SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 23
Construindo histórias: concepções e
p
r
á
t
i
c
a
spara a formação de
leitores
literários Fabiana S
k
e
f
f
E
l
d
e
rSales
Sammya Araújo
Pauta
1. Abertura com o vídeo: “Vou virar um ancestral…” Gil no Roda Viva
2. As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e Formação do Leitor;
3. Construindo Histórias:
4. Conhecendo a alma inspiradora da proposta para o trabalho nos anos iniciais;
5. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os a
n
o
s
6
. i
n
i
c
i
a
i
s
;
7. Abrindo o microfone para as reflexões.
8. Encerramento
Futuro ancestral – Ailton Krenak
Nesta invocação do tempo ancestral, veio um grupo de sete ou oito meninos remando n
u
m
a
c
a
n
o
a
:
Os meninos remavam de maneira compassada, todos tocavam o remo na superfície da água com m
u
i
t
a
c
a
l
m
ae harmonia: estavam exercitando a infância deles no sentido do que o seu povo, os Yudjá,
chamam de se aproximar da antiguidade. Um deles, mais velho, que estava verbalizando a experiência,
falou:
“Nossos pais dizem que nós já estamos chegando perto de como era antigamente”.
Eu achei tão bonito que aqueles meninos ansiassem por alguma coisa que os seus a
n
t
e
p
a
s
s
a
d
o
s
h
a
v
i
a
mensinado, e tão belo quanto que a valorizassem no instante presente. Esses meninos que
vejo em minha memória não estão correndo atrás de uma ideia prospectiva do tempo nem de
algo que está em algum outro canto, mas do que vai acontecer exatamente aqui, neste lugar
ancestralque é seu território, dentro dos rios.
As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e
F
o
r
m
a
ç
ã
o
do Leitor
O Eixo de Literatura e Formação do Leitor propõe o desenvolvimento e o
f
o
r
t
a
l
e
c
i
m
e
n
t
o da Educação Literária desde a mais tenra idade com efetiva
aproximação e apropriação do texto literário. Este para seu conhecimento ou
apreciação não necessita de “panóplia” (armadura) de exercícios e atividades
que o limitam, o fragmentam ou o reduzem para outros fins, como aponta
Azevedo e Balça (2016).
Mas, o que é Educação Literária?
As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e
F
o
r
m
a
ç
ã
o
do Leitor
O conceito de Educação Literária refere-se ao desenvolvimento de competências q
u
e
p
e
r
m
i
t
e
m ler o mundo de uma forma sofisticada e abrangente, contribuindo para a
formação de sujeitos críticos, capazes de ler e interrogar a prática. A leitura dos textos
literários é igualmente uma fonte de relações interculturais que nos permite conhecer o
outro, refletir acerca do nosso lugar no mundo e do que significa ser humano. Através
dessa Educação, os leitores aprendem a interagir criticamente com os mais diversos
produtos da indústria cultural e literária.
As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e
F
o
r
m
a
ç
ã
o
do Leitor
Como educar literariamente…
Primeiramente, é preciso compreender que a educação literária não s
e
d
e
s
e
n
v
o
l
v
e espontaneamente, exige formadores conscientes do seu papel,
atividades planificadas, esforço e tempo.
É relevante que a escola seja um espaço capaz de se configurar c
o
m
o
p
r
o
m
o
t
o
r
de práticas de leitura que recupere, em contexto formal,
metodologias que valorizam a leitura como fruição e como prazer.
As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e
Agente da Educação Literária…
A(O) mediadora(or) tem uma função deveras pertinente: vincular entre o
s
l
i
v
r
o
s e os primeiros leitores, de modo a propiciar a comunicação mútua, uma
vez que o mediador será o primeiro leitor, aquele que seleciona as obras, e
terá o papel de conciliar as estratégias que fomentem essas leituras literárias,
sendo o leitor infantil e/ou juvenil o segundo leitor.
As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e
F
o
r
m
a
ç
ã
o
do Leitor
Algumas atitudes e comportamentos das mediadoras e mediadores da leitura, d
e
a
c
o
r
d
ocom Colomer (1999):
 Fomentar contexto afetuoso durante a leitura em que as crianças podem se familiarizar
coma forma escrita da linguagem;
Potencia a criação de mecanismos de antecipação e de inferência próprios da l
e
i
t
u
r
a
;
D
e
m
o
n
s
t
r
aque a implicação afetiva do leitor faz parte da leitura literária;
Ensina a fixar a atenção nos detalhes;
Favorece a interrogação e ampliação do mundo da criança à luz do que ocorre no l
i
v
r
o
;
S
u
s
c
i
t
aespaço e tempo para perguntas e comentários.





As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e
F
o
r
m
a
ç
ã
o
do Leitor
Além desses pontos, acrescenta-se ao trabalho de mediação: oferta de livros variados, com temas e
g
ê
n
e
r
o
s diversificados, atendendo à necessidade que a criança tem de informar; o prazer de partilhar
uma história, estimulando o leitor a contribuir com respostas pessoais face aos objetos com que
interage. Nesse sentido, visando favorecer a mediação dos saberes a serem construídos nas rodas de
leituras, o Eixo optou como concepção metodologia, o Círculo de Cultura, uma concepção dialógica
baseada nos trabalhos do educador Paulo Freire. A afetividade aqui é interpretada como principal
mediadora entre o sujeito, a palavra, a imagem e o livro. O Círculo de Cultura, portanto, [...] “é um lugar
onde todos têm a palavra, onde todos leem e escrevem o mundo. É um espaço de trabalho, pesquisa,
exposição de práticas, dinâmicas e vivências, que possibilitam a construção coletiva do conhecimento,”
(FREIRE, 1994, p.148)
3.Construindo Histórias
1. Conhecendo a alma inspiradora da proposta para o trabalho nos anos iniciais
Com tais compromissos, o Eixo apresenta ações fortalecedoras da prática da leitura literária n
a
e
s
c
o
l
a e na sala de aula e que dialogam com as concepções teóricas propostas para a formação
docente, ancoradas na concepção do Círculo de Cultura, de Paulo Freire, definido acima.
A proposta para Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental será a Bib-baú, um b
a
ú
q
u
esimbolicamente representará um acervo que traz através das histórias de bichos, plantas,
avós,casas, ruas, ritos, cantigas, rendas, danças… as vidas onde fomos gerados e as vidas q
u
e
d
e
s
e
j
a
m
o
statear com o sorriso da infância que estão por todos os lugares.
3.Construindo Histórias
1. Conhecendo a alma inspiradora da proposta para o trabalho nos anos iniciais
A Bib-baú – Uma prática de Leitura Literária para crianças da escola pública…
O conceito da Bib-baú está enraizada na gratificante experiência de viver e
m
s
o
c
i
e
d
a
d
e como sujeitos portadores de memórias e capazes de compreender as
culturas, criar, contar histórias e fazer a história é o que dá sentido a essa existência
resistente dos seres humanos em relação com os demais do planeta que se constitui
em vida humana na terra.
3.Construindo Histórias
2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais
• O que é a Bib-baú?
É necessário compreender que a Bib-baú é uma ação que tem como fundamentação metodológica o
C
í
r
c
u
l
ode Cultura Freireano. Pretende-se, portanto, que ela seja simbolicamente um meio de instigar a
leitura literária, por meio das dinamizações dos acervos que têm como movimento primeiro, as rodas de
leitura com o livro na mão. Em seguida, a(o) professora(or) mediadora(or) proporá o diálogo,
mobilizando o compartilhamento das ideias que suscitam à reflexão a partir dos temas que estão nos
livros, na vida e no mundo. A ideia será ler as histórias que estão nos livros e que se entrelaçam com
aquelas que estão no coração, na cabeça, na casa, na rua e na alma de todas e todos (as)os
contadoras(es), transformando a Bib-Baú numa grande biblioteca de histórias pra fazer rir, chorar,
assustar, correr, brincar…
3.Construindo Histórias
2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais

