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SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS
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 Para fazermos escolhas
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 Organizarmos as rotinas;
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PCSC e DCMs)
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Contudo, isso não quer dizer que devamos nos
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SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS
 Uma boa forma de organizar o
trabalho pedagógico são as
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 Organizar as intenções
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Gêneros textuais são as
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 Seria ingênuo desconsiderar que, ao mesmo tempo,
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 Para fazermos uma sequência
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pesquisa. Portanto, para
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1ª ETAPA: APRESENTAÇÃO DA SITUAÇÃO
Compartilhar a proposta de trabalho com os alunos;
Analisar as marcas do gênero;
Sondar...
2ª ETAPA: PRODUÇÃO INICIAL
Mapear o conhecimento prévio dos alunos:
Nessa etapa, ao propor a primeira produção aos alunos,...
2ª ETAPA: PRODUÇÃO INICIAL
Analisar as marcas do gênero:
No decorrer das atividades, é essencial a mediação do
professor, ...
3ª ETAPA: ORGANIZAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DA
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Nos módulos, de modo geral, procura-se trabalhar os
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Avaliação Processual/ Formativa
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Avaliação Formativa ou Processual
É realizada com o propósito de informar o professor e o aluno sobr...
“5ª ETAPA”: AVALIAÇÃO
Quando realizar e como avaliar?
Diariamente: ao rever os cadernos, o dever de casa, fazer e receber
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“5ª ETAPA”: AVALIAÇÃO
Para que avaliar?
Para corrigir rumos, rever, melhorar, reformar, adequar o ensino de
forma que o al...
“5ª ETAPA”: AVALIAÇÃO
Avaliação para além do cognitivo: inicial, processual e somatória
Avaliação totalizadora
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CADA PLANEJAMENTO DA SEQUÊNCIA DEVERÁ CONTER:
TEMPO ESTIMADO
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NECESSÁRIO
OBJETIVOS
O que se espera que os alunos a...
REFERÊNCIAS
o AMARAL, Heloísa. Como e por que trabalhar com gêneros textuais no Prêmio Escrevendo o
Futuro. Disponível em:...
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Planejamento escolar e sequências didáticas

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Planejamento escolar e sequências didáticas

  1. 1. PLANEJAMENTO ESCOLAR E SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS Subprojeto Interdisciplinar Linguagens Supervisor e Prof. Caique Fernando da S. Fistarol
  2. 2. POR QUE PLANEJAR O ENSINO?  Para fazermos escolhas coerentes;  Organizarmos as rotinas;  Termos objetivos delimitados;  Saber aonde queremos chegar;  Delimitarmos o que precisamos ensinar aos nossos alunos.
  3. 3. E O CURRÍCULO?  Os documentos curriculares (PCNs, PCSC e DCMs) constituem-se de orientações que podem reger o trabalho do professor.  Por isso, influencia no planejamentos e nos processos de mediação dos professores.
  4. 4. Quando as aulas são bem planejadas, os estudantes se envolvem muito mais. Contudo, isso não quer dizer que devamos nos preocupar apenas com o planejamento das atividades, mas sobretudo com nossas posturas, os modos de mediação e à capacidade de explicar e dialogar com nossas crianças, pois a melhoria da prática pedagógica envolve, por um lado, a ampliação contínua dos conhecimentos, mas também o desenvolvimento de modos de interagir com nossos alunos.
  5. 5. É interessante que os professores planejem atividades permanentes que favoreçam o interesse e crescimento de seus alunos. Uma sugestão é realizar atividades que envolvam a leitura de gêneros textuais, como contos, charges, histórias em quadrinhos, podcasts, videocasts, blogs. Vieira e Fernandes argumentam que “por ser a escola, às vezes, o único espaço onde algumas crianças terão oportunidade de acesso a livros, é importante favorecer este acesso”.
