Estados e Municípios. O plano de metas sistematiza uma série de ações e/ou diretrizes para alcançar o objetivo do PDE. Para identificar quais são as redes de ensino municipais e as escolas que apresentam maiores fragilidades no desempenho escolar e que, por isso mesmo, necessitam de maior atenção e apoio financeiro e de gestão, o PDE dispõe de um instrumento denominado Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Ideb pretende ser o termômetro da qualidade da educação básica em todos os estados, municípios e escolas no Brasil, combinando dois indicadores: fluxo escolar (passagem dos alunos pelas séries sem repetir, avaliado pelo Programa Educacenso) e desempenho dos estudantes (avaliado pela Prova Brasil nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática). O Ideb é um dos eixos do PDE que permite realizar uma transparente prestação de contas para a sociedade de como está a educação em nossas escolas. Assim, a avaliação passa a ser a primeira ação concreta para se aderir às metas do Compromisso e receber o apoio técnico / financeiro do MEC, para que a educação brasileira dê um salto de qualidade.
  5. O MEC, em 2007, lançou o Plano de desenvolvimento da Educação cujo objetivo é melhorar substancialmente a educação. Para que toda a sociedade participasse dessa inciativa, foi elaborado um plano de metas a ser cumprido em regime colaborativo entre União, Estados e Municípios. O plano de metas sistematiza uma série de ações e/ou diretrizes para alcançar o objetivo do PDE. Para identificar quais são as redes de ensino municipais e as escolas que apresentam maiores fragilidades no desempenho escolar e que, por isso mesmo, necessitam de maior atenção e apoio financeiro e de gestão, o PDE dispõe de um instrumento denominado Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Ideb pretende ser o termômetro da qualidade da educação básica em todos os estados, municípios e escolas no Brasil, combinando dois indicadores: fluxo escolar (passagem dos alunos pelas séries sem repetir, avaliado pelo Programa Educacenso) e desempenho dos estudantes (avaliado pela Prova Brasil nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática). O Ideb é um dos eixos do PDE que permite realizar uma transparente prestação de contas para a sociedade de como está a educação em nossas escolas. Assim, a avaliação passa a ser a primeira ação concreta para se aderir às metas do Compromisso e receber o apoio técnico / financeiro do MEC, para que a educação brasileira dê um salto de qualidade.
  6. Esse eslaide é apenas ilustrativo e pretendemos demonstrar que nem todas as habilidades (sejam básicas, operacionais ou globais) podem vir a ser descritores (habilidades de referência de uma matriz de avaliação externa ou de larga escala); exemplo disso, são as habilidades como compartilhar, cooperar (operacionais) ou mesmo discriminar (básica).
  7. Resumindo, “Descritor” nada mais é do que uma representação de uma habilidade cognitiva passível de observação e mensuração, em outras palavras, é uma habilidade que, relacionada a outras, diferem em complexidade/ natureza e que constituem uma referência para a elaboração de itens de avaliação em larga escala (sistêmica).
  8. O MEC, em 2007, lançou o Plano de desenvolvimento da Educação cujo objetivo é melhorar substancialmente a educação. Para que toda a sociedade participasse dessa inciativa, foi elaborado um plano de metas a ser cumprido em regime colaborativo entre União, Estados e Municípios. O plano de metas sistematiza uma série de ações e/ou diretrizes para alcançar o objetivo do PDE. Para identificar quais são as redes de ensino municipais e as escolas que apresentam maiores fragilidades no desempenho escolar e que, por isso mesmo, necessitam de maior atenção e apoio financeiro e de gestão, o PDE dispõe de um instrumento denominado Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Ideb pretende ser o termômetro da qualidade da educação básica em todos os estados, municípios e escolas no Brasil, combinando dois indicadores: fluxo escolar (passagem dos alunos pelas séries sem repetir, avaliado pelo Programa Educacenso) e desempenho dos estudantes (avaliado pela Prova Brasil nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática). O Ideb é um dos eixos do PDE que permite realizar uma transparente prestação de contas para a sociedade de como está a educação em nossas escolas. Assim, a avaliação passa a ser a primeira ação concreta para se aderir às metas do Compromisso e receber o apoio técnico / financeiro do MEC, para que a educação brasileira dê um salto de qualidade.