Por que a Bib-baú?
Na verdade, queremos compartilhar a responsabilidade em garantir o direito da(o) aluna(o) da escola pública em
ter acesso ao livro de literatura, garantindo, assim, a formação de leitores. Dessa forma consolidamos uma política
de Educação Literária na Rede Pública, por meio de um currículo que traga ações fomentadoras do l
e
t
r
a
m
e
n
t
o
l
i
t
e
r
á
r
i
onas escolas.

Qual o lugar da Bib-baú?
Seu lugar é na sala de aula, mas entre abraços, ela poderá voar entre salas, ir para o pátio, uma praça, uma
calçada durante a visita de uma casa, mas deverá voltar sempre para o seu lugar inicial, pois será lá que e
l
a
g
a
n
h
a
r
áo abraço coletivo dando-a pernas pra correr pelos quatro cantos onde a leitura chegará.
3.Construindo Histórias

2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais
Quem participa das ações da Bib-Baú?
Todas(os) as(os) alunas(os) e professoras(es) do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental já serão o público da Bib-
Baú. Mas esse público se expande quando ela poderá ir a outros espaços para silenciosamente ser aberta p
o
r
u
m
a
/
u
m
leitora(or), ou numa ciranda de leitoras(es) ela for provocadora das leituras compartilhadas.
5. Estrutura e funcionamento da Bib-Baú?
Após as(os) professoras(es) receberem e/ou confeccionarem sua Bib-Baú, será a hora de conhecer o a
c
e
r
v
o
q
u
eestará nela (nova coleção Paic Prosa e Poesia, coleções anteriores, outros livros adquiridos p
e
l
o
m
u
n
i
c
í
p
i
o
/
e
s
c
o
l
a
)
.Esse poderá ser um momento individual, para em seguida, com data agendada,
3.Construindo Histórias

2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais
Estrutura e funcionamento da Bib-Baú?
todas(os) compartilharem suas impressões acerca das histórias que leram. Nesse primeiro
momento, não precisará ter lido todos os livros da Bib-Baú, pois teremos tempo, mas devemos l
ê
-
l
o
s
t
o
d
o
se por inteiro.
Em seguida cada professora(or) escolherá o livro que será lido na sua sala de aula, podendo ser o
m
e
s
m
o
para mais de uma sala. A temática deste livro da Bib-Baú, será o pontapé inicial para a roda de
leitura e compartilhamento de ideias entre as(os) professoras(es) mediadoras(es) da leitura. U
m
a
v
e
z lida a história e compartilhadas as impressões acerca dela, será o momento da elaboração do
Projeto Literário da Bib-Baú que poderá ser elaborado pelo coletivo de professoras(es) leitoras(es).
3.Construindo Histórias

2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais
Em sala de aula
A descoberta da Bib-baú em sala de aula deverá ser um momento compartilhado e livre ao mesmo tempo, ou
seja, ao abri-la, as crianças deverão tocar, folhear, ler, trocar os livros, como uma essencial sensibilização para
leitura e respeito pelo livro. Chegou o momento de ação da Bib-Baú! O Projeto Literário da Bib-Baú entrará e
m
c
e
n
a
,por meio do livro da vez. Nesse momento se proporá conhecer o livro que será lido e compartilhado.

Qual a frequência e duração de cada Projeto da Bib-baú?
Para um projeto com a duração de uma semana, sugerimos 1 hora/dia para as ações da Bib-Baú. No 1º d
i
a
a
c
o
n
t
e
c
e
r
á uma leitura do tema que permeia o projeto, a roda de conversa acerca das impressões da leitura, a
leitura das imagens e o bate-papo sobre o tema.
3.Construindo Histórias
3.2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais
Nos dias seguintes, novas leituras poderão ser feitas, com outros gêneros literários, seguindo a m
e
s
m
a
t
e
m
á
t
i
c
ae no último dia, será realizada a culminância do projeto.
Outra estratégia de tempo, poderá ser o projeto para 1 mês, com um mínimo de 3 horas semanais q
u
e
p
o
d
e
r
ã
o ser distribuídas em dias consecutivos, alternados ou em um só dia. Para esse segundo
formato, sugerimos uma carga horária totalizando 12 horas mensais. Os projetos bimestrais, por serem
mais longos, são recomendados para as turmas do 4º e 5º ano e esses poderão totalizar uma carga
horária mínima de 24 horas, distribuídas no mês/semanas de acordo com cada realidade.
3.Construindo Histórias
3.2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os a
n
o
s
i
n
i
c
i
a
i
s

As Dinamizações Literárias
Atenção! Não deve-se didatizar em hipótese alguma, a leitura literária, seja pela exigência d
a
f
l
u
ê
n
c
i
a da leitura, seja por meio de atividades de ortografia, gramática, análise linguística ou quaisquer
outras atividades de cunho linguístico. Pois, a formação de leitores na compreensão do
letramento
literário, parte do acesso ao livro de literatura, vai para a motivação por lê-lo, chega no prazer de ler,
indo para a necessidade em compartilhar as boas leituras e permanece como busca das respostas
para a vida e para a alma.
3.Construindo Histórias