  6. 6. COMO ENSINAR AS PRODUÇÕES ORAL E ESCRITA? Através da sequência didática: “Tem a finalidade de ajudar o aluno a dominar melhor um gênero de texto, permitindo-lhe, assim, escrever ou falar de uma maneira adequada numa dada situação de comunicação”. (Schneuwly, 2004 )
  7. 7. SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS  Uma boa forma de organizar o trabalho pedagógico são as sequências didáticas ou atividades sequenciais, que são as situações em que as atividades são dependentes umas das outras e a ordem das atividades é importante. Por meio das atividades didáticas, um mesmo conteúdo pode ser revisitado em diferentes aulas, de modo articulado e integrado.
  8. 8. SEQUÊNCIA DIDÁTICA – PARA QUE SERVE?  Organizar as intenções pedagógicas através de temas, objetivos, conteúdos que atendam as necessidades do projeto didático, dos professores e dos alunos;  Organizar as intenções pedagógicas de tal forma que garanta a transversalidade de seus conteúdos, temas e objetivos;
  9. 9. SEQUÊNCIA DIDÁTICA – PARA QUE SERVE?  Preparar técnica e academicamente o professor, tornando-o capaz de fomentar e propiciar a construção de conhecimentos específicos com o grupo de alunos sob sua responsabilidade, posto que é fundamental que se procure, através de pesquisas, ter conhecimentos prévios que ultrapassem o senso comum, o óbvio.
  10. 10. SEQUÊNCIA DIDÁTICA E OS GÊNEROS TEXTUAIS Gêneros textuais são as mais diferentes espécies de textos, escritos ou falados, que circulam na sociedade e que são reconhecidos com facilidade pelas pessoas. Por exemplo: carta, bilhete, poema, sermão, notícia de jornal, receita culinária, conversa ao telefone, piada, romance, videocast, podcast, fotonovela, hipertexto, etc.
  11. 11. SEQUÊNCIA DIDÁTICA – VANTAGENS A elaboração de sequências didáticas permite ao professor:  aquisição de novos conhecimentos (amplia seus horizontes);  ampliação de repertório;  previsão de materiais e novas possibilidades de trabalho.
  12. 12. SEQUÊNCIA DIDÁTICA COLETIVA E INTERDISCIPLINAR?  Ao trabalhar coletivamente, são colocados, à mesa, os conhecimentos e as habilidades de cada professor (formação inicial, criatividade, inciativa, escrita, dança, artes).  Portanto, é a convergência das competências que garante a qualidade dos serviços educacionais oferecidos à comunidade.
  13. 13.  Seria ingênuo desconsiderar que, ao mesmo tempo, divergências surgem e, é por elas que amadurecemos profissionalmente.  Trabalhar as competências do grupo, ao invés de investir, insistentemente, nas dificuldades individuais, não esquecendo que é preciso reconhecê-las para superá-las. SEQUÊNCIA DIDÁTICA COLETIVA E INTERDISCIPLINAR?
  14. 14.  Em uma sequência didática, não há uma cronologia a ser seguida, o professor tem total autonomia para colocá-la em prática, considerando que os objetivos devem ser cumpridos, assim como, o tema estabelecido. O CUMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA
  15. 15.  Para fazermos uma sequência didática é preciso estudo e pesquisa. Portanto, para fazê-las não há alternativa senão sairmos da zona de conforto. Uma sequência didática, assim como a música, precisa de um começo, um meio e um fim e, além disso, de muita inspiração e estudo. O CUMPRIMENTO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA
  16. 16. A SEQUÊNCIA DIDÁTICA E SUAS ETAPAS
  17. 17. 1ª ETAPA: APRESENTAÇÃO DA SITUAÇÃO Compartilhar a proposta de trabalho com os alunos; Analisar as marcas do gênero; Sondar o conhecimento prévio dos alunos acerca do gênero; Ler diferentes textos do gênero escolhido; Buscar informações sobre o tema.
  18. 18. 2ª ETAPA: PRODUÇÃO INICIAL Mapear o conhecimento prévio dos alunos: Nessa etapa, ao propor a primeira produção aos alunos, o professor deve detalhar a situação de comunicação: para quem se destina o texto (pais, colegas, professores), qual é a finalidade (informar, convencer, divertir), que posição tem o autor (aluno, representante da turma, narrador), onde o texto vai ser publicado (no jornal da escola, no mural da sala de aula, no jornal local). Essa produção aponta os saberes dos alunos e dá pistas para que o professor possa melhor intervir no processo de aprendizagem.