  9. O MEC, em 2007, lançou o Plano de desenvolvimento da Educação cujo objetivo é melhorar substancialmente a educação. Para que toda a sociedade participasse dessa inciativa, foi elaborado um plano de metas a ser cumprido em regime colaborativo entre União, Estados e Municípios. O plano de metas sistematiza uma série de ações e/ou diretrizes para alcançar o objetivo do PDE. Para identificar quais são as redes de ensino municipais e as escolas que apresentam maiores fragilidades no desempenho escolar e que, por isso mesmo, necessitam de maior atenção e apoio financeiro e de gestão, o PDE dispõe de um instrumento denominado Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Ideb pretende ser o termômetro da qualidade da educação básica em todos os estados, municípios e escolas no Brasil, combinando dois indicadores: fluxo escolar (passagem dos alunos pelas séries sem repetir, avaliado pelo Programa Educacenso) e desempenho dos estudantes (avaliado pela Prova Brasil nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática). O Ideb é um dos eixos do PDE que permite realizar uma transparente prestação de contas para a sociedade de como está a educação em nossas escolas. Assim, a avaliação passa a ser a primeira ação concreta para se aderir às metas do Compromisso e receber o apoio técnico / financeiro do MEC, para que a educação brasileira dê um salto de qualidade.
  10. O MEC, em 2007, lançou o Plano de desenvolvimento da Educação cujo objetivo é melhorar substancialmente a educação. Para que toda a sociedade participasse dessa inciativa, foi elaborado um plano de metas a ser cumprido em regime colaborativo entre União, Estados e Municípios. O plano de metas sistematiza uma série de ações e/ou diretrizes para alcançar o objetivo do PDE. Para identificar quais são as redes de ensino municipais e as escolas que apresentam maiores fragilidades no desempenho escolar e que, por isso mesmo, necessitam de maior atenção e apoio financeiro e de gestão, o PDE dispõe de um instrumento denominado Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Ideb pretende ser o termômetro da qualidade da educação básica em todos os estados, municípios e escolas no Brasil, combinando dois indicadores: fluxo escolar (passagem dos alunos pelas séries sem repetir, avaliado pelo Programa Educacenso) e desempenho dos estudantes (avaliado pela Prova Brasil nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática). O Ideb é um dos eixos do PDE que permite realizar uma transparente prestação de contas para a sociedade de como está a educação em nossas escolas. Assim, a avaliação passa a ser a primeira ação concreta para se aderir às metas do Compromisso e receber o apoio técnico / financeiro do MEC, para que a educação brasileira dê um salto de qualidade.
  11. O MEC, em 2007, lançou o Plano de desenvolvimento da Educação cujo objetivo é melhorar substancialmente a educação. Para que toda a sociedade participasse dessa inciativa, foi elaborado um plano de metas a ser cumprido em regime colaborativo entre União, Estados e Municípios. O plano de metas sistematiza uma série de ações e/ou diretrizes para alcançar o objetivo do PDE. Para identificar quais são as redes de ensino municipais e as escolas que apresentam maiores fragilidades no desempenho escolar e que, por isso mesmo, necessitam de maior atenção e apoio financeiro e de gestão, o PDE dispõe de um instrumento denominado Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Ideb pretende ser o termômetro da qualidade da educação básica em todos os estados, municípios e escolas no Brasil, combinando dois indicadores: fluxo escolar (passagem dos alunos pelas séries sem repetir, avaliado pelo Programa Educacenso) e desempenho dos estudantes (avaliado pela Prova Brasil nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática). O Ideb é um dos eixos do PDE que permite realizar uma transparente prestação de contas para a sociedade de como está a educação em nossas escolas. Assim, a avaliação passa a ser a primeira ação concreta para se aderir às metas do Compromisso e receber o apoio técnico / financeiro do MEC, para que a educação brasileira dê um salto de qualidade.