2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais
Eas culminâncias?
Poderá para esse momento ser realizada a Feirinha de Literatura com objetivo de realizar um troca-troca d
e
l
i
v
r
o
s entre alunos de duas ou mais salas, por meio de acervos pessoais e/ou doados que enriquecerão
o acervo da Bib-Baú e que por sua vez acolhe aquele novo livro para mais uma aventura
A Festa Literária é uma sugestão animada, nela poderá acontecer, por meio dos acervos das Bib-Baú d
a
s
d
i
v
e
r
s
a
s salas de aula, as contações de histórias feitas pelas(os) alunas(os), as várias rodas de leitura, assim
como as apresentações artísticas. Mas, tudo terá como fio condutor a leitura dos livros e as suas temáticas. As
Exposições também poderão ter seus ricos momentos, onde as produções gráficas/escritas serão vistas/lidas
comentadas e expostas em painéis, (textos, trabalhos de desenho, pintura, colagem e outros poderão ser
expostos visualmente e oralmente).
3.Construindo Histórias
3.2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os a
n
o
s
i
n
i
c
i
a
i
s
Mário Quintana - Esconderijos do tempo
Recordo ainda
Recordo ainda... E nada mais me i
m
p
o
r
t
a
.
.
.
A
q
u
e
l
e
sdias de uma luz tão mansa
Que deixavam, sempre, de l
e
m
b
r
a
n
ç
a
,
A
l
g
u
mbrinquedo novo à minha porta...
Mas veio um vento de desesperança
Soprandocinzas pela noite morta!
E eu pendurei na galharia torta
Todos os meus brinquedos de c
r
i
a
n
ç
a
.
.
.
E
s
t
r
a
d
afora após segui... Mas, ai,
Embora idade e senso eu a
p
a
r
e
n
t
e
,
N
ã
onos iluda o velho que aqui vai:
Eu quero os meus brinquedos n
o
v
a
m
e
n
t
e
!
S
o
uum pobre menino...acreditai...
Que envelheceu, um dia, de repente!...
Referências
AZEVEDO, FERNANDO & BALÇA, ÂNGELA (COORDs.). Leitura e Educação Literária. Lisboa: Pactor, 2016.
BETTELHEIM. B. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2004.
CANDIDO, A. O direito à literatura. In: Vários escritos. 3 ed. rev. e ampl. São Paulo: D
u
a
s
C
i
d
a
d
e
s
,1995.
COUTINHO, A. Crítica e teoria literária. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro; Fortaleza: E
d
i
ç
õ
e
s
U
F
C
E
.PROED, 1987.
COSSON, R. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2016.
COLOMER, T.Andar entre livros: a leitura literária na escola. Tradução Laura Sandroni. S
ã
o
P
a
u
l
o
:Global, 2007. COLOMER, Tereza. Introducción a la literatura infantil y juvenil. Madrid:
Editorial Síntesis.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2
0
0
4
.
Q
U
I
N
T
A
N
A
,Mario. Esconderijos do tempo. 3 ed. São Paulo: Globo, 2005.
Referências
KLEIMAN, Â. Oficina de leitura: teoria e prática. 1996. Campinas: Pontes.
KRENAK, A. Futuro Ancestral. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
SCHÖN, D. A. Formar professores como profissionais reflexivos. In: NÓVOA, António (Coord.). Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1
9
9
2
.
S
O
L
É
,I. Estratégias de Leitura. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
SILVA, E. Elementos da pedagogia da leitura.São Paulo: Martins Fontes, 1998.
ZILBERMAN, R.; MAGALHÃES, L. C. Literatura Infantil: Autoritarismo e Emancipação. 3. ed. São Paulo: Melhoramentos, 2005.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Guia de aprendizagem 3a unid out 2017
Guia de aprendizagem 3a unid out 2017Guia de aprendizagem 3a unid out 2017
Guia de aprendizagem 3a unid out 2017Val Valença
 
Manual de Jogos Didáticos
Manual de Jogos DidáticosManual de Jogos Didáticos
Manual de Jogos DidáticosGraça Sousa
 
Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"
Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"
Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"Cirlei Santos
 
Generos e tipos textuais
Generos e tipos textuaisGeneros e tipos textuais
Generos e tipos textuaisofpedagogica
 
Slide ludicidade
Slide ludicidadeSlide ludicidade
Slide ludicidadeGislaine
 
Formação de leitores nas séries iniciais
Formação de leitores nas séries iniciaisFormação de leitores nas séries iniciais
Formação de leitores nas séries iniciaisAlex Silva
 
Projeto Leitura no Campo
Projeto Leitura no CampoProjeto Leitura no Campo
Projeto Leitura no CampoRosiane Assis
 
A família e a Aprendizagem dos Filhos.pptx
A família e a Aprendizagem dos Filhos.pptxA família e a Aprendizagem dos Filhos.pptx
A família e a Aprendizagem dos Filhos.pptxmickellesousa2
 
RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTE
RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTERELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTE
RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTEeducacaodetodos
 
Projeto interdisciplinar -Traçando Saberes entre Língua Portuguesa e Matemá...
Projeto interdisciplinar -Traçando Saberes entre Língua  Portuguesa  e Matemá...Projeto interdisciplinar -Traçando Saberes entre Língua  Portuguesa  e Matemá...
Projeto interdisciplinar -Traçando Saberes entre Língua Portuguesa e Matemá...Mary Alvarenga
 
Atividades para educação infantil
Atividades para educação infantilAtividades para educação infantil
Atividades para educação infantilRaphaella Bitencourt
 
Plano de ensino portugues 6 ano
Plano de ensino portugues 6 anoPlano de ensino portugues 6 ano
Plano de ensino portugues 6 anoEdilene Aparecida
 
Leitura de mundo Paulo Freire
Leitura de mundo Paulo FreireLeitura de mundo Paulo Freire
Leitura de mundo Paulo FreireElizabeth Dias
 
Texto expositivo, argumentativo, reflexivo, dissertativo e tipos de argumentos
Texto expositivo, argumentativo, reflexivo, dissertativo e tipos de argumentos  Texto expositivo, argumentativo, reflexivo, dissertativo e tipos de argumentos
Texto expositivo, argumentativo, reflexivo, dissertativo e tipos de argumentos complementoindirecto
 

Mais procurados (20)