  19. 19. 2ª ETAPA: PRODUÇÃO INICIAL Analisar as marcas do gênero: No decorrer das atividades, é essencial a mediação do professor, para que os alunos consigam analisar e identificar os recursos utilizados pelos autores na escrita. Por exemplo: ler textos, identificar as marcas próprias do gênero ( as expressões próprias, os tempos verbais utilizados).
  20. 20. 3ª ETAPA: ORGANIZAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA Nos módulos, de modo geral, procura-se trabalhar os problemas que apareceram na produção inicial e dar aos alunos os instrumentos necessários para superá-los. O professor avalia as principais dificuldades da expressão oral ou escrita dos alunos e constrói módulos com diversas atividades e estratégias para trabalhar a superação de cada problema. Os módulos, assim como toda a sequência didática, não são fixos, mas possuem um movimento que vai do mais complexo ao mais simples, para, no final, voltar ao complexo, que é a produção final.
  21. 21. 3ª ETAPA: ORGANIZAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA • Identificar a situação de comunicação: Quem escreve? Para quem? Por quê? Onde circula? O que não pode faltar? Módulo 01 – Condições de produção e conteúdos temáticos • Analisar os elementos próprios da composição do gênero. • Adequação da linguagem ao gênero. Módulo 02 – Plano global • Analisar as convenções de escrita. • Analisar as convenções sintáticas (estudo gramatical contextualizado). • Observar o nível semântico da expressão. Módulo o3 – Estilos ou marcas linguísticas
  22. 22. 3ª ETAPA: ORGANIZAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA Instrumentos necessários para superação dos problemas o Em cada um desses níveis, o aluno encontrará problemas específicos de cada gênero e deve, ao final, ser capaz de resolvê-los simultaneamente. Para isso, em cada módulo, “é muito importante propor atividades as mais diversificadas possíveis, dando, assim, a cada aluno a possibilidade de ter acesso, por diferentes vias, às noções e aos instrumentos, aumentando, desse modo, suas chances de sucesso”.
  23. 23. 3ª ETAPA: ORGANIZAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA Por isso, é importante um trabalho/ sequência didática envolvendo atividades com uma ou mais linguagens, seja em Língua Inglesa ou de modo interdisciplinar.  Pictórica – desenho;  Musical – vocalização, oralidade, rota fonológica e voz;  Sinestésica – movimento/ psicomotricidade;  Midiática – computador, celular, tablet, etc.;  Gráfica – as letras e os números.
  24. 24. 4ª ETAPA: PRODUÇÃO FINAL o O produto final ao ser planejado pelo professor deverá enfocar os objetivos iniciais geral e específicos, assim como, exigir do aluno as competências e habilidades exploradas ao longo das conceituações e atividades desenvolvidas ao longo da sequência didática. o O produto final não pode ser uma mera reprodução do conteúdo estudado ao longo da sequência didática. O produto final visa estabelecer um olhar sobre o todo/ conjunto de ações e demonstrar o ensino-aprendizagem estabelecida desde o início da sequência didática.
  25. 25. “5ª ETAPA”: AVALIAÇÃO Avaliação é um tema de grande complexidade não havendo ainda um consenso em torno de um modelo. Porém a avaliação ocorre em todos os momentos da sequência didática. Diagnóstica: entrada – início da sequência didática. Formativa (processual): contínua - acompanhamento – qualitativa Somativa: final – produto – quantitativa Uma avaliação sem a devida fundamentação teórica e metodológica constitui-se em mero ato mecânico.