Guia de aprendizagem 3a unid out 2017
Guia de aprendizagem 3a unid out 2017Guia de aprendizagem 3a unid out 2017
Guia de aprendizagem 3a unid out 2017
 
Manual de Jogos Didáticos
Manual de Jogos DidáticosManual de Jogos Didáticos
Manual de Jogos Didáticos
 
Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"
Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"
Projeto de Leitura - "Maleta de leitura"
 
Generos e tipos textuais
Generos e tipos textuaisGeneros e tipos textuais
Generos e tipos textuais
 
Slides leitura
Slides leituraSlides leitura
Slides leitura
 
Slide ludicidade
Slide ludicidadeSlide ludicidade
Slide ludicidade
 
Sondagem
SondagemSondagem
Sondagem
 
Lúdico na sla de aula
Lúdico na sla de aulaLúdico na sla de aula
Lúdico na sla de aula
 
Formação de leitores nas séries iniciais
Formação de leitores nas séries iniciaisFormação de leitores nas séries iniciais
Formação de leitores nas séries iniciais
 
Projeto identidade
Projeto identidadeProjeto identidade
Projeto identidade
 
Projeto Leitura no Campo
Projeto Leitura no CampoProjeto Leitura no Campo
Projeto Leitura no Campo
 
Modos e tipos textuais
Modos e tipos textuaisModos e tipos textuais
Modos e tipos textuais
 
A família e a Aprendizagem dos Filhos.pptx
A família e a Aprendizagem dos Filhos.pptxA família e a Aprendizagem dos Filhos.pptx
A família e a Aprendizagem dos Filhos.pptx
 
RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTE
RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTERELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTE
RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PRÁTICA DOCENTE
 
Projeto interdisciplinar -Traçando Saberes entre Língua Portuguesa e Matemá...
Projeto interdisciplinar -Traçando Saberes entre Língua  Portuguesa  e Matemá...Projeto interdisciplinar -Traçando Saberes entre Língua  Portuguesa  e Matemá...
Projeto interdisciplinar -Traçando Saberes entre Língua Portuguesa e Matemá...
 
Atividades para educação infantil
Atividades para educação infantilAtividades para educação infantil
Atividades para educação infantil
 
Caderno de-jogos
Caderno de-jogosCaderno de-jogos
Caderno de-jogos
 
Plano de ensino portugues 6 ano
Plano de ensino portugues 6 anoPlano de ensino portugues 6 ano
Plano de ensino portugues 6 ano
 
Leitura de mundo Paulo Freire
Leitura de mundo Paulo FreireLeitura de mundo Paulo Freire
Leitura de mundo Paulo Freire
 
Texto expositivo, argumentativo, reflexivo, dissertativo e tipos de argumentos
Texto expositivo, argumentativo, reflexivo, dissertativo e tipos de argumentos  Texto expositivo, argumentativo, reflexivo, dissertativo e tipos de argumentos
Texto expositivo, argumentativo, reflexivo, dissertativo e tipos de argumentos
 

Semelhante a Eixo+de+Literatura_Anos+Iniciais_Módulo+1_2023+(1)_abcdpdf_pdf_para_ppt.pptx

Projeto de Pesquisa: A Literatura Infantil no desenvolvimento da leitura
Projeto de Pesquisa: A Literatura Infantil no desenvolvimento da leituraProjeto de Pesquisa: A Literatura Infantil no desenvolvimento da leitura
Projeto de Pesquisa: A Literatura Infantil no desenvolvimento da leituraAmanda Freitas
 
Literatura infantil-juvenil
Literatura infantil-juvenilLiteratura infantil-juvenil
Literatura infantil-juvenilSusanne Messias
 
Feira do livro e da literatura.compact
Feira do livro e da literatura.compactFeira do livro e da literatura.compact
Feira do livro e da literatura.compactAna Paula Cecato
 
Caderno de apoio a pratica pedagogica contos classicos mitologicos e modernos
Caderno de apoio a pratica pedagogica contos classicos mitologicos e modernosCaderno de apoio a pratica pedagogica contos classicos mitologicos e modernos
Caderno de apoio a pratica pedagogica contos classicos mitologicos e modernosvaldirnicioli1
 
Projeto de leitura. 1º ao 9º ano
Projeto de leitura. 1º ao 9º anoProjeto de leitura. 1º ao 9º ano
Projeto de leitura. 1º ao 9º anojose ebner
 
Programa BP Paulo Duarte
Programa BP Paulo DuartePrograma BP Paulo Duarte
Programa BP Paulo DuarteGlauco Soto
 
Apresentação Mara
Apresentação MaraApresentação Mara
Apresentação MaraMara Almeida
 
Slidexxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx_.ppt
Slidexxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx_.pptSlidexxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx_.ppt
Slidexxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx_.pptssuser95d925
 
A formação projeto de Leitura SLIDES.pdf
A formação projeto de Leitura SLIDES.pdfA formação projeto de Leitura SLIDES.pdf
A formação projeto de Leitura SLIDES.pdf52dspjxttv
 
Projeto de Leitura: Minha Escola Lê
Projeto de Leitura: Minha Escola LêProjeto de Leitura: Minha Escola Lê
Projeto de Leitura: Minha Escola LêCirlei Santos
 

Semelhante a Eixo+de+Literatura_Anos+Iniciais_Módulo+1_2023+(1)_abcdpdf_pdf_para_ppt.pptx (20)

Voando Mais Alto 2023 - 1ª ESTAÇÃO.pptx
Voando Mais Alto 2023 - 1ª ESTAÇÃO.pptxVoando Mais Alto 2023 - 1ª ESTAÇÃO.pptx
Voando Mais Alto 2023 - 1ª ESTAÇÃO.pptx
 
Lobato viva 2010
Lobato viva  2010Lobato viva  2010
Lobato viva 2010
 
Projeto de Pesquisa: A Literatura Infantil no desenvolvimento da leitura
Projeto de Pesquisa: A Literatura Infantil no desenvolvimento da leituraProjeto de Pesquisa: A Literatura Infantil no desenvolvimento da leitura
Projeto de Pesquisa: A Literatura Infantil no desenvolvimento da leitura
 
Literatura infantil-juvenil
Literatura infantil-juvenilLiteratura infantil-juvenil
Literatura infantil-juvenil
 
Lobato viva 2010
Lobato viva  2010Lobato viva  2010
Lobato viva 2010
 
Feira do livro e da literatura.compact
Feira do livro e da literatura.compactFeira do livro e da literatura.compact
Feira do livro e da literatura.compact
 
Oficinas ecohvale
Oficinas ecohvaleOficinas ecohvale
Oficinas ecohvale
 
Oficinas ECOHVALE
Oficinas ECOHVALEOficinas ECOHVALE
Oficinas ECOHVALE
 
Caderno de apoio a pratica pedagogica contos classicos mitologicos e modernos
Caderno de apoio a pratica pedagogica contos classicos mitologicos e modernosCaderno de apoio a pratica pedagogica contos classicos mitologicos e modernos
Caderno de apoio a pratica pedagogica contos classicos mitologicos e modernos
 
Projeto de leitura. 1º ao 9º ano
Projeto de leitura. 1º ao 9º anoProjeto de leitura. 1º ao 9º ano
Projeto de leitura. 1º ao 9º ano
 
Atv4marcia
Atv4marciaAtv4marcia
Atv4marcia
 
Programa BP Paulo Duarte
Programa BP Paulo DuartePrograma BP Paulo Duarte
Programa BP Paulo Duarte
 
Projetos de pesquisa
Projetos de pesquisa Projetos de pesquisa
Projetos de pesquisa
 
Projetos de pesquisa
Projetos de pesquisa Projetos de pesquisa
Projetos de pesquisa
 
Apresentação Mara
Apresentação MaraApresentação Mara
Apresentação Mara
 
Alfabetização
AlfabetizaçãoAlfabetização
Alfabetização
 
Slidexxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx_.ppt
Slidexxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx_.pptSlidexxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx_.ppt
Slidexxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx_.ppt
 
A formação projeto de Leitura SLIDES.pdf
A formação projeto de Leitura SLIDES.pdfA formação projeto de Leitura SLIDES.pdf
A formação projeto de Leitura SLIDES.pdf
 
Projeto de Leitura: Minha Escola Lê
Projeto de Leitura: Minha Escola LêProjeto de Leitura: Minha Escola Lê
Projeto de Leitura: Minha Escola Lê
 
Projeto monteirolobatovideo
Projeto monteirolobatovideoProjeto monteirolobatovideo
Projeto monteirolobatovideo
 

Mais de Antônia marta Silvestre da Silva

2° ano_PLANO_DE_CURSO em PDF referente ao 2° ano do Ensino fundamental
2° ano_PLANO_DE_CURSO em PDF referente ao 2° ano do Ensino fundamental2° ano_PLANO_DE_CURSO em PDF referente ao 2° ano do Ensino fundamental
2° ano_PLANO_DE_CURSO em PDF referente ao 2° ano do Ensino fundamentalAntônia marta Silvestre da Silva
 
Plano de Aula Português 4º ano - com o gênero textual conto de fadas e questõ...
Plano de Aula Português 4º ano - com o gênero textual conto de fadas e questõ...Plano de Aula Português 4º ano - com o gênero textual conto de fadas e questõ...
Plano de Aula Português 4º ano - com o gênero textual conto de fadas e questõ...Antônia marta Silvestre da Silva
 

Mais de Antônia marta Silvestre da Silva (20)

2° ano_PLANO_DE_CURSO em PDF referente ao 2° ano do Ensino fundamental
2° ano_PLANO_DE_CURSO em PDF referente ao 2° ano do Ensino fundamental2° ano_PLANO_DE_CURSO em PDF referente ao 2° ano do Ensino fundamental
2° ano_PLANO_DE_CURSO em PDF referente ao 2° ano do Ensino fundamental
 
TRILHA DOS DESCRITORES - 5º ano Língua Portuguesa
TRILHA DOS DESCRITORES - 5º ano Língua PortuguesaTRILHA DOS DESCRITORES - 5º ano Língua Portuguesa
TRILHA DOS DESCRITORES - 5º ano Língua Portuguesa
 
♡Planejamento Anual 5º ano -Língua guesa
♡Planejamento Anual 5º ano -Língua guesa♡Planejamento Anual 5º ano -Língua guesa
♡Planejamento Anual 5º ano -Língua guesa
 
Planejamento bimestral 2º ano - 1° bim.pdf
Planejamento bimestral 2º ano - 1° bim.pdfPlanejamento bimestral 2º ano - 1° bim.pdf
Planejamento bimestral 2º ano - 1° bim.pdf
 
PLANO DECURSO ED. FÍSICA 3º AO 5° ANOS ~~ALCIONE.pdf
PLANO DECURSO ED. FÍSICA 3º AO 5° ANOS ~~ALCIONE.pdfPLANO DECURSO ED. FÍSICA 3º AO 5° ANOS ~~ALCIONE.pdf
PLANO DECURSO ED. FÍSICA 3º AO 5° ANOS ~~ALCIONE.pdf
 
CORRELAÇÃO DE MATRIZES 1º AO 5ºº ANO.pdf
CORRELAÇÃO DE MATRIZES 1º AO 5ºº ANO.pdfCORRELAÇÃO DE MATRIZES 1º AO 5ºº ANO.pdf
CORRELAÇÃO DE MATRIZES 1º AO 5ºº ANO.pdf
 
Planejamento bimestral 5º ano de todas as disciplinas
Planejamento bimestral 5º ano de todas as disciplinasPlanejamento bimestral 5º ano de todas as disciplinas
Planejamento bimestral 5º ano de todas as disciplinas
 
DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DO CEARÁ.pdf
DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DO CEARÁ.pdfDOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DO CEARÁ.pdf
DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DO CEARÁ.pdf
 
Plano de Aula Português 4º ano - com o gênero textual conto de fadas e questõ...
Plano de Aula Português 4º ano - com o gênero textual conto de fadas e questõ...Plano de Aula Português 4º ano - com o gênero textual conto de fadas e questõ...
Plano de Aula Português 4º ano - com o gênero textual conto de fadas e questõ...
 