  26. 26. “5ª ETAPA”: AVALIAÇÃO Avaliação só tem sentido para a aprendizagem quando os resultados permitem ao aluno continuar progredindo. E isto só será possível quando a avaliação dos resultados que se transmite ao aluno for feita com relação a suas capacidades e ao esforço realizado. Este é provavelmente o único conhecimento que é preciso saber com justiça, já que é o permite promover a auto-estima e a motivação para continuar. (Zabala, 1998) A avaliação deve ser usada sempre para melhorar, nunca para eliminar, selecionar ou segregar. Ensinar, aprender e avaliar não são momentos separados. Formam um contínuo em interação permanente. (Méndez, 2005)
  27. 27. “5ª ETAPA”: AVALIAÇÃO Avaliação Processual/ Formativa
  28. 28. “5ª ETAPA”: AVALIAÇÃO Avaliação Formativa ou Processual É realizada com o propósito de informar o professor e o aluno sobre o resultado da aprendizagem, durante o desenvolvimento das atividades escolares. Localiza deficiências na organização do ensino-aprendizagem de modo a possibilitar reformulações no mesmo e assegurar o alcance dos objetivos. É denominada formativa porque demonstra como os alunos estão se modificando em direção aos objetivos. A avaliação formativa ou processual pode ser feita de maneira contínua e informal, no dia-a-dia da sala de aula, e pode também ser feita em oportunidades regulares, incluindo o uso de instrumentos mais formais como testes, provas, apresentações de relatórios de trabalhos, competições e jogos.
  29. 29. “5ª ETAPA”: AVALIAÇÃO Quando realizar e como avaliar? Diariamente: ao rever os cadernos, o dever de casa, fazer e receber perguntas, observar o desempenho dos alunos, nas diversas atividades de classe; Ocasionalmente: por meio de provas ou outros instrumentos, mais ou menos formais, para aferir a aprendizagem e outros desempenhos dos alunos; Periodicamente: utilizando testes ao final de cada sequência didática, sub-unidade, unidade, projeto, trimestre (bimestre) ou semestre.
  30. 30. “5ª ETAPA”: AVALIAÇÃO Para que avaliar? Para corrigir rumos, rever, melhorar, reformar, adequar o ensino de forma que o aluno atinja os objetivos de aprendizagem; Estabelecer critérios e os níveis de eficiência para comparar os resultados da produção inicial, ao longo e ao término da sequência didática;
  31. 31. “5ª ETAPA”: AVALIAÇÃO Avaliação para além do cognitivo: inicial, processual e somatória Avaliação totalizadora A. Conhecer; A. Fazer; A. Viver juntos; A. Ser. Cognitivo; Psicomotor; Afetivo. (Bloom, 1970) Factual; Conceitual; Procedimental; Atitudinal. (Zabala,1998)
  32. 32. CADA PLANEJAMENTO DA SEQUÊNCIA DEVERÁ CONTER: TEMPO ESTIMADO MATERIAL NECESSÁRIO OBJETIVOS O que se espera que os alunos aprendam com a atividade proposta, tendo como foco a aprendizagem, e não o ensino. CONTEÚDOS Conteúdos curriculares trabalhados na atividade. DESENVOLVIMENTO Envolve as várias etapas da atividade, as intervenções a serem feitas, a criação de situações mais adequadas à realidade da turma. AVALIAÇÃO Verificação do processo de aprendizagem. Parâmetros a serem usados no decorrer das etapas. Atividades específicas, como problemas e perguntas.
  33. 33. REFERÊNCIAS o AMARAL, Heloísa. Como e por que trabalhar com gêneros textuais no Prêmio Escrevendo o Futuro. Disponível em:<http://www.cenpec.org.br >– Acesso em: 22 mar 2015. o BAKHTIN, Mikhail. Estética da Criação Verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992. o BLOOM, B.; HASTINGS, J. T.; MADAUS, G. F. Manual de avaliação formativa e somativa do aprendizado escolar. São Paulo: Pioneira, 1983. o KOCH, I.V.; ELIAS, V.M. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006. o MARCUSCHI, Luis Antônio. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In DIONISIO, A.P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. Gêneros Textuais e Ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2003. o MÉNDEZ, Juan Manuel Alvarez. Avaliar para Conhecer – Examinar para Excluir.; trad. Magda Schwartzhaupt Chaves. Porto Alegre, RS: Artmed Editora, 2005. o SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ Joaquim. Gêneros orais e escritos. Campinas: Mercado de letras, 2004. o ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998

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