CONTO-3º-4º-E-5ºANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA.pdf
CONTO-3º-4º-E-5ºANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA.pdfCONTO-3º-4º-E-5ºANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA.pdf
CONTO-3º-4º-E-5ºANO-A-PRINCESA-E-A-ERVILHA.pdf
 
EXERC_1-PROVA-BRASIL-DESCR-15-5o-Ano-L.P.docx
EXERC_1-PROVA-BRASIL-DESCR-15-5o-Ano-L.P.docxEXERC_1-PROVA-BRASIL-DESCR-15-5o-Ano-L.P.docx
EXERC_1-PROVA-BRASIL-DESCR-15-5o-Ano-L.P.docx
 
3ª FORMAÇÃO REGIONAL - PAIC INTEGRAL CEARÁ
3ª FORMAÇÃO REGIONAL - PAIC INTEGRAL CEARÁ3ª FORMAÇÃO REGIONAL - PAIC INTEGRAL CEARÁ
3ª FORMAÇÃO REGIONAL - PAIC INTEGRAL CEARÁ
 
BALADÃO TIK TOK 2º ano COM OS DESCRITORES DO SAEB\SPAECE
BALADÃO TIK TOK  2º ano COM OS DESCRITORES DO SAEB\SPAECEBALADÃO TIK TOK  2º ano COM OS DESCRITORES DO SAEB\SPAECE
BALADÃO TIK TOK 2º ano COM OS DESCRITORES DO SAEB\SPAECE
 
fORMAÇÃO CONTINUADA AVALIAÇÕES EXTERNAS.pptx
fORMAÇÃO CONTINUADA AVALIAÇÕES EXTERNAS.pptxfORMAÇÃO CONTINUADA AVALIAÇÕES EXTERNAS.pptx
fORMAÇÃO CONTINUADA AVALIAÇÕES EXTERNAS.pptx
 
AULAO_DE_LINGUA_PORTUGUESA.pptx
AULAO_DE_LINGUA_PORTUGUESA.pptxAULAO_DE_LINGUA_PORTUGUESA.pptx
AULAO_DE_LINGUA_PORTUGUESA.pptx
 
variaeslingusticas-150714203732-lva1-app6891.pptx
variaeslingusticas-150714203732-lva1-app6891.pptxvariaeslingusticas-150714203732-lva1-app6891.pptx
variaeslingusticas-150714203732-lva1-app6891.pptx
 
Slide módulo 4.pptx
Slide módulo 4.pptxSlide módulo 4.pptx
Slide módulo 4.pptx
 
descritor 26 .1.3.pptx
descritor 26 .1.3.pptxdescritor 26 .1.3.pptx
descritor 26 .1.3.pptx
 
BALADINHA VOANDO MAIS ALTO .pptx
BALADINHA VOANDO MAIS ALTO .pptxBALADINHA VOANDO MAIS ALTO .pptx
BALADINHA VOANDO MAIS ALTO .pptx
 
AÇÕES DE DEZEMBRO.pptx
AÇÕES DE DEZEMBRO.pptxAÇÕES DE DEZEMBRO.pptx
AÇÕES DE DEZEMBRO.pptx
 

Último

trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduraAdryan Luiz
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPanandatss1
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptxpamelacastro71
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Centro Jacques Delors
 
Bullying - Texto e cruzadinha
Bullying        -     Texto e cruzadinhaBullying        -     Texto e cruzadinha
Bullying - Texto e cruzadinhaMary Alvarenga
 
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdfJorge Andrade
 
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdfWilliam J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdfAdrianaCunha84
 
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxApostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxIsabelaRafael2
 
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOInvestimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOMarcosViniciusLemesL
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024Jeanoliveira597523
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfaulasgege
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresLilianPiola
 
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfManuais Formação
 
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniModelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniCassio Meira Jr.
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveaulasgege
 
Regência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdfRegência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdfmirandadudu08
 
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxA experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxfabiolalopesmartins1
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalJacqueline Cerqueira
 

Último (20)

trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditadura
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SP
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
 
Bullying - Texto e cruzadinha
Bullying        -     Texto e cruzadinhaBullying        -     Texto e cruzadinha
Bullying - Texto e cruzadinha
 
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
02. Informática - Windows 10 apostila completa.pdf
 
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdfWilliam J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
 
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxApostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
 
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOInvestimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
 
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
 
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniModelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
 
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
 
Regência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdfRegência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdf
 
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxA experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
 
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
 

Eixo+de+Literatura_Anos+Iniciais_Módulo+1_2023+(1)_abcdpdf_pdf_para_ppt.pptx

  • 1. Construindo histórias: concepções e p r á t i c a spara a formação de leitores literários Fabiana S k e f f E l d e rSales Sammya Araújo
  • 2. Pauta 1. Abertura com o vídeo: “Vou virar um ancestral…” Gil no Roda Viva 2. As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e Formação do Leitor; 3. Construindo Histórias: 4. Conhecendo a alma inspiradora da proposta para o trabalho nos anos iniciais; 5. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os a n o s 6 . i n i c i a i s ; 7. Abrindo o microfone para as reflexões. 8. Encerramento
  • 3. Futuro ancestral – Ailton Krenak Nesta invocação do tempo ancestral, veio um grupo de sete ou oito meninos remando n u m a c a n o a : Os meninos remavam de maneira compassada, todos tocavam o remo na superfície da água com m u i t a c a l m ae harmonia: estavam exercitando a infância deles no sentido do que o seu povo, os Yudjá, chamam de se aproximar da antiguidade. Um deles, mais velho, que estava verbalizando a experiência, falou: “Nossos pais dizem que nós já estamos chegando perto de como era antigamente”. Eu achei tão bonito que aqueles meninos ansiassem por alguma coisa que os seus a n t e p a s s a d o s h a v i a mensinado, e tão belo quanto que a valorizassem no instante presente. Esses meninos que vejo em minha memória não estão correndo atrás de uma ideia prospectiva do tempo nem de algo que está em algum outro canto, mas do que vai acontecer exatamente aqui, neste lugar ancestralque é seu território, dentro dos rios.
  • 4. As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e F o r m a ç ã o do Leitor O Eixo de Literatura e Formação do Leitor propõe o desenvolvimento e o f o r t a l e c i m e n t o da Educação Literária desde a mais tenra idade com efetiva aproximação e apropriação do texto literário. Este para seu conhecimento ou apreciação não necessita de “panóplia” (armadura) de exercícios e atividades que o limitam, o fragmentam ou o reduzem para outros fins, como aponta Azevedo e Balça (2016). Mas, o que é Educação Literária?
  • 5. As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e F o r m a ç ã o do Leitor O conceito de Educação Literária refere-se ao desenvolvimento de competências q u e p e r m i t e m ler o mundo de uma forma sofisticada e abrangente, contribuindo para a formação de sujeitos críticos, capazes de ler e interrogar a prática. A leitura dos textos literários é igualmente uma fonte de relações interculturais que nos permite conhecer o outro, refletir acerca do nosso lugar no mundo e do que significa ser humano. Através dessa Educação, os leitores aprendem a interagir criticamente com os mais diversos produtos da indústria cultural e literária.
  • 6. As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e F o r m a ç ã o do Leitor Como educar literariamente… Primeiramente, é preciso compreender que a educação literária não s e d e s e n v o l v e espontaneamente, exige formadores conscientes do seu papel, atividades planificadas, esforço e tempo. É relevante que a escola seja um espaço capaz de se configurar c o m o p r o m o t o r de práticas de leitura que recupere, em contexto formal, metodologias que valorizam a leitura como fruição e como prazer.
  • 7. As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e Agente da Educação Literária… A(O) mediadora(or) tem uma função deveras pertinente: vincular entre o s l i v r o s e os primeiros leitores, de modo a propiciar a comunicação mútua, uma vez que o mediador será o primeiro leitor, aquele que seleciona as obras, e terá o papel de conciliar as estratégias que fomentem essas leituras literárias, sendo o leitor infantil e/ou juvenil o segundo leitor.
  • 8. As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e F o r m a ç ã o do Leitor Algumas atitudes e comportamentos das mediadoras e mediadores da leitura, d e a c o r d ocom Colomer (1999):  Fomentar contexto afetuoso durante a leitura em que as crianças podem se familiarizar coma forma escrita da linguagem; Potencia a criação de mecanismos de antecipação e de inferência próprios da l e i t u r a ; D e m o n s t r aque a implicação afetiva do leitor faz parte da leitura literária; Ensina a fixar a atenção nos detalhes; Favorece a interrogação e ampliação do mundo da criança à luz do que ocorre no l i v r o ; S u s c i t aespaço e tempo para perguntas e comentários.     
  • 9. As concepções norteadoras do Eixo de Literatura e F o r m a ç ã o do Leitor Além desses pontos, acrescenta-se ao trabalho de mediação: oferta de livros variados, com temas e g ê n e r o s diversificados, atendendo à necessidade que a criança tem de informar; o prazer de partilhar uma história, estimulando o leitor a contribuir com respostas pessoais face aos objetos com que interage. Nesse sentido, visando favorecer a mediação dos saberes a serem construídos nas rodas de leituras, o Eixo optou como concepção metodologia, o Círculo de Cultura, uma concepção dialógica baseada nos trabalhos do educador Paulo Freire. A afetividade aqui é interpretada como principal mediadora entre o sujeito, a palavra, a imagem e o livro. O Círculo de Cultura, portanto, [...] “é um lugar onde todos têm a palavra, onde todos leem e escrevem o mundo. É um espaço de trabalho, pesquisa, exposição de práticas, dinâmicas e vivências, que possibilitam a construção coletiva do conhecimento,” (FREIRE, 1994, p.148)
  • 10. 3.Construindo Histórias 1. Conhecendo a alma inspiradora da proposta para o trabalho nos anos iniciais Com tais compromissos, o Eixo apresenta ações fortalecedoras da prática da leitura literária n a e s c o l a e na sala de aula e que dialogam com as concepções teóricas propostas para a formação docente, ancoradas na concepção do Círculo de Cultura, de Paulo Freire, definido acima. A proposta para Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental será a Bib-baú, um b a ú q u esimbolicamente representará um acervo que traz através das histórias de bichos, plantas, avós,casas, ruas, ritos, cantigas, rendas, danças… as vidas onde fomos gerados e as vidas q u e d e s e j a m o statear com o sorriso da infância que estão por todos os lugares.
  • 11. 3.Construindo Histórias 1. Conhecendo a alma inspiradora da proposta para o trabalho nos anos iniciais A Bib-baú – Uma prática de Leitura Literária para crianças da escola pública… O conceito da Bib-baú está enraizada na gratificante experiência de viver e m s o c i e d a d e como sujeitos portadores de memórias e capazes de compreender as culturas, criar, contar histórias e fazer a história é o que dá sentido a essa existência resistente dos seres humanos em relação com os demais do planeta que se constitui em vida humana na terra.
  • 12. 3.Construindo Histórias 2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais • O que é a Bib-baú? É necessário compreender que a Bib-baú é uma ação que tem como fundamentação metodológica o C í r c u l ode Cultura Freireano. Pretende-se, portanto, que ela seja simbolicamente um meio de instigar a leitura literária, por meio das dinamizações dos acervos que têm como movimento primeiro, as rodas de leitura com o livro na mão. Em seguida, a(o) professora(or) mediadora(or) proporá o diálogo, mobilizando o compartilhamento das ideias que suscitam à reflexão a partir dos temas que estão nos livros, na vida e no mundo. A ideia será ler as histórias que estão nos livros e que se entrelaçam com aquelas que estão no coração, na cabeça, na casa, na rua e na alma de todas e todos (as)os contadoras(es), transformando a Bib-Baú numa grande biblioteca de histórias pra fazer rir, chorar, assustar, correr, brincar…
  • 13. 3.Construindo Histórias 2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais  Por que a Bib-baú? Na verdade, queremos compartilhar a responsabilidade em garantir o direito da(o) aluna(o) da escola pública em ter acesso ao livro de literatura, garantindo, assim, a formação de leitores. Dessa forma consolidamos uma política de Educação Literária na Rede Pública, por meio de um currículo que traga ações fomentadoras do l e t r a m e n t o l i t e r á r i onas escolas.  Qual o lugar da Bib-baú? Seu lugar é na sala de aula, mas entre abraços, ela poderá voar entre salas, ir para o pátio, uma praça, uma calçada durante a visita de uma casa, mas deverá voltar sempre para o seu lugar inicial, pois será lá que e l a g a n h a r áo abraço coletivo dando-a pernas pra correr pelos quatro cantos onde a leitura chegará.
  • 14. 3.Construindo Histórias  2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais Quem participa das ações da Bib-Baú? Todas(os) as(os) alunas(os) e professoras(es) do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental já serão o público da Bib- Baú. Mas esse público se expande quando ela poderá ir a outros espaços para silenciosamente ser aberta p o r u m a / u m leitora(or), ou numa ciranda de leitoras(es) ela for provocadora das leituras compartilhadas. 5. Estrutura e funcionamento da Bib-Baú? Após as(os) professoras(es) receberem e/ou confeccionarem sua Bib-Baú, será a hora de conhecer o a c e r v o q u eestará nela (nova coleção Paic Prosa e Poesia, coleções anteriores, outros livros adquiridos p e l o m u n i c í p i o / e s c o l a ) .Esse poderá ser um momento individual, para em seguida, com data agendada,
  • 15. 3.Construindo Histórias  2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais Estrutura e funcionamento da Bib-Baú? todas(os) compartilharem suas impressões acerca das histórias que leram. Nesse primeiro momento, não precisará ter lido todos os livros da Bib-Baú, pois teremos tempo, mas devemos l ê - l o s t o d o se por inteiro. Em seguida cada professora(or) escolherá o livro que será lido na sua sala de aula, podendo ser o m e s m o para mais de uma sala. A temática deste livro da Bib-Baú, será o pontapé inicial para a roda de leitura e compartilhamento de ideias entre as(os) professoras(es) mediadoras(es) da leitura. U m a v e z lida a história e compartilhadas as impressões acerca dela, será o momento da elaboração do Projeto Literário da Bib-Baú que poderá ser elaborado pelo coletivo de professoras(es) leitoras(es).
  • 16. 3.Construindo Histórias  2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais Em sala de aula A descoberta da Bib-baú em sala de aula deverá ser um momento compartilhado e livre ao mesmo tempo, ou seja, ao abri-la, as crianças deverão tocar, folhear, ler, trocar os livros, como uma essencial sensibilização para leitura e respeito pelo livro. Chegou o momento de ação da Bib-Baú! O Projeto Literário da Bib-Baú entrará e m c e n a ,por meio do livro da vez. Nesse momento se proporá conhecer o livro que será lido e compartilhado.  Qual a frequência e duração de cada Projeto da Bib-baú? Para um projeto com a duração de uma semana, sugerimos 1 hora/dia para as ações da Bib-Baú. No 1º d i a a c o n t e c e r á uma leitura do tema que permeia o projeto, a roda de conversa acerca das impressões da leitura, a leitura das imagens e o bate-papo sobre o tema.
  • 17. 3.Construindo Histórias 3.2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais Nos dias seguintes, novas leituras poderão ser feitas, com outros gêneros literários, seguindo a m e s m a t e m á t i c ae no último dia, será realizada a culminância do projeto. Outra estratégia de tempo, poderá ser o projeto para 1 mês, com um mínimo de 3 horas semanais q u e p o d e r ã o ser distribuídas em dias consecutivos, alternados ou em um só dia. Para esse segundo formato, sugerimos uma carga horária totalizando 12 horas mensais. Os projetos bimestrais, por serem mais longos, são recomendados para as turmas do 4º e 5º ano e esses poderão totalizar uma carga horária mínima de 24 horas, distribuídas no mês/semanas de acordo com cada realidade.
  • 18. 3.Construindo Histórias 3.2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os a n o s i n i c i a i s  As Dinamizações Literárias Atenção! Não deve-se didatizar em hipótese alguma, a leitura literária, seja pela exigência d a f l u ê n c i a da leitura, seja por meio de atividades de ortografia, gramática, análise linguística ou quaisquer outras atividades de cunho linguístico. Pois, a formação de leitores na compreensão do letramento literário, parte do acesso ao livro de literatura, vai para a motivação por lê-lo, chega no prazer de ler, indo para a necessidade em compartilhar as boas leituras e permanece como busca das respostas para a vida e para a alma.
  • 19. 3.Construindo Histórias  2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os anos iniciais Eas culminâncias? Poderá para esse momento ser realizada a Feirinha de Literatura com objetivo de realizar um troca-troca d e l i v r o s entre alunos de duas ou mais salas, por meio de acervos pessoais e/ou doados que enriquecerão o acervo da Bib-Baú e que por sua vez acolhe aquele novo livro para mais uma aventura A Festa Literária é uma sugestão animada, nela poderá acontecer, por meio dos acervos das Bib-Baú d a s d i v e r s a s salas de aula, as contações de histórias feitas pelas(os) alunas(os), as várias rodas de leitura, assim como as apresentações artísticas. Mas, tudo terá como fio condutor a leitura dos livros e as suas temáticas. As Exposições também poderão ter seus ricos momentos, onde as produções gráficas/escritas serão vistas/lidas comentadas e expostas em painéis, (textos, trabalhos de desenho, pintura, colagem e outros poderão ser expostos visualmente e oralmente).
  • 20. 3.Construindo Histórias 3.2. Conhecendo a proposta que fomentará as práticas da leitura literária para os a n o s i n i c i a i s
  • 21. Mário Quintana - Esconderijos do tempo Recordo ainda Recordo ainda... E nada mais me i m p o r t a . . . A q u e l e sdias de uma luz tão mansa Que deixavam, sempre, de l e m b r a n ç a , A l g u mbrinquedo novo à minha porta... Mas veio um vento de desesperança Soprandocinzas pela noite morta! E eu pendurei na galharia torta Todos os meus brinquedos de c r i a n ç a . . . E s t r a d afora após segui... Mas, ai, Embora idade e senso eu a p a r e n t e , N ã onos iluda o velho que aqui vai: Eu quero os meus brinquedos n o v a m e n t e ! S o uum pobre menino...acreditai... Que envelheceu, um dia, de repente!...
  • 22. Referências AZEVEDO, FERNANDO & BALÇA, ÂNGELA (COORDs.). Leitura e Educação Literária. Lisboa: Pactor, 2016. BETTELHEIM. B. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2004. CANDIDO, A. O direito à literatura. In: Vários escritos. 3 ed. rev. e ampl. São Paulo: D u a s C i d a d e s ,1995. COUTINHO, A. Crítica e teoria literária. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro; Fortaleza: E d i ç õ e s U F C E .PROED, 1987. COSSON, R. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2016. COLOMER, T.Andar entre livros: a leitura literária na escola. Tradução Laura Sandroni. S ã o P a u l o :Global, 2007. COLOMER, Tereza. Introducción a la literatura infantil y juvenil. Madrid: Editorial Síntesis. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2 0 0 4 . Q U I N T A N A ,Mario. Esconderijos do tempo. 3 ed. São Paulo: Globo, 2005.
  • 23. Referências KLEIMAN, Â. Oficina de leitura: teoria e prática. 1996. Campinas: Pontes. KRENAK, A. Futuro Ancestral. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. SCHÖN, D. A. Formar professores como profissionais reflexivos. In: NÓVOA, António (Coord.). Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1 9 9 2 . S O L É ,I. Estratégias de Leitura. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. SILVA, E. Elementos da pedagogia da leitura.São Paulo: Martins Fontes, 1998. ZILBERMAN, R.; MAGALHÃES, L. C. Literatura Infantil: Autoritarismo e Emancipação. 3. ed. São Paulo: Melhoramentos, 2005.